Janeiro 2021 archive

Professores necessitam de declaração da escola para ir trabalhar

 

Sempre que seja preciso sair de casa e deslocar-se por motivos profissionais, pode fazê-lo. Segundo o decreto da presidência do Conselho de ministros, consideram-se autorizadas as saídas da habitação que visam “o desempenho de atividades profissionais ou equiparadas”. Contudo, convém estar munido de uma justificação para circular.

Estas deslocações devem fazer-se acompanhar por uma declaração emitida pela entidade empregadora, no caso dos professores, pela escola.

Apesar de a maioria necessitar deste documento para apresentar às autoridades, caso estas o solicitem, tal como no primeiro confinamento há um conjunto de pessoas que, no exercício das respetivas funções, estão dispensadas de apresentar qualquer tipo de declaração, o que não é o caso dos professores

. São as exceções à regra:

  • Profissionais de saúde e outros trabalhadores de instituições de saúde e de apoio social;
  • Agentes de proteção civil, forças e serviços de segurança, militares, militarizados e pessoal civil das Forças Armadas e inspetores da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica;
  • Titulares dos órgãos de soberania, dirigentes dos parceiros sociais e dos partidos políticos representados na Assembleia da República e pessoas portadoras de livre-trânsito emitido nos termos legais;
  • Ministros de culto, mediante credenciação pelos órgãos competentes da respetiva igreja ou comunidade religiosa;
  • Pessoal das missões diplomáticas, consulares e das organizações internacionais localizadas em Portugal, desde que relacionadas com o desempenho de funções oficiais.

 

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Do Não Encerramento Das Escolas

 

Do Não Encerramento Das Escolas

– É na sua aula que vemos as nossas caras, professor! Dizem-me os alunos que se conheceram este ano; é ali que o fazem mais verdadeiramente.

Pela natureza da disciplina, Educação Física, e assumindo o risco opcional de leccionar turmas numerosas maioritariamente sem máscara (a DGS sugere aulas sem máscara quando se garante, sei que é risível, três metros mínimos de distanciamento físico), prefiro aulas presenciais. Tem sido inesquecível e um recomeço desafiante e inesperado. Mas aconteceram perplexidades: já leccionei várias aulas com alunos infectados ou estive integrado em correias de transmissão; nunca fui testado, isolado, sujeito a quarentena ou sequer contactado; e como eu, milhares de professores robustos não prioritários que serão casos de estudo para os padrões da imunização sem vacina.

Mas voltando ao tema do momento, as escolas são um dos cernes da disseminação do vírus tal o aceso debate que provocam; e há o ângulo de análise “escola a tempo inteiro” que fica para outra altura. Ou seja, o que está em causa não é a opção entre ensino à distância e aulas presenciais. Não se trata disso. Em regra, não há aprendizagens plenas, longe disso, atrás de uma máscara ou de um ecrã nem com os actuais constrangimentos.

Dito isto, o que está em causa é a saúde pública. Sejamos objectivos: as nações das escolas e turmas numerosas perderam o controlo da pandemia. Por exemplo, repare-se que a Alemanha fechou as escolas no início de Dezembro e só as reabre daqui a oito ou dez semanas. Temos dois dados objectivos da perda de controlo em Portugal, e provavelmente nos congéneres da tragédia: não se conhecem 87% dos locais de contágio e os universos escolar e sanitário tiveram em Novembro uma confirmação: a covid-19 acelerou entre a população mais jovem e foi no grupo dos 10 aos 19 que o contágio mais cresceu” (“e com a agravante de ser nas crianças e nos jovens que se concentra o maior número de falsos negativos e assintomáticos“).

Portanto, fica-se apreensivo quando se estabelece um confinamento geral sem passar para ensino não presencial qualquer grau de ensino, mais ainda num país que tem o calendário escolar com menos dias de interrupção da Europa e que acentuou esse excesso na pandemia.

Por outro lado, a tese da escola segura é uma perda de tempo para o debate. As escolas não são seguras nem inseguras. Não se sabe. O que se sabe é que não cumprem os 3 c’s e que têm os mil e um cuidados possíveis. Não se mede a segurança sem meios de controlo. Os estabelecimentos de ensino encerram porque a frequência, e a envolvência, das escolas numerosas é uma plataforma giratória da disseminação do vírus na sociedade.

Ouvi um especialista estupefacto por se ter dito que os números de infectados em Portugal sobem quando as escolas fecham. Como é possível uma afirmação destas. No primeiro confinamento, o encerramento das escolas foi crucial. Na segunda vaga, e umas semanas depois da abertura do ano lectivo, iniciou-se a subida acentuada dos números. As pontes de Dezembro deram sinais na redução de casos positivos e na última semana do mês baixaram as contagens diárias. Os números do início de Janeiro foram cumulativos . É, portanto, ainda mais difícil tirar conclusões, como disse o PM para o argumentário que desenvolveu, uma vez que houve o Natal e a muito limitada passagem do ano. As escolas reabriram a 4 e já vamos a 15 (bem sabemos que é Natal quando um homem quiser, mas convém não exagerar). O que é certo, é que nas mortes e nos internamentos os números são inequívocos e constantes.

Como já escrevi várias vezes, há cinco soluções simples para melhorar os 3 c’s dentro e fora da escola e que baixariam os contágios: horários desfasados, turmas por turnos, descentralização de intervalos, pequenas interrupções a cada quatro ou cinco semanas de aulas e redução temporária da carga curricular para simplificar a execução das quatro primeiras. Era importante que o inerte ministério se movesse antes que chegue a quarta e a quinta vaga.

Por outro lado, o marketing político cria desconfiança. Como nos recordamos, umas semanas depois de ter começado o ensino à distância os governantes desdobravam-se (e perante a surpresa de quem lecciona) em elogios à nossa escola digital e à entrada do país no século XXI (até a flexibilidade curricular, pasme-se, foi usada pelo PM em pleno parlamento como atributo do sucesso). Agora que interessa ter a escola aberta, foi, afinal, um falhanço. Para além disso, continua por concretizar o que o PM disse a 11 de Abril ao Expresso: “no próximo ano lectivo haverá acesso universal dos alunos dos ensinos básico e secundário à Internet e a equipamentos informáticos, considerando que este investimento avultado é essencial face aos riscos de pandemia.”

António Costa disse que a decisão do não encerramento de escolas foi uma esolha política e que “ouviu os dirigentes dos pais e das escolas“. Umas horas depois, ouvi as posições contrárias, e com evidente preocupação, dos responsáveis clínicos (infecciologistas e intensivistas) do Hospital Curry Cabral, em Lisboa, e do Hospital S. João, no Porto. Esperemos que tenha sido uma boa escolha.

 

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Reserva de recrutamento n.º 16

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 16.ª Reserva de Recrutamento 2020/2021.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 18 de janeiro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 19 de janeiro de 2021 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

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Sr. Primeiro Ministro, com o devido respeito, vá para o diabo que o carregue…

 

Idosos com mais de 100 anos e que foram vacinados contra o covid? Muito bem…

E os idosos, indefesos, dependentes física e/ou mentalmente de terceiros, que já morreram, pela incúria e pela negligência de quem devia zelar por eles e que foram verdadeiramente condenados à morte? E aquele idoso que, há poucos dias, morreu à porta de um hospital, dentro de uma ambulância há mais de 8 horas, alegadamente, por falta de assistência?

Desses não lhe interessa falar, pois não, Sr. Primeiro Ministro?

 Escolas abertas? Muito bem… O ensino presencial é insubstituível…

Mas e aquele discurso oficial, de há poucos meses atrás, afirmando o E@D como uma panaceia, verdadeiramente miraculosa e fantástica? E o apetrechamento e a capacitação das escolas com plataformas digitais altamente eficazes e da disponibilização de computadores para todos aqueles que deles precisassem, também tão “vendidos” e apregoados ao longo dos últimos tempos? Para onde foi esse discurso, Sr. Primeiro Ministro?

 O número de contágios nas escolas não é significativo em termos estatísticos, segundo o Sr. Primeiro Ministro…

Qual a fonte dos dados apresentados e que permitiu proferir tal afirmação? Serão os dados “suavizados” por estatísticas duvidosas, enviesadas e acintosas, com o objectivo de escamotear a gravidade do problema e de não causar “alarme social”; ou os dados reais, correspondentes ao número efectivo de contágios ocorridos em todas as escolas do país? Se fosse pela segunda fonte, o Sr. Primeiro Ministro nunca poderia desconsiderar nem a dimensão, nem a gravidade do problema…

 Sr. Primeiro Ministro, o seu discurso e, sobretudo, as suas medidas para lidar com a presente pandemia não podem deixar de se considerar como profundamente hipócritas, demagógicas e essencialmente políticas. Mas, Sr. Primeiro Ministro, não é de política que aqui se trata, é de saúde pública, por muito difícil que para si seja distinguir entre as duas…

As consequências da sua obstinação serão devastadoras para os seus concidadãos que, depois de tudo isto, nada terão para lhe agradecer…

E, lamentavelmente, muitos deles já cá não estarão para não votar em si nas próximas eleições legislativas…

 Por isso, Sr. Primeiro Ministro, e com o devido respeito, vá para o diabo que o carregue…

 

(Matilde)

 

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Os testes antigénio e fazerem de nós…

 

Na declaração do Conselho de Ministros sobre o confinamento, o PM, referiu que a comunidade iria ser testada em massa. Se for como a promessa dos computadores nem em 2023…

A logística de uma testagem a 2 milhões de pessoas, não se faz com anúncios, é necessário meios e recursos humanos treinados. Com a falta de recursos humanos na área da saúde que neste momento, querem-me fazer acreditar que vão testar em massa toda a comunidade escolar? Devem estar a brincar comigo… e com toda a comunidade.

Ontem, também ouvi o PM a dizer que, “todos os alunos usam máscara”. Outra graçola deste senhor… deve andar esquecido do que decretou no início do ano ou não tem falado muito com o Tiago (se é que falam um com o outro). Os alunos do 1.º ciclo e do EPE não são obrigados a usar máscara, nunca foram, fica ao critério dos encarregados de educação.

Balha m’adeus… começo a ficar farto de tanta treta.

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Quais São as Respostas da Escola a Tempo inteiro Que Ficam Abertas?

O Anexo II do Decreto n.º 3-A/2021 determina no número 43 quais as atividades ligadas à educação que continuam abertas:

“43 — Estabelecimentos educativos, de ensino e de formação profissional, creches, centros de atividades ocupacionais e espaços onde funcionem respostas no âmbito da escola a tempo inteiro, onde se incluem atividades de animação e de apoio à família, da componente de apoio à família e de enriquecimento curricular“.

A Portaria n.º 644-A/2015, de 24 de agosto, determina quais são as respostas no âmbito da escola a tempo inteiro na Educação Pré-escolar e no 1.º Ciclo (não existe escola a tempo inteiro legislada para os restantes níveis de ensino) e são:

  • Atividades de animação e de apoio à Família (AAAF) (Pré-escolar);
  • Componente de Apoio à Família (CAF) (1.º Ciclo);
  • Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) (1.º Ciclo).

 

Estas atividades na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo podem ficar em funcionamento, independentemente de serem implementadas pelas autarquias, Associações de Pais ou IPSS.

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E Qual Será a Justificação de Falta Para Um Professor que Tem o seu Filho num Centro de Estudos/Explicações?

Com o encerramento obrigatório dos centros de explicações/estudos, que na maioria das vezes estão à porta das escolas para recolher os alunos, pergunto como um pai/mãe professor(a) (ou outro trabalhador essencial) que trabalha num turno contrário ao filho pode conciliar a obrigação do seu trabalho com a inexistência de outro familiar que possa assegurar este apoio encerrado pelo governo.

Falta por motivo imputável ao Costa?

Quantos pais/mães professores vão estar com este problema nas mãos para amanhã?

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Falta de máscara poderá obrigar a desembolsar até 1.000 euros

 

O Costa afirmou ontem que, “para que haja um sinal claro de que é fundamental fazermos um esforço acrescido” e eu concordo com ele.

Decreto-Lei n.º 6-A/2021

Altera o regime contraordenacional no âmbito da situação de calamidade, contingência e alerta e agrava a contraordenação relativa ao teletrabalho obrigatório durante o estado de emergência

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ATL’s e Centros de explicações encerram a partir das 0 horas

Ainda quero ver a confusão que vai dar… é só iluminados…

 

Artigo 14.o
Encerramento de instalações e estabelecimentos
São encerradas as instalações e estabelecimentos referidos no anexo I ao presente decreto e do qual faz parte integrante, sem prejuízo do disposto no artigo 19.o.
No anexo I consta:
“Atividades educativas e formativas:
Atividades de ocupação de tempos livres;
Escolas de línguas e escolas de condução, sem prejuízo da realização de provas e exames, e centros de explicações“

 

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Regulamento do Estado de Emergência

Clicar na imagem para aceder ao Decreto n.º 3-A/2021 que regulamenta o estado de emergência.

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A lista de tudo o que vai fechar

Novo confinamento. A lista de tudo o que vai fechar. E as 52 excepções, com hotéis, mas não centros de explicação (que saíram à última hora)

Atividades recreativas, de lazer e diversão, atividades culturais e artísticas, atividades desportivas, Atividades em espaços abertos, espaços e vias públicas, restauração. Eis a lista completa de tudo o que Governo mandou fechar já esta sexta-feira, às 0h. E também as (várias) excepções, que poderão estar abertas, incluindo hotéis, drogarias, entre outras. Mas atenção: os centros de explicações e escolas de línguas foram excluídos, afinal, na reunião de Conselho de Ministros. E as escolas de condução só podem abrir para fazer provas e exames (veja a versão final)

O Governo divulgou a lista final de atividades que têm de fechar esta sexta-feira, às 0h00. E a lista final, que o Expresso foi verificar ponto a ponto, tem algumas (poucas) mudanças face à que foi discutida dentro do Conselho de Ministros.

A saber:

  1. As escolas de condução só podem abrir para “a realização de provas e exames”
  2. Os centros de explicações e escolas de línguas foram excluídos da lista final – sendo a única excepção à regra de que tudo no ensino fica aberto neste segundo confinamento (ao contrário do que o Expresso avançou durante a noite, neste mesmo texto).
  3. Também as atividades de ocupação de tempos livres têm de fechar portas. Aos nossos leitores fica a correção e o pedido de desculpas.

Eis a lista final e oficial.

EIS O QUE VAI FECHAR JÁ ÀS 0H DE SEXTA-FEIRA (MADRUGADA DE QUINTA PARA SEXTA-FEIRA)

1. Atividades recreativas, de lazer e diversão:

  • Discotecas, bares e salões de dança ou de festa;
  • Circos;
  • Parques de diversões e parques recreativos e similares para crianças;
  • Parques aquáticos e jardins zoológicos, sem prejuízo do acesso dos trabalhadores para efeitos de cuidado dos animais;
  • Quaisquer locais fechados destinados a práticas desportivas de lazer;
  • Outros locais ou instalações semelhantes às anteriores.

2 – Atividades culturais e artísticas:

  • Auditórios, salvo se em contexto de eventos da campanha eleitoral no âmbito da eleição do Presidente da República, cinemas, teatros e salas de concertos;
  • Museus, monumentos, palácios e sítios arqueológicos ou similares (centros interpretativos, grutas, etc.), nacionais, regionais e municipais, públicos ou privados, sem prejuízo do acesso dos trabalhadores para efeitos de conservação e segurança;
  • Bibliotecas e arquivos;
  • Praças, locais e instalações tauromáquicas; Galerias de arte e salas de exposições;
  • Pavilhões de congressos, salas polivalentes, salas de conferências e pavilhões multiúsos, salvo se em contexto de eventos da campanha eleitoral no âmbito da eleição do Presidente da República.

3 – Atividades educativas e formativas

  • Atividades de ocupação de tempos livres;
  • Escolas de línguas e escolas de condução, sem prejuízo da realização de provas e exames, e centros de explicações;

4 – Atividades desportivas, salvo excepções:

  • Campos de futebol, rugby e similares;
  • Pavilhões ou recintos fechados;
  • Pavilhões de futsal, basquetebol, andebol, voleibol, hóquei em patins e similares;
  • Campos de tiro fechados;
  • Courts de ténis, padel e similares fechados;
  • Pistas fechadas de patinagem, hóquei no gelo e similares;
  • Piscinas;
  • Ringues de boxe, artes marciais e similares;
  • Circuitos fechados permanentes de motas, automóveis e similares;
  • Velódromos fechados;
  • Hipódromos e pistas similares fechados;
  • Pavilhões polidesportivos;
  • Ginásios e academias;
  • Pistas de atletismo fechadas;
  • Estádios.

5 – Atividades em espaços abertos, espaços e vias públicas, ou espaços e vias privadas equiparadas a vias públicas:

  • Pistas de ciclismo, motociclismo, automobilismo e rotas similares fechadas, salvo as atividades referidas no artigo 30.o, em contexto de treino;
  • Provas e exibições náuticas; Provas e exibições aeronáuticas;
  • Desfiles e festas populares ou manifestações folclóricas ou outras de qualquer natureza.

6 – Espaços de jogos e apostas:

  • Casinos;
  • Estabelecimentos de jogos de fortuna ou azar, como bingos ou similares; Equipamentos de diversão e similares
  • Salões de jogos e salões recreativos.

7 – Atividades de restauração:

  • Restaurantes e similares, cafetarias, casas de chá e afins, salvo para efeitos de entrega ao domicílio, diretamente ou através de intermediário, bem como para disponibilização de refeições ou produtos embalados à porta do estabelecimento ou ao postigo (take-away);
  • Bares e afins;
  • Bares e restaurantes de hotel, salvo para entrega nos quartos dos hóspedes (room service) ou para disponibilização de refeições ou produtos embalados à porta dos hotéis (take-away);
  • Esplanadas;

8 – Termas e spas ou estabelecimentos afins.

O QUE FICA ABERTO (SOB CONDIÇÕES)

  • Mercearias, minimercados, supermercados, hipermercados;
  • Frutarias, talhos, peixarias, padarias;
  • Feiras e mercados, em termos restritos a bens alimentares;
  • Produção e distribuição agroalimentar;
  • Lotas;
  • Restauração e bebidas para efeitos de entrega ao domicílio, diretamente ou através de intermediário, bem como para disponibilização de refeições ou produtos embalados à porta do estabelecimento ou ao postigo (take-away);
  • Atividades de comércio eletrónico, bem como as atividades de prestação de serviços que sejam prestados à distância, sem contacto com o público, ou que desenvolvam a sua atividade através de plataforma eletrónica;
  • Serviços médicos ou outros serviços de saúde e apoio social;
  • Farmácias e locais de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica;
  • Estabelecimentos de produtos médicos e ortopédicos;
  • Oculistas;
  • Estabelecimentos de produtos cosméticos e de higiene;
  • Estabelecimentos de produtos naturais e dietéticos;
  • Serviços públicos essenciais e respetiva reparação e manutenção (água, energia elétrica, gás natural e gases de petróleo liquefeitos canalizados, comunicações eletrónicas, serviços postais, serviço de recolha e tratamento de águas residuais, serviços de recolha e tratamento de efluentes, serviços de gestão de resíduos sólidos urbanos e de higiene urbana e serviço de transporte de passageiros);
  • Serviços habilitados para o fornecimento de água, a recolha e tratamento de águas residuais e ou de resíduos gerados no âmbito das atividades ou nos estabelecimentos referidos no presente anexo;
  • Papelarias e tabacarias (jornais, tabaco);
  • Jogos sociais;
  • Centros de atendimento médico-veterinário;
  • Estabelecimentos de venda de animais de companhia e de alimentos e rações;
  • Estabelecimentos de venda de flores, plantas, sementes e fertilizantes e produtos fitossanitários químicos e biológicos;
  • Estabelecimentos de lavagem e limpeza a seco de têxteis e peles;
  • Drogarias;
  • Lojas de ferragens e estabelecimentos de venda de material de bricolage;
  • Postos de abastecimento de combustível e postos de carregamento de veículos elétricos;
  • Estabelecimentos de venda de combustíveis para uso doméstico;
  • Estabelecimentos de comércio, manutenção e reparação de velocípedes, veículos automóveis e motociclos, tratores e máquinas agrícolas e industriais, navios e embarcações, bem como venda de peças e acessórios e serviços de reboque;
  • Estabelecimentos de venda e reparação de eletrodomésticos, equipamento informático e de comunicações;
  • Serviços bancários, financeiros e seguros;
  • Atividades funerárias e conexas;
  • Serviços de manutenção e reparações ao domicílio;
  • Serviços de segurança ou de vigilância ao domicílio;
  • Atividades de limpeza, desinfeção, desratização e similares;
  • Serviços de entrega ao domicílio;
  • Máquinas de vending;
  • Atividade por vendedores itinerantes, para disponibilização de bens de primeira necessidade ou de outros bens considerados essenciais na presente conjuntura, nas localidades onde essa atividade, de acordo com decisão do município tomada ao abrigo do nº 2 do artigo 15.º, seja necessária para garantir o acesso a bens essenciais pela população;
  • Atividade de aluguer de veículos de mercadorias sem condutor (rent-a-cargo);
  • Atividade de aluguer de veículos de passageiros sem condutor (rent-a-car);
  • Prestação de serviços de execução ou beneficiação das Redes de Faixas de Gestão de Combustível;
  • Estabelecimentos de venda de material e equipamento de rega, assim como produtos relacionados com a vinificação, assim como material de acomodação de frutas e legumes;
  • Estabelecimentos de venda de produtos fitofarmacêuticos e biocidas;
  • Estabelecimentos de venda de medicamentos veterinários;
  • Estabelecimentos onde se prestem serviços médicos ou outros serviços de saúde e apoio social, designadamente hospitais, consultórios e clínicas, clínicas dentárias e centros de atendimento médico-veterinário com urgência, bem como aos serviços de suporte integrados nestes locais;
  • Estabelecimentos educativos, de ensino e de formação profissional, creches, centros de atividades ocupacionais e espaços onde funcionem respostas no âmbito da escola a tempo inteiro, onde se incluem atividades de animação e de apoio à família, da componente de apoio à família e de enriquecimento curricular.
  • Centros de inspeção técnica de veículos;
  • Hotéis, estabelecimentos turísticos e estabelecimentos de alojamento local, bem como estabelecimentos que garantam alojamento estudantil;
  • Atividades de prestação de serviços que integrem autoestradas, designadamente áreas de serviço e postos de abastecimento de combustíveis;
  • Postos de abastecimento de combustíveis não abrangidos pelo número anterior e postos de carregamento de veículos elétricos;
  • Cantinas ou refeitórios que se encontrem em regular funcionamento;
  • Outras unidades de restauração coletiva cujos serviços de restauração sejam praticados ao abrigo de um contrato de execução continuada;
  • Notários;
  • Atividades e estabelecimentos enunciados nos números anteriores, ainda que integrados em centros comerciais;
  • Estabelecimentos situados no interior de aeroportos situados em território continental, após o controlo de segurança dos passageiros.

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Decreto que regulamenta a prorrogação do estado de emergência

 

D 765/XXII/2021
2021.01.13

 

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Aulas presenciais vão ser suspensas na escola secundária de Reguengos de Monsaraz

 

As aulas presenciais vão ser suspensas, a partir de segunda-feira, na escola secundária de Reguengos de Monsaraz, no distrito de Évora, para evitar riscos de contágio do vírus da covid-19, disse este domingo o presidente da câmara municipal.

Em declarações à agência Lusa, o autarca de Reguengos de Monsaraz, José Calixto, indicou que a medida foi decretada pela Autoridade de Saúde Pública, depois de ter sido proposta pela Subcomissão de Saúde Pública da Proteção Civil Municipal.

“Defendemos o encerramento todas as atividades letivas presenciais” na Escola Secundária Conde de Monsaraz, que “tem alunos de concelhos vizinhos”, para a “diminuição do risco” de contágio pelo coronavírus SARS-CoV-2, afirmou.

Segundo o presidente do município, o concelho de Reguengos de Monsaraz tem “uma série” de casos de infeção pelo vírus da covid-19 que resultam de “situações intrafamiliares”, mas que estão estão “controlados”.

Contudo, “existe sempre um risco acrescido” e, por isso, a medida visa “antecipar o risco para não [se] estar sempre a correr atrás do prejuízo”, sublinhou o autarca alentejano.

Segundo a Câmara de Reguengos de Monsaraz, a suspensão das aulas presenciais vai vigorar durante a próxima semana para todos os alunos desta escola e para os do 3.º ciclo da Escola António Gião.

A autarquia assinalou que a situação será reavaliada no final da próxima semana.

 

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Um país em finamento

 

Não entendo por que o país vai entrar em confinamento, nomeadamente fechando alguns setores. Por exemplo: os ginásios não deviam fechar, deviam antes ir às escolas e replicar as boas práticas das aulas de educação física; a restauração não devia fechar, devia antes ir às escolas e replicar as boas práticas das cantinas; a cultura não devia fechar, devia antes ir às escolas artísticas e replicar as boas práticas. 
Retirando os profissionais de saúde, de educação, os operários, os trabalhadores do comércio alimentar, os alunos e os pais que os levam à escola; o pessoal de geriatria e outros que agora não me lembro, afinal não entraremos em confinamento mas em finamento.
Nuno Domingues

 

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As Exceções ao Confinamento

… são tantas e alargadas que justificam qualquer saída do domicílio.

 

Dever de geral de recolhimento domiciliário.

A instrução volta a ser para ficar em casa, salvo exceções previstas no decreto. A saber:

  • Compras de bens e serviços essenciais.
  • Acesso a serviços públicos
  • Trabalho, sempre que não seja possível o teletrabalho.
  • Motivos de saúde ou de emergência de violência doméstica, tráfico de seres humanos ou proteção de menores.
  • Apoio a pessoas vulneráveis, com deficiência, dependentes, filhos e progenitores ou outras “razões familiares imperativas”.
  • Levar filhos à escola, creche ou similar, assim como, no caso de estudantes, frequentar instituições de ensino superior
  • Frequência de centros de atividades ocupacionais para pessoas com deficiência
  • Atividade física e desportiva ao ar livre
  • Passeio de animais de companhia que deverão ser “de curta duração e ocorrer na zona de residência”, sozinho ou na companhia de quem morar na mesma casa.
  • Participação em ações de voluntariado social
  • Visitas a quem vive em lares ou instituições para pessoas com deficiência.
  • Entrega de bens essenciais a pessoas dependentes
  • Acesso a correios, bancos ou seguradoras

 

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Estava a ouvir o Costa… Manda quem pode, obedece quem deve. – Luís Braga

 

Estava a ouvir o Costa… Manda quem pode, obedece quem deve.
O meu superior hierárquico (diretor) recebeu isto há minutos. Acho que não precisa de muitas explicações.
Ex.mo Senhor Diretor,
Cc. Ex. mo Senhor Presidente do Conselho geral
Perante a indicação de que, na presente condição de Estado de Emergência, com agravação das medidas de confinamento, as escolas continuarão com atividades lectivas plenas, obrigando à comparência no edifício para as realizar, mesmo num contexto de confinamento geral, requeiro que me informe do seguinte, como meu superior hierárquico, responsável direto e imediato pelas condições de higiene e segurança no trabalho e sobre a organização da prestação desse trabalho:
1.sobre as datas e processos previstos, que lhe tenham sido comunicados pela tutela ou por iniciativa municipal, da escola ou outra para a realização de testagem regular para Covid19 a alunos e adultos que trabalhem nas escolas.
Tal testagem foi anunciada há semanas e não tendo, até agora, sido sequer comunicado o seu início, crê-se que será relevante apurar a data da aplicação do plano que eventualmente exista para tal, cuja execução é premente e que, sendo inexistente, marca no contexto, hoje iniciado, um profundo desprezo pela saúde de profissionais e alunos (profissionais cuja prestação de trabalho, colocados fora de confinamento, é reputada de essencial e imprescindível).
2.sobre as datas e processos previstos, que lhe tenham sido comunicados pela tutela ou por iniciativa municipal, da escola ou outra, para a entrega de equipamentos informáticos para teletrabalho não letivo aos docentes (trabalho agora determinado como obrigatório).
3.sobre as datas e processos previstos, que lhe tenham sido comunicados pela tutela, para vacinação dos profissionais de educação, colocados na condição de trabalhadores, excetuados do confinamento de emergência e, por isso, executores de trabalho prioritário.
Com os melhores cumprimentos,
(assinatura)

 

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E Ninguém se Lembrou da Possibilidade do Regime Misto?

As escolas para além de terem criado o regime 100% presencial também foram obrigadas a criar o plano de ensino em regime misto e um plano de ensino não presencial.

Em quase todas as escolas o regime misto permitia ter uma parte dos alunos em casa e outra parte na escola e/ou a possibilidade de uma parte do ensino ser presencial e outra parte não presencial.

Afinal o trabalho tido no início do ano para a criação do regime misto de nada serviu e aquilo que podia ser a solução para os próximos 30 dias (regime misto) nem foi equacionado para o próximo confinamento, que de geral nada tem.

Com o encerramento dos restaurantes, cafés e com a manutenção do ensino 100% presencial os problemas vão começar a ser sentidos logo na próxima sexta-feira em que não vai existir capacidade na maioria das escolas para os alunos, professores e assistentes operacionais e técnicos almoçarem no único espaço com condições para isso numa escola.

Não me venham dizer que isto é um não problema porque até aqui os professores nem iam a restaurantes, nem a cafés almoçar e que há anos já levam a marmita para a escola e comem num qualquer canto da escola.

O direito a uma refeição decente, não deixa de ser um direito.

E o regime misto poderia resolver este problema, com o ensino a funcionar apenas num dos turnos do dia.

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Medidas A Partir de 15 de Janeiro

Medidas em vigor a partir das 00h00 de 15 de janeiro

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Vamos ter testes de antigénio nas escolas…

 

…mas não se sabe quando!!!

 

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Ainda Lhe Chamam Confinamento Geral?

… com todas as escolas abertas?

Com os restaurantes fechados lá vão as cantinas escolares receber agora os professores e assistentes operacionais para reforçarem a pressão que já existe sobre as cantinas.

 

Vai ser lindo.

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Medidas do novo Confinamento

 

Regressar ao dever de recolhimento domiciliário

Escolas abertas em todos os níveis de ensino

Imposição do teletrabalho obrigatório, sempre que possível

As coimas relativas á contenção da pandemia serão duplicadas

A partir das 00:00 do dia 15 de janeiro vigorará o recolher obrigatório

Todas as medidas do anterior confinamento estão em vigor

 

 

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Em direto: Conferência de imprensa do Conselho de Ministros

 

 

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Escolas não vão fechar nesta fase

 

Segundo conseguimos apurar, nesta fase de confinamento, nenhum nível de ensino vai encerrar.

 

Aguardemos por mais desenvolvimentos.

 

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Sobre a decisão do Estado de Emergência, 12 de Nov – Comunicado CNIPE


O momento que atravessamos continua a ser difícil para todos. Não existe consenso, mas alguém tem de decidir por nós. A CNIPE não aceite que apenas uma Confederação de Pais, seja ouvida neste processo e fale sou ouvir os Pais!
A CNIPE publicou hoje um inquérito online aos Pais a nível nacional sobre a tomada de decisão do encerramento das escolas que está em cima da mesa. Na comunicação social só falou a congénere da CNIPE. O inquérito foi publicado pelas 20h e vamos perto das 5.000 respostas e em nada estão de acordo com a posição da nossa congénere!
Devem dar atenção a isto porque:

– a informação prestada à comunidade deve ser completa, clara e transparente;

– os pais e encarregados de educação pretendem tomar decisões por si quanto aos seus filhos e, para isso, necessitam de estar na posse de toda a informação disponível;

– ainda segundo a mesma comunicação social, registam-se discrepâncias entre os números apurados pelo sindicato (in loco) e os números transmitidos pelo MinEdu;

– ainda segundo a mesma comunicação social, tem-se assistido a um crescendo nos números de casos positivos em alunos, pessoal docente e não docente;

– a existência casos individuais de COVID (suspeitos ou confirmados) em escolas prejudica o normal decurso das atividades letivas;

– a atuação dos vários delegados de saúde tem sido díspar de concelho para concelho, quando deveriam seguir o mesmo protocolo de atuação para que se saiba como agir, pois atuações diferentes levam a comunidade educativa a menosprezar comportamentos de risco;

– caso a suspeição ou infeção seja detetada em algum docente, as suas turmas ficam prejudicadas face às demais (da escola e do resto do país);

– caso a suspeição ou infeção seja detetada em aluno, prejudica os colegas involuntariamente e esse aluno é também duplamente penalizado (por questões de saúde e pelo afastamento da sua turma de origem);

– apesar de serem locais com uma maior vigilância, há situações de infeção em estabelecimentos escolares (e bastantes mais do que o veiculado oficialmente);

– a informação passada às várias comunidades educativas tem sido díspar: há direções que emitem boletins periódicos, outras que informam pontualmente e outras que ocultam toda a informação.

– deve contribuir-se para uma harmonização geral do direito ao ensino, pelo que se deverá combater qualquer situação de desigualdade, seja ela pontual ou sistemática;

– a nova estirpe identificada foi considerada mais infecciosa e mais propensa a atingir a faixa etária em idade escolar;

– não se pode transformar os alunos (ou as escolas em geral) em cobaias do sistema;

– o próprio MinEdu anunciou o sucesso do ensino à distância no passado e, por isso, não pode negar agora que esta modalidade é redutora;

– foi anunciado em abril um plano tecnológico a implementar no início de setembro, algo que, até à data, não se verificou (em plena segunda ou terceira vaga da pandemia);

– os alunos carenciados já deveriam estar na posse dos prometidos equipamentos informáticos e dos acessos à internet para poderem trabalhar.

– se a maioria da população ficará confinada em casa, não há razão para se invocar falta de acompanhamento dos alunos que venham a ficar em regime à distância;

Pelos motivos invocados, torna-se imperativo que as escolas acompanhem a modalidade de trabalho imposta à generalidade da população nos próximos dias.

 

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46,4% dos encarregados de educação querem fecho das escolas – Inquérito CNIPE

Confederação Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) alertou esta quarta-feira que nem todos os pais querem que as escolas permaneçam abertas, apoiando-se num inquérito que revela que quase metade defende o ensino à distância.

Os pais estão divididos quanto às medidas que devem ser aplicadas às escolas durante o confinamento“, contou à Lusa o presidente da CNIPE, Rui Martins.

A informação baseia-se no inquérito ‘online’ realizado pela CNIPE ao qual responderam mais de cinco mil pessoas (5.022).

Quase metade (46,4%) defendeu que a melhor solução era que as escolas passassem “todas a regime à distância”, segundo os resultados do inquérito.

Os restantes inquiridos dividiram-se entre os 18,3% que acham que as aulas devem continuar tal como estão (com ensino presencial) ou os 11,8% que defendem que apenas os alunos mais velhos (do 3.º ciclo e secundário) devem voltar a ter aulas à distância.

Há também quem entenda que a melhor solução era um regime misto: Duas semanas de aulas em regime presencial e duas semanas à distância foi a opção escolhida por 8% dos inquiridos.

Em declarações à Lusa, o presidente da CNIPE salientou o facto de o inquérito vir contrariar a posição tornada pública esta semana pela Confederação Nacional das Associação de Pais (Confap), segundo a qual os pais querem que as escolas permanecam abertas.

Também na terça-feira, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, defendeu que os estabelecimentos de ensino deveriam permanecer abertos, sublinhando a importância do ensino presencial para os alunos, em especial os mais carenciados.

O inquérito da CNIPE também quis saber a opinião dos pais sobre o funcionamento das cantinas durante o confinamento: Mais de 80% das pessoas defenderam que mesmo com as escolas fechadas as cantinas deveriam permanecer abertas para garantir as refeições dos alunos em regime ‘take way’.

Metade dos inquiridos (54,6%) considera que basta ter a funcionar uma cantina por agrupamento, enquanto 28% defende que deveriam estar abertas todas as cantinas. Apenas 16,9% entende que não faz sentido manter as cantinas a funcionar durante o confinamento.

 

 

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Turma de 3ºAno da EB1 do Carrascal testa toda positivo para a Covid 19

As crianças até aos 12 anos devem permanecer na escola, porque o risco não compensa…

Turma de 3ºAno da EB1 do Carrascal testa toda positivo para a Covid 19

Tal como a Rádio Campanário noticiou no dia de ontem, de acordo com a nota divulgada pelo Agrupamento de Escolas de Vila Viçosa,“os alunos, pessoal docente e não docente das turmas 3º A, 3º B, 3º C, 4º A e 4º B da Escola Básica do Carrascal e os alunos e docentes das turmas 5º A, 6º C, 11º A, 12º B (e aluna 12º D), 12º E e 12º F da Escola Secundária Públia Hortênsia de Castro, do Agrupamento de Escolas de Vila Viçosa”, foram ontem testados para a covid 19, testagem esta que ocorreu nos Bombeiros Voluntários de Vila Viçosa.

Já no dia de hoje começam a ser conhecidos alguns resultados aos testes realizados ontem e, ao que a Rádio Campanário apurou, já no dia hoje, existe uma turma de 3º ano de escolaridade da Escola Básica do carrascal onde toda a turma testou positivo para o novo coronavírus.

Segundo apurámos a turma é composta por 18 alunos, e onde já estão confirmados 17 casos positivos, faltando conhecer apenas o resultado de um dos alunos desta turma. A Rádio Campanário soube também que a docente responsável pela turma também testou positivo.

Recorde-se que, tal como a Rádio Campanário noticiou no passado dia 6, A EB1 do Carrascal, em Vila Viçosa, foi encerrada depois de uma funcionária deste estabelecidmento de ensino ter testado positivo para a Covid 19.

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O Tiago não concorda com o fecho das escolas

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Regime excecional de proteção de imunodeprimidos e doentes crónicos

 

Exm.º Sr.º Diretor / Presidente da CAP
Na sequência do e-mail anterior informa-se V. Ex.ª que a contagem dos 30 dias de validade das declarações mencionadas decorrem do estabelecido na al. d) do n.º 2 do artigo 255.º do CT, lida em conjugação com a alínea j) do n.º 2 do art.º 249.º, ambos do Código do Trabalho, podem ser apresentadas por ano escolar (no caso de se tratar de um docente), devendo ser contabilizados apenas os dias correspondentes às ausências ao trabalho, isto é, os dias úteis, contabilizados em 5 dias semanais e gozados de uma só vez.
Com os melhores cumprimentos,
DGRH

 

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“Vão vincular 2400 professores no próximo concurso”

“Vão vincular 2400 professores no próximo concurso” e “o concurso deste ano manterá as regras do último concurso” foram algumas das afirmações proferidas pelo Ministro da Educação e respetivos Secretários de Estado na comissão de Educação realizada hoje.
Quem quiser assistir na íntegra…

https://youtu.be/f-SRBxtMdkI

 

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Presidente da República propõe ao Parlamento renovação do estado de emergência até 30 de janeiro

Depois de ouvido o Governo, que se pronunciou esta tarde em sentido favorável, o Presidente da República acabou de enviar à Assembleia da República, para autorização desta, o projeto de diploma que modifica a declaração do estado de emergência, aprovada pelo Decreto do Presidente da República n.º 6-A/2021 de 6 de janeiro e a renova por quinze dias, até 30 de janeiro de 2021, permitindo adotar medidas necessárias à contenção da propagação da doença Covid-19.

Com efeito, a situação de calamidade pública provocada pela pandemia Covid-19 tem-se acentuado, muito seriamente, nos últimos dias, segundo os peritos, em consequência de um alargamento de contactos durante os períodos de Natal e Ano Novo.
Para além do alarmante aumento dos números de infetados, internados e falecidos, temos também uma situação de agravamento de outras patologias típicas do período de inverno, em particular com a onda de frio que temos sofrido.
Indicam os peritos que há uma correlação direta entre as medidas restritivas do estado de emergência e a redução do número de novos casos, seguida da redução de internamentos e de mortes. Prevê-se, igualmente, a obrigatoriedade dos testes para os passageiros que cheguem a aeroportos ou portos nacionais, bem como a possibilidade de intervenção na limitação de preços de certos produtos e serviços, como o gás de garrafa ou as entregas ao domicílio, afim de evitar especulação.

Em complemento, realizando-se durante o período desta renovação do estado de emergência as eleições para o Presidente da República, prevê-se, por um lado, que os idosos residentes em estruturas residenciais possam beneficiar do regime do confinamento obrigatório, podendo votar no próprio lar, bem como, por outro, para a generalidade dos eleitores, a livre deslocação para o exercício do direito de voto, antecipado no dia 17 de janeiro e normal no dia 24 de janeiro. Lembram-se também as liberdades que não podem em qualquer caso ser restringidas.

Nestes termos, impõe-se renovar desde já o estado de emergência, para permitir ao Governo tomar as medidas adequadas para combater esta fase da pandemia e fazer face à interação com o período eleitoral.

 Carta enviada ao Presidente da Assembleia da República

 Projeto do Decreto do Presidente da República alterando e renovando o Estado de Emergência

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Inquérito sobre o Encerramento ensino presencial durante o confinamento imposto pelo governo

A CNIPE (Confederação Independente de Pais e Encarregados de Educação) lançou um questionário para auscultar a comunidade educativa sobre o Encerramento ensino presencial durante o confinamento imposto pelo governo.

O momento que atravessamos continua a ser difícil para todos. Não existe consenso, mas alguém tem de decidir por nós. Neste sentido e para tentar ajudar uns aos outros, agradecemos que possam participar nesta recolha de opinião. O nosso bem-haja!

Inquérito sobre o Encerramento ensino presencial durante o confinamento imposto pelo governo

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O Tiago apareceu para falar de “carne para canhão” e computadores que não chegam

Ele anda confinado desde março… o risco e o custo de manter as escolas abertas não é ele que o paga.

Nenhum professor quer que a escola feche, mas a segurança da comunidade escolar é coisa séria.

Eu não quero ser confinado, nem que os meus alunos confinem (como o sr. ministro), mas de demagogos estou cheio.

Prometeram computadores para outubro e vêm agora dizer que têm 100.000 entregues, mais 335.000 para entregar e 75.000 para comprar.  Sr. ministro, o senhor e o seu chefe faltaram à palavra e andam a querer remediar. Assim não dá!

É claro que, se os alunos do 3.º Ciclo e Secundário, forem confinados, alguns não terão como trabalhar e mais do que muitos terão de utilizar o que há disponível lá em casa. O Sr. ministro (repare que é com letra minúscula), FALHOU (como sempre).  Faça um favor ao país e volte para o Reino Unido.

“Custo do encerramento das escolas é bem superior ao risco”, argumenta ministro da Educação

 

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Quem quer ser professor, quem quer?

 

 

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Escolas, Estudos e Alguma Confusão nas Decisões Políticas – Paulo Prudêncio

 

Escolas, Estudos e Alguma Confusão nas Decisões Políticas

Dá ideia que as pessoas estão cansadas e já devem confundir os estudos.

Os estudos que consultei sobre a covid-19 integram os seguintes escalões etários: 00-09; 10-19; 20-29, 30-39 e por aí fora.

A propósito das escolas, ouvi há pouco o PM de Portugal referir-se ao escalão etário 00-12 anos. Será uma inovação ou são os escalões etários dos estudos sobre os custos laborais dos confinamentos?

 

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30 surtos de covid-19 identificados em escolas de Viseu

 

Com 30 surtos de covid-19 identificados em escolas, a Proteção Civil Municipal de Viseu pediu a suspensão das aulas presenciais, mas a Direção-Geral da Saúde não autorizou.

Se isto não é razão, o que será?

 

 

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A Fasquia Já Desceu um Pouco

Mas a decisão final deve ser apenas tomada amanhã.

Tornar o ensino à distância apenas para os alunos do 3.º ciclo e do ensino secundário poderá vir a ser a decisão final que menos incómodos criará ao governo e aproximará a posição política da posição científica.

Como no desporto, resultado final apenas no fim do jogo.

 

Manter aulas presenciais a partir dos 12 anos está em ponderação

 

 

Falando aos jornalistas no final de mais uma reunião no Infarmed, em Lisboa, António Costa deu praticamente como adquirido que, independentemente da dimensão do próximo confinamento, as crianças com menos de 12 anos vão continuar a ter os respetivos estabelecimentos de ensino abertos.

Durante a reunião, segundo o primeiro-ministro houve “um grande tema de divergência entre os diferentes especialistas e que se relacionou com o funcionamento das escolas, o que exigirá agora a devida ponderação por parte do Presidente da República, do parlamento e do Governo”.

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Escola para alunos até aos 12 anos não fecham… para os outros, logo se vê

 

O primeiro-ministro disse, à saída da reunião com o Infarmed, que há consenso entre especialistas de que aulas presenciais não são um foco de contágio, no entanto, há desacordos quanto à necessidade de se manter as escolas abertas para certos graus de ensino.

Os níveis de ensino com alunos com menos de 12 anos não deverão fechar, adiantou Costa, e deverão manter as aulas presenciais. A dúvida sobre a necessidade de encerramento coloca-se mais nos níveis com alunos mais velhos.

 

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122 Docentes Aposentados em Fevereiro de 2021

Na listagem de Aposentados da CGA de fevereiro de 2021 encontram-se 122 docentes da rede pública do ME.

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Se escolas fecharem, mais se reduz a transmissão

 

Se escolas fecharem, mais se reduz a transmissão

Uma certeza: se nada for feito relativamente às escolas, “mantendo-se o valor do R [que determina a transmissibilidade do vírus], o número de hospitalizações e de casos vai aumentar de forma exponencial”, explicou Baltazar Nunes na reunião do Infarmed, a partir de uma modelação que foi realizada pela Faculdade de Ciências da Universidade Nova de Lisboa e pela Universidade de Trás-os-Montes. 

Os investigadores ponderaram três cenários: as escolas manterem-se abertas com um nível de contactos igual ao período pré-pandemia; outro em que se impõem o ensino a distância a partir dos 15 anos; e o último, em que todas as escolas são fechadas e se reduzem “todos os contactos associados às escolas”.

Segundo Baltazar Nunes, “se implementarmos medidas por um período de duas semanas, aparentemente passado esse período, o R volta a apróximar-se de 1 em todos os cenários — exceto no fecho das escolas, que tem maior efeito prolongado no tempo. Se for por um mês, há uma redução mais generalizada em todos os cenários”, explicou o especialista. Ainda que, disse, “é claro que, quanto maior for o confinamento maior, será a redução da transmissão.”

E se se fechar a transmissão noutros locais, mantendo as escolas abertas, “observa-se o valor do R abaixo de 1, mas não é tão pronunciada como se estas fecharem.”

A conclusão do especialista da Escola Nacional de Saúde Pública foi apresentada na reunião que junta peritos e responsáveis políticos nacionais (incluindo os candidatos presidenciais) numa reunião no Infarmed na manhã desta terça-feira, 12 de janeiro. 

   

 

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O Que Representa em Números as Escolas Abertas?

Se na quinta-feira entrarmos num confinamento geral com todas as escolas abertas o que vamos ter é mais de 20% da população portuguesa em circulação diária para as escolas. E aqui refiro-me apenas aos alunos de todos os níveis de ensino.

Destes 2 milhões de alunos, cerca de 400 mil alunos frequentam o 1.º ciclo e 250 mil a educação pré-escolar. Ou seja, teremos pelo menos 650 mil pais em circulação diária para levar e buscar os filhos à escola. No 2.º ciclo temos perto de 200 mil alunos e aqui já existe uma maior independência (e transportes) para que nem todos os pais acompanhem os alunos à escola.

Os profissionais que diariamente terão de deslocar-se ao seu local de trabalho nunca andará abaixo dos 250 mil (incluindo professores, assistentes operacionais, técnicos e especializados).

Em contas redondas já estamos a falar em 3 milhões de portugueses a circular diariamente de casa para a escola.

Tirando aqueles que cumprirão os serviços essenciais (e aqui já ouço falar que os cabeleireiros também o serão), os restantes portugueses poderão sempre dar a desculpa que estão em circulação para ir buscar o filho, o sobrinho ou o neto à escola. Melhorará, porque em março era passear o cão.

Sem sombra de dúvidas que prefiro o ensino presencial, mas tenho perfeita consciência que as escolas abertas são a antítese da conjugação das palavras “confinamento geral“.

 

 

 

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