16 de Janeiro de 2021 archive

Contratações até à RR16 (vídeo)

Numa altura em que estamos aproximadamente a meio do total de Reservas de Recrutamento (se bem que este ano é previsível que haja mais uma ou duas no 1º e 2º ciclos), segue um vídeo com os 20 grupos de recrutamento que tiveram mais colocações ao longo deste ano letivo.

Este é o 1º de alguns vídeos com análises estatísticas deste ano letivo que serão publicados no canal.

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A realidade do vírus nas escolas do 1⁰ Ciclo – A mãe não dorme

 

A realidade do vírus nas escolas do 1⁰ Ciclo

A mãe não dorme

Desculpem o meu umbiguismo nesta reflexão. Falarei apenas do universo do primeiro ciclo neste contexto pandémico. A DGS continua a afirmar e a mascarar as escolas como lugares seguros, com pouca transmissão do vírus, especialmente no que concerne às faixas etárias mais novas. Voltemo-nos para eles, os mais novos. À conversa com uma estimada colega minha do primeiro ciclo, constatámos que não deve haver profissão com nível mais desigual de protecção do que a nossa. Porquê? Simples. Em qualquer outro estabelecimento profissional, todos os seus intervenientes usam protecções individuais, máscaras, acrílicos. No primeiro ciclo e, obviamente, no jardim de infância isso não acontece. Os docentes e auxiliares protegem-se a si próprios e às crianças, mas…quem é que os protege e como é que as próprias crianças se protegem entre elas? Nunca o Ministério da Educação considerou obrigatório o uso de máscara no primeiro ciclo. Um erro crasso. Devia ter sido a primeira entidade a consciencializar os pais, já que muitos não aceitam que os seus filhos a usem nas aulas e não ouvem os apelos dos professores. É desigual a protecção nas escolas do primeiro ciclo. O Ministério da Educação há muitos anos que resolve tratar das Escolas como se fossem empresas. Todavia, repare-se que nas empresas todos utilizam protecções individuais. Nas escolas do primeiro ciclo e jardins de infância, não. O Ministério da Educação é um órgão carregado de trafulhice e gosta de atirar areia para os olhos de quem não trabalha neste meio asséptico, como eles gostam de ludibriar. O Ministério da Educação sujeita as crianças mais pequenas a estarem ao magote nestas condições e usa o chavão da “desigualdade acentuada pelo Ensino à Distância” para que não venha à tona a entrega de computadores e acesso à internet, tão apregoado no final do ano lectivo transacto. Onde estão? Ludibriam para esconder que nada prepararam, nada entregaram! Ludibriam porque não querem pagar a um dos pais para estarem com as crianças em casa. O Ministério da Educação não quer saber do bem estar psicológico e físico dos nossos/vossos filhos! Se quisesse, não votava ao abandono muitas escolas cheias de gente, por aí. Se quisesse, não nos faziam a todos carne para canhão. E depois há os delegados de saúde. Não tenho palavras para descrever que tipo de delegado de saúde se é, quando se decide manter toda uma turma, professores e auxiliares na escola, após a confirmação de casos positivos dentro da turma. Não entendo! Sem quarentena, sem testes de despistagem, nada! Não entendo como, em caso exactamente igual, um outro delegado de saúde de outro concelho que dista apenas 5km, tem um procedimento totalmente diferente e ordena o estado de quarentena para todas as crianças, professores e auxiliares que mantiveram contacto com essas crianças positivas. Sim, crianças de 6 anos contagiam-se e contagiam os outros, contrariamente ao que os seres iluminados, Zen e assépticos do Ministério da Educação fazem crer! Eu afirmo, sem ser da área da saúde. Afirmo por constatação. E, neste caso do primeiro ciclo, os Municípios não têm nada a dizer? As próprias direcções dos Agrupamentos não têm nada a refutar? Baixa-se a cabeça aos Deuses dos delegados de saúde e espera-se que, na semana seguinte, caia o próximo tordo?

Por fim, os professores e auxiliares continuam a não ser considerados como prioritários para a toma da vacina. Tirem as vossas conclusões. A minha é simples e simplória: há muito que corre a Inquisição atrás destes seres raros de livros debaixo dos braços. Não sei, parece um ódio generalizado…E, depois, também tenho outra conclusão simplória: a maltratada classe docente será eternamente rebaixada. Todo o patrão que não se preze gosta de ver os seus empregados à briga. Isso faz com que estejam entretidos e não se unam…contra ele.

 

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Encarregados de Educação insurgiram-se contra aulas presenciais em Vila Real

 

A escola Secundária Camilo Castelo Branco, em Vila Real, estava a funcionar em regime misto, os alunos de todos os anos tinham aulas num turno e as aulas do turno contrário, com um peso reduzido, eram lecionadas online, uma forma que a escola tinha encontrado para evitar o contágio de infeções de Covid-19.

Entretanto a Direção da Escola recebeu uma ordem do Delegado Regional Norte da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares que determina que a escola terá de assegurar a retoma de todas as atividades educativas e formativas, letivas e não letivas, em regime presencial.

No entanto, a maioria dos pais e encarregados de educação estavam contra esta norma uma vez que alertaram para o facto de não estarem asseguradas as condições mínimas de segurança, nem estar em pleno o funcionamento de serviços da escola como o refeitório e o bar. Os pais lembraram ainda que a oferta de restauração fora da escola também é inexistente devido às novas regras de confinamento.

Entretanto foram vários os pais que ameaçaram não deixar os seus filhos irem à escola na próxima segunda-feira se todas as atividades tiverem de ser presenciais. Muitos encarregados de educação insurgiram-se contra esta medida e foi mesmo lançada uma petição para tentar travar a retoma de atividades letivas em regime presencial em detrimento das atividades assíncronas na referida escola.

Depois deste caso vir a público a direção do estabelecimento de ensino, revelou que “fica suspensa a decisão da retoma de todas as atividades letivas e não letivas, em regime presencial”, que tinha sido comunicada aos encarregados de educação.

De acordo com a nota enviada pela diretora da escola, “todos os horários deverão ser cumpridos no modelo que se encontra em vigor desde o início do ano letivo”.

Vale a pena lutar pelos nossos filhos…

 

 

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Declaração?? Para Quê?

O Rui Cardoso publicou ontem um artigo dando conta que seria necessária um a declaração da entidade patronal em como estaríamos em trabalho presencial para a deslocação na rua.

Ora, discordo do que escreveu e para que não existam dúvidas, nem avalanches de pedidos de declarações desnecessárias, o meu entendimento é que neste confinamento (geral) como não existe a impossibilidade de deslocação entre concelhos não é preciso qualquer declaração para circulação na rua, nem o Decreto 3-A/2021 refere qualquer obrigação de alguém ser portador dessa declaração.

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Haverá alguma relação entre a % record de casos do grupo etário dos 20-39 anos e as crianças dos 0 aos 9 anos?

Até aos 9 anos as crianças não são obrigadas a usar máscara – facto.
Não interessa para a questão saber se a conseguem usar corretamente ou não, sequer se a devem usar ou não.
Só com o tempo saberemos os efeitos colaterais na saúde das crianças.
Não nos devemos iludir com a percentagem de casos de crianças até aos 9 anos, pois temos o dever de as proteger daquilo que nos é desconhecido, até porque não sabemos qual a percentagem de crianças testadas.
É curioso que a maior percentagem de casos esteja no grupo etário (20-39 anos) que, por regra, corresponde aos pais destas crianças.
Há estudos que demonstram que as crianças são um grande vetor de contaminação, os números parecem não contrariar…
Tal como para as crianças, também para os seus pais só o tempo nos trará o conhecimento dos efeitos colaterais na sua saúde.
Órfãos?
Prevenir é a palavra chave.
Em caso de dúvida, fechem as escolas! Já!
Nuno Domingues.

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