Janeiro 2021 archive

Os ATL/Centro de Estudos Abrem…

… para crianças com menos de 12 anos.

43 — Estabelecimentos educativos, de ensino e de formação profissional, creches, centros de atividades ocupacionais, espaços onde funcionem respostas no âmbito da escola a tempo inteiro, onde se incluem atividades de animação e de apoio à família, componente de apoio à família, e atividades de enriquecimento curricular, bem como centros de atividades de tempos livres, centros de estudo e similares, nestes últimos casos, apenas para crianças menores de 12 anos.

Mas se as crianças tiverem 12 anos já não podem frequentar o ATL

Atividades de tempos livres, centros de estudo ou explicações, relativamente a crianças com idade igual ou superior a 12 anos;

 

Uma decisão puramente economicista porque é a partir dos 12 anos que não existe a assistência a filhos menores de 12 anos, comparticipada.

Mas será apenas durante 4 ou 5 dias, porque depois do ato eleitoral dificilmente alguma criança acima dos 12 anos irá precisar de ATL, a não ser aquelas que por retenções ainda se encontrem até ao 2.º ciclo de ensino.

 

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O Animal Feroz

… que deve esperar que a estirpe inglesa chegue depois das eleições presidenciais.

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Decreto n.º 3-B/2021 – Altera a regulamentação do estado de emergência decretado pelo Presidente da República

Decreto n.º 3-B/2021

 

Altera a regulamentação do estado de emergência decretado pelo Presidente da República.

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Nova Portaria de Rácios em Negociação – Com Mais AO e AT

Encontra-se em negociação com a ANM uma segunda alteração à Portaria de Rácios dos Assistentes Operacionais e Assistentes Técnicos para os Estabelecimentos de Ensino.

A proposta é atribuir mais Um Assistente Técnico por escola e reduzir o conjunto de alunos para a atribuição de mais um Assistente Operacional por escola. As residências escolares passam a ser consideradas para esta portaria.

Assistente Técnico: 

Antes:

a) Cinco assistentes técnicos, incluindo o coordenador técnico, ou o chefe de serviços de administração escolar integrado em carreira subsistente, para um número de alunos menor ou igual a 300;

b) Se o número de alunos for maior que 300 e menor ou igual a 1100, acresce mais um assistente técnico por cada conjunto adicional de 1 a 200 alunos;

c) Se o número de alunos for maior que 1100, acresce mais um assistente por cada conjunto adicional de 1 a 300 alunos;

Proposta

a) Seis assistentes técnicos, incluindo o coordenador técnico, ou o chefe de serviços de administração escolar integrado em carreira subsistente, para um número de alunos menor ou igual a 300;

b) …

c)…

Assistente Operacional

Antes:

2 – No 1.º ciclo do ensino básico o ratio de assistentes operacionais é de um por cada conjunto de 18 a 36 alunos, acrescendo:

a) Mais um assistente operacional por cada conjunto adicional de 1 a 48 alunos;

Proposta:

2 – No 1.º ciclo do ensino básico o ratio de assistentes operacionais é de um por cada conjunto de 15 a 30 alunos, acrescendo:
a) Mais um assistente operacional por cada conjunto adicional de 1 a 44;

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Evolução das colocações por QZP (vídeo)

O vídeo seguinte apresenta a evolução das colocações, distribuídas por QZP até à RR16.

Mais vídeos no

 

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78 SURTOS ATIVOS EM ESTABELECIMENTOS DE ENSINO

 

PORTUGAL TEM 78 SURTOS ATIVOS EM ESTABELECIMENTOS DE ENSINO

Portugal regista atualmente 78 surtos ativos em estabelecimentos de ensino (creches, escolas e ensino superior), com um total de 610 casos de covid-19.

O Governo tem resistido ao fecho das escolas e diz que tal não se justifica.

Na próxima semana, e de acordo com uma nota da Presidência da República, haverá uma nova reflexão com especialistas sobre o encerramento das escolas.

 

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Brincamos… Não fecha, fecha, não fecha…

E vai-se ganhando tempo até às eleições…

“Se a estirpe inglesa se tornar dominante fecharei as escolas”, garante Costa.

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Testes à COVID 19 arrancam amanhã nas escolas

Testes rápidos à covid-19 nas escolas arrancam quarta-feira

A campanha de testagem rápida, através de testes de antigénio que permitem detetar em minutos a existência de infeção pelo novo coronavírus, vai arrancar na quarta-feira, nas escolas secundárias localizadas em concelhos que estão neste momento em risco extremamente elevado. No caso de serem detetados surtos, a testagem será intensificada e ocorrerá em todos os estabelecimentos de ensino afetados “independentemente do grau de ensino a que pertença”, informa o Ministério da Educação, em comunicado enviado às redações. Serão testados alunos, professores e funcionários, de instituições públicas e privadas.

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Presidente da República assinou decreto do Governo

Sendo certo que já dentro de uma semana, em sessão por ele sugerida, haverá nova reflexão com os especialistas acerca de outras temáticas, como as respeitantes ao ano letivo em curso, e beneficiando já de mais dados sanitários, o Presidente da República assinou o decreto do Governo que que altera a regulamentação do estado de emergência.

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RECENSEAMENTO DOCENTE – VERIFICAÇÃO DE DADOS / RECLAMAÇÃO

A aplicação que permite ao docente manifestar a sua concordância ou efetuar reclamação relativamente aos dados introduzidos no Recenseamento Docente, será disponibilizada do dia 19 de janeiro até às 18:00h de Portugal continental do dia 21 de janeiro de 2021.

 

SIGRHE

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Lançam-se “abaixo assinados” por tudo e por nada

 

Está na moda lançar petições, ou como se chamava nos antigamentes, abaixo assinados.

Qualquer um pode iniciar uma petição, seja ela qual for e porque razão mais lhe convier. Para isso basta aceder à internet a um dos muitos sites que o permitem e são dedicados a essa função. O que importa é fazer ruido, mesmo que, à partida, se saiba que não vai dar em nada, ou que a produzir efeitos já será fora de tempo. Sim, fora de tempo, porque todo o processo leva muito tempo.

O momento é propício a “levar” o povo a assinar qualquer coisa que lhe dê esperança. É isso que tenho visto nos últimos tempos, dar falsa esperança e esperar que o tempo resolva o assunto sem ter que se mexer um dedo. No final, canta-se uma vitória com a qual nada se teve haver, enche-se o peito e grita-se aos sete ventos.

 

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Atividades letivas presenciais devem ser suspensas

 

Atividades letivas presenciais devem ser suspensas

O SPZC/FNE entende que, no contexto atual, e perante as informações sobre a evolução da pandemia e o brutal agravamento dos números de infetados e de óbitos, as atividades letivas presenciais devem ser suspensas, em nome da nossa preocupação primeira de garantir as condições de saúde de todos.

É conhecida a posição do SPZC/ FNE que defende desde o fim do primeiro período letivo que se deveria adotar o regime híbrido para o funcionamento das nossas escolas, ao nível do ensino secundário e do terceiro ciclo do ensino básico.

Entretanto, as informações que vão sendo conhecidas sobre a evolução da disseminação da pandemia levam-nos a ajustar a nossa posição e a propormos que as atividades letivas presenciais sejam suspensas.

Com efeito, são inúmeras as declarações de especialistas que consideram indispensável a interrupção das atividades escolares.

Por outro lado, e para a avaliação desta medida, não podemos deixar de considerar como negativo que os trabalhadores da educação – Docentes e Não Docentes – não estão a ser considerados como prioritários para a vacinação, ao contrário do que recomenda a UNESCO.

Assinalamos que o SPZC/FNE sempre sublinhou a importância da atividade letiva presencial, em nome da equidade educativa e social.

O SPZC/FNE sempre acentuou a insuficiência dos recursos tecnológicos que possam garantir a indispensável ligação dos alunos com as suas escolas, quando a atividade letiva presencial não pode ser realizada. O Governo não dotou as escolas dos recursos indispensáveis para que as escolas estivessem preparadas para uma nova interrupção das atividades letivas presenciais.

O SPZC/FNE está consciente de que não estão garantidas as condições para que se preserve a equidade entre os nossos alunos e que os efeitos de uma medida de interrupção das atividades letivas presenciais são extremamente graves. Mas a preocupação que assumimos sobre a preservação das condições de saúde de toda a população conduz-nos à conclusão de que é incontornável a interrupção das atividades letivas presenciais.

 

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Marcelo Rebelo de Sousa não vai encerrar as escolas

 

Ao contrário do que vi por aí noticiado, o PR não fecha escolas.

Primeiro, porque não é a função dele.

Segundo, porque afirmou apoiar as decisões do governo.

Terceiro, porque só falou da próxima renovação do estado de emergência que será dia 29 de janeiro.

A fechar, as escolas, talvez fechem  dia 1 de fevereiro, mas só porque as eleições já aconteceram e porque o governo assim o determinou e ele, como assim o referiu, o apoiou.

 

 

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A Declaração Volta a Ser Obrigatória

Trabalho presencial exige declaração da entidade empregadora

 

Os trabalhadores não colocados em teletrabalho vão ter de circular com credencial da empresa e as grandes empresas de serviços terão de enviar uma lista nominal para a Autoridade para as Condições do Trabalho dos funcionários em regime presencial.

O primeiro-ministro anunciou hoje estes mecanismos de controlo sobre os trabalhadores que se mantêm em trabalho presencial, no final de uma reunião extraordinária do Conselho de Ministros, depois de, na semana passada, o Governo ter decretado que o teletrabalho é o regime obrigatório durante o novo confinamento geral.

“Para reforçar a obrigatoriedade do teletrabalho é determinado que todos os trabalhadores que tenham de se deslocar para trabalho presencial carecem de uma credencial emitida pela entidade patronal“, precisou António Costa.

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As 10 medidas que vão apertar o confinamento

  • É proibida a venda ou entrega ao postigo de produtos em qualquer estabelecimento do ramo não alimentar, como em lojas de vestuário;
  • É proibida a venda ou entrega ao postigo de qualquer tipo de bebida, mesmo café, nos estabelecimentos alimentares autorizados à prática de take-away;
  • É proibida a permanência e consumo de bens alimentares, à porta ou na via pública, ou nas imediações, dos estabelecimentos do ramo alimentar;
  • São encerrados todos os espaços de restauração inseridos em centros comerciais, mesmo os que podiam operar no regime de take-away;
  • São proibidas todas as campanhas de saldos, promoções e liquidações que promovam a deslocação ou concentração de pessoas;
  • É proibida a permanência em espaços públicos de lazer, tais como jardins, que podem ser frequentados, mas não podem ser locais de permanência;
  • É solicitado aos autarcas que, tal como em março e abril de 2020, limitem o acesso a locais de grande concentração de pessoas, como frentes marinhas ou ribeirinhas, e limitem a utilização de bancos de jardins e parques infantis, e locais de desporto individual, como ténis ou paddle;
  • São encerradas todas as universidades seniores, centros de dia e centros de convívio;
  • É reforçada a obrigatoriedade do teletrabalho, de duas formas: por um lado, todos os trabalhadores que tenham de se deslocar para prestar trabalho presencial carecem de credencial emitida pela respetiva entidade patronal, por outro, todas as empresas de serviços com mais de 250 trabalhadores têm de enviar à ACT a lista nominal de todos os trabalhadores cujo trabalho presencial considerem indispensável;
  • É reposta a proibição de circulação entre concelhos ao fim de semana e todos os estabelecimentos de qualquer natureza devem encerrar às 20h00 nos dias úteis, e às 13h00 aos fins de semana, com exceção do retalho alimentar, que aos fins de semana, se poderá prolongar até às 17h00.

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MAIS DE 500 ALUNOS EM ISOLAMENTO EM AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA PORTELA

Em contradição com o afirmado pelo PM…

 

MAIS DE 500 ALUNOS EM ISOLAMENTO EM AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA PORTELA

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Procedimento de seleção e recrutamento de pessoal docente – Casa Pia

 

Informa-se que se encontra aberto, a partir de 2.ª feira (inclusive), 18 de janeiro de 2021, pelo prazo de três dias úteis, procedimento de seleção e recrutamento de pessoal docente para suprimento de necessidades temporárias, da Casa Pia de Lisboa, I.P., para o ano escolar de 2020/2021 – Contratações a termo resolutivo certo (grupos de recrutamento 220 – Português e Inglês e 330 – Inglês) e contratações a termo resolutivo incerto (grupos de recrutamento 250 – Educação Musical, 350 – Espanhol e 500 – Matemática).
                                                                                                                          
Informa-se que o formulário on line se encontrará disponível a partir de 2.ª feira, 18 de janeiro de 2021, até às 23 horas e 59 minutos, hora de Portugal Continental, do dia 20 de janeiro de 2021.

 

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Conferência de imprensa do Conselho de Ministros extraordinário

 

 

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As escolas vão continuar abertas

As escolas vão continuar abertas, apesar dos apelos de muitos especialistas para que fechassem.

O Governo está ainda a avaliar a situação, mas diz que se trata um “ajustamento”, não de uma revisão ou agravamento geral de medidas.

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Porque é que eles continuam a vir à escola?

 

Apesar do confinamento geral e por causa do confinamento geral, a minha escola continua aberta. Trabalhando num estabelecimento de ensino dedicado única e exclusivamente a alunos excluídos da Escola Secundária, a nossa população estudantil é composta a 100% por alunos de risco.

Alunos de risco? Alunos que apresentam um risco para quem com eles trabalha?

Não, antes fosse e deixem-me reformular: alunos em risco. Em risco de chegar a casa e não encontrar um pai ou mãe para lhes perguntar se está tudo bem, como foi o dia, se têm fome, claro que têm fome, as crianças têm sempre fome ainda para mais quando chegam à escola no dia seguinte para finalmente comer. Alunos em risco de não querer voltar para uma casa cheia de irmãos, irmãs, primos, tios e avós a dormirem aos quatro e cinco na mesma cama entre pais e filhos, avós e netos, isto quando há uma cama, isto quando não se dorme na sala, num colchão quando há um colchão ou então directamente no chão. Em risco de não poder voltar para casa quando a mãe não tem trabalho e a mãe não tem apoios, apenas insultos, lágrimas, impotência e frustração. E três filhos com necessidades especiais, ou assim nos dizem e talvez não houvesse necessidades nem muito menos especiais quando o problema se resolve com uma fonte de rendimento e uma habitação que responda pelo nome ao invés de rótulos irresolúveis enquanto a miséria durar. Os nossos alunos não podem nem querem voltar para casa, mas também não podem ficar na rua. Entre o frio, o vento e a chuva das noites de Inverno, os bairros de Londres estão repletos de gangues alicerçados na ausência de futuro para milhares de jovens. Com o fim progressivo dos apoios governamentais, Centros Comunitários não tiveram outra solução senão fechar portas, já não há incentivos para estágios em empresas e menos dinheiro para as escolas significa menos inclusão, menos sentido, menos educação e interesse, menos amanhã, criando uma legião de meninos perdidos e, por conseguinte, presas fáceis para o dinheiro fácil num país onde milhares de crianças, da Primária ao Secundário, vivem diariamente como correios de droga. Não vou continuar. Se continuasse, teria de falar dos casos de violação de menores, prostituição infantil, agressões de pais a filhos e de filhos a pais, famílias e vidas desmembradas e sem solução à vista quando a solução é a separação para bem de todos.

E porque os exemplos acima falam por si, acabo por responder à questão inicial: porque é que eles continuam a vir à escola? Porque sim, porque apesar de chegarem tarde, chegam à hora de almoço e mesmo a tempo. Porque à entrada têm sempre um sorriso. Porque entre professores e auxiliares há sempre uma palavra de encorajamento, uma celebração, a alegria, alguém com quem falar, tempo e espaço para brincar mas também tempo e espaço para aprender ao ritmo de cada um. E a escola inteira é pautada pelo ritmo de cada um, do Inglês à Educação Física, da Matemática à Culinária, passando pela Educação Cívica, Ciências, Arte, cursos vocacionais, visitas a politécnicos e empresas, dando a cada aluno e aluna tempo para compreender uma outra realidade onde ter uma vida é possível. Por isso é que eles continuam a vir à escola todos os dias. Apesar do confinamento e por causa do confinamento. E consigo, também nós vimos todos os dias, do Director aos professores, dos auxiliares à secretaria. Porque não basta dizer termos a paixão pela educação, é preciso viver a educação e, tal como dizia Neruda, viver para contá-la.

 

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Vida de professor… considerado serviço essencial em estado de emergência…

 

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Recenseamento Docente – Prazo para as Escolas alargado até às 18 horas de Hoje

Depois de quase dois meses de prazo aberto para as escolas preencherem o recenseamento docente eis que será dado mais um dia de prazo para o preenchimento.

Não se entende porque nos prazos curtos dos concursos (em especial como aconteceu este ano) não foi alargado o prazo para os docentes concorrerem e quando existe um prazo tão alargado para as escolas mexe-se nas datas sem qualquer problema.

 

RECENSEAMENTO DOCENTE

 

Informamos que foi alargado até às 18.00h de dia 18 de janeiro, o prazo para a submissão do Recenseamento Docente 2021, pelos Agrupamentos de Escolas e Escolas não Agrupadas.

A fase de consulta/reclamação, por parte dos docentes, decorrerá entre as 10 horas de dia 19 de janeiro e as 18 horas de dia 21 de janeiro de 2021.

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A novela de Campo Maior não tem fim…

Fecha, não fecha… fecha até quarta-feira e depois logo se vê…

Campo Maior fecha escolas e quarta-feira avalia medidas

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Amanhã Temos um Conselho de Ministros Extraordinário

… para rever algumas das medidas que entraram em vigor na passada sexta-feira.

Fala-se na reabertura dos ATL/Centro de Estudos para as crianças até aos 12 anos. Ainda agora acabei de ouvir o João Soares na RTP1 a dizer que não faz sentido ter as filhas maiores de 12 anos na escola. porque tem de as levar amanhã e quebrar o confinamento. Será que o envio do 3.º Ciclo e do Ensino Secundário para um ensino misto estará em cima da mesa amanhã?

 

Governo convoca Conselho de Ministros extraordinário para rever restrições

 

O Governo vai reunir-se em Conselho de Ministros extraordinário esta segunda-feira para adaptar as restrições à nova realidade do confinamento.

 

O encontro poderá servir para apresentar novas medidas de confinamento. Ao que o JN apurou, deverá ser aprovada a proibição da venda de bebidas ao postigo nos cafés e a abertura dos ATL até aos 12 anos. O Governo pretende, assim, acabar com os aglomerados de pessoas junto às portas dos cafés. A abertura dos ATL até aos 12 anos visa dar resposta a uma lacuna decorrente das medidas aprovadas recentemente, que fez com que, num contexto em que todas as escolas ficaram abertas e os ATL encerrados, milhares de crianças ficaram sem almoço e sozinhas no recreio.

De referir que, durante a tarde deste domingo, depois de uma reunião com a administração do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, o Presidente da República avisou que poderá ser necessário restringir ainda mais as medidas de combate à pandemia.

Minutos antes, a ministra da Saúde, Marta Temido, tinha avisado que todo o sistema de saúde está numa situação de “extremo sobreesforço” e pediu aos portugueses para “por favor, ficarem em casa”.

Em visita ao Hospital Garcia de Orta, em Almada, que está numa situação crítica, Marta Temido deixou avisos e um forte apelo à população para que cumpra o confinamento.

Há um limite e estamos muito próximos do limite. Os portugueses precisam de saber isto“, disse a ministra da Saúde, num tom de preocupação.

 

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Casos Covid nas Escolas – No Quintal do Paulo Guinote

O Paulo Guinote começou ontem a publicar relatos de casos confirmados ou surtos nas escolas e neste artigo indica o e-mail para lhe remeterem informações.

Mas é muito claro que o número de casos nas escolas (seja por serem casos positivos ou por se encontrarem em isolamento profilático por contacto de alto risco com elementos externos à escola) é muito elevado e tem implicações diretas nas aprendizagens dos alunos. Por este motivo considero que a realização de qualquer prova final/exame só deverá ser feito quando o fim para a sua realização tiver uma justificação muito elevada. Que sentido faz realizar provas finais de ciclo no 9.º ano (com repercussão na aprovação dos alunos) quando os alunos vão encontrar-se em enormes desigualdades. E aferir o 2.º, o 5.º e o 8.º ano vai ser assim tão importante em tempo de pandemia? Já não se sabe que as aprendizagens de todos os alunos vão ficar imensamente prejudicadas?

Mas podem dar um salto ao quintal do Paulo e perceber a imensidão de casos que existem nas escolas, pelo menos os mais céticos e que acham que as escolas são locais onde o vírus não entra, por não ter cartão de estudante.

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Recenseamento Docente – Consulta/Confirmação de Dados

Nos próximos três dias decorre a fase da consulta/Confirmação de Dados do Recenseamento Docente, isto se não surgir entretanto um prolongamento do prazo, que terminou dia 15, para as escolas introduzirem os dados.

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Alegadamente, poderá ser assim… os números nas escolas.

 

Alegadamente…

 

Alegadamente, há Director@s que escondem o número real de contágios ocorridos nos respectivos Agrupamentos…

Alegadamente, há Director@s que aplaudem as decisões do Governo, quanto à manutenção da abertura das escolas, nomeadamente a justificação apresentada nesse sentido: por um lado, a defesa de que o ensino presencial é insubstituível e, por outro, que o número de contágios nas escolas não é significativo em termos estatísticos…

O ensino presencial é, de facto, insubstituível, mas não o pode ser a qualquer custo, sobretudo se o que estiver em causa for a saúde de todos os que entram diariamente numa escola; o número de contágios nas escolas só não é significativo em termos estatísticos se se considerar um número fictício de contágios…

Alegadamente, ess@s Director@s parecem muito mais preocupados e interessados em agradar à Tutela e continuar nas suas boas graças, deferindo todas as suas decisões, do que em defender e salvaguardar as condições de saúde pública, necessárias e imprescindíveis ao regular funcionamento das escolas, respeitantes a todos os que aí passam a maior parte do seu dia… Além disso, no momento actual, o que existe é um “ensino presencial intermitente”, com sistemáticas interrupções ou paragens, motivadas pelos isolamentos profilácticos e/ou pela confirmação de casos positivos, a afectar muitos alunos, professores e Pessoal Não Docente, em cada escola. Esse não é o ensino presencial que se deseja e que se pretende. Esse é o ensino presencial que convém para enganar os mais distraídos…  

 Alegadamente, há profissionais de Educação que defendem a actuação do Governo em relação ao não fecho das escolas, aceitando como válida a justificação apresentada… Pelos motivos anteriormente apontados, a justificação não será válida e a aceitação referida não pode deixar de causar perplexidade e estranheza, sobretudo por os próprios se constituírem como potenciais “vítimas” da obstinação do Governo…

 Alegadamente, há profissionais de Educação que consideram que não se deve argumentar contra a acção do Governo e que falar ou discutir sobre “política” deve ser considerado como um assunto tabu, interdito, previsivelmente, causador de algum tipo de melindre… Segundo esses profissionais também não se pode falar nem discutir “política” em locais onde, supostamente, só se deverá falar e discutir sobre Educação…

Esses profissionais talvez, ainda, não tenham percebido que a maior parte das medidas em Educação são tomadas por políticos; têm um carácter iminentemente político; e são quase sempre sustentadas por desígnios políticos… Pode-se concordar ou discordar de determinadas Políticas Educativas, mas não há dissociação, nem oposição, entre Política e Educação, há interdependência entre ambas, consoante a ideologia política de quem a tutela…  

O maniqueísmo desse tipo de pensamento parece evidente… Ou então trata-se de um pensamento ingénuo, simplista e reducionista da própria Educação…

De qualquer forma, e por motivos óbvios, esse é o tipo de pensamento que mais agrada aos políticos, sobretudo se forem Governantes…  

 Alegadamente, os profissionais de Educação não são considerados como prioritários, enquanto grupo profissional, para a toma da vacina, mas as escolas são consideradas como imprescindíveis para a Economia e, portanto, não podem fechar… A contradição parece flagrante: as escolas permanecem abertas por imposição do mesmo Governo que, simultaneamente, não manifesta a menor preocupação com a proteção da saúde dos profissionais que nelas trabalham…

No limite, se a maioria dos profissionais que trabalha nas escolas adoecer por covid, as escolas continuarão a poder cumprir o seu principal desígnio e a permanecer abertas? No limite, e por absurdo, é a própria Tutela que dita a eventual morte dos seus profissionais…

 Por todos os motivos anteriores, vivemos, alegadamente, num país onde uns e outros mentem descaradamente e onde alguns parecem conviver muito bem com o desrespeito, com a desconsideração e com a humilhação a que frequentemente são sujeitos…

Metaforicamente falando, às vezes, chega a parecer que alguns foram acometidos por uma espécie de Síndrome de Estocolmo e por um certo masoquismo implícito…

 Os hospitais entraram em ruptura, o pessoal médico está exausto, não há meios humanos nem materiais suficientes, o número diário de contágios e de óbitos galopa e a Economia colapsará, independentemente de as escolas continuarem abertas ou de serem fechadas…

Se continuarem abertas servirão apenas a teimosia insana de uns e o pedantismo e narcisismo de outros… E o problema incontornável é que alguns pagarão com a própria vida o acinte, a vaidade e a arrogância de outros… Espera-se que, no mínimo, alguém os venha a responsabilizar como autores morais e materiais desse crime perverso…

Alegadamente, poderá ser assim…

 Nota: “Quem cala, consente”… Calar e assistir a tudo isto de forma impávida e serena, como se fosse aceitável e admissível, é o mesmo que legitimar e anuir com estas atrocidades… A incapacidade de o conseguir fazer é assumida e manifesta neste texto…

 

(Matilde)

 

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Escolas: as pontas soltas do confinamento

 

Escolas: as pontas soltas do confinamento

Com as escolas abertas e os pais a terem de ir trabalhar quando não é possível ficar em regime de teletrabalho, o confinamento geral que entrou em vigor às 00h00 desta sexta-feira, devido à covid-19, torna-se um pesadelo para aqueles que não têm onde deixar os filhos fora do horário escolar. Os centros de atividades de ocupação de tempos livres (ATL) estão obrigados a fechar portas e, por isso, a ajuda que se revelaria essencial no acolhimento às crianças depois das aulas foi colocada fora de hipótese, segundo indica o decreto-lei – após o diploma de preparação sublinhar inicialmente que os ATL poderiam manter-se abertos. Há, porém, quem tenha esperança de uma correção no documento e, por isso, ainda tenha estado aberto esta sexta-feira, mesmo em incumprimento das medidas restritivas contra a pandemia.

Segundo o Nascer do SOL conseguiu apurar, pelo menos um ATL do distrito de Setúbal manteve o funcionamento no primeiro dia de confinamento, com a direção à espera de uma reação – não conhecida até à hora de fecho desta edição – por parte do «centro distrital» para saber se pode continuar aberto ou não. «Ou sai uma correção ao decreto-lei ou então temos mesmo de fechar, porque hoje [sexta-feira] estamos em incumprimento. Temos mesmo de obedecer ao que está estabelecido», revelou a diretora desse centro de atividades. Nesse sentido, há «uma série» de petições, com milhares de assinaturas, que foram criadas contra o fecho destes estabelecimentos, bem como de centros de estudo, que ficam igualmente de portas encerradas.

Crianças ‘não podem’ ficar sozinhas

Com os centros de estudo e os ATL encerrados, as crianças terão de ficar, depois das aulas, nos recreios das escolas, sozinhos em casa ou então ir para casa de familiares – situação que não é aconselhada pela Direção-Geral da Saúde devido à junção de núcleos familiares –, dado que muitas delas não estão inscritas nas atividades de enriquecimento curricular (AEC) ou nas componentes de apoio à família (CAF) que funcionam dentro de escolas públicas e, por isso, se mantêm a funcionar.

A este semanário, o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Jorge Ascenção, salientou que as crianças com menos de 12 anos têm de estar «seguras» e ter os apoios necessários.

«São muitos ATL. Percebo que possa haver alguma limitação. Mas em algumas situações são crianças ainda muito dependentes e que ainda não têm muita autonomia, nomeadamente até aos 12, 13 e 14 anos. Por isso, terá de haver uma resposta. O que nós estamos a fazer é insistir para que os ATL continuem abertos. Há aqui uma responsabilidade do Estado para se obter uma resposta para que as crianças possam estar em segurança e ao cuidado de alguém», adiantou, acrescentando que também as próprias instituições têm de forçar a nota com as respetivas tutelas.

«As próprias instituições devem questionar a respetiva tutela: as que são IPSS, a Segurança Social, e algumas o Ministério da Economia, porque são privadas e dependem desse ministério. E têm de questionar», reforçou Jorge Ascenção, que, apesar disso, admitiu que as salas de estudo para jovens mais autónomos possam eventualmente estar fechadas. «Os mais crescidos conseguem ter mais autonomia, mas há situações muito complicadas. Os pais estão a contactar-nos constantemente porque estão cheios de dúvidas, apreensivos e preocupados. Não sabem onde deixam os filhos. Tem de haver uma solução, até no âmbito da Comissão Nacional de Proteção de Jovens», concluiu.

Mais testes e prioridade na vacinação

Os diretores de turma concordam com a decisão do Governo de manter as escolas abertas durante o confinamento, mas dizem que não basta deixar os estabelecimentos abertos. Falam em medidas adicionais para controlar o contágio da covid-19. Para tal, sugerem testes rápidos nas escolas e prioridade para os profissionais de educação no que toca à vacinação, quando chegar a hora de serem vacinados os serviços essenciais.

«Há que lembrar o primeiro-ministro, António Costa, da chegada às escolas dos testes rápidos ou de antigénio. Na quarta-feira, ele ressuscitou um anúncio que fizeram, em outubro ou novembro do ano passado, e que foi um anúncio que morreu. Ressuscitou o anúncio e espero que esse mesmo anúncio não volte a morrer, porque estes testes são importantes», começou por dizer o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Filinto Lima, lembrando que, no que toca à vacinação, espera que o Governo «não se esqueça» de colocar os funcionários e professores na linha da frente.

«É fácil de explicar porquê. Vamos estar na linha da frente no combate. Numa guerra é preciso dotar os guerreiros de armas, e as armas neste momento são estas: os testes rápidos e a vacinação», atirou, também à espera, desde outubro do ano passado, dos «três mil funcionários» que o Governo prometeu fazer chegar às escolas.

Petições para fechar escolas

Nos últimos dias, milhares de pessoas assinaram petições contra a abertura das escolas durante este novo confinamento, nas quais, além de ser exigido o encerramento dos estabelecimentos, é ainda referido que o Governo não tem facultado informações e procedimentos a adotar.

«Abrir as janelas da sala de aula não é uma medida adequada. Não podem apenas esperar ‘para ver como vai’. O Governo deve colocar a saúde e a segurança das crianças acima de tudo e tomar medidas rigorosas para evitar a propagação da covid-19», pode ler-se numa das petições públicas, que já conta com mais de 84 mil assinaturas.

 

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Cumpro Hoje 10.000 Dias de Serviço Docente

Foi em 1 de setembro de 1993 que comecei ininterruptamente as minhas funções docentes, pelo que hoje, dia 17 de janeiro de 2021 se cumprem exatamente 10 mil dias nestas funções.

São 27 anos, 4 meses e 16 dias.

À data, este tempo de serviço serviria para estar a ser integrado no 10.º escalão (28 anos de serviço).

À data de hoje estes 27 anos, 4 meses e 16 dias de serviço apenas me colocam no limiar do 4.º escalão que por força de ausência de uma avaliação de mérito (Muito Bom ou Excelente) me irá colocar numa lista de vagas de 2022 para aguardar, talvez mais um bom milhar de dias, para progressão ao 5.º escalão ficando mais uma vez no lixo o tempo de serviço que ficarei a aguardar vaga.

Quem acha que os constrangimentos numa carreira longa como a que agora temos é motivadora para continuar a dar o litro todos os dias engana-se.

E os governantes que não conseguirem perceber que a carreira como existe é desmotivadora e tem enormes prejuízos para a vida profissional dos docentes, fazendo com que a desmotivação seja de longe superior à motivação também nunca irá perceber onde arranjar professores para os ter/manter no sistema de ensino.

 

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Contratações até à RR16 (vídeo)

Numa altura em que estamos aproximadamente a meio do total de Reservas de Recrutamento (se bem que este ano é previsível que haja mais uma ou duas no 1º e 2º ciclos), segue um vídeo com os 20 grupos de recrutamento que tiveram mais colocações ao longo deste ano letivo.

Este é o 1º de alguns vídeos com análises estatísticas deste ano letivo que serão publicados no canal.

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A realidade do vírus nas escolas do 1⁰ Ciclo – A mãe não dorme

 

A realidade do vírus nas escolas do 1⁰ Ciclo

A mãe não dorme

Desculpem o meu umbiguismo nesta reflexão. Falarei apenas do universo do primeiro ciclo neste contexto pandémico. A DGS continua a afirmar e a mascarar as escolas como lugares seguros, com pouca transmissão do vírus, especialmente no que concerne às faixas etárias mais novas. Voltemo-nos para eles, os mais novos. À conversa com uma estimada colega minha do primeiro ciclo, constatámos que não deve haver profissão com nível mais desigual de protecção do que a nossa. Porquê? Simples. Em qualquer outro estabelecimento profissional, todos os seus intervenientes usam protecções individuais, máscaras, acrílicos. No primeiro ciclo e, obviamente, no jardim de infância isso não acontece. Os docentes e auxiliares protegem-se a si próprios e às crianças, mas…quem é que os protege e como é que as próprias crianças se protegem entre elas? Nunca o Ministério da Educação considerou obrigatório o uso de máscara no primeiro ciclo. Um erro crasso. Devia ter sido a primeira entidade a consciencializar os pais, já que muitos não aceitam que os seus filhos a usem nas aulas e não ouvem os apelos dos professores. É desigual a protecção nas escolas do primeiro ciclo. O Ministério da Educação há muitos anos que resolve tratar das Escolas como se fossem empresas. Todavia, repare-se que nas empresas todos utilizam protecções individuais. Nas escolas do primeiro ciclo e jardins de infância, não. O Ministério da Educação é um órgão carregado de trafulhice e gosta de atirar areia para os olhos de quem não trabalha neste meio asséptico, como eles gostam de ludibriar. O Ministério da Educação sujeita as crianças mais pequenas a estarem ao magote nestas condições e usa o chavão da “desigualdade acentuada pelo Ensino à Distância” para que não venha à tona a entrega de computadores e acesso à internet, tão apregoado no final do ano lectivo transacto. Onde estão? Ludibriam para esconder que nada prepararam, nada entregaram! Ludibriam porque não querem pagar a um dos pais para estarem com as crianças em casa. O Ministério da Educação não quer saber do bem estar psicológico e físico dos nossos/vossos filhos! Se quisesse, não votava ao abandono muitas escolas cheias de gente, por aí. Se quisesse, não nos faziam a todos carne para canhão. E depois há os delegados de saúde. Não tenho palavras para descrever que tipo de delegado de saúde se é, quando se decide manter toda uma turma, professores e auxiliares na escola, após a confirmação de casos positivos dentro da turma. Não entendo! Sem quarentena, sem testes de despistagem, nada! Não entendo como, em caso exactamente igual, um outro delegado de saúde de outro concelho que dista apenas 5km, tem um procedimento totalmente diferente e ordena o estado de quarentena para todas as crianças, professores e auxiliares que mantiveram contacto com essas crianças positivas. Sim, crianças de 6 anos contagiam-se e contagiam os outros, contrariamente ao que os seres iluminados, Zen e assépticos do Ministério da Educação fazem crer! Eu afirmo, sem ser da área da saúde. Afirmo por constatação. E, neste caso do primeiro ciclo, os Municípios não têm nada a dizer? As próprias direcções dos Agrupamentos não têm nada a refutar? Baixa-se a cabeça aos Deuses dos delegados de saúde e espera-se que, na semana seguinte, caia o próximo tordo?

Por fim, os professores e auxiliares continuam a não ser considerados como prioritários para a toma da vacina. Tirem as vossas conclusões. A minha é simples e simplória: há muito que corre a Inquisição atrás destes seres raros de livros debaixo dos braços. Não sei, parece um ódio generalizado…E, depois, também tenho outra conclusão simplória: a maltratada classe docente será eternamente rebaixada. Todo o patrão que não se preze gosta de ver os seus empregados à briga. Isso faz com que estejam entretidos e não se unam…contra ele.

 

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Encarregados de Educação insurgiram-se contra aulas presenciais em Vila Real

 

A escola Secundária Camilo Castelo Branco, em Vila Real, estava a funcionar em regime misto, os alunos de todos os anos tinham aulas num turno e as aulas do turno contrário, com um peso reduzido, eram lecionadas online, uma forma que a escola tinha encontrado para evitar o contágio de infeções de Covid-19.

Entretanto a Direção da Escola recebeu uma ordem do Delegado Regional Norte da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares que determina que a escola terá de assegurar a retoma de todas as atividades educativas e formativas, letivas e não letivas, em regime presencial.

No entanto, a maioria dos pais e encarregados de educação estavam contra esta norma uma vez que alertaram para o facto de não estarem asseguradas as condições mínimas de segurança, nem estar em pleno o funcionamento de serviços da escola como o refeitório e o bar. Os pais lembraram ainda que a oferta de restauração fora da escola também é inexistente devido às novas regras de confinamento.

Entretanto foram vários os pais que ameaçaram não deixar os seus filhos irem à escola na próxima segunda-feira se todas as atividades tiverem de ser presenciais. Muitos encarregados de educação insurgiram-se contra esta medida e foi mesmo lançada uma petição para tentar travar a retoma de atividades letivas em regime presencial em detrimento das atividades assíncronas na referida escola.

Depois deste caso vir a público a direção do estabelecimento de ensino, revelou que “fica suspensa a decisão da retoma de todas as atividades letivas e não letivas, em regime presencial”, que tinha sido comunicada aos encarregados de educação.

De acordo com a nota enviada pela diretora da escola, “todos os horários deverão ser cumpridos no modelo que se encontra em vigor desde o início do ano letivo”.

Vale a pena lutar pelos nossos filhos…

 

 

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Declaração?? Para Quê?

O Rui Cardoso publicou ontem um artigo dando conta que seria necessária um a declaração da entidade patronal em como estaríamos em trabalho presencial para a deslocação na rua.

Ora, discordo do que escreveu e para que não existam dúvidas, nem avalanches de pedidos de declarações desnecessárias, o meu entendimento é que neste confinamento (geral) como não existe a impossibilidade de deslocação entre concelhos não é preciso qualquer declaração para circulação na rua, nem o Decreto 3-A/2021 refere qualquer obrigação de alguém ser portador dessa declaração.

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Haverá alguma relação entre a % record de casos do grupo etário dos 20-39 anos e as crianças dos 0 aos 9 anos?

Até aos 9 anos as crianças não são obrigadas a usar máscara – facto.
Não interessa para a questão saber se a conseguem usar corretamente ou não, sequer se a devem usar ou não.
Só com o tempo saberemos os efeitos colaterais na saúde das crianças.
Não nos devemos iludir com a percentagem de casos de crianças até aos 9 anos, pois temos o dever de as proteger daquilo que nos é desconhecido, até porque não sabemos qual a percentagem de crianças testadas.
É curioso que a maior percentagem de casos esteja no grupo etário (20-39 anos) que, por regra, corresponde aos pais destas crianças.
Há estudos que demonstram que as crianças são um grande vetor de contaminação, os números parecem não contrariar…
Tal como para as crianças, também para os seus pais só o tempo nos trará o conhecimento dos efeitos colaterais na sua saúde.
Órfãos?
Prevenir é a palavra chave.
Em caso de dúvida, fechem as escolas! Já!
Nuno Domingues.

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Apetecia-me dizer algo à Graça…

 

..mas é algo que não pode ser escrito.

 

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Lista Colorida – RR16

Lista Colorida atualizada com os colocados e retirados da RR16.

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429 Contratados na RR16

Foram colocados 429 contratados na Reserva de recrutamento 16, distribuídos da seguinte forma:

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CHEGA

… de continuadamente existir desconsideração pela profissão docente.

Graça Freitas desde o início desta pandemia corre atrás do tempo, e mais tarde o que se verifica é que errou sempre nas suas análises. Foi o “viruzinho” que nunca chegaria à europa, a falsa sensação de segurança no uso da máscara, entre outras.

Agora para além de desconsiderar os professores como grupo de risco para a tomada da vacina, considera ainda que os professores são uns malandros e que é mais arriscado aquilo que fazem fora da escola do que na escola.

O título do post é apenas um pequeno sentimento daquilo que começo a sentir por aqueles que opinam sobre as escolas e os professores e a última vez que entraram numa escola foi na sua adolescência. E depois não estranhem o crescente sentimento na sociedade para que as coisas mudem.

DGS defende que professores não são grupo de risco

 

Diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, explica que, pela profissão, “não têm um risco acrescido”.

Os professores não são considerados um grupo de risco que deva ser integrado entre as prioridades de vacinação contra a Covid-19 somente pelo critério de atividade profissional, defendeu esta sexta-feira a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas.

“Independentemente de serem trabalhadores em escolas, são pessoas com determinado grupo etário e determinados fatores de risco. Portanto, serão vacinados de acordo com esse risco, uma vez que pela profissão não têm um risco acrescido”, afirmou Graça Freitas numa audição por videoconferência na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia e do processo de recuperação económica e social.

Questionada pela deputada do PAN Bebiana Cunha sobre a eventual priorização da vacina ao pessoal docente e não docente, face à manutenção da atividade letiva presencial no novo confinamento decretado pelo Governo devido ao agravamento da pandemia em Portugal nas últimas semanas, a líder da Direção-Geral da Saúde (DGS) reconheceu a importância destes profissionais “para o funcionamento do país”, mas rejeitou considerá-los um grupo de risco.

“O seu risco na comunidade poderá ser maior do que o risco no exercício da profissão, uma vez que lidam com um grupo etário que não transmite muito a doença. Só pela profissão não são um grupo de risco”, observou, acrescentando que a operacionalização da testagem em escolas “é da responsabilidade das cinco ARS [Administrações Regionais de Saúde], em conjunto com os ACES [Agrupamentos de Centros de Saúde]”.

Graça Freitas rebateu ainda críticas a uma suposta indefinição em torno da política de critérios de seleção das escolas para testagem à Covid-19, assegurando que “a DGS deposita total confiança nas capacidades das ARS e ACES de se organizarem e de tratarem da aplicação destas estratégias”, enaltecendo a “responsabilidade” e “sofisticação” destas entidades para levar a cabo esse processo.

Já sobre a capacidade de testagem nacional, a diretora-geral da Saúde assegurou não ter conhecimento “de constrangimentos no fornecimento e acesso aos testes”, embora tenha reconhecido “incidências bastantes elevadas” da pandemia nos últimos dias.

A diretora foi secundada pelo diretor de serviços de Informação e Análise da DGS, André Peralta, que revelou que a taxa de positividade dos testes situa-se agora em 18%, sem deixar de notar que o “número absoluto de testes tem vindo sempre a crescer” e que a capacidade tem sido elástica e irá continuar a aumentar”, pelo que a “positividade irá diminuir” no futuro.

Portugal contabilizou hoje 159 mortes, um novo máximo de óbitos relacionados com a Covid-19 em 24 horas, e 10.663 novos casos de infeção com o novo coronavírus, segundo a DGS.

O boletim epidemiológico da DGS indica ainda que estão internadas 4.560 pessoas, mais 192 do que na quinta-feira, das quais 622 em cuidados intensivos, ou seja, mais 11, em ambos os casos, também novos máximos.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, Portugal já registou 8.643 mortes associadas à Covid-19 e 528.469 infeções pelo vírus SARS-CoV-2, estando hoje ativos 125.861 casos, mais 4.046 do que na quinta-feira.

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No 1º dia de confinamento, não se notou qualquer tipo de confinamento

 

Os números de novos casos e internamentos por covid 19 estão a aumentar exponencialmente, a ocupação de camas nos hospitais e o número de mortes por covid 19 também estão a aumentar exponencialmente, os professores de Portugal tem na sua esmagadora maioria mais de 50 anos e consequentemente várias doenças associadas à idade, os alunos gostam de estar nas escolas porque para além de aprenderem melhor, também convivem melhor, sem máscara no exterior da escola e muitos não querem saber das consequências dos seus atos “não vão deixar de namorar, fumar, partilhar comida e bebida fora da escola, sem máscara”, os professores dão as aulas com máscara, mas sem acrílicos e tem que se aproximar dos alunos para explicar os conteúdos, já existem vários alunos com covid e em confinamento, os alunos fazem parte da sociedade portuguesa, onde se regista o aumento do número de casos de covid.
Paços de Ferreira esteve numa situação muito grave a nível do país, em novembro. A situação em Paços de Ferreira melhorou em novembro e dezembro, não por qualquer tipo de milagre sem explicação, as 2 maiores escolas do concelho de Paços de Ferreira estiveram a funcionar à distância para os alunos do ensino secundário e profissional de 2 de novembro até ao final do 1º período, penso que, se deve aprender com este exemplo de experiência positiva e replicar para todo o país no mínimo por um mês, porque daqui a um mês podemos ter menos professores para prestar ensino presencial, dado que, podem não ter lugar numa cama de hospital, e hoje, já ninguém quer ser professor. Hoje, 1º dia de confinamento, não se notou qualquer tipo de confinamento, foi uma sexta- feira normal, desta forma o covid vai continuar a aumentar exponencialmente.
 
Devemos tratar bem os professores de Portugal.
 
É necessário refletir melhor relativamente à manutenção das escolas abertas neste confinamento.

 

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Escolas têm de ter um sério reforço da segurança sanitária – SPZC

 

Escolas têm de ter um sério reforço da segurança sanitária

 

Os efeitos da pandemia exigem dos responsáveis do Ministério da Educação ação e não apenas palavras. Nestes tempos difíceis, professores e educadores continuam sobrecarregados nas suas funções e sem as necessárias condições. E não entendem o porquê de, estando na linha da frente, não fazerem parte do grupo prioritário de vacinação

O SPZC considera que se vive um momento particularmente sensível e de preocupação a nível da saúde pública, agravado neste mês de janeiro, que exigirá um esforço acrescido de todos neste contexto de novo confinamento.

Os educadores e professores estão claramente na primeira linha de resposta a dar às solicitações de alunos e comunidade neste tempo de pandemia.

Mas uma coisa é certa, o Ministério da Educação não fez o trabalho de casa no que diz respeito à criação de condições para o bom funcionamento das escolas. Faltam recursos que permitam aos docentes fazer face à sobrecarga de trabalho com que desde o início deste ano escolar estão confrontados. Falta a inclusão dos docentes nos grupos prioritários na vacinação. Falta uma resposta eficaz para os professores e educadores de grupos de risco. Falta a necessária redução do número de alunos por turma, de forma a ser respeitado o distanciamento físico de segurança.

Este confinamento, no que diz respeito às medidas anunciadas e agora em vigor, tem pouco de confinamento. São inúmeras as exceções ao mesmo.

O SPZC está preocupado com os cerca de três milhões de alunos, pais e encarregados de educação em circulação diária. A mobilidade deste elevado número de pessoas, muitas delas utilizando o transporte público, são um enorme risco a nível de cadeias de transmissão da covid-19. Perante as inúmeras interrogações que se levantam, e não pondo de parte a importância inigualável do ensino presencial, o eventual recurso ao ensino misto não deverá ser descartado. De forma particular os alunos pertencentes aos sectores de ensino mais avançados.

Apesar desta situação difícil e complexa, o SPZC continua inteiramente ao serviço dos docentes. O apoio sindical, a formação e as áreas social e cultural serão as pedras de toque da atuação, com uma proximidade permanente e constante e estamos disponíveis para o ajudar.

Porque se está no início de mais um ano civil, o SPZC não poderá deixar de transmitir uma nota de descontentamento pelos resultados havidos nas negociações no âmbito da Administração Pública. Lamentavelmente, os aumentos para este ano, uma vez mais, não incluirão os docentes. Já lá vai mais de uma década com desvalorização salarial e perda do poder de compra. Não é desta forma que se atraem os desejáveis e necessários novos professores para o sistema educativo.

 

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