Tag: Nuno Crato

Os Números e a Publicidade para os Amigos do Peito

(…) O número impressiona: na última década, quase metade das escolas públicas foram encerradas. No total, foram fechados 5737 estabelecimentos de ensino públicos, o que corresponde a uma redução de 47% entre 2005 e 2014, sobretudo devido à quebra da natalidade. A falta de alunos não atingiu, no entanto, os colégios privados, que aumentaram quase 10% no mesmo período.(…)

 

(…) Uma “tremenda fonte de injustiça” que leva os autores a concluírem que até um sorteio se revelaria “mais justo” do que o atual sistema de colocação. O Ministério da Educação não escapa às críticas: ao mostrar-se incapaz de corrigir a situação, está a “oferecer publicidade às escolas que inflacionam”, contribuindo para aprofundar as desigualdades. (…)

 

Mais leitura e da boa: Herança | O Meu Quintal

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E Não Deixa Saudades

Nuno Crato diz que a sua passagem pela política é “passageira”

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Como ficou a educação depois de Nuno Crato – Educare.pt

(…) Quatro anos de políticas educativas, de mexidas nas escolas, de alterações na legislação. Nuno Crato e a sua equipa estarão de saída do ministério. Quem acompanha de perto o dia a dia desta área faz um balanço com várias observações. É o caso de Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), que destaca a persistência da comunidade educativa, que conseguiu ultrapassar problemas e gerir escolas nestes quatro anos de desinvestimento na Educação e de uma “tentativa velada de desacreditar a escola pública” com verbas a saírem para o ensino privado. “Uma resiliência assinalável”, aponta. Em seu entender, o atual Governo não foi capaz de definir nem transmitir à população uma linha, um rumo, para a Educação. E assim, de forma clara, não se percebeu que metas e objetivos os governantes queriam alcançar. Quando viu medidas serem apresentadas em nome de uma maior exigência percebeu “uma maior elitização do sistema educativo”.

“Em início de mandato geraram-se muitas expectativas sobre o ministro Nuno Crato. Dele se conheciam, pela sua exposição mediática, opiniões fortes e vincadas que, claramente, apontavam no sentido de uma valorização da classe docente e do reconhecimento da autoridade da escola e dos professores. Frustraram-se todas as expectativas e a verdade é que, quatro anos passados, sobram frustrações em todos quantos nele vislumbraram a oportunidade de dignificação do sistema e dos seus atores”, refere ao EDUCARE.PT.

A sua avaliação não tem muitos aspetos positivos. Os congelamentos das carreiras não foram desbloqueados. “Situação que promove enormes injustiças e contribui para o descrédito social de toda uma classe profissional que vê reduzidos os seus rendimentos num tempo em que as mobilidades foram mais alargadas com a reestruturação das zonas pedagógicas, por exemplo, e obrigando a gastos quase sempre excessivos para quem aufere vencimentos tão minguados”, diz Manuel Pereira. Na sua opinião, a dignificação da carreira docente, e dos seus profissionais, nunca foi uma prioridade deste governo. Por outro lado, reduziu-se o número de professores no sistema. Os mais novos foram afastados e o quadro docente no ativo “envelheceu”.

“A formação contínua dos docentes, tão necessária num tempo de mudanças constantes, como aquelas que todos vivemos e que tanto influenciam comportamentos e opções técnico-pedagógicas, sofreu também, grave revés. Hoje a formação docente foi entregue às escolas que não têm meios financeiros e os próprios centros de formação de professores sobrevivem à custa da carolice dos professores e das suas associações”, sustenta.

As turmas têm mais alunos, há mais turmas com vários anos de escolaridade. O MEC carregou na tecla da autonomia. “Decuplicou o número de contratos de autonomia em simultâneo com um esvaziamento de competências que eram detidas pelas escolas com autonomia; apontou a autonomia como meio para descentralizar e transferir competências para as escolas e, passado pouco mais de um ano, o grande objetivo já era o programa ‘aproximar educação’”, recorda.

A tutela defendeu a estabilidade mas alterou currículos e modelos de avaliação dos alunos várias vezes. A revisão curricular foi, na sua análise, forçada por razões economicistas e não por razões educativas. “Ou seja, notou-se ao longo do mandato uma clara intencionalidade de valorizar os exames na avaliação dos alunos para regulação do sistema e, igualmente, uma intenção de redução do número de docentes no sistema”, diz, a propósito.

Para o presidente da ANDE, a marca deste MEC foi o alargamento dos exames ao 4.º e 6.º anos o, que na sua perspetiva, “criou um processo de maior elitismo na escola pública”. “De facto, as escolas, em vez de promoverem aprendizagens significativas e estruturantes, têm vindo a transformar-se, cada vez mais, em ‘centros de treino’ para exames. Sobrevalorizando os exames e os resultados, desvalorizam-se as outras dimensões da educação escolar.” Manuel Pereira chama “obsessão” ao que levou o MEC a ir mais longe ao premiar as escolas com melhores resultados, oferecendo mais recursos – leia-se, sublinha, “uma medida claramente empresarial que reflete a mentalidade e a visão economicista do atual Ministério”. Por outro lado, a introdução do Inglês no 1.º ciclo “não foi precedido de um verdadeiro estudo que tivesse em conta as dificuldades para a sua implementação”.

E há ainda o ensino vocacional, uma das bandeiras de Nuno Crato, que se inspirou no modelo germânico. Manuel Pereira fala das desvantagens. “Ao reduzir as componentes científicas e culturais das aprendizagens em benefício de aprendizagens mais próximas do mundo do trabalho e empresarial, esqueceu a realidade portuguesa e, especificamente, a realidade de toda uma parte do país onde o tecido empresarial é escasso ou quase rudimentar”. Do lado positivo, Manuel Pereira aponta a criação do Infoescolas, que reforçou a transparência do sistema e disponibilizou dados importantes às escolas e à população.

“Exército de precários”
“O que é o ‘cratês’? O ‘cratês’ é o eduquês da troika”. Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (FENPROF), faz a pergunta, dá a resposta, e olha para o mandato de Nuno Crato como um período em que a Educação não foi vista como um investimento, em que se reduziram custos e recursos humanos, em que o quadro da classe emagreceu significativamente. “Criou um exército de precários e pôs na rua 20 mil professores sem problema nenhum”. “Nunca foi um ministro presente, foi sempre um ministro ausente”, comenta.

Para Mário Nogueira, estes quatro anos ficam também marcados por um processo de privatização do ensino público e por uma redução do orçamento que ultrapassou os três mil milhões de euros “com medidas que nem precisou de aprovar”. O secretário-geral da FENPROF refere-se à herança do titular da pasta da Educação a que deu seguimento e “empobreceu” a Educação. “Foi um mandato de gestão financeira, o MEC foi uma delegação do Ministério das Finanças”. “Embarateceu o sistema para agora oferecer o legado aos privados”, acusa.

Na sua opinião, os planos estavam traçados e o ministro executou-os. “Herdou a missão de reduzir custos e de reduzir mais de 40 mil professores”, refere. Ou seja, recorda, “44 000 professores que foram substituídos por 4000 que entraram por concurso externo a ganharem o mesmo como se fossem contratados”. A FENPROF tem batido o pé a várias medidas anunciadas pelo MEC. “Os resultados do insucesso escolar no Ensino Básico não se atenuaram, agravaram-se”, repara. “O insucesso agrava-se e o abandono no Ensino Secundário só não se agravou porque avançaram com a escolaridade obrigatória até ao 12.º ano”.

A Federação Nacional de Educação (FNE) debruçou-se sobre a legislatura de 2011 a 2015 e concluiu que a discordância relativamente às políticas educativas cresceu porque as medidas adotadas não foram consistentes, porque as decisões não foram adequadas às necessidades identificadas por quem trabalha no setor que em três anos, entre 2011 e 2014, perdeu 33 mil professores. A FNE, no documento em que faz esse balanço, destaca o “elevado nível de precariedade entre os docentes, traduzido num elevado número daqueles que acumulam contratações sucessivas”.

Nos quatro anos de Nuno Crato, a FNE assistiu a alterações que não lhe agradaram, nomeadamente reduções nas remunerações, congelamento das progressões em carreira, sucessivas mudanças nos regimes de aposentação, diminuição do prestígio social dos professores. “A profissão docente perdeu muito do seu poder de atração, em função do declínio do seu prestígio, da deterioriação das suas condições de trabalho e de salários mais baixos em comparação com os de outras profissões intelectuais”, diz a FNE.

Neste balanço, a FNE faz um levantamento de medidas que mexeram negativamente no setor educativo. Há vários pontos. Organização curricular “sem suficiente sustentação pedagógica”. Cortes nas turmas do ensino regular e de cursos profissionais. Excesso de tarefas burocráticas desnecessárias. Informações “pouco claras e sempre em mudança”. “A agregação monstruosa de agrupamentos, à margem de qualquer preocupação de ordem pedagógica”. As medidas produzem resultados. A FNE salienta alguns. Excesso de reuniões sem utilidade, pouco tempo para preparação de atividades com os alunos, ausência de estímulos para o trabalho em equipa. “Falta de oferta formativa adequada ou de condições de frequência da formação contínua a que todos têm direito e que é imprescindível para o seu crescimento profissional”. “A tudo isto se deve ainda juntar o crescimento das situações de indisciplina e até de violência em contexto escolar”, acrescenta.

“Fúria avaliativa, examinite aguda”
Lurdes Figueiral, presidente da Associação de Professores de Matemática (APM), faz uma avaliação sem panos quentes. A nota deste mandato não é apenas negativa, também é má. “Nuno Crato revelou, como era fácil de prever para quem o conhecia para além das parangonas dos jornais, a sua incompetência para gerir a pasta da Educação, uma vez que não tem qualquer preparação específica ou conhecimento das questão educativas reais, tendo-se construído com base em preconceitos que soube passar para a opinião pública com um discurso populista e cheio de generalidades que não correspondiam a uma análise sólida e com conhecimento de causa da realidade da Educação no país e no estrangeiro, limitando-se a ir ao encontro dos lugares comuns mais básicos e primários”, afirma.

Falta de preparação técnica especializada e obstinada ideologia “muito retrógrada”, em relação aos fins da escola e da educação, também entram no rol das críticas. Lurdes Figueiral lista uma mão cheia de medidas que, na sua perspetiva, “devastaram a educação em Portugal nestes quatro anos e cujas consequências desastrosas ainda não vemos inteiramente mas que, a não ser rapidamente invertidas, irão provocar danos que demorámos décadas a construir”. Começa pela seleção nas e das escolas que começou com os rankings e que “atingiu requintes da mais pura discriminação e pressão sobre os professores com a sinistra fórmula que atribui mais créditos horários às escolas com melhores resultados, numa combinação duplamente maquiavélica de resultados de exames e avaliação atribuída pelos professores”. A isto, acrescenta a falta de apoios necessários para os alunos com mais dificuldades.

Mega-agrupamentos, mega-turmas, mega-horários dos professores, mega-trabalho burocrático com “trágicas” consequências. “O enxovalhamento dos professores à custa das PACC, das precárias condições de vínculos laborais para uma grande parte e de trabalho para todos – aqui é de justiça salientar que as medidas que iniciaram esta hecatombe se deveram a Maria de Lurdes Rodrigues com a abertura à construção dos mega-agrupamentos, do novo modelo de gestão das escolas, da avaliação dos professores e das alterações profundas feitas no Estatuto da Carreira Docente”.

“A fúria avaliativa e a examinite aguda” marcam, em seu entender, o mandato de Nuno Crato. Exames para alunos, exames para professores. E tendência para “converter a aprendizagem em treino para executar tarefas mensuráveis desvalorizando o desenvolvimento de capacidades cognitivamente mais fortes do que a mera memorização e reprodução, convertendo a escola num conjunto de mecanismos fortemente e precocemente seletivos e segregadores com instituição prematura de percursos duais”.

Há também as alterações curriculares que, em seu entender, foram feitas “apressadamente e atabalhoadamente, sem se basearem em qualquer avaliação dos programas em vigor e sem suporte teórico que as valide, transformando os programas em numerosas listas de metas impraticáveis que fragmentam e descontextualizam as aprendizagens”. Lurdes Figueiral lembra o caso das mudanças nos programas do Ensino Básico de Matemática e de Português, que tinham programas homologados. Neste ponto, fala em “consequências em termos de desperdício na formação de professores e no seu empenho perante esse desafio, na produção de estudos e acompanhamentos, na elaboração de manuais, na credibilidade de quem foi envolvido neste turbilhão”.

Um mandato que produziu um clima de divisão, de desconfiança, de enviesamento. “Medidas legislativas e propostas de programas que surgiam em inícios de interrupções letivas ou em períodos de dificuldade para a mobilização dos professores para o debate – época de exames, por exemplo. Medidas que ora eram, ora deixavam de ser – veja-se a saga do Inglês no 1.º ciclo do Ensino Básico. Argumentos falaciosos e juízos de valor – basta ler alguns dos despachos saídos do seu Ministério, como o da revogação do programa de Matemática do ensino básico e 2007. Faltas à verdade, períodos de ‘debate’ que foram meras simulações – estou a pensar nos ‘debates’ sobre os programas de Matemática para o Ensino Básico e do de Matemática A, que são os casos que conheço”. Memórias que Lurdes Figueiral gostaria de esquecer rapidamente. Realidade que espera se corrijam atempadamente.

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Recordar é Viver…

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Tudo Preparado

…e com os ânimos levantados para o arranque do ano lectivo, segundo o Ministro Nuno Crato.

 

Está tudo tão preparado que o único concurso visível para as AEC na aplicação SIGRHE ainda é o do ano lectivo 2014/2015.

 

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Podes Repetir?

(…)“De forma alguma. São os alunos que estão a começar a adaptar-se melhor a este sistema”(…)”

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E Os Leitores que Nota Dão a Nuno Crato?


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Jornal de Notícias (12-06-2015)

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Se Ele o Diz…

crato

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Pedro Passos Coelho e os Mitos Urbanos

(…)

Na iniciativa, Pedro Passos Coelho destacou o “esforço muito grande que tem sido feito para recuperar de um atraso secular na área educativa em Portugal” e considerou que a iniciativa privada na Educação deu um contributo importante para suprir lacunas da oferta pública.

“Os privados deram um contributo essencial para suprir a falha historicamente muito marcada que impedia jovens portugueses de aceder ao ensino superior”, disse, salientando que foi a “explosão ao nível do ensino particular e cooperativo” que permitiu equilibrar a oferta e a procura.

Hoje, o panorama é diferente, com as universidades privadas a terem de competir com as públicas “e a terem de fazer um esforço muito grande para poder competir nessa liberdade de escolha”, concluiu o primeiro-ministro.

É chato por causa dos políticos e famosos:

(…)

 

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Reduz? É A Chamada Publicidade Enganosa…

(…) Por forma a salvaguardar a estabilidade e continuidade pedagógica dos alunos/turmas abrangidos atualmente por contratos de associação, só serão colocadas a concurso, para o próximo ano letivo, turmas do 5.º, 7.º e 10.º anos, ou seja, anos de escolaridade de início de ciclo de ensino.

No último ano, houve atrasos no pagamento a colégios, por falta de visto prévio do Tribunal de Contas, que se queixava de não ter todos os elementos necessários para avaliar os contratos em causa, o que deixou escolas do ensino artístico especializado e ensino profissional sem condições para pagar ordenados a professores e funcionários.

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Entrevista de Nuno Crato ao Económico…

“As escolas deviam ter maior papel na gestão dos seus professores”

Na gestão de professores, orçamentos e métodos. Para o Ministro da Educação, autonomizar e dar espaço a modelos concorrentes de escola pública é aproximá-la dos alunos.

Mais autonomia, mais concorrência entre modelos diferentes de escola pública. Esta é a linha de sempre do ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, cujo aprofundamento faz parte do programa da coligação para a próxima legislatura. O ministro defende o trabalho feito nesta frente e considera que os directores das escolas – que estão mais perto dos alunos do que a máquina do ministério – devem ter mais autonomia na contratação de professores e na gestão orçamental.

(…)

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Entrevista de Nuno Crato à Antena 1

Governo coloca quatro mil professores nos quadros nesta legislatura, diz Nuno Crato

 

nuno crato

 

Ao fim de quatro anos, mais de quatro mil professores passam a ter um lugar definitivo no sistema de ensino.

Um número anunciado pelo ministro da Educação na entrevista que deu à Antena 1 e ao Diário Económico.

Nuno Crato sublinha que há muitos anos não havia uma abertura tão grande de vagas deste género, embora não indique quantos professores saíram do sistema durante esse período.

O concurso a decorrer para a vinculação dos professores à função pública vai permitir o acesso ao sistema de um conjunto de professores que até agora por via da chamada “lei travão” estavam impedidos de sair da situação de precariedade.

A entrevista ao ministro da Educação pode ser ouvida na Antena 1, no programa Este Sábado com a jornalista Rosário Lira.

 

A entrevista pode ser ouvida aqui na integra.

 

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E Eu Duvido Muito que Sejas Ministro da Educação [e Ciência]…

Nuno Crato: “duvido muito que o PS seja o próximo Governo” | Económico

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O Fétiche de Nuno Crato

… não é a Matemática, mas sonhar que não cortará mais nada em Educação.
 
 

Crato garante que não haverá mais cortes na Educação

Ministro da Educação diz que pretende ignorar o relatório do FMI.

 

 

O ministro da Educação, Nuno Crato, garantiu nesta quarta-feira que não haverá mais cortes no sector.

Em resposta aos jornalistas, nesta quarta-feira, em Lisboa, Crato assumiu que pretende ignorar o último relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI), onde se insiste que Portugal deve reduzir a despesa na Educação, afastar mais professores do ensino e fechar mais escolas.   “Não estou a planear fazer mais cortes”, disse.

Crato esteve nesta manhã na Escola Básica do Parque das Nações, para perguntar aos alunos do 4.º ano como lhes tinha corrido a prova final de Matemática, a disciplina fétiche do ministro.

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Crato, o Ilusionista

Nuno Crato diz que o orçamento da Educação até aumenta em 2015

 

As análises ao Orçamento do Estado para 2015 foram precipitadas, alega o ministro da Educação, uma vez que em 2014 foram feitas várias despesas irrepetíveis. Comparando “orçamento inicial com orçamento inicial”, o financiamento “aumenta ligeiramente” no próximo ano.
 
O orçamento da Educação para 2015 “merece uma leitura menos precipitada” e “não deve ser comparado com a estimativa de execução de 2014”, pediu o ministro da Educação, Nuno Crato, no início da audição parlamentar sobre o Orçamento do Estado para 2015. É com base nessa comparação que se conclui que o financiamento do Ensino Básico e Secundário cai 704 milhões de euros no próximo ano, face a 2014.

 

O ministro explicou, depois, essa redução de centenas de milhões de euros. “Para além dos impactos das variações salariais, a execução de 2014 inclui um conjunto de medidas pontuais ‘one off’, não repetíveis em 2015”, nomeadamente os encargos com “rescisões por mútuo acordo”, “compensações por reposicionamento remuneratório ocorrido na carreira docente com efeitos retroactivos”, o programa de “remoção das placas de fibrocimento”, ou amianto, de algumas escolas, e “créditos especiais” que “representam um acréscimo de despesa de 234 milhões de euros”.

 

Por outro lado, a execução de 2014 inclui ainda “verbas activadas que [em 2015] não aparecem no Orçamento do Estado, onde o orçamento é ajustado (líquido de cativos)”. Além disso, deixa de estar previsto o gasto dos ministérios com ADSE, que no caso do Ministério da Educação representa uma poupança de “50 milhões de euros”, e os encargos relativos à Parque Escolar caem 94 milhões de euros, devido à revisão do plano de negócios e poupanças em obras.

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Só Falta Mesmo Ele Descobrir a Saída Do Labirinto

No público de hoje.

 

labirinto

“A máquina é tão grande que não sabemos exactamente como é que o programador faz o programa, como é que o director de serviço traduz a legislação, como é que o director-geral nos informa.”

Nuno Crato

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Como Que Alguém Acreditasse

Em especial no seguinte:

 

Governante admite contratar mais professores e pagar horas extraordinárias para recuperar atrasos.

 

É tal e qual o balanço sobre a BCE que ia ser feito nesta última sexta-feira que afinal foi adiado para segunda-feira.

 

Crato garante que necessidades escolares comprovadas “serão supridas”

 

O ministro da Educação e da Ciência, Nuno Crato, garantiu, num encontro com directores, professores e pais que as necessidades escolares “que forem comprovadas (…) serão supridas”.

No final do 39º Encontro Nacional das Associações de Pais, que decorreu em Cascais, Nuno Crato falou aos jornalistas e, quando sobre se, no quadro do plano de recuperação do atraso do ano lectivo e caso seja necessário, contratará mais professores e pagará horas extraordinárias, disse que, “com certeza, (…) as necessidades que forem comprovadas (…) serão supridas”.

Porém, sublinhou o ministro, o que se está a verificar “é um grande esforço por parte dos directores e dos professores para, com os meios próprios, resolverem os problemas da compensação pedagógica que existem para um conjunto de alunos”.

Acerca do balanço da colocação de professores através da Bolsa de Contratação de Escola (BCE), que o Ministério da Educação tinha prometido para esta semana, mas depois remeteu para a semana que vem, o ministro assegurou que “a Administração Escolar tratará disso no devido tempo”.

Realçando que tem acompanhado “o que se está a passar, dia a dia”, Nuno Crato confirmou que “um balanço sistemático será feito, em princípio, na segunda-feira”.

Na sessão de encerramento do encontro, o ministro voltou a reconhecer “erros lamentáveis no início” do ano lectivo, mas garantiu que “estão agora em fase de ultrapassagem final” e recordou que “muitas escolas não tiveram problemas nenhuns”.

Perante o repto lançado pelas associações de pais para que não admita mais cortes na educação, o ministro voltou a explicar que o orçamento não emagrecerá 700 milhões de euros. “Na realidade, há uma redução de 200 milhões”, insistiu, acrescentando que, desse montante, 50 milhões “dependem da capacidade de utilizar fundos comunitários”.

Ou seja, garante o ministro, “a redução na educação vai ser muito menor, se é que vai haver”. E, “se for necessário”, Nuno Crato irá “buscar” mais dinheiro.

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A Frase Salsichada do Dia

«Acertei quando escolhi Nuno Crato para ministro da Educação»

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Não Acham Que Está Tudo Resolvido?

E que o ano letivo corre às mil maravilhas?

Porque se estivermos à espera da resolução dos problemas ainda temos ministro até ao próximo ano letivo.
 
 

Crato só sai depois de resolver ‘embrulhada’ dos professores

 

 

De acordo com o Diário de Notícias, embora Nuno Crato já tenha posto o seu lugar à disposição, este só quer sair quando resolver a ‘embrulhada’ em que se colocou com os erros associados à colocação de professores.

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Várias Avaliações de Hoje

No Diário Económico e no Correio da Manhã, respetivamente.

É pena que Nuno Crato tenha deixado andar o barco à deriva nas mãos do Secretário de Estado, Casanova de Almeida e do Diretor-Geral da DGAE, Mário Pereira.

Tudo isto podia ter sido evitado se tivesse pegado neste problema antes dele ter-se tornado incorrigível.

Porque apesar de tudo isto, sempre tive alguma simpatia por este ministro. E é pena que termine desta forma o seu mandato.

E quando sair não vai deixar nenhuma saudade.

 

crato DE crato

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Entrevista de Nuno Crato ao Diário de Notícias

“O meu lugar está sempre à disposição do PM”

 

 

O ministro da Educação e Ciência considera que “quando se comete um erro deve-se assumi-lo”, daí que tenha pedido desculpas públicas aos professores e aos portugueses esta semana. Quanto às consequências políticas, apenas afirma: ” O meu lugar está sempre à disposição do Sr. primeiro-ministro.”

 

A propósito destas declarações do Ministro da Educação pergunto qual é a vossa opinião.

 

 

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Blá, Blá, Blá

Esperada decisão do Ministério da Educação sobre erros na colocação de professores

O Ministério da Educação convocou, para o início da noite desta quarta-feira, uma conferência de imprensa. Esperam-se decisões para os erros na colocação dos professores uma vez que está a ser pedida a anulação do concurso.

 

Com vídeo

 

 

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Imaginem se Este Concurso Não Fosse Muito Mais Ágil

Teríamos colocações em TEIP e em Autonomia lá para o Natal com os atrasos que o MEC teve na Contratação Inicial.

É mais uma prova que as colocações na BCE vão ser feitas pela DGAE.

 

  • A DGAE tem os subcritérios e as ponderações das escolas.
  • A DGAE tem as vossas preferências a horários que já ordenaram na candidatura.
  • A DGAE tem as necessidades pedidas até final de Agosto pelas escolas.

As escolas a única coisa que têm são os subcritérios que pediram e as necessidades de horários que faltam dos pedidos de Agosto (algumas nem isso têm visto que a DGAE trocou as voltas a muitos horários pedidos e não pedidos)

E a autonomia das escolas para a contratação passa a ser:

  • Ter a possibilidade de definir três subcritérios de uma lista de 149.

 

Alguns vão gostar, outros não.

 

 

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Tudo a Postos?

Ministro da Educação diz que está tudo a postos para abrir o ano lectivo

 
 

O Ministro da Educação admite que gostava de ter tido mais dinheiro para preparar a abertura do ano lectivo. Ainda há professores por colocar e aulas que vão funcionar em contentores, mas Nuno Crato diz que, apesar disso, está tudo preparado para o arranque, já na próxima na quinta feira. O ministro e a Federação Nacional da Educação reúnem-se esta tarde para discutir a abertura do ano escolar.

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O Festival do Crato

Notícias de hoje na imprensa escrita.
Por ordem de imagem: Correio da Manhã, Diário Económico, Jornal de Notícias e Público.

 

CM - A tempo DE - garantia JN - A tempo público colocados

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Mais Logo

… coloco o direto no blog.

nuno crato

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Blogosfera – Professor (im)perfeito…

uma fabulosa lição sobre o medo…

 

A propósito da entrevista de ontem de Nuno Crato na Sic Notícias.

 

 

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Marques Mendes Sobre a PACC

Mais uma voz próxima do governo que se insurge contra a forma como a PACC foi marcada para o dia 22 de Julho.

Depois de José Pacheco Pereira ter opinião semelhante, resta ouvir o que vai dizer Marcelo Rebelo de Sousa mais logo na TVI.

Ainda há pouco tempo se falava numa possível remodelação do Ministro Nuno Crato, não me admirava nada que esta marcação da PACC seja motivo mais que suficiente para a sua saída do governo na próxima semana.

 

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Dos Fechos

Será que Nuno Crato quando se referia que o encerramento de escolas públicas “não poder ser feita como no papel” se estava a referir inconscientemente ao encerramento de pelo menos 44 turmas com contrato de associação?

 

 

 

Governo quer fechar pelo menos 44 turmas com contrato de associação

 

O Governo vai fechar no próximo ano letivo pelo menos 44 turmas com contrato de associação com o Estado, mas pretende que encerrem 64, tendo ainda decidido reduzir progressivamente o financiamento por turma.

 

Fecho de escolas: Crato admite que nem tudo pode ser «como no papel»

 

O ministro da Educação assumiu hoje na Covilhã que, no fecho de escolas, «as coisas não podem ser feitas exatamente como no papel» e prometeu que o processo será conduzido em diálogo, tendo em conta a situação de cada local.

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Depois de Todo o Mal Estar Feito?

Nova remodelação pode estar a caminho mas quem cairá?

 

 

 

nuno crato

 

 

Uma derrota pesada nas eleições para o Parlamento Europeu e um novo chumbo iminente do Tribunal Constitucional podem agravar as tensões dentro da coligação governativa e levar Pedro Passos Coelho a ter de remodelar o seu Executivo, noticia hoje o Sol.

Nuno Crato e José Pedro Aguiar-Branco são outros dois ministros apontados como ‘remodeláveis’ visto terem granjeado níveis de popularidade bastante baixos no exercício das suas funções.

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Mas a Segunda Língua Já Não É Obrigatória?

…a partir do 7º ano?

A não ser que o ministro se referisse à introdução de uma segunda língua estrangeira a partir do 5º ano. Mas se assim for, então porque eliminou das novas habilitações profissionais para a docência qualquer formação inicial para uma segunda língua estrangeira no 2º ciclo do ensino básico?

Ok, já sei, falta de planeamento.

Ministro da Educação admite segunda língua estrangeira obrigatória nas escolas

 

O ministro da Educação admitiu que o ensino de uma segunda língua estrangeira possa vir a ser obrigatório. A posição de Nuno Crato foi assumida em declarações aos jornalistas em Bruxelas, à margem da reunião do Conselho de Educação.

O governante português adiantou que a introdução de uma segunda língua estrangeira obrigatória nas escolas é uma hipótese em cima da mesa entre os 28 Estados-membros e admitiu a possibilidade de o ensino de inglês ser alargado de cinco para sete anos.

Sobre a possibilidade de ser introduzida uma segunda língua estrangeira entre as disciplinas obrigatórias, Nuno Crato afirmou que os ministros europeus têm a ambição de estender a medida “a todos os países”.

“Temos a possibilidade de estudar alemão, estudar espanhol, estudar francês, como segunda língua e surgiu recentemente a possibilidade de estender o mandarim como uma das disciplinas opcionais a ter no ensino secundário e talvez mesmo no ensino básico”, disse.

Outros dos pontos de discussão foi “o reforço da internacionalização das universidades europeias”, especialmente com “vários países africanos e asiáticos com os quais a Europa tem preocupação especial de cooperação, nomeadamente com a China”. Neste ponto, o ministro da Educação sublinhou a importância da recente viagem do Presidente da República à China.

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A Continuação do Braço de Ferro

Agora com o contra ataque do MEC à posição assumida pela Fenprof em continuar com as providências cautelares em relação à PACC.

 

Professores contratados com mais de 5 anos de serviço dispensados de avaliação

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Audição de Nuno Crato no Parlamento

Do dia 4 de Março de 2014.

Para conhecerem as ideias chave de Nuno Crato sobre a “semi-vinculação” ver a partir do minuto 34:00 e em especial a afirmação feita ao minuto 35:12 sobre a sua noção de contrato anual, completo e sucessivo.

Ao minuto 46:12 volta a reafirmar a sua noção de contrato anual dizendo que um contrato de outubro a agosto não é um contrato anual. Ao minuto 46:32 disse aquilo que já tinha referido neste post.

 

 

 

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A Confirmação de Nuno Crato

… que os contratos anuais e sucessivos são aqueles que começam dia 1 de Setembro em horário anual e completo e não são interrompidos.

A justificação da vinculação ao 6º contrato anual e sucessivo vem no seguimento do que já disse em alguns posts, a permissão de forma extraordinária de renovações até ao 6º contrato consecutivo até final de 2016.

 

Até demonstrou a generosidade deste MEC em ter feito retroagir as colocações de dia 12 de Setembro ao dia 1 de Setembro de 2013.

 

Afirmações na audição de hoje (terça feira de carnaval) do MEC no parlamento.

 

 

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A Baixar a Fasquia

Ministério da Educação vai colocar nos quadros mais 1000 a 2000 docentes

 

Mil a dois mil docentes vão passar de contratados a quadros do Ministério da Educação. A estimativa é do ministro e só poderá ser confirmada em setembro. Em entrevista à Rádio Renascença e ao Jornal de Negócios, Nuno Crato deixou a garantia de um reforço de 12 milhões de euros para a investigação científica, que vai estar disponível nas próximas semanas.

 
No entanto, fiquei sem perceber se este número anunciado tem a ver com a vinculação extraordinária deste ano ou com a sucessão de contratos a celebrar em setembro de 2014 (não percebi se ao sexto ou sétimo contrato seguido). O que acho é que Nuno Crato também nada sabe sobre isto.

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A Comunicação de Nuno Crato em Vídeo

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Hoje, Pelo CCB

Protesto contra Nuno Crato em colóquio no CCB

 

O colóquio “A Urgência da Literatura” que decorreu ontem e hoje no Centro Cultural de Belém tornou-se esta tarde palco para mais uma manifestação de professores contra o ministro da Educação Nuno Crato.

 

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O Direto da Audição ao Ministro da Educação

Ministro da Educação e Ciência na Comissão de Educação, Ciência e Cultura

7 de janeiro | 15h

 

A Comissão de Educação, Ciência e Cultura recebe, em audição, o Ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, sobre os resultados do PISA 2012 (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), no contexto das políticas da escola pública.

 

Ver a audição aqui

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Como avalia Nuno Crato?

Foi o tema do fórum TSF de hoje que ainda não tive oportunidade de ouvir.

 

E quem não ouviu pode ouvir aqui.

 

E se quiserem responder à pergunta do título estejam à vontade, contudo, vou aplicar a mesma regra que a TSF: 😉

 

– comentários que contenham linguagem imprópria, obscena e difamatória, insultos, acusações de carácter criminal quer a pessoas quer a empresas, violações da vida privada, incitações ao ódio ou à violência ou que preconizem violações dos direitos humanos serão apagados deste espaço.

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É Como o Vinho do Porto

O sangue novo precisa de envelhecer em casca de carvalho.

 

 

Numa nota enviada ao PÚBLICO esta quinta-feira, o gabinete de imprensa do MEC esclarece que Nuno Crato não anunciou qualquer vinculação extraordinária. Frisa que as frases captadas pela RTP foram proferidas a propósito de medidas tomadas pelo MEC para “dignificar” a função docente (como a prova de avaliação de conhecimentos e de capacidades para docentes) e que Nuno Crato ressalvou: “Temos de olhar não para este ano imediato, mas temos de olhar para o futuro, de ver isto a prazo”. Só depois disse: “Devido a aposentações de professores, em breve vamos  precisar de sangue novo(…).”

Na mensagem electrónica enviada ao PÚBLICO, o gabinete de imprensa do MEC não esclarece quantas vagas calcula que será necessário abrir nos quadros e quando poderá isso vir a verificar-se. Também não comenta o aviso da Comissão Europeia.

 

Ora vejamos então o que disse o Ministro:

 

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