Exmo Presidente do IAVE. Defina Final do Dia de Hoje

Porque a tarde do dia 17 do Sr. Ministro foi às 19:30 e necessitamos de perceber as vossa noções de tempo.

Intervalo da final do campeonato do mundo? Final do jogo? Ou lá para as 23:50, depois do rescaldo do jogo?


Exmo(a). Sr(a). Diretor(a),

Relativamente às provas finais do ensino básico, do 9.º ano de escolaridade, vem o JNE/EduQA informar que as remessas de dados do ENEB com as pautas de resultados das provas referidas serão remetidas às escolas ao fim do dia de hoje, 19 de julho, de forma que as escolas possam afixar as pautas de classificação logo no início da manhã do dia 20 de julho, se possível até às 9h30.

Assim, os alunos que necessitam de se inscrever para a 2.ª fase destas provas deverão fazê-lo durante o dia de segunda-feira, 20 de julho, devendo as escolas dar a colaboração que for necessária para a consecução das inscrições por todos os alunos referidos. No entanto, as escolas deverão dar prioridade à realização das provas pelos alunos nos casos em que não tenha sido possível efetuar a inscrição previamente, em particular da prova de Português (91), que se realiza no dia 21 de julho, bem como das restantes provas desse dia.

O JNE/EduQA agradece toda a colaboração das direções das escolas e dos secretariados de exame neste processo, pedindo desculpa a todos, incluindo alunos e famílias, pelo atraso na disponibilização dos resultados. Este atraso, como é conhecido, e sem pôr em causa a importância das provas finais do ensino básico, na transição dos alunos para o ensino secundário, deveu-se à necessidade de priorizar a afixação das pautas dos exames nacionais do ensino secundário, tendo em consideração a sua fulcral importância para o concurso de acesso ao ensino superior.

Muito obrigado

O Presidente do Júri Nacional de Exames

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Prognósticos No Final do Jogo

… porque se lá estivesse era capaz de ser tudo igual.

 

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Não percebo Porque o Ministro Solicita Ajuda…

… ao Conselho de escolas, à ANDE e à ANDAEP, quando os 3 elementos convocados para a reunião de Braga só se representam a si próprios.

Existem mais 809 diretor@s de escolas para serem ouvidos, OK?

O Incapaz ainda não foi capaz de organizar a abertura de um concurso para o novo Conselho de Diretores que está defunto há mais de 3 anos?

A ANDE é representada por quem?

A ANDAEP representa o Filinto e mais quem?

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Exmo Presidente do EduQA

… as provas de equivalência a frequência do 9 ano começam dia 20 de julho e não 21 de julho.

Não percebo a pressa dos resultados estarem afixados às 9:30 de amanhã. Quando eles deviam estar afixados às 9:30 de sexta-feira passada para que os alunos se possam inscrever nas provas de segunda feira às 9:30, calendário este definido por muitas escolas para a realização de alguma PEF de 9 ano.

Ou para vos só conta a PEF de português do 9 ano?

 

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Só os Professores a Sério Percebem Isto

… porque quem está nos gabinetes nem sequer se terá lebrado disto.

Eu vou de féria entretanto, e por muito que venha o ministro dizer que os Diretores não têm horário, eu dou-lhe a resposta adequada de uma maneira ou de outra.

Porque para fazer de conta que está tudo bem ele comigo não pode contar.

 

O Caos Está Agora A Chegar

 

Chegam-me os relatos de colegas classificador@s (e mesmo quem o não foi) que estão desde ontem a receber pedidos de ajuda dos alunos para reverem as provas e darem a sua opinião. As provas completas, não um par de itens. E há um pouco de tudo em relação ao modo como as provas têm sido disponibilizadas. Mas o mais complicado é que, quase por certo, se vão seguir dezenas xde milhar de pedidos de reapreciação. E terão que existir “reapreciadores”. Enquanto decorre a 2.ª fase com secretariados, vigilâncias e tudo o mais. E nesta 2.ª fase existirão muito mais alunos doque em outros anos. E existirá uma nova fase de digitalização e classsificação.

Acham que o pior já terminou com a ilusória afixação de pautas na noite de dia 17?

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O Ministério das Plataformas Sem Alma e o Desafio da Liderança: Entre a Inovação e o “Espalhanço” Assistido – AT

 

As recentes peripécias em torno da digitalização dos exames nacionais, a crónica odisseia para encontrar corretores e o habitual ruído político que acompanha a publicação das notas trouxeram à superfície, mais uma vez, as fragilidades estruturais do nosso sistema educativo.

No centro deste furacão encontra-se um Ministro da Educação que, justiça lhe seja feita, tem demonstrado um empenho inegável em romper com o imobilismo. Contudo, a vontade política esbarra frequentemente numa trindade burocrática — EduQA, Júri Nacional de Exames (JNE) e o próprio MECI — que parece sofrer de uma gritante falta de articulação com quem realmente percebe do terreno: as Escolas.

Se empresas como a Blat, a Deloitte ou a Axians são chamadas a desenhar a modernização tecnológica, essa transição nunca será eficaz se ignorar a realidade de quem digita, confere e valida os dados diariamente nas secretarias escolares.

Compreendem-se, por isso, as recentes palavras de pressão da tutela dirigidas aos Diretores que vacilam na apresentação de soluções.

O Ministro traz uma postura inovadora, que a muitos recorda a energia de um diretor recém-chegado a uma nova escola: cheio de mundividência, mas rodeado por uma equipa excessivamente “virgem” e sem a indispensável experiência de caserna.

Do outro lado da barricada, assistimos ao habitual fenómeno sociológico das organizações. Perante o novo líder, uma fatia da máquina remete-se a um silêncio calculista, “esquecendo” competências antigas e aguardando, de braços cruzados, que a nova tutela se “espalhe” para poder clamar o clássico “eu bem avisei”.
Raras são as vozes dispostas a partilhar a sabedoria da experiência acumulada para construir pontes em vez de muros.

Esta gritante falta de coordenação de dados no MECI é o dragão que este Ministério tenta, corajosamente, combater. Causa perplexidade que, em pleno 2026, ainda se discuta a incapacidade de cruzar dados e que a liderança escolar pareça, por vezes, infoexcluída das soluções aplicacionais modernas.

Numa era de centralização digital, por que razão as classificações não foram disponibilizadas diretamente no PIEPE ou integradas nos sistemas que as escolas já dominam, como o Inovar ou o GIAE Online?

A resposta é tão simples quão desoladora: o Ministério da Educação padece de um atraso crónico porque teima em viver na pré-história do “ficheiro Excel”, quando o futuro exige ecossistemas partilhados e integrados.

Para dar o salto qualitativo que o Ministro deseja, o primeiro passo terá de ser a renovação dos seus conselheiros de gabinete, substituindo teóricos por quem tem calos nas mãos de gerir o sistema.

Nós, que por aqui andamos há mais de vinte anos a partilhar as dores e as ironias deste funcionalismo técnico, continuaremos a lançar as nossas notas de rodapé — com o humor fino que os nossos leitores habituais tão bem decifram.

Se a tutela quiser, verdadeiramente, fechar a porta aos palpiteiros de turno e ouvir quem conhece cada engrenagem deste Ministério, a nossa porta para uma reunião privada continua aberta.

Até lá, resta-nos gerir o caos com a resiliência de sempre.

Blog AT

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Informação sobre a afixação das pautas com os resultados dos exames nacionais

Tendo em consideração a necessidade de implementar processos rigorosos de validação da qualidade dos resultados dos exames nacionais do ensino secundário, a bem da transparência e da equidade entre todos os alunos, o JNE/EduQA procedeu a processos de validação complementares num conjunto limitado de provas, cerca de 1400 provas a nível nacional, de entre o total de 290.351 provas, a fim de se assegurar que os resultados a apresentar em pauta tinham a consistência necessária.

Assim, a fim de não atrasar em demasia a afixação das pautas dos resultados dos exames nacionais, e para não defraudar as espectativas da grande maioria dos alunos e suas famílias, o JNE/EduQA decidiu, ontem, às 19h30, dar luz verde ao processo, tendo os agrupamentos regionais do Júri Nacional de Exames enviado os resultados às escolas durante o final de tarde e noite de ontem. As provas, cujos resultados ainda estavam em falta, foram assinaladas com o código (-3) do programa ENES, o que significa que se encontram suspensas. Entretanto, após o termo da validação dos resultados das provas em falta, que aconteceu durante o dia de hoje, as pautas completas encontram-se prontas para envio às escolas, o que deverá ocorrer nas próximas horas, pelo que as escolas poderão oportunamente proceder à sua afixação a partir de amanhã.

O JNE/EduQA lamenta este compasso de espera para um conjunto de alunos e suas famílias, mas fê-lo por estar totalmente comprometido com os alunos e com a qualidade da avaliação externa, processo fundamental para o progresso dos alunos para o ensino superior ou para a vida ativa.

Acresce também informar que o processo de inscrições para a segunda fase se encontra a decorrer desde ontem, na plataforma PIEPE (https://jnepiepe.dge.mec.pt/), e decorrerá até à próxima segunda- feira, dia 20 de julho.

Recorda-se também que os alunos terão acesso às suas provas em suporte digital, a fornecer pelas escolas, o que facilitará a consulta das provas, passo importante para a transparência do processo.

Num ano de especial exigência, em que finalmente se concretizou a transição digital na avaliação externa em todos os ciclos de ensino, e no qual o sistema se deparou com desafios e dificuldades que exigiram o melhor de todos nós, resta-nos manifestar um profundo agradecimento por todo o trabalho desenvolvido, comprometimento com a missão e com os alunos por parte dos professores classificadores, professores das estruturas centrais e regionais do JNE, professores do centro de digitalização do JNE, técnicos e dirigentes da INCM, técnicos e professores do EduQA, diretores das escolas e demais colaboradores.

Muito obrigado. O Presidente do EduQA – Luís Pereira dos Santos

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Caiu a máscara ao Ministro da Educação…

Lembram-se daquele Ministro da Educação que, no inicio da sua acção governativa, aparentava ser uma personagem simpática e afável que, alegadamente, conseguiu cativar a maior parte daqueles que tutelava?

 

Esqueçam essa imagem, isso desapareceu!

 

– Em seu lugar, temos agora um Ministro incapaz de assumir erros e de gerir frustrações;

 

– Que se desonera sistematicamente de qualquer responsabilidade pelo caos criado pelas suas próprias decisões, remetendo a terceiros um ónus que é apenas seu;

 

– E que, pior do que o anterior, reage de forma prepotente, desproporcionada e agressiva, em particular quando se sente acossado ou posto em causa…

 

– O que temos agora é um Ministro da Educação com uma imagem altamente descredibilizada e fragilizada, mas que, em simultâneo, “dispara em todas as direcções”, evidenciando a arrogância de quem se sente encurralado no labirinto que o próprio criou, sem contudo ser capaz de o assumir…

 

A minha avaliação inicial de Fernando Alexandre foi bastante positiva… Tão positiva que, em 15 de Setembro de 2024, escrevi um texto publicado pelo Blog DeAr Lindo, onde, entre outros, constava esta afirmação:

 

– Em jeito de balanço, em pouco mais de cinco meses,  Fernando Alexandre tem mostrado uma acção governativa norteada pela honestidade intelectual, pela transparência e por uma perspectiva humanista da Educação…

 

Passados quase dois anos, lendo o que escrevi naquela época, sinto-me completamente defraudada pela figura do Ministro da Educação… No momento actual, diria, até, que a minha avaliação de Fernando Alexandre se encontra nas antípodas do que já foi…

 

Quem leu e/ou ouviu as declarações do Ministro da Educação na última semana, e em particular na noite de 17 de Julho passado, percebe imediatamente que caiu a máscara a Fernando Alexandre…

 

Desde responsabilidades imputadas de forma ilegítima a terceiros, até ameaças explícitas dirigidas a Directores e/ou a Secretariados de Exames dos Agrupamentos de Escolas, passando pelo desprezo e desconsideração das competências dos Conselhos Gerais, houve um pouco de tudo…

 

Estamos efectivamente perante uma hecatombe sem precedentes, relativa à classificação digital dos Exames Nacionais, motivada por sucessivas trapalhadas tecnológicas, concebidas e promovidas pelo próprio MECI, cujo principal responsável político é, como não poderá deixar de ser, o próprio Ministro da Educação Fernando Alexandre…

 

Milhares de Alunos e respectivas famílias estão, neste momento, imersos na incerteza, na angústia e na ansiedade de não saberem como gerir todo o caos gerado pela incompetência alheia, que mais não fez do que descredibilizar todo o processo de classificação dos Exames Nacionais…

 

Por muito que o Ministro da Educação o pretendesse, a realidade não é mascarável por “truques” e estratégias ardilosas, nem anulável por ameaças que, depreende-se, teriam como objectivo impor a ideia de que nas escolas reinam a tranquilidade e a normalidade…

 

Mas a normalidade nunca poderá ser o que estamos a viver…

 

O que estamos a viver é um verdadeiro pesadelo, tendo como principais vítimas da incúria alheia os próprios Alunos, que acabaram arrastados para um intrincado de confusões e de problemas, muito difícil de solucionar…

 

Alunos que já não conseguirão livrar-se do enredo caótico em que os submergiram…

 

Afinal, quem será responsabilizado por esta inenarrável saga, em particular por eventuais danos infligidos aos Alunos? Com que consequências?

 

Definitivamente, caiu a máscara ao Ministro da Educação…

 

Paula Dias

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COMUNICADO – Relativamente às classificações dos Exames Finais

Relativamente às classificações dos Exames Finais Nacionais do Ensino Secundário, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) esclarece o seguinte:

• Foram ontem à noite e esta manhã afixadas nas escolas ou disponibilizadas online as classificações dos Exames Finais Nacionais do Ensino Secundário. O MECI agradece aos Diretores o notável esforço adicional para que aquelas fossem do conhecimento dos alunos e das famílias;

• Começaram na sexta-feira à noite a ser enviadas às escolas classificações de provas que estavam em falta e que, por esse motivo, no momento de extração dos resultados apareceram nas pautas com a menção “suspenso” ou com números negativos, quando existe uma classificação atribuída. As escolas estão a proceder à atualização das pautas e das plataformas de disponibilização dos resultados a alunos e encarregados de educação;

• Ao longo do processo de classificação surgiram situações que requereram uma análise complementar para garantir o rigor da avaliação, tais como provas enviadas tardiamente pelas escolas, folhas de versão em falta (se o aluno realizou a versão 1 ou 2 da prova), folhas de continuação em falta e folhas de continuação em branco sem correspondência a um número convencional de aluno;

• Todas as situações que possam corresponder a desconformidades serão averiguadas;

• As situações exemplificadas em cima foram sendo resolvidas continuamente durante o período de classificação. Na sexta-feira, à hora de envio dos resultados para as escolas, o EduQA/JNE decidiu que, nos casos ainda em resolução, as classificações seriam publicadas com a menção “suspenso”, de modo a prevenir erros que prejudicassem os alunos;

• O EduQA informará ainda hoje as escolas sobre as classificações que permanecem com a menção “suspenso” e cuja resolução carece de informação adicional por parte dos estabelecimentos de ensino, tendo em vista a sua resolução definitiva;

• O Ministério da Educação, Ciência e Inovação assegura que nenhum aluno será prejudicado no acesso ao Ensino Superior por motivos não imputáveis ao próprio;

• Os alunos que pedirem a reapreciação da sua prova poderão usá-la na 1.ª fase do Concurso Nacional de Acesso, tal como previsto no Regulamento do Concurso Nacional de Acesso e Ingresso no Ensino Superior Público para a Matrícula e Inscrição no Ano Letivo de 2026-2027:

“Sempre que o resultado da reapreciação ou da reclamação de uma classificação de um exame final nacional do ensino secundário ou de outro elemento considerado no cálculo da nota de candidatura só seja conhecido após o fim do prazo da candidatura, e dele resulte uma alteração de classificação, é facultada, até três dias seguidos após a respetiva divulgação:

a) A apresentação da candidatura, aos candidatos que só então reúnam condições para o fazer;

b) A alteração da candidatura, aos candidatos que a tenham já apresentado.”

• A inscrição para a 2.ª fase dos Exames Finais Nacionais do Ensino Secundário é realizada, como habitualmente, de forma online através da Plataforma de Inscrição Eletrónica em Provas e Exames (https://jnepiepe.dge.mec.pt/site/login ), terminando o prazo de inscrição na segunda-feira, dia 20 de julho.

• Encontra-se ativa desde a manhã de hoje a versão final da plataforma que permite a disponibilização das provas em formato PDF, com a respetiva classificação item a item, tendo as escolas recebido instruções tendo em vista o seu envio aos alunos ou encarregados de educação;

• Este acesso, disponibilizado pela primeira vez nos Exames Nacionais, de forma gratuita, assegura que os alunos podem verificar todos os seus exames, confirmar se as suas respostas foram classificadas e conhecer a avaliação por item. Esta medida visa garantir total transparência no processo de avaliação externa das aprendizagens;

• Como já anunciado publicamente, será realizada uma auditoria externa ao processo de classificação digital, visando a identificação detalhada das falhas e dos erros que originaram problemas.

• O Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, e o Secretário de Estado Adjunto e da Educação, Alexandre Homem Cristo, reuniram-se hoje à tarde com o Conselho das Escolas, com a Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), com a Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), com a Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) e com a Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP) para um ponto de situação.

• O Ministério da Educação, Ciência e Inovação lamenta os atrasos e os constrangimentos verificados e expressa desculpas aos alunos, às famílias, aos

Gabinete de Imprensa do Ministério da Educação, Ciência e Inovação

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Calendário do Concurso Quase Fechado

Deixo a atualização do calendário de concurso 2026/2027 quase fechado, onde surgem apenas duas datas a vermelho que presumo venham a acontecer: a validação da candidatura à MI e o Pedido de Horários/ICL2 que deverão ocorrem nos primeiros 3 dias úteis da próxima semana, apesar do processo de matrículas estar ainda a decorrer. Até é possível que o pedido de horários/ICL 2 atrase mais uns dias devido a esta situação de atraso na públicação das notas dos alunos do 9.º ano.

O dia 31 de julho parece-me a data mais provável para publicação das listas definitivas de colocações da Mobilidade Interna e da Contratação Inicial se o limite para o pedido de horários for mesmo no dia 22 de julho. Caso atrase deve também ser atrasado para o mês de agosto a publicação das listas definitivas.

 

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Escolas estão a receber novos ficheiros de alunos com nota em suspenso

As escolas estão a receber hoje novos ficheiros com a nota dos exames de alunos que na sexta-feira tinham a sua classificação em suspenso, disse o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas.

Escolas estão a receber novos ficheiros de alunos com nota em suspenso

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Divulgação – Concentração de Professores em Defesa da Gestão Democrática das Escolas – 11 de setembro

 

A apresentação do novo modelo de Autonomia, Administração e Gestão das Escolas pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação levantou legítimas preocupações junto de muitos professores.

Embora ainda aguardemos pela divulgação do articulado, os princípios apresentados apontam para um reforço significativo da liderança e das competências do diretor, bem como para alterações na composição e funcionamento dos órgãos de gestão, designadamente do Conselho Geral.

A gestão das escolas já hoje se encontra muito distante do modelo de gestão democrática que durante anos caracterizou a Escola Pública. A concretizarem-se as orientações agora anunciadas, receio que estejamos perante um modelo ainda mais centralizado e autocrático, com uma excessiva concentração de poderes, em prejuízo da transparência, do escrutínio e da participação da comunidade educativa.
Uma escola pública de qualidade exige equilíbrio de poderes, prestação de contas e uma participação efetiva de professores, alunos, pais e restante comunidade educativa. A autonomia das escolas não pode servir de fundamento para diminuir a gestão democrática.
É neste contexto que convoco uma concentração de professores para manifestar preocupação com a reforma anunciada e defender uma gestão verdadeiramente democrática das escolas.

📅 Data
11 de setembro (sexta-feira)

🕝 Hora
14h30

📍 Local
Ministério da Educação, Ciência e Inovação
Avenida Infante Santo, n.º 2 – Lisboa

Convido todos os colegas que partilhem estas preocupações a juntarem-se a esta iniciativa. Independentemente das posições de cada um sobre o articulado, que ainda será conhecido, considero importante afirmar que qualquer reforma da gestão das escolas deve reforçar a democracia, a transparência, a participação e a responsabilização, e não caminhar no sentido contrário.

A Escola Pública merece uma gestão democrática. A voz dos professores deve ser ouvida.

José Pereira da Silva

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Resultados da Mobilidade Por Doença

Os candidatos à Mobilidade Por Doença acabaram de ser notificados dos resultados deste pedido.

basta consultarem o SIGRHE  na área da Mobilidade Por Doença.

 

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Já São 19:36 e Nada de Provas Ainda

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Informação sobre o processo de classificação dos exames nacionais e provas finais do ensino básico

O processo de classificação digital das provas de avaliação externa constitui uma operação de elevada complexidade técnica e organizacional, envolvendo milhares de classificadores, centenas de milhares de respostas de alunos e um conjunto de procedimentos exigentes destinados a assegurar a equidade entre os alunos e a validade dos resultados.

O processo que o JNE/EduQA desenvolveu no presente ano letivo, pela primeira vez no sistema educativo português, enfrentou dificuldades que são já do conhecimento público. Ainda assim, foram mobilizados professores, técnicos e colaboradores da INCM, cujo trabalho, a par do esforço dos professores classificadores, tornou possível a classificação digital das provas de avaliação externa.

A transição digital na classificação dos exames nacionais e das provas finais do ensino básico envolve a digitalização das folhas de resposta, o respetivo tratamento digital e a disponibilização das provas para classificação. Pela natureza desta operação, podem ocorrer dificuldades técnicas ou organizativas, como falhas de digitalização, imagens incompletas ou ilegíveis, ausência de páginas ou itens e associação incorreta de ficheiros.

No presente ano letivo, foram realizadas 290.351 provas, correspondentes a 2.059.974 itens digitalizados. Em situações excecionais, pode verificar-se o extravio de uma folha da prova ou a indisponibilidade de um ou mais itens de resposta por motivo não imputável ao aluno. Embora estas ocorrências sejam residuais, exigem procedimentos específicos, uniformes, verificáveis e transparentes.

O princípio orientador deve ser o de assegurar que nenhum aluno seja prejudicado por uma ocorrência administrativa, técnica ou logística alheia à sua vontade, preservando simultaneamente a integridade da avaliação, a comparabilidade dos resultados e a transparência do procedimento adotado.

Face ao exposto, o JNE/EduQA considera adequado assegurar a publicação das classificações dos exames nacionais do ensino secundário, ainda hoje, dia 17 de julho de 2026, até às 19h30, e posteriormente definir o procedimento a aplicar às provas com itens em falta, nomeadamente em sede de consulta, reapreciação ou reclamação. Nesse sentido, serão dadas, oportunamente, mais orientações às escolas sobre esta matéria. Estes casos, estarão sinalizados nas pautas com “suspenso”.

No âmbito das Provas Nacionais 2026, e a fim de facilitar o acesso às provas pelos alunos e encarregados de educação, o JNE/EduQA disponibiliza a Plataforma de Envio de Exames, através da qual cada Agrupamento Escolar poderá aceder aos exames das escolas que o integram.

Por outro lado, tendo em conta a necessidade de priorizar a divulgação dos resultados dos exames nacionais do ensino secundário, que são determinantes para o acesso ao ensino superior e cuja 1.ª fase de candidatura decorre online a partir do dia 20 de julho, o JNE/EduQA decidiu adiar a afixação das pautas de resultados das provas finais de ciclo para o início da próxima semana.

Agradecemos, desde já, a vossa constante colaboração, essencial para garantir um acesso seguro e atempado aos exames e aos resultados da avaliação externa.

O Presidente do Júri Nacional de Exames

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Avaliação Psicológica, Mais Uma Parvoíce da AGSE

A AGSE percebeu agora da sua (IN)CAPAZcidade em aplicar a Avaliação Psicológica a tantos candidatos e remete para as escolas a compra das provas de avaliação psicológica.
E quem as vai aplicar, Sr. Capaz?
Está praticamente tudo de férias a partir do dia 23 de Julho.
Cara(o) Diretor(a),

 

Nos termos do disposto no n.º 2 do artigo 17. º da Portaria n.º 233/2022, de 9 de setembro, a avaliação psicológica é realizada, preferencialmente, pela Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP). Todavia, conforme disposto no n.º 3 da mesma norma legal, a avaliação psicológica pode ser realizada pela entidade empregadora pública responsável pelo recrutamento, com recurso aos seus próprios técnicos que detenham habilitação académica e formação adequadas ou através de entidade especializada, quando, fundamentadamente, se revele inviável a aplicação do método pela entidade referida no número anterior.

Tendo a DGAEP manifestado impossibilidade para proceder à aplicação do referido método de avaliação a um tão elevado número de candidatos num prazo relativamente curto, nos termos do n.º 3 do artigo 17. º da Portaria n.º 233/2022 cada um dos AE/EñA pode realizar a avaliação psicológica no âmbito dos procedimentos em curso.

Nessa medida,  foi consultada a SHLportugal.pt, entidade que foi contratada pela DGAEP aquando do último procedimento de recrutamento centralizado desenvolvido por aquele serviço.

Subsequentemente, suscitámos o parecer da DGAEP sobre a mencionada proposta, a qual se pronunciou conforme informação que se anexa.

Tendo presente os elementos que agora se partilham, podem os AE/EñA dar início à aquisição das provas de avaliação psicológica às entidades especializadas existentes no mercado.

A AGSE irá, no imediato, proceder à transferência do montante necessário para o efeito.

Muito obrigado.

Com os melhores cumprimentos,

 

O Presidente do Conselho Diretivo

Raúl Capaz Coelho

 

INF 29 – DGAEP_DEOR_signed

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Aproveito Para Lembrar…

… que hoje é o último dia de candidatura à Mobilidade Interna.

 

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Já Não Tenho Mais Palavras

… para o que se está a passar na tarde de hoje.

A 2.ª fase tem início na próxima segunda-feira e os alunos necessitam de se inscrever no PIEPE para esta fase e com 24 horas de antecedência devem ser publicadas as listas de alunos inscritos.

Agora façam contas para tentarem perceber como é isto possível.

Façamos apostas.

Daqui até segunda-feira quem é que cai no MECI?

O Ministro, um dos Secretários de Estado, o Presidente do EduQA (por arrasto também pode ser o da AGSE), o presidente do JNE ou o Coordenador do secretariado de exames da vossa escola?

Eu aposto mais neste último, que é o que se adequa mais à figura de Porteiro.

 

 

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As notas dos exames serão publicadas hoje

O ministro da Educação, Fernando Alexandre, garantiu que todas as provas dos exames nacionais estão já classificadas, no dia em que estava prevista a saída e publicação das pautas dos alunos nos respetivos estabelecimentos escolares. “O júri nacional de exame tem todas as classificações prontas para distribuir às escolas por isso eu não antecipo razão nenhuma para que hoje não sejam publicadas todas as notas de todos os exames nacionais”, referiu Fernando Alexandre antes da entrada para o debate de urgência convocado pelo PCP.

Ministro da Educação garante que todos os exames estão classificados e que as notas serão publicadas hoje

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Eu resisto, tu resistes, ele resiste…  – Paula Dias

 

Perante uma hecatombe sem precedentes, relativa à classificação digital dos Exames Nacionais, motivada por sucessivas trapalhadas tecnológicas, concebidas e promovidas pelo próprio MECI, o 1º Ministro brindou-nos com esta pérola de desonestidade intelectual:

 

“O primeiro-ministro, Luís Montenegro, acusou alguns professores de “resistência” à digitalização dos exames nacionais e de, com isso, perturbarem o processo.” (Jornal de Notícias, em 15 de Julho de 2026).

 

Luís Montenegro parece confundir, propositadamente, “resistência à digitalização dos Exames” com resistência aos sucessivos disparates propalados pelo actual Governo nos últimos dias, entre outros, várias acusações falsas dirigidas às escolas e aos Professores, com a intenção clara de atribuir a essas entidades a responsabilidade pelo muito que tem corrido mal no processo de classificação dos Exames…

 

Chega mesmo a parecer que Luís Montenegro e Fernando Alexandre recusam percepcionar e admitir o óbvio, talvez apostados em “oficializar” um pensamento institucional dominado pela mentira e por estratégias ardilosas…

 

– Para que não restem dúvidas, no caso presente, “resistência” significa, sobretudo, reagir e opor-se aos dislates proferidos por Luís Montenegro e por Fernando Alexandre nos últimos dias, que foram dando mostras de não serem capazes de admitir os próprios erros…

 

Eu resisto, tu resistes, ele resiste…

 

Não sendo Professora, estou com os Professores. Partilho a sua resistência.

 

E afirmo com toda a convicção:

 

– Resistimos, sem vacilar, não à digitalização dos Exames Nacionais propriamente dita, mas antes aos disparates deste Governo, começando e acabando na desonestidade intelectual demonstrada nos últimos dias, tanto pelo Ministro da Educação Fernando Alexandre como pelo próprio 1º Ministro Luís Montenegro…

 

Quando se juntam consecutivos erros clamorosos com um certo cinismo e desfaçatez obtêm-se indesculpáveis disparates, com consequentes estragos impossíveis de reparar…

 

Depois de tudo o que se passou na última semana com a classificação digital dos Exames Nacionais é mais do que óbvio que o Ministro da Educação falhou em toda a linha, permitindo que esse processo se tornasse caótico, destituindo-o dos exigíveis rigor e credibilidade…

Acredito que no dia 17 de Julho não haverá pautas de Exames afixadas nas escolas. Posso estar enganada, mas é esta a minha convicção…

 

Seja quando for, tudo o que virá a seguir à afixação das pautas nas escolas não será, com certeza, bonito de se ver…

 

Face ao anterior, obrigatoriamente, o Ministro da Educação deve demitir-se ou ser demitido. É assim em Democracia e também é assim que se assumem determinadas responsabilidades políticas…

 

A acção governativa de quem substituir Fernando Alexandre poderá ser pior ou melhor do que a do actual Ministro… Neste momento, isso não será muito relevante, tendo em conta o quão descredibilizada e fragilizada está a imagem de Fernando Alexandre…

 

Cá estaremos para escrutinar a acção governativa do próximo Ministro da Educação…

 

Por agora, resistimos, convictamente, aos disparates do 1º Ministro e do (ainda) Ministro da Educação…

 

E se isso fizer de nós alegados “perturbadores”, paciência, acho que conseguimos conviver com esse epíteto que, no caso presente, até é elogioso…

 

Paula Dias

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Confio nos classificadores

 

Todos os anos, quando chegam os exames nacionais, regressa também um velho hábito nacional: desconfiar. Desconfia-se dos critérios, das classificações, das plataformas, do Ministério e, inevitavelmente, dos professores classificadores. Como se milhares de profissionais deixassem, de um dia para o outro, de saber desempenhar a função para a qual foram selecionados e preparados.

A realidade é menos espetacular e muito mais interessante.

Classificar exames nacionais nunca foi uma tarefa simples. É um exercício de enorme responsabilidade, realizado sob prazos apertados e com a consciência de que cada decisão pode ter impacto no percurso académico de um aluno. Essa responsabilidade sempre existiu, muito antes da digitalização do processo.

Durante décadas, o modelo assentou na circulação física de provas, no transporte de centenas de folhas entre escolas e casas particulares, na gestão de documentação dispersa, em procedimentos administrativos morosos e numa carga burocrática que pouco contribuía para melhorar a qualidade da classificação. Era um sistema aceite por tradição, não por excelência.

A transição para uma plataforma digital veio resolver muitos desses problemas.

A classificação passou a decorrer num ambiente organizado, com acesso imediato aos critérios, sem transporte de provas em papel, sem riscos associados à sua guarda e com ferramentas que facilitam a leitura de respostas difíceis, como a possibilidade de ampliar a imagem. A especialização por item, frequentemente criticada, tem também uma vantagem difícil de ignorar: promove maior consistência na aplicação dos critérios, porque o classificador aprofunda o conhecimento de uma única questão ao longo de dezenas ou centenas de respostas.

Não é um sistema perfeito.

Mas, em muitos aspetos, representa uma evolução evidente.

O problema surgiu quando a modernização tecnológica não foi acompanhada pelo mesmo nível de preparação organizativa.

A distribuição faseada dos itens dificultou a gestão do trabalho e impediu que muitos classificadores organizassem antecipadamente o seu tempo. Erros de digitalização levantaram dúvidas legítimas sobre a integridade de algumas respostas. Pequenas alterações na plataforma foram introduzidas já durante o processo de classificação, quando deveriam ter sido testadas e estabilizadas previamente. As interrupções no funcionamento do sistema alimentaram insegurança num momento em que a estabilidade era indispensável.

E, como quase sempre acontece em Portugal, o ruído acabou por ganhar mais protagonismo do que os factos.

As redes sociais transformaram dificuldades pontuais em sinais de colapso. Comentários precipitados alimentaram a ideia de que todo o processo estaria comprometido. No meio dessa sucessão de críticas, quase passou despercebido o essencial: os classificadores continuaram a fazer o seu trabalho com o rigor e a responsabilidade habituais.

Convém não esquecer esse detalhe.

Uma plataforma informática pode falhar.

Uma digitalização pode conter erros.

Um procedimento pode revelar-se mal planeado.

Isso não significa que a classificação tenha deixado de assentar no profissionalismo de quem a realiza.

É precisamente por isso que a discussão deveria centrar-se onde realmente importa.

Não faz sentido lançar um modelo desta dimensão com a sensação de que ainda está a ser afinado durante a utilização. Sistemas que sustentam os exames nacionais exigem preparação, testes robustos, formação adequada e capacidade de resposta antes de envolverem milhares de professores e centenas de milhares de alunos.

Os encarregados de educação e os alunos têm todo o direito de acompanhar criticamente este processo e de exigir transparência.

Mas também faria bem ao debate público reconhecer um facto simples: os classificadores não são o problema.

São, aliás, a principal garantia de que o sistema continua a funcionar apesar das suas imperfeições.

A digitalização não deve ser abandonada. Pelo contrário.

É provavelmente o caminho certo.

Só não pode continuar a ser percorrido ao ritmo do improviso. Porque modernizar não é apenas trocar papel por ecrãs. É planear, testar e implementar com a mesma exigência que se pede, todos os anos, a quem tem a responsabilidade de classificar os exames nacionais.

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Um ministro aos papéis – João André Costa

 

Julho. O calor dobra as árvores e derrete o alcatrão enquanto milhares de jovens esperam por uma nota capaz de resumir dezoito anos de existência mais a cidade onde irão viver, a profissão escolhida e a vida.
Coisa pouca, portanto.
Não obstante (tambores a rufar), os exames nacionais descobriram uma nova forma de ansiedade: já não basta responder às perguntas, agora é preciso esperar, e já agora rezar, pela entrega dos exames na sua integridade a quem os corrige.
Chamaram-lhe modernização. Os exames passaram para uma plataforma digital e, de repente, os classificadores encontraram respostas incompletas, páginas com destino incerto, acessos interrompidos, prazos prolongados como roupa esquecida no estendal.
Não foi a tecnologia a falhar. Foi aquela velha convicção portuguesa de bastar inaugurar uma ponte para acreditar como a estrada já existe.
Porque as máquinas não respeitam decretos e os sistemas informáticos não se convencem em função de conferências de imprensa. A tecnologia tem uma qualidade profundamente incómoda: funciona apenas quando foi preparada para funcionar.
Em contracorrente, do outro lado do Canal da Mancha, as provas continuam a ser escritas em papel. Depois viajam para centros onde são digitalizadas página a página. Cada resposta transforma-se numa imagem e o corrector já não recebe um molho de exames de um único aluno, mas uma pergunta apenas. E centenas de vezes a mesma pergunta. Torna-se especialista naquele pedaço minúsculo do programa.
Se a classificação foge do padrão esperado, o sistema avisa. Se há discrepâncias, outro corrector revê. As somas fazem-se sozinhas. E os exames não desaparecem entre duas secretárias.
Não aconteceu de um ano para o outro. Começou discretamente no início deste século, quando ainda havia quem visse na leitura de respostas num ecrã uma heresia pedagógica. Vieram testes-piloto, anos de experimentação, falhas corrigidas sem alarmismo, investimento constante, formação de classificadores, aperfeiçoamento dos programas. Mais de vinte anos depois, ninguém discute a existência do sistema. Discutem-se apenas as notas.
Talvez seja essa a diferença menos tecnológica de todas.
Nós apaixonamo-nos pelo momento da inauguração. Gostamos da fotografia, da fita cortada, do ministro a sorrir diante de um ecrã onde tudo parece funcionar porque ninguém carregou ainda no botão errado. Os ingleses, na sua falta de romantismo, apaixonam-se antes pelo manual de instruções. Experimentam. Repetem. Corrigem. Voltam atrás. Há qualquer coisa de profundamente enfadonha nesta perseverança. E no enfado o sucesso.
Viva o enfado!
Antes o enfado!
Há uma espécie de lirismo nacional na improvisação, herdada sabe-se lá de onde. Talvez das caravelas, talvez das vindimas, talvez da convicção de como, no último instante, aparecerá sempre alguém suficientemente engenhoso para resolver as faltas dos outros. Se durante muito tempo essa habilidade salvou-nos, hoje tornou-se um método. Um método baseado em excepções a produzir excepções em série.
É propositado. Porque enquanto produzimos excepções, desacreditamos sistemas públicos em favor do privado num país a caminhar a passos largos para um futuro onde quem tem posses vai para as universidades privadas, quem tem ainda mais posses detém as universidades privadas e quem nada tem oferece a rendição, subjugado e sujeito às condições impostas. Isto no caso de haver condições…

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Palavra de ministro: “Estamos muito confiantes que amanhã à tarde publicaremos as notas de todas as disciplinas”

O ministro da Educação fez questão de falar aos jornalistas depois do debate do Estado da Nação. Numa intervenção curta, Fernando Alexandre sublinhou apenas que as notas dos exames vão ser divulgadas esta sexta-feira à tarde.

Palavra de ministro: “Estamos muito confiantes que amanhã à tarde publicaremos as notas de todas as disciplinas”

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Mas Porque É Que as Básicas Recebem Estes E-mails?

Eu acho que sei.

 

Porque mandaram embora quem fazia a triagem dos e-mails e agora é tudo a eito.

 

E a convocatória para a mesma causa também seguiu para todos os agrupamentos. com ou sem secundário.

 

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Também Não Deve Ser Muito Importante

Ao que parece as escolas vão ter de inserir os e-mail dos Encarregados de Educação, quando os alunos são menores de 18 anos, para acederem à prova digital.

Como se tal fosse possível.

Considero mesmo que o EduQA vive num planeta que não é o nosso.

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Petição- Reforma aos 60 anos para Auxiliares de Ação Educativa sem penalização

Reforma aos 60 anos para Auxiliares de Ação Educativa sem penalização

Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República,

Os cidadãos abaixo-assinados vêm pedir justiça para uma profissão tantas vezes esquecida, mas absolutamente essencial: os Auxiliares de Ação Educativa.
Todos os dias, estes profissionais cuidam, protegem e acompanham as nossas crianças com dedicação, paciência e carinho. São braços que acolhem, mãos que ajudam a crescer e olhos sempre atentos à segurança dos mais pequenos.
Mas por trás deste cuidado constante, existe uma realidade exigente e muitas vezes invisível.
Ser auxiliar não é apenas “estar com crianças”:
É levantar, correr, agachar, vigiar sem descanso
É lidar com o cansaço físico acumulado ao longo dos anos
É suportar uma carga emocional intensa, diariamente
Com o passar do tempo, o corpo já não responde da mesma forma. As dores aumentam, o desgaste acumula-se e o trabalho torna-se cada vez mais difícil — mas a responsabilidade mantém-se igual.
Como pode alguém, aos 65 ou mais anos, continuar a exercer uma função tão exigente, que requer agilidade, atenção constante e energia física?
Não se trata de privilégio. Trata-se de justiça.

Pedimos:

O reconhecimento dos Auxiliares de Ação Educativa como profissionais de desgaste rápido
A possibilidade de reforma aos 60 anos
Sem qualquer penalização na pensão
Conclusão
Cuidar de quem cuida das nossas crianças é um dever da sociedade.
Dar condições dignas de reforma a estes profissionais é reconhecer o seu valor, o seu esforço e a sua dedicação ao longo de uma vida inteira.

ASSINA

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FNE rejeita qualquer tentativa de responsabilizar os professores pelas falhas nos exames nacionais

A Federação Nacional da Educação (FNE) considera profundamente injusta e desadequada qualquer afirmação que procure associar os professores a uma alegada resistência ou perturbação do processo de digitalização dos exames nacionais.

FNE rejeita qualquer tentativa de responsabilizar os professores pelas falhas nos exames nacionais

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As Mobilidades Estatutárias Começaram a Ser Notificadas

Desde as 19:44, pelo menos, que as Mobilidades Estatutárias estão a ser notificadas. aos candidatos.

 

Exmos(as). Srs(as).,

Nos termos e para os efeitos a que se refere o artigo 114.º do Código do Procedimento Administrativo, aprovado em anexo ao Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro, ficam V. Ex.ªs notificadas que, por meu despacho de 15/07/2026, foi deferido o pedido de Mobilidade Estatutária, destacamento, do/a docente ………., para o exercício de funções no/a …………, ao abrigo do Artigo 68º do ECD, em conjugação com o disposto no n.º 3, do artigo 92.º da LTFP, aprovada pela Lei n.º 35/2014, de 20/06.

Mais se informa que a mobilidade é autorizada a 100%.

A Mobilidade Estatutária é autorizada por ano escolar, cessando em 31 de agosto de 2027, sem prejuízo do previsto no n.º 3 do artigo 69.º do ECD.

Com os melhores cumprimentos,

A Vogal da Agência para a Gestão do Sistema Educativo

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O fatal descaramento – Paulo Prudêncio

É vital retirar de vez a Educação da equação neoliberal e levar a sério o conselho da ministra da Educação da Estónia: confiar nos professores e manter os políticos longe da sala de aula.

O fatal descaramento

 

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Concursos para Técnicos Superiores nas Escolas, haverá condições para concluir os procedimentos até 31 de julho?

Depois da realização das Provas de Conhecimentos dos concursos para Técnicos Superiores promovidos pelos Agrupamentos de Escolas e Escolas Não Agrupadas, muitos candidatos interrogam-se sobre a possibilidade de todo o procedimento concursal ficar concluído ainda durante o mês de julho.

À luz da informação atualmente conhecida e da legislação em vigor, essa hipótese revela-se extremamente improvável.

O ponto de situação.

Os candidatos à categoria de Psicólogo realizaram a Prova de Conhecimentos no dia 14 de julho de 2026, enquanto os candidatos às restantes categorias de Técnico Superior — como Assistentes Sociais, Terapeutas da Fala e Técnicos de Informática — realizam a prova no dia 15 de julho.

Entretanto, foi comunicado aos candidatos que os júris apenas terão acesso às classificações das provas cerca de cinco dias úteis após a sua realização, o que significa que os resultados apenas deverão começar a ser conhecidos nos dias 22 ou 23 de julho.

Acresce que continua sem ser conhecida a data da realização da Avaliação Psicológica, método de seleção previsto para estes concursos.

Só estes dois elementos permitem perceber que o procedimento ainda se encontra longe da sua fase final.

O que prevê a legislação?

Os concursos são regulados pela:

  • Lei n.º 35/2014, de 20 de junho (Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas);
  • Portaria n.º 233/2022, de 9 de setembro, que estabelece as regras dos procedimentos concursais na Administração Pública;
  • Código do Procedimento Administrativo, aplicável às notificações, audiências dos interessados e demais atos administrativos.

O facto de a entidade promotora ser um Agrupamento de Escolas ou uma Escola Não Agrupada não altera estas regras, que são comuns à generalidade da Administração Pública.

O primeiro momento decisivo.

Se os resultados da Prova de Conhecimentos forem divulgados nos dias 22 ou 23 de julho, o júri poderá, desde logo, convocar os candidatos aprovados para o método de seleção seguinte.

A Portaria n.º 233/2022 determina que essa convocatória deve respeitar uma antecedência mínima de cinco dias úteis.

Assim, admitindo que a convocatória seja enviada logo após a divulgação das classificações, as primeiras Entrevistas de Avaliação de Competências apenas poderão realizar-se, previsivelmente, no final de julho ou nos primeiros dias de agosto.

É possível acelerar o procedimento?

Existe uma solução que permitiria ganhar algum tempo.

Os júris podem convocar imediatamente os candidatos aprovados na Prova de Conhecimentos para a Entrevista de Avaliação de Competências, sem aguardarem pelo encerramento de todas as formalidades relacionadas com esse método de seleção.

Se essa opção for adotada, as entrevistas poderão decorrer logo no final de julho e os respetivos resultados ficarão disponíveis praticamente em simultâneo com os restantes métodos.

Contudo, esta aceleração resolve apenas uma parte do procedimento.

Continua a faltar a Avaliação Psicológica.

Até ao momento, não foi divulgada qualquer data para a realização da Avaliação Psicológica.

Embora este método possa decorrer em paralelo com outras fases do concurso, continua a ser um passo indispensável antes da elaboração da classificação final dos candidatos.

Enquanto não estiver concluído, o júri não poderá elaborar a lista unitária de ordenação final.

A fase final continua a ser obrigatória.

Depois de concluídos todos os métodos de seleção, o procedimento ainda não termina.

O júri terá de:

  • elaborar a lista unitária de ordenação final;
  • notificar os candidatos;
  • garantir o exercício do direito de audiência dos interessados, nos termos do Código do Procedimento Administrativo;
  • apreciar as eventuais pronúncias apresentadas;
  • remeter a lista para homologação pelo Diretor do Agrupamento de Escolas ou da Escola Não Agrupada;
  • proceder à publicação da lista homologada.

Só após estes atos o procedimento concursal se considera legalmente concluído.

Então, é possível terminar até 31 de julho?

Considerando que:

  • os júris apenas recebem as classificações das provas cerca de cinco dias úteis após a sua realização;
  • a Entrevista de Avaliação de Competências ainda terá de ser realizada;
  • a Avaliação Psicológica continua sem calendário conhecido;
  • subsistem vários atos administrativos obrigatórios antes da homologação da lista final;

A resposta é clara.

Mesmo admitindo que os Agrupamentos de Escolas atuem com a máxima celeridade e pratiquem todos os atos logo que legalmente possível, não existem condições objetivas para que os procedimentos concursais estejam concluídos até ao dia 31 de julho de 2026.

O cenário mais plausível é que o mês de agosto seja dedicado à conclusão dos métodos de seleção, à elaboração da lista de ordenação final, ao cumprimento das garantias procedimentais previstas na lei e à respetiva homologação.

Mais do que uma questão de rapidez administrativa, está em causa o respeito pelos princípios da legalidade, da igualdade de oportunidades e das garantias de participação dos candidatos, pilares essenciais de qualquer procedimento concursal na Administração Pública.

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COMUNICADO do MECI – 14 DE JULHO DE 2026

COMUNICADO

Termina hoje, dia 14, o período previsto para os professores classificadores concluírem as suas classificações. Trata-se de um processo em que participaram mais de 11.500 professores classificadores, aos quais o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) agradece o trabalho, a dedicação e o compromisso com a classificação rigorosa das provas dos alunos, sobretudo num contexto de perturbação e elevada exigência.

Os dados registados na plataforma de classificação mostram que às 18h30 de hoje estavam classificadas 98% das respostas. Esta percentagem terá ainda evolução ao longo das próximas horas.

De acordo com o EduQA, e de forma a garantir todas as condições de rigor exigidas no processo de avaliação externa, na quarta-feira prosseguirá a classificação dos exames que não estejam classificados até ao final do dia de hoje.

Esta decisão, segundo o EduQA, não põe em causa a afixação das pautas na sexta-feira, existindo margem temporal suficiente para executar as etapas necessárias entre o fecho do processo de classificação e a afixação dos resultados nas escolas na sexta-feira, dia 17.

O MECI tem um compromisso irredutível com o rigor e a qualidade da classificação das Provas Finais e dos Exames Nacionais dos alunos. Por isso, este período de classificação tem sido acompanhado, na Imprensa Nacional – Casa da Moeda (INCM), por um processo de verificação e validação do sistema de classificação eletrónica das Provas Finais do Ensino Básico (Matemática) e dos Exames Finais Nacionais do Ensino Secundário. O objetivo desse processo foi garantir que os itens entregues aos professores para classificação estavam completos, correspondendo às respostas dadas pelos alunos nos exames em papel.

Conforme foi comunicado ontem, identificaram-se situações de folhas mal digitalizadas ou não digitalizadas, assim como de provas não entregues pelas escolas às forças de segurança, para transporte para a INCM. Todas essas situações obrigaram a um rigoroso processo de verificação e validação.

Os 2% de respostas ainda por classificar resultam, em parte, desse processo de verificação e validação, indispensável para assegurar o rigor e a qualidade do processo de classificação eletrónica, estando nomeadamente em causa situações de:

• Novas digitalizações de folhas ou de provas de alunos, por deteção de falhas de digitalização;

• Reclassificações de itens já antes avaliados pelos professores classificadores, por correção de uma folha de enunciado ou de continuação na prova do aluno;

 Entregas tardias, pelas escolas, de provas de alunos que deveriam ter sido devidamente entregues às forças de segurança para transporte para a INCM.

A confiança no rigor da avaliação externa é indispensável para a credibilidade no sistema educativo. Essa confiança constrói-se com transparência, razão pela qual o MECI tornará simples e rápido o acesso dos alunos às suas provas digitalizadas, permitindo-lhes verificar a integridade das suas provas e conhecer as suas classificações. Esse acesso será concedido através das escolas, uma vez que o anonimato dos exames apenas pode ser quebrado nas escolas, não havendo forma de, centralmente, fazer corresponder os números convencionais das provas e a identidade dos alunos.

Nas reuniões que o MECI realizou ontem com o Conselho das Escolas e com as associações de diretores ANDAEP e ANDE, sobre Autonomia e Gestão Escolar, foram partilhadas informações sobre como será concedido o acesso às provas dos alunos, com recurso a uma plataforma digital. As escolas receberão um documento com todas as orientações para esse processo.

O MECI assegura todo o rigor e transparência do processo de classificação das Provas Finais e dos Exames Finais Nacionais. O MECI reafirma o seu agradecimento pelo empenho, dedicação, disponibilidade e sentido de responsabilidade de todos os professores e técnicos envolvidos neste processo.

 

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Artigo em Aberto Para os Psicólogos Comentarem a Sua Experiência na Prova de Conhecimentos

Sobre este assunto não me vou alargar muito, porque foi o concurso mais surreal que até agora vi aberto pelo Ministério da Educação.

Para além da prova ter sido adiada por duas ou três vezes (já perdi a conta), a mesma acabou por realizar-se hoje às 14:30 (ou quando os candidatos conseguissem entrar na prova).

Pela AGSE, foi marcada às 13:04 uma sessão de esclarecimento para as 13:30, que acabou por estar em funcionamento ao longo de toda a tarde. Na própria sessão foram dadas novas informações sobre a aplicação da prova que já estava a decorrer, e em alguns casos foi pedido que fossem informados os candidatos enquanto estavam a realizar a prova.

A entrada na prova fazia-se com o n.º de contribuinte do candidato e pelo que foi dito na sessão da AGSE, para a semana todas as escolas iriam recebem as classificações de todos os candidatos onde a identificação do candidato seria o seu número de contribuinte. Ainda se fosse o n.º SIGRHE até compreendia, mas como as escolas vão receber uma lista de alguns milhares de nomes ordenados pelo n.º de contribuinte não sei onde os júris vão saber quem é o candidato por esta ordem. É que este número não é facilmente extraível das listagens dos candidatos e consta apenas (sem qualquer garantia que esteja correto) do interior do formulário de candidatura.

Se todos falam no atraso da correção dos exames, este assunto merecia um maior destaque porque é asneira em cima de asneira que o MECI está a fazer.

Mas cada um que relate a sua experiência nesta absurda Prova de Conhecimentos.

 

 

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Correção dos exames estendida por mais 12 horas

É o tudo por tudo para cumprir a entrega das notas dos exames. Classificadores terão afinal até ao meio-dia desta quarta-feira para entregar as notas. Há itens ainda a ser distribuidos a professores: pelo menos num caso terão sido entregues cerca de 400 hoje.

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Demite-se Vice da AGSE

 

Segundo notícia vinculada pela RTP Noticias, o Vice Presidente da AGSE,  demitiu-se.

Aguardemos pelo próximo, depois do que se passou hoje com a Prova de Conhecimento dos Psicólogos…

 

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Valha-nos a Paciência para Aturar Incapazes

A prova dos Técnicos Superiores para Psicólogos começou às 14:30.

À mesma hora a AGSE ainda está reunida com os Júris para dar informações sobre a Prova que já teve início.

As informações transmitidas durante a manhã aos diversos júris estavam erradas, com link errados.

É preciso muita paciência para aturar gente (IN)Capaz de organizar um concurso desta dimensão.

Ao que parece foi agora dito que a Prova podia ter início quando fosse possível o candidato entrar na prova.

 

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Das Incapacidades… de organização

Às 13:10, marcam uma reunião para as 13:30. No âmbito da realização das provas de conhecimentos, e com o objetivo de garantir o acompanhamento e apoio contínuo às escolas durante todo o processo.

Deram conta que fizeram disparate…

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Matriculas para o 10.º e 12.º anos de 15 a 24 de julho

As inscrições para o 10.º e 12.º anos irão decorrer entre os dias 15 e 24 de julho, segundo o novo calendário das matrículas e renovações hoje publicado em Diário da República e assinado pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre.

Despacho n.º 8885-A/2026

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Revisão do Regime de Autonomia e Gestão Escolar

Screenshot

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Print Screen de Uma Candidata QZP que Não Tem O Separador da Mobilidade Interna

O separador da Mobilidade Interna tem sido o 4 Separador deste Menu.
A candidata do quadro que é QZP está desesperada porque não lhe aparece o menu da Mobilidade Interna para poder concorrer.
Mas parece que não é caso único.

Disse-lhe que o menu dela deve estar junto das provas em falta e que o EduQa vai trabalhar esta noite toda para o encontrar.

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O Paulo Já Fez o Slide Pela IA

… mas se for apenas isto não estou para aturar por muito tempo este lugar.

Ainda arrisco que o valor das remunerações sejam atrativos, porque se não forem… Não devem faltar CAP por aí, sedentas de algum poder.

 

O Novo Estatuto Do Director Num Resumo Da Apresentação Em 3 Slides Pobrezinhos

 

Esqueçam qualquer abertura do modelo a maior democraticidade interna. Acho que nem sobre os suplementos deram informações, apesar de garantirem que o documento está feito. aceitam contributos, mas para arquivar. Este é um resumo da curta informação recebida de alguns “representantes”.

 

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