A Redução da Componente Letiva no Ensaio de um Novo ECD

A redução da componente letiva para além de ser um reconhecimento do desgaste do tempo de serviço docente, é também uma forma de compensação por força do desgaste na profissão.

A primeira redução da componente letiva atualmente situa-se nos 50 anos de idade com 15 anos de serviço,  sendo a maior redução aos 60 anos de idade, independentemente do tempo de serviço.

O atual regime de monodocência tem dois momentos de redução total de componente letiva, aos 25 e aos 32 anos de serviço e uma redução de 5 horas a partir dos 60 anos de idade.

Nesta proposta a redução da componente letiva inicia-se aos 8 anos de serviço, independentemente da idade e acresce mais duas horas de redução a cada mudança de escalão, no regime normal.

No caso do regime de monodocência seria possível que em cada escalão pudesse ser concedido um ano de isenção de componente letiva, podendo o docente optar por transportar para o ou os escalões seguintes esse ano de redução total da componente letiva. Podendo neste caso, nos últimos 8 anos de carreira o docente optar pelo trabalho a meia jornada de trabalho, ou beneficiar de 4 anos de redução da componente letiva.

Em ambas as situações, a aposentação sem penalizações seria concedida aos 40 anos de serviço, independentemente da idade.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/a-reducao-da-componente-letiva-no-ensaio-de-um-novo-ecd/

O que é Deplorável…

É o aproveitamento da dor de terceiros em beneficio próprio, ou de outros, sem indícios fortes que nos sustenham os argumentos.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/o-que-e-deploravel/

Publicação da Lista Definitiva do Procedimento para a celebração de contratos de associação 2019

 

Encontra-se publicada a lista definitiva do procedimento para a celebração de contratos de associação 2019.

 

Lista Definitiva do Procedimento para a celebração de contratos de associação

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/publicacao-da-lista-definitiva-do-procedimento-para-a-celebracao-de-contratos-de-associacao-2019/

A Ler – Mas… Mas… Mas… Então A Festa da Doutora Maria De Lurdes?

Mas… Mas… Mas… Então A Festa da Doutora Maria De Lurdes? | O Meu Quintal

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/a-ler-mas-mas-mas-entao-a-festa-da-doutora-maria-de-lurdes/

Crónica Diária da República das Bananas – A Pandilha do Gamanço que Se Protege

Poderosos encobriram-se uns aos outros na comissão de inquérito à CGD, diz relatório

 

Mortágua e Meireles foram as que mais brilharam no inquérito à Caixa. Aparecem 123 vezes no relatório – ECO

 

PS:

E não podemos saber quem é?

Não é o contribuinte que paga os buracos todos feitos por esta máfia?

Há fantasmas, caloteiros e repetentes. Os números dos grandes devedores da banca – ECO

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/cronica-diaria-da-republica-das-bananas-a-pandilha-do-gamanco-que-se-protege/

Estrutura da Carreira – Primeiro Artigo

Deixo um primeiro artigo do que penso ser uma nova estrutura da carreira docente.

Atualmente temos uma carreira horizontal estruturada em 10 escalões com contrangimentos vários para a sua progressão.

Existe uma enorme diferença salarial entre o início e o fim da carreira que torna a carreira pouco atrativa para quem ser professor. E os últimos escações são atualmente quase inacessíveis à maioria dos docentes.

Entendo que a carreira devia ser valorizada remuneratóriamente no início em detrimento dos escalões finais de carreira, por isso entendo que a carreira devia iniciar-se no índice 200 e terminar no índice 300. Continuo a achar o mesmo que achava em 2005 e entendo que a carreira devia ser verticalizada de forma transitória para o exercício de cargos de gestão e administração pedagógica.

Com a atual estrutura da carreira e de acordo com dados de março de 2019 no Portal do Governo, existem 102.494 docentes de acordo com a distribuição por escalão conforme quadro em baixo.

Para a apresentação desta nova estrutura faço a comparação dos vencimentos entre as duas carreiras, fazendo uma distribuição dos docentes quase equitativa entre escalões.

O princípio desta nova carreira passaria pelo seguinte:

  • Os docentes contratados vencem pelo 1.º escalão da nova carreira docente.
  • Na transição para a nova carreira é contabilizado todo o tempo de serviço docente, as quais acrescem as bonificações obtidas por avaliações de desempenho superior a bom e que tenham sido bonificadas, assim como os graus adquiridos que permitiram a bonificação de um ou de dois anos no escalão, conforme se tenha tratado de grau de mestre ou de doutor, respetivamente.
  • O tempo de serviço dos docentes que transitoriamente exercem categoria funcional é inteiramente considerada quando do regresso do docente à sua carreira docente.

 

NOTA: Estes artigos são apenas um exercício pessoal para lançar a debate uma discussão sobre uma eventual alteração à estrutura da carreira docente e terão seguimento futuro em breve.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/estrutura-da-carreira-primeiro-artigo/

Pelo Educare – Concurso de acesso ao Ensino Superior arranca hoje [17-07] com total de vagas quase igual

Concurso de acesso ao Ensino Superior arranca hoje com total de vagas quase igual » Educare – O Portal de Educação

A primeira fase de candidatura ao ensino superior começa hoje e termina no início de agosto, com 50 860 vagas no concurso nacional de acesso, um total praticamente inalterado face a 2018. Nas universidades de Lisboa e do Porto, 11 cursos muito procurados pelos melhores alunos abrem mais 107 vagas.

Segundo dados oficiais hoje divulgados, o número de vagas no concurso nacional de acesso deste ano é praticamente igual ao de 2018, quando foram a concurso 50 852 vagas.

No total, contabilizando também os concursos locais de acesso, os lugares disponíveis são 51 568.
Em 2019, os candidatos têm 1087 cursos à disposição nas universidades e politécnicos públicos e a expectativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) é que o número de candidatos seja semelhante ao de 2018.

“Face aos resultados dos exames nacionais já realizados é expectável que o número de candidatos às vagas colocadas a concurso seja também semelhante face ao ano anterior”, lê-se numa nota do MCTES.

Continue a ler

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/pelo-educare-concurso-de-acesso-ao-ensino-superior-arranca-hoje-17-07-com-total-de-vagas-quase-igual/

Pelo Educare – FENPROF contesta “sobretrabalho” e palavras cruzadas

FENPROF contesta “sobretrabalho” e palavras cruzadas » Educare – O Portal de Educação

Federação Nacional dos Professores mantém greve ao trabalho extraordinário depois de reunir com a tutela, pede que se acabem com abusos e ilegalidades nesta matéria, e exige um pedido de desculpas ao semanário Expresso por transmitir a ideia de que os docentes “estão sempre em greve, ficando as sobras para ensinar”. A greve também é uma lição de cidadania, sublinha a organização sindical.

A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) vai manter a greve ao trabalho extraordinário no próximo ano letivo, caso os horários não sejam entretanto alterados, abrangendo assim todo o trabalho marcado fora do horário semanal das 35 horas de serviço docente. A greve poderá começar no primeiro dia de aulas. Segundo a organização sindical, a reunião, realizada na última segunda-feira com o secretário de Estado da Educação, não trouxe novidades. A tutela, sustenta, “não reconhece problemas, considera que a culpa é do Estatuto da Carreira Docente e nada parece querer fazer para acabar com o ‘sobretrabalho’ imposto aos professores”.

Na agenda do encontro, estava a questão dos horários de trabalho e a vontade de eliminar abusos e ilegalidades nesta área. No final, nada de novo. “Aos professores resta recorrer à greve desde o início do próximo ano letivo, não comparecendo nas reuniões e outras atividades que lhes sejam impostas para além das 35 horas semanais de trabalho estabelecidas na lei”, adianta a FENPROF, em comunicado. Os docentes que queiram impugnar judicialmente os horários de trabalho terão apoio jurídico.

A FENPROF volta a denunciar que os professores estão a trabalhar, em média, 46 horas semanais, “sendo este um dos fatores que contribui de forma relevante para o seu grande desgaste”. E garante que esta situação se agravou no ano letivo que terminou “com a implementação dos regimes de educação inclusiva e de flexibilidade curricular”. “Estes regimes estão a ser implementados à custa de uma ainda maior sobrecarga de trabalho imposta aos docentes, sendo disso exemplo o facto de, em algumas escolas, estes terem sido convocados para dezenas de reuniões e inúmeras horas de formação, ou sido obrigados a imenso trabalho burocrático, sempre para além do seu normal horário de trabalho”, sublinha.

Continue a ler

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/pelo-educare-fenprof-contesta-sobretrabalho-e-palavras-cruzadas/

Pelo Observador – Fenprof continua a receber denúncias de professores que morreram enquanto trabalhavam. Mas há casos repetidos

Fenprof continua a receber denúncias de professores que morreram enquanto trabalhavam. Mas há casos repetidos – Observador

Abriu-se a Caixa de Pandora. Os relatos de exaustão extrema que, em pelo menos quatro casos, terão conduzido professores à morte não param de chegar à Fenprof, que passou a manhã de quarta-feira a analisar um potencial quinto óbito. Depois de na terça-feira, a Fenprof ter denunciado três casos em que os professores terão morrido por exaustão, as denúncias semelhantes começaram a ser recebidas às dezenas no sindicato. Pelo menos duas delas apontavam para mais duas mortes, que acabaram por se revelar ser da mesma pessoa. A primeira, já noticiada, é de um caso em Oliveira de Azeméis e foi recebido na terça-feira. Já esta quarta-feira, uma nova denúncia apontava para outro óbito, em Estarreja. Como as duas localidades são muito próximas, a Fenprof suspeitou que pudesse ser o mesmo caso, o que veio a verificar-se.

Ao que o Observador apurou junto do sindicato, todos os casos ocorreram em casa, à noite, enquanto os professores “trabalhavam em frente ao computador”, a corrigir provas, a dar notas ou a preparar atas de reuniões. A única exceção foi a de uma professora de Inglês, que morreu na sala de aulas numa escola de Manteigas, e que era titular de todas as turmas do 7.º ao 12.º anos daquela disciplina.

“Não se tratam de denúncias anónimas. São professores que nos enviam os seus testemunhos, que assinam com o seu nome os relatos que nos fazem chegar. E há também denúncias que são feitas pelos familiares de professores, preocupados com o excesso de horas de trabalho”, explica fonte da Fenprof. Um dos relatos que mais impressionou os sindicalistas da Fenprof foi o de um marido que relata o dia a dia da sua mulher, professora, que diz ter de estar constantemente disponível para a escola, mesmo quando está em casa, “roubando o tempo que devia ser da família”.

Com o aumentar de denúncias recebidas, a Fenprof está em estado de alerta. Segundo o que o Observador apurou, o principal objetivo neste momento é perceber se há uma correlação direta entre excesso de carga horária, situações de burnout e a morte destes professores ou se, pelo contrário, os óbitos não terão passado de uma coincidência.

Como todas as denúncias são apontadas por pessoas perfeitamente identificadas, a Fenprof está a compilar toda a informação disponível em cada um dos casos para, o mais tardar na quinta-feira, fazer seguir um ofício para o Ministério Público com um pedido de investigação às mortes. Nome dos professores, dos agrupamentos e das escolas é a informação que ainda está a ser recolhida e que irá ser partilhada também com o Ministério da Educação. À imprensa, serão divulgados todos os dados recolhidos, exceto a identidade dos professores. “São mortes muito recentes, queremos tentar poupar ao máximo as famílias”, esclarece a mesma fonte.

Contactado pelo Observador para comentar este assunto, o Ministério da Educação não respondeu até à hora de publicação deste texto.

Continue a ler

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/pelo-observador-fenprof-continua-a-receber-denuncias-de-professores-que-morreram-enquanto-trabalhavam-mas-ha-casos-repetidos/

MUBI, o concorrente da Netflix que é gratuito para estudantes e professores [de cinema]

MUBI, o concorrente da Netflix que é gratuito para estudantes e professores [de cinema]- Pplware

O MUBI é um serviço de streaming de conteúdo cinematográfico, à imagem da Netflix, Amazon Prime Video, Hulu e Filmin. Mesmo tendo bastante menos subscritores que alguns dos seus concorrentes, apresenta uma oferta sólida e muito própria.

Caso seja estudante ou professor [de cinema], tem a oportunidade de subscrever o MUBI de forma completamente gratuita! Saiba como o pode fazer.

MUBI


Desconhecido da grande parte do público, o MUBI – anteriormente The Auteurs – é uma verdadeira cinemateca online! Fundado em 2007, é um dos melhores serviços de streaming que pode subscrever para ver filmes. Ao passo que os seus concorrentes apostam num catálogo para agradar às massas, o MUBI tem um cartaz bem mais específico.

Continue a ler

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/07/mubi-o-concorrente-da-netflix-que-e-gratuito-para-estudantes-e-professores/

Load more

Seguir

Recebe os novos artigos no teu email

Junta-te a outros seguidores: