Ainda não se aplica a tal colocação diária…
A AGSE informa que foram publicadas as listas da 2.ª Reserva de Recrutamento, estando disponíveis as listas aqui.
A próxima Reserva de Recrutamento será publicada na sexta-feira, dia 11 de setembro.
Set 06 2026
Ainda não se aplica a tal colocação diária…
A AGSE informa que foram publicadas as listas da 2.ª Reserva de Recrutamento, estando disponíveis as listas aqui.
A próxima Reserva de Recrutamento será publicada na sexta-feira, dia 11 de setembro.
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Set 05 2026
Quando um professor aprende tarde, aprende mesmo tarde e não há volta a dar se já devia saber, e afinal não sabe, como os alunos têm nomes.
Não os nomes, entenda-se, enquanto estão diante de mim, sentados nas carteiras, levantando a mão, pedindo para ir à casa de banho, entregando trabalhos com aquela caligrafia tão galinácea quanto nervosa, não, até porque nesses meses eu sei-lhes os nomes, sei-lhes as caras, sei quem se esquece sempre do caderno, quem chega cinco minutos atrasado, quem olha pela janela quando devia olhar para mim e quem olha para mim precisamente porque está a olhar para a janela.
Esses nomes ao longo do ano sei eu de ginjeira.
Depois chegam as férias e aqui começa o problema.
As férias não descansam apenas o corpo, as férias fazem uma limpeza geral à memória, uma espécie de empregada doméstica interior cabeça adentro durante o querido mês de Agosto a abrir gavetas, a olhar para os nomes e a dizer como isto já não serve, isto também não, este rapaz já não vem, esta menina mudou de turma, este ano há outros, e toca de despejar tudo no lixo e a minha opinião não é para aqui chamada.
O início de cada ano lectivo é, deste modo, de uma eficácia extraordinária ao conseguir olvidar os nomes de turmas inteiras.
Não é desinteresse. Não é incompetência. É sobrevivência.
Pura e dura.
E de outro modo não podia ser se a memória, ou pelo menos a minha memória, é um animal exigente e não há espaço para tudo dentro dela. E apesar da boa vontade, queira eu conservar os nomes de todos os alunos ano após ano e em breve precisarei não de uma ou duas cabeças, mas um armazém inteiro, e mesmo assim não sei se chega.
Isto porque todos os anos chegam outros petizes, outras caras, outras vozes, outros problemas, outras mães, outros pais para ocupar tempo, trabalho e espaço nesta memória única e só, e cada Setembro sublinha a necessidade de estar inteiro para quem agora chega.
Os alunos anteriores já partiram. Foram para outras salas, outras escolas, outras vidas. Não obstante, no primeiro dia de aulas, encontro uma das minhas antigas alunas no corredor, sorridente, crescida, o rosto mais de mulher e menos a criança ainda ontem diante de mim, e ela diz:
“Professor!”
Paro.
Ela espera.
Eu sorrio.
E o nome varre-se-me da cabeça como uma folha de papel a voar por uma janela aberta.
Conheço-a bem. Ou talvez não. Sim. Não. Fui professor dela e uma vez até chorou diante da turma por causa de uma nota.
Mas o nome não vem.
Nada.
Um deserto.
E ela, incrédula, desfere a inevitável, e anual, estocada:
“Então, stôr, não se lembra de mim?”
Lembro-me de ti, penso. Lembro-me perfeitamente de ti. Só não me lembro de como te chamas.
Mas isto não se diz.
Por conseguinte, ao longo dos anos desenvolvi várias estratégias, começando desde logo pelo contexto. Assim, se encontro um antigo aluno, digo de imediato:
“Então, como vão as coisas?”
É uma frase extraordinária porque não contém nenhum nome e revela interesse. Se o aluno responde “Muito bem”, continuo:
“E agora, estás onde?”
A partir daí posso descobrir a faculdade, o emprego, namoros, casamentos, os filhos, o país onde vive e, com sorte, até o nome.
Continuando, temos a família:
“E os teus pais?”
Perguntar pela família é particularmente eficaz porque os pais costumam ter nomes (nem sempre) e os nomes levam-me aos filhos. Às vezes não. Uma vez estive dez minutos a conversar com um rapaz no supermercado, perguntei pela mãe, pelo pai, pelo irmão, pela escola, pelo cão e pela avó, e saí dali sabendo absolutamente tudo excepto o nome dele.
Quando nos despedimos, ele disse efusivamente:
“Então até para a semana!”
E eu respondi:
“Até para a semana, João.”
Mas não era o João, era o Miguel.
Descobri porque a mãe, dois corredores atrás, gritou:
“Miguel, não te esqueças do leite!”
Continuei a empurrar o carrinho como quem recebera uma sentença.
A terceira estratégia é o plural e funciona lindamente.
Encontramo-nos num café e digo:
“Então, como está essa malta toda?”
O antigo aluno ri, começa a contar histórias dos outros alunos e, enquanto fala, eu pesco à vez os nomes nas águas turvas desta memória.
Por fim, há o silêncio.
Às vezes basta sorrir.
Há encontros fortuitos e, se eu não disser nada, a pessoa interpreta o meu silêncio como emoção, surpresa, talvez até afecto.
E o afecto existe.
Esse é precisamente o meu problema.
Porque eu não me esqueço das pessoas. Esqueço-me dos nomes.
São coisas diferentes.
Lembro-me das mãos levantadas, dos nervos antes dos testes, das gargalhadas, das discussões, dos casacos esquecidos nas cadeiras, das paixões às escondidas derramadas em lágrimas à vista de toda a gente. Lembro-me de um aluno porque nunca falava e de outro porque falava por todos.
Mas e os nomes?
Os nomes desaparecem, e quando o nosso nome desaparece no rosto de quem tanto nos ensinou, é como se nós desaparecêssemos também. E ao desaparecer, morremos um pouco.
E haverá maior injustiça quando se esquece o nome de alguém a quem ensinámos, ou tentámos ensinar, durante um ano inteiro?
Talvez haja.
Talvez a verdadeira injustiça seja exigir à memória tratar como eternamente presente tudo quanto a vida já empurrou para trás.
E eu tenho novos alunos, razão pela qual a cabeça limpa as prateleiras e se eu me esqueço tal só acontece porque preciso de continuar a lembrar.
É cruel.
É ridículo.
Penso neles.
Penso em mim.
Penso na memória, essa criatura mal-educada a decidir sozinha e inconscientemente sobre o espaço a vagar.
E concluo não ser egoísta.
Sou apenas humano, digo para mim mesmo enquanto dou de caras com um antigo aluno depois de vinte anos. E então sorrio com toda a sinceridade do mundo e pergunto:
“Então, meu rapaz, como é que tu te chamas mesmo?”
João André Costa
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Set 04 2026
Listas publicitadas a 4 de setembro de 2026.
A aceitação da colocação deverá ser efetuada através da aplicação SIGRHE nos dois primeiros dias úteis seguintes à publicitação da lista de colocação.
A apresentação na escola deve ocorrer até ao terceiro dia útil seguinte à data da publicitação da colocação.
SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato
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Set 03 2026
Foram publicadas esta quinta-feira em Diário da República as novas regras que facilitam a contratação de professores. O objetivo é evitar que os alunos fiquem sem aulas por períodos prolongados.
Os professores que adiem a aposentação para continuar a ensinar terão uma remuneração extra de 750 euros mensais, mas apenas se não houver docentes que possam garantir essas aulas, segundo o diploma publicado esta quinta-feira.
Esta é uma das novidades do decreto-lei 175/2026, aprovado no final de julho em Conselho de Ministros para prevenir que os alunos fiquem sem aulas por períodos prolongados.
O diploma, que entrou em vigor no início deste mês, permite às escolas contratar professores aposentados mas também licenciados pós-Bolonha.
A pensar nas regiões com maior dificuldade na atração e retenção de professores, o ministério decidiu atribuir 750 euros mensais extra aos docentes que aceitem adiar a aposentação, mas esse benefício só é atribuído se não houver nas escolas quem possa assegurar esse trabalho.
Além do período de aulas, estes professores continuam a receber os 750 euros extra “durante o período destinado à realização de avaliações”, acrescenta o diploma.
Este acréscimo remuneratório aplica-se aos professores colocados numa das 235 escolas ou agrupamentos dos oito Quadros de Zona Pedagógica (QZO) carenciados situados na Grande Lisboa, Península de Setúbal e Algarve. No ano passado, estavam abrangidas mais escolas: Eram 258 unidades orgânicas de 10 QZP.
Relativamente à contratação de doutorados, é clarificada a contagem do tempo de serviço, passando a ser consideradas as atividades de investigação e desenvolvimento, com efeitos no posicionamento remuneratório.
O diploma também altera os requisitos de formação científica para a contratação de docentes pós-Bolonha, passando a permitir a contratação de licenciados, após esgotados os candidatos titulares de qualificação profissional.
As novas regras permitem contratar licenciados cuja área de formação científica corresponda à disciplina a lecionar, como é o caso de Economia, Sociologia e Psicologia.
As escolas podem contratar candidatos com grau de licenciado, desde que a licenciatura seja em área científica correspondente à disciplina a lecionar e tenham, pelo menos, 120 créditos na área científica correspondente à disciplina a lecionar.
No Diário da República desta quinta-feira é ainda publicado o diploma que alarga ao 3.º ciclo a proibição de utilização de smartphones nas escolas.
Tendo em conta a existência de estabelecimentos de ensino em que coexistem alunos do ensino secundário e do 3.º ciclo, as escolas têm até janeiro de 2027 para atualizarem os seus regulamentos internos e definirem os procedimentos operacionais mais adequados à implementação da proibição.
Texto: Lusa
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Set 03 2026
Altera os regimes de medidas excecionais e temporárias na área da educação e de regulação dos requisitos científicos para contratação de docentes pós-Bolonha.
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Set 03 2026
Altera o Decreto-Lei n.º 95/2025, de 14 de agosto, alargando aos alunos do 3.º ciclo do ensino básico o regime de restrição da utilização de telemóveis e de outros equipamentos ou aparelhos eletrónicos de comunicação móvel com acesso à Internet em contexto escolar.
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Set 03 2026
Docentes terão cinco dias após final do mês para fazer registo informático dos sumários, que servirão também para contabilizar o número de alunos sem aulas.
A Agência para a Gestão do Sistema Educativo (AGSE) enviou esta semana instruções às escolas a avisar que os professores terão já a partir deste mês “um prazo máximo de cinco dias após o final do mês” para inserirem os sumários das aulas. Estes dados serão decisivos para o pagamento dos salários aos docentes e para contabilizar o número de alunos sem aulas.
“A parte financeira vai ligar à parte pedagógica. O professor tem de registar os sumários e há uma ligação à plataforma da secretaria, que faz upload para a cloud para o ministério fazer processamento dos salários. As horas extraordinárias também são logo contadas”, afirmou ao CM Rui Cardoso, diretor do Agrupamento de Viso, em Viseu. “Isto vai facilitar o trabalho administrativo, mas responsabiliza os professores no preenchimento dos sumários até cinco dias após o fim do mês”, disse o diretor, perspetivando que “vai dar confusão no início e vamos ter problemas para resolver”
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Set 02 2026
… pois os horários da RR2 já estão em processamento e a RR1 foi há 3 dias, portanto…
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Set 01 2026
Quem lá está a cumprir esta função nos agrupamentos de exames só deve bater com a porta e deixar o lugar para uma outsorcing qualquer a ser constituída pelo MECI.
Queixa apresentada em julho denuncia folhas desaparecidas em exames e ordens para classificar provas incompletas. Fenprof considera que as ordens externas para classificar provas sem conteúdo completo podem configurar ilícito.
O Ministério Público abriu um inquérito na sequência de uma queixa apresentada pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof) relacionada com o processo de classificação eletrónica dos exames nacionais do ensino secundário.
Em resposta enviada esta terça-feira à Lusa, a Procuradoria-Geral da República (PGR) indicou que a queixa da Fenprof “deu origem a inquérito”, o qual corre termos no Departamento de Investigação e Ação Penal Regional de Lisboa.
A queixa em questão foi entregue em julho, tendo um dos secretários-gerais da Fenprof, Francisco Gonçalves, explicado à Lusa que os relatos de folhas desaparecidas em vários exames, que resultaram em “ordens escritas no sentido de os professores classificarem itens cujas respostas não estavam completas”, são a base daquilo que poderá ser o principal ilícito.
“Perante a incapacidade de fazer chegar aos classificadores o conteúdo completo da prova, deram ordens para que os classificadores as classificassem com aquilo que lhes estava disponibilizado. Ora, isso pode configurar, porque é uma ordem externa, um ilícito“, explicou.
A Fenprof disse “não querer ver, novamente, os professores que classificaram as provas a serem responsabilizados por algo que não é da sua responsabilidade” e admitiu que é fundamental se a plataforma funcionou corretamente e se “as ordens dadas por quem coordenava este processo cumpriram os preceitos legais que são necessários num processo desta natureza”.
Pela primeira vez este ano, os exames nacionais do ensino secundário foram corrigidos em formato digital, mas o processo registou falhas técnicas desde o início, obrigando o Ministério a adiar os prazos inicialmente previstos.
Ao longo de várias semanas, os professores relataram atrasos na disponibilização das provas, erros na digitalização das respostas e dificuldades na plataforma de classificação.
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Set 01 2026
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Set 01 2026
Contínua a aparecer este aviso no pedido de horários para 2026/2027.
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Set 01 2026
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Ago 31 2026
Caros(as) Diretores(as),
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Ago 30 2026
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Ago 30 2026
Segundo o Relatório da IGEC, datado de 27 de Agosto de 2026, relativo às averiguações de irregularidades nos Exames Nacionais 2026, relacionadas com atrasos na entrega de provas e na submissão de pedidos de reapreciação, terão sido detectadas 111 ocorrências, distribuídas da seguinte forma:
– 69 escolas sinalizadas por atraso na submissão de pedidos de reapreciação;
– 29 escolas sinalizadas por atraso na entrega de provas;
– 13 escolas sinalizadas por outras situações.
Decorrente do anterior, nos últimos dias, tem-se veiculado a ideia de que existirão 98 escolas que serão alvo de processos de inquérito, por motivo das irregularidades detectadas pela IGEC, mas esse número poderá ser incorrecto, uma vez que no citado Relatório se refere expressamente o seguinte:
– “… podendo o mesmo estabelecimento de ensino estar integrado em mais do que uma das três situações apresentadas” (página 4 do Relatório da IGEC)…
Em termos práticos, o que se poderá concluir a partir dos dados apresentados pelo Relatório da IGEC é que foram detectadas 111 ocorrências, mas o número de escolas onde essas infracções foram sinalizadas deverá ser inferior a 98, pelo facto de poderem existir escolas que integram mais do que uma das três situações apresentadas…
Por outras palavras, a partir dos dados apresentados no Relatório da IGEC, muito dificilmente se poderá comprovar a existência de um problema realmente grave originado pelas escolas, que possa, por si só, explicar as inúmeras perturbações existentes nos Exames Nacionais:
– Mesmo que existissem 98 escolas onde tivessem sidodetectadas as irregularidades citadas, esse número corresponderia sempre uma percentagem pouco significativa, face ao universo de escolas públicas e privadas onde se realizaram Exames Nacionais do Ensino Secundário e só por via do “pensamento mágico” esse número poderia ser utilizado como justificação do caos observado durante os Exames Nacionais em 2026;
– Essa percentagem tornar-se-á ainda mais insignificante, selevarmos em consideração o facto de previsivelmente seremmenos do que 98 escolas, pelo facto de algumas delas poderem estar integradas em mais do que uma das três irregularidades detectadas pela IGEC.
De uma forma ou de outra, uma coisa parece certa:
– Não será, com certeza, pelas irregularidades, alegadamente,detectadas nas escolas que se poderá explicar todo o caos verificado no processo dos Exames Nacionais em 2026, dado o número diminuto de ocorrências anómalas, face ao universo de escolas públicas e privadas…
Na realidade, está-se perante uma detestável “caça às bruxas”, ordenada pelo próprio MECI, como se comprova por esta passagem presente no mencionado Relatório da IGEC (página 2):
– “Na comunicação efetuada, o Sr. Ministro da Educação, Ciência e Inovação sublinha a perturbação gerada por aquelas situações, que afetam, em particular, os alunos no processo de acesso ao ensino superior e a própria credibilidade do sistema de avaliação externa das aprendizagens, levantando ainda dúvidas acerca da preservação da integridade das provas, nos casos em que as mesmas não terão sido entregues às forças de segurança, no momento previsto.”
Mais uma vez se confirma a tentativa de desresponsabilização do Ministro Fernando Alexandre, face ao caos ocorrido nos Exames Nacionais em 2026, procurando imputar a terceiros erros ou falhas que pudessem justificar o desastre observado…
Ninguém está imune a erros. Nenhum elemento da cadeia de procedimentos inerentes à classificação digital dos Exames Nacionais está imune a erros, desde as escolas, até às estruturas do Ministério da Educação responsáveis por esse processo…
Convinha que cada um desses elementos fosse capaz de assumir as próprias responsabilidades em todo o processo, a começar pelo tutelar da Pasta da Educação…
Ainda assim, e se dúvidas houvesse, ficaram esvaziadas de sentido, pelas conclusões deste Relatório da IGEC, algumas insinuações de sabotagem que foram sendo proferidas por algumas pessoas, à medida que se iam conhecendo sucessivas trapalhadas no processo dos Exames Nacionais:
– “Não foram identificados elementos que permitam sustentar a existência de atuações deliberadas destinadas a comprometer a integridade ou a confidencialidade das provas realizadas.” (Página 12)…
Lamentavelmente, “atirar areia pela ventoinha”, acaba por ser a estratégia utilizada por uma Tutela que teima em enveredar pela construção de “verdades alternativas”…
Paula Dias
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Ago 30 2026
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Calendário Escolar 2026/2027
| Momento | Data / Período | Destinatários / Observações |
| Início do ano letivo | 11 a 15 de setembro de 2026 | Educação pré-escolar e ensino básico |
| Início do ensino secundário – cursos científico-humanísticos | 21 de setembro de 2026 | 10.º, 11.º e 12.º anos |
| 1.º período | 11 de setembro a 15 de dezembro de 2026 | Educação pré-escolar e ensino básico |
| Interrupção do Natal | 16 a 31 de dezembro de 2026 | Todos os níveis de ensino |
| Início do 2.º período | 4 de janeiro de 2027 | Todos os níveis de ensino |
| Interrupção do Carnaval | 8 a 10 de fevereiro de 2027 | Todos os níveis de ensino |
| Início do 3.º período | 5 de abril de 2027 | Todos os níveis de ensino |
| Interrupção da Páscoa | 22 de março a 2 de abril de 2027 | Todos os níveis de ensino |
| Fim das atividades letivas – 9.º, 11.º e 12.º anos | 4 de junho de 2027 | Ensino básico e secundário |
| Fim das atividades letivas – 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º anos | 11 de junho de 2027 | 2.º e 3.º ciclos e 10.º ano |
| Fim das atividades letivas – pré-escolar e 1.º ciclo | 30 de junho de 2027 | Educação pré-escolar e 1.º ciclo |
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Ago 28 2026
Existem bastantes docentes colocados no 910 que a informação nas listas de colocação é que têm 25 horas letivas.
O que acontece é que estes professores são docentes do quadro dos grupos 100 e 110 e que na altura da candidatura concorreram também para mudarem de grupo de recrutamento e também optaram pelo 910.
Foram colcoados no 910 e a sua componente letiva continua a dizer 25 horas.
Mas como sabem a componente letiva de um docente no 910, sem redução da componente letiva, é de 22 horas letivas (1100 minutos).
QUem foi colcoado no 910 com 25 horas não se esqueça de informar que estando agora no 910 terão de ter no máximo 1100 minutos letivos.
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Ago 28 2026
Relatório revela que atrasos resultaram de lapsos e não foram deliberados, mas propôs instauração de processos de inquérito a um número não revelado de escolas
A Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) detetou atrasos no envio ao Júri Nacional de Exames dos pedidos de reapreciação em 69 escolas, e atrasos na entrega à Imprensa Nacional Casa da Moeda dos exames da 1.ª fase em 29 escolas, na sequência do inquérito urgente solicitado pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI).
No relatório entregue, a IGEC garante que não identificou “elementos que permitam sustentar a existência de atuações deliberadas” que tenham comprometido “a integridade ou a confidencialidade das provas realizadas”. As ocorrências detetadas pela IGEC resultaram, sobretudo, de “lapsos procedimentais, falhas de verificação e erros operacionais associados aos processos de organização, conferência e expedição da documentação de exame”.
Segundo um comunicado do MECI, a IGEC propôs “a instauração de processos de inquérito nas situações que serão identificadas em informação complementar, de natureza confidencial”. Propôs também ao Júri Nacional de Exames “o aperfeiçoamento/substituição das plataformas atualmente em uso de modo a reforçar a segurança e a confiança no processo, com a respetiva capacitação dos profissionais das escolas envolvidos na sua utilização e o reforço da articulação com a IGEC no âmbito do processo de realização dos exames nacionais”. Já às escolas foi proposto “o reforço dos mecanismos de controlo interno no desenvolvimento do processo relacionado com a realização dos exames nacionais”.
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Ago 28 2026
Listas publicitadas a 28 de agosto de 2026.
A aceitação da colocação deverá ser efetuada através da aplicação SIGRHE nos dois primeiros dias úteis seguintes à publicitação da lista de colocação.
A apresentação na escola deve ocorrer até ao terceiro dia útil seguinte à data da publicitação da colocação.
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Ago 28 2026
O Presidente da República promulgou os seguintes diplomas do Governo:
– Diploma que na área da educação e de regulação dos requisitos científicos para contratação de docentes pós-Bolonha;
– Diploma que altera o Decreto-Lei n.º 95/2025, de 14 de agosto, alargando aos alunos do 3.º ciclo do ensino básico o regime de restrição da utilização de telemóveis e de outros equipamentos ou aparelhos eletrónicos de comunicação móvel com acesso à Internet em contexto escolar.
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Ago 27 2026

Encontra-se disponível a aplicação informática que permite efetuar a renovação de Técnicos Especializados para formação e Técnicos Especializados para o exercício de funções não docentes.
SIGRHE – Técnicos Especializados – Renovação TE
Caro(a) Diretor(a)/Presidente de CAP,
1. A AGSE informa que se encontra disponível no SIGRHE, no módulo Técnicos Especializados > Renovação TE, a aplicação destinada à renovação dos contratos de técnicos especializados.
Em conformidade com a informação anteriormente prestada, foi autorizada a renovação dos contratos dos técnicos especializados que reúnam cumulativamente os seguintes requisitos:
a) Tenham exercido funções no ano letivo de 2025/2026 em horário anual e completo, considerando-se como tal o horário solicitado até 16 de setembro de 2025 (inclusive), com o motivo «Necessidade autorizada» e duração até 31 de agosto de 2026;
b) A necessidade subsista para o ano letivo de 2026/2027, com o mesmo número de horas e devidamente autorizada pelas entidades competentes;
c) Exista concordância expressa do trabalhador e da entidade empregadora;
Acrescem, ainda, as situações decorrentes dos procedimentos concursais em curso para constituição de vínculos de emprego público por tempo indeterminado, relativamente aos técnicos que se encontram a assegurar funções nos postos de trabalho correspondentes às vagas colocadas a concurso, para as quais foi posteriormente autorizada a prorrogação dos respetivos contratos.
Com efeito, e de acordo com o resultado dos respetivos concursos, poderão verificar-se as seguintes situações:
a) Caso o técnico superior obtenha vinculação no Agrupamento de Escolas/Escola Não Agrupada (AE/EnA) onde atualmente exerce funções, manter-se-á nessa unidade orgânica, mediante celebração de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado.
b) Quando a vinculação ocorra noutro AE/EnA, o respetivo contrato por tempo indeterminado será celebrado nessa unidade orgânica. A AGSE comunicará posteriormente ao AE/EnA de origem os procedimentos a adotar para reposição do recurso humano, caso se mantenha a necessidade que justificou a sua colocação.
c) Os técnicos superiores que não obtenham vinculação nos procedimentos concursais em curso permanecerão em exercício de funções na respetiva unidade orgânica até 31 de agosto de 2027.
Poderão ainda ser renovados horários anuais de 18 horas atribuídos a técnicos especializados para o desempenho de funções não docentes, desde que o pedido inicial tenha sido efetuado até 16 de setembro de 2025 (inclusive) e se mantenha em vigor até 31 de agosto de 2026.
Solicita-se que se pronuncie sobre todos os registos de renovação associados ao seu AE/EnA disponíveis no SIGRHE, até às 23h59 de 1 de setembro de 2026.
2. Informa-se ainda que se encontra disponível no SIGRHE, no módulo Horários/Contratação, a funcionalidade para submissão de pedidos de horários para técnicos especializados. Sempre que sejam identificadas necessidades adicionais, os respetivos pedidos deverão ser acompanhados da adequada fundamentação, para efeitos de análise e decisão.
Com os melhores cumprimentos,
A Vice-Presidente do Conselho Diretivo da AGSE
Dora Moita
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Ago 27 2026
A AGSE informa que no âmbito do pedido de horários para reserva de recrutamento e contratação de escola já é possível solicitar horários por motivo de substituição e inferiores a oito horas.
Com os melhores cumprimentos,
A Vice-Presidente do Conselho Diretivo da AGSE
Dora Moita
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Ago 27 2026
Para a desburocratização:
Registo Criminal: Não é necessario validar os registos criminais. Basta o docente autorizar a consulta do registo criminal, saíndo um sinal verde ou vermelho para o docente, sem que haja consulta do mesmo.
Contratos: São assinados digitalmente pelos professores contratados.
Horas Extraordinárias: Serão calculadas automaticamente pelo software das escolas em função dos horas sumariadas e efetuamente lecionadas.
Em atualização ao longo do dia.
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Ago 27 2026
Assim sem mais nem menos fui abrir o módulo dos Técnicos Especializados e já aparece a possibilidade de renovação destes técnicos para 2026/2027.
Isto é mesmo um exercício de adivinhação, visto que a AGSE não informou ainda.
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Ago 27 2026
Um docente ficar colocado na Mobilidade Interna/Contratação Inicial e no ato da aceitação dizer que pretende ficar em concurso para a Reserva de Recrutamento 1 e/ou 2 à espera de melhor colocação nas suas preferências.
Porque o que vai acontecer na RR1 e na RR2 é que vão aparecer horários mais adequados a quem já ficou na MI/RR.
Isto é simples de se fazer, desde que haja vontade.
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Ago 27 2026
Técnicos superiores das escolas perdem pontos na carreira e são chamados a devolver milhares de euros
Profissionais estão a devolver valores que podem aproximar-se dos 10 mil euros. Uma decisão judicial contraria a posição do ministério, mas já há quem tenha contraído empréstimos bancários.
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Ago 26 2026
… está em processamento.
E já existem horários em contratação de escola.
E quando deve sair a Reserva de Recrutamento 1?
Eu aposto para a mesma hora da reunião do Ministro da Educação com os Diretores das escolas, amanhã pelas 17:00.
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Ago 26 2026
Este título é em forma de piada porque recentemente o Ministro da Educação disse que iria entrar em vigor no dia 1 de setembro o novo estatuto do Diretor.
E quem tem de assistir a uma reunião em pleno agosto e meio da tarde, deve ter direito a um suplemento ENORME!!!!
Mas não, o que vêm aí é mais trabalho, chmando-lhe simplificação.
Espero que a reunião seja Bidirecional porque este Ministro está a precisar de ouvir alguns diretores, e não apenas aqueles que ela acha representarem as escolas, o tal Conselho das Escolas.
Caras e Caros Diretores,
O Senhor Ministro da Educação, Ciência e Inovação e os Senhores Secretários de Estado convidam-vos a participar numa reunião, em formato online, amanhã, dia 27 de agosto, às 17h00, dedicada ao arranque do ano letivo de 2026/2027.
A reunião terá como objetivo fazer um ponto de situação sobre o início do novo ano letivo e apresentar novas medidas de simplificação e de apoio à organização e funcionamento das escolas, com aplicação já neste arranque.
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Ago 26 2026
Há uma coisa extraordinária na administração educativa portuguesa: as escolas conseguem perceber, em tempo útil, onde estão os alunos, quantos são e o que precisam. A AGSE, aparentemente, precisa de um pouco mais de tempo para perceber o que as escolas já sabem.
O pedido é simples. Depois de terminadas as matrículas, uma determinada procura tornou necessária a autonomização de uma turma e a anulação de outra. Nada de extraordinário. A rede é, ou deveria ser, dinâmica e ajustável à realidade. O problema é que, quando a realidade muda, há sempre um qualquer sistema, procedimento ou circuito administrativo que parece ficar parado à porta.
E depois há a famosa previsão da rede. Foi introduzido um número que não correspondia ao universo que deveria ter sido considerado e a escola, naturalmente, pede orientação para corrigir o erro. Até aqui, tudo normal. O que já não é tão normal é quando estas questões ficam penduradas, sem resposta, enquanto as escolas têm de organizar horários, turmas, professores, alunos e toda a logística de um novo ano letivo.
É aqui que a AGSE merecia uma pequena chamada de atenção.
Não se trata de pedir um favor às escolas. Trata-se de permitir que as escolas funcionem.
A rede educativa não é uma folha de Excel que possa ficar à espera que alguém carregue no botão certo. Tem alunos lá dentro. Tem professores. Tem turmas. Tem famílias. E tem datas.
Se a AGSE foi criada para agilizar, apoiar e desburocratizar, talvez seja altura de começar por resolver aquilo que as escolas lhe colocam em cima da mesa. Porque se uma escola identifica um problema, apresenta a solução e pede apenas que o sistema seja atualizado, mas semanas depois continua à espera de resposta, então a pergunta deixa de ser “qual é o procedimento?” e passa a ser outra: para que serve uma estrutura de gestão se, quando chega a hora de decidir, ninguém decide?
E convém não esquecer: setembro chega sempre. A burocracia, pelos vistos, nem sempre.
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Ago 25 2026
Hoje já é 25 de agosto e ainda não surgiu na plataforma SIGRHE a possibilidade dos Técnicos Especializados renovarem o contrato para 2026/2027 como foi prometido ainda há pouco tempo pelo Ministro da Educação.
Será que sou eu que não estou a ver onde se encontra essa funcionalidade ou será que ainda não apareceu no SIGRHE?
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Ago 25 2026

Encontra-se disponível a aplicação eletrónica que permite às escolas procederem à indicação dos docentes em condições de renovação.
A aplicação estará disponível até às 23H59 de dia 26 de agosto de 2026.
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Ago 25 2026

Encontra-se disponível a aplicação eletrónica para submissão de pedidos de equiparação a bolseiro para o ano escolar de 2026/2027.
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Ago 25 2026
Isto em especial para quem tem o seu número SIGRHE associado a outros serviços dentro da escola a quem foram delegadas algumas decisões dentro da plataforma.
Clicar em Dados Pessoais sobre o nome e desativar a opção autenticação de dois fatores.

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Ago 24 2026
Quando vejo alguma novidade da AGSE até me assusto.
Porque sei que não vão funcionar.


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Ago 24 2026
Encontra-se disponível a aplicação que permite às escolas procederem à atribuição da componente letiva.
SIGRHE – Atribuição da Componente Letiva
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Ago 24 2026
Encontra-se disponível a aplicação que permite às escolas procederem ao pedido de horários para as Reservas de Recrutamento.
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Ago 24 2026
Por acaso entrei na plataforma SIGRHE e verifiquei que já existe o módulo para o pedido de horários.

Não consegui ainda confirmar se já é possível submeter novos pedidos porque o único horário que tenho a pedir é de 6 horas e a aplicação devolve-me o seguinte:

Não não parecia nada mal que a AGSE enviasse informação.
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Ago 24 2026
Ministro da Educação admite indemnizações e insiste não perceber como famílias marcam férias antes de os filhos saberem as notas finais de acesso ao Ensino Superior.
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Ago 23 2026
Ao longo dos últimos vinte e um anos temos tido titulares da Pasta da Educação com acções governativas medíocres, incapazes de credibilizar a Escola Pública…
Já não há esperança em dias melhores, o que temos hoje não difere em nada da incompetência, da mentira, da hipocrisia e da incapacidade de assumir responsabilidades, igualmente vistas em tantos anos anteriores…
Aproxima-se mais um Ano Lectivo, sem que exista o desejável optimismo ou a crença de que algo mudará para melhor…
O próximo Ano Lectivo promete muitas operações de cosmética, muita ficção científica e adereços cinematográficos, com destaque previsível para abundantes e variados efeitos especiais… Alguns episódios de auto-flagelação, assim como acentuadas doses de demagogia, também parecem muito prováveis… Obviamente, acompanhados pelo dispêndio de muitas horas de trabalho insano e infrutífero no contexto das escolas públicas…
A camarilha de bajuladores do regime, incapaz de contrariar qualquer ordem ou decisão emanada pelos doutos superiores, por mais absurda ou insensata que a mesma seja, parece acreditar piamente nas políticas educativas dos seus idolatrados…
Ou, então, genuinamente não acredita e o seu seguidismo limita-se a adular qualquer um que lhe possa ser útil, com o objectivo de poder obter vantagens, benefícios ou reconhecimentos…
Impõe-se, assim, uma pergunta:
– Temos o que merecemos?
A minha resposta é esta:
– Sim, em termos gerais, temos o que merecemos. Na verdade, temos feito muito pouco para merecer melhor. De certa forma, temos sido cúmplices do mal que nos tem caído em cima.
Durante demasiados anos, fomos, e continuamos a ser,mansos, conformados, domesticados e silenciosos… Hoje colhemos o que temos semeado…
Perante cidadãos submissos, silenciosos e muito tolerantes face ao Poder Político, o conceito de Ética tende a tornar-se em algo muito flexível, difuso e relativo, dependente daquilo que possa dar mais jeito num determinado momento… Por outras palavras, a Ética torna-se tão flexível que pura e simplesmente desaparece…
Lamenta-se, mas agora “é pagar e não bufar”… Afinal, quem não lutou por melhor tem que aceitar o pior…
Estaremos condenados a esta sina, que já dura há mais de vinte anos?
Quem quiser e puder que demonstre que a frustração patente neste texto não tem razão de existir…
Felizmente, ainda há quem consiga resistir e não se deixe domar… Mas, infelizmente, são honrosas excepções…
Paula Dias
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Ago 22 2026
A Nota à comunicação que só devia sair amanhã às 00:01, mas já está no Portal do Governo.
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