Ouvi o Ministro Respondabilizar os Professores dos Agrupamentos de Exames?

Quem lá está a cumprir esta função nos agrupamentos de exames só deve bater com a porta e deixar o lugar para uma outsorcing qualquer a ser constituída pelo MECI.

 

Ministério Público abre inquérito à classificação de exames nacionais após queixa da Fenprof

 

Queixa apresentada em julho denuncia folhas desaparecidas em exames e ordens para classificar provas incompletas. Fenprof considera que as ordens externas para classificar provas sem conteúdo completo podem configurar ilícito.

 

O Ministério Público abriu um inquérito na sequência de uma queixa apresentada pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof) relacionada com o processo de classificação eletrónica dos exames nacionais do ensino secundário.

Em resposta enviada esta terça-feira à Lusa, a Procuradoria-Geral da República (PGR) indicou que a queixa da Fenprof “deu origem a inquérito”, o qual corre termos no Departamento de Investigação e Ação Penal Regional de Lisboa.

A queixa em questão foi entregue em julho, tendo um dos secretários-gerais da Fenprof, Francisco Gonçalves, explicado à Lusa que os relatos de folhas desaparecidas em vários exames, que resultaram em “ordens escritas no sentido de os professores classificarem itens cujas respostas não estavam completas”, são a base daquilo que poderá ser o principal ilícito.

“Perante a incapacidade de fazer chegar aos classificadores o conteúdo completo da prova, deram ordens para que os classificadores as classificassem com aquilo que lhes estava disponibilizado. Ora, isso pode configurar, porque é uma ordem externa, um ilícito“, explicou.

A Fenprof disse “não querer ver, novamente, os professores que classificaram as provas a serem responsabilizados por algo que não é da sua responsabilidade” e admitiu que é fundamental se a plataforma funcionou corretamente e se “as ordens dadas por quem coordenava este processo cumpriram os preceitos legais que são necessários num processo desta natureza”.

Pela primeira vez este ano, os exames nacionais do ensino secundário foram corrigidos em formato digital, mas o processo registou falhas técnicas desde o início, obrigando o Ministério a adiar os prazos inicialmente previstos.

Ao longo de várias semanas, os professores relataram atrasos na disponibilização das provas, erros na digitalização das respostas e dificuldades na plataforma de classificação.

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 Autocracia e fins lucrativos como padrões – Paulo Prudêncio

“Romae omnia venalia sunt (Tudo está à venda em Roma)”. Salústio, citado por Martin Wolf (2023:181) em A Crise do Capitalismo Democrático.

 Autocracia e fins lucrativos como padrões

Como é que alguém generalizou, num gesto autocrático e irresponsável, a “digitalização dos exames” sem um planeamento consolidado e lançou no caos milhares de alunos, famílias e professores? O que é feito do prestígio do sistema educativo e dos seus pesos e contrapesos? As respostas às duas interrogações constituem um exercício democrático essencial.
De facto, ficou claro, pouco depois de os professores reportarem inúmeros erros crassos, que o caos não tinha solução sem o regresso ao modelo anterior. Exigia-se pensar de forma humana e apolítica, mas não aconteceu. Recuar seria impopular, a estrutura que organizava os exames foi desmantelada e a demagogia preencheu as decisões. Terraplanou-se o processo e os direitos de alunos e profissionais da Educação. Quando se publicitou a digitalização de milhões de folhas num armazém de Mem Martins, que se dizia localizado na nuvem, seguiu-se um desvario penoso para descrever.
Chegados aqui, importa perceber se o sistema educativo “ardeu como Roma” após duas décadas de clima autocrático ou se tem salvação. Os indicadores são preocupantes e “anuncia-se a morte” do ensino superior como elevador social. O reconhecimento de padrões — termo que poderia ser usado em substituição de inteligência artificial — ajuda-nos a racionalizar estes fenómenos:
1. A autocracia como padrão: a eliminação dos sufrágios directos e a introdução tardia e ineficaz da limitação de mandatos consolidaram uma cultura autocrática nas escolas e no Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), com órgãos de regulação a funcionarem como extensões partidárias. Foi o caso dos conselhos gerais nas escolas, e, aos outros níveis, do Conselho Nacional de Educação, do Conselho das Escolas (que devia ser extinto), das associações de dirigentes escolares e das confederações de associações de pais e de encarregados de educação;
2. O caos na gestão de dados como padrão: o descrédito do tratamento dos dados no MECI é iniludível e o ministro salientou-o em plena crise ao afirmar que “estiveram 20 anos a desmantelar o MECI”. Só que esse desmantelamento derivou, em grande parte, do facto de cada mudança de maioria gerar uma nova lei orgânica como a que está a ocorrer. Aliás, uma instabilidade semelhante alterou, em 2004, uma regra jurídica que colapsou o concurso de professores. Para salvaguardar a imagem do poder político, milhares de candidatos do quadro ficaram mal colocados, e as aulas iniciaram-se com atraso;
3. Este ministro como padrão: o ministro anunciou, em Novembro de 2024, o feito superlativo da eliminação dos alunos sem professor. O rigoroso número de 89,3 % foi desmentido pelo próprio uma semana depois. Tão grave como a manipulação dos dados (o ministro culpou os serviços) foi a crença na resolução imediata do flagelo estrutural. Em vão, remeteu a divulgação rigorosa para Março de 2026;
4. O amiguismo como padrão: o poder político-mediático é essencial nas democracias. Porém, a repetição do “não comento os exames porque sou amigo do ministro” evidenciou a degradação do ambiente democrático;
5. A falsidade como padrão: a propósito de Roma, o historiador romano Tácito concluiu que “a verdade consolida-se com a investigação e a demora, e a falsidade com a pressa e a incerteza”. A actual crise do capitalismo democrático deveu-se, em grande parte, à arbitrariedade de políticos autocráticos e ao uso persistente e apressado da mentira e da demagogia;
6. A educação com fins lucrativos como padrão: apesar dos efeitos negativos da mercantilização no ensino democrático — o país já tem 25% dos estudantes do ensino secundário matriculados em escolas privadas —, este Governo acentua a externalização de funções para empresas privadas e o reforço dos contratos de associação. Note-se que o actual ministro foi diretor não executivo do think tank Instituto + Liberdade entre 2022 e 2024, posicionando-se como um defensor de políticas de privatização do orçamento da Educação.
Acima de tudo, não se pode considerar esta digitalização — uma fotocópia digital de exames em papel — como um passo de uma grande reforma na avaliação externa das aprendizagens. Nas críticas sustentadas evidenciaram-se dois detalhes arcaicos elucidativos: um labirinto de “folhas de continuação” para alunos e um método de reapreciação de provas para professores que exigia meia-dúzia de janelas abertas.
Como a natureza da tecnologia é política e a sua aparente libertação nos converte em meros acessórios, é crucial reflectir sobre a sua força anestésica. E estas plataformas convocam o Grande Irmão orwelliano. Quem executa as tarefas isoladas (classificar por itens) que compõem estes processos perde não só a noção dos mecanismos como um todo, mas também a perceção dos seus efeitos finais. Aliás, torna-se impossível discernir o próprio erro quando se ultrapassa a linha vermelha da impessoalidade.
Além disso, estes modelos de larga escala só funcionam em climas de ignorância, obediência e conformidade. Como o controlo e a vigilância efectivar-se-ão em toda a linha, o cenário agravar-se-á se o aparato tecnológico cair em mãos antidemocráticas.
Em síntese, a Educação é a arte do equilíbrio e uma tecnologia é como uma guitarra: não me digas a marca, diz-me antes o que fazes com ela. O desequilíbrio na Educação oscila entre dois pólos: o atávico que estagna e o autocrático que se considera omnisciente. Em qualquer dos casos, o imperativo democrático afirma-se no combate à autocracia e aos fins lucrativos com o orçamento da Educação.

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Mesmo Depois dos Contratos e Aditamentos de 25/26 Estarem Todos Terminados

Contínua a aparecer este aviso no pedido de horários para 2026/2027.

Aviso
Apenas poderá proceder ao pedido de novos horários após finalização de todas as colocações e aditamentos do tipo “Temporário” e comprovação de dados das colocações do tipo “Termo a 31 de agosto”, relativas ao ano letivo 2025/2026. A finalização deverá ser efetuada em Multiplataforma de Registos > 2025/2026 > Colocações/Contratos 2025/2026. A comprovação de dados deverá ser efetuada em Multiplataforma de Registos > 2025/2026 > Horários/Contratação > Horários.

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Novas regras de registo da atividade letiva e evolução das aplicações de gestão escolar

Caros(as) Diretores(as),
Nos próximos dias, com efeitos no ano letivo 2026/27, as aplicações de gestão escolar vão ser atualizadas para reforçar a qualidade dos dados e assegurar um registo mais rigoroso da atividade letiva. Destacam-se as seguintes alterações:
  • Registo de sumário em todas as aulas realizadas, com um prazo máximo de 5 dias após o final do mês para a inserção dos sumários;
  • Criação dos sumários em modo rascunho antes da realização da aula, não sendo possível a sua submissão definitiva antes de a aula ocorrer;
  • Obrigatoriedade de identificação do docente que efetivamente lecionou cada aula;
  • Registo das substituições, identificando quem assegurou a aula;
  • Criação do estado nacional da aula, uma classificação harmonizada que identifica a situação final de cada aula (por exemplo, dada pelo docente titular, substituída, reposta, não dada, pendente ou inconsistente);
  • Validação dos dados relativos a aulas, turmas, disciplinas e docentes;
  • Registo das horas extraordinárias com associação à turma e disciplina;
  • Melhoria da monitorização dos apoios educativos e outras atividades pedagógicas;
  • Melhor articulação entre aulas previstas, aulas extraordinárias, apoios educativos e outras atividades pedagógicas.
Os novos procedimentos irão contribuir para uma melhor qualidade da informação relativa ao funcionamento das Escolas e, assim, para uma maior eficiência e simplificação da gestão.
Recomendações Gerais às Escolas
 
Para uma correta implementação, as Escolas devem assegurar que:
  • A distribuição de serviço docente se encontra corretamente registada e permanentemente atualizada;
  • Os registos de substituição identificam sempre o docente que efetivamente lecionou a aula;
  • Os apoios educativos que envolvam alunos de múltiplas turmas utilizam os mecanismos próprios disponibilizados pelas aplicações;
  • Os procedimentos relativos a visitas de estudo preservam a correta identificação da atividade realizada e dos docentes envolvidos.
Estas orientações ajudam a uniformizar procedimentos e a melhorar a qualidade da informação enviada aos sistemas centrais.
Atualização das Aplicações
 
Os fornecedores irão contactar as Escolas para apoiar a atualização e esclarecer dúvidas. As escolas devem instalar as versões mais recentes disponibilizadas pelos respetivos fornecedores. A instalação atempada destas versões é essencial para garantir o correto cumprimento das novas regras de registo e a adequada comunicação de informação com as plataformas centrais do Ministério da Educação.
Sincronização de Dados entre Sistemas
 
A AGSE está, em paralelo, a trabalhar com os fornecedores na melhoria e simplificação da sincronização de dados entre as aplicações de gestão escolar e as plataformas centrais, procurando reduzir progressivamente a necessidade de intervenção das Escolas neste processo. Por agora, compete às Escolas assegurar que todas as exportações são corretamente executadas e que os dados são devidamente enviados para os sistemas centrais.
A colaboração das Escolas é indispensável e essencial para garantir a correta aplicação destes procedimentos, a qualidade dos registos efetuados e a fiabilidade da informação disponibilizada ao sistema educativo.
Agradecemos a colaboração e o empenho de toda a comunidade educativa na implementação destas melhorias.
A AGSE permanece disponível para quaisquer esclarecimentos que se revelem necessários.
Com os melhores cumprimentos
Dora Moita
Vice-Presidente do Conselho Diretivo

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Simplificação Administrativa | Registo Criminal Automático e Assinatura Digital de Documentos

Caros(as) Diretores(as),

Para o ano letivo 2026/27, serão introduzidas duas medidas de simplificação administrativa, com o objetivo de eliminar procedimentos atualmente assegurados pelas Escolas, reduzir significativamente a carga burocrática e libertar tempo para atividades de maior valor acrescentado.
Verificação Automática do Registo Criminal
 
A verificação do registo criminal passará a ser realizada automaticamente, deixando de ser necessário que o Diretor consulte e verifique manualmente o registo criminal de cada docente.
O sistema efetuará automaticamente essa verificação e disponibilizará ao Diretor, no SIGRHE, o estado de validação dos docentes da respetiva Escola: VÁLIDO, assinalado a verde, ou INVÁLIDO, assinalado a vermelho, de acordo com as regras legais aplicáveis ao exercício de funções que envolvam contacto regular com menores.
Na prática:
  • Diretor não terá de desencadear qualquer procedimento, estando o resultado da verificação automaticamente disponível no SIGRHE;
  • O docente apenas tem de ter assinalado o seu consentimento no SIGRHE, tal como já acontece atualmente;
  • A verificação automática abrangerá todos os docentes vinculados ou já colocados, bem como os que venham a ser colocados ao longo do ano letivo;
  • Nas contratações de escola, o consentimento será recolhido logo após o registo do docente no SIGRHE, permitindo que o resultado da verificação esteja disponível antes da assinatura do contrato.
A medida será posteriormente alargada, de forma progressiva, a outras categorias profissionais. Por enquanto, para os técnicos superiores e assistentes operacionais, mantém-se o procedimento adotado no ano letivo anterior.
Assinatura Digital de Documentos
 
assinatura de contratos e aditamentos passará a ser realizada integralmente em formato digital, através da Chave Móvel Digital (CMD), eliminando a necessidade de impressão, assinatura em papel, digitalização e arquivo físico destes documentos.
O processo, integralmente realizado no SIGRHE, será simples:
  • O docente assina digitalmente o contrato ou aditamento, na sua área do SIGRHE, através da CMD;
  • O Diretor terá disponível, na sua área do SIGRHE, a identificação dos documentos já assinados pelos docentes que aguardam a sua assinatura;
  • O Diretor procede, de seguida, à respetiva assinatura digital através da CMD.
Para utilizar esta funcionalidade, é apenas necessário que o docente e o Diretor tenham a CMD ativa, a qual já pode ser utilizada como meio de autenticação no SIGRHE.
Muito brevemente, será disponibilizada informação complementar sobre a ativação da CMD e sobre os meios de apoio que estarão disponíveis para facilitar a sua utilização.
Mais se informa que, no dia 2/9 às 17:00 será agendada uma sessão, por teams, onde será explicado, com maior detalhe, a utilização desta nova funcionalidade, recorrendo a uma apresentação passo a passo. O respetivo convite será enviado no início da próxima semana.
Esta solução será igualmente alargada, de forma progressiva, a outros documentos e procedimentos, com o objetivo de eliminar integralmente a tramitação e o arquivo em papel nas Escolas, assegurando processos administrativos cada vez mais simples e digitais.
A AGSE permanece disponível para quaisquer esclarecimentos que se revelem necessários.

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As Medidas Anunciadas por Montenegro para a Educação

O Primeiro-Ministro Luís Montenegro anunciou hoje novas reformas para o setor da educação, com destaque para a governação das escolas e a revisão curricular. 
As principais medidas anunciadas incluem:

Escolas e Governação

    • Novo regime de autonomia: Implementação de um novo modelo de gestão escolar.
    • Eleição geral do diretor: Alteração no processo de escolha dos diretores das escolas.
    • Valorização dos diretores: Dinamização do estatuto e aumento das remunerações destes profissionais.
    • Menos burocracia: Redução da carga administrativa sobre professores, diretores e famílias. 

 

Currículo e Aprendizagem

    • Currículo mais exigente: Revisão das aprendizagens essenciais do ensino básico e secundário.
    • Foco no futuro: Integração reforçada de competências em digitalização e Inteligência Artificial.
    • Calendário: A meta é ter o novo currículo totalmente implementado no ano letivo de 2027/2028. 

 

Ensino Superior e Investimento

  • Nova universidade: Criação da Universidade de Bragança e do Norte Interior.
  • Igualdade no Politécnico: Equiparação salarial dos reitores das universidades politécnicas aos restantes reitores.
  • Equipamentos digitais: Continuação do investimento na transição digital e em novos equipamentos.

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Areia atirada pela ventoinha…

Segundo o Relatório da IGEC, datado de 27 de Agosto de 2026, relativo às averiguações de irregularidades nos Exames Nacionais 2026, relacionadas com atrasos na entrega de provas e na submissão de pedidos de reapreciação, terão sido detectadas 111 ocorrências, distribuídas da seguinte forma:

 

69 escolas sinalizadas por atraso na submissão de pedidos de reapreciação;

 

– 29 escolas sinalizadas por atraso na entrega de provas;

 

13 escolas sinalizadas por outras situações.

 

Decorrente do anterior, nos últimos dias, tem-se veiculado a ideia de que existirão 98 escolas que serão alvo de processos de inquérito, por motivo das irregularidades detectadas pela IGEC, mas esse número poderá ser incorrecto, uma vez que no citado Relatório se refere expressamente o seguinte:

 

“… podendo o mesmo estabelecimento de ensino estar integrado em mais do que uma das três situações apresentadas” (página 4 do Relatório da IGEC)…

 

Em termos práticos, o que se poderá concluir a partir dos dados apresentados pelo Relatório da IGEC é que foram detectadas 111 ocorrências, mas o número de escolas onde essas infracções foram sinalizadas deverá ser inferior a 98, pelo facto de poderem existir escolas que integram mais do que uma das três situações apresentadas…

 

Por outras palavras, a partir dos dados apresentados no Relatório da IGEC, muito dificilmente se poderá comprovar a existência de um problema realmente grave originado pelas escolas, que possa, por si só, explicar as inúmeras perturbações existentes nos Exames Nacionais:

 

Mesmo que existissem 98 escolas onde tivessem sidodetectadas as irregularidades citadas, esse número corresponderia sempre uma percentagem pouco significativa, face ao universo de escolas públicas e privadas onde se realizaram Exames Nacionais do Ensino Secundário e só por via do “pensamento mágico” esse número poderia ser utilizado como justificação do caos observado durante os Exames Nacionais em 2026;

 

Essa percentagem tornar-se-á ainda mais insignificante, selevarmos em consideração o facto de previsivelmente seremmenos do que 98 escolas, pelo facto de algumas delas poderem estar integradas em mais do que uma das três irregularidades detectadas pela IGEC.

 

De uma forma ou de outra, uma coisa parece certa:

 

– Não será, com certeza, pelas irregularidades, alegadamente,detectadas nas escolas que se poderá explicar todo o caos verificado no processo dos Exames Nacionais em 2026, dado o número diminuto de ocorrências anómalas, face ao universo de escolas públicas e privadas

 

Na realidade, está-se perante uma detestável “caça às bruxas”, ordenada pelo próprio MECI, como se comprova por esta passagem presente no mencionado Relatório da IGEC (página 2):

 

Na comunicação efetuada, o Sr. Ministro da Educação, Ciência e Inovação sublinha a perturbação gerada por aquelas situações, que afetam, em particular, os alunos no processo de acesso ao ensino superior e a própria credibilidade do sistema de avaliação externa das aprendizagens, levantando ainda dúvidas acerca da preservação da integridade das provas, nos casos em que as mesmas não terão sido entregues às forças de segurança, no momento previsto.

 

Mais uma vez se confirma a tentativa de desresponsabilização do Ministro Fernando Alexandre, face ao caos ocorrido nos Exames Nacionais em 2026, procurando imputar a terceiros erros ou falhas que pudessem justificar o desastre observado…

 

Ninguém está imune a erros. Nenhum elemento da cadeia de procedimentos inerentes à classificação digital dos Exames Nacionais está imune a erros, desde as escolas, até às estruturas do Ministério da Educação responsáveis por esse processo…

 

Convinha que cada um desses elementos fosse capaz de assumir as próprias responsabilidades em todo o processo, a começar pelo tutelar da Pasta da Educação…

 

Ainda assim, e se dúvidas houvesse, ficaram esvaziadas de sentido, pelas conclusões deste Relatório da IGEC, algumas insinuações de sabotagem que foram sendo proferidas por algumas pessoas, à medida que se iam conhecendo sucessivas trapalhadas no processo dos Exames Nacionais:

 

– “Não foram identificados elementos que permitam sustentar a existência de atuações deliberadas destinadas a comprometer a integridade ou a confidencialidade das provas realizadas.” (Página 12)…

 

Lamentavelmente, atirar areia pela ventoinha”, acaba por ser a estratégia utilizada por uma Tutela que teima em enveredar pela construção de “verdades alternativas”

 

Paula Dias

 

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Calendário Escolar 2026/2027


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Calendário Escolar 2026/2027

Momento Data / Período Destinatários / Observações
Início do ano letivo 11 a 15 de setembro de 2026 Educação pré-escolar e ensino básico
Início do ensino secundário – cursos científico-humanísticos 21 de setembro de 2026 10.º, 11.º e 12.º anos
1.º período 11 de setembro a 15 de dezembro de 2026 Educação pré-escolar e ensino básico
Interrupção do Natal 16 a 31 de dezembro de 2026 Todos os níveis de ensino
Início do 2.º período 4 de janeiro de 2027 Todos os níveis de ensino
Interrupção do Carnaval 8 a 10 de fevereiro de 2027 Todos os níveis de ensino
Início do 3.º período 5 de abril de 2027 Todos os níveis de ensino
Interrupção da Páscoa 22 de março a 2 de abril de 2027 Todos os níveis de ensino
Fim das atividades letivas – 9.º, 11.º e 12.º anos 4 de junho de 2027 Ensino básico e secundário
Fim das atividades letivas – 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º anos 11 de junho de 2027 2.º e 3.º ciclos e 10.º ano
Fim das atividades letivas – pré-escolar e 1.º ciclo 30 de junho de 2027 Educação pré-escolar e 1.º ciclo

 

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Imensos Professores Colocados no 910 com 25 Horas

Existem bastantes docentes colocados no 910 que a informação nas listas de colocação é que têm 25 horas letivas.

O que acontece é que estes professores são docentes do quadro dos grupos 100 e 110 e que na altura da candidatura concorreram também para mudarem de grupo de recrutamento e também optaram pelo 910.

Foram colcoados no 910 e a sua componente letiva continua a dizer 25 horas.

Mas como sabem a componente letiva de um docente no 910, sem redução da componente letiva, é de 22 horas letivas (1100 minutos).

QUem foi colcoado no 910 com 25 horas não se esqueça de informar que estando agora no 910 terão de ter no máximo 1100 minutos letivos.

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E Vão Ser Abertos Processos de Inquérito a 98 Escolas

Inspeção da Educação deteta atrasos em 98 escolas no envio de exames e reapreciações

 

Relatório revela que atrasos resultaram de lapsos e não foram deliberados, mas propôs instauração de processos de inquérito a um número não revelado de escolas

 

A Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) detetou atrasos no envio ao Júri Nacional de Exames dos pedidos de reapreciação em 69 escolas, e atrasos na entrega à Imprensa Nacional Casa da Moeda dos exames da 1.ª fase em 29 escolas, na sequência do inquérito urgente solicitado pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI).

No relatório entregue, a IGEC garante que não identificou “elementos que permitam sustentar a existência de atuações deliberadas” que tenham comprometido “a integridade ou a confidencialidade das provas realizadas”. As ocorrências detetadas pela IGEC resultaram, sobretudo, de “lapsos procedimentais, falhas de verificação e erros operacionais associados aos processos de organização, conferência e expedição da documentação de exame”.

Segundo um comunicado do MECI, a IGEC propôs “a instauração de processos de inquérito nas situações que serão identificadas em informação complementar, de natureza confidencial”. Propôs também ao Júri Nacional de Exames “o aperfeiçoamento/substituição das plataformas atualmente em uso de modo a reforçar a segurança e a confiança no processo, com a respetiva capacitação dos profissionais das escolas envolvidos na sua utilização e o reforço da articulação com a IGEC no âmbito do processo de realização dos exames nacionais”. Já às escolas foi proposto “o reforço dos mecanismos de controlo interno no desenvolvimento do processo relacionado com a realização dos exames nacionais”.

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Reserva de Recrutamento 1

Listas publicitadas a 28 de agosto de 2026.

A aceitação da colocação deverá ser efetuada através da aplicação SIGRHE nos dois primeiros dias úteis seguintes à publicitação da lista de colocação.

A apresentação na escola deve ocorrer até ao terceiro dia útil seguinte à data da publicitação da colocação.

Listas – Reserva de Recrutamento n.º 1

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Presidente promulgou altera os regimes de medidas excecionais e temporárias e alteração ao DL 95/2025

 

O Presidente da República promulgou os seguintes diplomas do Governo:

– Diploma que na área da educação e de regulação dos requisitos científicos para contratação de docentes pós-Bolonha;

– Diploma que altera o Decreto-Lei n.º 95/2025, de 14 de agosto, alargando aos alunos do 3.º ciclo do ensino básico o regime de restrição da utilização de telemóveis e de outros equipamentos ou aparelhos eletrónicos de comunicação móvel com acesso à Internet em contexto escolar.

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Renovação de contratos de Técnicos Especializados para 2026/2027

Imagem de capa institucional com design moderno e minimalista. O fundo é predominantemente branco. Ao centro-esquerda surge o título em letras grandes, azul-escuro: “Renovação de Técnicos Especializados”. À direita da imagem existe uma composição geométrica formada por grandes blocos em tons de azul e verde. Na parte superior direita, um polígono azul-escuro cria uma área de destaque onde se encontra o logótipo da AGSE, em branco, com elementos gráficos verdes integrados nas letras. As formas geométricas convergem para o centro da imagem, formando uma espécie de seta ou ponta direcionada para a direita. Na parte inferior direita, as formas passam para tons de verde vivo, criando continuidade visual com a área superior azul. O conjunto transmite uma imagem corporativa, organizada e contemporânea. Não existem fotografias, pessoas ou outros elementos ilustrativos. O destaque visual está no título e na identidade gráfica da AGSE, utilizando as cores institucionais azul, verde e branco.

Encontra-se disponível a aplicação informática que permite efetuar a renovação de Técnicos Especializados para formação e Técnicos Especializados para o exercício de funções não docentes.

 

SIGRHE – Técnicos Especializados – Renovação TE

 

Caro(a) Diretor(a)/Presidente de CAP,

1. A AGSE informa que se encontra disponível no SIGRHE, no módulo Técnicos Especializados > Renovação TE, a aplicação destinada à renovação dos contratos de técnicos especializados.

Em conformidade com a informação anteriormente prestada, foi autorizada a renovação dos contratos dos técnicos especializados que reúnam cumulativamente os seguintes requisitos:

a) Tenham exercido funções no ano letivo de 2025/2026 em horário anual e completo, considerando-se como tal o horário solicitado até 16 de setembro de 2025 (inclusive), com o motivo «Necessidade autorizada» e duração até 31 de agosto de 2026;

b) A necessidade subsista para o ano letivo de 2026/2027, com o mesmo número de horas e devidamente autorizada pelas entidades competentes;

c) Exista concordância expressa do trabalhador e da entidade empregadora;

Acrescem, ainda, as situações decorrentes dos procedimentos concursais em curso para constituição de vínculos de emprego público por tempo indeterminado, relativamente aos técnicos que se encontram a assegurar funções nos postos de trabalho correspondentes às vagas colocadas a concurso, para as quais foi posteriormente autorizada a prorrogação dos respetivos contratos.

Com efeito, e de acordo com o resultado dos respetivos concursos, poderão verificar-se as seguintes situações:

a) Caso o técnico superior obtenha vinculação no Agrupamento de Escolas/Escola Não Agrupada (AE/EnA) onde atualmente exerce funções, manter-se-á nessa unidade orgânica, mediante celebração de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado.

b) Quando a vinculação ocorra noutro AE/EnA, o respetivo contrato por tempo indeterminado será celebrado nessa unidade orgânica. A AGSE comunicará posteriormente ao AE/EnA de origem os procedimentos a adotar para reposição do recurso humano, caso se mantenha a necessidade que justificou a sua colocação.

c) Os técnicos superiores que não obtenham vinculação nos procedimentos concursais em curso permanecerão em exercício de funções na respetiva unidade orgânica até 31 de agosto de 2027.

Poderão ainda ser renovados horários anuais de 18 horas atribuídos a técnicos especializados para o desempenho de funções não docentes, desde que o pedido inicial tenha sido efetuado até 16 de setembro de 2025 (inclusive) e se mantenha em vigor até 31 de agosto de 2026.

Solicita-se que se pronuncie sobre todos os registos de renovação associados ao seu AE/EnA disponíveis no SIGRHE, até às 23h59 de 1 de setembro de 2026.

2. Informa-se ainda que se encontra disponível no SIGRHE, no módulo Horários/Contratação, a funcionalidade para submissão de pedidos de horários para técnicos especializados. Sempre que sejam identificadas necessidades adicionais, os respetivos pedidos deverão ser acompanhados da adequada fundamentação, para efeitos de análise e decisão.

Com os melhores cumprimentos,

A Vice-Presidente do Conselho Diretivo da AGSE

Dora Moita

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Pedido de horários – Reserva de Recrutamento e Contratação de Escola

A AGSE informa que no âmbito do pedido de horários para reserva de recrutamento e contratação de escola já é possível solicitar horários por motivo de substituição e inferiores a oito horas.

 

Com os melhores cumprimentos,

A Vice-Presidente do Conselho Diretivo da AGSE

Dora Moita

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Novidades

Para a desburocratização:

 

Registo Criminal: Não é necessario validar os registos criminais. Basta o docente autorizar a consulta do registo criminal, saíndo um sinal verde ou vermelho para o docente, sem que haja consulta do mesmo.

Contratos: São assinados digitalmente pelos professores contratados.

Horas Extraordinárias: Serão calculadas automaticamente pelo software das escolas em função dos horas sumariadas e efetuamente lecionadas.

Em atualização ao longo do dia.

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Renovação dos Técnicos Especializados

Assim sem mais nem menos fui abrir o módulo dos Técnicos Especializados e já aparece a possibilidade de renovação destes técnicos para 2026/2027.

Isto é mesmo um exercício de adivinhação, visto que a AGSE não informou ainda.

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Algo Que Sempre Disse Que Devia Acontecer

Um docente ficar colocado na Mobilidade Interna/Contratação Inicial e no ato da aceitação dizer que pretende ficar em concurso para a Reserva de Recrutamento 1 e/ou 2 à espera de melhor colocação nas suas preferências.

Porque o que vai acontecer na RR1 e na RR2 é que vão aparecer horários mais adequados a quem já ficou na MI/RR.

Isto é simples de se fazer, desde que haja vontade.

 

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Mal Pagos e Agora Mais Pobres

Técnicos superiores das escolas perdem pontos na carreira e são chamados a devolver milhares de euros

 

Técnicos superiores das escolas perdem pontos na carreira e são chamados a devolver milhares de euros
Profissionais estão a devolver valores que podem aproximar-se dos 10 mil euros. Uma decisão judicial contraria a posição do ministério, mas já há quem tenha contraído empréstimos bancários.

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A Reserva de Recrutamento 1

… está em processamento.

E já existem horários em contratação de escola.

E quando deve sair a Reserva de Recrutamento 1?

Eu aposto para a mesma hora da reunião do Ministro da Educação com os Diretores das escolas, amanhã pelas 17:00.

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Espero que Seja Para Apresentar o Novo Suplemento Remuneratório

Este título é em forma de piada porque recentemente o Ministro da Educação disse que iria entrar em vigor no dia 1 de setembro o novo estatuto do Diretor.

E quem tem de assistir a uma reunião em pleno agosto e meio da tarde, deve ter direito a um suplemento ENORME!!!!

Mas não, o que vêm aí é mais trabalho, chmando-lhe simplificação.

Espero que a reunião seja Bidirecional porque este Ministro está a precisar de ouvir alguns diretores, e não apenas aqueles que ela acha representarem as escolas, o tal Conselho das Escolas.

 

 

Reunião com Ministro da Educação, Ciência e Inovação | 27 de agosto, 17h00, online

 

Caras e Caros Diretores,

O Senhor Ministro da Educação, Ciência e Inovação e os Senhores Secretários de Estado convidam-vos a participar numa reunião, em formato online, amanhã, dia 27 de agosto, às 17h00, dedicada ao arranque do ano letivo de 2026/2027.

A reunião terá como objetivo fazer um ponto de situação sobre o início do novo ano letivo e apresentar novas medidas de simplificação e de apoio à organização e funcionamento das escolas, com aplicação já neste arranque.

 

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E as turmas dos Profissionais penduradas…

Há uma coisa extraordinária na administração educativa portuguesa: as escolas conseguem perceber, em tempo útil, onde estão os alunos, quantos são e o que precisam. A AGSE, aparentemente, precisa de um pouco mais de tempo para perceber o que as escolas já sabem.

O pedido é simples. Depois de terminadas as matrículas, uma determinada procura tornou necessária a autonomização de uma turma e a anulação de outra. Nada de extraordinário. A rede é, ou deveria ser, dinâmica e ajustável à realidade. O problema é que, quando a realidade muda, há sempre um qualquer sistema, procedimento ou circuito administrativo que parece ficar parado à porta.

E depois há a famosa previsão da rede. Foi introduzido um número que não correspondia ao universo que deveria ter sido considerado e a escola, naturalmente, pede orientação para corrigir o erro. Até aqui, tudo normal. O que já não é tão normal é quando estas questões ficam penduradas, sem resposta, enquanto as escolas têm de organizar horários, turmas, professores, alunos e toda a logística de um novo ano letivo.

É aqui que a AGSE merecia uma pequena chamada de atenção.

Não se trata de pedir um favor às escolas. Trata-se de permitir que as escolas funcionem.

A rede educativa não é uma folha de Excel que possa ficar à espera que alguém carregue no botão certo. Tem alunos lá dentro. Tem professores. Tem turmas. Tem famílias. E tem datas.

Se a AGSE foi criada para agilizar, apoiar e desburocratizar, talvez seja altura de começar por resolver aquilo que as escolas lhe colocam em cima da mesa. Porque se uma escola identifica um problema, apresenta a solução e pede apenas que o sistema seja atualizado, mas semanas depois continua à espera de resposta, então a pergunta deixa de ser “qual é o procedimento?” e passa a ser outra: para que serve uma estrutura de gestão se, quando chega a hora de decidir, ninguém decide?

E convém não esquecer: setembro chega sempre. A burocracia, pelos vistos, nem sempre.

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E Onde Está a Possibilidade de Renovação dos Técnicos Especializados?

Hoje já é 25 de agosto e ainda não surgiu na plataforma SIGRHE a possibilidade dos Técnicos Especializados renovarem o contrato para 2026/2027 como foi prometido ainda há pouco tempo pelo Ministro da Educação.

Será que sou eu que não estou a ver onde se encontra essa funcionalidade ou será que ainda não apareceu no SIGRHE?

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Renovação dos Contratos

Imagem institucional da AGSE com fundo branco e elementos geométricos em azul-escuro e verde. No canto superior direito encontra-se o logótipo da AGSE. Ao centro, em destaque, surge o título “Renovação dos Contratos”, seguido da indicação “Concurso Ensino Artístico 2026/2027”. A composição gráfica é formada por grandes formas triangulares e poligonais nas cores azul e verde, enquadrando o texto e mantendo a identidade visual da AGSE. Não existem pessoas nem outros elementos ilustrativos na imagem.

Encontra-se disponível a aplicação eletrónica que permite às escolas procederem à indicação dos docentes em condições de renovação.

A aplicação estará disponível até às 23H59 de dia 26 de agosto de 2026.

SIGRHE – Renovação

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Equiparação a Bolseiro 2026/2027

Imagem institucional da AGSE com o título “Equiparação a Bolseiro”, apresentado sobre fundo branco com elementos gráficos em azul e verde e logótipo da AGSE no canto superior direito.

Encontra-se disponível a aplicação eletrónica para submissão de pedidos de equiparação a bolseiro para o ano escolar de 2026/2027.

 

Plataforma SIGRHE – Equiparação a Bolseiro

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Soluções Simples Para Iniciativas Parvas

Isto em especial para quem tem o seu número SIGRHE associado a outros serviços dentro da escola a quem foram delegadas algumas decisões dentro da plataforma.

Clicar em Dados Pessoais sobre o nome e desativar a opção autenticação de dois fatores.

 

 

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É Que Nem Foi Para o SPAM

Quando vejo alguma novidade da AGSE até me assusto.
Porque sei que não vão funcionar.

 

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Atribuição da Componente Letiva

Encontra-se disponível a aplicação que permite às escolas procederem à atribuição da componente letiva.

SIGRHE – Atribuição da Componente Letiva

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Pedido de Horários

Encontra-se disponível a aplicação que permite às escolas procederem ao pedido de horários para as Reservas de Recrutamento.

 

SIGRHE – Pedido de horários

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Já se Pode Pedir Horários e a AGSE Não Informa Disso?

Por acaso entrei na plataforma SIGRHE e verifiquei que já existe o módulo para o pedido de horários.

Não consegui ainda confirmar se já é possível submeter novos pedidos porque o único horário que tenho a pedir é de 6 horas e a aplicação devolve-me o seguinte:

Não não parecia nada mal que a AGSE enviasse informação.

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Ministro da Educação antecipa ano letivo tranquilo

Ministro da Educação admite indemnizações e insiste não perceber como famílias marcam férias antes de os filhos saberem as notas finais de acesso ao Ensino Superior.

Ministro da Educação antecipa ano letivo tranquilo: “Está tudo a correr como o previsto”

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Temos o que merecemos?

 

Ao longo dos últimos vinte e um anos temos tido titulares da Pasta da Educação com acções governativas medíocres, incapazes de credibilizar a Escola Pública…

 

Já não há esperança em dias melhores, o que temos hoje não difere em nada da incompetência, da mentira, da hipocrisia e da incapacidade de assumir responsabilidades, igualmente vistas em tantos anos anteriores…

 

Aproxima-se mais um Ano Lectivo, sem que exista o desejável optimismo ou a crença de que algo mudará para melhor…  

 

próximo Ano Lectivo promete muitas operações de cosmética, muita ficção científica e adereços cinematográficos, com destaque previsível para abundantes e variados efeitos especiais… Alguns episódios de auto-flagelação, assim como acentuadas doses de demagogia, também parecem muito prováveis… Obviamente, acompanhados pelo dispêndio de muitas horas de trabalho insano e infrutífero no contexto das escolas públicas

 

A camarilha de bajuladores do regime, incapaz de contrariar qualquer ordem ou decisão emanada pelos doutos superiores, por mais absurda ou insensata que a mesma seja, parece acreditar piamente nas políticas educativas dos seus idolatrados…

 

Ou, então, genuinamente não acredita e o seu seguidismo limita-se a adular qualquer um que lhe possa ser útil, com o objectivo de poder obter vantagens, benefícios ou reconhecimentos…

 

Impõe-se, assim, uma pergunta:

 

– Temos o que merecemos?

 

A minha resposta é esta:

 

– Sim, em termos gerais, temos o que merecemos. Na verdade, temos feito muito pouco para merecer melhor. De certa forma, temos sido cúmplices do mal que nos tem caído em cima.

 

Durante demasiados anos, fomos, e continuamos a ser,mansos, conformados, domesticados e silenciosos… Hoje colhemos o que temos semeado

 

Perante cidadãos submissos, silenciosos e muito tolerantes face ao Poder Político, o conceito de Ética tende a tornar-se em algo muito flexível, difuso e relativo, dependente daquilo que possa dar mais jeito num determinado momento… Por outras palavras, a Ética torna-se tão flexível que pura e simplesmente desaparece…

 

Lamenta-se, mas agora “é pagar e não bufar”… Afinal, quem não lutou por melhor tem que aceitar o pior

 

Estaremos condenados a esta sina, que já dura há mais de vinte anos?

 

Quem quiser e puder que demonstre que a frustração patente neste texto não tem razão de existir…

 

Felizmente, ainda há quem consiga resistir e não se deixe domar… Mas, infelizmente, são honrosas excepções…

 

Paula Dias

 

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Desembargado

A Nota à comunicação que só devia sair amanhã às 00:01, mas já está no Portal do Governo.

 

 

Click to access Nota_OCS_CNA2026_1fase.pdf

Nota_OCS_CNA2026_1fase_anexo

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NÚMERO DE COLOCADOS EM CURSOS PARA SER PROFESSOR VOLTA A AUMENTAR COM 97% DAS VAGAS OCUPADAS

Comparando com o número de aposentações previstas para quando acabarem o curso, continuamos com um défice descomunal.

 

Segundo os dados do Instituto para o Ensino Superior (IES), foram colocados 1.302 estudantes em licenciaturas em Educação Básica, mais 8,6% face ao ano anterior

O número de candidatos colocados em cursos para ser professor voltou este ano a aumentar, com 1.302 estudantes a garantirem lugar numa licenciatura de Educação Básica, ocupando 97% das vagas.

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Mensagem do Ministro da Educação

Hoje, com a publicação das colocações do CNA ao Ensino Superior, terminou um longo período de quase dois meses, muito exigente para o nosso sistema educativo: professores, pessoal não docente, diretores das escolas e serviços do Ministério da Educação. A minha primeira palavra é de profundo agradecimento a todos, por nunca se terem esquecido daquilo que nos orienta: melhorar as aprendizagens e a sua avaliação, com rigor e transparência, e garantir a continuidade dos percursos dos alunos.

No sistema educativo há muitos processos críticos que afetam a vida de milhões de pessoas. No Ministério da Educação não há dias fáceis. Mas há muitos dias bons, que nos dão força para continuarmos a mudança do nosso sistema educativo.

O nosso sistema educativo alcançou grandes sucessos nos últimos 50 anos, tendo sido o grande motor de transformação do Portugal democrático. No entanto, para que continue a avançar e a cumprir a esperança de milhões de portugueses, urge ser reformado profundamente na forma como está organizado e é gerido. Por isso, estamos a implementar uma profunda reforma estrutural, onde a digitalização, em múltiplas formas, tem um lugar central.

A digitalização da avaliação externa dos exames nacionais foi mais um passo na modernização do nosso sistema educativo. Em 2025, introduzimos as provas MoDA e a avaliação digital nas provas do 9º ano. Foi um trabalho muito exigente e complexo, bem-sucedido, mostrando a capacidade das nossas escolas, ainda com muitas debilidades ao nível dos equipamentos e das infraestruturas tecnológicas, ministrarem exames a centenas de milhares de alunos em simultâneo, em todo o território nacional.

A digitalização da avaliação externa dos exames do ensino secundário não decorreu como planeada. Problemas na leitura dos QR codes dos exames da 1ª fase geraram erros na distribuição dos itens aos classificadores, com todas as perturbações que aí decorreram para o processo de classificação, obrigando à alteração do calendário inicial para a conclusão da 1ª fase. Na publicação das notas, um erro de exportação de ficheiros gerou milhares de classificações ‘suspenso’ e muita ansiedade entre os alunos.

Todos os erros foram corrigidos e melhorias nos processos foram introduzidas, garantindo as condições para que a 2ª fase decorresse com toda a normalidade. E assim foi. No dia 7 de agosto, a data prevista no calendário inicial, foram publicadas as notas da 2ª fase e das reapreciações da 1ª fase. E todos os alunos puderam concorrer ao concurso de acesso ao Ensino Superior.

O sucesso da 2ª fase demonstrou que o processo de digitalização da avaliação externa, de uma forma global, estava bem concebido. No entanto, nestes dois meses identificámos muitas melhorias a introduzir no processo de avaliação externa, ao nível do funcionamento do Júri Nacional de Exames e da sua ligação às escolas, na relação com os classificadores, entre outras. As avaliações, nomeadamente a que solicitei ao Conselho Nacional de Educação, e todas as formas de escrutínio que venham a decorrer, serão certamente muito úteis para melhorar e robustecer o sistema de avaliação externa.

Agradeço a todos os que fazem parte do nosso sistema educativo e que contribuíram para mais um sucesso neste processo de mudança e melhoria. A introdução do digital na avaliação externa mostrou mais uma vez que, mesmo quando muitos não acreditam e outros lutam para que tudo continue na mesma, o nosso sistema educativo continua a liderar a mudança e a trabalhar para melhorar as aprendizagens dos nossos alunos e a prepará-los para um mundo cada vez mais desafiante.

Continuamos a trabalhar para melhorar a Educação em Portugal.”

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Classificações dos últimos colocados pelo contingente geral | CNA 2026 – 1ª fase

No âmbito do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior 2026, são publicadas as listas com as classificações dos últimos colocados, pelo contingente geral, nos diferentes pares instituição/ciclo de estudos a concurso.

Estas classificações permitem aos candidatos conhecer as notas de colocação que se verificaram nesta fase do concurso e constituem uma referência para a análise dos resultados do acesso ao ensino superior.

Os resultados das colocações serão comunicados aos candidatos durante a tarde de sábado, ficando nessa altura disponível a informação relativa à colocação obtida por cada candidato.

Comunicado MECI/CNAES | 1ª Fase do CNA
Consulte a lista de classificações dos últimos colocados pelo contingente geral no Concurso Nacional de Acesso 2026
Análise dos resultados da 1ª Fase | Colocações

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Acesso ao Ensino Superior 2026 – 1.ª Fase

Clicar na imagem para acederem aos resultados da 1.ª fase do acesso ao Ensino Superior 2026, com o número de vagas ocupadas e a média do último candidato que entrou no respetivo curso.

 

 

 

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Escolas açorianas vão perder 1/5 dos docentes

17% dos professores atualmente no ativo vai para a reforma até 2030 – a projeção está no estudo sobre Rejuvenescimento da Administração Pública Regional.

Até ao ano letivo 2030/2031, no sistema educativo açoriano com cerca de 5 mil docentes, passam à reforma 834 professores.

Escolas açorianas vão perder 1/5 dos docentes nos próximos 5 anos

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Calendário Escolar (alteração)

Segunda alteração do Despacho n.º 8368/2024, de 25 de julho, que estabelece o calendário escolar relativo aos anos letivos de 2024-2025 a 2027-2028 destinado aos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, bem como aos estabelecimentos particulares de ensino especial.

Despacho n.º 10430/2026

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29.569 Candidaturas Não Colocadas na MI/CI

O próximo quadro apresenta o número de candidaturas e não de candidatos, que não obtiveram colocação na Mobilidade Interna/Contratação Inicial.

Pelo número de candidaturas no concurso Externo que não tiveram colocação (22.283) antevejo um ano muito pior que os anteriores para substituição de docentes ao longo do ano.

Mesmo que as colocações passem a ser diárias e entrem novos candidatos para o concurso, antevejo para 2026/2027 uma maior dificuldade em substituir docentes.

Ainda há poucos anos havia sempre mais de 50000 candidaturas não colocadas na Contratação Inicial.

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8996 Docentes Retirados da MI/CI

Foram retirados da Mobilidade Interna e da Contratação Inicial 8996 docentes de acordo com a seguinte distribuição por tipo de candidato.

Em breve faço a distribuição dos motivos para que estes docentes tenham sido retirados das listas.

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