Vêm aí as greves. Vais fazer?

 

Vêm aí duas greves, uma convocada pelo S.TO.P de 30 de novembro a 4 de dezembro e outra, a 11 de dezembro, convocada pela Fenprof. Questiono-me sobre os níveis de adesão que uma e outra poderão ter.

Praticamente no final do período, quando os problemas, derivados da pandemia, nas escolas já se agudizaram e quando o medo já se apoderou de muitas mentes. O ministro mantém-se calado e desaparecido. Não responde aos pedidos de reunião de nenhum sindicato, ele que queria abrir uma nova relação com os mesmos e chegando a reunir mensalmente com os representantes dos professores durante uns tempos.

A questão que se põe é se os docentes estão predispostos a fazer greve e lutar por condições de trabalho. Será que estão?

Para isso vamos fazer o inquérito abaixo.

A questão é simples. Vou fazer greve? Se sim em que dia ou dias?

Vai Fazer Greve?

Se sim, em que dias?

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Cinema Sem Conflitos: “Desconectados”

Título:  “Desconectados” | Autores: “Colectivo Agrupamento de Escolas Dr.Mário Fonseca

“Um miúdo passa demasiado tempo no computador…”

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Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCj6LBbDs8j93ijiuI-IKd3Q

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Há Sempre uma Primeira Vez

Aqui pelo blog tem-se vindo a alertar já há alguns anos da falta de candidatos para determinados grupos de recrutamento e zonas do pais.

A profissão é cada vez mais desmotivadora e as únicas recompensas que os professores vão tendo é sobre a sua qualidade de trabalho em núcleos cada vez mais restritos (dos seus alunos e em muitos casos das famílias). Até mesmo os colegas de trabalho deixaram de ser os mesmos colegas de anos passados e com o regresso da avaliação de desempenho, após período de congelamento, cada colega é em muitos casos um competidor direto para as notas de mérito sendo que em muitos casos o desmérito (na sua maioria das vezes injusto) desmotiva ainda mais para a continuidade de uma profissão cada vez menos motivadora.

Não admira que cada vez existam menos alunos a querer seguir a área da docência. Nenhum professor de seu perfeito juízo também aconselharia esta profissão a um aluno seu.

Apesar da excecionalidade deste ano letivo devido ao aumento de pedidos de horários, existem turmas que desde o início do ano letivo continuam ser ter determinadas disciplinas, algumas delas até sujeitas a provas finais. Agora pergunto se continua a fazer sentido a existência em 2021 das provas de aferição e provas finais de ciclo? Que igualdade vai existir para colocar em aferição ou sujeitos a retenção alunos em desigualdade de circunstâncias?

Imagino o desespero de tantas escolas que têm tido esta falta de candidatos para as suas escolas, o prejuízo que isso acarreta e a falta de soluções que existem da parte do Ministério. Dividir horários de 16 horas por vários conjuntos de horas tem sido uma solução de remendo cada vez mais vista nas contratações de escola para eventuais complementos de horário e assim conseguir-se ter pelo menos uma ou duas turmas com professor.

Mas já não é apenas na zona de Lisboa ou Algarve que a falta de candidatos existe.

Nunca me imaginaria numa escola a norte que não conseguisse ainda no primeiro período substituir para um horário tipo 2 (20 horas) para um grupo de recrutamento que nem é dos piores, mas para lá também caminha (Grupo 400 – História). E assim, não havendo regresso de outros candidatos com contratos finalizados lá terá de ir novamente a concurso para uma reserva que vai certamente continuar ser candidatos disponíveis.

Foi a primeira vez, de muitas que voltarão a acontecer no futuro se nada for feito com alguma urgência.

E valorizar os professores que estão nas escolas é a primeira medida que o Ministério deve fazer porque qualquer outra irá demorar entre 5 e 10 anos e aí será muito tarde.

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Cinema Sem Conflitos: “Chairman”

Título:  “Chairman” | Autores: “Chang Chun-Ting

“A multidão segue seu desejo de perseguir um objetivo que parece belo.
Eu expresso o desejo das pessoas através da posse de uma cadeira.
Este filme é pensar sobre o desejo através do contraste do estilo minimalista e da pessoa com as cadeiras.”

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Como se sentem os professores no regresso às aulas presenciais?

Apresentamos os resultados preliminares da investigação acerca da perceção de educadores e professores sobre o regresso às aulas presenciais.
Se está a sentir-se demasiado exausto, ansioso ou preocupado, não hesite em procurar ajuda. O psicólogo é um profissional capacitado para o auxiliar no processo de adaptação a todas essas intensas mudanças que a Pandemia do Coronavírus tem provocado.
Os dados preliminares do Psiquaren10 permitem afirmar que os professores se sentem muito exaustos, 59%, afetados pela perturbação das rotinas diárias, 58%, com problemas de sono, 49% e muito ansiosos, 44%. São menos, embora não poucos, aqueles que dizem sentir-se muito irritados, 36%, ou muito deprimidos,31%, e 23% acham que precisam de apoio psicológico. 
A maioria dos inquiridos, 81% mostra-se satisfeita com as medidas públicas adotadas e admite que a escola tem colaborado com o corpo docente. Outra nota positiva: a perceção de que as orientações para prevenir a Covid-19 nas aulas presenciais são eficazes é partilhada por 43% dos educadores e professores.
Em relação às regras sanitárias, 36% a admitem que perturbam a gestão em sala de aula. 22% não se sente confiante a gerir o grupo de alunos no novo contexto educativo. 

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Criar um novo currículo escolar? É o caminho.

 

Em Espanha, o Ministério da Educação está a criar um novo currículo escolar. Será menos enciclopédico, mais curto e flexível e mais focado nas competências básicas e aprendizagens essenciais, com ferramentas de avaliação mais simples, que ajudem a preparar os alunos para um mundo em rápida mudança e no qual as pessoas devem aprender ao longo de suas vidas, cita o El País. O currículo é o documento central do sistema educativo espanhol, depois da nova lei de base da educação.

Así será el nuevo currículo escolar que diseña el Gobierno: más corto, flexible y centrado en competencias

El Ministerio de Educación ha empezado a elaborar el nuevo currículo escolar, el elemento central del sistema educativo, justo por debajo de la nueva ley educativa, que define qué deben aprender los alumnos de cada materia y cómo debe evaluarse. El ministerio ha elaborado un “documento base” sobre cómo debe ser el nuevo currículo, al que ha tenido acceso EL PAÍS, en el que se establecen las grandes líneas de la reforma, que el Gobierno aspira a que sea la mayor en décadas y en cuya concreción quiere que participen las comunidades autónomas y la comunidad educativa.

El objetivo, señala el documento, es diseñar un currículo más corto, menos enciclopédico, más flexible y más centrado en las competencias básicas y los aprendizajes esenciales, con herramientas de evaluación más sencillas, que contribuya a preparar al alumnado para un mundo que cambia muy rápido y en el que las personas deben seguir formándose a lo largo de su vida. El tamaño y la rigidez del actual currículo alimentan, según cree el ministerio, “altas tasas de repetición y de abandono educativo temprano” y dificultan “la equidad y la inclusión”, al expulsar del sistema a una parte del alumnado. Uno de cada cuatro estudiantes no consigue obtener el título de la Educación Secundaria Obligatoria (ESO).

 

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Cinema Sem Conflitos: “Cacá”

Título:  “Cacá” | Autores: “Ana Carolina Rocha

 

“Esse curta animado aborda o preconceito LGBT dentro do ambiente escolar do ensino médio no Brasil através de uma narrativa de um dia na vida de uma adolescente LGBT, a Cacá, que está lidando com a descoberta de novos sentimentos e algumas situações difíceis na escola.

O propósito dessa animação, além de chocar a audiência, é gerar insights e discussões saudáveis sobre a temática e sobre o que nós podemos fazer como membros produtivos da sociedade, para que não só o ambiente escolar mas todos os lugares sejam mais seguros para os indivíduos LGBTs e também consequentemente desconstruir esse tipo de preconceito.”

 

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Lista Colorida – RR12

Lista Colorida atualizada com colocados e retirados da RR12.

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