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Esta Aberta a Votação para O Conselho Geral e de Supervisão da ADSE

Abriu agora às 9 horas a votação para o Conselho Geral e de Supervisão da ADSE. Esta votação eletrónica decorre até às 17 horas do dia 30 de novembro.

1. Acesso e autenticação

  • Aceda ao link https://certvote.com/adse2022, entre as 9h do dia 28 até às 17h do dia 30 de novembro (em contínuo), através de qualquer equipamento com acesso à internet: computador, tablet, telemóvel…
  • No campo “ID de votante” coloque o seu número de beneficiário da ADSE: NÃO introduza nem os números à esquerda, nem as letras à direita!
  • No campo “Senha”, introduza o PIN, secreto e individual, que recebeu por carta ou por email (PIN enviado por e-mail num e-mail com o assunto: “[ADSE, IP] Envio de senha para votação eletrónica”
  • Clique no botão “Autenticar” para aceder ao Boletim de Voto.

2. Votação

  • Escolha a lista da sua preferência, clicando no quadrado que se apresenta antes da letra e nome/lema da lista em que deseja votar. O quadrado ficará preenchido com uma CRUZ (X).
  • De seguida, clique no botão “Seguinte”, no canto inferior direito.
  • Se não escolher nenhuma lista, votará em branco.

3. Resumo da votação

  • Confirme o resumo da votação no quadro que aparece no ecrã e clique no botão “Submeter voto”.
  • Se pretender alterar o seu voto, clique no botão “Anterior”. Outra opção é clicar diretamente sobre o boletim, carregando sobre o nome.

4. Fim do processo

  • Depois de submeter o Boletim de Voto, visualizará a mensagem “Votação submetida com sucesso”, com a data e hora da votação.
  • Clique no botão “Sair”, no canto inferior direito.

 

Caso não tenham recebido o PIN devem proceder da seguinte forma:

Quer votar eletronicamente nas Eleições do CGS e não tem o seu PIN?

Durante os dias de votação eletrónica (28, 29 e 30 de novembro), no caso de não receção, extravio ou perda do seu PIN, pode rapidamente obter um novo , quer por telefone, quer acedendo ao Atendimento Online.

  1. Telefone: 218 431 881 (das 9h às 16h30). Para recuperar o seu PIN, de forma a poder votar online, marque a  opção 4
  2. Atendimento Online (ADSE Direta): Selecione “Sou Beneficiário” e escolha a opção “Eleições: Reenvio de PIN para votação online”. Deverá preencher os dados do formulário, com especial atenção para o número de telemóvel para onde deve ser enviado (por SMS), o novo PIN.

Atenção: o reenvio de novo PIN, invalida o PIN enviado anteriormente.

 

E Agradeço a vossa votação na LISTA D.

 

 

 

 

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A Conferência Completa do Ministro da Educação

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Fne: Reunião com o ME

A FNE insistiu no fim das vagas de acesso aos 5º e 7º escalões da carreira para todos os docentes na reunião que decorreu com o Ministério da Educação.

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João Costa esclarece dúvidas sobre o novo regime de concursos

A desmentir alguns sindicalistas a quem interessa o medo e o caos. Mais não digo… não estou de acordo com o novo regime, de todo, mas não admito desinformação.

 

Como aqui já se tinha adiantado.

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FENPROF propõe ao ME eliminação das vagas para progressão

FENPROF propõe ao ME eliminação das vagas para progressão

 

 

Perante a disponibilidade do ME para introduzir uma alteração ao artigo 37.º do ECD, com o objetivo de dispensar da obtenção de vaga para progressão aos 5.º e 7.º escalões da carreira os detentores do grau académico de doutor em domínio relacionado com a área científica dos docentes ou em Ciências da Educação, a FENPROF apresentou uma proposta para eliminar definitivamente as vagas e as quotas para progressão na carreira a todos os docentes.

Em cima da mesa, estiveram ainda outras questões, como a contagem do tempo de serviço prestado por educadores nas creches e a aprovação de um regime de concursos e de um concurso extraordinário de vinculação para os docentes das escolas artísticas.

Sobre a revisão do regime de concursos, o ME não deu resposta à muitas questões colocadas pela FENPROF.

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Síntese da Reunião com o ME – S.TO.P.

SINTESE DA REUNIÃO NEGOCIAL COM O ME a 29 de novembro. Ministro continua a não negociar sobre os principais problemas de quem trabalha nas escolas,

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SNPL – DA REUNIÃO COM O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

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A Votação para a ADSE Continua

aqui.

Garantidamente a votação de 2022 vai ultrapassar largamente a última votação de 2017.

E espero que a existência da Lista D tenha sido motivo para esse brutal aumento de votantes.

 

 

 

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Luta…

Sou leitora assídua do vosso blog e tomo, hoje, a liberdade de vos escrever para fazer um pedido, uma proposta, dar uma opinião…
A Greve que tantos desejaram está convocada. Agora, é preciso que haja boa adesão e que funcione. O que me leva a escrever é a necessidade de ação junto dos docentes para os mobilizar.

Ontem ouvi uma conversa, na escola onde lecciono, que me preocupou muito. A desinformação é total e muitos (professores) continuam a dividir para reinar. A colega dizia o seguinte: ” Estive numa reunião do sindicato e aquilo que foi dito é que estas alterações no processo de recrutamento docente/concursos são residuais. Isto vai afectar os “contratados” e os “QZP’s”, mas os “QA’s” não.” Lá interferi na conversa, até porque estava uma boa dúzia de pessoas a ouvir e a ficar convencidas. Expliquei que isto não é só para alguns professores, é para todos. Que qualquer um está sujeito a levar um chuto. Referi-lhe ainda, que segundo li e ouvi, um colega contratado ou QZP colocado durante 3 anos numa escola, passa a QA nessa mesma escola, ainda que seja menos graduado do que outros professores que também desejam essa vaga. Respondeu-me que quando se fartou de fazer viagens comprou casa nas imediações da escola e resolveu o assunto. Perguntei quantos anos demorou a ficar QA/QE, ao que me respondeu 4. Disse-lhe que demorei 13 anos (para entrar em QZP) e que fui obrigada a concorrer ao país inteiro. Logo ao lado, uma colega referiu ser contratada há 25 anos… Ficou calada e percebeu que uma coisa é mudar a vida aos 27 anos, sem encargos, sem filhos, sem pessoas que dependem de nós. Outra coisa é aos 40/50 anos quando temos filhos e outros encargos e sem a garantia de que aquela será a nossa paragem. Sendo QZP e sendo escolhida por um Conselho de Diretores, pelo perfil, quem me garante que num momento sou escolhida por um agrupamento e alguns anos depois não sou escolhida por outro agrupamento, no extremo desse mesmo QZP?? Mudo a cada 5 anos?? E sim, somos obrigados a concorrer para escolas onde não queremos estar. O atual tamanho dos QZP e a obrigatoriedade de concorrer a todos os QZP, depois de 3 contratos anuais e completo sucessivos! Caso não se entre em QZP não se pode celebrar contrato com o MEC no ano seguinte…

Outra coisa que penso que é necessário explicar à população é que os níveis de violência das escolas estão inteiramente ligados com a retirada de autoridade aos professores e com o clima de impunidade que se respira pelas escolas, para com os alunos e EE. Fazem mil e uma tropelias, faltam, não se esforçam minimamente, mas no fim do ano lá vem a pressão para a transição de todos, e relembra-se que as retenções são de carácter excepcional.

A conversa vai longa, peço desculpa, mas preciso de pedir um favor. O Arlindo, o Paulo Guinote, o Luís Braga (destes últimos não tenho email), tomem a palavra e expliquem de forma ainda mais clara a toda a gente o que está em causa. Lembro um programa de RTP1, que passou no dia 19 de Abril de 2022, se a memória não me falha, em que estiveram o Paulo Guinote e o Luís Braga, bem como a famigerada Maria de Lurdes Rodrigues, em que os dois primeiros se expressaram muito bem. Ouvi muitas pessoas a falar desse programa. Precisamos de mais alguma coisa deste género. Pessoas idóneas, informadas, que não se deixam enganar nem calar, que respondem com factos. Estes professores dignificam os professores. Há imagens que estão desgastadas, já ninguém perde tempo a ouvir o que têm para dizer, nem professores, nem os que não são professores.

Agradeço o tempo dispensado e, desde já, tudo o que têm feito em prol dos Professores e do Futuro da Educação em Portugal.

Os meus melhores cumprimentos
Raquel Cardoso

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Greve por tempo indeterminado. E agora, professores? Alberto Veronesi

 

Greve por tempo indeterminado. E agora, professores?

O sindicato de todos os profissionais de educação (S.TO.P.) convocou na passada semana uma greve por tempo indeterminado. Esta convocação acontece depois de ter sido feita uma auscultação, em que participaram mais de 7000 docentes, dinamizada pelos blogs do Arlindo e VozProf.

Como é público, o Ministério de Educação quer alterar as regras do concurso nacional de professores. A narrativa vigente é a de que essa alteração ajudará a mitigar a falta estrutural de professores. Obviamente que só acredita nesta versão dos factos quem não estiver atento ao que na realidade se quer fazer. O objetivo último é entregar às câmaras municipais o controlo total dos concursos de professores, juntamente com a possibilidade de serem estas a nomear para todos os cargos existentes nas escolas: diretores, coordenadores de departamento e de escola e todo e qualquer cargo de liderança associado a um qualquer projeto.

No fundo, aquilo a que estamos a assistir, sem que se veja uma reação coincidente com a perigosidade da questão, é a uma tentativa de a política tomar de assalto as escolas e os seus cargos para distribuir por todos os boys partidários. Estamos a falar de mais de 5000 escolas e mais de 800 agrupamentos. Não é coisa pouca.

A ideia de atribuir a responsabilidade de selecionar os professores aos conselhos locais de diretores, que serão coincidentes com as CIM, substituindo os atuais QZP, é uma forma de estes poderem, como admitiu a Fenprof, concorrer a fundos estruturais europeus, através de projetos, e assim escolherem quem entenderem ter o “perfil” adequado, pagando com os fundos um valor que poderá até ser diferenciado de projeto para projeto.

O que está em causa é o fim dos concursos nacionais na forma como os conhecemos, deixando de parte a graduação profissional como primordial forma de seleção, passando essa seleção a ser feita com base em perfis subjetivos e pouco transparentes.

Não estivéssemos nós no país das licenciaturas falsas feitas ao domingo, dos recém-licenciados a entrarem diretamente em gabinetes de ministérios apenas porque têm um cartão partidário, de um projeto transfronteiriço absurdo e de sabermos que de norte a sul, há autarcas e ex-autarcas julgados ou investigados por violação da lei da contratação pública, e estaríamos perante uma ideia interessante. Mas não podemos ignorar a cultura reinante na nossa sociedade, que promove o amiguismo e ignora a competência, o percurso profissional e o currículo.

É isto que queremos?

Não basta termos sido os únicos trabalhadores do país a quem foi negada a recuperação do tempo de serviço? Não basta sermos os únicos que têm na carreira travões absurdos de progressão? Aqueles a quem, apesar da vasta formação académica e profissional, os vencimentos se mantiveram iguais nos últimos anos e que, mais uma vez, no próximo ano, sentiremos uma perda real de vencimento?

Queremos a extinção do concurso nacional por graduação para serem criados procedimentos concursais vagos e pouco transparentes? Queremos o fim da mobilidade interna? Queremos o fim dos QA e QZP passando a haver quadros intermunicipais? Queremos que os pagamentos aos professores sejam feitos ao abrigo de fundos europeus, não respeitando as tabelas de vencimentos? Queremos que a colocação de professores e/ou técnicos seja feita através das câmaras?

É sabido que estas medidas serão para todos os professores e não apenas para os que entrarem posteriormente na carreira.

Na essência, estas regras correspondem ao fim dos concursos nacionais, à municipalização da gestão de professores, ao fim de um estatuto da carreira docente. Se não for agora, já não haverá nada a fazer. Estamos num ponto em que, se não agirmos com firmeza, seremos cilindrados.

Santana Castilho escreveu na semana passada “Ante a tormenta que se avizinha, a participação democrática vem depois do grito de revolta. É preciso que alguém o dê! É preciso convocar, não sondar. O Sindicato S.TO.P. convocou. Agora é a nossa vez. Está nas nossas mãos.

Dos fracos não rezará a história. Organizemo-nos nas nossas escolas e demos conta do nossa força e união!

 

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O ensino doméstico, e regulado, do Reino Unido – João André Costa

 

Por norma são poucas as famílias a optar pelo ensino doméstico e quando optam, lamento informar, optam por ignorância.
E sim, estou a ser um pouco injusto e deixem-me acrescentar não apenas ignorância mas medo.
O medo de quem não quer os filhos deste mundo na escola para alunos excluídos na qual trabalho.
O medo dos outros alunos, excluídos, mas excluídos porquê e porque razão e que impacto terão nestes nesta criança?
O medo do desconhecido, portanto, e aqui entramos no campo da ignorância propriamente dita, a ignorância de toda a rede de apoio inúmeras vezes explanada nestas páginas quando se procura identificar as necessidades de cada aluno, o porquê da exclusão, a garantia de como tal não voltará a acontecer, a inclusão da família e das suas necessidades, tantas ou mais vezes a razão para a exclusão da criança.
Sem família, estamos perdidos.
E não, não podemos, nem queremos, incentivar a opção pelo ensino doméstico.
Desde já por na esmagadora maioria dos casos estarmos diante de famílias cuja ausência de formação pedagógica é a antítese do ensino individualizado e de acordo com as necessidades de cada aluno.
Se os pais já há muito tomaram consciência desta criança incapaz de se concentrar por mais de 20 minutos de cada vez, tal não significa terem os mesmos conhecimento, nem tampouco as condições físicas, para planear um dia inteiro de aulas onde o desporto é parte integrante enquanto se leccionam conteúdos a intervalos regulares, conteúdos esses disponibilizados à criança logo de início de modo a reduzir a tal ansiedade e o medo de mãos dadas com a ignorância.
O resultado está à vista quando ao fim de três meses de ensino doméstico um inspector escolar bate à porta destes pais para encontrar defronte de si uma ou mais crianças apenas interessadas em Estudo do Meio mas nem por isso as línguas, ciências ou demais disciplinas quando Estudo do Meio é a única área com a qual os pais, e consigo as crianças, mais se identificam.
Sim, por incrível que pareça, e é, existe uma razão por detrás de quem procura leccionar Biologia ou Português, só para citar alguns exemplos, e essa razão é tantas vezes a paixão que se tem pela disciplina, paixão essa incutida por professores, amigos, familiares ao longo do percurso único responsável pela formação do adulto capaz e competente de educar as nossas crianças.
Na escola.
A iliteracia evidente na falta de vocabulário, a dificuldade na socialização e o consequente isolamento mas também os desejos, óbvios, para o futuro entre bailarina, futebolista ou cantor são todos o reflexo das actividades extra curriculares, ergo para além do ensino doméstico, e da falta total de bases curriculares dos pais e, por arrasto, das crianças.
E assim, ao fim de três meses o sistema judicial entra em campo ao obrigar a família a inscrever o aluno na escola.
O mesmo acontece nos casos de alunos previamente excluídos ou em vias de o ser (basta olhar para o historial de comportamento) e este que vos escreve aqui à espera.
O ensino doméstico, e regulado, do Reino Unido existe de modo a oferecer às famílias a oportunidade de educar, o direito de educar e este direito não se questiona.
Mas a presença do sistema educativa é constante com visitas a cada três meses entre apresentação de resultados e progresso juntamente com a troca de ideias, recursos e estratégias, tudo em prol do aluno.
Nunca nos passaria pela cabeça deixar uma criança ausente de qualquer contacto com profissionais de ensino, profissionais esses também responsáveis pelo bem-estar e segurança destes pequenos humanos, durante anos até à realização de uma prova de fim de ciclo.
Nestas paragens, a negação do direito universal à educação é um crime. Um crime contra a criança e um crime contra a Humanidade.
Um crime da parte de pais há muito esquecidos dos seus avós analfabetos ou apenas com a instrução primária e assim condenados a uma vida de trabalhos forçados, para sempre dependentes da boa, mas por regra má, vontade do patronato e senhores das terras, das fábricas ao campo, da fome à guerra.
A resposta está na ponta da língua e no trauma destes pais em relação à escola e a sua experiência de vida. Mas os seus filhos não têm culpa. Nem nós.
De que modo se relacionarão estas crianças com os seus pares? Saberão partilhar? Aceitar que lhes digam não? Serão resilientes? Empáticas?
Mas já pouco falta para ver os resultados que o mal, e bem, das crianças é não pararem de crescer.
E quando a sua vez chegar, pasmem-se estes pais de hoje a levarem amanhã os netos pela mão à escola.

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