(Daqui)
Como afirma o nosso colega Paulo Guinote no artigo Falácias:
Isto necessitava de algum contraditório, nomeadamente nos seguintes pontos:
Out 29 2017
(Daqui)
Isto necessitava de algum contraditório, nomeadamente nos seguintes pontos:
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2017/10/o-concurso-de-mobilidade-interna-e-o-jornalismo-enviusado-do-sexta-as-9-e-do-jornalismo-em-geral-no-que-tudo-diz-respeito-aos-professores/
Set 25 2015
O ano passado na RR3 havia 303 candidaturas de docentes dos quadros por colocar, este ano existem 278.
Quase metade dos docentes sem componente lectiva são do grupo 100 – Educação Pré-escolar e o QZP com mais docentes dos quadros ainda por colocar é o QZP 1 com 109 docentes.
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Ago 31 2015
São vários os relatos de docentes que tendo concorrido na 1ª e na 2ª prioridade não tiveram colocação na 2ª prioridade quando outros docentes menos graduados da mesma escola conseguiram, porque foram retirados pela DGAE.
Não é fácil explicar esta situação mas vou tentar.
Existem 5 docentes enviados para ausência da componente lectiva, vou-lhes chamar docente 1, 2, 3, 4 e 5. Pela ordem de graduação o docente 1 é o mais graduado e o 5 o menos graduado.
Entretanto 2 docentes da mesma escola concorreram por sua iniciativa (apenas 2ª prioridade) à Mobilidade Interna, docentes 6 e 7.
Os docentes 1 e 2, fiados que estavam bem posicionados por concorrerem em 1ª prioridade pouco arriscam na segunda prioridade.
Os docentes 6 e 7 obtêm colocação em 2ª prioridade.
Há 5 docentes sem componente lectiva e não são colocados no concurso os docentes 1 e 2, pois as 5 vagas negativas deixaram de existir com a saída dos docentes 6 e 7, reduzindo-se para 3 as vagas negativas e por esse motivo os docentes 1 e 2 deixaram de estar em 1ª prioridade e passaram para a segunda.
E qual a regra para ser atribuída componente lectiva?
Por essa razão foram retirados da 1ª prioridade por atribuição de componente lectiva os docentes 1 e 2.
Espero ter-me feito entendido.
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Ago 23 2015
O próximo quadro apresenta o número de docentes colocados por grupo de recrutamento na 1ª lista da Mobilidade Interna desde o ano lectivo 2010/2011.
O facto do número de colocações em 2013 ter sido assim elevado deve-se exclusivamente ao facto de ter sido o primeiro concurso de Mobilidade Interna imediatamente seguinte a um concurso interno, onde todos os docentes dos Quadros de Zona Pedagógica são obrigados a concorrer. O mesmo cenário poderá acontecer este ano, mas duvido que exista lugar para quase 14 mil colocações.
O quadro não faz a distinção entre as colocações em 1ª ou 2ª prioridade, apenas limitei-me a somar todas as colocações de cada ano nessa primeira lista de colocações.
Já fica o espaço das colocações em 2015 pronto para receber os números deste ano, mas sem duvida alguma que serão os grupo 110 e 910 os que terão maiores valores neste quadro.
Nota: em 2010 e 2011 não se chamava Mobilidade Interna e haviam vários concursos a decorrer em simultâneo, Destacamento por condições específicas, destacamento por ausência da componente lectiva. EM 2010 e 2011 não existiu o destacamento por aproximação à residência porque a legislação da altura só previa esse concurso no ano do concurso interno que ocorreu em 2009.
Os número de 2010 e 2011 referem-se exclusivamente às colocações por ausência da componente lectiva.
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Ago 02 2015
A partir de amanhã e por um período de 3 dias úteis (3 a 5 de Agosto) as escolas vão proceder à validação das candidaturas à Mobilidade Interna.
Neste concurso não há o aperfeiçoamento de dados e como tal devem ser as escolas a fazer as correcções necessárias das candidaturas.
Segue-se depois o pedido de horários pelas escolas que ainda não tem calendário definido, mas que deve ser na segunda semana de Agosto e ao mesmo tempo deve ocorrer a ICL2 para serem retirados os docentes indicados no ICL1 e que foi possível atribuir o mínimo de 6 horas de componente lectiva.
Entre o dia 14 e 17 de Agosto será aberta a aplicação para as desistências totais ou parciais das necessidades temporárias apenas para os docentes contratados.
As listas de colocações deverão sair ou dia 28 de Agosto (sexta-feira) ou dia 31 de Agosto (segunda-feira). Eu aponto mais para que no dia 28 de Agosto as listas sejam publicadas.
Em breve será publicado um palpitómetro para ver quem este ano acerta no dia e na hora da publicação das listas de colocações.
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Jul 28 2015
Abriu a Mobilidade Interna até às 18 horas do dia 3 de Agosto.
E conforme previ, todos os docentes QZP, independentemente de terem obtido Mobilidade autorizada para 2015/2016, são candidatos obrigatórios a este concurso de Mobilidade Interna. Incluindo os que obtiveram Mobilidade por Doença. (6.2 da Nota Informativa)
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/07/Nota-Informativa-–-Candidatura-a-Mobilidade-Interna-ano-escolar-de-2015_2016.pdf”]
Nota Informativa – Candidatura a Mobilidade Interna – ano escolar de 2015/2016.pdf
Manual de Instruções – Candidatura a Mobilidade Interna – ano escolar de 2015/2016.pdf
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Jul 27 2015
A partir de amanhã e até às 18 horas do dia 3 de Agosto decorre o concurso da Mobilidade Interna.
Este é um concurso mais simples, onde basicamente é necessário comprovar as habilitações e o tempo de serviço e manifestar preferências.
Enquanto não sair a nota informativa da Mobilidade Interna não posso garantir se os docentes QZP que obtiveram mobilidade por doença ou estatutária serão candidatos obrigatórios a este concurso. Mas se forem (e o mais certo é que sejam), serão retirados depois das listas.
Todos os docentes a quem não foi possível atribuir o mínimo de 6 horas de componente lectiva são candidatos obrigatórios à Mobilidade Interna, assim como todos os QZP (falta no entanto a confirmação do que disse em cima).
Quer uns, quer outros concorrem na primeira prioridade e podem manifestar preferências (na mesma prioridade) para outro grupo de recrutamento que possuam habilitação profissional. Podem, se entenderem, concorrer também na segunda prioridade, pois em meados de Agosto ainda podem ser retirados da primeira prioridade e assim mantêm-se em concurso.
Os docentes QA/QE que pretendam concorrer por sua iniciativa concorrem em segunda prioridade e também podem manifestar preferências por outro grupo de recrutamento.
Em ambos os casos são obrigados a concorrer primeiro ao grupo de recrutamento de provimento.
Mais informações amanhã, quando sair a nota informativa e o manual de candidatura.
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Jul 19 2015
Os próximos dois quadros apresentam o número de docentes colocados na lista da Mobilidade Interna de 30 de Agosto de 2013 nas duas prioridades.
Estes dados apenas servem para se ter uma ideia aproximada dos QZP e dos grupos de recrutamento onde poderão haver colocações num concurso semelhante em 2015 e para ver onde ainda é possível obter uma colocação concorrendo-se em 2ª prioridade.
Como vincularam entretanto cerca de 3.500 docentes depois deste concurso e existiram imensas mudanças de grupo no concurso interno de 2015 não é possível olhar para estes dois quadros pensando que os mesmos números vão existir este ano, mas ficam pelo menos com os números de 2013 para se relembrarem.
Para complementar este artigo coloco também as colocações em Renovação de Contrato e da Contratação Inicial também de 2013.
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Jul 06 2015
… pois ainda faltam enviar os docentes sem componente lectiva a concurso e não fazia sentido concorrerem os QZP enquanto os QA/QE ainda não sabem se têm componente lectiva na escola para 2015/2016.
O que abriu hoje é apenas para contratados, ok?
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Jun 24 2015
… de docentes que se apresentaram na escola de colocação no Concurso Interno e foram informados que a escola não tem componente lectiva para lhe entregar em 2015/2016.
Espero que a escola também saiba que não é por estes docentes terem sido os últimos a entrar na escola que terão de concorrer à Mobilidade Interna.
A escola terá de fazer uma lista de graduação interna e no caso de não haver voluntários, serão os menos graduados a ter de concorrer, independentemente de terem entrado agora ou não.
E os QZP colocados na escola não podem ser considerados nessa lista visto que terão obrigatoriamente de ser candidatos à Mobilidade Interna.
Acho que neste momento as escola estão a tentar proteger os professores da casa e ainda não se aperceberam que não o podem fazer.
A ver vamos no que isto vai dar.
E se o MEC abriu vagas que as escolas não pediram, nenhum professor da “casa” ou “novo” tem culpa disso.
Por isso façam a vontade ao MEC e arranjem componente lectiva para todos. E se a IGE vier chatear muito atirem as culpas para o próprio MEC.
Ai se fosse comigo.
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Jun 22 2015
Chegam-me imensas dúvidas sobre os passos seguintes dos concursos que procurarei rapidamente esclarecer.
A próxima fase dos concursos é a Mobilidade Interna que segundo o MEC deve ocorrer em Julho, mas ainda não há datas precisas. Neste concurso todos os QZP são obrigados a concorrer, não necessitando de concorrer em primeiro lugar ao seu QZP de provimento (esse tipo de pormenores deixo para artigos futuros).
Depois da distribuição de serviço pelas escolas irá existir uma fase de indicação de ausência da componente lectiva onde quem for indicado também será também obrigado a concorrer nesse concurso.
Ambos concorrem na primeira prioridade da Mobilidade Interna, mesmo aqueles que vincularam agora no Concurso Externo. Por isso quem ficou colocado em segunda prioridade no concurso externo num QZP longe ainda terá a possibilidade de escolher preferencialmente uma escola do QZP do seu interesse, no caso da sua graduação ser maior, do que um candidato colocado na 1ª prioridade nesse QZP.
Aqui o factor a ter em conta é exclusivamente a graduação profissional para a colocação.
Depois, numa segunda prioridade da Mobilidade Interna, concorrem todos os QA/QE que queiram mudar de escola e que tenham componente lectiva na sua escola de provimento.
São estes docentes que estão em desvantagem em relação aos primeiros por serem Quadro de Agrupamento com componente lectiva, muitos deles ainda se encontram “desterrados” e esta prioridade não lhes é conveniente. Para ultrapassar isso é possível que um docente nestas condições e onde exista no mesmo grupo de recrutamento docentes sem componente lectiva proporem-se como voluntários para ausência da componente lectiva (as regras são os mais graduados tem preferência nessa opção). Desta forma, em vez de concorrerem na segunda prioridade concorrem na primeira, mas cada um deve saber os riscos que corre ao tomar essa opção visto que a requalificação docente seguiu para a frente em Fevereiro de 2015 e ainda não foi declarada ilegal, nem inconstitucional.
Na Mobilidade Interna todos podem concorrem para além do grupo de recrutamento que estão vinculados à mudança de grupo na mesma prioridade, embora sejam obrigados a manifestar em primeiro lugar preferências pelo seu grupo de vinculação.
No caso de serem docentes QA/QE sem componente letiva não poderão manifestar preferências pela sua escola de vinculação, NEM MESMO QUANDO QUEREM MUDAR DE GRUPO DE RECRUTAMENTO (assim em Caps Lock e a negrito para perceberem de mais uma injustiça deste concurso que deverei ser dos poucos prejudicados por isso e quem acha normal que isso aconteça e venha dizer que a escola poderia distribuir serviço no outro grupo de recrutamento apenas quero lembrar que a vaga apenas pode surgir se alguém desse grupo também sair na Mobilidade Interna).
No caso de concorrem em primeira prioridade e não serem colocados antes de 31 de Agosto terão sempre de se apresentarem no dia 1 de Setembro na última escola de colocação.
Não terei respondido a todas as dúvidas que me chegaram, mas também ainda é cedo para abordar este assunto em pormenor.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2015/06/sobre-a-mobilidade-interna/
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2015/01/evolucao-da-mobilidade-interna-ate-a-rr15/
Jan 20 2015
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Jan 08 2015
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Jan 04 2015
Existem atualmente 175 docentes sem componente letiva e a distribuição desses docentes encontra-se de acordo com o quadro seguinte, por grupo de recrutamento e proveniência do QZP de provimento.
Quase 40% dos docentes sem componente letiva são do grupo 240 – Educação Visual e Tecnológica e 27% são do grupo 100 – Educação Pré-Escolar.
Os grupos 100 e 240 representam 67% do total.
O QZP com mais docentes sem componente letiva é o QZP 2 com 19% de docentes seguindo-se os QZP 1 e 3 com 18%.
Os QZP 1, 2 e 3 representam 55,4% do total de docentes com ausência da componente letiva.
Por tipo de candidato existem 114 docentes sem componente letiva que são QA/QE e 61 que são QZP.
Os docentes QZP já estavam obrigados a concorrer no âmbito de todo o seu QZP de provimento enquanto que os docentes QA/QE apenas estavam obrigados a concorrer ao seu Concelho de provimento (com as exceções das “áreas metropolitanas” de Lisboa e do Porto).
No entanto existe já no ECD e no diploma de concursos a possibilidade da administração colocar por sua iniciativa esses docentes numa escola do âmbito do seu QZP de provimento. Não sei se a DGAE irá fazer uso deste novo mecanismo para já, ou se irá deixar esse passo para uma fase mais adiante, ou mesmo se irá fazer isso.
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Nov 07 2014
Conforme notícia do Público de hoje.
Ficam aqui os dados que tenho destes 3 anos. Este ano pela primeira vez foi possível que os docentes concorressem aos grupos de recrutamento para que têm habilitação profissional e no quadro deste ano quando refere 220 candidaturas por colocar na RR6 elas referem-se a 218 docentes, porque dois docentes estão em dois grupos de recrutamento ainda sem colocação.
Sobre os anos anteriores 2012/2013 e 2013/2014 o MEC apresentou dados errados, o que não é de admirar.
Se porventura alguém do MEC quiser explicar os dados dos dois anos anteriores, agradeço, porque não batem certos com os meus em nenhum momento das várias reservas de recrutamento. E nesses anos não havia candidaturas duplicadas.

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Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2014/11/evolucao-da-mobilidade-interna-ate-a-rr6/
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2014/10/evolucao-da-mobilidade-interna-10/
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Out 10 2014
Não deixa de ser revoltante (apesar de legal) ver que alguém foi colocado na minha escola e no meu grupo de recrutamento neste início do ano letivo, tendo eu sido “obrigado” a mudar de escola e de grupo de recrutamento.
Volto a perguntar. Era necessário esta dança de cadeiras?

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Set 15 2014
Pela primeira vez foi possível acontecer a colocação de um docente de um determinado grupo de recrutamento para outro grupo de recrutamento na Mobilidade Interna.
Quando acontece por concurso interno não tenho qualquer dúvida que quem muda de grupo de recrutamento deixa de pertencer definitivamente a um determinado grupo de recrutamento para passar para o outro de colocação.
No caso da Mobilidade Interna isso não acontece.
E o exemplo que deixo é o retirado da 1ª página de colocações da Mobilidade Interna ao grupo 110.
A componente letiva dos docentes é a que consta na coluna direita e o número de horas do horário de colocação a que consta da coluna esquerda.
Tudo bem explicado na lista de colocações.
E um docente que vem de outro nível de ensino com componente letiva de 20 ou 22 horas quando é colocado no grupo 110 em horário completo deve prestar 25 horas de componente letiva, ou apenas o que a sua componente letiva o permite?
Fico apenas à espera das vossas respostas antes de dar a minha.
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Set 10 2014
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Ago 28 2014
… até ao último minuto do último dia útil do mês de Agosto.
Se trabalhassem a sério na DGAE ainda poderiam no último minuto do último dia de Agosto publicar as listas de colocações.
Mas como não trabalham, não adianta sonharem muito, ok?
Aplicação disponível até às 23:59 horas do dia 29 de agosto de 2014 (horas de Portugal Continental)
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Ago 20 2014
No sítio do costume.
A fase de candidatura encontra-se aberta até às 24 horas do dia 26 de Agosto.
Atualização do post ao longo da tarde.
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Ago 19 2014
Agora que foram publicadas as listas de colocações do Concurso Externo Extraordinário já é possível passar à fase seguinte do concurso.
Estando ainda a decorrer a aceitação da colocação e o recurso hierárquico julgo que não há qualquer impedimento de a partir de amanhã abrir a fase da Mobilidade Interna que irá decorrer por um período de 5 dias úteis.
Aponto então para que entre o dia 20 e o dia 26 de Agosto decorra a fase de candidatura à mobilidade interna, onde são obrigatoriamente candidatos os docentes que foram indicados como não tendo o mínimo de 6 horas de componente letiva na sua escola, bem como os docentes que entraram no concurso externo extraordinário.
Como facilmente imaginam não haverá lista de colocações no dia 29 de Agosto.
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Jun 23 2014
Em breve as escolas vai iniciar procedimento para a Indicação da Componente Letiva dos docentes (ICL). Ainda não há datas para este procedimento, nem as escolas já devem ter apurado as necessidades para 2014/2015.
Contudo, fica já a informação de quais as prioridades em que podem os docentes concorrer na Mobilidade Interna para 2014/2015.
Quem não tem o mínimo de 6 horas de componente letiva terá de concorrer na 1ª prioridade no concurso de Mobilidade Interna (podem ser docentes QA ou QZP), para tal terá de ser dada indicação pela escola da não existência do mínimo de 6 horas letivas na escola de provimento/colocação de 2013/2014. Os docentes dos quadros de agrupamento que ficaram colocados em 2013/2014 por ausência de componente letiva, podem optar pelo regresso à escola de origem caso já exista o mínimo de 6 horas letivas para o próximo ano letivo na escola de provimento.
Na 2ª prioridade podem candidatar-se apenas os docentes dos quadros de agrupamento, do continente e das regiões autónomas, que pretendam exercer transitoriamente funções docentes noutro agrupamento de escolas do continente.
Pela primeira vez é dada a possibilidade na Mobilidade Interna dos docentes (quer concorram na 1ª prioridade ou na 2ª prioridade) em manifestar preferências para outro grupo para o qual possuam qualificação profissional. (entendo que quem concorre na 1ª prioridade o possa fazer para outro grupo de recrutamento igualmente na 1ª prioridade e quem concorre apenas na 2ª prioridade pode fazer para outro grupo de recrutamento também na 2ª prioridade).
Existe ainda, em 2014/2015, uma 3ª prioridade na Mobilidade Interna para os docentes que entrem no concurso externo extraordinário deste ano e que será aplicada apenas neste concurso.
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Jun 20 2014
Vamos entrar numa fase em que os professores terão de ser indicados para ausência da componente letiva no caso de não ser possível atribuir um mínimo de 6 horas letivas.
Nesta altura surge sempre a dúvida de quem é obrigado a concorrer à mobilidade interna por ausência da componente letiva e vou procurar dar o meu esclarecimento sobre o assunto. Se porventura verificarem que alguma desta informação é errada digam na caixa de comentários.
O Decreto-Lei nº 132/2012, de 27 de Junho na redação dada pelo Decreto-Lei nº83-A/2014, de 23 de Maio diz no nº 6 do artigo 29º o seguinte:
Não há dúvidas que no caso de não haver docentes voluntários serão os menos graduados os indicados para ausência da componente letiva.
Agora a dúvida que se coloca é a seguinte:
Os docentes que foram colocados na mobilidade interna de 2013/2014 (QZP ou QA/QE) podem passar à frente de docentes que são do quadro de agrupamento/escola da escola que vai indicar os docentes à mobilidade interna no caso de serem mais graduados?
Não. Pelo seguinte, a colocação dos docentes em Mobilidade Interna vigora enquanto subsistir o mínimo de 6 horas na escola de colocação plurianual, conforme diz o número 4 do artigo 28º. E como a sua colocação é para uma necessidade temporária não podem tirar o lugar a um docente que ocupa uma necessidade permanente nessa escola.
E os docentes que foram colocados em Mobilidade Interna em 2013/2014 podem voltar a concorrer em 2014/2015?
Os docentes que foram colocados em Mobilidade Interna no ano letivo 2034/2014 e mantêm o mínimo de 6 horas de componente letiva na escola de colocação este ano letivo no meu ponto de vista não estão impedidos de concorrer por sua iniciativa (em 2ª prioridade) para o seu grupo de recrutamento ou para outro grupo que possuam qualificação profissional. Julgo que o número 4 da artigo 28º apenas vem dizer que podem ficar colocados até ao limite de 4 anos (ou até ao próximo concurso interno) mas não os impede de concorrerem em 2ª prioridade e não obtendo colocação em concurso regressam à escola da sua colocação plurianual.
Tendo ainda dúvidas quanto aos docentes que estavam destacados noutras funções e são quadros de agrupamento/escola e pretendem regressar à escola de origem. Não consigo dar a certeza que serão integrados numa lista graduada da escola de provimento à frente dos docentes colocados em colocação plurianual.
Existem situações novas no novo diploma de concurso que tem a ver com a manifestação de preferências da mobilidade interna e que voltarei ao assunto mais para a frente.
Atualização: O texto que se encontra a azul escuro foi reescrito e muda a interpretação que tinha dado no post original.
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Mar 11 2014
O artigo 28º desde que os concursos deixaram de ser anuais tem causado enormes injustiças na colocação dos professores na mobilidade interna porque em 2009 com a extinção dos QZP todos os docentes foram obrigados a concorrer a quadro de agrupamento/escola para obtenção de vaga. Como em 2009 as vagas foram insuficientes para todos os QZP (ver posts de Março de 2009 com essas análises) os docentes menos graduados mantiveram-se em QZP enquanto os mais graduados passaram a QA/QE (não é geral, mas é uma larga maioria). Já não falo do que aconteceu em anos anteriores em que os docentes primeiro entravam num quadro de QZP.
Desde então, a maior parte dos docentes de QZP no primeiro concurso de mobilidade após o concurso interno (2009 e 2013) conseguem melhor colocações porque são obrigatoriamente opositores à mobilidade interna e ficam na primeira prioridade. Ao segundo concurso de mobilidade interna após o concurso interno, já só podem concorrer se não tiverem pelo menos 6 horas letivas na sua escola de colocação no concurso anterior, o que pode manter a injustiça na colocação pela graduação por mais 3 anos.
Pelo texto compilado do Decreto Lei 132/2012 com a proposta de alterações não percebo em que prioridade se enquadra um docente QZP no primeiro concurso de mobilidade interna após o concurso interno no caso de não obterem vaga de QA/QE (julgo ser inexatidão da proposta mas amanhã devo confirmar com a entrega da segunda versão).
Que soluções existem para não se criar esta injustiça que pode ser válida por 4 anos?
A primeira solução é que os concursos internos sejam anuais com o apuramento correto das vagas. Esta solução resolve de imediato esse problema.
No caso de se manterem os concursos plurianuais existem ainda duas soluções:
No entanto o MEC tem entendimento que deve priorizar a colocação do docente QZP em detrimento de um “destacamento” de um docente QA/QE porque na pior das hipóteses pode ficar com docentes QZP por colocar em determinadas zonas por ter permitido a mobilidade dos docentes QA/QE para essas zonas.
Volto a dizer que a melhor forma de terminar com estas injustiças era que os concursos passassem a ser anuais.
A redação do artigo 28º que se encontra em negociação é a seguinte:
SECÇÃO II
Mobilidade interna
Artigo 28.º
Candidatos
1 — A mobilidade interna destina-se aos candidatos que se encontrem numa das seguintes situações:
a) 1.ª prioridade — docentes de carreira a quem não é possível atribuir pelo menos seis horas de componente letiva;
a) 1.ª Prioridade – Docentes de carreira a quem não é possível atribuir pelo menos seis horas de componente lectiva.
b) 1.ª prioridade — docentes de carreira do quadro de zona pedagógica não colocados no concurso interno;
b) 2.ª Prioridade – docentes de carreira dos quadros dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas do Continente e das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, que pretendam exercer transitoriamente funções docentes noutro agrupamento de escolas ou escola não agrupada do Continente.
c) 2.ª prioridade — docentes de carreira do quadro dos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas que pretendam exercer transitoriamente funções docentes noutro agrupamento de escolas ou escola não agrupada.
2 – Aos docentes a quem se aplica o disposto no número anterior e possuírem qualificação profissional para outro grupo de recrutamento, além daquele em que se encontram providos, é dada a faculdade de, também para esse grupo, poderem manifestar preferências.
3 — Para efeitos das alíneas a) e b) do número anterior, a distribuição do serviço letivo, nos termos da alínea b) do n.º 4 do artigo 20.º do Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de abril, alterado pelo Decreto-Lei n.º 224/2009, de 11 de setembro, deve abranger em primeiro lugar os docentes de carreira do agrupamento de escola ou escola não agrupada, até ao preenchimento da componente letiva a que aqueles estão obrigados nos termos dos artigos 77.º e 79.º do ECD.
4 — A colocação de docentes de carreira referidos no n.º 1 mantém-se até ao limite de quatro anos, de modo a garantir a continuidade pedagógica, se no agrupamento de escolas ou escola não agrupada em que o docente foi colocado, até ao final do primeiro período em horário anual, subsistir componente letiva com a duração mínima de seis horas.
5 — Os docentes de carreira dos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas incluídos na alínea a) do n.º 1 podem regressar à escola de origem quando nesta surja disponibilidade de horário letivo com um mínimo de seis horas e docente manifeste interesse nesse regresso.
5 — A candidatura à mobilidade interna é obrigatória para os docentes referidos nas alíneas a) e b) do n.º 1.
6 – A candidatura à mobilidade interna é obrigatória para os docentes referidos na alínea a) do n.º 1.
7 — Os docentes referidos no número anterior que não se apresentem ao procedimento previsto na presente secção são sujeitos à aplicação do disposto na alínea b) do artigo 18.º
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Out 30 2013
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Out 23 2013
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