Da minha escola e do meu grupo somos 10 a querer fugir…
Acho que somos 13 ou 14 ao todo.
Abr 20 2015
Da minha escola e do meu grupo somos 10 a querer fugir…
Acho que somos 13 ou 14 ao todo.
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Ago 17 2014
… que não terá componente letiva na sua escola?
E qual o vosso grupo de recrutamento?
Na quinta-feira passada recebi telefonema a dizer que ia ser enviada carta.
Na minha escola somos 8 de EVT na mesma situação.
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Abr 13 2014
…de publicações aqui no blogue.
Esta será uma semana para recuperar alguma sanidade mental para o que resta do ano letivo.
Não sei se terei acesso a um pc ou a alguma rede wireless, por isso, conto infoexcluir-me durante uma meia dúzia de dias.
Pediram-me há algum tempo para deixar em debate as consequências das alterações curriculares do ensino básico e secundário, em especial do desaparecimento da disciplina de EVT e consequentemente do par pedagógico, em substituição das disciplinas de EV e de ET com um professor único.
Que alterações profundas aconteceram nestas novas disciplinas em termos práticos na sala de aula?
As direcções das escolas têm atribuído a mesma turma ao mesmo professor nas duas disciplinas ou tem havido a separação dos professores que leccionam EV com os que leccionam ET?
Agradeço os vossos contributos para este assunto.
E antecipadamente, uma boa Páscoa a todos.
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Set 05 2013
… para o despedimento. 🙁
Vou procurar saber mais informações na edição em papel do Correio da Manhã.
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Mar 12 2013
Estarei lá a apresentar alguns números.
A Distrital de Braga do SPZN vai promover um encontro, no dia 13 de março, pelas 16:00 horas, na escola Secundária Carlos Amarante. Este encontro destina-se aos professores dos grupos de EVT, EV e ET, tendo como principal objetivo, encontrar soluções e caminhos profissionais, para os professores destes grupos disciplinares.
Vem falar connosco. Participa!
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Mar 10 2013
Petição pela continuação da disciplina de Educação Visual e Tecnológica no segundo ciclo, discutida no dia 7 de Março.
A petição chegou à assembleia em Junho de 2012.
Maria Ester Vargas (PSD)
04:44 Rui Duarte (PS)
08:14 Rita Rato (PC)
12:27 Luís Fazenda (BE)
15:00 Inês Teutónio Pereira (CDS)
18:44 Eloísa Apolónia (PEV)
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Dez 14 2012
O próximo quadro apresenta a evolução do número de docentes do grupo 240 (Educação Visual e Tecnológica) que estavam nas listas de DACL de ordenação, colocação e não colocação de final de Agosto desde o último concurso interno.
Em 2012 a terminologia deixa de ser DACL para passar a ser Mobilidade Interna.
Se em 2009 existiu um elevado número de horários zero neste grupo todos eles foram colocados logo em final de Agosto ao contrário do que aconteceu em 2012/2013.
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Dez 10 2012
Colocar um homem de barba a esgrimir argumentos contra 5 beldades. 😀
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Dez 03 2012
… a ser ultrapassado por movimentos em defesa dos animais?
Parece incrível que o movimento em defesa da Educação Visual e Tecnológica tenha apenas 275 apoiantes. Será que os 951 docentes contratados desta disciplina que ficaram sem colocação em relação ao ano passado já se arranjaram por outro lado? E os 386 docentes de EVT que ficaram sem componente letiva no dia 31 de Agosto também se acomodaram?
Bastavam estes para que este movimento estivesse em primeiro lugar.
Para apoiar o movimento de APEVT clicar no link em baixo.
Como existe outro movimento na área da educação entre os 7 finalistas também aconselho a votarem nele.
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Set 27 2012
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Set 23 2012
Como sabem nenhum professor de EVT foi ainda contratado no ano letivo 2012/2013 no grupo 240, não houve nenhuma renovação de colocação, nem colocações na contratação inicial nem nas duas reservas de recrutamento.
A Sónia Silvia enviou-me uma análise aos docentes que se encontram na lista de ordenação do grupo 240 e foi descobrir onde têm sido colocados.
Até à RR2 foram já colocados 242 professores de EVT noutros grupos de recrutamento e 33 foram retirados das listas de não colocados. A grande maioria dos professores de EVT que encontraram colocação conseguiram-na no grupo 110 e muitos deles pela primeira vez ficaram a lecionar o 1º ciclo.
O grupo 910 foi também o refúgio para 31 professores do grupo 240.
Não são apenas os docentes contratados que encontraram refúgio no 1º ciclo. Têm-me dito que inúmeros docentes dos quadros do grupo 240 com mais de 20 anos de serviço também pela primeira vez estão a lecionar no 1º ciclo como titulares de turma.
Dá mesmo para perguntar onde param as coadjuvações no 1º Ciclo anunciadas por Nuno Crato?
Existe algum docente do quadro do grupo 240, em horário zero, a fazer coadjuvação na expressão plástica do 1º ciclo?
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Ago 31 2012
A Associação de Professores de Educação Visual e Tecnológica anunciou esta quinta-feira que no Grupo 240 (que reúne os professores do 2º ciclo das novas disciplinas de Educação Visual e de Educação Tecnológica) a razia é total.
Entre os cerca de 2000 docentes candidatos à colocação, cujos resultados foram hoje conhecidos, não há um único que tenha sido contratado ou que tenha visto o contrato renovado. No ano passado, nesta fase, ficaram colocados com contrato inicial 133 docentes (menos 194 que em 2010, já) e renovaram contrato 286 (menos 156 que um ano antes). “Acabando o par pedagógico e passando a existir duas novas disciplinas, EV e ET, cada uma com um professor, era de prever que isto acontecesse”, lamentou, em declarações ao PÚBLICO, o presidente da APEVT, José Alberto Rodrigues.
Salvaram-se apenas 60 DACL, sendo que apenas 32 conseguiram um horário completo.
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Jul 27 2012
… penso que o melhor é não haver mesmo programa.
Docentes acusam tutela de estabelecer metas para Educação Visual e Educação Tecnológica sem definir um programa para as disciplinas criadas após a revisão curricular de Março
“Se o programa curricular não ficar, entretanto, definido a tempo do início das aulas, a alternativa passa por pedir aos professores que determinem o que deve ser leccionado por cada um com base no antigo programa de Educação Visual e Tecnológica”, explica José Alberto Rodrigues, reconhecendo que essa via pode dar origem a que cada escola ou agrupamento adopte a metodologia que entender. “A indefinição programática e a falta de orientações curriculares está a perturbar gravemente a preparação do próximo ano lectivo”, acusa o dirigente.
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Jun 02 2012
Em total solidariedade com esta forma de expressão dos professores de EVT do Agrupamento de Escolas de Castro Daire.
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Jun 01 2012
Ao longo de todo o ano consegui retirar da aplicação todos os horários que se encontraram em concurso na contratação de escola.
Algumas vezes pensei em desistir e não continuar este trabalho.
Mas se desistisse iríamos continuar na ignorância dos números que daria jeito a muitos menos aos professores. Se há algo que me aborrece é quando se atiram números para o ar algumas vezes para assustar outras para amansar.
Não vou ser catastrofista e dizer que no próximo ano os contratados vão ser banidos do ensino, não é isso que vai acontecer, mas também não vai ser um ano fácil e muitos vão continuar fora do sistema de ensino novamente outros irão ficar de fora pela primeira vez.
A equação desta matriz curricular está preparada para fazer um ajuste nos lugares dos quadros permitindo algumas transferências de tempos letivos de uns grupos para outros mas não critico essa opção porque também é obrigação do MEC manter em funções letivas todos os docentes que integrou na carreira.
Não digo que não tenho algum receio do que vem aí, admito que tenho e os meus 19 anos de serviço entre os quais 17 em quadro de escola ainda me colocam em último lugar na lista de graduação dos 12 professores de EVT da minha escola e sendo este o meu grupo facilmente imaginam onde poderei encontrar outro lugar.
E no meu caso específico a família é constituída por 3 professores de EVT, uma contratada e outro em concorrência direta com a famosa mobilidade. Não será fácil gerir tudo isto.
Nada disto devia estar a acontecer e muitos só se irão aperceber no dia 1 de Setembro.
Nota: Consta que 4 do meu grupo chegarão para as encomendas.
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Mai 04 2012
Notícia no Jornal Público que já tinha dado conta aqui.
Os manuais para as novas disciplinas de Educação Visual e Educação Tecnológica, que passarão a integrar a matriz curricular do 5.º ano já a partir de Setembro, só deverão ser adoptados no ano lectivo de 2013/14, indicou ao PÚBLICO o responsável da Porto Editora, Vasco Teixeira.
Até lá, continuarão em vigor os manuais aprovados para Educação Visual e Tecnológica (EVT), uma disciplina que foi eliminada pela revisão da estrutura curricular aprovada em Abril pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC).
A prorrogação da vigência dos manuais de EVT por mais um ano foi determinada num despacho da secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário, também datado de Abril. Uma coincidência é destacada pelo grupo parlamentar do Bloco de Esquerda, numa interpelação que quarta-feira dirigiu ao MEC, onde se frisa que “uma semana depois da data da última versão da revisão curricular que extingue a EVT do 2.º ciclo, o mesmo Ministério prorroga o manual escolar duma disciplina extinta, e esquece-se de criar manuais para as duas disciplinas que acabava de criar: Educação Visual e Educação Tecnológica para os 5.º e 6º anos”.
Em resposta a questões do PÚBLICO, o gabinete de imprensa do MEC indicou que os manuais estarão em vigor “enquanto não são definidos os perfis curriculares das novas disciplinas” que resultarão da desagregação de EVT. Segundo Vasco Teixeira, o Governo já transmitiu aos editores que, até ao Verão, serão dados a conhecer as alterações aos programas de modo as que os novos manuais possam ser elaborados e aprovados para entrarem em vigor em 2013.
No próximo ano lectivo, os alunos que transitam para o 6.º ano ainda têm EVT, o que só por si justificaria a manutenção dos manuais, defende Vasco Teixeira, lembrando que estes são comuns ao 5.º e 6.º ano e elaborados, por isso, “numa lógica de ciclo”. Por os seus conteúdos também se encontrarem divididos entre as duas componentes de EVT, o responsável da Porto Editora considera que os docentes e alunos “não terão dificuldades” na gestão dos materiais.
Já para o BE, a prorrogação da vigência dos manuais de uma disciplina que foi extinta até poderia parecer “uma piada de mau gosto” do MEC, “não fosse o impacto que esta medida vai ter junto dos milhares de docentes” de EVT, e indicia que o ministério “está desnorteado” com a decisão que tomou.
Segundo o gabinete de imprensa do MEC, o calendário de adopções de manuais previa para este ano a aprovação de novos manuais para EVT, “váliados por seis anos, o que não se justifica face à desagregação“, daquela disciplina, tendo sido ouvidos para esta decisão editores e livreiros,
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Abr 26 2012
As siglas EVT aparecem em 28 ocorrências no documento síntese que o MEC elaborou dos pareceres que recebeu para a revisão da estrutura curricular.
Esta é uma primeira análise em bruto as ocorrências mais importantes da sigla EVT. Alguns pareceres utilizam o nome completo da disciplina e ainda não cheguei a essa fase, embora tenha colocado nesta primeira análise a posição da ANDE e da ANAPET.
1. Conjunto das propostas/sugestões constantes dos contributos provenientes de Conselhos Pedagógicos, Conselhos Gerais, Direções Escolas/Agrupamentos de Escolas, bem como de Colégios Particulares
2. Conjunto das propostas/sugestões constantes dos contributos provenientes das várias Associações, Sociedades Científicas, bem como Instituições de Ensino Superior
Escolas dos Salesianos em Portugal – Não consideram necessária a divisão de EVT em 3 disciplinas.
Federação Regional de Lisboa das Associações de Pais – Manutenção da disciplina de EVT e do par pedagógico
3. Conjunto das propostas/sugestões constantes dos contributos provenientes das várias Associações de Professores, Associações Sindicais e Organizações Políticas
Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual (APECV) – A substituição da disciplina de EVT por duas disciplinas e a criação de uma terceira (TIC) aumenta a dispersão em vez de a reduzir.
Associação Nacional de Professores de Educação Técnica e Tecnológica (ANAPET) – Proposta de manutenção da disciplina de Educação Visual e Tecnológica, enquanto unidade curricular autónoma
Associação Nacional de Professores de Educação Visual e Tecnológica (APEVT) – Defende a manutenção da disciplina de EVT no 2.• ciclo do ensino básico, com o atual regime de docência, pois promove a integração disciplinar, um modelo de sucesso e de melhoria da qualidade do ensino e das aprendizagens.
FNE – Não entende as vantagens da desagregação da disciplina de Educação Visual e Tecnológica em duas disciplinas, considerando mais vantajosa a manutenção do regime anterior/ pelas potencialidades que cria o trabalho de equipa nesta disciplina. Não é possível-por razões de segurança, de prática letiVa, por razões pedagógico-disciplinares, de rentabilidade e aquisição de competências, que as disciplinas de EVT/ET/EV sejam lecionadas por um só professor e com a turma inteira, assim como numa aula experimental de Físico-Química ou Ciências da Natureza;
FENPROF – A substituição de EVT por duas disciplinas, das quais se desconhecem os programas e que aumentam a dispersão curricular. Manifesta a sua clara oposição à eliminação da disciplina de EVT e do seu funcionamento em par pedagógico.
Organização Nacional de Estudantes Socialistas do Ensino Básico e Secundário (ONESEBS) – Tendo em conta que os empregos do futuro terão incontornavelmente uma componente tecnológica muito mais avançada, a JS considera que a proposta de eliminar a disciplina de EVT, criando três disciplinas separadas, assim como de eliminação de ET e de TIC no 9.º ano, irá resultar na perda de competências tecnológicas dos estudantes.
FENEI/SINDEP – Deve ser assegurada a manutenção da disciplina de EVT, justificando-se esta, por um lado, pela vantagem de não aumentar o número de disciplinas do 2.2 cicloe por outro, em termos pedagógicos por permitir a integração dos conceitos das artes e tecnologias
4. Conjunto das propostas/sugestões constantes dos contributos provenientes de professores, encarregados de educação e cidadãos a título individual
Manutenção da disciplina de EVT no 2.º ciclo, tendo em conta que as orientações programáticas existentes já contemplam os conteúdos de Educação Visual, de Educação Tecnológica e de TIC. Manutenção do regime de funcionamento atual, com um par pedagógico, tendo em conta as questões de segurança e de acompanhamento individual dos alunos.
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Abr 11 2012
Um longo comunicado da APEVT que aborda questões essenciais das alterações curriculares e dos procedimentos que se prevêm para a organização do ano letivo 2012/2013 e não apenas dos problemas da disciplina de EVT.
REUNIÃO de 10 de Abril entre a APEVT e a DGRHE
Nota prévia
Trabalhar sobre os erros do MEC sobre a Revisão da Estrutura Curricular não é abdicar dos princípios que defendemos mas denunciar que as soluções apresentadas não têm consistência e que a única intenção evidente é reduzir despesas com os recursos humanos na educação. Assim, reafirmamos algumas questões que constituem motivos da nossa preocupação:
– A concretização da intenção expressa no âmbito do melhoramento do acompanhamento dos alunos, “… Fomentar, no 1.º ciclo, a coadjuvação nas áreas das Expressões, por professores de outros ciclos do mesmo Agrupamento de Escolas, que pertençam aos grupos de recrutamento destas áreas”;
– A eliminação da disciplina de EVT sendo uma solução inaceitável, pois carece, como sempre dissemos, de fundamentação consistente, surge no plano dividida pelas disciplinas de EV e ET, cada uma com 90 minutos e leccionada por um único professor. Repare-se, contudo, na contradição de criar ET no 2º ciclo e retirar no 3º impedindo a sua continuidade curricular. Por mais esta razão a eliminação da disciplina de ET no 3º ciclo é um verdadeiro absurdo. Esta morte abrupta da ET será, através da Oferta de Escola, uma morte lenta;
A omissão dos grupos de recrutamento/docência levam-nos a antecipar o princípio de que a EV e a ET, deverá ser leccionada por professores recrutados do grupo 240, por forma a manter equidade e a estabilidade nos quadros docentes das escolas. Esta medida determinará consequentemente o modo de leccionação das duas disciplinas com repercussões diretas na elaboração dos programas;
A partir destas questões primordiais apresentamos propostas na reunião com a DGAE (ex-DGRHE), de entre as quais salientamos as seguintes:
• 1º CICLO: Concretização das intenções expressas de Coadjuvação das Expressões no 1º ciclo.
É imprescindível a publicação do quadro da estrutura curricular do 1º ciclo, tal como aconteceu com os planos curriculares dos outros ciclos de estudo. É também necessário regulamentar, nomeadamente no documento Organização do Ano Letivo (OAL), a gestão de horas do plano curricular do 1º ciclo especificando horas a atribuir à coadjuvação, especialmente na área das expressões plásticas e na mobilidade vertical de agrupamento possível para o grupo 240 (refira-se apenas como exemplo que na Região Autónoma da Madeira existe o grupo 140 de Expressão Plástica para o 1º ciclo na sua grande maioria professores de EVT).
Esta medida libertaria horas letivas ao professor generalista do 1º ciclo para trabalho de coordenação das AEC’s, (revindicação antiga dos professores do 1º ciclo). A modalidade desta coadjuvação, assente em projectos de expressão plástica desenvolvidos em conjunto entre os professores, mas cuja leccionação seria realizada pelo professor coadjuvante em blocos de 90 minutos por turma.
• 2º CICLO: Explicitação dos grupos que lecionam EV e ET e regime de docência
Não se vislumbra outra solução senão a EV e a ET serem dadas pelo mesmo professor (à mesma turma) que leciona a EVT, ou seja o grupo 240. Isto permite continuidade e acompanhamento dos alunos; potencia a lecionação articulada entre as duas componentes, (agora designadas disciplinas); e evita um elevado número de turmas a atribuir a cada professor o que se revela pedagogicamente desaconselhável.
Propõe-se também que no quadro do Plano Curricular do 2º ciclo se inclua uma alínea que refira que a ET é dada em regime de par pedagógico, ou em turma dividida em dois turnos anuais de 90 minutos com o mesmo professor, garantindo um rácio de 10-15 alunos por professor em disciplinas com caráter prático e experimental como é o caso.
• 3º CICLO: Oferta de Escola e a disciplina de ET (disciplina estruturada, com quadro de professores, recursos educativos – manuais escolares, salas especificas e materiais e equipamentos específicos….)
Propõe-se que no quadro do Plano curricular do 3º ciclo se inclua uma alínea que refira que a ET deve ser de oferta obrigatória em todas as escolas garantindo a continuidade pedagógica entre ciclos. Deve ser leccionada em turma desdobrada em regime semestral, garantindo um rácio de 10-15 alunos por professor.
Salienta-se, de acordo com o Relatório de Acompanhamento Global da Educação para Todos de 2006, publicado pela UNESCO, a educação para todos é importante e qualquer abordagem à Educação Artística deve ter como ponto de partida o educando. As dimensões da Educação Artística (Musica, Teatro, Artes Performativas …) não se confinam num currículo escolar mas numa oferta extra curricular pois, estruturam-se no estudo, no contacto e na participação do “eu” dos alunos no mundo das artes (exposições, ateliers, concertos etc.).
Assim, propõe-se que no âmbito da Educação Artística, nomeadamente no 3º ciclo, uma modalidade de oferta idêntica à existente para o Desporto Escolar (os grupos/equipa estão para o Desporto Escolar como as parcerias de Arte e Cultura para a Educação Artística e Tecnológica).
• Na Oferta Complementar é absolutamente necessário explicitar os critérios de atribuição do crédito horário de cada escola. Efetivamente o critério vigente de fazer depender o crédito horário do número de horas do artigo 79 não é garantia de horas em número suficiente para “fechar horários”. A utilização da Oferta Complementar para COMPLETAR HORÁRIOS é um aspeto técnico na requisição de serviço docente/elaboração de horários. Se repararmos as cargas horárias curriculares, pela ausência de blocos de 45 minutos, não permitem horários de 22 horas mas sim de 21 ou de 24. Propõe-se um crédito horário correspondente, pelo menos, a cada turma existente.
• Nas Mobilidades entre grupos disciplinares e entre os ciclos de estudo é necessário legitimar os critérios implícitos na requisição de serviço docente. Propõe-se que se explicite, nomeadamente no documento “OAL”, critérios de mobilidade de agrupamento entre ciclos e grupos disciplinares, 240, (240 com habilitação para 1º ciclo), 600, 530 e até 550). O MEC não pode deixar ao livre arbítrio dos diretores a distribuição deste serviço docente. Nem pode fomentar uma guerra entre grupos e professores no seio das escolas e nos agrupamentos.
Sobre a contratação de professores para AEC’s, propõe-se que na definição de critérios de contratação se dê primazia aos professores contratados com mais tempo de serviço e que leccionam no agrupamento.
Por último, mantém-se a dúvida sobre a existência de um calendário de implementação da revisão. Propõe-se que a nova Estrutura Curricular se implemente gradualmente, ou seja 1º, 5º e 7º ano para o próximo ano letivo 2012/2013. Esta proposta tem por base a continuidade pedagógica dos alunos que iniciaram os ciclos de estudo e o amortecimento do impacto socioprofissional das medidas.
O objetivo da reunião convocada pela DGAE visava a receção de propostas tendo em vista soluções para a distribuição de serviço docente e apenas isso. Outras questões por nós suscitadas foram remetidas para uma audição com a DGE (ex-DGIDC), que trata questões do foro de natureza curricular. Ficamos à espera de feedback sobre as nossas propostas e iremos já amanhã solicitar uma audiência com a DGE para colocar questões de caráter conceptual, como são as questões programáticas, os modelos disciplinares, o regime de docência, etc.
APEVT 10 de Abril 2012
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Abr 10 2012
Durante a manhã o presidente da APEVT está reunido com o Diretor Geral da Administração Escolar de forma a encontrar soluções para os docentes de EVT que se tornarão excedentários fruto da eliminação da disciplina de EVT e por consequência da eliminação do par-pedagógico. Não existindo números certos sobre o número de docentes dos quadros de agrupamento ou QZP deste grupo aponto por aproximação que sejam 6000 os docentes dos quadros do grupo 240.
Sobre o número de contratados já consigo determinar com alguma exatidão quantos professores do 240 estão em funções neste ano letivo.
O primeiro quadro apresenta o número de docentes com renovação de contrato, colocados a 31 de Agosto em horário anual e os colocados nas 13 bolsas de recrutamento.
Contratados no grupo 240 em horário completo e anual existem 353 docentes. A estes docentes colocados através de renovação de colocações, colocados na lista de 31 de Agosto e nas 13 bolsas de recrutamento é possível juntar quase mais uma centena de docentes que foram colocados em contratação de escola nas escolas TEIP.
Havendo um número considerável de docentes de EVT dos quadros que perdem a componente letiva e já tendo sido anunciado que estes docentes irão coadjuvar a expressão plástica no 1º ciclo seria mais correto que a Educação Tecnológica pudesse ser feita em desdobramento de turma de forma a manter com componente letiva todos os docentes do quadro e só depois de verificado esse excedente é que pudessem ser enviados para a coadjuvação no 1º ciclo.
Mais logo já será possível saber mais informações sobre a reunião que José Alberto Rodrigues da APEVT tem hoje de manhã com Mário Pereira.
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Abr 04 2012
De acordo com despacho publicado em Diário da República a vigência do manual de EVT para o 5º e 6º anos é prolongado por mais um ano.
Sendo o manual de EVT elaborado para o 5º e 6º ano num único livro é provável que esta vigência seja aplicada para dar continuidade aos alunos que neste momento estão matriculados no 5º ano e que deverão continuar a ter a disciplina de EVT no 6º ano.
Não encontro outra explicação lógica tendo em conta que o MEC continua a assumir a separação da disciplina de EVT em EV e ET. Antes este despacho fosse um recúo nessa intenção.
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Abr 03 2012
Uma pausa na minha pausa blogosférica apenas para dar conta desta petição que tem como objetivo chegar às 5000 subscrições até ao próximo Domingo.
Usem e abusem da mesma.
Exma Sra. Presidente da Assembleia da República;
Exmo Sr. Presidente da República;
Exmo Sr. Primeiro Ministro,
Exmo Sr. Ministro da Educação e Ciência,Os signatários da presente petição vêm por este meio expor o seguinte:
Apesar dos inúmeros contributos, aquando da discussão pública da proposta de revisão da estrutura curricular, pela manutenção da disciplina de Educação Visual e Tecnológica (EVT) no currículo do 2º ciclo do ensino básico, o que se veio a verificar na versão final, apresentada pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC) a 26 de março de 2012, é que esses mesmos contributos de nada valeram pois a disciplina de EVT foi eliminada e em sua substituição ficaram as disciplinas de Educação Visual (EV) e de Educação Tecnológica (ET).
Esta decisão atinge com grande impacto, o lugar e papel desta área educativa. Atinge também, e com elevada violência, a estabilidade socioprofissional dos professores, podendo perspetivar o desemprego para milhares de professores de EVT.
Assim sendo, e porque:
1. Há um claro desinvestimento nas áreas de formação artística e tecnológica sabendo-se que ao longo dos últimos 30 anos a carga horária destas áreas curriculares diminuiu drasticamente ao ponto de agora na versão final “matar” qualquer desenvolvimento sustentado destes saberes nos nossos jovens;
2. Não são apresentados quaisquer estudos realizados no nosso país, ou mesmo fundamentações que sustentem esta decisão de eliminar a disciplina de EVT do currículo e a vantagem da sua substituição por duas novas áreas;
3. Esta proposta configura um desmembramento de uma disciplina de sucesso nas escolas, integradora dos saberes e que articula o saber e o saber fazer, tornando as aprendizagens dos alunos significativas;
4. Se ignora a formação de docentes nesta área curricular, o investimento nessa formação e mesmo os trabalhos de investigação académica e científica que nos últimos anos têm sido produzidos nesta área curricular.
Os signatários defendem e requerem a manutenção da disciplina de EVT no currículo. Pelas suas virtudes, pelo seu caráter inovador/integrador de aprendizagens, no sucesso das mesmas junto dos alunos, escolas e comunidade educativa, da sua força e daquilo que projeta na formação integral dos alunos. A manutenção da disciplina de EVT sustenta-se ainda na obrigação educativa e organizativa da docência da mesma ser realizada em par pedagógico pelas suas características, pela sua diversidade e caráter prático e diferenciador das restantes e porque não pode ser ignorado este princípio na formação de qualidade a ministrar a todos os alunos, como princípio de uma educação integral, de qualidade e com enfoque naquilo que são princípios orientadores de uma sociedade inovadora.
Os signatários
Podem também assinar esta petição que já tinha dado conta em post anterior.
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Mar 29 2012
Conforme consta no FB da APEVT
INFORMAÇÃO APEVT
Síntese da reunião de hoje da APEVT com o Ministério da Educação e Ciência, com a presença de José Alberto Rodrigues e, o SEEAE – João Casanova de Almeida e ainda Mário Pereira, diretor geral da DGRHE.
Em primeiro lugar um pedido de desculpas por só agora comunicarmos uma síntese da reunião. Foi uma reunião marcada “em cima da hora” pelo MEC e, entre viagens de carro e algum mal estar físico provocado por uma gripe primaveril, atrasaram esta publicação.
Quanto aos assuntos tratados, aguardamos para saber o motivo da reunião. Obviamente a revisão da estrutura curricular. Mas, não numa perspetiva de poder discutir e voltar atrás mas sim de saber o que fazer e onde colocar os professores que ficarem em horário zero. Naturalmente apresentámos de imediato a questão que não se prende só com isso. E referimos os contratados que durante anos e anos, mais de uma década, depois de investirem no seu curso e darem o melhor de si à escola, à EVT, ficarão com o seu futuro hipotecado pois com o excesso de “horários zero” o mais certo é nunca mais lecionarem na vida? Para a questão… nenhuma resposta e olhar “no vazio”. São vidas hipotecadas.
Foi apresentado o nosso comunicado e referidos os pontes nele constantes e que são a nossa preocupação na defesa da disciplina de EVT. Não vimos, mais uma vez, quaisquer hipóteses de retrocesso mas levantámos uma questão da ET no 2º ciclo dever ser, pelas suas características e natureza práica e experimental, lecionada com a turma desdobrada. Seriam 90 minutos anuais em que a turma seria desdobrada. Também uma certeza que não estão em causa as habilitações: quem é de EVT do grupo 240 serão aqueles que podem lecionar EV e ET. Mais: referimos que nesse cenário o professor de EV seria o mesmo a dar ET à turma. Salinetámos a IMPORTÂNCIA FUNDAMENTAL (e nunca é demais referir porque assim o dissémos várias vezes para ficar rgistado) que a turma em ET tenha que ser desdobrada. Nesse cenário ficaria o professor de EVT (referimos SEMPRE o professor de EVT, afinal é o que somos) com EV – 90 minutos e ET 90 + 90 minutos pois a turma seria desdobrada. Sobre isto nada sabemos. A defesa passou pela EVT no modelo de docência atual.
Questionámos o porque de sair a ET do 3º ciclo e o porquê da inversão em relação à proposta inicial. Sem resposta. Perguntámos se agora a ET no 3º CEB seria a disciplina de opção obrigatória. Apesar de primeiramente dizerem que não era bem assim, quando questionados sobre se iriam contratar professores de outras areas curriculares ou para outras funções na disciplina de opção quando nas escolas têm professores de ET, a resposta foi, naturalmente, não… Assim, certamente se manterá a questão da ET no 3º CEB. E haverá também, em alguns casos a situação de gestão dos recursos humanos, no caso das habilitações adequadas (caso das TIC e outras naquilo que são os recursos humanos das escolas).
Foi também falada a questão da coadjuvância no 1º CEB, em expressões. Ora, porque razão não está definido o número de horas para cada área? É que para a elaboração de horários isso deve ficar estabelecido à partida, dissemos. Caso contrário, existirão situações ambíguas de uma agrupamento ter alunos do 1º CEB com 3 horas (por exemplo) de Educação e Expressão Plástica e noutro ao lado terem apenas uma hora. E assim, naturalmente, não se faz uma educação igual para todos…
A questão de distribuição de horas e outros aspectos disseram que iam acautelar…
E quanto a programas, ficámos a saber que afinal, logo após apresentada a proposta, em dezembro, houve um grupo que se constituiu para começar a trabalhar nos programas. AHHHH! Foi a nossa expressão!… Logo nessa altura? E nada sabemos do que virá por aí pois incompreensivelmente
A APEVT reunirá em breve com o Dr. Mário Pereira da DGRHE para analisar os dados que estão na sua posse, na certeza de que muito se compreenderá, apenas e só, com o despacho de organização do ano letivo e outros a produzir na mesma altura.
Com uma certeza ficámos, e numa breve reflexão, pode-se mesmo dizer que quiseram acabar com o par pedagógico de EVT e duma só vez também com a disciplina e agora confrontam-se com situações que quase parecem surreais e que não sabem resolver. Enfatizou-se a questão da EVT e do seu sucesso nas escolas e do que as escolas e alunos vão acabar por perder.
A conclusão é que nós sabemos EVT, sabemos de escola, vivemos a escola….
Foram 45 minutos em que, por vezes, e agora de forma pessoal (JAR) posso dizer que achei que certas e determinadas coisas não podiam estar a ser ditas e a acontecer.
Colegas, depois de 600 Km a conduzir e do meu estado, é a informação possível.
Só mais uma nota: demos hoje uma entrevista escrita ao Semanário Sol que deverá ser publicada este fim de semana.
Um abraço e, SEMPRE EVT!
NA LUTA, PELA LUTA DE EVT!
E SALIENTÁMOS! PERANTE O QUE FOI APRESENTADO HOJE, FIZEMOS QUESTÃO DE DESTACAR, SALIENTAR E LEVAR AS VIDAS, AS VOSSAS VIDAS, PROFESSORES DE EVT CONTRATADOS PARA CIMA DA MESA. NÃO SE PODE JOGAR ASSIM COM A VIDA DAS PESSOAS E DO QUANTO INVESTIRAM NO SEU CURSOS E DERAM PELA EVT PELA QUALIDADE DE ENSINO!
PELA EVT!
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Mar 27 2012
Com muitas razões os professores de EVT e também agora os de Educação Tecnológica são os mais prejudicados com a versão final da revisão da estrutura curricular. Mesmo havendo a possibilidade de coadjuvação no 1º ciclo na área da expressão plástica muitos serão os horários letivos perdidos que irão afetar especialmente os professores contratados mas também os docentes dos quadros que desta forma perdem nos anos mais próximos a possibilidade de uma mobilidade interna para aproximação ao local de residência e os QZP que ainda não foram colocados em quadro de agrupamento terão esse ingresso muito dificultado, ou até mesmo, impossibilitado.
Resta também saber o que acontecerá ao grupo 530 já que a educação tecnológica desaparece como carga curricular universal passando para a disponibilidade de cada escola em oferecer essa oferta.
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Mar 26 2012
A Monodocência coadjuvada no 1º ciclo está prevista na Lei de Bases de 1986 na alínea a) do nº 1 do artigo 8º.
Diz essa alínea da Lei de Bases: “no 1º ciclo, o ensino é globalizante, da responsabilidade de um professor único, que pode ser coadjuvado em áreas especializadas.”
A proposta do MEC no articulado do texto diz: “fomentar, no 1.º ciclo, a coadjuvação nas áreas das Expressões, por professores de outros ciclos do mesmo Agrupamento de Escolas, que pertençam aos grupos de recrutamento destas áreas;”
Como este documento de revisão da estrutura curricular elimina o par pedagógico da extinta disciplina de EVT irão sobrar no mínimo metade dos professores do grupo 240, somado também a este facto nesta proposta desaparece a disciplina de Educação Tecnológica no 3º ciclo, podendo a mesma ser ministrada em opção às TIC ou através de uma oferta complementar a retirar de créditos de horas da escola. Assim é bastante lógico que esta monodocência coadjuvada aconteça apenas na expressão plástica do 1º ciclo com a utilização dos recursos de cada um dos agrupamentos. Não pressinto que a educação musical e a educação física tenham recursos excedentários que possam usar em larga escala esta coadjuvação, embora também possa acontecer em certos locais de forma pontual.
Fica por conhecer se os professores excedentários de cada agrupamento tenham de primeiro concorrer à mobilidade interna por ausência da componente letiva ou se podem de imediato ver atribuída componente lectiva em coadjuvação ao 1º ciclo. Parece que não, mas isto fará muita diferença.
Uma nota final. A coadjuvação não substitui as atividades de enriquecimento curricular e como pode ler-se no documento conhecido hoje também se prevê a continuação das AEC no 1º ciclo: “dar continuidade ao Apoio ao Estudo no 1.º ciclo, a par das outras atividades de enriquecimento curricular;”
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Mar 16 2012
Foi criado novo espaço no portal do governo para apoio ao Movimento em Defesa da EVT.
Para a final passaram 7 movimentos que poderão esgrimir os últimos argumentos para defender a sua causa junto do primeiro ministro. O movimento da APEVT – “Em defesa da Educação Visual e Tecnológica” contínua em 2º lugar e a aproximação da final deste movimento encaixa perfeitamente no timing sobre a revisão da estrutura curricular.
Se porventura este movimento fosse apoiado por todos os professores de EVT neste momento estaria em 1º lugar, é pena que os 3000 apoios não cheguem a representar metade dos professores desta disciplina.
Uma ajuda de todos os docentes de outros grupos disciplinares era bem vinda nesta altura, porque o que está em causa é o futuro desta disciplina e mais do que isso, do futuro da educação em Portugal.
Para apoiar o movimento em defesa da EVT basta ir a este link e clicar em apoiar depois de estar ligado através de uma conta do facebook ou do portal do governo.
Podem também transferir o kit apoiante do movimento em defesa da EVT neste link.
EVT precisa do apoio de todos.
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Mar 07 2012
O Parecer do CNE publicado hoje em Diário da República coloca um enfoque muito pequenino na EVT que merecia mais do que está escrito neste parecer do CNE.
E apresenta na declaração de voto da Senhora Maria Helena Lopes Damião da Silva este ponto.
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Mar 05 2012
A causa da EVT encontrou um timing perfeito na defesa da disciplina até ser conhecida a versão final da alteração curricular, porque até dia 19 ainda não deve ser conhecida a posição final do MEC e como diz JAR na entrevista “a partir do momento em que se criam espectativas destas o Governo tem de compensar o cidadão”
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Mar 03 2012
No FB da APEVT lê-se o seguinte:
Para os que estiverem disponíveis a colaborar com o movimento da APEVT devem apoiar o “MOVIMENTO EM DEFESA DA EVT” neste link.
Tem de clicar em APOIAR depois de entrarem com a vossa conta do FB.
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Fev 16 2012
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Fev 02 2012
Os professores de EVT estão determinados a manter a disciplina no currículo nacional. No próximo dia 4 de Fevereiro vai realizar-se no Largo do Toural uma atividade promovida pela APEVT que contará com a presença de professores de EVT para pintar de amarelo EVT o simbolo de “Guimarães – Capital Europeia da Cultura”. Para mais informações seguir o evento criado no FB, ver o video promocional da atividade e o cartaz alusivo ao dia 4 de Fevereiro. Estou a fazer os esforços necessários para poder também estar presente.
“EVT vai pintar de AMARELO o coração de Guimarães“
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Jan 31 2012
Termina hoje o período de consulta pública sobre a revisão da estrutura curricular e os pareceres podem ser enviados até final do dia para [email protected]
Já enviei o meu contributo coletivo elaborado em Departamento e espero que o mesmo tenha sido feito em larga escala por todo o País.
Até ao final do dia irei enviar novo contributo individual associando-me aos pareceres enviados pela FNE e pela APEVT de forma a ampliar o número de posições que defendem a continuação da disciplina de Educação Visual e Tecnológica no currículo do 2º ciclo.
No próximo dia 4, em Guimarães, será realizada uma atividade apelando à sensibilidade e bom senso do governo que tem como objetivo ampliar a defesa desta disciplina. O que se propõe para este dia é pintar em AMARELO EVT um enorme coração de Guimarães, Capital Europeia da Cultura.

Podem acompanhar esta atividade e saber mais pormenores no FB da APEVT
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Jan 30 2012
… porque pediu boas ideias para o País.
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Jan 28 2012
Do parecer aprovado ontem pela FNE sobre a revisão de estrutura curricular é visível que foram tidas em conta a preocupação dos professores desta disciplina para a elaboração do parecer final. Muitos deste princípios foram discutidos no encontro nacional de professores de EVT. Basicamente é sugerida a manutenção da disciplina de EVT com a separação da componente TIC e dando margem de manobra que a disciplina possa ser feita em par-pedagógico ou em desdobramento de turma.
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Jan 23 2012
Porque faz sentido que E(V)T e TIC, como disciplinas eminentemente práticas, não tenham dentro da sala de aula 28 alunos. O desdobramento das turmas entre si pode ser uma solução interessante sendo dado anualmente cada uma das disciplinas.
Os professores de informática consideram um retrocesso limitar o ensino das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) ao 2.º Ciclo, conforme propõe o Governo no âmbito da revisão curricular intercalar, que está em discussão pública.
A disciplina é actualmente leccionada no 9.º ano (3.º Ciclo) e o Ministério da Educação e Ciência (MEC) pretende transferi-la para o currículo do 5.º e 6.º anos para garantir aos alunos mais novos uma utilização “segura e adequada” dos recursos digitais.
A Associação Nacional de Professores de Informática (ANPRI) afirma, no parecer hoje divulgado, que Portugal até foi pioneiro nesta matéria, mas cita os exemplos de Inglaterra e França no investimento que estão a fazer, mesmo quando adoptam medidas contra a dispersão curricular.
O Reino Unido “considerou as TIC em todos os níveis de ensino (stages 1,2,3 e 4)” e França “aposta na certificação de competências dos alunos em TIC em três níveis”, lê-se no documento.
Os professores concordam com a introdução da disciplina no 2.º Ciclo, mas defendem a manutenção no 3.º Ciclo.
“É com bom grado que vemos a iniciação para as TIC num nível de escolaridade mais baixo”, escrevem os professores, sugerindo que a disciplina seja alternada com Educação Tecnológica, com as turmas divididas por turnos.
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Jan 20 2012
Das 3 horas e 23 minutos que durou a audição pública em 18 de Janeiro na Assembleia da República foi elaborado pela APEVT um resumo com todas as intervenções em que foi abordada a diciplina de EVT. O resumo ficou nos 31 minutos e 16 segundos.
Como diz João Dias da Silva na sua intervenção; se estamos em audição pública não faz sentido que não se acolha os contributos desse debate e não se faça a reformulação da revisão da estrutura curricular.
E a disciplina de EVT muitos contributos tem tido em sua defesa.
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Jan 18 2012
[important]O CDS/PP mostrou-se hoje disponível para estudar uma alternativa à área de Formação Cívica, que o Ministério da Educação pretende eliminar.[/important]
O objectivo será o de garantir que os directores de turma possam ter horas integradas no currículo destinadas à resolução de problemas e conflitos dos seus alunos, indicou o deputado centrista Michael Seufert na recta final da audição pública sobre a revisão da estrutura curricular, que foi promovida pela comissão parlamentar da Educação.
Esta foi uma das propostas apresentadas por professores na sessão onde, com a sala do Senado praticamente lotada, docentes, representantes de sindicatos e associações profissionais e de pais “chumbaram” a proposta apresentada pelo Ministério da Educação e que se encontra em consulta pública até ao final do mês. Identificados com casacos, lenços ou fitas de cor amarela, os professores de Educação Visual e Tecnológica (EVT) compareceram em peso.
A prevista divisão da disciplina de EVT em duas componentes separadas, com menos tempo lectivo total, foi aliás um dos pontos mais contestados durante a manhã de hoje. Também o fim dos desdobramentos de turmas na disciplina de Ciências da Natureza no 2.º ciclo e a extinção de Formação Cívica mereceram a crítica praticamente unânime dos mais de 40 intervenientes na audição.
A área de Formação Cívica, que no ensino básico ocupa um bloco de 45 minutos por semana, tem sido sobretudo utilizada pelos directores de turma para debater e resolver problemas criados pelos alunos ou apontados por estes. No 2.º e 3.º ciclo são estas aulas que contribuem “decisivamente para a melhoria do clima das escolas. É aí que se resolvem muitos problemas disciplinares”, alertou a directora do agrupamento do monte da Caparia, Inês Castro.”É nas aulas de Formação Cívica que resolvemos muitos dos conflitos existentes e que se faz a gestão dos problemas de turma. Por isso não concordamos com a sua extinção”. corroborou Margarida Guimarães, do agrupamento de escolas de Vila de Rei.
Fátima Lopes, do agrupamento de escolas de Ansião, lembrou que os directores de turma não podem retirar tempo às aulas das disciplinas que ministram para resolver estes problemas. Uma solução, segundo ela, poderia passar por mudar a designação de Formação Cívica para espaço de Directores de Turma, com tempos lectivos consignados no currículo e a ser implementado em todos os níveis de ensino.
Praticamente não tenho dúvidas que a formação cívica continuará no currículo do ensino básico e possivelmente no ensino secundário (com este ou com outro nome).
Em EVT também acho possível haver ganhos significativos relativamente à proposta que está em discussão pública. Hoje foi visível o crescer da onda amarela por EVT na Maia, em Coimbra e em Lisboa.
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Jan 18 2012
Foi a palavra de ordem que mais de 100 professores disseram no Fórum da Maia aos diretores de toda a região do norte e ao Ministério da Educação.
A todos os diretores foi entregue o Manifesto da APEVT em defesa da disciplina de Educação Visual e Tecnológica.
Mas mais uma vez as respostas do Ministro sobre EVT foram zero. Tudo indica que a formação cívica poderá continuar no currículo do ensino básico já que é quase unânime esta opinião por parte dos diretores, quanto aos excedentes criados com o REC as escolas terão autonomia para gerir os seus recursos humanos.
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Jan 16 2012
Bastava que cada professor de EVT apoiasse o movimento para que este ocupasse o primeiro lugar.
Para refletir.
Causa anti-touradas lidera lista de movimentos no portal do Governo
O Movimento do Sérgio – os apelidos disponíveis são raros -, Abolição das Corridas de Touros foi criado na terça-feira e já ronda os 2760 apoiantes sendo, destacado, o mais popular. A que se somam os cerca de 190 apoiantes do Movimento de Tojo, Contra as Touradas. Entretanto, esta manhã, foi criado por António Prates, de 13 anos, que mora em Vendas Novas, o movimento A Favor da Tauromaquia: Eu Quero Ser Toureiro, que está em 13º lugar, com 105 apoiantes.
No top 5 das causas com mais seguidores, quatro são de educação: em defesa da Educação Visual e Tecnológica – disciplina que o Governo quer retirar do 2.º ciclo do ensino básico – (tem quase 1620 apoiantes), mas também pelas Tecnologias da Informação e Comunicação (420). O movimento A Escola É para Ensinar. A Família Educa e o Em Defesa dos Guias-intérpretes Nacionais eram os seguintes.
Link para quem pretende apoiar o “Movimento em Defesa da Educação Visual e Tecnológica“, as instruções para votar encontram-se neste post e já agora deixo também os links para os seguintes movimentos: “Movimento pelas Tecnologias da Comunicação e Informação” e Movimento “A escola é para ensinar – A família educa“
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