Category: Arlindovsky

Tanto Dinheiro Gasto

… e a plataforam SIGHRE para se pedir um horário está sempre a encravar. Então para associar as turmas a um horário pedido é preciso ter dois separadores abertos e fazer refresh ao segundo separador porque o primeiro separador fica sempre a moer e não sai do sítio.

Em ano e meio Educação contratou 30 milhões para tecnologia e reforma do ministério

 

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Perigo: Mais uma “inovação” à vista…

Os últimos Ministros da Educação, incluindo o actual, muito propensos a certas “inovações”, acabaram por induzir a ocorrência de vários desastres na Escola Pública, entre eles, os seguintes:

 

– A “inovação” da “escola a tempo inteiro” correu mal, veja-se como as escolas públicas se transformaram em depósitos de crianças, permitindo que muitas delas possam ficar confinadas, enclausuradas, num espaço escolar durante sete, oito, nove ou, até mesmo, dez horas por dia; massacradas diariamente com o cumprimento de insanos e abomináveis horários, que muitos adultos provavelmente não suportariam… Ao mesmo tempo, também contribuiu, sobremaneira, para a desresponsabilização das famílias, levando-as a desonerar-se de muitas das suas atribuições parentais, específicas e intransmissíveis;

 

– A “inovação” do sucesso escolar por decreto, traduzida muitas vezes por “passagens administrativas” e pelo abaixamento das exigências ao nível dos conhecimentos dos alunos, mascarada de “inclusão”, correu mal, vejam-se os resultados calamitosos do Estudo PISA 2025 relativos a Portugal;

 

– A “inovação” da classificação digital dos Exames Nacionais correu mal, veja-se o indesmentível caos gerado por esse processo e todos os prejuízos causados a muitos alunos, mas também a alguns professores, que inclusive obrigaram à realização de uma 3ª Fase de Exames Nacionais no mês de Setembro…

 

Como se não bastassem as “inovações” anteriores, cujos resultados se revelaram como desastrosos, o Ministro Fernando Alexandre, fazendo concorrência aos seus antecessores, pretenderá, agora, implementar mais uma “inovação”:

 

– Avançar, no Ano Lectivo 2027/28, com um projecto-piloto para fundir o 1.º e o 2.º Ciclos do Ensino Básico

 

Além das muitas dúvidas e reservas que se poderão erigir quanto à operacionalização prática dessa pretensa fusão, outras, impossíveis de ignorar, se colocarão, desde logo a seguinte e, porventura, a mais importante:

 

– Que benefícios concretos se esperam obter para os alunos, com essa medida?

 

Se um dos principais objectivos dessa pretensa fusão for a redução da carga lectiva dos Professores do 1.º Ciclo, como foi alegado pelo Ministro, dir-se-á que para isso não seria necessário operar qualquer fusão entre o 1.º e o 2.º Ciclos do Ensino Básico… Para que tal se concretizasse, bastaria que o titular da Pasta da Educação decretasse tal medida, uma vez que é detentor dessa prerrogativa…

 

Mas não… Em vez de, simplesmente, decretar a redução da carga lectiva dos Professores do 1.º Ciclo, o Ministro optou por colocar essa medida na dependência da fusão entre o 1.º e o 2.º Ciclos do Ensino Básico, parecendo pretender a ocultação de outros objectivos, talvez estes:

 

– Ao mesmo tempo que tenta seduzir os professores do 1.º Ciclo, acenando-lhes com a redução da respectiva carga lectiva, pretenderá disfarçar, por essa via, os resultados calamitosos obtidos no Estudo PISA 2025, mudando o foco da discussão no momento actual… Por outras palavras, atira-se com uma novidade aparentemente (friso, aparentemente) boa para parte significativa da Classe Docente e, com isso, espera-se que não se fale mais na notícia má, proveniente dos resultados do Estudo PISA 2025;

 

– Conseguir, por via da fusão entre os dois Ciclos referidos, mascarar as actuais, e acentuadas, dificuldades de recrutamento de Professores do 1º Ciclo, talvez distribuindo e diluindo as respectivas competências e atribuições pelos Professores do 2.º Ciclo…

 

Como se desconhecem os contornos práticos desta pretensão do Ministro, teremos que aguardar pelos resultados do anunciado projecto-piloto, ainda que, e como sabemos, as conclusões de experiências/testes desse género possam ser enviesadas e adulteradas, no sentido de tenderem a confirmar “à força” aquilo que a Tutela pretenda implementar a partir das mesmas…

 

Não sabemos como virá a ser, mas sabemos que, em Janeiro deste ano, o Ministro Fernando Alexandre já havia confirmado o desígnio de proceder à “integração do 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico num único ciclo de estudos de seis anos”, alegando, entre outros, nessa altura, que “esta é a organização mais comum nos sistemas educativos da Europa…” (Jornal Expresso, em 20 de Janeiro de 2026)…

 

Aparentemente, o Ministro esqueceu-se de especificar que a pretendida fusão desses dois Ciclos do Ensino Básico implicará o envio ao Parlamento das devidas alterações à Lei de Bases do Sistema Educativo e que as mesmas serão naturalmente sujeitas a votação…

 

Esqueceu-se, também, o Ministro, que na maior parte dos “sistemas educativos da Europa”, tidos por si como exemplos a seguir, regra geral, as escolas públicas não funcionam em modo de “pobreza franciscana”, com condições físicas deploráveis, como por cá acontece… E este será apenas um exemplo das diferenças gritantes existentes entre as escolas públicas portuguesas e as de outros “sistemas educativos da Europa”…

 

Teremos, portanto, mais uma “inovação” à vista, expectavelmente com muitas variáveis que poderão correr mal e culminar em novas e monumentais trapalhadas, sem que os problemas mais básicos e elementares das escolas públicas portuguesas estejam resolvidos, mesmo sabendo que tais constrangimentos costumam influenciar negativamente o desempenho de alunos e de professores:

 

– O que importa se as salas de aula têm tectos e paredes corroídos por bolor, consequência de recorrentes e “seculares” infiltrações pluviais?

 

– O que importa se os estores e as janelas das salas de aula não funcionam?

 

– O que importa se dentro das salas de aula se registam 40ºC nos meses estivais e -2ºC nos de Inverno?

 

– O que importa se nas escolas não existem computadores em número suficiente para alunos e professores e a funcionar plenamente ou se a rede de internet não se encontra devidamente capacitada para fazer face às necessidades de utilização de todos os utentes, sem “solavancos” ou “apagões” frequentes?

 

– O que importa se as escolas estão apetrechadas com quadros eléctricos que colapsam à mais pequena “sobrecarga” ou se foram instalados à medida de edifícios decrépitos e disfuncionais?

 

– O que importa se as casas de banho e os refeitórios (quando os há) apresentam condições adequadas e dignas de higiene?

 

Nada disso importa… Por cá, o essencial e o mais básico continuam por fazer há anos, parecendo que o esforço é sempre no sentido de omitir a existência desse tipo de problemas, à medida que se vão elegendo outros assuntos como primordiais, com o objectivo de dispersar e iludir as atenções…

 

Claro está que muitas das ilustres figuras que integram o Ministério da Educação não farão a menor ideia das carências materiais existentes em grande parte das escolas públicas portuguesas, nem de como isso afecta quem aí trabalha ou estuda…

 

Antes de se inventarem “inovações”, resolvam-se os problemas mais óbvios e prementes, altamente perniciosos… Fazer isso é que seria uma grande inovação, com um valor, certamente, reconhecido por todos…

 

À semelhança dos seus antecessores, o actual Ministério da Educação parece ignorar a importância da satisfação das necessidades mais básicas e elementares, defendida por Abraham Maslow…

 

Muito dificilmente se conseguirá aprender com a “barriga vazia” ou, se se preferir, sem a satisfação das necessidades mais básicas… Face a isso, tudo o resto é folclore e demagogia…

 

O estabelecimento de certas prioridades diz tudo sobre os Governantes:

 

– Quando se privilegiam os artifícios e os malabarismos, em detrimento de se providenciar o mais básico, mas imprescindível, para um bom funcionamento das escolas públicas, escolhem-se e valorizam-se os “holofotes”, as encenações e as “fotografias bem enquadradas”, em vez das pessoas…

 

O bem-estar das pessoas pode esperar, mas não as exigências que lhes são sistematicamente remetidas, ignorando se existem as condições necessárias e adequadas para as poder cumprir…

 

Deixo aqui um tópico que algumas vezes utilizo quando se justifica chamar à razão certos grupos de jovens e que, metaforicamente, talvez também possa resumir o principal lema do presente texto:

 

– Quem limpa e arruma o próprio quarto? Antes de pretenderem salvar a Humanidade, experimentem primeiro limpar e arrumar o vosso quarto!

 

Paula Dias

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Hoje os Monstros Saíram do Armário

Chegou setembro. E, com o início das aulas, há uma tradição nacional que se cumpre com uma pontualidade quase pedagógica: os monstros saem do armário.

Não são propriamente monstros novos. Alguns conhecemo-los há décadas. Têm discursos antigos, soluções recicladas e uma extraordinária capacidade para reaparecer, ano após ano, sempre que se ouve a palavra “educação”.

Estavam aparentemente adormecidos. Mas bastou tocar o primeiro toque de entrada para voltarem à televisão, aos jornais, às redes sociais e às páginas de opinião.

De repente, todos têm uma receita para a escola.

Uns descobrem que os professores precisam de recuperar a autoridade. Outros explicam que os alunos já não respeitam ninguém. Há quem conclua que o problema está nos telemóveis, quem responsabilize as famílias, quem suspire pelos tempos em que “na nossa época era diferente” e quem proponha, com ar solene, soluções que já foram experimentadas, discutidas, reformuladas e, muitas vezes, abandonadas há vinte ou trinta anos.

E há ainda os especialistas instantâneos em educação: aqueles que, durante onze meses do ano, pouco ou nada dizem sobre escolas, professores ou alunos e que, precisamente quando começa o ano letivo, reaparecem com certezas absolutas.

É curioso.

A educação parece ser uma das poucas áreas da sociedade em que a experiência profissional de milhares de pessoas pode ser facilmente substituída pela opinião de quem observa a escola de fora.

Não faltam discursos sobre “a escola que devia existir”. Faltam, muitas vezes, discursos sobre a escola que existe.

Uma escola com alunos diferentes, famílias diferentes, desafios sociais diferentes, professores cansados mas persistentes, diretores esmagados por burocracias, assistentes que asseguram diariamente aquilo que raramente aparece nas estatísticas e comunidades educativas que, apesar de tudo, continuam a fazer a escola acontecer.

Por isso, talvez setembro devesse ser menos o mês do regresso dos monstros e mais o mês de ouvir quem está dentro do armário.

Ouvir professores.

Ouvir alunos.

Ouvir assistentes.

Ouvir famílias.

Ouvir quem todos os dias abre a porta da escola, recebe os alunos, resolve problemas, ensina, aprende, improvisa e tenta construir respostas para desafios que não cabem em frases feitas.

Porque a educação não precisa de fantasmas do passado disfarçados de visionários.

Precisa de memória, conhecimento, coragem para mudar e humildade para reconhecer que a escola de hoje não é a escola de ontem.

Os monstros podem sair do armário.

Podem até continuar a falar.

Mas talvez esteja na hora de deixarmos de lhes entregar o microfone.

Bom ano letivo. E que, este ano, a escola seja finalmente ouvida por quem verdadeiramente a conhece.

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Contratos e Aditamentos 2026/2027

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Encontra-se disponível a aplicação informática que permite às escolas procederem à submissão de contratos e aditamentos.

SIGRHE – Contratos e Aditamentos

Contratos e Aditamentos (FAQ)

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Erros e lacunas nas ofertas de escola, Opinião de Ricardo Miguel

Ver uma oferta de escola, pelo menos no grupo 410, com informação coerente é quase uma miragem. A escola quer contratar um docente, e com a urgência associada à contratação de escola, mas depois não disponibiliza a informação necessária para os docentes decidirem se se candidatam? Como pode o processo ser expedito e eficaz se a informação da oferta não está correcta ou completa?
O problema mais comum que encontro está relacionado ou com a indicação incompleta, ou mesmo incorrecta, do tipo de componente lectiva. Por exemplo, indica-se apenas 20 horas em “Componente letiva grupo/turma da Educação Pré-Escolar e dos Ensinos Básico e Secundário Geral”, mas dessas 20 horas algumas são de tipo diferente, como, digamos, em ensino profissional, apoios, cargos, etc.

Outro exemplo comum, que se sobrepõe parcialmente com o anterior, é a oferta não conter a informação completa da disciplina/projecto em questão. Sendo docente do grupo 410, além de filosofia, posso leccionar, por um acto de magia administrativa, psicologia, sociologia e outras coisas mais para as quais não tenho competência científica. Ora, como eu não quero fingir que sei ensinar psicologia, sociologia, etc., apenas me interessam as ofertas de escola para ensinar filosofia. Acontece que, por vezes, a oferta menciona apenas “Filosofia”, mas, depois de confirmar com a escola, afinal o horário também inclui psicologia, sociologia, etc. (confirmação essa que já algumas vezes aconteceu posteriormente à minha selecção).
Também é comum reparar que a oferta de escola tem turmas associadas mas o número de turmas não corresponde ao número de horas lectivas. Quando isto acontece, é razoável que um docente tenha dúvidas se é o número de horas lectivas que está incorrecto ou se, em vez disso, falta indicar algumas turmas e/ou outras responsabilidades, como o cargo de direcção de turma, por exemplo.

Um problema menos comum, e que me parece incrivelmente fácil de evitar através da programação do próprio SIGRHE, é aparecer uma oferta com disciplina que não corresponde ao grupo de recrutamento. Este ano já vi a disciplina “Francês” numa oferta do grupo 410. Afinal, de que docente precisa esta escola? Será de filosofia, de francês ou de outra coisa qualquer? Não seria melhor se o campo de preenchimento das disciplinas tivesse um menu apenas com as opções que correspondem ao grupo de recrutamento? Seria difícil que a plataforma funcionasse assim?
Por fim, a mancha horária. Se a plataforma não obriga a preencher horas específicas, por que raio por vezes consta lá um horário que não corresponde à realidade? Se o horário não está decidido, não compreendo por que razão não se coloca apenas “em elaboração”, evitando-se assim
as chatices com candidaturas desnecessárias.

Talvez se pense que estou a ser demasiado exigente e que estas questões têm uma solução simples. “Ligas para a escola e esclarecem-te as dúvidas” – dirão alguns. Seria, de facto, uma solução, se fosse fácil conseguir falar com alguém da direcção, especialmente no início do ano lectivo. “O director está em reunião. Ligue a partir das 14h.” “A directora saiu. Ligue mais tarde.” É isto multiplicado por umas quantas vezes por dia e ainda com algumas tentativas de esclarecimento presencial.
Contudo, não posso negar que, por vezes, consigo o dito esclarecimento. Este ano já vi uma oferta com um horário de 22h, mas no qual estavam associadas 8 turmas. Ora, 8 vezes 3h semanais são 24h. Alguma coisa tinha de estar mal ou em falta. Lá consegui falar com a direcção, que me confirmou que são mesmo as 8 turmas e que só não colocou 24h porque o sistema não permite. Porém, o sistema tem um campo livre para colocar observações. Bastariam cinco segundos para lá inserir algo como “horário completo mais 2h extraordinárias”. O SIGRHE tem lá os campos todos para preencher. O que está a falhar? Além disso, as páginas das escolas também podem (e por por lei devem!) publicitar as ofertas com a informação correcta e completa. Por conseguinte, não deveria ser necessário qualquer contacto directo com as escolas para os docentes decidirem se se candidatam ou não.

Estas falhas, que parecem fáceis de evitar, dão origem a tempo e recursos perdidos, assim como a atrasos na colocação de docentes. Se um docente não tem a informação correcta ou completa da oferta, é provável que depois a colocação não o satisfaça. Nesses casos, com a informação devida, nem sequer se candidataria. Ademais, é injusto que um docente seja penalizado por não aceitar uma oferta que estava incorrectamente anunciada ou que, para evitar penalização, tenha de a aceitar para depois denunciar o contrato. Enquanto esperamos para ver se as ofertas de escola serão ou não extintas, entretanto seria apenas razoável e responsável que os(as) directores(as) se certificassem da correcção e completude da informação das ofertas de escola colocadas no SIGRHE.

Ricardo Miguel

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Uso a Imagem do Luis Cansado Com a Informação das Novas Reservas

Porque dizem que uma boa imagem vale mais que umas centenas de palavras.

 

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E Mandem Tudo Para a Digitalizadora

Ministro da Educação admite regresso dos exames a contar para a nota no 4.º e 6.º anos: “É uma possibilidade, temos de analisar”

 

Diz que não tem decisões fechadas sobre o assunto, e que pode até nem ser necessário, mas admite estudar a hipótese de os alunos do ensino básico voltarem a fazer exames a contar para a nota.

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544 Docentes Aposentados em Outubro de 2026

A lista mensal de aposentados de Outubro de 2026 tem mais 544 docentes. Neste momento já vamos com 2823 docentes aposentados pela CGA em 2026, faltando ainda dois meses de listas de aposentados neste ano. È muito provável que no fim do ano os dados se aproximem da minha previsão em haver 4000 docentes aposentados.

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Contratação de professores tem novas regras: saiba o que muda

Contratação de professores tem novas regras: saiba o que muda

 

Foram publicadas esta quinta-feira em Diário da República as novas regras que facilitam a contratação de professores. O objetivo é evitar que os alunos fiquem sem aulas por períodos prolongados.

 

Os professores que adiem a aposentação para continuar a ensinar terão uma remuneração extra de 750 euros mensais, mas apenas se não houver docentes que possam garantir essas aulas, segundo o diploma publicado esta quinta-feira.

Esta é uma das novidades do decreto-lei 175/2026, aprovado no final de julho em Conselho de Ministros para prevenir que os alunos fiquem sem aulas por períodos prolongados.

O diploma, que entrou em vigor no início deste mês, permite às escolas contratar professores aposentados mas também licenciados pós-Bolonha.

Professores vão receber 750 euros mensais extra

A pensar nas regiões com maior dificuldade na atração e retenção de professores, o ministério decidiu atribuir 750 euros mensais extra aos docentes que aceitem adiar a aposentação, mas esse benefício só é atribuído se não houver nas escolas quem possa assegurar esse trabalho.

Além do período de aulas, estes professores continuam a receber os 750 euros extra “durante o período destinado à realização de avaliações”, acrescenta o diploma.

Este acréscimo remuneratório aplica-se aos professores colocados numa das 235 escolas ou agrupamentos dos oito Quadros de Zona Pedagógica (QZO) carenciados situados na Grande Lisboa, Península de Setúbal e Algarve. No ano passado, estavam abrangidas mais escolas: Eram 258 unidades orgânicas de 10 QZP.

Relativamente à contratação de doutorados, é clarificada a contagem do tempo de serviço, passando a ser consideradas as atividades de investigação e desenvolvimento, com efeitos no posicionamento remuneratório.

O diploma também altera os requisitos de formação científica para a contratação de docentes pós-Bolonha, passando a permitir a contratação de licenciados, após esgotados os candidatos titulares de qualificação profissional.

As novas regras permitem contratar licenciados cuja área de formação científica corresponda à disciplina a lecionar, como é o caso de Economia, Sociologia e Psicologia.

As escolas podem contratar candidatos com grau de licenciado, desde que a licenciatura seja em área científica correspondente à disciplina a lecionar e tenham, pelo menos, 120 créditos na área científica correspondente à disciplina a lecionar.

No Diário da República desta quinta-feira é ainda publicado o diploma que alarga ao 3.º ciclo a proibição de utilização de smartphones nas escolas.

Tendo em conta a existência de estabelecimentos de ensino em que coexistem alunos do ensino secundário e do 3.º ciclo, as escolas têm até janeiro de 2027 para atualizarem os seus regulamentos internos e definirem os procedimentos operacionais mais adequados à implementação da proibição.

Texto: Lusa

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A Reserva de Rcerutamento 2 Ainda Deve Sair Hoje

… pois os horários da RR2  já estão em processamento e a RR1 foi há 3 dias, portanto…

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Ouvi o Ministro Respondabilizar os Professores dos Agrupamentos de Exames?

Quem lá está a cumprir esta função nos agrupamentos de exames só deve bater com a porta e deixar o lugar para uma outsorcing qualquer a ser constituída pelo MECI.

 

Ministério Público abre inquérito à classificação de exames nacionais após queixa da Fenprof

 

Queixa apresentada em julho denuncia folhas desaparecidas em exames e ordens para classificar provas incompletas. Fenprof considera que as ordens externas para classificar provas sem conteúdo completo podem configurar ilícito.

 

O Ministério Público abriu um inquérito na sequência de uma queixa apresentada pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof) relacionada com o processo de classificação eletrónica dos exames nacionais do ensino secundário.

Em resposta enviada esta terça-feira à Lusa, a Procuradoria-Geral da República (PGR) indicou que a queixa da Fenprof “deu origem a inquérito”, o qual corre termos no Departamento de Investigação e Ação Penal Regional de Lisboa.

A queixa em questão foi entregue em julho, tendo um dos secretários-gerais da Fenprof, Francisco Gonçalves, explicado à Lusa que os relatos de folhas desaparecidas em vários exames, que resultaram em “ordens escritas no sentido de os professores classificarem itens cujas respostas não estavam completas”, são a base daquilo que poderá ser o principal ilícito.

“Perante a incapacidade de fazer chegar aos classificadores o conteúdo completo da prova, deram ordens para que os classificadores as classificassem com aquilo que lhes estava disponibilizado. Ora, isso pode configurar, porque é uma ordem externa, um ilícito“, explicou.

A Fenprof disse “não querer ver, novamente, os professores que classificaram as provas a serem responsabilizados por algo que não é da sua responsabilidade” e admitiu que é fundamental se a plataforma funcionou corretamente e se “as ordens dadas por quem coordenava este processo cumpriram os preceitos legais que são necessários num processo desta natureza”.

Pela primeira vez este ano, os exames nacionais do ensino secundário foram corrigidos em formato digital, mas o processo registou falhas técnicas desde o início, obrigando o Ministério a adiar os prazos inicialmente previstos.

Ao longo de várias semanas, os professores relataram atrasos na disponibilização das provas, erros na digitalização das respostas e dificuldades na plataforma de classificação.

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Mesmo Depois dos Contratos e Aditamentos de 25/26 Estarem Todos Terminados

Contínua a aparecer este aviso no pedido de horários para 2026/2027.

Aviso
Apenas poderá proceder ao pedido de novos horários após finalização de todas as colocações e aditamentos do tipo “Temporário” e comprovação de dados das colocações do tipo “Termo a 31 de agosto”, relativas ao ano letivo 2025/2026. A finalização deverá ser efetuada em Multiplataforma de Registos > 2025/2026 > Colocações/Contratos 2025/2026. A comprovação de dados deverá ser efetuada em Multiplataforma de Registos > 2025/2026 > Horários/Contratação > Horários.

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Novas regras de registo da atividade letiva e evolução das aplicações de gestão escolar

Caros(as) Diretores(as),
Nos próximos dias, com efeitos no ano letivo 2026/27, as aplicações de gestão escolar vão ser atualizadas para reforçar a qualidade dos dados e assegurar um registo mais rigoroso da atividade letiva. Destacam-se as seguintes alterações:
  • Registo de sumário em todas as aulas realizadas, com um prazo máximo de 5 dias após o final do mês para a inserção dos sumários;
  • Criação dos sumários em modo rascunho antes da realização da aula, não sendo possível a sua submissão definitiva antes de a aula ocorrer;
  • Obrigatoriedade de identificação do docente que efetivamente lecionou cada aula;
  • Registo das substituições, identificando quem assegurou a aula;
  • Criação do estado nacional da aula, uma classificação harmonizada que identifica a situação final de cada aula (por exemplo, dada pelo docente titular, substituída, reposta, não dada, pendente ou inconsistente);
  • Validação dos dados relativos a aulas, turmas, disciplinas e docentes;
  • Registo das horas extraordinárias com associação à turma e disciplina;
  • Melhoria da monitorização dos apoios educativos e outras atividades pedagógicas;
  • Melhor articulação entre aulas previstas, aulas extraordinárias, apoios educativos e outras atividades pedagógicas.
Os novos procedimentos irão contribuir para uma melhor qualidade da informação relativa ao funcionamento das Escolas e, assim, para uma maior eficiência e simplificação da gestão.
Recomendações Gerais às Escolas
 
Para uma correta implementação, as Escolas devem assegurar que:
  • A distribuição de serviço docente se encontra corretamente registada e permanentemente atualizada;
  • Os registos de substituição identificam sempre o docente que efetivamente lecionou a aula;
  • Os apoios educativos que envolvam alunos de múltiplas turmas utilizam os mecanismos próprios disponibilizados pelas aplicações;
  • Os procedimentos relativos a visitas de estudo preservam a correta identificação da atividade realizada e dos docentes envolvidos.
Estas orientações ajudam a uniformizar procedimentos e a melhorar a qualidade da informação enviada aos sistemas centrais.
Atualização das Aplicações
 
Os fornecedores irão contactar as Escolas para apoiar a atualização e esclarecer dúvidas. As escolas devem instalar as versões mais recentes disponibilizadas pelos respetivos fornecedores. A instalação atempada destas versões é essencial para garantir o correto cumprimento das novas regras de registo e a adequada comunicação de informação com as plataformas centrais do Ministério da Educação.
Sincronização de Dados entre Sistemas
 
A AGSE está, em paralelo, a trabalhar com os fornecedores na melhoria e simplificação da sincronização de dados entre as aplicações de gestão escolar e as plataformas centrais, procurando reduzir progressivamente a necessidade de intervenção das Escolas neste processo. Por agora, compete às Escolas assegurar que todas as exportações são corretamente executadas e que os dados são devidamente enviados para os sistemas centrais.
A colaboração das Escolas é indispensável e essencial para garantir a correta aplicação destes procedimentos, a qualidade dos registos efetuados e a fiabilidade da informação disponibilizada ao sistema educativo.
Agradecemos a colaboração e o empenho de toda a comunidade educativa na implementação destas melhorias.
A AGSE permanece disponível para quaisquer esclarecimentos que se revelem necessários.
Com os melhores cumprimentos
Dora Moita
Vice-Presidente do Conselho Diretivo

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Simplificação Administrativa | Registo Criminal Automático e Assinatura Digital de Documentos

Caros(as) Diretores(as),

Para o ano letivo 2026/27, serão introduzidas duas medidas de simplificação administrativa, com o objetivo de eliminar procedimentos atualmente assegurados pelas Escolas, reduzir significativamente a carga burocrática e libertar tempo para atividades de maior valor acrescentado.
Verificação Automática do Registo Criminal
 
A verificação do registo criminal passará a ser realizada automaticamente, deixando de ser necessário que o Diretor consulte e verifique manualmente o registo criminal de cada docente.
O sistema efetuará automaticamente essa verificação e disponibilizará ao Diretor, no SIGRHE, o estado de validação dos docentes da respetiva Escola: VÁLIDO, assinalado a verde, ou INVÁLIDO, assinalado a vermelho, de acordo com as regras legais aplicáveis ao exercício de funções que envolvam contacto regular com menores.
Na prática:
  • Diretor não terá de desencadear qualquer procedimento, estando o resultado da verificação automaticamente disponível no SIGRHE;
  • O docente apenas tem de ter assinalado o seu consentimento no SIGRHE, tal como já acontece atualmente;
  • A verificação automática abrangerá todos os docentes vinculados ou já colocados, bem como os que venham a ser colocados ao longo do ano letivo;
  • Nas contratações de escola, o consentimento será recolhido logo após o registo do docente no SIGRHE, permitindo que o resultado da verificação esteja disponível antes da assinatura do contrato.
A medida será posteriormente alargada, de forma progressiva, a outras categorias profissionais. Por enquanto, para os técnicos superiores e assistentes operacionais, mantém-se o procedimento adotado no ano letivo anterior.
Assinatura Digital de Documentos
 
assinatura de contratos e aditamentos passará a ser realizada integralmente em formato digital, através da Chave Móvel Digital (CMD), eliminando a necessidade de impressão, assinatura em papel, digitalização e arquivo físico destes documentos.
O processo, integralmente realizado no SIGRHE, será simples:
  • O docente assina digitalmente o contrato ou aditamento, na sua área do SIGRHE, através da CMD;
  • O Diretor terá disponível, na sua área do SIGRHE, a identificação dos documentos já assinados pelos docentes que aguardam a sua assinatura;
  • O Diretor procede, de seguida, à respetiva assinatura digital através da CMD.
Para utilizar esta funcionalidade, é apenas necessário que o docente e o Diretor tenham a CMD ativa, a qual já pode ser utilizada como meio de autenticação no SIGRHE.
Muito brevemente, será disponibilizada informação complementar sobre a ativação da CMD e sobre os meios de apoio que estarão disponíveis para facilitar a sua utilização.
Mais se informa que, no dia 2/9 às 17:00 será agendada uma sessão, por teams, onde será explicado, com maior detalhe, a utilização desta nova funcionalidade, recorrendo a uma apresentação passo a passo. O respetivo convite será enviado no início da próxima semana.
Esta solução será igualmente alargada, de forma progressiva, a outros documentos e procedimentos, com o objetivo de eliminar integralmente a tramitação e o arquivo em papel nas Escolas, assegurando processos administrativos cada vez mais simples e digitais.
A AGSE permanece disponível para quaisquer esclarecimentos que se revelem necessários.

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As Medidas Anunciadas por Montenegro para a Educação

O Primeiro-Ministro Luís Montenegro anunciou hoje novas reformas para o setor da educação, com destaque para a governação das escolas e a revisão curricular. 
As principais medidas anunciadas incluem:

Escolas e Governação

    • Novo regime de autonomia: Implementação de um novo modelo de gestão escolar.
    • Eleição geral do diretor: Alteração no processo de escolha dos diretores das escolas.
    • Valorização dos diretores: Dinamização do estatuto e aumento das remunerações destes profissionais.
    • Menos burocracia: Redução da carga administrativa sobre professores, diretores e famílias. 

 

Currículo e Aprendizagem

    • Currículo mais exigente: Revisão das aprendizagens essenciais do ensino básico e secundário.
    • Foco no futuro: Integração reforçada de competências em digitalização e Inteligência Artificial.
    • Calendário: A meta é ter o novo currículo totalmente implementado no ano letivo de 2027/2028. 

 

Ensino Superior e Investimento

  • Nova universidade: Criação da Universidade de Bragança e do Norte Interior.
  • Igualdade no Politécnico: Equiparação salarial dos reitores das universidades politécnicas aos restantes reitores.
  • Equipamentos digitais: Continuação do investimento na transição digital e em novos equipamentos.

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Imensos Professores Colocados no 910 com 25 Horas

Existem bastantes docentes colocados no 910 que a informação nas listas de colocação é que têm 25 horas letivas.

O que acontece é que estes professores são docentes do quadro dos grupos 100 e 110 e que na altura da candidatura concorreram também para mudarem de grupo de recrutamento e também optaram pelo 910.

Foram colcoados no 910 e a sua componente letiva continua a dizer 25 horas.

Mas como sabem a componente letiva de um docente no 910, sem redução da componente letiva, é de 22 horas letivas (1100 minutos).

QUem foi colcoado no 910 com 25 horas não se esqueça de informar que estando agora no 910 terão de ter no máximo 1100 minutos letivos.

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E Vão Ser Abertos Processos de Inquérito a 98 Escolas

Inspeção da Educação deteta atrasos em 98 escolas no envio de exames e reapreciações

 

Relatório revela que atrasos resultaram de lapsos e não foram deliberados, mas propôs instauração de processos de inquérito a um número não revelado de escolas

 

A Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) detetou atrasos no envio ao Júri Nacional de Exames dos pedidos de reapreciação em 69 escolas, e atrasos na entrega à Imprensa Nacional Casa da Moeda dos exames da 1.ª fase em 29 escolas, na sequência do inquérito urgente solicitado pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI).

No relatório entregue, a IGEC garante que não identificou “elementos que permitam sustentar a existência de atuações deliberadas” que tenham comprometido “a integridade ou a confidencialidade das provas realizadas”. As ocorrências detetadas pela IGEC resultaram, sobretudo, de “lapsos procedimentais, falhas de verificação e erros operacionais associados aos processos de organização, conferência e expedição da documentação de exame”.

Segundo um comunicado do MECI, a IGEC propôs “a instauração de processos de inquérito nas situações que serão identificadas em informação complementar, de natureza confidencial”. Propôs também ao Júri Nacional de Exames “o aperfeiçoamento/substituição das plataformas atualmente em uso de modo a reforçar a segurança e a confiança no processo, com a respetiva capacitação dos profissionais das escolas envolvidos na sua utilização e o reforço da articulação com a IGEC no âmbito do processo de realização dos exames nacionais”. Já às escolas foi proposto “o reforço dos mecanismos de controlo interno no desenvolvimento do processo relacionado com a realização dos exames nacionais”.

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Renovação de contratos de Técnicos Especializados para 2026/2027

Imagem de capa institucional com design moderno e minimalista. O fundo é predominantemente branco. Ao centro-esquerda surge o título em letras grandes, azul-escuro: “Renovação de Técnicos Especializados”. À direita da imagem existe uma composição geométrica formada por grandes blocos em tons de azul e verde. Na parte superior direita, um polígono azul-escuro cria uma área de destaque onde se encontra o logótipo da AGSE, em branco, com elementos gráficos verdes integrados nas letras. As formas geométricas convergem para o centro da imagem, formando uma espécie de seta ou ponta direcionada para a direita. Na parte inferior direita, as formas passam para tons de verde vivo, criando continuidade visual com a área superior azul. O conjunto transmite uma imagem corporativa, organizada e contemporânea. Não existem fotografias, pessoas ou outros elementos ilustrativos. O destaque visual está no título e na identidade gráfica da AGSE, utilizando as cores institucionais azul, verde e branco.

Encontra-se disponível a aplicação informática que permite efetuar a renovação de Técnicos Especializados para formação e Técnicos Especializados para o exercício de funções não docentes.

 

SIGRHE – Técnicos Especializados – Renovação TE

 

Caro(a) Diretor(a)/Presidente de CAP,

1. A AGSE informa que se encontra disponível no SIGRHE, no módulo Técnicos Especializados > Renovação TE, a aplicação destinada à renovação dos contratos de técnicos especializados.

Em conformidade com a informação anteriormente prestada, foi autorizada a renovação dos contratos dos técnicos especializados que reúnam cumulativamente os seguintes requisitos:

a) Tenham exercido funções no ano letivo de 2025/2026 em horário anual e completo, considerando-se como tal o horário solicitado até 16 de setembro de 2025 (inclusive), com o motivo «Necessidade autorizada» e duração até 31 de agosto de 2026;

b) A necessidade subsista para o ano letivo de 2026/2027, com o mesmo número de horas e devidamente autorizada pelas entidades competentes;

c) Exista concordância expressa do trabalhador e da entidade empregadora;

Acrescem, ainda, as situações decorrentes dos procedimentos concursais em curso para constituição de vínculos de emprego público por tempo indeterminado, relativamente aos técnicos que se encontram a assegurar funções nos postos de trabalho correspondentes às vagas colocadas a concurso, para as quais foi posteriormente autorizada a prorrogação dos respetivos contratos.

Com efeito, e de acordo com o resultado dos respetivos concursos, poderão verificar-se as seguintes situações:

a) Caso o técnico superior obtenha vinculação no Agrupamento de Escolas/Escola Não Agrupada (AE/EnA) onde atualmente exerce funções, manter-se-á nessa unidade orgânica, mediante celebração de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado.

b) Quando a vinculação ocorra noutro AE/EnA, o respetivo contrato por tempo indeterminado será celebrado nessa unidade orgânica. A AGSE comunicará posteriormente ao AE/EnA de origem os procedimentos a adotar para reposição do recurso humano, caso se mantenha a necessidade que justificou a sua colocação.

c) Os técnicos superiores que não obtenham vinculação nos procedimentos concursais em curso permanecerão em exercício de funções na respetiva unidade orgânica até 31 de agosto de 2027.

Poderão ainda ser renovados horários anuais de 18 horas atribuídos a técnicos especializados para o desempenho de funções não docentes, desde que o pedido inicial tenha sido efetuado até 16 de setembro de 2025 (inclusive) e se mantenha em vigor até 31 de agosto de 2026.

Solicita-se que se pronuncie sobre todos os registos de renovação associados ao seu AE/EnA disponíveis no SIGRHE, até às 23h59 de 1 de setembro de 2026.

2. Informa-se ainda que se encontra disponível no SIGRHE, no módulo Horários/Contratação, a funcionalidade para submissão de pedidos de horários para técnicos especializados. Sempre que sejam identificadas necessidades adicionais, os respetivos pedidos deverão ser acompanhados da adequada fundamentação, para efeitos de análise e decisão.

Com os melhores cumprimentos,

A Vice-Presidente do Conselho Diretivo da AGSE

Dora Moita

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Pedido de horários – Reserva de Recrutamento e Contratação de Escola

A AGSE informa que no âmbito do pedido de horários para reserva de recrutamento e contratação de escola já é possível solicitar horários por motivo de substituição e inferiores a oito horas.

 

Com os melhores cumprimentos,

A Vice-Presidente do Conselho Diretivo da AGSE

Dora Moita

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Novidades

Para a desburocratização:

 

Registo Criminal: Não é necessario validar os registos criminais. Basta o docente autorizar a consulta do registo criminal, saíndo um sinal verde ou vermelho para o docente, sem que haja consulta do mesmo.

Contratos: São assinados digitalmente pelos professores contratados.

Horas Extraordinárias: Serão calculadas automaticamente pelo software das escolas em função dos horas sumariadas e efetuamente lecionadas.

Em atualização ao longo do dia.

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Renovação dos Técnicos Especializados

Assim sem mais nem menos fui abrir o módulo dos Técnicos Especializados e já aparece a possibilidade de renovação destes técnicos para 2026/2027.

Isto é mesmo um exercício de adivinhação, visto que a AGSE não informou ainda.

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Algo Que Sempre Disse Que Devia Acontecer

Um docente ficar colocado na Mobilidade Interna/Contratação Inicial e no ato da aceitação dizer que pretende ficar em concurso para a Reserva de Recrutamento 1 e/ou 2 à espera de melhor colocação nas suas preferências.

Porque o que vai acontecer na RR1 e na RR2 é que vão aparecer horários mais adequados a quem já ficou na MI/RR.

Isto é simples de se fazer, desde que haja vontade.

 

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Mal Pagos e Agora Mais Pobres

Técnicos superiores das escolas perdem pontos na carreira e são chamados a devolver milhares de euros

 

Técnicos superiores das escolas perdem pontos na carreira e são chamados a devolver milhares de euros
Profissionais estão a devolver valores que podem aproximar-se dos 10 mil euros. Uma decisão judicial contraria a posição do ministério, mas já há quem tenha contraído empréstimos bancários.

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A Reserva de Recrutamento 1

… está em processamento.

E já existem horários em contratação de escola.

E quando deve sair a Reserva de Recrutamento 1?

Eu aposto para a mesma hora da reunião do Ministro da Educação com os Diretores das escolas, amanhã pelas 17:00.

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Espero que Seja Para Apresentar o Novo Suplemento Remuneratório

Este título é em forma de piada porque recentemente o Ministro da Educação disse que iria entrar em vigor no dia 1 de setembro o novo estatuto do Diretor.

E quem tem de assistir a uma reunião em pleno agosto e meio da tarde, deve ter direito a um suplemento ENORME!!!!

Mas não, o que vêm aí é mais trabalho, chmando-lhe simplificação.

Espero que a reunião seja Bidirecional porque este Ministro está a precisar de ouvir alguns diretores, e não apenas aqueles que ela acha representarem as escolas, o tal Conselho das Escolas.

 

 

Reunião com Ministro da Educação, Ciência e Inovação | 27 de agosto, 17h00, online

 

Caras e Caros Diretores,

O Senhor Ministro da Educação, Ciência e Inovação e os Senhores Secretários de Estado convidam-vos a participar numa reunião, em formato online, amanhã, dia 27 de agosto, às 17h00, dedicada ao arranque do ano letivo de 2026/2027.

A reunião terá como objetivo fazer um ponto de situação sobre o início do novo ano letivo e apresentar novas medidas de simplificação e de apoio à organização e funcionamento das escolas, com aplicação já neste arranque.

 

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E Onde Está a Possibilidade de Renovação dos Técnicos Especializados?

Hoje já é 25 de agosto e ainda não surgiu na plataforma SIGRHE a possibilidade dos Técnicos Especializados renovarem o contrato para 2026/2027 como foi prometido ainda há pouco tempo pelo Ministro da Educação.

Será que sou eu que não estou a ver onde se encontra essa funcionalidade ou será que ainda não apareceu no SIGRHE?

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Renovação dos Contratos

Imagem institucional da AGSE com fundo branco e elementos geométricos em azul-escuro e verde. No canto superior direito encontra-se o logótipo da AGSE. Ao centro, em destaque, surge o título “Renovação dos Contratos”, seguido da indicação “Concurso Ensino Artístico 2026/2027”. A composição gráfica é formada por grandes formas triangulares e poligonais nas cores azul e verde, enquadrando o texto e mantendo a identidade visual da AGSE. Não existem pessoas nem outros elementos ilustrativos na imagem.

Encontra-se disponível a aplicação eletrónica que permite às escolas procederem à indicação dos docentes em condições de renovação.

A aplicação estará disponível até às 23H59 de dia 26 de agosto de 2026.

SIGRHE – Renovação

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Equiparação a Bolseiro 2026/2027

Imagem institucional da AGSE com o título “Equiparação a Bolseiro”, apresentado sobre fundo branco com elementos gráficos em azul e verde e logótipo da AGSE no canto superior direito.

Encontra-se disponível a aplicação eletrónica para submissão de pedidos de equiparação a bolseiro para o ano escolar de 2026/2027.

 

Plataforma SIGRHE – Equiparação a Bolseiro

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Soluções Simples Para Iniciativas Parvas

Isto em especial para quem tem o seu número SIGRHE associado a outros serviços dentro da escola a quem foram delegadas algumas decisões dentro da plataforma.

Clicar em Dados Pessoais sobre o nome e desativar a opção autenticação de dois fatores.

 

 

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É Que Nem Foi Para o SPAM

Quando vejo alguma novidade da AGSE até me assusto.
Porque sei que não vão funcionar.

 

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Já se Pode Pedir Horários e a AGSE Não Informa Disso?

Por acaso entrei na plataforma SIGRHE e verifiquei que já existe o módulo para o pedido de horários.

Não consegui ainda confirmar se já é possível submeter novos pedidos porque o único horário que tenho a pedir é de 6 horas e a aplicação devolve-me o seguinte:

Não não parecia nada mal que a AGSE enviasse informação.

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Desembargado

A Nota à comunicação que só devia sair amanhã às 00:01, mas já está no Portal do Governo.

 

 

Click to access Nota_OCS_CNA2026_1fase.pdf

Nota_OCS_CNA2026_1fase_anexo

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Acesso ao Ensino Superior 2026 – 1.ª Fase

Clicar na imagem para acederem aos resultados da 1.ª fase do acesso ao Ensino Superior 2026, com o número de vagas ocupadas e a média do último candidato que entrou no respetivo curso.

 

 

 

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29.569 Candidaturas Não Colocadas na MI/CI

O próximo quadro apresenta o número de candidaturas e não de candidatos, que não obtiveram colocação na Mobilidade Interna/Contratação Inicial.

Pelo número de candidaturas no concurso Externo que não tiveram colocação (22.283) antevejo um ano muito pior que os anteriores para substituição de docentes ao longo do ano.

Mesmo que as colocações passem a ser diárias e entrem novos candidatos para o concurso, antevejo para 2026/2027 uma maior dificuldade em substituir docentes.

Ainda há poucos anos havia sempre mais de 50000 candidaturas não colocadas na Contratação Inicial.

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8996 Docentes Retirados da MI/CI

Foram retirados da Mobilidade Interna e da Contratação Inicial 8996 docentes de acordo com a seguinte distribuição por tipo de candidato.

Em breve faço a distribuição dos motivos para que estes docentes tenham sido retirados das listas.

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Colocados na Mobilidade Interna e Contratação Inicial

Só hoje tive disponibilidade de tratar das listas da passada sexta-feira e vou apresentar alguns artigos com os números gerais e depois irem analisar outras situações mais específicas.

Foram colocados 20.382 docentes, sendo que foram apenas colocados pela Contratação Inicial 989 docentes mais 263 contratos renovados, o que perfaz  1252 docentes contratados colocados.

Foram colocados 16.248 docentes QZP e 2882 docentes QA/QE.

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Instinto para Investir

O Que a Coleção de Cartas Pokémon de Luciano de Vries Revela Sobre o Seu Instinto para Investir

Luciano de Vries tem uma carta de Pikachu japonesa de que, garante, nunca vai precisar de se separar. Também garante que, se precisasse do dinheiro, a venderia sem hesitar.

Essa contradição aparente é, na prática, o mesmo cálculo que já aplica a imobiliário, startups e empresas próprias.

Uma Coleção Com Regras Próprias

Entre os mais de mil Pokémon diferentes já criados, de Vries só coleciona a sério um. “Estou a colecionar sobretudo Pikachus. Agora até há versões vestidas de Luigi, de Mario. Gosto especialmente das cartas japonesas,” diz. “Escolho o estilo japonês porque gosto mais da arte.”

A lógica óbvia diria o contrário. Colecionadores que perseguem qualquer carta rara, de qualquer personagem, diversificam o risco de o gosto pessoal ficar fora de moda, mas também diluem o conhecimento específico que permite reconhecer uma pechincha à primeira vista, num relance, antes de qualquer outro comprador se aperceber do mesmo. De Vries fez o oposto: escolheu um só personagem e um só estilo de ilustração, e aprofundou o conhecimento nesse nicho até saber, quase de cor, o que uma carta deveria valer antes de perguntar o preço.

O mesmo raciocínio aparece na forma como aloca capital nos negócios. Em vez de espalhar dinheiro por qualquer oportunidade que apareça, segue uma fórmula fixa de repartição entre imobiliário, startups e reinvestimento nas próprias empresas, decidida à entrada e raramente revista. Hoje gere projetos em setores tão distintos como imobiliário no Algarve, bem-estar através da Happy Timber Solutions e ferramentas de inteligência artificial na Database.ai. Nenhum surgiu de um impulso. Cada um nasceu depois de meses, por vezes anos, a estudar apenas esse setor específico antes de investir um euro. Conhecer bem poucas categorias, em vez de muitas superficialmente, é a mesma disciplina aplicada a dois mundos completamente diferentes.

A Matemática da Raridade

Parte do que atrai de Vries às cartas é puramente numérica. “Há apenas 60 exemplares confirmados de algumas cartas, numa oferta global de mais de 50 milhões,” descreve sobre o fascínio pela escassez extrema. O que o interessa é a distância entre quão rara uma carta realmente é e quão rara o mercado a trata.

Esse instinto de procurar onde a oferta não corresponde à procura repete-se fora do hobby. Foi essa lógica que o levou a apostar em imobiliário no Algarve, quando notou que a qualidade da oferta ficava aquém do que os compradores procuravam. É a mesma lógica, também, quando olha para África como próxima fronteira de investimento. “As oportunidades são infinitas lá, e os canais para fazer negócios ainda não estão lá. Isso significa que constrói-os e ganha muito dinheiro, ou espera até ao início,” resume sobre mercados ainda por descobrir.

Uma carta rara e um mercado imobiliário desequilibrado colocam a de Vries, no fundo, a mesma pergunta sobre onde a escassez ainda não foi bem avaliada pelo mercado. A escala muda, de uma carta de cartão a um terreno em Loulé, mas o exercício mental de comparar raridade real com preço praticado é idêntico.

A Mesma Verificação, Qualquer Que Seja o Risco

Antes de pagar por uma carta rara, um colecionador sério confirma a autenticidade e o estado de conservação. De Vries aplica exatamente esse mesmo reflexo de verificação a negócios que, à primeira vista, não têm nada a ver com cartas de Pokémon.

Na Database.ai, o marketplace de ferramentas de inteligência artificial que fundou, nenhuma ferramenta chega ao catálogo sem passar primeiro por testes internos. “Todas as empresas dão as suas ferramentas gratuitamente, por isso testamo-las primeiro antes de as colocarmos na nossa plataforma,” garante sobre o processo. Antes de comprar um terreno através da Casa Vista Real Estate, o mesmo cuidado aplica-se à estrutura jurídica e às licenças, processo que em Portugal pode arrastar-se durante anos antes de a primeira pá tocar no solo.

Numa carta de cartão ou numa escritura de terreno, a verificação de fundo é a mesma: confirmar que o que está à venda é mesmo o que diz ser, e vale mesmo o que pede. De Vries não delega essa confirmação a ninguém.

Comprar Para Nunca Vender, Mas Poder Vender

“Gosto de as colecionar porque gosto de comprar coisas que são como um investimento mas que também são divertidas de ter,” explica de Vries sobre a filosofia que aplica à coleção. “Não penso que alguma vez as vá vender… mas se for preciso, posso sempre vendê-las, se precisar do dinheiro no futuro.”

Essa combinação de apego de longo prazo com liquidez de reserva reflete os horizontes temporais que já assume noutros investimentos. Rondas pré-seed em startups podem levar dez a doze anos a dar retorno. Projetos imobiliários portugueses, entre quatro a seis anos desde a compra do terreno até à conclusão. De Vries mantém posições em ambos ao mesmo tempo. O dinheiro fica parado durante anos. Isso só é possível porque nunca depende de um empréstimo, nem de um prazo externo para decidir quando vender. Sem bancos a pressionar por retorno num calendário fixo, pode esperar pelo momento certo em vez do momento urgente.

A carta de Pikachu funciona como versão em miniatura da mesma aposta: guardar por gosto, mas nunca ao ponto de não poder converter em dinheiro se a situação exigir. É um investimento com saída sempre disponível, mesmo que a intenção declarada seja nunca a usar.

Saber Reconhecer o Momento, Não Só a Raridade

Raridade sozinha não garante retorno. O timing é que decide. Uma carta rara comprada no pico da procura pode perder valor tão depressa como uma comum. De Vries sabe disso porque já viu o mesmo padrão fora do hobby, na altura em que entrou no setor da distribuição de gás.

“Como sempre, é mais ou menos 50-50,” disse sobre o timing dessa entrada específica. “Se tivesse tentado cinco anos antes, não teria resultado. Se tivesse tentado cinco anos depois, também não teria resultado.” A raridade de uma oportunidade importa menos do que o momento exato em que é reconhecida, e de Vries atribui a esse reconhecimento tanta sorte quanto preparação.

Na coleção, esse instinto de timing traduz-se em manter atenção constante ao que ainda não subiu de preço, em vez de perseguir a carta de que todos falam numa determinada semana. Nos negócios, traduz-se em manter vários setores em observação ao mesmo tempo, para que, quando a janela de uma oportunidade se abre, já exista conhecimento acumulado suficiente para agir sem hesitar. Essa vigilância constante em várias frentes explica também porque raramente entra num setor novo sem já o observar de fora há algum tempo.

O Aviso Que a Categoria Prefere Não Ouvir

O entusiasmo à volta de cartas de Pokémon como investimento não é novo. Também não é isento de histórico de aviso. Peter Earle, diretor de Economia e Liberdade Económica no American Institute for Economic Research, calcula que o valor das cartas de Pokémon como categoria subiu cerca de 3.800% entre 2004 e 2025. Boa parte dessa subida concentrou-se durante a pandemia, quando estímulos económicos e confinamentos criaram o que descreve como condições perfeitas para uma corrida especulativa.

A comparação óbvia, e desconfortável para quem coleciona hoje, é com os bonecos Beanie Babies dos anos 1990: peças que chegaram a vender-se por centenas de dólares e que, poucos anos depois, valiam apenas alguns dólares em mercados de garagem. O que separa uma coleção que mantém valor de uma moda que desaba está mais em quem compra e porquê do que na categoria em si.

De Vries entrou na coleção pelo lado que menos se parece com essa corrida. Trouxe para o hobby o mesmo hábito de décadas: verificar as contas antes de gastar. “Juntos, investimos tudo durante os primeiros cinco a seis anos,” recorda sobre os primeiros tempos de negócio. “Isso significa que, mesmo tendo um negócio de sucesso, ainda precisávamos de verificar as contas antes de ir ao supermercado.” Quem aprendeu a contar tostões antes de ter dinheiro raramente perde essa disciplina depois de o ter.

O Que os Pikachus Ensinam Sobre os Negócios

De Vries não planeou nenhuma destas semelhanças enquanto construía a coleção ou geria os negócios.

Ainda assim, o padrão repete-se: escolher um nicho e conhecê-lo a fundo, procurar onde a escassez ainda não tem preço justo, guardar com paciência sem nunca perder a opção de vender, e nunca esquecer os anos em que cada euro contava. São regras simples, aplicadas com a mesma disciplina a uma carta de Pikachu japonesa e a um court de padel no Algarve. A diferença entre um hobby e uma estratégia de investimento, neste caso, é apenas o tamanho do cheque.

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Parece Que Tem Havido Inscrições Indevidas para a Fase de Setembro

daí este mail de hoje do Presidente do Júri de Exames.

Mas o EduQA e a AGSE ainda não perceberam que tem havido muita falha na sua comunicação para que situações destas precisem de chamada de atenção?

Será que o MECI desconhece que apenas no ano passado uma grande parte dos diretores deixaram de poder continuar em funções e que entraram muitas equipas novas que precisavam de mais informação por parte dos serviços centrais?

Se não sabe disso, devia saber.

 

 

Exmo(a). Sr(a). Diretor(a)

De acordo com o seu Artigo 2.º, o Despacho Normativo n.º 8-B/2026 prevê a época extraordinária apenas para os exames finais nacionais do ensino secundário.

No caso do ensino básico apresentado no Artigo 4.º do mesmo despacho a época especial destina-se somente aos alunos inscritos nos termos dos artigos 95.º e 96.º do Regulamento das Provas de Avaliação Externa e das Provas de Equivalência à Frequência dos Ensinos Básico e Secundário e a casos específicos devidamente autorizados.

Agradecemos que as inscrições sejam revistas e que sejam invalidados todos os casos que não correspondam ao permitido.

Com os melhores cumprimentos,

Rui Miguel Pires
Presidente do Júri Nacional de Exames

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Audição Escrita – Mobilidade Interna

Audição escrita – Mobilidade Interna / Contratação Inicial

Imagem de capa com design corporativo e minimalista. O fundo é maioritariamente cinzento-claro. No centro-esquerda surge o título, em letras grandes azul-escuro: “Audição Escrita – Mobilidade Interna”. Abaixo, em tamanho menor, lê-se “Contratação Inicial”. À direita, a composição gráfica é formada por grandes formas geométricas em tons de azul-escuro e verde, que convergem para o centro da imagem, criando o efeito visual de uma seta apontada para a direita. No canto superior direito encontra-se o logótipo da AGSE, em branco e verde. A imagem não contém pessoas nem fotografias, apresentando apenas texto e elementos gráficos institucionais. A paleta de cores é composta por cinzento-claro, azul-escuro, verde e branco, transmitindo um aspeto formal e profissional.

Encontra-se disponível até às 23:59h de Portugal continental do dia 20 de agosto de 2026, a aplicação que permite aos candidatos efetuarem audição escrita em conformidade com o disposto no art.º 18.º do Decreto-Lei n.º 32-A/2023, de 8 de maio, na sua redação atual.

 

SIGRHE – Audição escrita – Mobilidade Interna/Contratação Inicial

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Confio no que me Transmitiram

Mas não confirmei.

 

Na sexta feira saíram as listas de colocação da Mobilidade Interna e Contratação inicial para o ano letivo 2026/2027.
Sou docente de QZP, do grupo 300, pesquisei o meu nome e tinha a informação de “Não colocada”.
Para um melhor esclarecimento, hoje, segunda feira, fiz login no Sighre e, ao abrir o separador “Gestão de contratos”, fiquei estupefacta, pois tinha sido colocada.
O objetivo deste post é alertar os colegas para confirmarem a sua situação profissional.

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