Outubro 2020 archive

Teste de Velocidade à Banda Larga Móvel nas Escolas

Ao longo da próxima semana as escolas devem fazer um conjunto de testes rápidos à conetividade de Banda Larga Móvel.

O objetivo é conhecer o estado e eventuais limitações de acesso / conetividade que permitam determinar ou ajustar iniciativas futuras do Ministério ou dos operadores de telecomunicações.

Em muitas situações será quase impossível fazer o teste com os 3 operadores de banda larga móvel, em especial nas escolas de reduzida dimensão. Isto porque os testes só poderão ser mesmo feitos com o recurso aos telemóveis dos docentes ou assistentes operacionais, pois nenhuma escola dispõe de telemóveis das 3 operadoras.

Espero que este interesse em medir a conetividade venha a servir para alguma coisa e que em breve todos os alunos e professores possam ter acesso de forma gratuita à banda larga móvel nos espaços escolares.

Fica aqui o flyer da ANACOM.

 

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Quais as Escolas onde faltam mais professores?

Os Agrupamentos que mais horários solicitaram estão claramente concentrados nos QZP’s 7 (Lisboa e Vale do Tejo) e 10 (Algarve). Falamos apenas de horários acima de 8 horas, que não foram ocupados nas Reservas de Recrutamento.

O AE das Laranjeiras, em Lisboa, é aquele que mais horários solicitou (20 durante os 10 dias de outubro) e há um óbvio destaque da zona de Lisboa neste campo, mas também o Algarve aparece representado nas primeiras 12 posições (Silves e Portimão).

Parece evidente nesta lista a clara “hegemonia” das escolas dos QZP’s 7 e 10, mas a situação é ainda mais surreal ao percebermos que só a partir da posição 120º começam a aparecer as escolas do norte. (Clicar na tabela acima para ver o quadro completo)

Isto torna evidente que a falta de professores não se manifesta em todo o país da mesma forma. É verdade que há ainda milhares de professores no desemprego e que a norte a sua falta raramente se faz sentir, no entanto parece agora óbvio para todos que a sua escassez é uma realidade nalgumas regiões.

Mas desenganem-se aqueles que acham que esta escassez pode marcar uma mudança radical das políticas educativas:  se  não houver cedências, aproximação de posições e compromissos a médio prazo, assistiremos brevemente ao recrutamento “avulso” de professores sem qualificação; à ainda maior sobrecarga letiva dos restantes professores existentes nos Agrupamentos ou outros “mecanismos” que apenas afundarão ainda mais a classe docente e a Educação em geral.

Basta recuar poucos anos para se perceber como surgiu a componente de estabelecimento; os 1100 minutos; o fim de pares pedagógicos, estudo acompanhado e área de projeto… as possibilidades são inúmeras e a imaginação não tem limites quando toca a poupar no recrutamento de professores ou a  sobrecarregar os poucos existentes.

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Em 10 dias… 1660 professores em falta nas escolas

Nos primeiros 10 dias do mês de outubro foram disponibilizados mais de 1660 horários para Contratação de Escola. Desses horários, 1421 são superiores a 8h (horários que não foram aceites ou para os quais não houve candidatos).

Estes números começam a ficar mais preocupantes quando percebemos que 261 são horários completos que há uns anos atrás teriam milhares de candidatos. Os grupos de Informática, Geografia e Inglês são os que apresentam maiores problemas e principalmente em Lisboa, Setúbal e Faro como se pode ver no quadro seguinte:

Num próximo post analisaremos os Agrupamentos onde faltam estes 1421 professores.

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S.TO.P. desafia DGS a visitar Escolas do país real

 

“Exma. Sra. Diretora-Geral da DGS,

perante as suas recentes declarações de que os “Alunos devem ser separados ao máximo nas Escolas” vimos por este meio informar que:
1. foram as orientações da própria DGS para as Escolas no presente ano letivo da “distância de 1 metro se possível”. Isto, infelizmente, tem permitido que muitas turmas continuem com 28 ou mais alunos e por consequência alunos sem qualquer distância, lado a lado, dentro de salas de aula (espaços fechados);
2. a DGS e o Ministério da Educação (ME) continuam a não responder à interpelação do S.TO.P. em inícios deste agosto sobre qual o fundamento científico para que as escolas tenham orientações completamente diferentes dos outros sectores profissionais na atual pandemia. Relembramos que para as escolas a distância a cumprir é de 1 metro “se possível” (o que tem permitido tudo) em contraste com o mínimo de 2 metros nos restantes sectores;
3. neste momento e com conhecimento da DGS e do ME, impera uma espécie de “lei da rolha” sobre muitas das Escolas onde surgiram casos comprovados da COVID-19. Temos conhecimentos de vários casos comprovados que não chegam à comunicação social. Relembramos que isso representa um perigo para a saúde pública na medida que a maioria dos alunos infetada não irá manifestar qualquer sintoma mas será um agente de propagação (representando um grande perigo para os grupos de risco da sua família e também dos Profissionais da Educação envelhecidos).
Nesse sentido consideramos incompreensíveis as referidas afirmações porque precisamente pelas próprias orientações da DGS é que nas Escolas os alunos não têm conseguido “estar separados ao máximo”.
O S.TO.P. desafia-a a visitar as Escolas do país real onde infelizmente continua a ser normal encontrarmos turmas com 28 ou mais alunos.”

 

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ME sacode a água do capote quanto à falta de professores

A solução para os professores de risco está ao virar da esquina. Eles querem dar aulas, mas ninguém se atreve a dar um passo em frente para resolver o problema de muitos alunos e constituir a tal bolsa de professores para E@D. Os diretores já pediram uma solução, mas ela tarda em ser divulgada.

Mais uma coisa. Os professores sempre recusaram horários, não é por causa da pandemia que tal acontece. Pode ter aumentado, mas a percentagem não será assim tão anormal como querem crer que pareça.

Ministério da Educação admite que substituição de professores está a ser difícil

 

 

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Cinema Sem Conflitos: “The Problem With Link Think”

Título:  “The Problem With Link Think” | Autores: “Opertura (Aya yamasaki, Jason Brown)

Os gêmeos Reona e Oscar passam o tempo em sua lanchonete favorita esperando por mais takoyaki e são atraídos para uma dimensão alternativa. Eles voltarão a tempo para o takoyaki ???

Mais videos didáticos sobre Amor e Sexualidade, Bullying, Dilemas Sociais, Drogas, Emoções, Família, Racismo, Relações Interpessoais, Religião e Cultura, Violência em  https://cinemasemconflitos.pt/

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Comunicado: Problemas persistem e Ministro da Educação continua ruidosamente ausente

 

Na reunião de Comissão Permanente da Direção realizada neste dia 8 de outubro, os dirigentes do SPZC fizeram uma análise profunda e ponderada da situação da educação neste início de mais um ano letivo.

Os participantes foram unânimes em considerar que o Ministério da Educação (ME) teima em fechar-se no silêncio da inoperância e da irresponsabilidade. Exemplo desse distanciamento em relação aos problemas é a ausência gritante do titular da pasta da Educação.

A tutela continua a não dar resposta a questões prementes sobre as reivindicações que têm vindo a ser apresentadas, muitas delas suscitadas no quadro do anterior Governo, que já tinha como responsável na Educação Brandão Rodrigues. Os assuntos que necessitam de uma resposta urgente e justa repartem-se pela aposentação dos educadores e professores, a contagem do tempo de serviço, a resposta às situações dúbias de avaliação do desempenho docente e progressão na carreira, a clarificação das componentes letiva e não letiva e no combate à precaridade.

Constata-se nas escolas um clamoroso desconforto dos professores que pertencem a grupos de risco, pois continuam sem a devida clarificação do enquadramento legal para justificar as suas eventuais ausências. Também a nível do Ensino Superior, politécnico e universitário, grassa a falta de resposta para com os docentes nas mesmas circunstâncias de saúde pessoal. Ainda no campo das condições de segurança sanitária, não é entendível a discriminação que é tida para com as escolas do Ensino Artístico, Particular e Profissional no acesso ao equipamento de proteção individual e recursos similares. Recorde-se que muitas destas escolas dão uma resposta pública na área geográfica em que se encontram, ou seja, suprimem necessidades que não são satisfeitas pelas escolas do ensino público.

A principal tónica das intervenções das mais de duas dezenas de dirigentes que intervieram respeitou à preocupação séria pelo rejuvenescimento e pela falta de atratividade pela carreira docente, que está a originar nos dias que correm uma clara falta de educadores e professores no sistema. Os indicadores apontam para que esta situação se agrave no horizonte próximo. A falta de docentes a curto e médio prazo vai assumir contornos de enorme gravidade, lesando seriamente a qualidade da educação.

Coimbra, 8 de outubro de 2020

 

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Mas afinal há falta de professores?

Segundo a lista de não colocados, após a RR5 existem 16707 candidaturas sem colocação, o que corresponde a 11349 professores, porque alguns concorrem a mais do que um grupo de recrutamento.

Ora, haverá a tentação de pensar que este número é elevado e que afinal a falta de professores que tem sido noticiada é um exagero sem sentido… NADA MAIS ERRADO e a própria subdiretora-geral da educação já o admitiu.

É certo que a falta não se faz sentir por todo o país da mesma forma: se a NORTE (por enquanto) os professores são suficientes e as substituições são relativamente rápidas, em Lisboa e Algarve a situação agudiza-se de forma preocupante de ano para ano.

Se retirarmos das listas aqueles professores que não concorreram para horários completos em Lisboa e Algarve… o número de professores possíveis para essas regiões diminui drasticamente.

Vejamos o QZP 7 (Lisboa e Vale do Tejo): das candidaturas não colocadas (16707) há, no máximo, 10333 disponíveis para essa região, porque os restantes garantidamente não concorreram para lá. Acontece que cerca de 8500 estão concentrados em 4 grupos (100, 110, 260 e 620). Restam 1500 candidatos para os restantes 25 grupos de recrutamento, uma vez que há 6 grupos que já não têm candidatos disponíveis.

Estamos apenas em outubro e falamos apenas de horários completos… se considerarmos os incompletos o problema torna-se ainda mais óbvio.

Fica a tabela com os dados… a mancha vermelha representa os grupos onde a escassez de professores mais se faz sentir.

Há pequenas mudanças que poderão amenizar este problema, mas a situação exige medidas estruturais que vão muito além de uma legislatura… em 4 anos não se formarão os professores necessários e em 4 anos não se tornará atrativa uma profissão que nos últimos 20 anos se tem vindo a degradar de forma óbvia.

É necessário que haja um rumo… sindicatos, governo, oposição e os próprios professores têm de perceber que é preciso fazer cedências; encontrar pontos de convergência e estabelecer uma politica educativa a médio prazo… se isso não acontecer, a Educação está condenada e o futuro do país hipotecado.

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Já vamos em 28 surtos activos em escolas

 

Há 28 surtos activos de covid-19 em escolas com 175 casos positivos

Federação Nacional dos Professores revelou uma lista de 140 escolas que já tiveram ou têm casos de covid. Ministra da Saúde diz que estão a falar de números e datas diferentes.

“Existem 28 surtos nas escolas portuguesas, 175 casos confirmados”, disse esta sexta-feira a directora-geral da Saúde, na conferência de imprensa de balanço da pandemia em Portugal. “Não quer dizer que não existam casos isolados que dêem origem a contactos que vão para isolamento”, afirmou Graça Freitas, salientando que quer se trate de surtos ou casos isolados as medidas aplicadas são as mesmas.

 

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LISTA COLORIDA – RR5

Lista Colorida com retirados e colocados da RR5.

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942 Contratados Colocados na RR5

Foram colocados 942 contratados na Reserva de Recrutamento 5, distribuídos da seguinte forma:

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Governo diz que será dificil aumentar a função pública

Quem pagará a crise serão os mesmos. Os enfermeiros do particular já chegaram a acordo com os patrões para um aumento médio de 1,5%… Os funcionários públicos verão, novamente, o seu poder de compra baixar. Isto é que é motivação…

O Governo voltou a não apresentar proposta de aumentos salariais para a função pública, na segunda e última reunião com os sindicatos, esta sexta-feira, passando a mensagem de que esse caminho “será difícil”, adiantou a Federação dos Sindicatos da Administração Pública (Fesap).

“O que o Governo nos disse é que há uma situação económica muito difícil”, disse secretário-geral da Fesap, José Abraão aos jornalistas, no final da reunião com o secretário de Estado da Administração Pública, José Couto, no Ministério da Modernização do Estado e da Administração Pública.

 

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A lista de escolas com casos COVID 19 da Fenprof

Neste momento, a FENPROF já identificou e confirmou a existência de casos de Covid-19 nos seguintes 122 estabelecimentos (106 públicos e 16 privados), distribuídos por 66 concelhos:

Bragança:

  1. AE Emídio Garcia

Vila Real:

  1. AE Diogo Cão (EB do Prado, Ferreiros)

Valença:

  1. AE Muralhas do Minho

Monção:

  1. AE de Monção

Ponte de Lima:

  1. AE António Feijó

Viana do Castelo:

  1. AE Monte da Ola; AE de Paredes de Coura;
  2. AE Santa Maria Maior;
  3. AE de Monserrate

Braga:

  1. AE D. Maria II;
  2. EB1 de São Mamede;
  3. Colégio Luso Internacional de Braga;
  4. EB de Lamaçães;
  5. EB de Tenões

Famalicão:

  1. EB de Gavião

Guimarães:

  1. Escola Secundária Francisco de Holanda;
  2. EB 2.3 Egas Moniz;
  3. EB 2.3 Caldas das Taipas

Barcelos:

  1. EB 2.3 Abel Varzim;
  2. Centro Infantil de Barcelos

Felgueiras:

  1. Centro Escolar da Lixa;
  2. Escola Secundária da Lixa

Lousada:

  1. Centro Escolar de Lustosa;
  2. EB 2.3/S de Lustosa;
  3. Escola Secundária de Lousada

Lourosa:

  1. JI de Fonte Seca;
  2. EB1 de Fonte Seca

Marco de Canavezes:

  1. Jardim de Infância de Alpendurada

Santo Tirso:

  1. AE D. Dinis

Póvoa de Varzim:

  1. Centro Social Bonitos de Amorim;
  2. Colégio de Amorim

Vila do Conde:

  1. AE Frei João;
  2. AE D​. Afonso Sanches

Porto:

  1. Colégio Eurythmia;
  2. Liceu Francês;
  3. Colégio de Nossa Senhora do Rosário;
  4. Escola Secundária Clara de Resende;
  5. Escola Secundária Carolina Michaellis;
  6. Escola Secundária Garcia da Orta;
  7. Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves (Valadares)

Vila Nova de Gaia:

  1. EB 2.3 Teixeira Lopes;
  2. AE de Canelas;
  3. AE da Madalena (EB Marmoiral);
  4. EB Dr. Costa Matos

Vizela:

  1. EB de Caldas de Vizela

Matosinhos:

  1. Escola Secundária da Senhora da Hora;
  2. Escola Secundária da Boa Nova

Valongo:

  1. AE Vallis Longus;
  2. Escola do Calvário

Gondomar:

  1. Colégio Paulo VI

Espinho:

  1. JI da EB1 n.º 3

Aveiro:

  1. EB 2.3 Rio Novo do Príncipe (Cacia)

Penedono:

  1. EB 2.3 de Penedono

Cinfães:

  1. EB 2.3 de Cinfães 

Viseu:

  1. Escola Secundária de Viriato

Vila Nova de Paiva:

  1. AE de Vila Nova de Paiva;
  2. JI de Vila Cova à Coelheira

Guarda:

  1. Escola Secundária Afonso de Albuquerque

Seia:

  1. AE de Seia

Trancoso:

  1. AE de Trancoso

Aguiar da Beira:

  1. AE de Aguiar da Beira

Belmonte:

  1. EB Pedro Álvares Cabral

Covilhã:

  1. Escola Secundária Frei Heitor Pinto;
  2. Escola Secundária Campos Melo

Castelo Branco:

  1. Escola Secundária Nun’Álvares

Fundão:

  1. Escola Secundária do Fundão

Coimbra:

  1. EB1 Solum Sul;
  2. Escola Secundária da Quinta das Flores;
  3. Escola Secundária Jaime Cortesão;
  4. Centro de Bem-Estar Infantil do Movimento de Casais de Santa Maria;
  5. AE Rainha Santa Isabel (EB1 de Sargento-Mor);
  6. Escola Secundária Avelar Brotero

Cantanhede:

  1. EB 2.3 de Cantanhede 

Lousã:

  1. EB2 da Lousã

Leiria:

  1. Escola Secundária Afonso Lopes Vieira;
  2. EB2.3 D. Dinis;
  3. Escola Profissional de Leira

Santarém:

  1. AE Ginestal Machado;
  2. AE Alexandre Herculano;
  3. JI de Gançaria

Entroncamento:

  1. JI da Zona Verde;
  2. Escola Secundária do Entroncamento

Tomar:

  1. Escola Secundária Jácome Ratton

Torres Novas:

  1. EB1 de Santa Maria

Ourém:

  1. Escola Secundária de Ourém

Lisboa:

  1. Colégio do Planalto;
  2. EB1/JI das Laranjeiras;
  3. Escola Alemã;
  4. Colégio Mira Rio;
  5. AE das Olaias (JI do Armador);
  6. Escola Artística António Arroio

Loures:

  1. EB Luís Sttau Monteiro;
  2. Colégio Bartolomeu Dias (Santa Iria de Azoia)

Mafra:

  1. JI de Venda do Pinheiro;
  2. EB2.3 de Venda do Pinheiro;
  3. AE Bento Franco (Ericeira);
  4. AE Armando Lucena (Malveira);
  5. EB Dr. Sanches de Brito

Cascais:

  1. St. Julian’s School  (Carcavelos);
  2. Colégio Marista (Carcavelos)

Sintra:

  1. Escola Secundária de Leal da Câmara (Rio de Mouro);
  2. AE Miguel Torga

Almada:

  1. Escola Secundária Anselmo Andrade

Palmela:

  1. Escola Secundária de Palmela

Sesimbra:

  1. EB 2.3 Navegador Rodrigues Soromenho

Setúbal:

  1. EB 1.2 Brejoeira;
  2. EB 22.3 José Maria dos Santos

Portalegre:

  1. Escola Secundária Mouzinho da Silveira

Castelo de Vide:

  1. JI do AE de Castelo de Vide

Cuba:

  1. AE de Cuba

Faro:

  1. Escola Secundária Pinheiro e Rosa;
  2. EB 2.3 Afonso III;
  3. AE João de Deus

Portimão:

  1. AE Eng. Nuno Mergulhão;
  2. AE Poeta António Aleixo;
  3. EB Coca Maravilhas

Lagos:

  1. JI da Ameixeira (AE Gil Eanes)

Loulé:

  1. Creche da Fundação António Aleixo (Quarteira)

Olhão:

  1. JI de Moncarapacho

Tavira:

  1. Escola Secundária Jorge Augusto Correia

Castro Marim:

  1. AE de Castro Marim

Vila Real de Santo António:

  1. AE D. José I;
  2. AE de Vila Real de Santo António

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Reserva de recrutamento n.º 5

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 5.ª Reserva de Recrutamento 2020/2021.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 12 de outubro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 13 de outubro de 2020 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

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Pré-Reforma de Professores arranca em 2021

 

 

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Cinema Sem Conflitos: “The Ogre & The Mermaid”

 

Título:  “The Ogre & The Mermaid” | Autores: “Christopher Magee

Um ogro é empurrado para uma praia deserta e encontra uma sereia enigmática. Preso entre o medo e a atração, ele deve tomar uma decisão sobre se deve segui-la nas profundezas.

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Escola em Lisboa com dois casos positivos não recebeu indicações da autoridade de saúde

Esqueceram-se que os Delegados de Saúde são os mesmos para um volume de trabalho muito superior…. o costume. Se der em surto a D. Graça lá o divulga…

Escola em Lisboa com dois casos positivos não recebeu indicações da autoridade de saúde sobre medidas a tomar

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O reconhecimento da falta de professores por parte da…

…subdiretora-geral da Educação!!!

“Parece que vamos deixar de ter professores”, diz subdiretora-geral da Educação

“Não tem havido investimento, nem qualquer trabalho nesta área para inverter a falta de professores” que “já faltam no sistema”, revelou Maria João Horta, numa conferência promovida pelo Conselho Nacional de Educação.

A subdiretora-geral da Educação, Maria João Horta, garante que já há falta de professores no sistema e denuncia a falta de investimento na área para inverter a situação.

“Parece que vamos deixar de ter professores em Portugal”, disse Maria João Horta, com tristeza, numa conferência promovida pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) sobre “O digital numa pedagogia ativa e autonomizadora”.

A denúncia surge numa altura em que, em muitas escolas, três semanas depois do arranque do ano letivo ainda faltam, por um lado, professores que não chegaram a ser colocados e, por outro, docentes que já apresentaram atestados médicos.

 

 

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O 25.° surto…

 

Surto em Centro Infantil de Barcelos manda 145 crianças para casa

 

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Como, D Graça? Deito as paredes abaixo?

 

Alunos devem ser separados ao máximo nas escolas, aponta DGS

 

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Pandemia aproximou pais e professores

Pais consideram que a pandemia os aproximou mais dos professores e vice-versa

Inquérito com respostas de cerca de 23 mil pais dá conta que, com confinamento, estes passaram a valorizar mais o papel dos professores.

A pandemia de covid-19, e em especial ao confinamento a que nos obrigou, aproximaram pais e professores, esbatendo “claramente as clivagens que por vezes se sentem entre eles”. O que “terá tornado a escola mais humana, mais dependente do esforço conjunto de pais e professores e mais cooperante”. Esta é uma das principais conclusões do estudo O papel da escola na pandemia, do ponto de vista dos pais, promovido pelo projecto Escola Amiga da Criança em parceria com a Católica Porto Business School e a Faculdade de Psicologia da Universidade Católica do Porto.

A recolha de dados decorreu entre Junho e Julho, tendo sido obtidas 23.136 respostas. Os resultados do estudo serão apresentados às 18h30 desta quinta-feira no canal de Youtube da LeYaEducação. Mas pelas conclusões a que o PÚBLICO já teve acesso fica-se a saber, por exemplo, que os pais consideram que os professores têm um “papel determinante na aprendizagem dos seus filhos (4,54 numa escala de 5) e que valorizam o esforço que estes fizeram “na adaptação aos desafios que a quarentena trouxe à educação” (4,05). Indicam também que durante o confinamento “a comunicação com os professores foi regular e contínua” (4,07 numa escala de 5).

Devido à pandemia, os alunos do 1.º ciclo ao 10.º ano foram para casa em Março e já não voltaram à escola até ao final do ano lectivo. Os do 11.º e 12.º ano regressaram em meados de Maio para prepararem os exames nacionais. Durante a quarentena, 26% dos pais referem que passaram mais de duas horas por dia a apoiar os filhos nos trabalhos escolares e 40% reduziram este encargo a uma ou duas horas diárias.

E quais foram as principais dificuldades sentidas neste tempo pelos pais? Ter tempo para conciliar com todas as outras tarefas que já tinham (27%); cansaço e disponibilidade mental (19%); conciliar com o teletrabalho (15%) e com as necessidades dos vários filhos (15%).

Quanto ao tipo de apoios prestados aos filhos, destaca-se a monitorização da atenção e realização das tarefas escolas por parte dos filhos (35%) e o apoio na realização destas (27%).

Neste questionário também foi perguntado aos pais quais as principais dificuldades que os seus filhos tiveram nesta experiência de ter aulas em casa. E a principal é também uma das que mais se faz sentir, tanto em testes, como em exames: dificuldade na interpretação e compreensão (33,5% em todos os anos de escolaridade). Seguem-se-lhe a “resolução de actividades” (22,3%) e a pesquisa para a realização das mesmas (21,7%).

Por outro lado, fica confirmada a importância da presença de um adulto para que os alunos levem as suas tarefas a bom porto: só 24% dos pais dão conta de que os filhos “realizaram sozinhos as tarefas escolares”. Para 50% dos alunos, as actividades no âmbito do ensino à distância ocuparam duas a quatro horas por dia, bem menos do que nas aulas presenciais que chegam a prolongar-se por oito horas.

Talvez esta discrepância se deva, em parte, a disciplinas que ficaram ausentes do cenário. Foi o que se passou para 19% com expressão física ou motora ou com 8% no caso das ciências exactas. Em média, 15% dos pais indicam que os filhos não tiveram todas as disciplinas durante o tempo de ensino à distância.

In Público

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Cinema Sem Conflitos: “Explicar o Vício”

Título:  “Addiction” | Autores: “Canal de Youtube: Kurzgesagt – In a Nutshel

Este vídeo foi adaptado do livro best-seller de Johann Hari no New York Times ‘Chasing The Scream: Os primeiros e últimos dias da guerra contra as drogas.

Com Legendas em Português em CC.

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Vem aí a austeridade disfarçada de prosperidade

 

Fesap diz que Orçamento é de “austeridade” e degradação dos salários 

A Federação dos Sindicatos da Administração Pública (Fesap) considerou esta terça-feira, após reunião negocial com o Governo, que a proposta de Orçamento do Estado “é de austeridade” e contribuirá para a degradação dos salários na administração pública.

“Esta proposta de orçamento, que se diz que visa manter os rendimentos dos trabalhadores, é uma proposta de austeridade, que a dada altura só nos conduz a que os nossos salários continuem a ser degradados”, disse aos jornalistas o secretário-geral da estrutura sindical afeta à UGT, José Abraão.

“Vimos com uma mão vazia, outra cheia de nada”, apontou o dirigente sindical, acrescentando que, com esta proposta do Executivo, a generalidade dos trabalhadores fica “no sítio onde estava”.

“Não podemos ser hoje os heróis perante um problema sanitário e, amanhã, sermos os vilões porque acabaríamos por consumir recursos que o Estado não tem”, sublinhou José Abraão, reiterando esperar que os trabalhadores da administração pública não sejam novamente chamados a dar um contributo com a austeridade que está pressuposta no documento.

“Falaram-nos num investimento de 800 milhões de euros nos serviços públicos […] se é para investir nos edifícios e em tecnologia e não se investe nos trabalhadores, acho que é um caminho errado”, acrescentou.

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Será este o 24.º surto, Dr. Graça?

 

Seis funcionárias infetadas com covid em creche da Misericórdia da Maia

 

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A discriminação dos alunos portugueses no sistema de ensino do Luxemburgo

Ser português ainda traz consigo uma carga negativa em alguns países europeus. A discriminação, não assumida, ainda existe, mesmo que tal seja condenado por tudo e por todos em público. Não será só no Luxemburgo. O estigma de ser estrangeiro, mesmo tendo nascido no país, é uma realidade por essa Europa fora com origens nos anos 60, quando a procura por melhores condições de vida levou milhares de portugueses, a salto, para fora do país e que se foi prolongando nas décadas seguintes.

Parece que só somos bons lá fora se nos “educarmos” cá dentro…

“Se não és bom a alemão e tens Pereira no apelido, vais diretamente para o técnico”

“Se não és bom a alemão e tens Pereira no apelido, vais diretamente para o técnico, ou outra via, não és encaminhado para o ensino clássico”, reconhece Carlos Pato, secretário-geral do Sindicato dos Professores no Estrangeiro e professor há 48 anos, atualmente a lecionar na Universidade do Luxemburgo.

Para este dirigente a discriminação dos professores para com os alunos com apelidos portugueses e de outras nacionalidades emigrantes ainda continua a existir, achando que como não dominam corretamente o alemão não conseguirão concluir com sucesso o ensino clássico. “Não faz sentido ser um professor a decidir o futuro escolar e de vida de um aluno de 13 ou 14 anos”, vinca Carlos Pato. O correto seria “existir um exame no final do fundamental” para avaliar se o aluno iria para o clássico, técnico ou modular.

Embora esta decisão seja tomada pelo docente em conjunto com os pais do aluno, Carlos Pato alerta que os pais até podem não concordar, mas aceitam o que dita o professor “por medo de represálias” sobre os filhos. “Mesmo professores experientes podem ser influenciados involuntariamente por atitudes preconcebidas sobre a etnia dos alunos”, realça um estudo da Universidade do Luxemburgo, realizado em 2016, sobre a decisão dos professores na transição do aluno para o ensino clássico ou técnico.

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Divulgação – Recrutamento de Docente de Inglês (grupo 120)

 

DOCENTE DE INGLÊS (grupo 120)

Colégio em lisboa procura docente para lecionar Inglês, Pré-Escolar e 1º Ciclo.  Valoriza-se experiência profissional e disponibilidade horária (Full-time ou Part-time)

Perfil de competências:

– Licenciatura ou Mestrado adequado

– Gosto e motivação pelo ensino

Enviar CV + carta de motivação para o email:

[email protected]

 

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23 surtos de Covid-19 nas escolas, revela DGS

 

Há 23 surtos de Covid-19 nas escolas, revela DGS

A diretora geral de Saúde disse esta quarta-feira que há, neste momento, 23 surtos de Covid-19 nas escolas em Portugal, com 136 casos de infeção entre alunos, professores e funcionários. O maior foco destes contágios encontra-se na região de Lisboa e Vale do Tejo, onde se contabilizam doze, seguindo-se sete no Norte, três no Centro e um no Algarve.

“Relativamente ao impacto que terá havido da abertura das escola na difusão da epidemia, ainda não é claro. O que se encontra nos inquéritos epidemiológicos muitas vezes é que há familiares doentes e parece que a transmissão ocorreu mais dos familiares para as crianças do que ao contrário. Noutras vezes os casos positivos são funcionários e, portanto, vêm da comunidade”, afirmou Graça Freitas, em conferência de imprensa.

A responsável da Direção-Geral da Saúde (DGS) considera que a situação, na generalidade do país, está controlada. Graça Freitas reforçou ainda a ideia de que “quanto mais organizada por bolhas, por setores, por aulas a escola estiver mais fácil é manter os alunos na escola e enviar para vigilância em domicilio o mínimo possível de pessoas”. “Apelo às escolas que segreguem ao máximo os alunos e as suas atividades para que, se houver um caso não tenham que ir todos para casa”, referiu, em declarações aos jornalistas.

 

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A diferença de vencimento entre o princípio e o final da carreira é a maior em Portugal

O estudo anual da Eurydice sobre os vencimento dos docentes, em 2018/19, pelo mundo vem mostrar que em Portugal a diferença entre o início e final da carreira docente é de 115,8%, uma enormidade. Como metade dos docentes nunca chegarão ao topo da carreira, a relação com outros países desenvolvidos torna-se mais do que evidente ao fim de uma vida de trabalho.

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A culpa é dos professores? – Alberto Veronesi

A culpa é dos professores?

Há vários anos que a classe docente tem sido, sucessivamente, atacada e desprestigiada, de forma continuada, pelos sucessivos governos, sem que tenha sabido reagir convenientemente. Talvez na típica expectativa de que alguém reaja por nós, alguém nos defenda, nomeadamente os sindicatos que, como é sabido, vivem precisamente dos problemas não resolvidos, o core da sua existência.

Demasiado ingénuos, fomos esperando! Assistimos à, talvez, maior vitória dos últimos tempos em 2008 e a partir daí foi sempre em declínio.

O problema está numa postura a que chamo de “professor missionário”. Essa postura foi-se instalando em cada um de nós e, ao contrário do habitual, entranhou-se de imediato. Aos poucos, salvo raríssimas excepções, todos fomos mudando a profissão, passando de professor a missionário, de intelectual a proletário, sem que tivéssemos sentido esta mudança com estranheza. Aceitámos tudo como sendo algo inevitável e como se nada pudéssemos fazer para o contrariar.

Com a pandemia, o professor missionário veio ainda mais ao de cima, eu incluído, por não termos tido tempo de parar para pensar e sobretudo pela imprevisibilidade da situação. Os professores fizeram, com sacrifício pessoal, tudo o que estava ao seu alcance para manter o ensino. Compraram material tecnológico e formaram-se exaustivamente, tudo, apenas, por algumas palmadinhas nas costas e sempre com desconfiança por parte da tutela, particularmente quanto à seriedade de cada um de nós no momento de atribuirmos as notas. E até isso aceitámos sem que ninguém levantasse a voz!

Começámos o ano com condições que roçam o ridículo, com o sentimento de estarmos perante uma inevitabilidade. Tem de ser, ninguém quer voltar ao ensino à distância, todos nós precisamos da sala de aula, da escola, e os alunos ainda mais. É aproveitando esta circunstância, sabendo que os “missionários” se apresentarão ao serviço com muita queixa de corredor, mas sem que nada os faça demover da missão, que o ministério passeia a sua incapacidade.

Todos os governos partem da mesma premissa: os professores sentem o ensino como uma missão e por conseguinte acham que podem tratá-los como um qualquer missionário num qualquer país subdesenvolvido, que eles não irão reclamar!

Durante décadas essa ideia foi passando e agora até temos colegas que vêem com algum desdém aqueles que tentam, aqui ou ali, acordá-los da letargia em que se encontram e com eles todo o ensino!

Poderia enumerar tudo aquilo que os governos foram, com as suas políticas, impondo aos professores. Mas entraria numa longa lista, que não nos levaria a mais lado nenhum, que não o da recordação. Apelei à sociedade em geral e aos professores em específico para que não aceitassem qualquer coisa no regresso às aulas, mas aceitámos. Aceitámos nós e aceitaram os pais, como se fosse inevitável regressar sem condições.

O prestígio de uma classe também se constrói mostrando carácter e isso tem faltado em toda a linha, não esquecendo o papel amorfo da maioria dos sindicatos, excepção feita a um ou outro, que têm tentado fazer melhor aquilo que ainda não foi feito.

Aceitamos tudo como se tivesse de ser assim.

Custa-me muito perceber que a culpa de estarmos onde estamos é genericamente nossa, dos professores.

Quando afirmo que a culpa é dos professores, faço-o conscientemente, mas não digo que seja só dos professores, já que, sobre aquilo que não controlamos pouco ou nada podemos fazer. Sobre aquilo que poderíamos ter feito ou podemos fazer quero apenas relembrar que falhámos.

 

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Cinema Sem Conflitos: “The Cliff House”

Título:  “The Cliff House” | Autores: “Jin Yao Wong

A história de um velho com sua luta e determinação para construir uma torre e atingir seu objetivo.

Mais videos didáticos sobre Amor e Sexualidade, Bullying, Dilemas Sociais, Drogas, Emoções, Família, Racismo, Relações Interpessoais, Religião e Cultura, Violência em  https://cinemasemconflitos.pt/

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Escolas podem encerrar por falta de assistentes operacionais

A bolsa tarda. As substituições tardam. A revisão do rácio não tarda, perdeu-se no caminho para a digitalização da escola que espera que aqueles robots aspiradores, as máquinas de comida, umas quantas câmaras dispersas pelo recreio, um atendedor automático e quem sabe um ou dois C-3PO do Starwars, resolvam o problema.

Diretor de Cinfães alerta que escolas podem encerrar por falta de assistentes

Ainda não chegaram às escolas os prometidos 1.500 funcionários, anunciados há duas semanas pelo primeiro-ministro, para colmatar a falta de pessoal não-docente na retoma das aulas. O Governo anunciou que estaria a ultimar a portaria que estabelecia o rácio destes assistentes operacionais nos estabelecimentos de ensino.

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Esses anjos, vestidos de gente, por Rui Inácio

Esses anjos, vestidos de gente

Se algum dia alguém vos dissesse, “são anjos vestidos de gente”, saberíamos a quem se referiam?

Certamente que não relacionaríamos logo a quem, ou a quê, e ficaríamos intrigados a quem fariam tal comparação.

De facto, quem o diz, di-lo com o coração, lê cada alma, cada vida, cada vivência e experiência. Lê e faz a leitura pela crescimento dos que estão à sua volta e, de lágrimas no rosto, entrega mesmo sem saber que rumo tomarão esses ditos anjos. A esses anjos que se esforçam para acompanhar cada tarefa, cada passo, cada abraço, cada sentimento, cada um, são anjos, dizem, porque esses anjos, não vestem asas, não voam, mas fazem voar, fazem sentir, fazem crescer e crescem com eles. Esses anjos são, esses anjos sentem, esses anjos vivem, esses anjos constroem, esses anjos… quem serão?

O agradecimento ganha corpo, voz, olhar, sentir, ganha o encanto que ninguém consegue pintar, torna-se uma tela de cores, com tintas tão raras, puras e sentidas, tintas que não se vendem em lugar algum, vendem-se apenas num único local, no coração de quem o diz.

De facto, os agradecimentos ganham uma força enorme, porque o coração de cada um é repleto de sentires, de vivências que marcaram e marcam a vida de cada e isso, mais do que ensinar, é vivido, é experimentado, é apropriado, é construído num caminho de altos e baixos, de valorizações e de desvalorizações, é o caminho a que todos recorrem, mas o caminho que nem todos reconhecem, o caminho da sabedoria e do conhecimento, da entrega.

Mas estes anjos não voam, mas fazem voar.

Estes anjos dão-se pela eternidade, dão-se a cada palavra, dão-se a cada gesto, dão-se a cada abraço, a cada beijo, a cada afeto. Dão-se na eternidade, nas experiências que proporcionam, que ousaram e que os fizeram ganhar asas pelo sonho, pelo querer, pelo aprender, pela viajar na viagem, a que todos chamam vida, a que todos chamam crescer.

São vestidos de gentes, e ainda assim, afirma, são anjos que nos deram coragem para olhar, são anjos que ensinaram a sorrir, ensinaram a olhar para o mundo que os rodeia de um modo encantado e cheio de oportunidades.

São anjos, são vestidos de gente, seres que mais do que exercer uma profissão, estão empenhados no futuro, no futuro de cada um, no futuro de todos, no futuro da sociedade, no futuro do mundo de respeito, de conhecimento, de afeto, de solidariedade, de ajuda ao outro.

São anjos vestidos de gente, que foram, são e serão aqueles que retiram as suas asas e as entregam a quem passa com eles dias inteiros, a quem os confiaram, a quem permitiram que juntos construíssem um caminho, que vive e revive a memória, a cultura, mas mais do que isso, respeita a individualidade.

Esses anjos, vestidos de gente dão asas, permitem que eles voem, que sonhem, que criem e sejam verdadeiros aprendizes, audazes pelo seu sentir, pela sua capacidade de acreditar, de imaginar e de viver.

São anjos, vestidos de gente, que os fazem acreditar, que os faz ser.

Estes anjos, vestidos de gente, tornam-se memórias vivas, respeitadas e, em cada pedaço que se dão, é um pedaço que se torna semente, é uma semente que se torna fruto, é um fruto que se torna afeto, é um afeto que se torna criação, com a capacidade de imaginar, de respeitar e transmitir todos estes sentimentos pelos que estão à sua volta. É uma semente no meio de sementes.

Não existem anjos de asas, porque para serem anjos, vestidos de gente, basta acreditar no interior de cada um, basta respeitar, basta reconhecer a capacidade de escutar, de dar voz, e quem o diz, de coração cheio, de uma forma reconhecida, sentida e valorizada, fá-lo com um agradecimento interminável, pois foi alguém a quem entregou e confiou os filhos, na ânsia de que esses anjos os ajudassem a crescer, a viver, a serem respeitados, a serem amados, na sua diferença, na sua individualidade. Porque todos somos diferentes. Todos temos a nossa especificidade, todos temos o nosso valor e esses anjos, esses anjos vestidos de gente, valorizam o esforço de cada um, sentem as derrotas, sentem os erros e constroem oportunidades nos problemas, não os tornam como buracos negros da sociedade, ou deste céu por onde todos andamos.

Estes anjos, vestidos de gente, caminham lado a lado, com todos os que lhes são confiados, e sentem-se parte integrante de um corpo, em que, num caminho comum, constroem-se à luz de um acreditar que o futuro é possível de melhorar, que o conhecimento é a melhorar arma, que as armas, se desarmam e se tornam canais e elementos que vivem, simplesmente, o sentimento, porque esses anjos, mais do que serem transmissores de conhecimentos, são gentes vestidas de ousadia, predispostos a provocar o interesse, a motivação, o sonho, a imaginação e a criatividade.

Esses anjos, vestidos de gente, não são pessoas que surgem nas capas de revista, nas novelas da noite, ou nos reality shows, porque não procuram a fama, porque não procuram ser capas de jornais, procuram, simplesmente, fazer com que os outros sonhem, se construam, e tenham o maior sucesso na sua vida, porque esses, levarão consigo todo o reconhecimento, todo o conhecimento, todas as aprendizagens construídas, e assim, tornarão os anjos verdadeiras memórias, eternas.

Esses anjos, vestidos de gente, são aqueles a quem os pais agradecem de forma constante, são aqueles a quem os pais agridem de forma permanente, são aqueles a quem os pais pedem perdão por todos os erros que cometeram ao educar os próprios filhos. Esses anjos são aqueles que se disponibilizam a ajudar uma casa que não é a sua. São aqueles que sentem a dor, os problemas e as dificuldades que não são suas. Esses anjos vestidos de gente, são os que arregaçam as mangas e lutam pelo futuro dos filhos dos outros, para que um dia, se tornem verdadeiros homens e mulheres, com sentimentos, com emoções, com razões, com valores que valorizam o ser humano, que valorizam o respeito, que valorizam o conhecimento, que valorizam o sonho, que orgulham as famílias.

Esses anjos, vestidos de gente, são aqueles que disseram, vamos a isso, mesmo quando tantas portas se fecharam, mesmo quando tantos deixaram de acreditar, mesmo quando o fosso entre o futuro e a realidade se tornava algo impossível de ultrapassar.

Esses anjos, deram as ferramentas, e será que reconhecemos isso?

Esses anjos, vestidos de gente, deram-se mais do que aquilo a que estariam obrigados, e nós soubemos dar-lhes o valor merecido?

Esses anjos, vestidos de gente, não pararam no tempo de confinamento, deram e deram-se, tudo em prol dos filhos, dos alunos dos futuros adultos.

Esses anjos, vestidos de gente, continuaram empenhados em fazer e construir o futuro, e nós o que dissemos?

Esses anjos, vestidos de gente, não desistiram, reconheceram que não seria um problema, mas uma oportunidade, de mudança, de mudança de paradigma.

Esses anjos, vestidos de gente, são os professores, os educadores de hoje, de ontem e de amanhã.

Esses anjos, vestidos de gente, são os homenageados, hoje e sempre, porque não baixaram os braços e não deixaram de permitir que os seus alunos voassem.

Esses anjos, vestidos de gente, ajudaram-nos a crescer, e por isso, estas palavras, soam-nos como reconhecimento, porque eu também já fui aluno, e se sou o que sou, foi porque os anjos, vestidos de gente, me incentivaram a ver o problema como uma excelente oportunidade… de ser… de construir… de sonhar.

#umacaixacheiadenada

Rui Inácio

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Ensino doméstico regista números nunca vistos

Não é só o ensino doméstico que surgiu em força, o ensino a distância para alunos de risco também é um fenómeno novo e que teve muito mais impacto na vida das escolas e das crianças.

Há cada vez mais pais interessados em retirar alunos do ensino tradicional

Desconfiados das medidas para prevenir a Covid-19 nas escolas, há cada vez mais interesse de alguns pais em retirar os alunos do ensino tradicional, revela a Associação Nacional de Pais em Ensino Doméstico.

Esta associação regista, no último mês, um aumento de seis vezes mais pedidos de informação do que em igual período do ano passado.

No “ensino doméstico”, os estudantes passam a ter aulas em casa, lecionadas pelos próprios encarregados de educação, se tiverem o grau de licenciatura ou por professores contratados para o efeito, que se deslocam ao domicílio.

Um fenómeno que parece estar em crescimento, devido aos riscos do coronavírus.

 

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Aumentos em 2021 não são para todos os funcionário publicos

 

Helena Rodrigues procurava sublinhar o facto de não estarem garantidos aumentos salariais transversais para todos os funcionários. A frente sindical liderada pelo STE propunha um aumento de 1%, em linha com a promessa deixada pelo Governo no ano passado.

O Governo “refere-se a taxa de inflação prevista e portanto podendo eventualmente situar-se em zero”, disse a dirigente sindical. Quanto às atualizações “haverá [eventualmente] para alguns mas não para todos”.

Para alguns, quais? “Não sabemos ainda em concreto, temos de ver as propostas concretas”, disse, sublinhando que as progressões implicam aumento de rendimentos.

“Para a generalidade dos trabalhadores não haverá atualização remuneratória. Foi a sensação com que ficámos”, disse, sublinhando que acredita que o governo ainda vai considerar as propostas dos sindicatos.

“Todos estamos a contribuir para a crise mas os trabalhadores devem ter a sua remuneração, seja público ou privado. Se não tivermos essas condições de remuneração como é que vamos ter uma administração pública altamente qualificada?”

 

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Milhares de alunos continuam sem aulas porque faltam professores

Milhares de alunos continuam sem aulas porque faltam professores

Inglês, Matemática, Geografia, Eletrotécnia e Informática são as disciplinas com as maiores falhas. Este ano, já foram colocados mais de metade dos docentes disponíveis através das reservas de recrutamento, uma situação que no ano passado aconteceu só em dezembro.

Nesta altura, pelas contas do blogue do professor Arlindo Ferreira, dedicado a questões de educação, faltam 851 professores.

Lisboa, Setúbal e Faro são os distritos onde a falta de docentes mais se faz sentir. Só no agrupamento de escolas das Laranjeiras, em Lisboa há 16 profissionais por colocar.

Esta situação origina muitos furos nos horários de milhares de alunos, como diz Rui Martins, presidente da Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE). “As aulas começaram a 16/17 de setembro e até hoje há muitas turmas que não têm professores a uma ou duas disciplinas.”

Nesta altura, há 136 horários completos por preencher. Só no grupo de Informática são 106, mas os grupos de Inglês, Matemática, Geografia e Eletrotécnia também têm falta de professores.

“Percebe-se que é mais no Sul do país, uma parte do Alentejo e Algarve, mas a incidência é enorme em Lisboa e Vale do Tejo. Temos que isto se alastre ao resto país…de facto escasseiam os professore”, reconhece Filinto Lima, presidente da Associação de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas.

Segundo este responsável, a falta de docentes só pode ser atenuada com uma carreira mais atrativa ao mesmo tempo que é preciso combater a precariedade.

Este ano por causa da pandemia por Covid-19, mais de duas centenas de professores de risco estão de baixa uma situação, o ainda assim, para Filinto Lima tem um impacto reduzido no sistema. “Esta profissão não é motivadora. Temos até bastantes professores contratados, que estão no sistema já há 15 ou 20 anos, mas não entram para os quadros. Já alguns dos professores que estão nos quadros de agrupamento começam a pedir meia jornada e licenças sem vencimento por um ano ou mais, porque querem experimentar outras atividades, eventualmente mais rentáveis, como melhor futuro, em prejuízo da Educação.”

Atualmente, estão por colocar cerca de 12 mil docentes, a maior parte do Norte do país, mas que não querem dar aulas em regiões onde o custo de vida é mais elevado. O vencimento muitas vezes não dá para pagar as despesas de aluguer de casa e o transporte.

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Os professores: sal da terra, luz da humanidade – José Matias Alves

 

Os professores: sal da terra, luz da humanidade

“Os professores não têm futuro. Eles são o futuro.”
Philippe Meirieu

“Ensinar não é uma atividade como as outras. Poucas profissões serão causa de riscos tão graves como os que os maus professores fazem correr aos alunos que lhe são confiados. Poucas profissões supõem tantas virtudes, generosidade, dedicação e, acima de tudo, talvez entusiasmo e desinteresse. Só uma política inspirada pela preocupação de atrair e de promover os melhores, esses homens e mulheres de qualidade que todos os sistemas de educação sempre celebraram, poderá fazer do ofício de educar a juventude o que ele deveria ser: o primeiro de todos os ofícios.”
Pierre Bourdieu

Sabemos que ser professor é uma profissão única e singular. Sem professores, nenhuma outra profissão existiria. Sem professores, a herança científica, tecnológica e artística tenderia a desaparecer. Sem professores, a vida social e cultural ficaria mergulhada num deslaçamento caótico. E por isso, deveria ser o primeiro de todos os ofícios. No entanto, esta óbvia centralidade não tem tido o reconhecimento devido, seja no exterior, seja no interior da profissão.

No exterior, assistimos frequentemente a uma desvalorização do seu papel e estatuto. A uma desconsideração sobre o seu lugar no mundo educativo. A uma proletarização das suas condições de vida e de trabalho. De facto, basta lembrar a precariedade laboral de muitos milhares de professores sucessivamente contratados durante repetidos anos; a peregrinação recorrente por múltiplos lugares numa exigente adaptação a muitos contextos geográficos; o bloqueamento na progressão da carreira, congelando legítimas expetativas e burocratizando o regime de avaliação; a muito difícil tarefa de ensinar, muitas vezes, quem não quer aprender e de interagir semanalmente com muitas dezenas de alunos, todos únicos, todos diferentes; a intensificação (e a crescente complexidade) do trabalho que tende a ultrapassar largamente as horas legalmente prescritas; um estatuto da carreira docente estrangulado, funcionarizado e mal pago; um tempo pandémico que exige tudo às escolas e aos professores numa missão de alta complexidade; e a desautorização praticada por instâncias políticas e administrativas que se não coíbem de ordenar e de mandar executar ações que deveriam ser da responsabilidade exclusiva de cada profissional ou do colégio docente.

Os fatores enunciados fazem da profissão uma prática socialmente desprestigiada e pouco atraente, havendo o risco de uma crescente falta de professores, já hoje visível em diversos grupos de docência. A conjugação desta escassez com o envelhecimento crítico da classe é de molde a instituir um grave grito de alerta que tem de ser urgentemente considerado.

Mas não são só do exterior que surgem estes sinais preocupantes. No interior da classe, há uma excessiva tentação do rebanho, uma grande dessintonia em relação às funções chave do que deveria ser um professor, uma persistente subserviência face a orientações superiores que deveriam ser ilegítimas e por isso não acatadas, um excesso de obediência burocrático-normativa que faz esquecer o dever primeiro de fazer aprender, uma clausura no fechamento da sala de aula, uma solidão existencial que tende a não ver a vantagem do trabalho colaborativo no enfrentar e no resolver os problemas de aprendizagem, uma adesão a práticas avaliativas tendencialmente seletivas e excludentes, um investimento provavelmente insuficiente na capacitação e desenvolvimento profissional.

A profissão vive, assim, entre a proletarização e o profissionalismo. E seria bom que um número crescente de professores preferisse e praticasse uma ordem profissional mais autónoma, mais crítica, mais reflexiva, mais comprometida, mais solidária, mais colegial e mais inscrita no território onde se exerce. Pois só esta ordem nos redime da tentação canina e nos salva.

Mas esta opção exige uma radical desaprendizagem e uma reinvenção da pedagogia. Neste tempo tão exigente e cruel, precisamos de olhar, ver, reparar e intervir. Desaprender o vício da exposição, a servidão do dar a matéria e cumprir o programa, a comodidade do ensinar a todos como se todos fossem um. Fazer a identificação do que é dispensável ensinar e aprender, prescindindo de tudo o que sobretudo visa operar a distinção e a segregação escolar. Selecionar o que é social e humanamente relevante, nunca descurando a empregabilidade social dos saberes. Implicar os educandos na procura dos problemas e das soluções, organizando situações didáticas de participação, de pesquisa, de debate, de produção de conhecimento que ilumine a ação. Diversificar e contrastar as fontes de informação, escrutinar a fiabilidade, perceber a verdade e a falsidade. Multiplicar os canais de comunicação, os sistemas de entreajuda e complementaridade. Clarificar as metas ou os objetivos a alcançar e os caminhos e recursos que poderão sustentar um trabalho progressivamente mais competente, responsável e autónomo. Clarificar ab initio os critérios, os instrumentos e os procedimentos de avaliação, as condições de êxito e inêxito, as regras do jogo avaliativo. Valorizar a função reguladora, emancipadora e democrática da avaliação que deve ser muito mais importante do que a função classificativa/certificativa. Reconhecer e valorizar as inteligências múltiplas e saber que o sucesso tem de ser conjugado no plural, porque não há um, mas vários sucessos e a escola tem de os ver, reconhecer e valorizar. Criar e adotar múltiplos instrumentos de avaliação, relegando o teste escrito (os dois por período) para um secundaríssimo plano. Exercer a autoridade no seu sentido pleno e original de fazer crescer o outro em responsabilidade e autonomia. Dispensar a ameaça que inibe e o medo que paralisa procurando fundar uma comunidade exigente e solidária.

Também por estas razões, este é, como disse Bourdieu, o primeiro de todos os ofícios: o mais exigente, o mais necessário, o mais sensível, o mais delicado, o mais difícil. Um ofício que deveria merecer um outro suporte social e político, um outro olhar, um outro reconhecimento. A esperança e a confiança passam, necessariamente, por aqui.

 

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Cinema Sem Conflitos: “Brave Heart”

Título:  “Brave Heart” | Autores: “Luca Schenato / Sinem Vardali

Uma ação / comédia peculiar e surrealista em que um coração corajoso tenta realizar suas tarefas metabólicas diárias, mas precisa implantar um protocolo especial para colocar seu corpo de ressaca em ação.

Mais videos didáticos sobre Amor e Sexualidade, Bullying, Dilemas Sociais, Drogas, Emoções, Família, Racismo, Relações Interpessoais, Religião e Cultura, Violência em  https://cinemasemconflitos.pt/

 

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Do COVID-19 nas Escolas – Da Dualidade, ou Mais!, de Critérios

Uma reflexão de Anabela Magalhães entre as condições em que se realizou o Conselho de Estado e as condições que se vivem nas escolas… e a dualidade de critérios em que se realizam testes a uns e outros, também me deixam perplexo, num país onde as igualdades estão cada vez mais desiguais.

Clique para ler:

Do COVID-19 nas Escolas – Da Dualidade, ou Mais!, de Critérios

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Webinar FNE com António Nóvoa

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Mensagem do Presidente do SPZC, José Ricardo, neste Dia Mundial do Professor.

 

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