13 de Outubro de 2020 archive

A Ler – A Arte E O Despudor De Se Ser Um Gualter

A Arte E O Despudor De Se Ser Um Gualter | O Meu Quintal

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Aluno suspenso por partilhar lanche…

Nesta altura até se entende que seja arriscado dar de comer a quem tem fome, mas um dia de suspensão pode ser demasiado…

O que acham?

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Há qualquer coisa que não me está a “soar” bem nesta história

Seja de que lado for algo está a acontecer de esquisito

A escola exige um atestado que a mãe não consegue e a Delegada de Saúde não passa? Isto cheira a esturro em algum lado, só não sei de que lado vem o cheiro…

“Uma criança ou adulto que cumpre período de quarenta, está assintomática e tem teste negativo pode voltar tranquilamente à sua escola”.

Gabriel, aluno do 9.º ano, impedido de entrar na escola mesmo com teste negativo à covid-19

m aluno do 9.º ano de uma escola de Lisboa está a ser impedido de entrar no estabelecimento de ensino depois de ter tido covid-19, apesar de a mãe já ter apresentado o resultado negativo do teste.

Gabriel não vai às aulas há mais de três semanas, tendo perdido o contacto com os professores, colegas e com as matérias que estão a ser dadas. “Pedi que me fossem enviando trabalhos para ele poder ir acompanhando, mas nada. Hoje tinha um teste de Físico-Quimica e não o fez”, contou à Lusa Judith Soares, mãe do rapaz de 14 anos.

O processo de envio de informação para as escolas, por parte das entidades de saúde, está a demorar cerca de uma semana, contou a mãe do aluno, para explicar os esforços que está a fazer para o Gabriel poder regressar à escola.

O aluno teve covid-19 mas o teste de despistagem já veio confirmar que está curado. A mãe enviou, na semana passada, os resultados laboratoriais para a diretora de turma da Escola EB23 Luís de Camões, que respondeu dizendo que o aluno só entra nas instalações com um “atestado de cura”.

“Fico contente pelas vossas melhoras mas atenção que o Gabriel só pode regressar à escola acompanhado de um atestado de cura passado pelo médico. Não é suficiente o resultado do teste”, respondeu a diretora de turma numa troca emails a que a Lusa teve acesso.

A mãe contactou o Centro de Saúde, ligou para o SNS24, tentou contactar a médica de família, mas todos os que responderam ao seu pedido de ajuda disseram que bastava o resultado do teste e que não iriam passar qualquer declaração.

Judith voltou então a avisar a diretora que não tinha nenhum atestado e que a médica do centro de saúde tinha dito que a escola tinha de receber o aluno com o teste negativo.

Mas a escola manteve a posição de não permitir a entrada de Gabriel. A Lusa contactou hoje a direção do agrupamento de escolas, que se mostrou indisponível para esclarecer o assunto.

Na segunda-feira, a Lusa questionou a Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, que reafirmou o que as restantes autoridades de saúde já tinham dito: “Uma criança ou adulto que cumpre período de quarenta, está assintomática e tem teste negativo pode voltar tranquilamente à sua escola”.

A pandemia de covid-19 trouxe novas regras para dentro dos recintos escolares. Cada escola teve de se preparar para a eventualidade de surgir um surto e, para isso, desenhou um plano de contingência.

O Plano de Contingência do Agrupamento de Escolas Luís de Camões define que as pessoas são consideradas curadas quando apresentam ausência completa de febre e sem outros sintomas durante três dias consecutivos ou então quando apresentam teste laboratorial negativo. “Após determinação de cura e indicação da Autoridade de Saúde Local, a pessoa pode regressar ao estabelecimento de ensino”, refere o documento.

Judith esteve presencialmente na escola na segunda-feira para falar com os responsáveis e arranjar uma solução para que o filho regressasse à escola. Mas, mais uma vez, não conseguiu. “Ninguém quer saber. Uma pessoa sente-se sozinha, sem saber a quem recorrer”, desabafou.

Os serviços de saúde estão assoberbados com trabalho, não recebem as pessoas sem marcação prévia, não atendem os telefones e têm as caixas de email cheias, contou à Lusa.

Do lado das escolas, impera o medo do desconhecido. Mas, para Judith, o mais grave é a forma como tratam pais e alunos.

Há quatro semanas, a 21 de setembro, Judith avisou a direção escolar que ela e o marido estavam com sintomas covid e, por precaução, não iriam enviar o filho para a escola. “Não queria expor ninguém a este perigo. O Gabriel tem uma colega que é grupo de risco, porque é diabética, e nunca poderia mandá-lo para a escola”, explicou.

Quando os resultados dos testes chegaram, confirmaram-se os piores receios: Os pais estavam contaminados. Poucos dias depois também Gabriel recebeu o teste positivo à covid-19.

Judith avisou a diretora de turma. Antes, tinha alertado os pais da turma do Gabriel, através do grupo que criaram no whatapp. “Fiz o que gostaria que fizessem comigo, que foi avisar para estarem atentos a eventuais sintomas”, explicou.

A Lusa falou com outros pais que agradeceram a preocupação da mãe de Gabriel. Mas, segundo Judith, nem todos aplaudiram a iniciativa: “O diretor da escola ligou-me a destratar-me, a dizer que eu tinha lançado o pânico na escola”, contou.

Judith lamenta também que nunca ninguém na escola tenha ligado para saber se Gabriel estava melhor. Já ao pedido para que os professores enviassem as matérias que estavam a ser dadas nas aulas, Judith diz só ter recebido uma resposta da diretora de turma.

Hoje, o Gabriel tinha um teste de Físico-Quimica que foi impedido de fazer. A mãe recorda que no passado ano letivo as aulas presenciais foram suspensas em março e, até ao final do ano, os alunos da Luís de Camões “tiveram pouco acompanhamento” por parte dos professores.

Neste novo ano letivo, a maioria das escolas está a aproveitar as primeiras semanas de aulas para recuperar e consolidar matérias que não foram dadas no ano passado. Judith sente que o seu filho “está a ser prejudicado” por um problema que os ultrapassa.

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Orçamento de Estado para a Educação

 

Área da EDUCAÇÃO:

  • Disponibilização de 3 300 professores para tarefas específicas de recuperação e consolidação das aprendizagens, beneficiando o alargamento do programa de tutorias e o reforço dos projetos pedagógicos das escolas públicas.
  • Disponibilização de 900 técnicos de intervenção, incluindo psicólogos, mediadores, animadores, assistentes sociais e terapeutas, no âmbito dos novos Planos de Desenvolvimento Pessoal, Social e Comunitário das escolas públicas.
  • Reforço de 5000 assistentes operacionais nas escolas públicas no ano letivo de 2020/2021. Ao reforço de 500 assistentes operacionais já contratados antes do inicio do ano letivo soma-se a contratação de 1500 profissionais para fazer face a necessidade decorrentes da pandemia, a que se juntará o lançamento de concursos para a contratação de mais de 3000 profissionais (a titulo definitivo) em consequência da revisão da portaria dos ratio dos assistentes operacionais.
  • Disponibilização de computadores, conetividade e recursos educativos digitais a alunos e professores das escolas públicas, ao longo do ano letivo 2020/2021, no âmbito da “Escola Digital” prevista no Programa de Estabilização Económica e Social.
  • Lançamento de um programa de modernização do ensino profissional, incluindo o seu reequipamento e a criação de novas vias de ensino e formação especializada nos setores tecnológico, digital, industrial e agrícola.
  • Investimento na modernização da rede escolar pública, quer através da continuação do programa de requalificação de mais de 500 escolas, incluindo parcerias com os Municípios, quer no âmbito da erradicação do amianto em escolas, que possibilitará a remoção deste material em mais de 600 escolas públicas.

 

 

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Audiência Parlamentar S.TO.P

 

Colegas, como é público, o S.TO.P. entregou em julho passado uma petição pela REDUÇÃO DO NÚMERO DE ALUNOS POR TURMA, pelo REJUVENESCIMENTO DA CLASSE DOCENTE e pela DIGNIFICAÇÃO DO PESSOAL NÃO DOCENTE nas Escolas. https://sindicatostop.pt/peticao-entregue-com-111-do…/
Apesar de apenas nos terem enviado a informação sobre o dia/hora da audiência esta sexta-feira dia 9 de outubro (que contrasta em muito com a antecedência com que outras petições que conhecemos foram avisadas) iremos estar presentes.
O que se vive atualmente nas escolas só reforça ainda mais a pertinência do que esta petição defende. A audição será amanhã, terça, às 15h30 e, normalmente, este tipo de audição passa em direto no canal parlamento.
CONTINUAREMOS A DEFENDER JUSTIÇA E RESPEITO PARA TODOS QUE TRABALHAM E ESTUDAM NAS ESCOLAS!

 

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Número de Aposentados Até Novembro Já Ultrapassa as Previsões de 2020

Até ao momento já se aposentaram da Caixa Geral de Aposentações 1.439 docentes da rede pública do Ministério da Educação. As previsões para 2020 apontavam para 1.358 aposentações.

Com apenas mais um mês da habitual lista mensal de aposentações da CGA, volta a verificar-se que aposentaram-se mais docentes do que aqueles que o estado inicialmente tinha previsto. E em novembro 2020 já se ultrapassou o número total de aposentados de 2019. A partir de 2021  o número de pedidos de aposentação irá crescer conforme se vê na previsão deste quadro.

Associando este quadro à falta de professores que já existe é demasiado urgente que se proceda rapidamente à formação de novos professores e ao incentivo para a profissão docente.

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Cinema Sem Conflitos: “Verge”

 

Título:  “Verge” | Autores: “Chingtien Chu

“VERGE” é um curta de animação sobre uma pequena tartaruga verde desajeitada recém-nascida, que fica atrás de seus irmãos em sua viagem ao mar. Enquanto ele tenta arduamente chegar ao oceano, ondas gigantescas e lixo o empurram de volta para a costa, estimulando uma série de desafios. O curta explora como navegar por uma distância muito curta pode ser a parte mais difícil da vida de uma tartaruga recém-nascida.

Mais videos didáticos sobre Amor e Sexualidade, Bullying, Dilemas Sociais, Drogas, Emoções, Família, Racismo, Relações Interpessoais, Religião e Cultura, Violência em  https://cinemasemconflitos.pt/

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Mais 3000 AO’s com revisão dos rácios

 

Mais três mil funcionários vão chegar às escolas com a revisão da portaria dos rácios

A estimativa consta da versão preliminar da proposta de lei de Orçamento de Estado para 2021.

Falta de assistentes operacionais tem sido uma queixa recorrente NELSON GARRIDO

O número de funcionários das escolas vai ser reforçado, a partir de Janeiro de 2021, em mais três mil na sequência da revisão da portaria dos rácios. A estimativa consta da versão preliminar da proposta de lei de Orçamento de Estado para 2021.

 

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