29 de Outubro de 2020 archive

Dia nacional da desburocratização… não dei por nada…

Cada vez tenho que “fazer” mais papel, ler mais normas, mais orientações, escrever novos procedimentos… não sei de que é que esta senhora está a falar nem para quem…

 

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COVID19 – ISOLAMENTO E ALTA – Os critérios de uma UCC

 

⚠️COVID19⚠️
❓ISOLAMENTO E ALTA❓
⚠️Alguns esclarecimentos para quem está ou irá ser inserido na vigilância Trace Covid-19 (programa de rastreio contatos e vigilância de casos suspeitos e confirmados de Covid-19) após as modificações recentes:
✅ Quem pode ter alta aos 1️⃣0️⃣ dias?
Pessoas que tenham obtido resultado positivo num teste ao SARS-CoV-2, mas cuja manifestação da doença seja LIGEIRA ou MODERADA.
✔️ No caso de doentes com sintomas, o prazo começa a contar a partir do 1º dia dos sintomas.
✔️ Nos assintomáticos, conta-se a partir do dia da realização do teste.
Os doentes têm de estar 3️⃣ dias consecutivos sem febre e registar uma melhoria significativa de sintomas durante o mesmo período. Não é necessária a realização de outro teste ao vírus.
✅ E ao fim de 2️⃣0️⃣ dias?
Os critérios são os mesmos, mas para as pessoas que tiveram manifestações mais GRAVES ou CRÍTICAS da doença. E também para as que sofrem de imunodepressão grave.
✅ Quem tem de cumprir 1️⃣4️⃣ dias?
As pessoas que tiveram um CONTATO DE RISCO com alguém infetado. Só depois deste período, sem sintomas, é que podem voltar às suas rotinas. Estes casos NÃO SÃO VIGIADOS PELA SUA USF, MAS SIM PELA SAUDE PÚBLICA. Caso tenham sintomas antes do fim deste período, e a infeção for confirmada clinicamente, aplica-se uma das duas regras anteriores.
✅ Porquê a redução de 1️⃣4️⃣ dias nos infetados?
Portugal está a seguir as práticas já adotadas por outros países e que estão de acordo com as orientações do ECDC (organismo europeu para a prevenção e controlo de doenças). A justificação tem a ver com a diminuição da carga viral nos últimos dias da infeção, que as autoridades de saúde consideram NÃO SER SUFICIENTE PARA CONTAGIAR terceiros.
✅ O que é um contacto de alto risco?
Quem tenha estado com um positivo a dois metros ou menos, mais de 15 minutos; tenha tido contacto físico direto com o doente ou secreções contaminadas; ou estado num espaço fechado durante 15 minutos (como salas de aula e coabitação) sem medidas de proteção individual adequadas.
Muitas destas avaliações são COMPLEXAS, VARIÁVEIS e INDIVIDUAIS pelo que podem diferir de pessoa para pessoa pelo que siga sempre as indicações das autoridades em saúde ou médicos\enfermeiros que o vigiam e mantenha-se atento a números privados 📲

 

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Propostas para combater a “fadiga da pandemia” – Alfredo Leite

Propostas para combater a “fadiga da pandemia”

Como se não bastasse tudo o que já se passa, ainda parece que existe algo denominado “fadiga da pandemia”. E não, esta condição não se refere ao pensamento simples, natural e humano: “Já estou farto desta pandemia, ela já podia acabar, mas quando é que vem a vacina!”. O problema é que alguns seres humanos começam a pensar: “Já estou farto, fiz tantos esforços, nada funcionou, depois há uns que podem e outros não, vou mas é começar a desrespeitar as normas, e vou abandonar o bom senso!”. A Organização Mundial de Saúde alerta para este problema. É quase um paradoxo, não é?

Quando mais deviam ter os comportamentos e as atitudes certas, mais baixam a guarda.   Inspirado em Hans Henri Kluge, médico e diretor regional da OMS para a Europa, juntando a minha experiência de estar ligado à psicologia, deixo algumas mensagens importantes para quem tem responsabilidades mais ou menos formais. Claro que o ideal seria os Governantes estarem atentos a esta mensagem, mas cada um, ao seu nível, podemos fazer alguma coisa no sentido de lutar contra a tal “fadiga da pandemia”. Lutemos contra a “fadiga da pandemia”, para que ela não se instale nos outros…nem em nós…

Propostas para combater a “fadiga da pandemia” – Tentemos escutar as pessoas à nossa volta, entendendo os esforços que têm feito. Sabemos das nossas dificuldades. Saberemos quais são, concretamente, as dificuldades dos que nos rodeiam? Dirão uns que isso não resolve nada. Mentira. Sermos escutados por alguém, pode fazer a diferença. Só escutar já é bom. E depois, claro, se podermos fazer alguma coisa para ajudar, fazemos, mas só escutar já é bom. Não podemos ser ilhas no sofrimento, nem ilhas nos esforços. Uns têm medo, porque são diabéticos, a outros está a custar-lhe não ver os avós ou os pais, outros ainda estão com medo de dar aulas. Escutemos as pessoas à nossa volta.

– Procuremos o equilíbrio. Sei que parece um lugar comum, mas leia melhor. Parece que o país se está a dividir entre os “fanáticos da máscara” e os “negacionistas da Covid-19”. Entre os “não saio mais de casa”, e os “a culpa é dos chineses”. Entre os “eu não permito que tenhas contactos com outras pessoas, eu posso, porque os meus contactos são seguros”, e os “vamos fazer jantaradas sem máscara”. Temos que arranjar maneiras seguras de viver a vida. Continuar a viver a vida, continuar com as nossas rotinas possíveis (as possíveis!), mas de maneira segura. Há aqui um meio termo que urge atingir. Este meio termo, pode resgatar-nos da “fadiga da pandemia”.

– Paremos de dizer às crianças que o vírus é mau. É um vírus. Ponto. Pode ser contraproducente estar a dizer que é mau. Façamos pela positiva…os serviços de saúde são bons, os hábitos de higiene são excelentes,…também pode levar a uma certa “fadiga da pandemia”, o estarmos a diabolizar um ser inanimado. Na verdade, sempre que os educadores e professores sensibilizaram para a importância de lavar as mãos, já estavam a fazer um bom trabalho. A máscara é uma novidade. E o distanciamento. Mas já havia uma base muito boa, quando se sensibilizou para os cuidados relacionados com a gripe. Falemos pela positiva, pelo desenvolvimento de competências e não tratemos as crianças como diminuídos, com cançonetas à volta do “bicho”. A prevenção dos impactos da pandemia nas crianças, está no desenvolvimento de competências, nomeadamente nas competências emocionais.

– Partilhemos as nossas boas ideias. Descobriu reuniões numa plataforma? Divulgue. Manda vir refeições de um local fantástico? Espalhe a ideia. E pode não chegar partilhar. Tire algum tempo para ensinar alguém como se faz. Isso pode fazer a diferença para resgatar essa pessoa da “fadiga da pandemia”.

No meio de tantas notícias difíceis de gerir, e de tantas incertezas, é, novamente, a esperança e o otimismo flexível que têm que nos guiar, ajudando a manter as medidas, ajudando os outros a cumprir as medidas e ajudando-nos a nós a cumprir. Sempre com cuidados com a saúde mental, com ajudas ao nosso sistema imunitário (baseadas em fontes científicas), porque estamos a olhar para a frente, com sentido de futuro, não estamos dominados pelo pânico. Como nota final, gostava de deixar, sem alarmismos, a seguinte questão: E se as Escolas voltarem a fechar? Prevenindo, pense em alguma coisa que poderia melhorar lá em casa, alguma adaptação,…o que pode fazer agora, para melhorar as suas condições, caso as Escolas voltem a fechar? Professores e Pais, deveriam pensar nisto. Pelo seu bem, e pelo bem das crianças e jovens.  É que, pior do que a “fadiga da pandemia”, será a possível “fadiga do confinamento”.

Alfredo Leite

https://universobrilhante.com/escola-do-seculo-xxi/

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Mais escolas onde o amianto será removido…

 

 

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Os professores pagam as suas despesas de alojamento, mas há outros…

E também ninguém os obrigou a irem ocupar cargos fora da sua área de residência… foram por escolha própria, ninguém lhes apontou uma arma à cabeça…

 

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Que medidas aí virão?

Que fique já assente que não estou mortinho que as escolas fechem para ir para casa. Sou daqueles que gostava de andar com tempo para trás e voltar a estar dentro de uma sala de aula sem receios, sem máscaras, sem distanciamentos. sem gel desinfetante e com a confusão normal de uma escola com crianças a correr e a brincar nos recreios. Aqueles que muito têm dito e escrito que há professores mortinhos por voltar ao confinamento, só o podem estar a fazer por desconhecimento e estupidez. Ninguém, no seu juízo perfeito, quer voltar ao 3.º período do ano letivo transato.

Foi anunciado que este sábado irá reunir o Conselho de Ministros para fazer um ponto de situação, quanto à pandemia, e estabelecer novas medidas (mais apertadas) de forma a conter a progressão galopante que tem vindo a acontecer.

Já há mais de um mês que, um “dedinho”, me anda a soprar ao ouvido que a possibilidade do ensino secundário passar a regime misto anda a correr de mesa em mesa. Não sei se será uma das medidas que poderá ser implementada, mas olhando para as notícias que, ontem e anteontem, vieram a público sobre as pretensões e pedidos dos autarcas da área metropolitana do Porto, parece-me que vamos ter novidades. Não vos digo que será uma medida a nível nacional, mas que poderá acontecer em alguns concelhos, pode.

Chamo à atenção que os pais não terão a hipótese de ficar em casa a acompanhar os filhos, uma vez que são maiores de 12 anos. O mesmo acontece com o 3.º Ciclo se, por acaso, vier a ser posta essa hipótese.

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Sugestão de Leitura – O Prisioneiro – Rui Larsa

 

SINOPSE

Em Prisioneiro, encontramos uma poesia livre, vinda de dentro de alguém que sabe sentir-se prisioneiro. Prisioneiro de si próprio, de um interior repleto de pensamentos, sentimentos, ansiedades e desejos, que prendem qualquer um de nós, sem que disso, muitas vezes e muitos de nós, nos apercebamos.

Apercebe-se este poeta, Rui Larsa, embora também saiba que nessa prisão há igualmente as sementes da liberdade e do caminhar em frente. Pois é mediante uma equilibrada e sensata mistura do pensar e do sentir, do ansiar e do desejar que cada ser humano avança… e que o poema surge.

Por isso, o poeta diz, em certo poema, em certo momento:

«E por ti estou cativo
E cativo duma razão…
Liberta… meu coração!…»

 

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Cinema Sem Conflitos: “La Loba”

Título:  “La Loba00” | Autores: “Julia Nicolescu

“No meio de um deserto quente, uma velha Shaman prepara um misterioso ritual recolhendo ossos do que costumava ser um lobo. Dirigido por Julia Nicolescu e baseado no conto de Clarissa Pinkola Estés.”

Mais videos didáticos sobre Amor e Sexualidade, Bullying, Dilemas Sociais, Drogas, Emoções, Família, Racismo, Relações Interpessoais, Religião e Cultura, Violência, ambiente e gênero em  https://cinemasemconflitos.pt/

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCj6LBbDs8j93ijiuI-IKd3Q

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