… de continuadamente existir desconsideração pela profissão docente.
Graça Freitas desde o início desta pandemia corre atrás do tempo, e mais tarde o que se verifica é que errou sempre nas suas análises. Foi o “viruzinho” que nunca chegaria à europa, a falsa sensação de segurança no uso da máscara, entre outras.
Agora para além de desconsiderar os professores como grupo de risco para a tomada da vacina, considera ainda que os professores são uns malandros e que é mais arriscado aquilo que fazem fora da escola do que na escola.
O título do post é apenas um pequeno sentimento daquilo que começo a sentir por aqueles que opinam sobre as escolas e os professores e a última vez que entraram numa escola foi na sua adolescência. E depois não estranhem o crescente sentimento na sociedade para que as coisas mudem.
DGS defende que professores não são grupo de risco
Diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, explica que, pela profissão, “não têm um risco acrescido”.

Os professores não são considerados um grupo de risco que deva ser integrado entre as prioridades de vacinação contra a Covid-19 somente pelo critério de atividade profissional, defendeu esta sexta-feira a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas.
“Independentemente de serem trabalhadores em escolas, são pessoas com determinado grupo etário e determinados fatores de risco. Portanto, serão vacinados de acordo com esse risco, uma vez que pela profissão não têm um risco acrescido”, afirmou Graça Freitas numa audição por videoconferência na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia e do processo de recuperação económica e social.
Questionada pela deputada do PAN Bebiana Cunha sobre a eventual priorização da vacina ao pessoal docente e não docente, face à manutenção da atividade letiva presencial no novo confinamento decretado pelo Governo devido ao agravamento da pandemia em Portugal nas últimas semanas, a líder da Direção-Geral da Saúde (DGS) reconheceu a importância destes profissionais “para o funcionamento do país”, mas rejeitou considerá-los um grupo de risco.
“O seu risco na comunidade poderá ser maior do que o risco no exercício da profissão, uma vez que lidam com um grupo etário que não transmite muito a doença. Só pela profissão não são um grupo de risco”, observou, acrescentando que a operacionalização da testagem em escolas “é da responsabilidade das cinco ARS [Administrações Regionais de Saúde], em conjunto com os ACES [Agrupamentos de Centros de Saúde]”.
Graça Freitas rebateu ainda críticas a uma suposta indefinição em torno da política de critérios de seleção das escolas para testagem à Covid-19, assegurando que “a DGS deposita total confiança nas capacidades das ARS e ACES de se organizarem e de tratarem da aplicação destas estratégias”, enaltecendo a “responsabilidade” e “sofisticação” destas entidades para levar a cabo esse processo.
Já sobre a capacidade de testagem nacional, a diretora-geral da Saúde assegurou não ter conhecimento “de constrangimentos no fornecimento e acesso aos testes”, embora tenha reconhecido “incidências bastantes elevadas” da pandemia nos últimos dias.
A diretora foi secundada pelo diretor de serviços de Informação e Análise da DGS, André Peralta, que revelou que a taxa de positividade dos testes situa-se agora em 18%, sem deixar de notar que o “número absoluto de testes tem vindo sempre a crescer” e que a capacidade tem sido elástica e irá continuar a aumentar”, pelo que a “positividade irá diminuir” no futuro.
Portugal contabilizou hoje 159 mortes, um novo máximo de óbitos relacionados com a Covid-19 em 24 horas, e 10.663 novos casos de infeção com o novo coronavírus, segundo a DGS.
O boletim epidemiológico da DGS indica ainda que estão internadas 4.560 pessoas, mais 192 do que na quinta-feira, das quais 622 em cuidados intensivos, ou seja, mais 11, em ambos os casos, também novos máximos.
Desde o início da pandemia, em março de 2020, Portugal já registou 8.643 mortes associadas à Covid-19 e 528.469 infeções pelo vírus SARS-CoV-2, estando hoje ativos 125.861 casos, mais 4.046 do que na quinta-feira.




32 comentários
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Chega.
BASTA!!!!!!!!!!!!!!
A cara da senhora, fotografada nas costas da Dona Graça , diz tudo!
O vómito feito post, o Arlindo a aplaudir um fascista!
Maior vómito ainda é o costa pm. É mais do que fascista, FASCISTA é o regime de gestão das escolas por ELE implementado e suportado.
Ele é mesmo nazi, a solução final será o extermínio dos professores.
Chega, mesmo. Desgraçadamente.
A especialista: “…lidam com um grupo etário que não transmite muito a doença”.
Transmissão poucochinho.
Esta senhora baralha tudo, os professores trabalham com vários grupos etários, no meu agrupamento, temos alunos dos 3 aos 50 anos!
Marquem data para os testes e depois veremos.
FASCISTA!
A Graça Freitas já me faz confusão quando fala, porque não acerta uma…. enfim!!!
A Graça Freitas parece não saber o que diz… Enfim!!!
Os estabelecimentos escolares em pleno funcionamento, do jardim de infância ao ensino superior, implicam, em Portugal, a circulação de cerca de 2,5 milhões de pessoas. Nos restantes países da Europa, com a exceção da França, Espanha e Suíça, optaram pelo fecho das escolas. Relativamente às opiniões da diretora-geral de Saúde. Recordem que no início de 2019 garantiu que o vírus covid-19 não era uma ameaça à saúde pública e agora, vem garantir, que os professores em salas fechadas devido ao frio, com 32 alunos e apenas com uma máscara de pano no rosto, ao contrário do que se passa nos hospitais que estão protegidos com fatos especiais, não estão em perigo de serem infectados. Que credibilidade merece?
Vamos assumir a realidade – os professores são carne para canhão …
Não culpem apenas o governo pela tragédia que se avizinha. Os partidos políticos, os jornalista e os mais variados comentadores e, principalmente os representantes dos pais, dos diretores das escolas e dos sindicatos pressionaram para que a decisão fosse esta. Todos eles têm um aspeto que os une – não estão na sala de aula expostos ao perigo.
Os diretores são chulos (pessoas que vivem à custa dos outros) que estão dispostos a ligar as câmaras de gás (salas de aula) para manter o regime fascista de gestão escolar, que lhes garante outros 48 anos de poder e alguns milhares de euros extra de ordenado.
Os sindicatos idem aspas, vivem dos subsídios do governo e na dependência do estalinista pcp.
O que é que a mulher poderia dizer? Se não há vacinas para todos, há que fazer opções. Portanto, o ensino é muito importante, mas os professores não precisam de vacinas.
Não se trata de dinheiro, nem de meios, os governos do PS tratam os professores sempre da mesma forma.- ao pontapé!
CHEGA! Depois queixem-se!
CHEGA!!!
Acho que basta de humilhação!!!! Primeiro é urgente conhecer os números verdadeiros dos casos/surtos nas escolas.
Segundo quais são os critérios adotados pelos diversos delegados de saúde. São uniformes? Não me parece.
Os diretores estão ou não a esconder o que se passa nas escolas??????
É preciso com urgência denunciar tudo o que se está a passar. Turmas com 28 alunos.
Era bom que algum diretor desse autorização para filmarem as turmas com os alunos sem distanciamento.
Estou cansada de tantas mentiras deste governo!! Mas que classe é a nossa.
Depois escolas com falta de assistentes operacionais para desinfetarem as salas.
Não percebo.
É preciso denunciar!!!!!
Chega!
Esta senhora tem tantas certezas como quando apregoava que o uso de máscara é que era um perigo para a propagação da doença. Depois engoliu o que disse.
Daqui a pouco tempo vai tomar consciência do que está por trás dos 80% de casos de contaminação que, aparentemente, ninguém sabe de onde vêm.
Vivemos tempos de jornalismo “albarram” ( se estão recordados significa jornalista de merda). O 1º ministro disse numa entrevista – não me perguntem qual porque me recuso a ouvir qualquer político. Fazem-me mal à saúde. Começaram por me causar urticária, mas os sintomas agravaram-se. Agora causam-me vómitos- que o número de contágios aumentou nas pausas letivas. O polígrafo SIC provou, com números, que aconteceu precisamente o contrário mas, mesmo assim, classificou as afirmações do sr. costa (o c minúsculo é propositado) de “imprecisão” e não de “mentira”. Os ricos não cagam, defecam.
Esta é gente é, totalmente, doida e ainda há palhaços de professores que defende acerrimamente este Governo!
Só agora percebeu que uma significativa parte dos professores é acéfala?
Limita-se a debitar uns quantos conteúdos que aprendeu há uns trinta anos, e não tem um pingo de inteligência, muito menos de capacidade crítica. Se assim não fosse pelo menos ajudava as futuras gerações a “abrir os olhos” em relação a esta escumalha política que nos governa. Têm a maior/melhor arma e nem a sabem usar!!!!!! Acéfalos, reafirmo.
Onde andam os sindicatos no meio disto tudo!? Alguém que nos defenda verdadeiramente, sem interesses partidários? Q se forme uma ordem e se acabe com as centenas (ou milhares) de delegações sindicais q por aí andam. Ao q fazem, ou nada, vai dar ao mesmo.
Uma classe cada vez menos respeitada, por toda a sociedade. Carne para canhão e ponto final. A ajudar o facto de sermos uma classe desunida, acabamos por comer e calar e sem ter qualquer tipo de peso quando falamos. Alguém aqui escreve e bem: comecem a autorizar filmagens e fotografias de salas de aula e dentro dos recintos escolares e vão ver as “regras” a serem respeitadas (a começar pelas salas com 30 lá dentro).
Ao menos testem o pessoal docente e não docente nas escolas! Tive 2 contatos sintomáticos que testaram positivo, com um aluno e em reunião com uma colega e a delegada de saúde disse que como estivemos com máscaras não há testes para ninguém… Bonito!
Arlindo, é impressão minha ou há aqui um apoio velado a um partido populista, que como todos os populistas, ganham com a insatisfação dos povos, mas, uma vez no poder, são ainda piores. Não vão na cantiga do bandido. Temos de exigir mais dos partidos, e as coisas não estão bem, mas não são trumps, bolsonaros ou le pens que vêm resolver o que quer que seja. A democracia precisa de ser aprofundada, não anulada.
Trump, bolsonaro e le pen, todos juntos, é o fascista do Costa.
Basta!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Os professores valem menos que o cidadão ucraniano morto pelo governo português.
Cairão que nem tordos em tempo de caça e as famílias nem terão indemnização.
Jorge, desde o 25 de abril de 74 que a população estava esperançosa que a vida iria melhorar em vários aspetos. Todavia, para além do fim da guerra e a maior liberdade de expressão, tudo o resto piorou!!! Piorou imenso a Economia, onde os partidos do sistema delapidaram a riqueza que Portugal tinha na altura e tornámo-nos subservientes da esmola da UE, basta consultar os dados disponíveis no portal Pordata, onde a média da taxa de crescimento real do PIB entre 1961 e 1973 foi de 6,4%, mesmo em tempo de guerra o que é impressionante!!!; Piorou a nossa justiça, onde os corruptos gozam de uma quase total impunidade, bem como grande parte de outros tipo de crimes; piorou a Educação, onde se prefere fomentar os números “estatísticos” ao invés da qualidade e rigor no ensino, etc, etc, etc…
O povo é sereno mas uma boa parte já deixou de ser parvo e quando olha para esta democracia, que há vários anos eu venho a apelidá-la de “democracia podre”, que já conta com quase 47 anos, sente-se revoltado e com toda a razão! As pessoas simples, como eu, que conheceram este País antes e depois do 25 de abril, sentem-se totalmente defraudas.
João, partilho da mesma opinião que também eu me sinto defraudado em relação ao que seriam as expectativas legítimas que deveríamos ter em relação à democracia. O que me parece perigoso é que, em momentos em que a democracia já de si se encontra periclitante, haja quem pense que seria melhor acabar com ela de vez ou que virá um qualquer D. Sebastião salvar-nos do estado a que as coisas chegaram. Há afirmações que me assustam e, num blog onde se concentram tantos responsáveis pela educação de gerações futuras penso que talvez fosse importante deixar claro que é preciso defender a democracia contra todo o tipo de ataques, venham da esquerda ou da direita e perceber que os partidos populistas vivem do descontentamento, mas, uma vez no poder, são ainda piores do que os outros e tentam silenciar tudo à sua volta.
Sindicatos?! O que é isso de Sindicatos?! Se a classe dos professores tivesse uma ORDEM que os representasse e defendesse outros galos cantariam. Vivemos num marasmo e pasme-se o Mário Nogueira defendeu as Escolas abertas, o Ministro também e outros. Sempre gente que está encostada e nem imaginam o que se passa na maioria das Escolas. Os alunos usam a mesma máscara semanas a fio e quando no recreio tiram-na e abraçam-se!! Onde anda o distanciamento cá fora e nas salas de aulas com vinte e muitos alunos?! Já não bastava este panorama desastroso, agora vem a Graça Freitas que só dá “tiros nos pés” dizer que os professores não representam um grupo de risco… Ela é que é um risco para todos nós…
Em relação aos indignados com este post, por eventuais conotações políticas, espero que não leccionem História. Seria lamentável fazerem-no quando nem sequer sabem o que é (foi) o fascismo. Aplicam-no a seu bel prazer sem o mínimo de rigor.
Quanto a ameaças para a democracia, se isto em que vivemos é uma democracia vou ali e já venho. Casos e casos de corrupção que nunca dão em nada, abusos, compadrios… enfim. Ah, podemos votar, não é? que bom, já é muito bom. Ameaças à democracia? há, certamente, algumas delas andam aí há muitos anos mas têm passado por entre os pingos da chuva e a hipocrisia de certos sectores.
São muitos anos de total desrespeito pelos professores, então nos últimos 5, não são tidos nem achados, são tratados ao pontapé.
Tudo, em nome de uma gigante roubalheira, num país paupérrimo, onde a vida de um professor é desvalorizada e miserável… Sim, já CHEGA.
Em vez de CHEGA poderia ser BASTA… por causa das confusões.
Vota na Conchita !!!