Atividades letivas presenciais devem ser suspensas

 

Atividades letivas presenciais devem ser suspensas

O SPZC/FNE entende que, no contexto atual, e perante as informações sobre a evolução da pandemia e o brutal agravamento dos números de infetados e de óbitos, as atividades letivas presenciais devem ser suspensas, em nome da nossa preocupação primeira de garantir as condições de saúde de todos.

É conhecida a posição do SPZC/ FNE que defende desde o fim do primeiro período letivo que se deveria adotar o regime híbrido para o funcionamento das nossas escolas, ao nível do ensino secundário e do terceiro ciclo do ensino básico.

Entretanto, as informações que vão sendo conhecidas sobre a evolução da disseminação da pandemia levam-nos a ajustar a nossa posição e a propormos que as atividades letivas presenciais sejam suspensas.

Com efeito, são inúmeras as declarações de especialistas que consideram indispensável a interrupção das atividades escolares.

Por outro lado, e para a avaliação desta medida, não podemos deixar de considerar como negativo que os trabalhadores da educação – Docentes e Não Docentes – não estão a ser considerados como prioritários para a vacinação, ao contrário do que recomenda a UNESCO.

Assinalamos que o SPZC/FNE sempre sublinhou a importância da atividade letiva presencial, em nome da equidade educativa e social.

O SPZC/FNE sempre acentuou a insuficiência dos recursos tecnológicos que possam garantir a indispensável ligação dos alunos com as suas escolas, quando a atividade letiva presencial não pode ser realizada. O Governo não dotou as escolas dos recursos indispensáveis para que as escolas estivessem preparadas para uma nova interrupção das atividades letivas presenciais.

O SPZC/FNE está consciente de que não estão garantidas as condições para que se preserve a equidade entre os nossos alunos e que os efeitos de uma medida de interrupção das atividades letivas presenciais são extremamente graves. Mas a preocupação que assumimos sobre a preservação das condições de saúde de toda a população conduz-nos à conclusão de que é incontornável a interrupção das atividades letivas presenciais.

 

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17 comentários

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    • Bazófias on 19 de Janeiro de 2021 at 10:01
    • Responder

    Mais uns que são muito coerentes

      • Zeco, mas ainda racional on 19 de Janeiro de 2021 at 12:20
      • Responder

      Ok, nestes momentos qualquer sindicatozinho espremeia para mostrar que não estão em recolhimento.
      Gostaria era de ver os seus representantes fazer uma greve de fome à frente da AR para reivindicar as ações que dizem defender pelos seus associados.
      Enfim…

    • Rui Filipe on 19 de Janeiro de 2021 at 12:36
    • Responder

    F EC H E M A S E S C O L A S.
    R E Q U U I S I T E M O S H O S P I T A I S P R I V A D O S.

    Cambada de imbecis.

    • Duma on 19 de Janeiro de 2021 at 13:13
    • Responder

    Pois … mas na semana passada afirmaram exatamente o contrário. Inconsequentes!!

    • Filipe on 19 de Janeiro de 2021 at 13:21
    • Responder

    Estas eleições e principalmente no próximo Domingo , vai ser a tempestade final em Portugal . Imaginem só as urnas em escolas e no outro dia as crianças a terem contacto com superfícies oriundas por vezes de contactos de pessoas que estão infetadas sem saber ou estão perto de infetados e transportam o vírus . Os surtos irão aparecer após o dia de votação em alta escala . O RNA do vírus agradece a Portugal ser o país N.º 1 do Mundo .

    • !!!! on 19 de Janeiro de 2021 at 13:29
    • Responder

    Estes palhaços da fne ainda há quatro dias foram dizer ao Trumpcosta que era para ficar tudo a funcionar.

    • Alecrom on 19 de Janeiro de 2021 at 13:55
    • Responder

    A Ana Gomes também já mudou de opinião.

    • Man on 19 de Janeiro de 2021 at 14:20
    • Responder

    A sério! Não entendo os professores… Afinal, que defendem? Mas não ouvi dizer, algures, que ,” à distância”, trabalhavam muito mais: o dobro, o triplo, o quádruplo? Acho que sim…

    Contudo, a avaliar pelo “ar dos textos” que vão publicando, parece que, ao arrepio de textos “déjà vus” muitos docentes prefeririam ficar lá por casa? Ou terei cometido algum erro de interpretação? Caso assim seja… as minhas desculpas!

    Saudações anticovidianas!
    Man.

      • Duma on 19 de Janeiro de 2021 at 15:50
      • Responder

      Temos que ficar em casa pela defesa da saúde pública. Não é porque dá mais jeito assim ou assado. Ainda não percebeu!?

      • Duma on 19 de Janeiro de 2021 at 17:53
      • Responder

      Trata-se de ir para casa por uma questão de saúde pública. Não é porque dá mais jeito assim ou assado. Ainda não percebeu !?

      • Duma on 19 de Janeiro de 2021 at 17:58
      • Responder

      Trata-se de uma questão de SAÚDE PÚBLICA! Não é porque dá mais jeito assim ou assado. Será que ainda não percebeu !?

    • Atento on 19 de Janeiro de 2021 at 15:01
    • Responder

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    Tenho pena que ainda nao tenham Cadaveres de Adolescentes devido a COVID…..

    Mas, estejam descansados que ainda vamos assistir ao Vivo e a Cores as URNAS a passarem….

    NOJO de (DES)Governantes pseudo-socialistas da treta…..

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    • obnóxio on 19 de Janeiro de 2021 at 15:43
    • Responder

    Costa admite fechar escolas se estirpe inglesa for dominante

    O primeiro-ministro admitiu que o Governo pode vir a encerrar as escolas caso a estirpe inglesa da covid-19 se tornar dominante no país. “Estamo-nos a bater para manter escolas abertas porque sabemos o custo social de fechar, amanhã vamos começar campanha de testes rápidos. Se para a semana, amanha, depois de amanhã, soubermos, daqui a 15 dias soubermos, que a estirpe inglesa se tornou dominante no nosso país vamos ter de fechar as escolas”, afirmou António Costa no debate no Parlamento.

    O primeiro-ministro respondia à interpelação de Adão Silva, da bancada do PSD, sobre a evolução da pandemia, adiantando que o decreto com o ajuste das medidas (já promulgado pelo Presidente da República) entra em vigor à meia-noite de quarta-feira. António Costa sugeriu que, caso as escolas encerrem, o PSD vai acusá-lo de recuar. “Não vamos dizer que recuou, vamos dizer que tomou a decisão certa”, retorquiu Adão Silva.

    • Duma on 19 de Janeiro de 2021 at 17:59
    • Responder

    Trata-se de uma questão de SAÚDE PÚBLICA! Não é porque dá mais jeito assim ou assado. Será que ainda não percebeu !?

    • Atento on 19 de Janeiro de 2021 at 18:06
    • Responder

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    Nojo de Governantes

    Nojo de Sindicalistas de meia-tijela…..

    Só agora é que descobriram que as Escolas deviam ENCERRAR???????????????????????????

    BANDALHOS!………Tenham VERGONHA!……………….Nojentos………….

    CHEGA!…..CHEGA!…..CHEGA!…..CHEGA!…..CHEGA!…..CHEGA!…..CHEGA!…..CHEGA!…..CHEGA!…..CHEGA!…..CHEGA!…..CHEGA!…..CHEGA!…..CHEGA!…..CHEGA!…..CHEGA!…..CHEGA!…..CHEGA!…..CHEGA!…..CHEGA!…..

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    • Alexandra Almeida on 19 de Janeiro de 2021 at 23:02
    • Responder

    Ok. Se é preciso fechar, fecha-se. Mas NÃO nos obriguem a dar aulas online!
    Bem vimos como foi no 3º período do ano passado. Trabalhámos literalmente “pró boneco”.
    Na maioria das vezes, só com 1 ou 2 computadores por agregado familiar, quer para docentes, quer para discentes, foi “para esquecer”! Até houve alunos que NADA FIZERAM desde que saíram da escola, que ficaram de livro fechado até ao final do ano letivo… e depois passaram todos…
    Fechem 1 mês, mas fiquemos “en vacances”, nós e os alunos. Porém, no final do ano letivo, que as aulas continuem por mais 30 dias. Assim é que devia ser!

      • Bazófias on 19 de Janeiro de 2021 at 23:18
      • Responder

      Concordo

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