Outubro 2020 archive

7 milhões para gel e desinfetante no 2.° período

Tiago Brandão Rodrigues anunciou que os orçamentos das escolas vão ser reforçados em mais sete milhões de euros no segundo período para a aquisição de mais equipamentos de protecção individual e gel desinfectante.

Este reforço está previsto na proposta de Orçamento de Estado para 2019, onde está inscrita uma verba de 6,4 milhões de euros para gastar nas medidas de protecção contra a covid-19.

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A História não se apaga, importa! A Liberdade de expressão importa!

 

Hoje cumprem-se 8 dias sobre o bárbaro assassinato de Samuel Paty, professor de História que ensinava a importância da Liberdade de Expressão. Para assinalar isto e para chamar à atenção para a importância da História um grupo de professores de História.

Partilhem esta imagem

 

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2.º ciclo de Vila Viçosa em regime não presencial a partir de hoje

 

O Agrupamento de Escolas de Vila Viçosa vai colocar no Regime de ensino à distância, já a partir de hoje, todos os alunos das turmas de 2º ciclo.

Esta situação ocorre devido ao Surto de Covid-19 existente no concelho de Vila Viçosa e ao encerramento da cozinha do Agrupamento de Escolas de Vila Viçosa(pelo menos até dia 29).

Assim, à semelhança do que já tinha acontecido com o 3º ciclo e algumas turmas de secundário, são agora os alunos de 2º ciclo a terem as aulas em regime não presencial.

 

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As coisas em Lisboa estão mesmo complicadas…

…ao ponto de não se conseguir, mesmo após a contratação de escola, preencher um horário completo e outro de 14 horas?

E será que repartir esses horários em micro horários de 5 horas resolverá a questão?

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Reuniões intercalares, presenciais ou à distância?

É claro que o presencial nem se equaciona neste momento, mas há sempre quem goste do calor humano…

Chegou-nos por email.

Sou docente no agrupamento de escolas de XXXXXXXXX região com elevado nível de contágio de Covid 19.
Apesar do elevado número de casos registados decidiram fazer as reuniões intercalares presenciais em vez de on-line.
Estou errada ou as indicações do ministério da Educação eram para as aulas serem presenciais e todo o restante serviço ser on-line?
Estar mais de 12  horas consecutivas a usar máscara é completamente desgastante, penso que não foi essa a indicação dada pelo Ministério da Educação, ou estou errada?
A prioridade são as aulas presenciais que é o que os nossos alunos precisam, colocar reuniões presenciais a acabarem às 19:40 da noite (a correr bem), sabendo que os prolongamentos das escolas do 1º ciclo acabam na melhor das hipóteses às 19:30, com quem vai ficar o meu filho, com os avôs que são ambos doentes de risco?
Sei que posso fazer greve que foi convocada para essa altura mas repugna pelo facto de não estar lá escrito o meu motivo, a greve foi convocada pelo sobre trabalho e não devido a situação excecional que vivemos de tempo de pandemia, que exige formas de trabalhar também diferentes.

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E72 – 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano

A política de comunicação da Direção-Geral da Administração Escolar, em formato digital, bidirecional, com os cidadãos, as escolas e outros interlocutores, levou à criação de um novo serviço suportado por uma aplicação eletrónica, o E72. Com este serviço, disponível 24h por dia, 365 dias por ano, a DGAE assume o compromisso de resposta mais eficiente e célere, até 72 horas, bem como a  disponibilização do histórico dessa comunicação. Basta estar registado no SIGRHE para poder aceder a este serviço e colocar as questões que pretende esclarecer, dispensando a usual conta de e-mail.
O acesso ao E72 pode ser realizado através do Portal da DGAE ou através do link https://sigrhe.dgae.mec.pt.

 Instruções de utilização

SIGRHE – E 72

 

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Falta de professores: só um bug ou crash do sistema?

Até o BE…

Falta de professores: só um bug ou crash do sistema?

Há alunos que não têm professor a determinadas disciplinas logo no início do ano nem vão ter até ao final. Esses alunos serão cada vez mais, sobretudo na região de Lisboa, Alentejo e Algarve.

No início de outubro faltavam 851 professores nas escolas. Esta semana, a zona de Lisboa esgotou a bolsa de professores em 5 disciplinas e o Algarve em 3 (1). O país precisa de discutir o que se passa e debater soluções antes que seja tarde demais, se é que vamos a tempo.

O regime de recrutamento e colocação de professores é complexo e aritmético mas não existe suspenso no ar, intangível. Como todos os outros sistemas, também depende de um programador que faz cálculos e dá comandos, testa falhas e instala firewalls. A nota informativa enviada esta semana às escolas pela Direção-Geral da Administração Escolar reconhecendo “alguns constrangimentos no preenchimento de horários” demonstra que o responsável pelo sistema está a tratar a falta de professores apenas como mais um bug, uma falha ocasional possível de contornar. E é isso que nos deve assustar.

Porque por muito que a máquina precise de afinação, e esta precisa, não vale pena atirar-lhe as culpas para cima. O software está desenhado para resolver a ausência episódica de um ou outro professor, tanto que até hoje fez muitas substituições e nunca crashou, mas nada pode contra a falta massiva de professores no sistema educativo.

Deixemos a informática de lado. Tal como o erro de considerá-lo um constrangimento, o problema é político.

Aqui devo fazer um aviso à navegação: para entender a falta de professores no sistema educativo português é preciso ter paciência para os números. É um exercício chato mas a consequência de não fazer tende para o zero.

Comecemos pelos problemas grandes e vamos depois às afinações possíveis.

Primeiro problema: envelhecimento. Dos 89 925 docentes vinculados em 2019, 51 983 (57,8%) poderão aposentar-se num prazo de 10 anos: 17 830, nos primeiros quatro anos, 24 343 nos quatro anos seguintes e 9810 entre 2029 e 2030. Por áreas, a distribuição é esta: 73% em educação de infância; 80% em Português/História, 67% em Português e Francês e 62% em Matemática e Ciências naturais de 2.º ciclo; 96% em Educação Tecnológica, 86% em Economia e Contabilidade, 71% em Filosofia, 68% em História e 66% em Geografia de 3.º ciclo e secundário. Professores abaixo de 30 anos? é fácil: valor residual (2).

Segundo problema: precariedade. Em 2019, 8% dos educadores de infância, 17% dos professores de 1.º ciclo, 16,7% dos professores de 2.º ciclo e 24,4% dos professores de 3.º ciclo e secundário tinham contratos anuais precários (3). Este ano, o Ministério da Educação vinculou 872 docentes, 9% em relação aos que tinham sido contratados através de mecanismos de renovação de contrato e contratação inicial do ano anterior, e menos de metade dos vinculados que se reformaram (4).

Para os leitores que saltaram dos números diretamente para as conclusões, deixem-me tentar resumir: há alunos que não têm professor a determinadas disciplinas logo no início do ano nem vão ter até ao final. Esses alunos serão cada vez mais, sobretudo na região de Lisboa, Alentejo e Algarve.

Este problema não se resolve sem uma grande reforma do sistema educativo que tenha três eixos: reformar os professores mais antigos para abrir vagas; vincular todos os precários do sistema para garantir que não fogem para outras profissões; dignificar a carreira docente para atrair mais candidatos. Nenhum destes problemas está a ser tratado e a breve notícia de que haveria um programa de pré-reformas para docentes, além de pré-anunciar cortes valentes, não se deixa encontrar no Orçamento 2021.

Passemos às afinações possíveis, ao imediato. A maioria dos horários em falta são horários incompletos, os “párias” do sistema. Alguns dos docentes colocados nesses horários não têm acesso sequer aos descontos completos para a Segurança Social. Pelo menos 800 professores dos que ainda estão em falta recusaram a colocação numa escola porque iriam ganhar entre 555 e 750 euros líquidos para darem entre oito e 14 horas de aulas por semana, provavelmente deslocados do norte para Lisboa/Alentejo/Algarve.

Querem resolver os “constrangimentos”? Comecem por aqui, por estes professores que andam há anos a reclamar justiça. Mas sem ilusões, a médio prazo os números serão tão compreensivos.

1 Fonte: https://www.arlindovsky.net/
2 Fonte: CNE
3 Fonte: DGEEC
4 Fonte: FENPROF

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Faltam professores. E soluções? Alberto Veronesi

Faltam professores. E soluções?

Este problema pode ser resolvido. Não é fácil nem barato. Mas se não invertermos, já, esta situação, hipotecaremos o futuro de várias gerações. Tem de haver vontade e um pacto político-social.

Faltam professores. Nas últimas semanas foram várias as notícias que indicavam este facto, que, não sendo novo, faz sempre manchete nos jornais nacionais. Mas não chega para incomodar quem deveria. Afinal há ou não falta de professores? Não, exceptuando alguns grupos muito restritos.

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Tribunal isenta criança de 7 anos de cumprir regras da escola contra a Covid

Tribunal isenta criança de 7 anos de cumprir regras da escola contra a Covid

  • Escola é a mesma onde há uma semana alunos foram suspensos por partilhar lanche. Pais de um aluno de 7 anos interpuseram providência cautelar contra as restrições impostas e que estavam a levar o filho a criar aversão à escola. Tribunal aceitou e agora criança deixa de estar sujeita às regras. Há dezenas de outros casos, diz advogado.
Uma criança de 7 anos está liberta de cumprir as regras contra a propagação da Covid-19 impostas pela escola que frequenta. A decisão foi tomada esta semana pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra que aceitou uma providência cautelar interposta pelos pais da criança, avança o Observador. À SÁBADO, o advogado da família confirma que tem cerca de 20 casos idênticos em mãos.
 O caso aconteceu na mesma escola onde há uma semana alunos foram suspensos por partilhar o lanche e faz parte do Agrupamento de Escolas Escultor Francisco dos Santos, revela José Manuel de Castro, o advogado que representa os pais que apresentaram a providência cautelar aceite pelo tribunal. “Estamos a falar de um aluno de 7 anos que se encontrava sob grande pressão, tal como todos os outros alunos da escola, na sequência destas orientações dos ministérios da Saúde e da Educação”, explica.

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Listas Provisórias do concurso do Projeto C.A.F.E. em Timor-Leste 2021

Listas Provisórias dos candidatos admitidos e excluídos ao Procedimento Concursal com vista à constituição de uma bolsa anual de docentes para o exercício de funções no Projeto C.A.F.E. em Timor-Leste, em 2021

Publicam-se as listas provisórias dos candidatos admitidos e excluídos ao Procedimento Concursal com vista à constituição de uma bolsa anual de docentes para o exercício de funções no Projeto Centros de Aprendizagem e Formação Escolar em Timor-Leste, em 2021.

 

Listas Provisórias de admissão e exclusão

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Inércia e engenharia social são as causas da histórica falta de professores – Paulo Prudêncio

 

Inércia e engenharia social são as causas da histórica falta de professores

Inércia dos sucessivos governos e crença na engenharia social, são as causas da histórica falta de professores. Como ponto prévio, recorde-se que o primeiro-ministro condenou (SIC, 18/04/2015) a “guerra aos professores da escola pública decidida num conselho de ministros de 2006” que originou a célebre manifestação de 2008 e que Passos Coelho legislou horários ao minuto para reforçar a precarização enquanto Nuno Crato declarava que “há professores a mais” (Jornal I, 21/03/2013). São dois exemplos que retratam a engenharia social que oxigenou as finanças e que fatalmente promoveu a inércia. Mas já lá vamos.

A grave falta de professores tornou-se estrutural. Mesmo que se iniciasse uma urgência formativa, os efeitos surgiriam depois de 2030. O agravamento será progressivo. Mais de metade dos professores reformar-se-á nesta década. Vários cursos de formação inicial estão há anos a fio sem alunos. Em cada mil alunos do secundário, contam-se pelos dedos de uma mão os que escolhem o ensino.

Há causas identificadas: a burocracia do exercício que tratarei no fim deste texto; a devassa mediática da profissão que lhe retirou atractividade; a degradação da carreira e da democracia nas escolas; e o esgotamento do modelo de formação inicial. Neste último domínio, uma solução mais apelativa e flexível passaria por licenciaturas eclécticas dentro das grandes áreas. Nos mestrados, estudar-se-ia a pedagogia e o aprofundamento científico. Depois de um estágio plurianual em exercício, aceder-se-ia ao quadro. Mas nada disso se discute. Instalou-se a inércia. Quem vier a seguir que resolva a equação.

Além disso, os governos esperam recrutar licenciados desempregados. Chamam-lhe outras ferramentas. Mas é muito incerto. Não se sabe onde é que haverá desemprego e não existirá procura nas humanidades e nas artes.

Também não é seguro esperar que a inteligência artificial substitua os professores. E cresce a apreensão ao olharmos para a tendência global da engenharia social: as gigantes tecnológicas de serviços – Google, Amazon, Uber, Booking ou Airbnb – não produzem conteúdos para os motores de pesquisa, nem carros, hotéis, imóveis de aluguer ou objectos, mas facturam pela sua compra ou utilização com trabalhadores precários instalados na nuvem; há uma revolução do trabalho que pede como competência a ligação à internet e, como escreve Klaus Schwab (2017:46), em A Quarta Revolução Industrial, “parte da força de trabalho desenvolve diferentes tarefas para assegurar o seu rendimento – pode-se ser um motorista da Uber, um shopper do Instacart, um anfitrião do Airbnb e um Taskrabbit”. Nesta lógica, desejam-se os monitores que assegurem a ordem na escola presencial automatizada enquanto os encarregados de educação trabalham. Acima de tudo, prestarão um “relevante” serviço aos orçamentos dos países.

Diz-se que são as regras do jogo. No entanto, é importante que se evidencie que os professores continuam na zona de incerteza das profissões mais e menos propensas à automatização. E como inscrevem os investigadores da quarta indústria, o futuro será muito bom ou caótico não dependendo da vontade divina. Aliás, a corrida ao trabalho virtual não regulamentado poderá transformar-se em forte instabilidade social e política difícil de reverter sem formação de professores.

A crise covid-19 radiografou o fenómeno. Foi surpreendente o anúncio do reforço de contratação e já é o próprio anunciante, “o Ministério da Educação, que admite que a substituição de professores está a ser difícil”. É esta irrealidade que espelha o inferno burocrático que referi anteriormente. Mas é também por inércia. Percebe-se ainda melhor se olharmos para uma vertente decisiva: o digital escolar.

Repare-se que Portugal evidencia o que falta fazer no universo escolar. É estranho que assim seja porque temos provas dadas onde a sociedade em rede permite desempenhos organizacionais ímpares: rede multibanco, via verde ou critical software. Por exemplo, quando o ministro da Educação diz que – “é impossível saber quais os alunos que não têm internet e computador” – estão mais de duas décadas em que essas perguntas são feitas no início de cada ano lectivo e perdidas na incapacidade de se gerar um sistema de dados que se aproxime sequer dos três citados. E, ciclicamente, os serviços centrais promovem formação em competências digitais para todos como uma espécie de panaceia que se revela irrelevante. É um desfasamento que acrescenta entropia e não impede a exibição do supérfluo, mas inibe o substancial e gera desperdícios financeiros. Dá menos trabalho do que o essencial e o organizacional. É um desequilíbrio avassalador das aprendizagens essenciais. Infelizmente, as sucessivas políticas convenceram-se que a formação e a carreira dos professores não são bens preciosos para os bons desempenhos organizacionais no futuro nem para a consolidação da democracia.

 

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Cinema Sem Conflitos: “Venus”

Título:  “Venus” | Autores: “Jung Sae-Yun

Em um armazém mora uma mulher que parece uma escultura de Vênus – sem braços e sem pernas….

Mais videos didáticos sobre Amor e Sexualidade, Bullying, Dilemas Sociais, Drogas, Emoções, Família, Racismo, Relações Interpessoais, Religião e Cultura, Violência, ambiente e gênero em  https://cinemasemconflitos.pt/

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCj6LBbDs8j93ijiuI-IKd3Q

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𝗖𝗜𝗕𝗘𝗥𝗦𝗘𝗚𝗨𝗥𝗔𝗡Ç𝗔 𝗘(𝗠) 𝗘𝗗𝗨𝗖𝗔ÇÃ𝗢 | JÁ ONTEM ERA TARDE |

É já no próximo dia 28 de outubro a conferência sobre Cibersegurança em Educação.
Num momento em que toda a educação se vira para o digital e para o online, uma valor de referência será sempre a segurança.

𝗖𝗜𝗕𝗘𝗥𝗦𝗘𝗚𝗨𝗥𝗔𝗡Ç𝗔 𝗘(𝗠) 𝗘𝗗𝗨𝗖𝗔ÇÃ𝗢
| JÁ ONTEM ERA TARDE |

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A escola aos retalhos, uma nova realidade que a pandemia nos trouxe…

 

Escola em tempos de pandemia é como um puzzle que pode perder uma peça a qualquer momento

À primeira vista, a escola parece viver um dia como tantos outros, antes da pandemia. O porteiro no seu posto, a telefonista atrás do balcão, alunos, professores e auxiliares nos corredores e nas salas de aula.
Mas o que parece não é. A escola Secundária Gonçalves Zarco, em Matosinhos, como tantas outras, está desfalcada. A Covid-19 já levou e trouxe parte da comunidade escolar, que foi obrigada a recolher-se em casa. As aulas decorrem como é possível.

No fundo de uma sala, com chão de madeira, uma parede forrada a espelho e pequenas janelas abertas, o professor Manuel Romão está junto dos alunos, mas não está próximo.

Pousou a mochila está no chão, colocou o tablet em cima da secretária e, sozinho, fala para a frente do monitor.

Do outro lado estão os alunos de uma turma que está em quarentena, há quatro dias, depois de uma aluna testar positivo à Covid-19. Mas o longe nem sempre se faz perto, porque há barreiras intransponíveis.

“O contacto direto com os alunos é sempre melhor. E nem todos têm as melhores condições, alguns assistem à aula no telemóvel”.

José Ramos conduz a visita pela escola que conhece como ninguém. É diretor há 26 anos. Nunca viu, nem imaginou ver o que está à vista: “Foi um mês muito complicado, de muita adaptação e de muitos receios. Felizmente não temos muitos alunos e professores infetados”.

A escola Gonçalves Zarco, em Matosinhos, registou, no primeiro mês de aulas, três alunos infetados pelo novo coronavírus. Professores ainda não houve nenhum, mas já foi necessário o recolhimento de alguns, por contacto com casos positivos. A substituição tem sido tranquila, porque “os professores que dão destacados para dar aulas nas cadeias ainda não têm autorização para isso, por isso ficam aqui a colmatar falhas”.

Mil e trezentos alunos em horário diurno, trezentos em horário noturno, 180 professores e trinta e cinco auxiliares, são estes os números de quem todos os dias percorre os corredores desta escola.
A manhã vai correndo sem sobressaltos. No primeiro andar, os docentes trocam impressões na sala que é deles.

Teresa Ramalheira chega, pousa a carteira, tira a máscara e vai para a varanda. Professora de português, tem um aluno do 12º ano em casa, com quem faz a ponte através de um computador: “Estamos ligados e eu vou dando a aula e ele vai assistindo, porém não lhe posso fazer perguntas, porque ele não tem como responder, não conseguimos escutá-lo.”

Durante a primeira fase da pandemia, a escola emprestou duzentos e cinquenta computadores, que agora são necessários para o dia-a-dia. O direto, José Ramos, tem alguns para emprestar a alunos e professores: “Neste momento temos um emprestado a uma professora que está de quarentena. Neste caso, os alunos estão na sala de aula e ela está em casa e dá a aula online no respetivo horário”.

O dia de Cristina Reis ainda agora começou e já teve trabalho extra. Na véspera soube que terá menos um aluno na sala, por causa da Covid-19: “Estive agora mesmo a avisar os professores que ele não está e a preparar material”.

A turma passou a ser um puzzle, que pode perder uma peça a qualquer momento, “é mais trabalhoso, mais complicado ter alunos em casa e alunos na sala de aula. Se forem muitos, em simultâneo, teremos de rever a estratégia”.

Dentro da escola, as regras de segurança têm sido respeitadas. Fora não é bem assim. Os professores queixam-se que os alunos não usam máscara e não se distanciam como deviam, arriscando gestos que podem custar uma quarentena forçada.

Entretanto, o professor Manuel Romão é interrompido. Não é uma questão. É uma notícia.
Uma aluna acaba de receber o resultado do teste à Covid-19, “deu negativo”, escuta o professor, ao que responde, “ainda bem, ficamos todos muito contentes!”

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A evolução da Escola devido à pandemia – Adelino Calado

 

A evolução da Escola devido à pandemia

A Escola vive, atualmente, momentos difíceis, conturbados e algo penosos!

Sabemos que a centralidade da Educação em Portugal, consubstanciada em inúmeros documentos legislativos e assente em plataformas digitais que controlam todos os processos administrativos, inviabilizam todas as tentativas de autonomia.

No entanto, do ponto de vista pedagógico, a amplitude de liberdade dos normativos legais, desde sempre abriu espaço para encontrar as melhores estratégias e metodologias para o desenvolvimento e aquisição de aprendizagens de qualidade.

A formação inicial dos docentes vive ainda um período muito apegado à tradicional forma de encarar a Escola. “Ensinar a muitos como se de um só se tratasse” é ainda uma visão muito comum. Tal forma de vivenciar o ensino traduz-se numa centralidade do professor, como alguém que possui o conhecimento e que tenta passa-lo aos jovens, normalmente de uma forma expositiva. E esta é mesmo a perceção, generalizada, que se tem da educação.

Mas a evolução da sociedade, as constantes alterações de um mundo em mudança, os requisitos que o mercado de trabalho vem exigindo são, ou deveriam ser, indicadores suficientemente fortes para alterar a forma como se encara a Educação e o Ensino, obrigando a repensar a Escola.

Assim, liderar processos de mudança pode e deve ser a tarefa primordial de gestores e/ou diretores, sabendo de antemão que a natural oposição a alterações do quotidiano é o elemento desmotivador de todo o processo.

“Inovar” tem sido a palavra-chave no planear, mas também é fundamentalmente nas práticas pedagógicas. Estratégias e metodologias inovadoras são naturalmente apelativas e mesmo ansiadas por docentes.

Em teoria, é universalmente consensualizada a pertinência de quase todas as iniciativas e novos desenvolvimentos na prática escolar, mas tal dificilmente é experienciado. As ações não correspondem às manifestações de intenção!

Contrariamente à generalidade de académicos, e à maioria dos docentes, entendemos que as mudanças têm que ocorrer de uma forma disruptiva.

Aliás, se analisarmos o que recentemente se passou com o confinamento, situação imprevisível mas real e abrupta, a necessidade de estabelecer contacto com alunos levou praticamente a que a generalidade dos docentes tivesse recorrido às tecnologias, mesmo os que manifestavam a sua total oposição, quando há já bastante tempo se tentava introduzir mais o digital no sistema.

Foi uma constatação de que, mais do que uma obrigatoriedade imposta pelo sistema ou pelos superiores hierárquicos, confrontados com um problema a solução foi assumida, ainda que os “princípios” fossem outros e de um momento para o outro!

E agora? O momento atual radicalizou e absorveu todo o tempo das lideranças escolares. Os normativos e as orientações superiores, essencialmente as que se referem às regras sanitárias, limitaram quase por completo a preparação deste novo ano letivo.

Na realidade, o excelente documento: “Orientações para a recuperação e consolidação das aprendizagens”, publicado pelo Ministério da Educação, revela-se como o mais inovador conjunto de propostas alguma vez elaborado e assumido pela administração, no entanto, pouco ou nada influiu na preparação e na prática deste extraordinário e diferente novo ano escolar.

As questões sanitárias, e suas regras, sobrepuseram-se a toda e qualquer necessidade de diferenciação. Os docentes, tal como as famílias, assumiram o “medo” como a principal, senão única, preocupação, deixando-se enlear pelas perceções de que podem ser causadores de disseminação de contaminações, relegando para segundo, senão último, pensamento as estratégias de ensino e aprendizagem dos jovens.

Não será muito difícil perceber o que está a acontecer na maioria das nossas escolas, sendo suficiente inquirir alguns jovens e verificar que as “bolhas” e o “afastamento social” conduziram à quase exclusiva, expositiva/magistral, forma de lecionar, com a crescente desmotivação que se sente a cada momento.

Sabemos como a vivência profissional na realidade atual, sob a perspetiva da coordenação pedagógica de um estabelecimento educativo, face aos problemas criados pela pandemia que vivemos, se revela como a preocupação fundamental, mas é também uma oportunidade para que se alterem processos, tanto mais que as desigualdades pré-existentes aumentaram e carecem de um novo plano para as colmatar.

Diagnosticar défices de aprendizagem, definir planos individuais de recuperação, deveria levar todos a organizar o trabalho escolar com base no desenvolvimento de projetos, envolvendo e promovendo aprendizagens transversais e interdisciplinares e a construção de portfólios que ajudem à concretização e desenvolvimento das competências de cada jovem.

As aprendizagens que todos fizemos em período de confinamento, nomeadamente, quanto à utilização das tecnologias, não devem ser ignoradas, antes aproveitadas para colmatar os problemas e a maior amplitude de desigualdades criadas. O recurso a “trabalho a pares”, presencialmente ou a distância, e o apoio docente individualizado através dos “Zoom”, “Teams”, “WhatsApp” ou outra aplicação digital deverá ser bem explorado.

Por fim, a avaliação que certifica as aprendizagens tem que ser repensada, perdendo a sua normatividade tradicional para se reafirmar como criterial, e assentar nas competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, tendo como referência o estrutural das Aprendizagens Essenciais de cada conteúdo programático.

Parece ser evidente que as coordenações pedagógicas terão também que se reformular mas, sobretudo, têm que assumir a liderança na inovação de estratégias, metodologias e processos, ainda que tal tenha que ser efetuado com disrupções, e decisões “top down”!

Adelino Calado

 

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Há 49 surtos ativos, com 449 casos reportados em escolas

 

Há 49 surtos ativos, com 449 casos reportados em escolas

Diogo Serras Lopes diz que não se pode dizer qual é a capacidade máxima do SNS, até porque há que ter em conta as outras doenças. “A capacidade do SNS é elástica”, diz o secretário de Estado da Saúde, garantindo que se vai continuar a adaptar a capacidade. No que diz respeito a camas de enfermaria, há 21 mil camas disponíveis no SNS – atualmente há 1.500 camas dedicadas a Covid “e este número mostra que a capacidade de expansão existe”.

Sobre as escolas, Graça Freitas diz que este “não é um trabalho acabado”. Nesta fase, a prioridade é responder às principais dúvidas dos profissionais das escolas (através de FAQs), alinhar as medidas com os normativos que vão sendo difundidos a nível internacional e, entre os dois ministérios, trabalhar de forma a monitorizar o número de casos independentemente de estarem ou não integrados em surtos”.

Neste momento, há 49 surtos ativos, com 449 casos reportados em escolas (creches, escolas e universidades). E não estão, aqui, os alunos Erasmus que têm sido “bastantes” identificados por todo o país.

 

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REDES SOCIAIS SEM DILEMAS – Um Mundo Brilhante

REDES SOCIAIS SEM DILEMAS

Gestão Pedagógica e Produção de Conteúdos Educativos para as Redes Sociais do seu Colégio©

Não basta ter Facebook. Há que usar as Redes Sociais para 3 objetivos fundamentais:

1) Colocar a Escola a Comunicar com os Pais;
2) Motivar / Atualizar os Docentes;
3) Informar a Comunidade sobre a Vossa Excelência Educativa.

Ganhem uma maior projeção da imagem da vossa Escola na comunidade, consigam mais matrículas e um maior espírito de grupo, deixando a Gestão/Enriquecimento das Redes Sociais para nós.

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Hoje é dia de…

Neste que é o ducentésimo nonagésimo quinto dia de dois mil e vinte, faltam, apenas, setenta e um dias para acabar o ano e festeja-se o Dia Internacional da Maçã.

E ninguém fala disto…

Bom dia!

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Sondagem: 42% dos portugueses considera que reabertura das escolas “decorreu de forma positiva”

Os outros foram os que se aglomeravam ao portão da escola.

Sondagem: 42% dos portugueses considera que reabertura das escolas “decorreu de forma positiva”

Cerca de um mês depois do início do ano letivo, apenas 17% dos portugueses consideram que o regresso às aulas presenciais correu mal. É o que indica uma sondagem da Intercampus feita para o “Jornal de Negócios” e “Correio da Manhã”, que aponta ainda que 42% dos inquiridos entendem que a reabertura das escolas “decorreu de forma positiva”. No meio estão 37% que respondem “mais ou menos” ou “nem uma coisa nem outra”, e 5% que dizem não ter opinião.

Cerca de um mês depois do início do ano letivo, apenas 17% dos portugueses consideram que o regresso às aulas presenciais correu mal. É o que indica uma sondagem da Intercampus feita para o “Jornal de Negócios” e “Correio da Manhã”, que aponta ainda que 42% dos inquiridos entendem que a reabertura das escolas “decorreu de forma positiva”. No meio estão 37% que respondem “mais ou menos” ou “nem uma coisa nem outra”, e 5% que dizem não ter opinião.

“Não se encontrou nenhuma relação entre a abertura das escolas e o aumento do número de casos. […] O número de casos nas escolas é relativamente limitado… Muitas vezes são casos isolados, pensa-se que a maior parte das vezes foram contraídos na comunidade e não ao contrário, não são os alunos que levam [depois] para a comunidade”, referiu Graça Freitas na conferência da Direção-Geral de Saúde (DGS) esta segunda-feira.

A 7 de outubro, a DGS tinha identificados 23 surtos em estabelecimentos de ensino, num total de 136 casos positivos. Do lado sindical, a Fenprof diz que 330 estabelecimentos escolares têm ou tiveram casos de covid-19, sem explicar se os contágios se deram dentro da escola ou fora dela.

A sondagem da Intercampus mostra ainda que 64% dos inquiridos são da opinião que as empresas “deveriam ser obrigadas a permitir o teletrabalho aos trabalhadores que o podem fazer”. Vinte e oito por cento afirmaram que não e 7% disseram não ter opinião formada. Atualmente, o teletrabalho só é obrigatório para quem sofra de doenças crónicas.

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Mais do que nunca, “agasalhem-se” é a palavra de ordem nas escolas – Eduardo Sá

 

Mais do que nunca, “agasalhem-se” é a palavra de ordem nas escolas

Estão 17 graus e chove, abundantemente, lá fora. À minha frente, tenho os meus alunos. Todos de máscara, claro. Um frasco de álcool em gel. Dos grandes. E toalhetes. As janelas estão todas abertas. As portas também. Na minha escola as correntes de ar mandam mais do que ninguém. Receio que esta ideia de criar condições para que um vírus não se intrometa entre nós e as aulas seja generosa. Mas se com 17 graus já é impraticável conciliar o frio, as correntes do ar e o barulho da rua quando se dá aulas, pergunto-me o que irá acontecer, depois, quando a temperatura cair. Estaremos todos mais “arejados”; sem dúvida. Mas as probabilidades de ficarmos constipados não pararão de aumentar. “No covid; only gripe”. Talvez seja mais esta a palavra de ordem.

No entretanto, todos vamos escutando que o “sistema” funciona. Mas não é verdade. O sistema “desenrasca” soluções. Com voluntarismo. Com as melhores das intenções. Mas engana-se quem dá a entender que tudo funciona de forma quase normal. Não é verdade! Tudo funciona, de forma quase inacreditável, dentro duma anormalidade de condições que não param de aumentar. Com os professores a darem o melhor de si. Sem as condições mínimas indispensáveis para que o seu trabalho seja consequente. Mas a quererem – muito! – ensinar. Com os alunos a condescenderem com tantos obstáculos à sua aprendizagem que os tornam n’ “o exemplo” de educação para a cidadania. Que nos devia levar, a todos, a olhar para eles. E com os pais, no meio das suas mil preocupações, a esperar que ninguém se magoe demais, no meio disto tudo. Mas – hoje, mais do que nunca – para além de esperarem que a escola aconchegue os seus filhos a zurzirem-lhes aos ouvidos para que o seu “amor à camisola” não lhes permita ir só de t-shirt para a escola. Hoje, mais do nunca, a palavra de ordem das mães será: “Agasalhem-se!!!!”. Mal sabem aqueles que não estão na escola porquê.

 

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Cinema Sem Conflitos: “A Little Lovin”

Título:  “A Little Lovin” | Autores: “Marie Paccou

1 canção de amor, 3 poetas, 24 mãos mais a minha,…

Mais videos didáticos sobre Amor e Sexualidade, Bullying, Dilemas Sociais, Drogas, Emoções, Família, Racismo, Relações Interpessoais, Religião e Cultura, Violência, ambiente e gênero em  https://cinemasemconflitos.pt/

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCj6LBbDs8j93ijiuI-IKd3Q

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Escolas galardoadas com o selo Escola Sem Bullying. Escola Sem Violência

 

 

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Fazer uma Aplicação Não é de Um Dia Para o Outro

Por isso, Mário, espera.

Porque acho que não é por se querer esconder informação, é mesmo porque a informação deve ser tanta que está toda dispersa.

Falta quem de um dia para o outro consiga fazer a tal aplicação.

E depois há quem saiba fazê-las e depois aparece alguém que quer mudar as definições de utilização das mesmas e isso desmotiva os programadores.

 

… e acusou o Ministério da Educação de “esconder informação” solicitada a este propósito.

 

 

 

 

 

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STÔR TV um novo projeto…

 

 

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Audição: alteração dos horários a concurso e do modelo de recrutamento de professores

Fica o vídeo com a apresentação inicial da audição, onde se resume o processo de concurso dos professores contratados e algumas das injustiças que lhe estão inerentes:

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Estamos de luto. Faleceu uma aluna

Quando alguém deixa a escola esperamos, sempre, que seja por ter terminado este percurso da sua vida com sucesso, nunca por ter deixado para trás a sua vida.

É com consternação que lemos e ouvimos noticias destas. Os nossos sinceros sentimentos à família e à restante comunidade escolar.

Uma menina de 13 anos morreu esta terça-feira na Escola Gonçalo Nunes, em Barcelos, enquanto assistia a uma aula, avança o CM. Terá entrado em paragem cardiorrespiratória.

Isto pode acontecer em qualquer escola, por isso era importante termos formação em suporte básico de vida e um desfibrilhador à mão.

 

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65% das crianças com obesidade em Portugal sofrem de bullying na escola

Quando o aceitar o outro é um entrave ao bom relacionamento e leva à humilhação pública… o combate é urgente.

 

65% das crianças com obesidade em Portugal sofrem de bullying na escola

Sessenta e cinco por cento das crianças com obesidade em Portugal sofrem de bullying escolar, segundo uma sondagem divulgada esta terça-feira, que aponta para um agravamento da situação devido ao confinamento provocado pela pandemia de covid-19.

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800 professores em falta iam ter salários entre os 555 e os 750 euros

 

Pelo menos 800 professores em falta iam ter salários entre os 555 e os 750 euros

Condições de trabalho dos professores contratados é analisada esta terça-feira no Parlamento. Ministério também atribui escassez actual ao aumento dos docentes do quadro a quem foi atribuída mobilidade e que estão a trocar a Grande lisboa pelo Norte.

Pelo menos 800 professores dos que ainda estão em falta recusaram a colocação numa escola porque iriam ganhar entre 555 e 750 euros líquidos para darem entre oito a 14 horas de aulas por semana, a que se juntam todas as outras destinadas a acompanhar alunos, estar presente em reuniões e outras tarefas incluídas na chamada componente não lectiva e que perfazem um horário de 35 horas semanais.

Esta era a situação há uma semana, quando estavam por preencher cerca de 1600 lugares, e que é agora destacada por um grupo de professores contratados que será ouvido nesta terça-feira no Parlamento.

Esta audição pela comissão parlamentar da Educação enquadra-se nos procedimentos de apreciação de uma petição, subscrita por 4703 doentes, com vista à alteração da regulamentação que gere os concursos de colocação de professores.

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Cinema Sem Conflitos: “Queen of the Forest”

Título:  “Queen of the Forest” | Autores: “Gabriela Sibilska

Uma história profundamente pessoal sobre a desilusão que vem com a perda de um próximo. Este curta-metragem posiciona a natureza universalmente cíclica da experiência humana como estando entrelaçada com o processo intensamente pessoal de chegar a um acordo com a perda

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Pré-aviso de greve 27 de outubro, ao sobretrabalho, e dias seguintes

 


Pré-aviso de greve 27 de outubro 2020

Pré-aviso de greve 28 de outubro 2020

Pré-aviso de greve 29 de outubro 2020

Pré-aviso de greve 30 de outubro 2020

Pré-aviso de greve 2 de novembro 2020

Pré-aviso de greve 3 de novembro 2020

Pré-aviso de greve 4 de novembro 2020

Pré-aviso de greve 5 de novembro 2020

Pré-aviso de greve 6 de novembro 2020

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De quem não sabe do que fala…

 

Docentes do grupo de risco estão a regressar às escolas

Muitos dos docentes que pertencem ao grupo de risco para a Covid-19 estão a regressar às escolas, revelou esta segunda-feira o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues.

 

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A escola como lugar de entretenimento – João André Conta

 

A escola como lugar de entretenimento

 

Neste Domingo, o Telejornal da RTP dedicou uma reportagem ao balanço do primeiro mês de aulas depois do confinamento, enviando para o efeito uma equipa para entrevistar os pais e alunos de várias escolas Secundárias.
E o balanço é simples e peremptório para os pais entrevistados: o regresso à escola tem sido uma desilusão.
Isto porque, e de acordo com os mesmos pais, estamos a enviar os nossos filhos para um espaço carregado de regras que não deixa as crianças viver o seu dia-a-dia.
O seu dia-a-dia? Interrogo-me, para de seguida ouvir a explicação, ou não fossem os dias das crianças feitos para o convívio, a brincadeira, jogar à bola e a correr.
Acrescentam os mesmos pais a sua indignação pelo facto de a escola não permitir aos seus filhos a vivência da adolescência, supostamente violando os seus direitos como crianças e menores que são, retirando-os do contexto social em benefício do enfoque académico.
Resultado: nem as crianças podem ser crianças, nem os adolescentes podem adolescer.
Estupefacto diante da estupefacção destes pais, diante do écran pergunto-me se por acaso está o mundo virado do avesso?
E o que pensam os pais deste país? Ser a escola um local de recreio para onde vamos essencialmente para socializar?
Ou não será antes a escola um lugar de aprendizagem por excelência?
Sejamos pragmáticos: um aluno que frequenta o ensino Secundário não está senão a frequentar o curso de ensino Secundário.
Aquando do seu término, o aluno trará debaixo do braço um certificado, o certificado do ensino Secundário completo e concluído.
O aluno está, por conseguinte, a estudar, sendo da competência da escola o leccionar dos objectivos das mais variadas disciplinas de modo a dotar o futuro aluno com as competências básicas para, findo o ensino Secundário, enveredar pelo mundo do trabalho ou pela progressão dos estudos.
E se a componente social é inerente aos intervalos e aos tempos antes e depois das aulas, esta não é de modo algum preponderante, não garantido por si só a aquisição de quaisquer habilitações académicas.
Em resumo: as crianças e adolescentes vão para a escola para aprender.
Infelizmente, quando temos pais cuja visão da escola é a de um campo de férias, estamos diante de pais, mas também de filhos e futuros adultos cuja valorização da educação é próxima de zero.
E se o problema é a presente pandemia, ainda menos se entende a indignação de quem já sabe à partida ser a socialização um dos modos de propagação da doença.
Deste modo, não se compreende a sua surpresa diante da rigidez das regras em vigor, regras essas estabelecias para salvar vidas, a começar pelas vidas dos nossos filhos.
Estarão os pais sequiosos de ver nos filhos a adolescência que nunca tiveram? Incapazes de compreender o seu papel de educadores no incentivo da curiosidade e da aprendizagem dos mais novos? Igualmente incapazes de compreender a relevância do seu papel de facilitadores de conhecimento na estreita colaboração com a escola e os professores?
Se um dia fui à escola, tal foi com um único intuito: aprender. E aprender sobre ciências, sobre biologia, ter média para entrar para a faculdade, estudar e aprender.
Parede uma premissa simples, a de se ir para a escola para aprender. Infelizmente, os pais deste país não parecem estar de acordo e até prova em contrário a escola é, e continuará a ser, o local de eleição para o convívio, a brincadeira, para jogar à bola e correr: a escola como lugar de entretenimento, portanto.
Parafraseando Daniel Sampaio, mais de vinte anos depois peço, por favor, inventem-se novos pais!

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Educação assinala Dia Mundial do Combate ao Bullying

Esta terça-feira, dia 20 de outubro, assinala-se o Dia Mundial do Combate ao Bullying. Apesar de o ano letivo 2019/2020 ter sido muito atípico, o Ministério da Educação não quis deixar de premiar o trabalho desenvolvido pelas escolas no âmbito do projeto “Escola Sem Bullying | Escola Sem Violência”, lançado no ano passado, e que contribui para uma escola mais inclusiva, promotora de um ambiente seguro e saudável, que permite às crianças e jovens desenvolver valores e competências que promovam o desenvolvimento pessoal e a plena intervenção social. Este projeto é uma das formas de concretizar o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, bem como o trabalho sobre competências sociais e emocionais desenvolvido no âmbito do Apoio Tutorial Específico.
Leia o comunicado na íntegra em anexo.

 

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Altera-se o Regulamento Interno à conta do StayAway Covid…

 

Muitas escolas têm inscrito no seu regulamento interno o uso ou simplesmente a presença de telemóveis ou smartphone em sala de aula. Com esta nova indicação, que já foi discutida na praça pública e que, hoje, o ministro veio reforçar, os Regulamentos Internos das escolas vão ter que sofre alterações ou apenas adaptações para que tal seja possível. Preparem-se para receber a convocatória do Conselho Pedagógico com tal ponto de ordem… (Alteração do Regulamento Interno a fim de possibilitar o uso da aplicação StayAway dentro da sala de aula e outras instalações educativas)

Vai ser giro ver os alunos a fazer uma prova de resistência com o smartphone na mão ou simplesmente pendurado ao pescoço… pode ser que até os vejamos em brincos!

 

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Mas Concordo com a Obrigação da “StayAway” Proposta por António Costa Silva – Paulo Prudêncio

 

Mas Concordo com a Obrigação da “StayAway” Proposta por António Costa Silva

A mediatização da pandemia reentrou num auge, mas a saúde emocional exige que se pense para além disso. E nem tudo é negativo. Por exemplo, a Europa está a responder muito melhor do que na crise anterior. É um sinal de esperança para a economia e espera-se que salve vidas.

A propósito da Europa, conhecemos o que se vai escrevendo sobre o modo como Portugal usou fundos estruturais. Os ângulos de análise extremam-se e talvez um qualquer ponto intermédio se aproxime da verdade. É também por isso que concordo com António Costa Silva e com a ideia crucial de um portal com a publicitação de todos os actos.

Aliás, desde a mudança de milénio que as organizações que gerem verbas do orçamento do estado o podem fazer (e há exemplos bem documentados). Todas têm um software onde inscrevem receitas e despesas e se não têm um sítio na internet devem ter. Como são fundos públicos, a publicitação em tempo real, que fica à distância de um clique depois de devidamente programada, ou com um prazo semanal entre o acto e a exportação, assegura o escrutínio das irregularidades de quem se apropria do bem comum. Mas também permite o estudo das opções. O financiamento dos contribuintes exige essa elementaridade.

Repare-se nos recentes nomeados para coordenadores regionais. Imagine-se que uma região aglutina os orçamentos de cinquenta concelhos e que o coordenador privilegia nos actos financeiros e administrativos o concelho de onde é originário. Podia até não cometer irregularidades, mas lesaria a coesão territorial e os interesses do país. Aliás, um dos motivos do nosso atraso é o comportamento atávico ou com aspirações oligárquicas.

Inscrever um procedimento transparente também eliminaria a apresentação do global dos orçamentos meses depois do fecho do ano e em formatos “ininteligíveis”. Seria uma espécie de “StayAway falta de transparência” sem exigências de constitucionalidade. E se tanto se discute, e bem, a obrigação da StayAway Covid, “não se percebe” porque é que a proposta verdadeiramente reformista de António Costa Silva passa tão despercebida e nem sequer é de instalação obrigatória.

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Convite – Workshop Gratuito | 5 Passos para Educar uma Criança

 

Considerando o potencial interesse para Pais e Professores informamos que este sábado dia 24 de outubro às 10h decorrerá o evento online “Workshop Gratuito | 5 Passos para Educar uma Criança: Neurodesenvolvimento e Comportamento” organizado pelo Centro CEREBRO – Braga.

Para informações adicionais e inscrições pode ser consultado o seguinte link:
https://www.facebook.com/events/1658313264333702

Fundado em 2015, o Centro CEREBRO é uma instituição especializada em saúde cerebral que combina tecnologias inovadoras no cuidado de doentes do foro neurológico e do neurodesenvolvimento bem como do foro neuropsiquiátrico e psicológico.
Focamos a nossa atividade na perturbação e saúde mental assim como na doença e lesão neurológica, em crianças, jovens e adultos, populações neurológicas e em terapias não-farmacológicas baseadas na evidência científica.

 

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Pais (e professores) temem que alunos regressem às escolas ainda infetados

Não são só os pais que estão preocupados com as novas medidas da DGS, os professores também estão preocupados. Se um aluno voltar à escola sem a realizar um teste com resultado negativo que certezas é que se têm que o aluno já não está infetado. Sabendo que algumas pessoas ficam infetadas durante várias semanas além dos 14 dias, esta medida vem trazer um clima de desconfiança e medo às escolas e à comunidade educativa. Será que a D. Graça consegue trabalhar num clima destes?

 

O período de isolamento foi reduzido de 14 para 10 dias e, nos casos menos graves, não é necessário apresentar um teste negativo.

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Uma proposta de alteração do ECD – Albrto Veronesi – VozProf

 

E Se Alterássemos O ECD?

Como sabemos, poderá estar para breve a revisão das carreiras especiais, onde se enquadra a dos professores. A principal premissa para que a queiram rever é perigosa porque vai no exato caminho da poupança na Educação e da desvalorização da profissão. Em primeiro lugar importa perguntar que medidas tomar para que os professores que estão no sistema não desistam da profissão? Melhorar a carreira quer na sua progressão, quer nos seus vencimentos, democratizar e desburocratizar a escola, valorizando a profissão docente. Serão estas as principais medidas a adotar? Acredito que sim. Sobre a carreira docente gostaríamos  de dar o nosso contributo.

Democratizar a escola: todos os cargos de chefia, médias, intermédias e de topo, nas escolas, deveriam ir a sufrágio direto. A comunidade escolar deveria poder eleger o seu diretor, o seu coordenador de departamento, o seu coordenador de escola, desde que estes fossem elegíveis, tendo a formação académica e de anos de experiência requeridos para o cargo a que se candidatem.

Finalmente relativamente aos escalões propunha 6 escalões de seis anos, com algumas nuances para os monodocentes. Haveria avaliação, num modelo a definir, séria, justa e reflexiva, que não interferiria com a progressão, mas que deveria ter em conta a melhoria de práticas do docente assim como o contributo de cada um numa escola que se deseja aprendente. Para atrair/manter os professores, que são das classes mais academicamente preparados, a carreira remuneratória devia ser revista em alta.

Suplementos Sub Diretor, coordenadores de departamento e de escola – 470€

Suplementos Diretor – 640€

Finalmente a redução da componente letiva:

Monodocência Escalão Regime Normal
25 1.º 2290€ (6 anos) 22
25 2.º 2415€ (6 anos) 22
25 3.º 2795€ (6 anos) 22
20 4.º 3175€ (6 anos) 18
16 a) a) 5.º 3555€ (4 anos) 

b) 5.º 3555€ (6 anos)

16 b)
16 a) a) 6.º 3835€ (4 anos) 

b) 6.º 3835€ (6 anos)

14 b)

A equipa VOZPROF

 

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#EstudoEmCasa horário para o Ensino Básico 2020/2021

 

 

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Comunicado: Audição na Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto

 

FALTA DE PROFESSORES EM INÚMERAS ZONAS DO PAÍS LEVA-OS A CRIAREM PETIÇÃO PELO FIM DA PRECARIEDADE

No 20 de outubro, pelas 17 horas, os representantes da Petição Nº 123/XIV/1“Alteração dos intervalos a concurso, nomeadamente, o ponto 8 do artigo 9º do Decreto-Lei nº 132/2012 de 27 de junho”, irão ser ouvidos na Audição na Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto.
Ao responder aos apelos que os professores contratados fazem na petição, o Parlamento tem a chave de ouro para MINORAR o problema de falta de professores. Sabendo que até 2025 mais de 30 % dos professores sairão do sistema e que os cursos de ensino têm cada vez menos candidatos, urge a necessidade de tornar a profissão mais atrativa.
A falta de professores é consequência direta de:
1. Um vencimento baixo, sem atualização anual, ao contrário do que acontece com o SMN.
2. Milhares de horários incompletos, com vencimentos abaixo do salário mínimo nacional: Nos primeiros 10 dias do mês de outubro foram disponibilizados mais de 1660 horários para Contratação de Escola. Desses horários, 1421 foram recusados porque correspondem a um vencimento líquido de 552 euros, sem direito a subsídio de alimentação diário.
3. Horários completos de docentes efetivos, ausentes por motivo de atestado, traduzem-se em horários incompletos para contratados, em regime de substituição temporária, por um terço do vencimento.
Muitos horários de substituição de docentes efetivos, que estão de atestado por motivos de saúde, e que recebem cerca de 3 mil euros de vencimento bruto, no 9º escalão, com 14h letivas (redução ao abrigo do artigo 79º do ECD) traduzem-se em cerca de 970 euros ilíquidos para um contratado, um terço do vencimento do docente que substitui.
4. Os intervalos de horário (carga letiva semanal) a que os professores têm de concorrer são amplos, sendo um jogo de sorte ou azar ser colocado num horário que se traduza num vencimento acima ou abaixo do salário mínimo nacional.
5. Colocações a centenas de quilómetros das áreas de residência, com custos extra de deslocação, alojamento e despesa emocional e familiar insustentável, sem apoio ou incentivo estatal.
Em suma,
As condições de trabalho dadas aos professores contratados ficam muito aquém das responsabilidades e importância das funções que exercem, provocando insegurança e instabilidade financeira, familiar e emocional, muitas vezes até “pagando” para trabalhar, com o único intuito de acumular tempo de serviço. Para muitos professores é mais vantajoso financeiramente, e também a nível familiar, estar a trabalhar perto de casa num emprego não especializado do que aceitar uma colocação a quilómetros da sua residência, afastando-se da sua família e tendo despesas muitas vezes incomportáveis com o vencimento que auferem, pois é sobejamente conhecida a problemática das rendas de casa, principalmente, mas não só, na Área Metropolitana de Lisboa.
Esperamos que o Parlamento não remedeie a situação com uma solução ilusória a curto prazo, que não resolverá os graves problemas de base que existem na colocação de professores. Esperamos também que, celeremente, corrija o crasso erro aquando da rejeição, no dia 14 de fevereiro de 2020, do Projeto de Lei 85/XIV/1.ª do BE e do Projeto de Lei 97/XIV do PCP, que pretendiam que voltasse a ser contabilizado o tempo integral para a Segurança Social dos professores com menos de 16 horas letivas. A sua rejeição tem
o efeito de privação, mesmo se não total, em prestações de apoio e proteção na doença e até na maternidade, para além do efeito futuro na aposentação Urge a mudança das atuais regras de concurso, conforme mencionado no texto da petição.
O Concurso Nacional e Reserva de Recrutamento assemelha-se a uma autêntica “tômbola da sorte”, já que,
até à saída das listas (CI e RR), os docentes não sabem a carga horária que lhes vai ser atribuída, quanto
irão auferir mensalmente e, consequentemente, quantos dias terão declarados à Segurança Social.

Quadro 1 – Intervalos a concurso.

 

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