Pré-aviso de greve 27 de outubro, ao sobretrabalho, e dias seguintes

 


Pré-aviso de greve 27 de outubro 2020

Pré-aviso de greve 28 de outubro 2020

Pré-aviso de greve 29 de outubro 2020

Pré-aviso de greve 30 de outubro 2020

Pré-aviso de greve 2 de novembro 2020

Pré-aviso de greve 3 de novembro 2020

Pré-aviso de greve 4 de novembro 2020

Pré-aviso de greve 5 de novembro 2020

Pré-aviso de greve 6 de novembro 2020

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4 comentários

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    • greve on 20 de Outubro de 2020 at 10:09
    • Responder

    FENPROF estamos cheios de greve de faz de conta! Queremos uma greve a sério! Marcada, diariamente e, por tempo indeterminado, a todo o serviço, para que, todos os dias e em todo país haja colegas a faltar e a mostrar que queremos condições de trabalho. Não queremos 30 alunos em salas com 15 m2. Queremos ser testados, quando houver um aluno nosso que acuse positivo. Não queremos alunos ou qualquer outra pessoa a regressar às escolas sem fazer testes e este darem negativos. Isto são, efetivamente, condições de trabalho. Metam estes pré-avisos de greve num sítio que eu cá sei.

    • José Vinagre on 20 de Outubro de 2020 at 18:34
    • Responder

    Estou na Escola Francisco de Arruda. Em turmas com alunos muito irrequietos, não há condições mínimas de segurança sanitária. Alguns professores estão muito sobrecarregados com um número excessivo de turmas. A mim, com 66 anos, atribuíram-me 11 turmas. Além disso, tenho 3 coadjuvações a TIC sem ter formação nenhuma na área. “É só estar ali, para ajudar a tomar conta.” Para cúmulo, carregaram-me com 5 tempos numa “Bolsa de substituições”. Se faltarem alguns colegas, estarei em contato todas as semanas com 355 alunos. Vou resistindo como posso e sei. Na semana passada, sai das aulas às 18:30, cheguei a casa quase às 20:0, cheguei atrasado a uma reunião on line marcada para as 19:30. Há reuniões intercalares presenciais marcadas para sábado.
    Queixei-me, queixo-me, mas nada. Impera a lei da rolha. Uns calam por interesse. Outros por medo.

    PS. Não, isto não é ficção. É pura realidade.

    • Falcão on 21 de Outubro de 2020 at 0:38
    • Responder

    Caro José Vinagre,

    Deixo-lhe novamente um abraço e os meus parabéns pela descrição tão rigorosa e muito esclarecedora da realidade de muitas escolas e da vida concreta de um professor. Só lamento que os media não procurem saber e divulgar ao público esta realidade. Lamento mais ainda saber que é totalmente verdade essa questão da lei da rolha e dão-me vómitos todos aqueles que dão aulas e se calam por medo. É a esmagadora maioria. São a escória da classe docente, alguns fazem mesmo de bufos do Diretor, outros fazem-se de mortos para que não os apontem a dedo como agitadores e revolucionários. Cambada de capados miseráveis!

    • Maria on 21 de Outubro de 2020 at 18:35
    • Responder

    Concordo com as greves ao subtrabalho.
    Ainda bem que as há, para poder descansar um pouco das reuniões e de tanta burocracia que ninguém tem coragem de dizer “basta”!
    Saimos das aulas às 18h e depois temos reuniões até às 21h. Também temos família.
    Todas estas reuniões não constam do nosso horário.
    Não é de admirar que haja falta de professores! Quem é o tolo que quer ingressar numa profissão onde não há regalias nenhumas, temos de despender do nosso tempo familiar, dos nossos meios tecnológicos e ainda somos criticados?
    Não ao subtrabalho. Sim há greve.
    Os professores deveriam unir-se para combater tanta injustiça.

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