Março 2020 archive

Publicada a atualização da base remuneratória e o valor das remunerações base mensais da Administração Pública

Publicaram, (des)publicaram e republicaram em D.R, mas aqui está. Publicada a atualização da base remuneratória e o valor das remunerações base mensais da Administração Pública. Para o próximo mês o salário vem com retroativos.

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/03/Decreto-Lei-n.º-10-B-2020.pdf”]

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Notas finais do ano serão as do segundo período

Nada que não esteja previsto. O expresso de hoje traz na primeira página o título da notícia.

 

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Declarações de António Costa sobre o Decreto Lei que regula o Estado de Emergência

 

 

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A data apontada por António Costa…

 

Durante o seu discurso o primeiro ministro disse e repetiu: “em junho”. Disse também: “esta batalha será longa”, “neste período de três meses” e “e daqui a três meses”.

 

As consequências para o setor da educação desta previsão de data, irão ser analisadas por aqui durante o dia de amanhã…

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O decreto do Governo que regulamenta o estado de emergência, lê aqui.

 

Procede à execução da declaração do estado de emergência efetuada pelo Decreto do Presidente da República n.º 14-A/2020, de 18 de março

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/03/Decreto-n.º-2-A-2020.pdf”]

 

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Propostas gerais para a intervenção educativa para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade

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No site de Apoio às Escolas da DGE

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Aprendizagem de Linguas para Crianças e Adultos “MONDLY”

Através de aulas grátis diárias. Deixe o Mondly ensinar idiomas de forma rápida e eficaz. Em apenas alguns minutos, você começará a memorizar as palavras essenciais, além de formar orações, aprender a falar por meio de frases e participar de conversas. As divertidas aulas de idiomas e o Quiz Semanal melhoram seu vocabulário, gramática e pronúncia como nenhum outro método de aprendizagem de idiomas é capaz

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As RR estão suspensas? Onde está a Nota Informativa?

 

Na sexta-feira passada não houve publicação das listas de reserva de recrutamento, esta semana vamos pelo mesmo caminho. Ninguém estava à espera que tal acontecesse. A situação que vivemos não justifica a contratação de professores, as escolas estão fechadas. Chegam-nos relatos que quem terminou contrato, não consegue efetuar o retorno à reserva de recrutamento na plataforma, isto, julgo que poderia estar ativo. A reserva de recrutamento está suspensa, e muito bem mas, nada impediria que, quem o desejasse, regressasse já à reserva .

Era de bom tom emanar informação e oficializar esta suspensão. Nem que fosse só para informar que a publicação das listas de Reserva de Recrutamento estão suspensas por tempo indeterminado.

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Escolha os Aplicativos que Deseja “Ninite”

Colegas de acordo com o compromisso que assumi, partilho hoje este recurso. É  livre, basta selecionar o que pretendemos e carregar no botão “Get Your Ninite” no fim do website. Empresas como a NASA, SONY, TUPPERWARE, HARVARD BUSSINESS SCHOOL, PEPSI entre outras utilizam esta aplicação.

 

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“Sentimos que temos de estar disponíveis a toda a hora” por Fátima Inácio Gomes

“Sentimos que temos de estar disponíveis a toda a hora”

Testemunho de Fátima Inácio Gomes, professora do Agrupamento de Escolas de Barcelos. “O meu princípio tem sido não sobrecarregar os alunos. Temo que muitos deles tenham, presentemente, mais trabalho do que em circunstâncias normais.”

Tantas vezes se deseja trabalhar em casa, mas fazê-lo quando estamos no epicentro de um evento tão extraordinário (e assustador) quanto uma pandemia revela ser bem menos agradável do que se anteciparia. Contudo, é muito mais tranquilizador do que ter de enfrentar transportes públicos e aglomerados de pessoas cujos hábitos de vida/higiene desconhecemos, como ainda tantos trabalhadores têm lamentavelmente de fazer (pelo menos, no momento em que escrevo).

Como tem sido a minha vida de professora à distância? Bem, em circunstâncias normais, estaria a dar as aulas e a concentrar-me na correção de testes, na preparação da reunião com os diretores de turma (sou coordenadora dos DT de secundário) e reuniões de avaliação. Como neste período antecipei (premonitoriamente?) todos os momentos de avaliação, coincidiu que, na passada quinta-feira, tivesse dado os últimos testes, além de já ter realizado a avaliação da oralidade em todas as turmas. Pretendia eu ter um fim de período mais tranquilo, poder ter tempo para a correção dos testes e restantes afazeres, numa fase em que o cansaço se acumula. Resulta agora que, desde essa quinta-feira, nem os testes consegui corrigir. Durante todo o fim de semana recebi mails da direção com procedimentos a adotar e fui contactando alunos e pais, assim como preparei os procedimentos para a semana. As aulas que daria verbalmente e já não careciam de preparação, tiveram de ser revistas para as transformar em algo que pudesse ser apresentado via digital. E, sendo diretora de turma do 12.º ano, continuei hoje [terça-feira] numa “luta” de esclarecimentos e informações, pois a tutela enviou os procedimentos a adotar para a inscrição para exames.

Pretendia, como recomendam, adotar uma rotina em casa. Até planeava fazer exercício, mas para já não tem sido possível. O “tele-trabalho” dá espaço a isso: sentimos que temos de estar disponíveis a toda a hora, os pais e alunos talvez também esperam que estejamos disponíveis a toda a hora. Recebo mails desde as 8h00 às 23h00. E tenho respondido. Talvez devesse estabelecer a tal rotina, o tal horário, mas quando lidamos com pessoas de quem somos próximos (e eu sou próxima — muitos professores o são — dos meus alunos) é difícil não responder logo. Percebemos a sua ansiedade.

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Voltaremos à telescola?

Voltaremos à Telescola?

Ainda sou do tempo da telescola, muitos de nós, a maioria, lembrar-se-ão de como funcionava. Nunca a frequentei, mas recordo-me de colegas de turma que a frequentaram e seguiram os seus estudos como qualquer outro. Eram outros tempos.

No início, quando a televisão não era o que é hoje, era emitida durante a tarde, primeiro na RTP1 e mais tarde na RTP2. Esta modalidade de ensino arrancou a 6 de janeiro de 1965 para permitir o cumprimento da escolaridade obrigatória o 5.º e 6.º ano. Mais tarde, 1987, com a vulgarização dos leitores de video, passou da televisão para as cassetes de video que eram um dos principais instrumentos do professor que, presencialmente, acompanhava os alunos. A telescola esteve em funcionamento até à entrada do milénio.

A tecnologia evoluiu muito dessa altura. Se perguntarmos a qualquer aluno de hoje se sabe o que é uma cassete de video, poucos saberão de que falamos. Mas todos eles sabem o que é um computador, um smartphone, um tablet, a internet, um browser, um motor de pesquisa, um email, uma rede social… se não todos, a grande maioria e os que não sabem já ouviram alguém falar de tudo isso.

Na quinta-feira passada, todos ninguém se apercebeu que a escola, tal como a conhecemos, estava prestes a mudar, a evoluir para novos campos impensáveis até então. na sexta-feira os professores começaram a aperceber-se que, pelo menos, durante duas semanas a escola ia ser diferente. No sábado e no domingo deram-se conta que tinham de apoiar os seus alunos o melhor que podiam, tinha começado a corrida contra o tempo. Uns de uma forma outros de outra corresponderam ao que lhes estava a ser pedido, não abandonar os seus alunos, mesmo que eles os quisessem abandonar. Na segunda-feira, enviaram emai’s, prometidos na sexta-feira, com fichas e mais fichas de consolidação de aprendizagens, o suficiente para 15 dias. Outros houve que foram mais além, não desmarcaram testes, através de plataformas que já usavam enviaram trabalho para ocuparem os primeiros dias dos seus alunos em casa. Na terça-feira dão-se conta que têm que se preparar para fazer algo mais, começa a corrida às plataformas de ensino. Esta corrida foi de tal forma desenfreada que as próprias plataformas não aguentaram tantos utilizadores.

Neste momento, na infinita procura de evoluir, começa-se a procurar perceber como se poderá utilizar a videoconferência com plataformas como o Zoom ou ClassDojo. Os professores aperceberam-se que tão cedo não voltarão ao ambiente de sala de aula e tentam procurar a melhor solução para transpor esse obstáculo, pelos seus alunos. A maioria, se não todos, não saberá para onde vão, mas sabem que não vão ficar quietos à espera que alguém lhes diga para fazer isto ou aquilo, vão fazer o melhor que sabem com os meios disponíveis que têm ao seu alcance.

Voltemos à tetescola. Durante 30 minutos, um professor dissertava sobre um assunto na televisão, dando exemplos nas disciplinas em que era necessário ou demonstrando como se realizava este ou aquele exercício, nos 30 minutos restantes de aula os alunos exercitavam o que tinham acabado de ouvir através de trabalho pré-preparado e com o acompanhamento do professor presente na sala de aula. Com a tecnologia que temos hoje em dia podemos fazer bem melhor do que nessa altura, mas nada substituirá uma sala de aula com todos os seus intervenientes. O contacto de um olhar, por vezes ensina mais que qualquer palavra.

Um destes dias os professores volatrão às suas salas de aulas que são mais dos alunos que deles.

Professor, colaborador do Blog DeAr Lindo

In Ímpar, Jornal Público

 

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Google Play “EvoBooks”

Fica mais um Conjunto de Recursos Digitais Abertos para nós e para os nossos Alunos.

Diversas Aplicações 3D para telemóveis, Tablets e Smartphones, para quase todas as Áreas Curriculares Disciplinares de Download livre, disponivel para iOS e Android. Na minha opinião ferramentas que poderão fazer toda a diferença nos tempos que correm.

Ao longo dos próximos dias partilharei outros…

Estejam atentos e protejam-se!

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Mapa de Recursos Digitais Abertos

 

 

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COMUNICADO CNIPE – ESTADO DE EMERGÊNCIA NA ESCOLA EM PORTUGAL

 

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Mesmo Sem o Orçamento de Estado (Manuais Escolares)

… que vem dispensar a entrega dos manuais reutilizados no 1.º Ciclo será de bom senso que estes alunos possam fazer uso dos manuais escolares com menor cuidados do que o que terão tido no 1.º e no 2.º período.

 

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Videoconferência. Como destruir o trabalho dos colegas.

Vai entrar na moda a videoconferência. Já ninguém necessitará de se deslocar. (será bom para o ambiente uma vez que não se deslocarão 10 professores em 10 carros para um só sitio) Há por aí imensas plataformas de videoconferência, as empresas usam-nas com frequência, o PR usou uma ontem, os municípios estão a adotar esta modalidade para reunir e, queiram ou não, teremos que acompanhar a moda. (venham com a treta de que não usam o vosso PC e a vossa internet para os comentários… com a qualidade de diretores que por aí andam, num instante vos oferecem uma sala de aula com um computador, lá na escola, para seguir a reunião. Lá se vai o isolamento e o ambiente…)

Para quem, e eu sei que há quem me esteja a dar nas orelhas, não seja muito adepto, ficam umas dicas…

Autoria de Luís Gonçalves

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Mensagem de uma Mãe Professora

Bom dia Arlindo, queria pedir-lhe um favor, para alertar os senhores professores dos alunos e jovens de portugal, estes na ânsia de se convencerem a eles próprios de que estão a trabalhar e ocupados estão a sobrecarregar crianças e jovens com fichas de trabalho.
Os professores estão a acentuar as desigualdades sociais e a nivelar tudo pelo máximo. Se na sala de aula têm um grupo com o mesmo acesso aos recursos que disponibilizam, em casa não. Lembrem-se que o ensino à distância é possível e exequível quando previamente se criam as condições técnicas. Parem de disputar quem manda mais fichas e melhor domina as ferramentas digitais. A maioria dos vossos alunos não vive na vivenda confortável com wi-fi potente. A maioria não tem computador e impressora, nem tem pais calmos e a gerir bem esta fase (alguns pais estão aflitos não sabem se vão ter ordenado nos próximos tempos).
Muitos alunos estão com tarefas em casa a cuidar de irmãos pequenos e ajudar, no campo resguardados sim, mas a ajudar os pais com o gado e outras tarefas agrícolas. Dominar as redes sociais não significa que se domine o Word ou pdf. E o Trabalho de grupo para crianças de 9 anos??  Não entendi. Vão usar as ferramentas colaborativas?
Estamos em estado de emergência o nosso cérebro também tem de estar ativo para o que realmente importa agora que é executar as recomendações  e cuidados básicos para sobreviver.
Sejam a voz  amiga que não abandona o aluno e a família e não o mestre a exigir o conhecimento académico  diário. Se contribuírem para que as crianças e jovens cumpram as recomendações da DGS terão feito um excelente trabalho.
Atenciosamente
Lúcia
(Uma encarregada de educação e professora a ver situações exageradas que fazem da escola uma instituição insensível  que começa a humilhar à distância e mostra  estar desatenta à realidade social de cada um).

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1/5 dos alunos não tem computador em casa

Um em cada cinco estudantes não tem computador em casa e por isso “dificilmente se conseguirá pedir a todos os alunos trabalhos que impliquem a necessidade de um computador”, revela estudo.

Covid-19: Alunos sem Internet nem computador em casa excluídos das aulas à distância

Milhares de alunos começaram esta semana a ter aulas à distância, para tentar controlar a disseminação da Covid-19, mas nem todos têm computadores e Internet em casa, alertam pais e professores.

Um em cada cinco estudantes não tem computador em casa e por isso “dificilmente se conseguirá pedir a todos os alunos trabalhos que impliquem a necessidade de um computador”, revela um estudo realizado esta semana por Arlindo Ferreira, especialista em Estatísticas da Educação, que foi publicado na terça-feira no blog do Arlindo.

Esta é esta realidade que não escapa a quem trabalha diariamente nas escolas. Os dois presidente das associações de diretores escolares – Filinto Lima (ANDAEP) e Manuel Pereira (ANDE) – alertaram desde o início para o impacto das desigualdades sociais nas aulas à distância.

Também o representante dos pais e encarregados de educação salientou as diferenças entre famílias. “Há sempre desigualdades entre os alunos: uns têm chalés e outros têm casebres”, lamentou Jorge Ascenção, presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), em declarações à Lusa.

Sem computadores, há quem esteja a acompanhar as aulas pelos telemóveis ou ‘tablets’. Mas para isso é preciso Internet e nem todos a têm no lar.

No ano passado, 80,9% dos agregados familiares tinham acesso a internet em casa. Nas famílias com filhos até aos 15 anos a percentagem subia para 94,5%. Ou seja, mais de 5% dos estudantes com menos de 15 anos viviam em casas sem Internet, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).

O problema também atinge os alunos do ensino superior. O presidente do Sindicato Nacional de Ensino Superior (SNESup), Gonçalo Leite Velho, lembrou que “há muitos alunos que têm dificuldades de acesso à Internet”.

Os dados do INE indicam que entre os estudantes com mais de 16 anos é raro encontrar quem não tenha Internet: são 0,4%. “Basta haver um aluno para ser razão para nos preocuparmos”, defendeu recentemente em declarações à Lusa o presidente da ANDAEP, Filinto Lima.

Gonçalo Leite Velho lembrou que também há problemas nas famílias onde há equipamentos. Neste momento estão todos em casa, alguns em teletrabalho, e pode tornar-se difícil gerir quem tem prioridade no seu uso: os filhos que estão em aulas ou os pais que estão a trabalhar?

A Lusa contactou cerca de duas dezenas de famílias com filhos do pré-escolar ao ensino superior e a maioria disse ter equipamentos para todos.

Entre os pais que se aperceberam que teriam de partilhar computadores, começam a inventar-se soluções, como definir horários de uso.

“Temos dois computadores em casa, sendo que um deles é o meu que preciso para trabalhar. Se tiverem de fazer buscas será cada uma no seu horário”, contou à Lusa a mãe de duas adolescentes de escolas de Lisboa.

Trabalhar em casa com a família pode ser complicado para todos: alunos e pais. “O ambiente é muito diferente de uma escola. Há mais confusão”, alertou Gonçalo Leite Velho.

As aulas à distância exigem um conhecimento e uma técnica por parte dos professores que é muito diferente das aulas presenciais.

Já quando estão na escola é, por vezes, difícil manterem-se concentrados, imaginemos agora em casa”, disse Gonçalo Leite Velho.

O inquérito realizado pelo professor Arlindo Ferreira mostra que 11,6% dos pais não tem disponibilidade para acompanhar o filho pelo menos uma vez por dia nos estudos.

Do lado dos adultos, trabalhar de casa também “é muito mais “difícil porque é preciso conjugar a atenção dada ao trabalho e aos filhos, lembrou o presidente do SNESup.

O docente do ensino superior lembrou que, neste momento, há muitos professores em casa, com filhos pequenos, a tentar dar aulas a outras crianças.

Apesar dos problemas já detetados, todos são unânimes em considerar que o ensino à distância é, neste momento, a melhor solução.

In TVI24

 

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Declaração e Autorização do Estado de Emergência publicadas em D.R.

 

Decreto do Presidente da República n.º 14-A/2020 – Diário da República n.º 55/2020, 3º Suplemento, Série I de 2020-03-18130399862

Presidência da República

Declara o estado de emergência, com fundamento na verificação de uma situação de calamidade pública

Resolução da Assembleia da República n.º 15-A/2020 – Diário da República n.º 55/2020, 3º Suplemento, Série I de 2020-03-18130399863

Assembleia da República

Autorização da declaração do estado de emergência

 

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Calma com a Pressa do Ensino à Distância

Vejo muitos professores aflitos com o envio de tarefas, fichas e outros materiais para os alunos via e-mail ou outras aplicações inovadoras.

Os relatos que existem é que estão a ser pedidas tarefas para casa que nem na sala de aula os alunos conseguiriam executar, pela seu grau de exigência e pelo número de pedidos.

O professor pode ser soberano na sua forma de ensinar, mas uma decisão destas deve em primeiro lugar passar pelo Conselho Pedagógico.

E o que deve ser decidido é que o ensino à distância deve ser feito com alguma razoabilidade para que seja exequível.

Deve haver um plano conjunto das tarefas a enviar aos alunos, assim como na forma como são enviados. Que adianta um professor enviar trabalhos ao um aluno por e-mail, outro pelo classroom e outro ainda por outra ferramenta mais Xpto.

Vai ser pior a emenda que o soneto, se assim for.

 

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Prémios “Selo de Escola eTwinning 2020 – 2021″

Prémios “Selo de Escola eTwinning 2020 – 2021”

 

O Serviço Central de Apoio eTwinning acaba de divulgar a lista de escolas reconhecidas com “Selo de Escola eTwinning 2020-2021″.

Das 2139 escolas distinguidas por toda a Europa, 94 são escolas e agrupamentos portugueses. Consulte aqui a lista.

O Selo de Escola eTwinning premeia escolas e agrupamentos que se destacaram em práticas digitais e de eSafety, abordagens pedagógicas inovadoras e criativas, promoção do desenvolvimento profissional contínuo dos professores e promoção de práticas de aprendizagem colaborativas entre os professores e os alunos. Este reconhecimento é válido por 2 anos.

No ano de 2019, existiam em Portugal 59 agrupamentos/escolas reconhecidos como Escolas Europeias. Neste momento, o número total é de 153 agrupamentos/escolas. Consulte a sua distribuição geográfica em https://www.etwinning.pt/site/selodeescolaetwinning.

Parabéns a todos os docentes que transformam as escolas em espaços de aprendizagem de referência ao nível europeu.

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Prorrogação do prazo para inserção de documentos na “Plataforma de Aplicação de Adaptações na realização de Provas e Exames nos Ensinos Básico e Secundário

Prorrogação do prazo para inserção de documentos na “Plataforma de Aplicação de Adaptações na realização de Provas e Exames nos Ensinos Básico e Secundário

O prazo para inserção de documentos na “Plataforma de Aplicação de Adaptações na realização de Provas e Exames nos Ensinos Básico e Secundário 2019/2020” será prorrogado até ao dia 3 de abril às 23:59m. Caso não tenha inserido o documento Boletim de Inscrição na Gestão de Documentos, deve indicar no campo “Informação Complementar” as provas e exames que o/a aluno/a irá realizar e os respetivos códigos.

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Projeto de Decreto do Presidente da República de Estado de Emergência

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/03/Projeto_Decreto_do_PR_Estado_de_Emergencia.pdf”]

 

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Marcelo declara Estado de Emergência

 

Covid-19: Marcelo declara Estado de Emergência. Parlamento terá de aprovar medida

Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, declarou Estado de Emergência em Portugal, na sequência da pandemia de coronavírus.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, declarou, esta quarta-feira, Estado de Emergência em Portugal, na sequência da pandemia de coronavírus e após a reunião do Conselho de Estado.

A TVI sabe que as medidas já foram concertadas entre o Presidente da República e o Governo. Marcelo Rebelo de Sousa irá falar ao país às 20:00h.

O anúncio será feito pelo Primeiro-ministro, António Costa, depois do Conselho de Ministros extraordinário que se seguiu à reunião do Conselho de Estado.

O decreto presidencial terá de ter será aprovado pela Assembleia da República.

In TVI

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“Cantem nos telhados” Bono U2

O vocalista dos U2 interpretou a canção inspirada nos italianos e dedicada a todos os médicos e enfermeiros. [vídeo]

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Segundo caso positivo de um docente em Viana do Castelo

 

Professora acusa positivo para Covid-19 em Viana

Uma mulher de 45 anos, professora de História, é o segundo caso já confirmado pela infeção do novo coronavírus, adiantou a diretora da Escola Básica e Secundária de Barroselas.

Segundo Teresa Almeida, a docente encontra-se em casa, com quadro clínico “estável”, enquanto é acompanhada pelas autoridades de saúde.

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E 72 – Para uma melhor comunicação com a Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE)

 

A fim de garantir uma melhor comunicação com a Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) é disponibilizado o E72 que visa assegurar maior eficácia na comunicação via e-mail, sendo dada a resposta até 72 horas, assim como, a  disponibilização do histórico dessa comunicação. Assim, basta estar registado no SIGRHE para poder aceder a esta ferramenta e colocar as questões que pretende esclarecer, dispensando a usual conta de e-mail.  O acesso ao E72 pode ser realizado através do Portal da DGAE ou através do link https://sigrhe.dgae.mec.pt.

 

Instruções de utilização

SIGRHE – E 72

 

 

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Introdução ao Google Classroom, por Hugo Filipe

Eis como realizar operações básicas de gestão de uma turma ou disciplina no Google Classroom:
– Criar uma disciplina/turma
– Adicionar alunos
– Adicionar recursos (trabalho e pergunta)
– Avaliar perguntas e trabalhos e devolver essa avaliação

O vídeo mostra a perspectiva do professor e do aluno em várias situações.
O assunto continuará noutro vídeo, a ser divulgado em breve no canal Youtube do Hugo.

CLASSROOM

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Revogação das portarias de criação de cursos profissionais

Publicada a Portaria que procede à revogação das portarias de criação dos cursos profissionais constantes no anexo à presente portaria.

Portaria n.º 76/2020 – Diário da República n.º 55/2020, Série I de 2020-03-18

EDUCAÇÃO E TRABALHO, SOLIDARIEDADE E SEGURANÇA SOCIAL

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A banalização do medo -Santana Castilho

A banalização do medo

1. A propósito da emergência grave que vivemos, são os especialistas e os decisores políticos que devem dizer o mais importante. Mas desde que o Governo determinou a situação de alerta, o pânico foi alastrando e contagiando boa parte dos portugueses. Nesta onda de mata e esfola, cresceu o apoio a medidas mais drásticas e disso se ocupará o Conselho de Estado de hoje. Porém, à democracia do medo (que tanto nos pode confrontar com o melhor como com o pior dos comportamentos cívicos), incentivada agora por muitos dos que foram imolando o SNS no altar da austeridade, preferia a democracia da serenidade fundamentada e bem comunicada.
Repito que é grave o momento que o país atravessa. Mas, por isso mesmo, não pode valer tudo e ficar sem coordenação a multiplicidade de comandos com que o cidadão é confrontado (do Governo, de câmaras municipais, da Direcção-Geral da Saúde, de distintas instituições públicas ou de empresas privadas). Cruzam-se decisões pouco fundamentadas com análises em cascata, criteriosas umas, simplesmente especulativas ou descuidadas outras (no último Prós e Contras foi dito que teríamos 12 (sim, doze) milhões de portugueses infectados dentro de poucos dias), tudo contribuindo para a banalização do medo e escancarando portas a iniciativas, eventual e desnecessariamente atentatórias de responsabilidades partilhadas e de direitos e liberdades.
Num cenário de colisão de respostas contraditórias a um tema que provoca medos profundos, não chega a procura do melhor aconselhamento técnico e científico, se não for conseguida a unificação das ordens, quer das organizações nacionais, quer das europeias. A propósito do encerramento das escolas, não foi salutar o registo de posições opostas entre o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças e o nosso Conselho Nacional de Saúde Pública, sobrando deste a impressão de ser um organismo guiado por critérios que ficaram parados no tempo, sem perceber o que mudou nos dinamismos de mobilidade das sociedades actuais. Para dominar o contágio não chega a higiene sanitária. Precisamos, também, de higiene social, para simplesmente não enclausurarmos toda a vida.
2. Com o medo de ficarmos contaminados ou a angústia de vermos adoecer familiares e amigos, esquecemos rápido o vírus da xenofobia desumana que se abateu sobre milhares de refugiados, algures entre a Grécia e a Turquia. Devendo ser a mesma, a banalização do medo tornou próxima a fraternidade que dispensamos aos vizinhos e longínqua (para não dizer inexistente) a que devíamos dispensar aos que nas nossas cidades não têm casa para se recolher em quarentena ou aos que fogem da guerra, sem pão nem amor, vindos não importa donde. É em momentos como este que a solidariedade incondicional deve ser reiterada.
Muitas doenças, evitáveis ou pelo menos substancialmente retardáveis por alteração de comportamentos ou estilos de vida, entram naquilo que aceitamos (erradamente) como determinismos do nosso existir. As mortes que provocam (porque dispersas no nosso desconhecimento da sua existência), numericamente bem mais significativas do que as que esta pandemia vai causar, não nos afligem como este confronto inesperado com a nossa fragilidade, para mais sujeito a uma mediatização, que tanto informa validamente, como agita o medo desnecessariamente.
3. O ministro da Educação afirmou que existe conhecimento suficiente para garantir que o ensino a distância vai funcionar. Como sempre, falou do que não sabe. Os ambientes de ensino não presencial que deu como exemplos (atletas de alto rendimento e populações itinerantes), circunscrevem-se a um exíguo número de professores e de alunos. Por outro lado, é sabido que soluções de ensino a distância, com a dimensão em apreço, requerem recursos tecnológicos e materiais de ensino que não existem no nosso sistema. Só a ignorância e o atrevimento inconsciente podem levar alguém a admitir que se passa do ensino presencial, massivo, para um ensino a distância, por simples proclamação ministerial. Faltou-lhe só a imbecilidade de sugerir que o Coronavírus abriu uma janela de oportunidade futura para substituir professores por máquinas. Por este caminho, lá chegaremos!
Pela negativa, uma pandemia produz pânicos colectivos e torrentes de informações falsas e contraditórias. Mas, pela positiva, pode suscitar mudanças que, de outro modo, não se produziriam.
In “Público” de 18.3.20

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Ficar a ver os tomates crescer

 

Da lastimosa prestação de um ministro zombie à estadia abrupta em casa, tudo me parece subitamente acometido de uma lástima e caos pesarosos, que se instalam dentro de mim de uma forma excessivamente ruidosa e perturbadora.

Confesso, ainda estou, internamente, a tentar organizar tudo isto e a reorganizar-me.

Esta segunda-feira dei com a minha caixa de Mail entupida de mensagens – desde a direção que diz para ficarmos em casa, mas que estamos de sobreaviso caso alguém na frente de batalha precise de apoio para os filhos, às colegas que agradecem ao email de um com todos em cc, aos pais dos alunos que enlouquecem com os filhos a respirar ao pescoço e exigem fichinhas, já!

Depois temos, também, colegas que confessam estar em contra-relógio na formação online para perceber como podem gerir profissionalmente a fisionomia da desgraça súbita. Isto numa terra em que uns nem sequer querem saber, outros não precisam e outros não têm.

Mais alguns telefonemas e outras colegas desabafam o desespero de também serem mães e não se poderem livrar, nem dos filhos, nem dos alunos. Por fim, a última mensagem do dia: parceira de escola e querida amiga, informa que entrou em quarentena porque o colega que assistiu às suas aulas foi, no mesmo dia em que ela celebrava um aniversário com a família, internado.

A voz dela afunda-se e tenta irremediavelmente fazer o percurso dos acontecimentos. A dado momento, desfaz-se num pranto.

Na minha cabeça faço rewind a estes últimos dias. Que loucura absoluta nos acomete enquanto humanidade? No momento em que temos, finalmente, tempo para ser, em que já não temos desculpa para dizer “não tenho tempo”, parece que o próprio tempo nos traiu.

O inimigo está em toda a parte, invisível, lancinante e ferozmente impiedoso. Estamos ainda a definir-lhe o mórbido contorno.

Mas o inimigo também somos nós, de nós próprios. A velocidade abismal e impagável a que tudo isto se processa devia forçar-nos a parar, a reduzir. A respirar fundo, a largar os mails, as redes, a estarmos connosco próprios e com aqueles que amamos sem a exigência de uma velocidade que nos supera. Pela primeira vez, podemos ter tempo. Sem desculpas, sem desvios.

Então questiono-me, porque urge responder a tudo em vez de o fazermos com a plena consciência de nós? Que tempo sobrará para apenas sermos neste caos? Serão horas, minutos, dias até entrar pela porta adentro e nos tolher de foice. Mas também pode acontecer que, a cada passo, apenas o estejamos a convidar a entrar porque o nosso receio é maior do que o próprio rosto da morte.

Há tantas questões ainda por resolver, porque não tentamos fazê-lo com alguma serenidade? Prosseguimos em frente sem detenças porque é a nossa forma de lutar ou pelo esforço desesperado de ocultar o nosso próprio pânico?

Peço-lhe que usufrua dos que ama. Apenas isso. O que tiver acontecido, aconteceu. Não se pode mudar o passado, mas podemos respirar o presente.

“Protege-te. Protege os teus e, olha, lê o Ricardo Reis que é remédio prodigioso para os tempos que correm:

“Este é o dia,

Esta é a hora, este o momento, isto

É quem somos, e é tudo.”

Desligo o telefone. Também eu estou em casa. Isolada com os meus filhos, buscando agora o impossível equilíbrio entre o trabalho que se prolongará no tempo e ser mãe. Mas preciso, também, de ser, ainda, mulher, pessoa, ser humano.

Por isso, este final de tarde, depois de cortar os últimos tomates para a salada, separei as sementes. Um amigo aconselhou-me sabiamente: “semeia as sementes e terás vitamina C”.

Pareceu-me um bom plano: alguns minutos por dia, vou afastar-me dos miúdos, do computador, das redes, da paranoia, do medo, da gritaria, das exigências impagáveis e, enquanto durar o meu cigarro à janela, vou, apenas, ficar a ver os tomates crescer…

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Juntas Médicas da ADSE Suspensas até 18 de junho

 

As Juntas Médicas da ADSE estão suspensas, pelo período de 18 de março a 18 de junho de 2020.

Dando cumprimento ao Despacho da Direção-Geral de Saúde, de 17 de março de 2020, que suspende TODAS as Juntas Médicas, devido à necessidade de mobilização de todos os profissionais de saúde para a assistência no âmbito da Emergência de Saúde Pública relacionada com a epidemia de COVID-19, estão suspensas as Juntas Médicas da ADSE pelo período de 18 de março a 18 de junho de 2020.

Esta medida poderá ser alterada em função da evolução epidemiológica da infeção.

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China diz ter desenvolvido “com êxito” vacina contra a Covid-19

China diz ter desenvolvido “com êxito” vacina contra a Covid-19

O Ministério da Defesa da China anunciou esta terça-feira que desenvolveu “com êxito” uma vacina contra o novo coronavírus, que causa a doença Covid-19, e autorizou testes em humanos, embora não tenha indicado quando é que estes começam.

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Informação – Escola Virtual | Instabilidade do serviço

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Novas Formas de Comunicação com os EE

Eu sei que muitas escolas estão a passar estes dias a pedir aos diretores de turma para ligarem aos Encarregados de Educação para questionar tudo e mais alguma coisa.

A aproximação das escolas com as famílias pode fazer-se de muitas outras formas que não implique a envolvência de tanta gente e com muita demora em obter uma informação que neste momento precisa de ser rápida e precisa.

Tal como aqui no blog, uso na escola algumas ferramentas que permitem obter essas respostas de forma rápida e precisa. E as redes sociais são também um bom meio de fazer chegar rapidamente a comunicação.

Em pouco mais de 5 horas obtive num simples inquérito os dados que preciso para pensar no 3.º período e mais de 1/3 dos Encarregados de Educação deram as respostas que necessitava (atualmente vai em 404 respostas e cresce muito rapidamente a cada hora que passa).

No entanto, como 2/3 ainda não responderam presumo que a qualidade das respostas não sejam idênticas às que tenho até agora, porque provavelmente serão os mais distantes das ferramentas digitais e por conseguinte farão baixar os bons níveis de resposta obtidos até agora.

O que se verifica é que a Internet está mais presente em casa do que os computadores de mesa ou os telemóveis.

Se 20% dos alunos não têm PC dificilmente se conseguirá pedir a todos os alunos trabalhos que impliquem a necessidade de um computador.

As respostas à questão sobre o telemóvel são normais tendo em conta que este inquérito é também para alunos do pré-escolar e do 1.º ciclo.

Mais um ou dois dias e optarei pela forma de ensino não presencial para o 3.º período em função dos resultados finais que conseguir obter.

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Com Conselhos de Turma de Avaliação à Vista

… fazia muito sentido uma definição rápida sobre as provas de aferição deste ano.

Existe a necessidade de incluir as adaptações dos alunos às provas em ata de conselho de turma e tendo em conta que as reuniões serão feitas de uma forma diferente este ano poderia-se evitar mais esse constrangimento, apesar do comunicado 3/JNE dizer que haverá um período extraordinário para esse efeito.

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Deliberação n.º 377-A/2020 – Correspondência entre os exames nacionais do ensino secundário e as provas de ingresso na candidatura ao ensino superior

 

Clique na imagem:

 

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Comunicado 2 e 3 do JNE


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Comunicação JNE – Provas e exames dos ensinos básico e secundário – orientações para o processo de inscrições

 

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Precisa de continuar a trabalhar com os seus alunos e nunca o fez. Então estas vídeotransmissões são para si.

ANPRI.pt

A Equipa de formadores da ANPRI vai dinamizar videotransmissões em direto via Youtube para apoiar osprofessores que pretendam iniciar o seu trabalho com alunos online.

Estas vídeotransmissões realizam-se dia 17, 18, 19 e 20 de março de 2020, pelas 17 horas.

Não precisa de inscrição,

Não precisa de ter experiência, é mesmo iniciação em cada plataforma e como organizar uma aula e comunicar com os alunos nestas plataformas.

Siga o link que será disponibilizado diariamente no sítio web da anpri  http://www.anpri.pt/

Ou na página do Facebook da anpri  https://www.facebook.com/anpriPT/

Juntos conseguimos fazer melhor e construímos a rede

In ANPRI

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