Março 2020 archive

Muito além das férias da Páscoa (Escolas fehadas)

 

Costa admite fecho de escolas “muito além” das férias da Páscoa

O primeiro-ministro, António Costa, admitiu esta terça-feira, no debate quinzenal, no Parlamento, que o encerramento das escolas poderá “ir muito além” das férias da Páscoa devido à pandemia de covid-19.

In Público

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/muito-alem-das-ferias-da-pascoa-escolas-fehadas/

Será este o futuro da Telescola sem a necessidade de o Professor se deslocar a um estudio de TV?

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/03/Será-esta-a-evolução-da-telescola.pdf”]

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/sera-este-o-futuro-da-telescola-sem-a-necessidade-de-o-professor-se-deslocar-a-um-estudio-de-tv/

A Ler – Dia 6 – E Do Lado Dos Alunos?

Dia 6 – E Do Lado Dos Alunos? | O Meu Quintal

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/a-ler-dia-6-e-do-lado-dos-alunos/

Oferta dos 10GB de internet (dados móveis) para os smatphones da Meo, Vodafone e Nos…

Para quem está em casa e está a ficar sem dados móveis…

Para passarem a beneficiar do dito pacote de 10gb de Internet grátis e válido por 1 mês tem que efetuar a respetiva ativação. O prazo para aceitar e ativar a oferta termina no final do corrente mês. Esta oferta poderá ser útil para nós, para os(as) alunos(as) e encarregados de educação (além dos funcionários, etc.).

Fica a notícia:

10 GB de dados grátis: Já pode subscrever a oferta dos operadores para combater o Covid-19

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/oferta-dos-10gb-de-internet-dados-moveis-para-os-smatphones-da-meo-vodafone-e-nos/

Comunicado – Dia Nacional do Estudante assinalado com #EstudoEmCasa

Dia Nacional do Estudante assinalado com #EstudoEmCasa

#EstudoEmCasa é o repto lançado pelo Ministério da Educação aos alunos para assinalar o Dia Nacional do Estudante.
Por força das medidas de contingência provocadas pelo surto epidemiológico causado pelo novo coronavírus, a comunidade em geral, e as escolas em particular, atravessam um momento ímpar na organização dos seus processos de ensino-aprendizagem.
De facto, a escola mudou-se para casa por uns tempos. Mas a vontade de aprender e de estudar deve ser estimulada por todos.
Uma foto. Uma rede social. Uma hashtag
A 24 de março celebra-se o Dia Nacional do Estudante e o Ministério da Educação vem desafiar os mais novos a partilharem imagens a estudar na sua sala de aula provisória.
A ideia é que, esta terça-feira, os alunos ou encarregados de educação partilhem nas suas redes sociais uma foto em casa, em ambiente de estudo, e coloquem a hashtag #EstudoEmCasa, criando um movimento nacional de motivação para que alunos, famílias, docentes, não docentes e escolas prossigam esta caminhada, num ano letivo que, inesperadamente, já tem contornos diferentes do habitual. Esta é também uma forma de os alunos reconhecerem o trabalho dos seus professores.As fotografias espalhadas pelas redes sociais serão compiladas na página de instagram: https://www.instagram.com/estudoemcasa2020/.

O Dia Nacional do Estudante comemora-se a 24 de março, desde 1987. É um dia de celebração, luta e homenagem às dificuldades e aos obstáculos que os estudantes enfrentaram na crise académica dos anos 60. É uma data que celebra a força que o estudante tem na luta pelo direito à Educação e pela Liberdade.
Num tempo em que as atividades letivas presenciais estão suspensas, é importante reafirmar o direito à Educação, independentemente do momento ou das vicissitudes que se atravessem.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/comunicado-dia-nacional-do-estudante-assinalado-com-estudoemcasa/

Chumbam menos, mas ainda há 10,6% de abandono escolar

A Pordata divulgou alguns dados sobre os alunos portugueses. Mostram melhorias, mas ainda há caminha a percorrer. 

Quase em linha com a União Europeia a 27. Mas os resultados dos últimos anos provam que há lacunas a combater. Entre elas, o abandono escolar precoce (melhor em Portugal, mas ainda com uma das piores taxas da União Europeia) e a representação da população dos 30 aos 34 anos com ensino superior.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/chumbam-menos-mas-ainda-ha-106-de-abandono-escolas/

872 Vagas ao Concurso Externo

Abriram 872 vagas para o concurso externo anual de acordo com a imagem do quadro seguinte e que se encontra publicado na Portaria n.º 78-A/2020, de 23 de março.

O QZP 7 tem praticamente metade dos lugares (418 vagas) e o grupo de recrutamento com mais lugares é o grupo 110 – 1.º Ciclo do Ensino Básico, com 206 vagas.

NOTA: Com o novo formato do Diário da República é impossível converter os dados para excel, pois os dados são apresentados como imagem. No caso desta lista que é pequena poderei passar os dados manualmente para o formato excel, mesmo para fazer as comparações com as vagas que previ por grupo disciplinar e QZP. No entanto quando para o ano saírem as vagas para o concurso interno será muito difícil que volte a ter os mesmos trabalhos que tive até agora. Se alguém conseguir descobrir uma forma de converter as imagens do Diário de República para o formato Excel agradeço que me explique como fazer.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/872-vagas-ao-concurso-externo/

Número de vagas dos quadros de zona pedagógica para o concurso externo

872 vagas de quadro de zona pedagógica e 27 vagas para o ensino artístico especializado da música e da dança.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/numero-de-vagas-dos-quadros-de-zona-pedagogica-para-o-concurso-externo/

Como Será a Mobilidade Por Doença Nesta Fase Pandémica?

A Mobilidade por Doença costuma ser entre março e maio e este ano ainda não houve nenhuma informação sobre este “concurso”.

Mas tendo em conta o Estado de Emergência, que tem quase todos os médicos de prevenção, faz sentido que os docentes com doenças crónicas voltem aos seus médicos para comprovar mais uma vez a mesma doença  para se candidatarem à Mobilidade por Doença?

Será que não podiam ser dispensados estes docentes de fazer nova candidatura nesta fase que se aconselha ficar em casa, renovando-se automaticamente a sua colocação para 2020/2021?

Fica a sugestão.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/como-sera-a-mobilidade-por-doenca-neste-fase-pandemica/

Mais um professor de escola Vouzela infectado com a COVID-19

 

Um Agrupamento de Vouzela emitiu hoje mesmo um comunicado, onde anuncia que todos as pessoas próximos da doente que estão referenciados vão ser contactadas. Apela ainda ao cumprimento de medidas de prevenção. É ainda dada a informação que estão a ser dadas recomendações quanto à frequência e utilização das instalações daquele estabelecimento de ensino.

Trata-se de uma professora que esteve a dar aulas numa Escola do concelho de Vouzela, um estabelecimento de ensino que já se encontra encerrada.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/mais-um-professor-de-escola-vouzela-infectado-com-a-covid-19/

Concurso 2020/2021 Para Breve e com Contingência

Não deve demorar muito a abertura do concurso externo 2020/2021 que este ano vai ser realizado com a importação dos documentos não existentes nos processos individuais através do mecanismo do upload, desde que não constem nos processos individuais das escolas.

Aponto a abertura do concurso para sexta-feira ou segunda no máximo.

Exmo.(a) Sr.(a) Diretor(a)/Presidente da CAP,

Informamos que, em cumprimento do disposto no n.º 4 do artigo 5.º e na alínea a) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho na redação em vigor, será aberto brevemente, em data a anunciar, e no âmbito do CONCURSO DE PROFESSORES 2020/2021, o Concurso Externo destinado a seleção e recrutamento do pessoal docente da educação pré -escolar e dos ensinos básico e secundário.

Conforme decorre do estabelecido no artigo 13.º do referido decreto-lei, a Direção-Geral da Administração Escolar conta com a colaboração das direções dos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas  para a validação das candidaturas, validação esta que consiste na confirmação da veracidade dos dados introduzidos pelos candidatos.

Face aos constrangimentos de funcionamento com que nos deparamos e, de forma a facilitar tal procedimento, este ano foi alterado o modo de funcionamento da candidatura tendo sido permitido a todos os opositores ao concurso a importação dos documentos não existentes nos seus processos individuais através do mecanismo do upload. Assim, nos termos do n.º 4 do artigo 7.º  os candidatos cujos documentos comprovativos se encontrem arquivados e válidos no respetivo processo individual no agrupamento de escolas ou escola não agrupada que procede à validação da candidatura, estão dispensados de apresentar documentos já existentes.

Os candidatos que não possuem meios de digitalização dos documentos, devem dirigir-se a uma escola que esteja aberta na sua região, conforme lista publicitada na página da DGEstE, para que lhe seja prestado apoio nessa operação de digitalização. Para tal, pede-se a colaboração dos Srs. Diretores.

Em breve será disponibilizada na página da DGAE, mais informação
sobre o CONCURSO DE PROFESSORES 2020/2021.

Agradeço, mais uma vez, a V. colaboração.

Com os melhores cumprimentos,

A Diretora-Geral da Administração Escolar

Susana Castanheira Lopes

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/concurso-2020-2021-para-breve-e-com-contingencia/

Declarações do S.E., João Costa, sobre a situação que se vive

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/declaracoes-do-s-e-joao-costa-sobre-a-situacao-que-se-vive/

Professores portugueses agredidos em Timor por causa da covid-19

(…)

Continua aqui:

Professores portugueses agredidos em Timor por causa da covid-19 | Coronavírus | PÚBLICO

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/professores-portugueses-agredidos-em-timor-por-causa-da-covid-19/

O Maior Portal Do Design Gráfico do Mundo “Bluevertigo”

Enquanto Professor Profissionalizado do Grupo de Recrutamento 600, Designer Gráfico e Industrial, partilho em todos os anos letivos este portal com os meus alunos, porque possui todas as ferramentas de Design Gráfico que estão na internet livre e pagas.

Nos próximos dias falarei das ferramentas grátis que utilizo para diversos efeito, para fazer cartazes, flyers, cartões de visita, logotipos, revistas entre outros.

Cumprimentos protegidos!

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/o-maior-portal-do-design-grafico-do-mundo-bluevertigo/

Informação da DGEstE sobre o funcionamento dos Conselhos de Turma

 

Exmos. Senhores Diretores de Escola/Agrupamento de Escolas

Exmos. Senhores Presidentes de CAP

Assunto: Conselhos de Turma

De acordo com as orientações da DGE, informa-se que, tendo sido colocadas diversas questões sobre o funcionamento dos conselhos de turma de avaliação, recuperando os termos da FAQ publicada no site https://apoioescolas.dge.mec.pt/ , cuja consulta regular recomendamos, informa-se que as reuniões se realizam no período de interrupção das atividades letivas (30 de março a 13 de abril) de acordo com a calendarização elaborada por cada Agrupamento de Escolas/Escola não agrupada e concretizam-se de acordo com a legislação em vigor.

Excecionalmente, de acordo com a situação de emergência de saúde pública que vivemos e no sentido do cumprimento das medidas de contenção de circulação, as reuniões de Conselho de Turma devem seguir as seguintes regras:

 

  • Serem realizadas a distância, sendo, em regra, síncronas e recorrendo às funcionalidades disponíveis no software que cada escola utiliza.
  • Nos casos de manifesta impossibilidade de participação síncrona por parte de alguns elementos do Conselho de Turma, deve ser assegurada a sua participação através de outros meios a distância, como sejam correio eletrónico, WhatsApp, telefone, ou outros, ficando o modo de participação registado em ata, garantindo-se sempre a colegialidade e a aprovação das decisões nos termos legais, designadamente, no que respeita ao quórum;
  • As decisões são registadas em ata, cuja aprovação pode ocorrer por via de correio eletrónico ou de outra forma a decidir pela Escola;
  • Quando não for possível a participação de todos os docentes na reunião realizada nos termos anteriormente referidos, a escola deverá proceder de acordo com o disposto nos nºs 6 e 7 do artigo 35.º da Portaria n.º 223-A/2018, de 3 de agosto, nºs 3 e 4 do artigo 34.º da Portaria n.º 226-A/2018, de 7 de agosto, ou nos nºs 4 e 5 do artigo 37.º da Portaria n.º 235-A/2018, de 23 de agosto.

 

Com os melhores cumprimentos,

Maria Manuela Pastor Faria

Diretora-Geral dos Estabelecimentos Escolares

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/informacao-da-dgeste-sobre-o-funcionamento-dos-conselhos-de-turma/

Mais um professor infetado e uma comunidade escolar de quarentena

Chegou por mensagem a informação que:

Um Professor de uma EB 2/3,  em Braga, está infetado com COVID 19. A restante comunidade escolar foi notificada, ontem, pelo SNS para efetuarem  o período de quarentena.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/mais-um-professor-infetado-e-uma-comunidade-escolar-de-quarentena/

“Brigada de Apoio” às Escolas

 

Exmos. Senhores Diretores de Escola/Agrupamento de Escolas

Exmos. Senhores Presidentes de CAP

Assunto: Apoio às Escolas

O Ministério da Educação tem vindo a desenvolver vários instrumentos para estar o mais próximo e ágil na resposta às questões colocadas pelas escolas.
Para além das FAQ regularmente atualizadas na página https://apoioescolas.dge.mec.pt, disponibilizamos um instrumento de apoio aos diretores das escolas públicas e privadas: https://www.dgeste.mec.pt/apoio-diretores-estamos-on/

Nesta aplicação, acessível apenas aos diretores, poderão colocar questões e encontrar questões frequentes já respondidas.

Pretende-se, pois, com este instrumento, centralizar os pedidos de informação das escolas nos respetivos diretores e garantir uma resposta rápida.

Também a partir desta semana, as escolas terão ao seu dispor uma “brigada de apoio”, constituídas por professores das equipas regionais da Autonomia e Flexibilidade Curricular, por embaixadores do E-twinning e Laboratórios de Aprendizagem, por embaixadores do Programa de Educação Estética e Artística e pelos coordenadores interconcelhios da Rede de Bibliotecas Escolares.

A brigada “Estamos on com as escolas”, composta por mais de uma centena de professores, tem como função garantir um acompanhamento de proximidade às escolas, contribuindo para recolher boas práticas, mas também constrangimentos sentidos, e para poder ajudar as escolas, de forma articulada com os serviços centrais do Ministério da Educação. Esta brigada terá ainda como papel – dadas as áreas de especialidade dos professores que as integram (literacia, tecnologia, currículo) – constituir-se como apoio especializado em algumas necessidades identificadas pelas escolas, possibilitar uma harmonização de tarefas e procedimento, e garantir que as redes de escolas já constituídas se mantêm ativas.​

Com os melhores cumprimentos,

Maria Manuela Pastor Faria

Diretora-Geral dos Estabelecimentos Escolares

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/brigada-de-apoio-as-escolas/

Presidente da República promulgou OE 2020

Presidente da República recebeu Ministro das Finanças e promulgou OE 2020

O Presidente da República recebeu o Ministro de Estado e das Finanças, Mário Centeno, que ouviu sobre a situação económica e financeira internacional e nacional, na sequência da Pandemia Covid-19 e a quem agradeceu a sua manifestação de total enfoque no enfrentar dessa situação.

Ponderando os dados transmitidos pelo Primeiro-Ministro e pelo Ministro de Estado das Finanças, o Presidente da República acaba de promulgar o Orçamento do Estado para 2020, as Grandes Opções do Plano para 2020 e o Quadro Plurianual de programação orçamental para os anos de 2020 a 2023.

Fá-lo, consciente de que a sua aplicação vai ter de se ajustar ao novo contexto vivido, mas, sobretudo, sensível à necessidade de um quadro financeiro que sirva de base às medidas que o Governo já anunciou e outras que venham a ser exigidas pelos efeitos económicos e sociais provocados pela Pandemia, o que, com o regime de duodécimos, não seria possível.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/presidente-da-republica-promulgou-oe-2020/

Depois do coronavírus, a escola nunca mais vai ser a mesma

E não será…

Depois do coronavírus, a escola nunca mais vai ser a mesma

 

A pandemia de covid-19 está a mudar as escolas. E talvez seja para sempre. Mas os ritmos e as formas a que professores e alunos se estão adaptar às aprendizagens à distância são muito diferentes. Se há casos de sucesso e docentes motivados com a oportunidade de usar novas tecnologias, também há muita incerteza.

A pandemia de covid-19 está a mudar as escolas. E talvez seja para sempre. Mas os ritmos e as formas a que professores e alunos se estão adaptar às aprendizagens à distância são muito diferentes. Se há casos de sucesso e docentes motivados com a oportunidade de usar novas tecnologias, também há muita incerteza sobre a forma como alguns alunos carenciados estão a ser acompanhados. E o receio de que haja um agravamento das desigualdades sociais quando a escola depende do acesso a bens como telemóveis, computadores e ligação à internet.

Para os alunos do Colégio Vasco da Gama, em Belas (Sintra), esta foi só mais uma semana de aulas. Mesmo em casa, em isolamento social, cerca de 200 estudantes desta escola privada usaram as plataformas a que estão habituados, como a Iclass. Normalmente, usam-na em sala de aula, beneficiando de ferramentas digitais que permitem, por exemplo, que o professor entre diretamente no tablete de cada um para acompanhar o que estão a fazer. Agora, estão a fazê-lo em casa. Mas não se trata de território desconhecido.

Vítor Bastos, professor de Geografia do 3,º ciclo, trabalha com o Iclass há 4 anos e, quando soube que o Estado ia fechar todas as escolas do país por causa da pandemia do novo coronavírus percebeu que podia usar a sua experiência para ajudar outros colegas. Criou o grupo de Facebook e-learning-apoio com o objetivo de partilhar experiências e dar alguma formação.

Numa semana, o grupo ultrapassou os 18 mil membros: todos professores à procura de ajuda, a partilhar experiências, a tentar perceber como podem continuar a ajudar os alunos em plena quarentena.

19 mil professores à procura de ajuda online

In SÁBADO

LER MAIS AQUI

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/depois-do-coronavirus-a-escola-nunca-mais-vai-ser-a-mesma/

Em Espanha já se atua para colmatar o encerramento das escolas

Na vanguarda…

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/em-espanha-ja-se-atua-para-colmatar-o-encerramento-das-escolas/

Vai correr tudo bem? Opinião de uma professora…

Percebi pela imagem que o título é irónico. Na verdade, desculpem-me o desabafo, já estou farta desse slogan enganoso. “Vai correr tudo bem” para quem? Milhares de pessoas morreram, milhares de pessoas infetadas, milhares de pessoas a lutar para manterem milhares de pessoas vivas, arriscando as suas próprias vidas com espírito verdadeiro heroico (tenho-os na minha família e tremo por eles, mas continuo a apoiar as suas decisões). Vêm-me com a conversa de “vai correr tudo bem”, quando milhares de pessoas estão sem apoio, fechadas em casa, quiçá com fome, quiçá doentes, quiçá a chorarem a solidão e a saudade. “Vai correr tudo bem” quando as pequenas e médias empresas fecham, lançando milhares de pessoas no desemprego e na incerteza… NÃO! Não vai correr tudo bem! Não me mintam, não mintam às nossas crianças, não mintam aos nossos velhinhos. NÃO MINTAM! Digam a verdade, deem orientações sobre como todos nos adaptarmos e todos sermos melhores seres humanos (viram os velhinhos abandonados no lar, que as famílias não quiseram ir buscar, mesmo sabendo que estavam em risco?) Abanem as consciências, dêem-lhes umas bofetadas com palavras sábias. Mas não digam “Vai correr tudo bem!” O mundo não será mais o mesmo; o 11 de setembro foi um grão de areia ao pé deste terremoto mundial. E a Humanidade não precisa de areia para os olhos; precisa de saber e de se adaptar, pelo bem de todos. (Atenção que com esta revolta não me estou a referir ao artigo, mas a essa conversa da treta que anda por aí, em certas televisões e em certas redes sociais. Obrigado!)

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/vai-correr-tudo-bem-opiniao-de-uma-professora/

E quando voltarmos à escola, como vai ser?

A história do ser humano está cheia de epidemias, esta é só mais uma. Desde o nosso ano 0, esta é a vigésima grande epidemia. Desde a Peste Antonina, entre 168 e 180 DC, assistiram-se a mais 18 “pestes” até à Covid 19. A mais mortífera foi, sem duvida alguma, a Peste Bubónica ou Peste Negra que causou 200 milhões de mortos por todo o mundo ao longo de todos os seus ressurgimentos. Todas estes “pestes” têm uma coisa em comum, fizeram-nos avançar. Os historiadores defendem que a Peste Negra foi um momento de viragem no desenvolvimento económico europeu. A gripe pneumónica levou à estruturação de sistemas de saúde por todo o mundo. O que sairá desta epidemia além do medo que se repita?

Mas voltemos ao assunto do título, como voltaremos e em que condições voltaremos para as escolas e salas de aula? Na China, esse processo começa a dar os primeiros passos.

Mais de mês e meio de isolamento, as perto de 2500 escolas do ensino secundário da província de Guizhou, na China, voltaram a abrir portas. Cerca de um milhão de alunos regressou às aulas. Mas com todas as cautelas.  

“Os estudantes são divididos em atividades diferentes e em horários diferentes para evitar novos focos de infeção”, explicou uma professora de um colégio local à Euronews. O dispositivo de segurança não fica por aqui: além da desinfeção de todo o equipamento está também previsto o controlo da temperatura corporal repetido ao longo do dia. Nos dormitórios, para os alunos internos, está implementado uma medição por infravermelhos. Ou seja, não é necessário o contacto com o aluno. Além disso, cada sala de aulas pode receber, no máximo, 30 estudantes. Os autocarros escolares transportam grupos pequenos, de forma a assegurar a distância de segurança. Professores, funcionários e alunos mantêm a máscara, distribuída gratuitamente. Há rotas designadas para as salas de aula. As refeições passaram também a ser servidas individualmente.  

A mensagem é clara: é preciso continuar a evitar a multidão e manter a etiqueta respiratória dos últimos tempos quando se está em público.  “Demoro mais tempo a chegar à minha mesa. Mas sinto-me mais seguro e menos ansioso”, assumiu Mao Yongli, estudante da Escola No.6 de Guiyang, capital da província, ao China.org.  

In Visão

Em Portugal e na Europa, como vai ser o retorno à escola? Que lições iremos tirar desta situação? Como iremos evoluir?

Como bons portugueses, pensaremos nisso no momento em que o “problema” se puser, ou planearemos com antecedência para que num futuro, muito próximo, não vivamos um situação idêntica pelos mesmos erros?

Quem sabe a evolução não venha a ser essa, estar preparado com antecedência e deixarmos de pensar que o que acontece do outro lado do mundo não nos diz respeito. Uma coisa pode vir a ser certa, nada será como ontem. O medo vai permanecer para sempre escondido no subconsciente desta geração e talvez seja esse o motor de alguma mudança, seja na escola ou na sociedade.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/e-quando-voltarmos-a-escola-como-vai-ser/

Vai correr tudo bem

 

Miguel Rebelo

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/vai-correr-tudo-bem/

Professora de escola em Leiria infetada com coronavírus

 

Professora de escola em Leiria infetada com coronavírus

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/professora-de-escola-em-leiria-infetada-com-coronavirus/

Saí de casa e fui caçar

Saí de casa e fui caçar.

Era madrugada, pelo que considerei que a hipótese de ter outros predadores por perto seria menor. Armei-me com luvas, máscara, chapéu, óculos e álcool e coloquei o pé fora da porta.

Porém, mal o fiz, já a minha vizinha me chamava da janela. Encarecidamente, pediu-me que lhe trouxesse umas coisinhas, já que ia às compras. Tive de assentir, percebendo agora a razão da velhaca, que nem sequer está no grupo de risco, me ter oferecido limões na semana passada.

De modo que não tive alternativa a não ser dizer-lhe que me enviasse a lista para o telemóvel.

Mal cheguei ao local avistei apenas outros quatro caçadores e animei-me com a perspetiva de a manhã decorrer tranquila.

Contudo, sorrateiramente, posicionaram-se atrás de mim, matreiros e expectantes, outros dez caçadores ávidos de presas. Para piorar o cenário, recebi a lista de compras da vizinha.

Não eram umas comprinhas, era um tratado de bens que me obrigaria de revirar todas as prateleiras, marca por marca.

Respirei profundamente, tentando memorizar as necessidades que me levavam ali e aguardei pacientemente a abertura de portas, a 3 metros de distância do caçador da minha frente. Na minha imaginação, a coisa resolver-se-ia desde que eu organizasse o percurso sem recuos ou detenças.

Abriram-se, então, as portas e seguimos ordeiramente.

Primeira secção: frutas e legumes. Atiro nas maçãs, pêras, perscruto as mangas encomendadas pela vizinha e eis, então, que um desgraçado se cola a mim para revirar as laranjas uma por uma. Dou um salto para trás com o susto da excessiva proximidade e reposiciono-me na zona das batatas.

Respiro fundo, mantenho-o debaixo de olho, e volto a disparar nas cebolas que caiem certeiramente no meu carrinho.

Inexplicavelmente, uma mulherzinha cola-se em perigosa proximidade ao meu corpo, raios parta isto, nem tem máscara, nem luvas, nem o diabo, sinto-lhe o bafo a menos de um metro, vai dar-me uma síncope cardíaca!

Ai deus do céu, se me fino nos legumes já não chego aos congelados…

Arranco dali disparada com o carrinho, perscrutando os intervalos dos transeuntes para passar incólume, como se isto fosse uma corrida de obstáculos.

E é, porque mal chego aos iogurtes, deparo com um casal entretido a lamber rótulos e a discutir animadamente qual a marca que deve levar. Agarro velozmente os primeiros que o meu olhar alcança e sinto o suor a escorrer fininho pela testa.

Prossigo para as bolachas, a cabrona da vizinha quer umas de chocolate branco da marca “Cupita”. Perscruto à esquerda e à direita das prateleiras: uma selva de bolachas, é o que isto é. Há bolachas da marca branca, marca azul, com pepitas, sem pepitas, com recheio duplo e duplicado, bolachas roscas e bolachas espalmadas. Há tudo, tudo, menos as p#€@s das bolachas da marca “Cupita”.

Aproxima-se um repositor, dou três passos para trás, vai de retro que nem máscara, nem luvas, tens sorte ó desgraçado que és chavalo e de ti não quer o Coronavirus saber. Grito-lhe da outra ponta do corredor se me sabe dizer onde encontro as “Cupitas”. Aponta com um dedo simpático e arranco a toda a brida para as agarrar numa penada, antes que chegue o senhor obeso que tem ar de quem vai açambarcar a prateleira toda.

Sigo para o leite, agarro numa embalagem e perscruto a vizinhança. Está livre, posso passar, avanço para as bebidas alcoólicas. Na lista da outra estão três garrafas de vinho do Douro. Três garrafas de vinho do Douro! Não pode ser alentejano, nem ribatejano, é fina na pinga que toma, a desgraçada. Nova selva de garrafas. Vejo tudo menos o Douro.

Da esquerda, aproxima-se uma mulherzita a tossir. Ainda vem longe, dá tempo de encontrar o Douro, o meu olhar saltita, mas o suor abunda e, agora, fiquei com os óculos todos embaciados. Não vejo nem o norte, nem o sul, apenas um vulto que se acerca a tossir. A tossir, mãe do céu!!!! O Coronavírus a andar sobre pernas, meu Deus, vou morrer aqui e agora toda contaminadinha, é agora que vou encomendar as minhas últimas preces.

Agarro uma garrafa qualquer, álcool é álcool, a p#€@ da vizinha nem sequer pode reclamar que eu estou a arriscar a minha vida nesta caçada, e atiro-a com vigor e de forma certeira no carrinho, acelero, o carro desliza.

Está tudo bem, estamos bem, a gaja que tosse ficou nas minhas costas, tiro os óculos para os desembaciar.

Carago, acabei de mexer na cara.

Acabei de mexer na cara.

ACABEI DE MEXER NA CARA!!!!!!

Perscruto no bolso a micro embalagem de álcool que me há de salvar a vida, besunto as lentes, besunto as luvas… f#€@-se!! A embalagem escorregou-me para o chão: eclipsou-se debaixo da última prateleira. Corro desalmadamente para os produtos de higiene, vasculho o álcool, onde está o álcool? Agarro na última garrafa com vida, despejo-a em cima de mim, mais valia imolar-me aqui e agora, p#€& que pariu esta m#€&@ toda!!!!

Regresso ao carrinho, conduzo-o velozmente para a caixa de pagamento, consigo miraculosamente ficar numa fila veloz, e atiro energeticamente toda a caça para o tapete rolante.

Olho em redor, todos aqueles rostos, com e sem máscara, com e sem luvas, um deles, um deles vai estragar esta gaita toda, um deles, vai tocar, vai tossir, vai conspurcar isto tudo… Benzo-me com mais um pouco de álcool, a menina da caixa sorri, até me enerva com tanta simpatia, esfrega álcool à sua volta como se se estivesse a embrulhar numa bolha e eu fujo dali para fora à velocidade máxima com o carrinho a abarrotar de nervosismo.

Mais álcool no puxador do carro, toca a despejar tudo lá para dentro, sento-me quietinha ao volante, respiro fundo. Lentamente recupero a tranquilidade, cheguei inteira, o vírus ficou do lado de fora, se entrou já o suei em pinga.

É, então, que começo a descalçar as luvas e, estupefacta, reparo: tenho um rasgão na luva direita.

TENHO UM RASGÃO NA LUVA DIREITA!!!!!

Despejo mais álcool nas mãos, meto álcool na embalagem de álcool que também deve estar contaminada, mais álcool outra vez no volante que deve estar contaminado, mais álcool no banco porque a roupa está contaminada, mais álcool nas calças porque toquei com as mãos que tinham luvas rasgadas nas calças, mais álcool… . Não pode ser… acabou-se a embalagem. Caraças, pá!! Que chumbada! Saí de casa, fui caçar e esqueci-me de encher a caçadeira??????

Nota – o presente texto, de caráter irónico não pretende iludir a gravidade dos acontecimentos que vivemos presentemente. Acima de tudo, deseja que o leitor adquira consciência e não saia de casa apenas por um pacote de batatas fritas, avaliando os bens que são supérfluos ou de primeira necessidade.

Fica, igualmente, aqui o profundo agradecimento aos funcionários deste e de todos os serviços que asseguram o nosso bem-estar no presente momento.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/sai-de-casa-e-fui-cacar/

A LEGO Group e a Plataforma Bricklink “Studio 2.0”

A LEGO Group adquiriu a plataforma BrickLink que possui mais de um milhão de membros e compreende um mercado on-line de mais de 10.000 lojas de 70 países; um software de construção digital onde os construtores podem projetar e exibir suas criações; e uma vibrante comunidade on-line onde os fãs compartilham idéias desenvolvidas. Uma boa forma de desenvolver o racicionio lógico em crianças e adultos.

 

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/a-lego-group-e-a-plataforma-bricklink-studio-2-0/

Somos todos SNS – Alberto Veronesi

Somos todos SNS

Vivemos num mundo de grande hipocrisia social. Não há muito tempo víamos, aqueles que hoje batem palmas ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), a criticarem a greve dos enfermeiros, que reclamavam melhores condições de trabalho, seja financeiro, seja de meios, para evitar a debandada em massa, emigrando, que existe na classe.

Perceba-se que as condições dos profissionais de saúde, sejam médicos, enfermeiros ou auxiliares, são as condições do próprio SNS que está em causa. Mas na altura ninguém veio à janela aplaudir as reivindicações. Vieram, isso sim, criticar e até chamarem-lhes “assassinos” por estarem a brincar com a saúde dos portugueses.

Pode ser que esta crise provocada pelo coronavírus nos leve a todos a uma profunda reflexão sobre a sociedade global e que nos faça entender o que de facto é essencial para a nossa sobrevivência em comunidade.

Deveremos colocar no topo das prioridades nacionais, em conjunto com outras áreas, como a educação, as que mantêm a sociedade em funcionamento fazendo com que no meio de uma crise mundial possamos ter, saúde, educação e bens de primeira necessidade!

Temos de ser, hoje e sempre, todos SNS!

In Público

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/somos-todos-sns-alberto-veronesi/

Estes São os Estúpidos da Nação – Marginal cheia na Póvoa de Varzim e Vila do Conde em tempos de isolamento

Estúpidos e burros, não têm outro nome…

Como é que se pode ser tão ignorante?

Como?

Marginal cheia na Póvoa de Varzim e Vila do Conde em tempos de isolamento

 

PS:

Leitura aconselhada aos ignorantes da Póvoa de Varzim e Vila do Conde – eu se morasse lá morria de vergonha:

A Direção-Geral da Saúde (DGS) avisa que o novo coronavírus pode ficar em superfícies durante algumas horas e até 6 dias, razão que levou a emitir uma orientação de limpeza e desinfeção específica aos estabelecimentos de atendimento ao público ou similares que continuam abertos.

São 14 páginas que detalham todos os cuidados mais apertados de limpeza a ter nestes tempos de pandemia.

Aqui:

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/03/i026046.pdf”]

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/estes-sao-os-estupidos-da-nacao-marginal-cheia-na-povoa-de-varzim-e-vila-do-conde-em-tempos-de-isolamento/

Declarações do Tiago na RTP sobre o novo paradigma da Educação

Estas forma as principais ideias, que  ditas em catadupa provocando alguma dificuldade em acompanhar, se conseguiram apanhar:

“Este é o maior desfia, na Europa, para o sistema de ensino.”

“Parece que já passaram 5 semanas mas passaram apenas 5 dias.”

“Seria totalmente errado dar instruções sobre o que se irá passar daqui a um mês.”

“Palavra de reconhecimento aos professores por tudo que têm feito.”

“Todos estão a dar o seu melhor, a escola tem estado a trabalhar para se adaptar.”

Datas dos exames: “não vamos criar nenhum alarmismo social”

“O que sabemos agora é que se deu uma grande transformação num curto estado de tempo.”

“Sabemos que temos uma significativa parte dos alunos que não têm acesso ao digital e estamos a trabalhar com várias entidades para lhes fazer chegar em suporte físico material para estudar.”

“O terminus do 2.º Período é, neste momento, o grande objetivo.”

“Estamos muito centrados nestes 15 dias que aí vêm. Temos que ir dando passos em relação ao que aí vêm. É um novo paradigma o que estamos a viver e para o qual não estávamos preparados. Estamos a estudar novos cenários para o que aí vem.”

“Temos estado a estudar novas formas para articular e contruir este novo paradigma. ”

A mensagem deixa no ar alguma confusão…

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/declaracoes-do-tiago-na-rtp-sobre-o-novo-paradigma-da-educacao/

Município de Gondomar empresta tablets a alunos que não têm computador em casa

É uma medida de equidade…

Alunos de Gondomar sem computador em casa recebem tablets

Os alunos de Gondomar que não têm computador em casa vão receber tablets para ser assegurado o ensino à distância, no âmbito das restrições impostas devido à Covid-19. Serão emprestados já na próxima semana pela Câmara, que tem disponíveis 800 numa primeira fase.

In JN

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/municipio-de-gondomar-empresta-tablets-a-alunos-que-nao-tem-computador-em-casa/

Três casos confirmados em escola de Viseu (Atualizada)

Desta feita, é uma escola da cidade de Viseu que encerra para quarentena devido ao COVID 19. Durante a manhã fomos informados que o número de infetados aumentou em um docente confirmado com a infeção.

Dois casos confirmados na escola Emídio Navarro, em Viseu

Há dois casos confirmados de pessoas contaminados com o novo coronavírus na escola Emídio Navarro, em Viseu. Um dos casos está no Hospital da Guarda, o outro em isolamento em casa. As autoridades de saúde colocaram já muitas dezenas de pessoas em vigilância ativa e apelam à comunidade educativa deste estabelecimento de ensino para terem em consideração as informações que estão a ser transmitidas pela Autoridade de Saúde do ACES Dão Lafões.

Docentes, funcionários, alunos e encarregados de educação estão a ser informados da situação. Há vários testes que também estão a ser efetuados e foram enviados para o hospital da Guarda, uma vez que os professores infetados deram aulas antes da pausa decretada pelo Governo. A escola vai estar totalmente fechada nos próximos 14 dias.

Numa nota divulgada à comunidade educativa através da página online, a direção da escola escreve que na sequência da “identificação dos casos confirmados de Covid-19, cuja investigação epidemiológica está a decorrer, reforça-se a necessidade de cumprimento das medidas de prevenção”.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/4115/

Cartoon da Semana – Não mexas no computador! – Miguel Rebelo

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/cartoon-da-semana-nao-mexas-no-computador-miguel-rebelo/

Até quando…? – Carlos Santos

A interrogação é esta, para a qual não há resposta num futuro que se apresenta incerto.
Reconheço ser natural que nós, professores, tenhamos preocupação com os alunos, com a sua avaliação, com os exames, com o seu futuro académico… Porém, não deixo de ficar surpreendido com tantos professores a demonstrarem espanto, tristeza e, até, alguma revolta com a informação veiculada sobre a probabilidade de não haver aulas presenciais nas escolas no 3º período, situação que não era difícil de imaginar que viesse a acontecer.
Anoto que já fora noticiado que “Cientistas alertavam para nova vaga do vírus até final do ano”.
Não posso deixar de dizer que me é difícil entender o motivo de tanto espanto na classe docente perante esta realidade, quando as entidades internacionais apontaram para a 2ª semana de maio como pico da pandemia em Portugal e o primeiro-ministro já adiantou esperar que seja para final de abril, com incidência até final de maio, e ainda ontem na comunicação ao país frisou que daqui por 3 meses (finais de junho) terá de ser feito um balanço. [para bem da verdade se diga que estas datas vão mudando de dia para dia e há pouco fiquei a saber que no dia catorze do mês vindouro iremos todos assistir ao pico da coisa que, vejam só, ninguém controla]
Referiu que ainda teremos de enfrentar esta pandemia no próximo inverno, uma vez que é previsível a vacina só estar disponível dentro de, sensivelmente, um ano devido ao período de testes e de espera para verificação da inexistência de efeitos secundários.
A princípio, víamos pela televisão diante dos nossos olhos o nosso futuro e continuámos adormecidos a agir como se não fosse nada connosco, confiando que o vírus nada iria querer de nós por sermos um pequeno país esquecido no extremo da europa. E ninguém foi capaz de dizer isso a um vírus com manifesta atitude predatória!
Somos um povo habituado a ver as coisas a acontecerem à distância confiando que, oxalá, não chegue até nós e, neste caso, mais uma vez assim aconteceu, visível no comportamento das pessoas que se manteve inalterável. Acontece que, com sinais inequívocos que há muito se evidenciavam nos milhares de seres humanos a perecerem na China e noutros países do oriente, a alastrar-se para a europa, e o nosso povo – no seu infinito provincianismo e imaturidade – andou durante semanas a sentar-se no sofá a comentar o caso do português infetado num navio de cruzeiro no outro lado do mundo, incapazes de se consciencializar do que estava para acontecer.
Os nossos governantes, longe de estarem isentos de responsabilidades, para um vírus que andava a matar há 3 meses (desde dezembro) não foi capaz de criar atempadamente um plano de contingência que envolvesse medidas de prevenção, de controlo de fronteiras e de procedimentos que chegassem às escolas antes de as terem fechado (tardiamente), nem a outros locais, nem o apetrechamento com desinfetantes, máscaras, luvas e de ventiladores para os hospitais.
Escavei no passado e redescobri o que já todos sabemos: somos um povo ímpar; não somos organizados nem precavidos; por qualquer razão somos os peritos do remedeio e do desenrascanço, pelo que, não é surpreendente o que se assistiu até aqui.Ninguém, em delírio, poderá dizer que nada fazia prever o que por aí vinha.
Mais um pormenor. A isto soma-se um risco económico difícil de calcular por economistas que garantem vir a refletir-se numa crise financeira pior do que a de 2008.
“Num gesto inédito a comissão europeia retira limitação de 3% de défice orçamental dos estados”. Equaciona igualmente a compra de dívida soberana para evitar que países como o nosso entrem em bancarrota e tenham de pedir ajuda internacional, como aconteceu em 2011.
“Carlos Costa [governador do Banco de Portugal] defende emissão de eurobonds para enfrentar crise europeia”. E os “Economistas admitem queda até 8,5% do PIB”. Toda esta situação é demasiado séria para incompetência, negligência e experimentalismos.
Sendo o país do mundo com maior percentagem de população emigrada, tendo vindo a verificar-se o regresso de muitos portugueses por falta de emprego devido à pandemia, os quais, na sua maioria, não foram examinados pelas entidades de saúde, isso deve inspirar-nos preocupações acrescidas.
E os números têm essa coisa terrível – não mentem.
Segundo os últimos dados, devido ao COVID-19, em 24 horas lamentam-se:
627 mortes em Itália num número superior a 4.000 e com uma taxa de infeção que poderá de 5 a 10 vezes superior ao oficial se se tivessem feito mais testes;
em Espanha com cerca de 300 falecimentos e mais de 4.000 novos casos nas últimas 24 horas;
e o nosso país registou mais 260 casos acrescidos de 6 óbitos.
Ora, vejamos, perante toda esta situação, continuam a considerar que o mais importante é a avaliação dos alunos?
Perdoem-me, mas não me consigo comover com alguma lacuna que venha a haver nas aprendizagens dos alunos e estar mais preocupado com a sua saúde e a de todos nós.
E não faltam coisas que me preocupam muito mais, como os excessivos comportamentos de risco para poderem ser aceitáveis: a falta de hábitos de higiene do nosso povo; a falta de civismo, de sentido coletivo e de cidadania; os ajuntamentos nas praias, pubs e noutros locais de portugueses mandados para casa para cumprir isolamento quando a morte inundava a europa, estava a invadir Espanha e o vírus já morava entre nós; os porcos que cospem, atiram lixo e beatas para o chão, ou deitam as luvas descartáveis para a rua contribuindo para a propagação do vírus; as pessoas que não cumprem a distância de segurança, os procedimentos de higiene e higienização.
As pessoas estão angustiadas com a falta de máscaras, mas o meu desassossego está mais voltado para a máscara de indiferença perante a situação que muitos ainda têm colocada na cara, revelador da nossa ignorância coletiva.
Haverá, pois, algo mais assustador do que a irresponsabilidade do homem?
E diante de tudo isto, não é aceitável haver colegas de profissão a afirmarem publicamente que não estamos a trabalhar, denotando uma falta de bom-senso que poderá prejudicar toda uma classe que – ao contrário dessas insinuações – se está a desdobrar para que o sistema ainda vá funcionando e os alunos não saiam demasiado prejudicados.
Farão, também, parte do conjunto de população que acha que os professores só trabalham na escola e nada fazem em casa?!
Neste momento estamos a trabalhar tanto como se estivéssemos na escola. Todo o dia a elaborar fichas, materiais didáticos, criar procedimentos para, à distância, chegar até aos alunos, articular com os colegas, e começamos já a acusar dores nas costas pela exigência deste trabalho que está longe de significar estarmos de férias, pelo que não se precipitem a dizer despautérios antes de abrirem a boca.
Mas ainda não há verdadeira consciência de que este inimigo invisível não escolhe as suas vítimas; de que ninguém está a salvo, independentemente da sua condição económica ou social, da sua cor de pele ou género, da sua raça, etnia, idade ou religião; de que não há nenhum sítio seguro se não cumprirmos as normas de higiene e segurança. Há muito que esta deixou de ser uma situação do “eu” para ser uma situação do “eu e os outros”. Cada um de nós deixou de ser responsável apenas pela sua vida, mas por todas as outras vidas.
Inquieta-me muito mais toda esta falta de consciência que coloca em risco a vida de todos nós. A negligência e a irresponsabilidade tão habituais na natureza humana dos latinos deixaram de ser apenas um incómodo, pois agora implicam doença e morte. Ninguém está dispensado desta guerra que só poderá ser vencida se formos mais inteligentes do que este inimigo silencioso. Nada é insignificante num tempo em que tudo importa.
A luta pela sobrevivência está aí e pode tocar a qualquer um de nós ou daqueles que nos são próximos. Na China as pessoas cumprem e estão a conseguir erradicar a doença. Por cá, isso só será possível se deixarmos de pensar tanto nos nossos umbigos e começarmos a atuar como um formigueiro, como um coletivo.
A irresponsabilidade é uma arma entre nós que respira morte, pelo que, cabe a todos e a cada um de nós o dever de cumprir e fazer cumprir o plano nacional de contingência.
Se pudéssemos não deixar entrar o vírus pelo simples ato de fecharmos a porta, era bem mais simples. Mas, a verdade é que irá requerer muito mais de nós.
Precisamente por isto e muito mais, sinto-me algo incomodado pela enorme preocupação de muitos professores pelo facto de provavelmente as escolas não abrirem no 3º período. Querem o quê? Que no pico da pandemia – momento em que é expectável que o número de infetados e de mortes esteja no auge – mandar as crianças para a escola e irmos felizes e inconscientes conviver em harmonia colocando ainda mais em risco a vida de toda a gente?
Então, façam o favor de cumprir as indicações e conselhos das autoridades e o isolamento social contribuindo assim, não só para a preservação da vossa própria saúde, mas também para a salvaguarda da saúde de todos nós.
A nós, professores, cumpre continuarmos a trabalhar à distância com os nossos alunos, mas, sobretudo, sensibilizar pais e alunos para não saírem de casa desnecessariamente e cumprirem as medidas de prevenção do coronavírus.
Não sei como dizer isto de outra forma, mas ninguém está de fora, pois todos nós nos tornámos parte do acontecimento, parte do problema, mas também parte da solução.
Aos nossos concidadãos ligados à saúde uma palavra de apreço pelo risco que estão a correr para salvar vidas na luta contra a pandemia e a todos os que diariamente, nos mais diversificados locais, estão a contribuir para o bem comum.
Se há coisa que este vírus nos ensinou foi que a nossa vida é precária e não devemos dar nada por garantido, pelo que todos vamos aprender a dar mais valor à vida e aos direitos conquistados, nem que sejam os mais simples, como poder sair à rua e andarmos em liberdade sem constrangimentos.
Eu sei que tudo isto é assustador, mas seria impossível terminar sem deixar uma palavra de esperança. Se outros estão a conseguir vencer este inimigo terrível, também está ao nosso alcance fazermos com que isso aconteça no nosso seio. Numa situação em que tudo é incomum, que em comum todo e cada um de nós tenhamos a vontade e a atitude de fazer com que a superação desta situação nos espreite de um futuro muito próximo.
Juntos vamos conseguir!
Desejo a continuação do bom trabalho a todos e, em particular, aos colegas de profissão.

Carlos Santos

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/ate-quando-carlos-santos/

Ferramenta Colaborativa em Português “Trello”

O Trello permite que você trabalhe de forma mais colaborativa e faça mais.
Os quadros, listas e cartões do Trello permitem organizar e priorizar seus projetos de maneira divertida, flexível e gratificante.  Podemos simplesmente fazer um quadro para cada turma e colocar os conteúdos nos diversos tipos de ficheiros. A vantagem é colaboração com, Alunos,  Encarregados de Educação e outros colegas de determinada Área Curricular. Após o Registo no “Sign Up”,  é só mudar a língua para Português.

 

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/ferramenta-colaborativa-em-portugues-trello/

A candidata portuguesa ao Global Teacher Prize

 

A mudança pedagógica desejada por Cristina Simões, 46 anos, é que professores e pais deixem de “infantilizar” e decidir pelos alunos com deficiência.

Professora portuguesa na corrida para melhor do Mundo

A mudança pedagógica desejada por Cristina Simões, 46 anos, é que professores e pais deixem de “infantilizar” e decidir pelos alunos com deficiência.

“Eles têm de ser olhados como iguais e não serem superprotegidos” para que um dia tenham o seu projeto de vida. A professora de Educação Especial, de Tondela, é uma das 50 finalistas do Global Teacher Prize mundial, equiparado ao Nobel da Educação, cujo vencedor é divulgado a 12 de outubro. Não é a primeira vez que há um finalista português.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/a-candidata-portuguesa-ao-global-teacher-prize/

Comunicado – Afirmações sobre a avaliação final do terceiro período são extemporâneas e conjeturais

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/03/20200321meduavaliacao.pdf”]

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/comunicado-afirmacoes-sobre-a-avaliacao-final-do-terceiro-periodo-sao-extemporaneas-e-conjeturais/

No Ministério da Educação não Existe Ninguém com Dois Palmos de Testa, Por Mais Curtos que Sejam?

Phosga-se! – Série 2 | O Meu Quintal

 

Mas Quem É Responsável Por Estas Propostas? (Phosga-se!) | O Meu Quintal

 

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/no-ministerio-da-educacao-nao-existe-ninguem-com-dois-palmos-de-testa-por-mais-curtos-que-sejam/

O Sector Bancário do Costume -Criminoso e Ganancioso

(…)

Continua aqui:

Banks Pressure Health Care Firms to Raise Prices Amid Coronavirus Crisis

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/o-sector-bancario-do-costume-criminoso-e-ganancioso/

Carta Aberta ao Senhor Ministro da Educação

 

Ex.mo Senhor Ministro da Educação:

Num período tão conturbado como imprevisto, pretendo, na qualidade de docente da Escola Secundária de Ponte de Lima, manifestar as minhas preocupações e apresentar algumas sugestões para tentar atenuar os efeitos sociais e pedagógicos de um grave problema transnacional, com repercussões imediatas no nosso quotidiano, no sistema educativo e, em particular, no percurso escolar dos alunos .

Estamos confrontados com uma situação excecional, que afeta as relações interpessoais, originada pelo distanciamento forçado nas nossas comunidades educativas, com o qual todos temos de aprender a lidar, demonstrando coesão profissional, solidariedade pessoal e sentido de pertença institucional. As novas aprendizagens são caracterizadas pela incerteza, imprevisibilidade e crescente ansiedade.

Mais do que uma preocupação em cumprir programas e remediar um problema emergente (como gostaríamos de poder continuar a exercer a nossa atividade profissional em contexto escolar!), poderemos ver neste período de exceção uma oportunidade para desenvolver e consolidar determinadas competências transversais. De facto, se conseguirmos que os nossos alunos sejam mais responsáveis, autónomos e solidários, estaremos a promover uma cidadania proativa, a qual se repercutirá positivamente no sistema educativo, no percurso académico e no seu sucesso escolar.

De uma forma esclarecida, é nosso dever procurar minimizar o impacto negativo de uma pandemia que está a alterar substancialmente o “modus vivendi” e o “modus operandi” tradicionais. E não poderá ser com ansiedade, insegurança e pânico generalizado que conseguiremos criar as condições necessárias para um regime alternativo de ensino.

O ensino à distância estará condenado ao fracasso se imperar o medo e a incerteza e se a principal estratégia adotada passar pela quantidade descontrolada de recursos e trabalhos enviados aos alunos. Alguns poderão realizar (com ou sem ajuda), outros irão procurar copiar e um número indeterminado irá certamente ignorar, por não terem acesso aos meios tecnológicos, por desmotivação, opção individual, falta de apoio ou de controlo familiar.

Os resultados expectáveis de uma eventual sobrecarga de trabalhos, a realizar em contexto extraescolar, poderão ser inversamente proporcionais à dimensão dos mesmos. Além de se poderem reproduzir desigualdades socioculturais, com que critérios se irão avaliar estes trabalhos ou a falta dos mesmos?

A prioridade deverá ser a de assegurar que, num ambiente de indefinição e preocupação permanentes, os alunos consigam aprender a superar as adversidades, a serem persistentes e a manterem-se bem informados (procurando distinguir a boa da má informação), cumprindo as recomendações da Direção-Geral de Saúde e do Governo. Ao mesmo tempo, ajudá-los na gestão das emoções (é fundamental manter abertas as linhas de apoio psicológico), na organização do trabalho, no aconselhamento da prática da leitura, assim como no despertar da curiosidade por uma modalidade de ensino e aprendizagem à distância, que deverá ser garantida para todos (como pretende a recente comunicação da Área Governativa da Educação e da Presidência sobre a intervenção educativa para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade). A não ser assim, estaremos a negar os pressupostos de uma escola pretensamente inclusiva.

Com a divulgação de uma multiplicidade de recursos, disponibilizados em plataformas digitais, os alunos serão motivados para aprendizagens lúdicas de conteúdos dos programas de diferentes disciplinas.

Sob a supervisão do Ministério da Educação e a coordenação das direções escolares, das associações de pais e encarregados de educação e dos diretores de turma, o sucesso desta modalidade alternativa de ensino à distância dependerá de professores preparados (se necessário, disponibilizando-lhes formação específica online), de encarregados de educação disponíveis e de uma efetiva adesão dos alunos.

Aproxima-se mais um momento de avaliação sumativa interna. Com uma interrupção abrupta do 2.º período letivo, que terá inviabilizado a realização de alguns instrumentos de avaliação, previstos nos critérios gerais e específicos das escolas, talvez fosse sensato e oportuno equacionar a possibilidade de o Ministério da Educação determinar o caráter semestral das avaliações internas (seria uma antecipação e experimentação de uma proposta alternativa já apresentada), remetendo para o 3.º período, a avaliação final do semestre. E na eventualidade de não ser possível regressar à normalidade das nossas escolas, no próximo período letivo, os professores saberiam, antecipadamente, que esse momento de avaliação corresponderia ao final de ano ou de ciclo de estudos e ponderariam todas as implicações de uma avaliação sumativa interna, com caráter excecional.

A realizarem-se as avaliações sumativas internas neste final de 2.º período, seria recomendável que as propostas de avaliação tivessem um caráter provisório (poderiam ser finais se não houvesse novo momento de avaliação), as quais voltariam a ser analisadas, ponderadas e ratificadas em conselho de turma, no final do presente ano letivo, independentemente de as aulas terem ou não sido retomadas.

Na expectativa de que esta situação seja rapidamente ultrapassada, para voltar à normalidade e às rotinas diárias das nossas escolas, apresento os melhores cumprimentos.

Atenciosamente.

Ponte de Lima, 21 de março de 2020

Prof. Teodoro da Fonte

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/carta-aberta-ao-senhor-ministro-da-educacao/

As Educadoras de Infância também estão em teletrabalho

As educadoras também se esforçam-se por não deixar os seus alunos sem atividades. Usando os meios ao seu dipor, vão fazendo chegar atividades curriculares aos seus meninos e meninas que por estes dias se encontram em casa. As boas práticas de uns podem servir sempre de exemplo a outros.

Bem hajam.

 

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/03/as-educadoras-de-infancia-tambem-estao-em-teletrabalho/

Load more