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Escola de Canelas com 12 dos 21 assistentes de baixa

Escola de Canelas com 12 dos 21 assistentes de baixa – RTP Notícias [com reportagem em vídeo]

A Escola Secundária de Canelas, em Gaia, está a braços com o problema da falta de funcionários, numa altura em que mais do dobro dos assistentes operacionais estão de baixa médica.

Nos últimos tempos, são os professores que fazem vigilância nos intervalos.

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Falta de funcionários – A escola onde alunos e professores tratam da limpeza e o diretor faz de porteiro

A escola onde alunos e professores tratam da limpeza e o diretor faz de porteiro [com áudio – reportagem da jornalista Rute Fonseca]

21 de FEVEREIRO de 2019 – 09:11

Devido à falta de 12 funcionários, que estão de baixa médica, na Escola Básica e Secundária de Canelas, os alunos e professores decidiram “pôr mãos à obra”.

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Governo vai criar bolsa que permitirá às escolas substituir funcionários de baixa médica

Governo vai criar bolsa que permitirá às escolas substituir funcionários de baixa médica – ECO

A par da contratação de mais mil funcionários para as escolas, o Governo vai criar uma bolsa que permitirá aos estabelecimentos de ensino “renovarem” os seus quadros face às baixas prolongadas.

O Ministério da Educação vai criar uma bolsa que permitirá às escolas recrutarem assistentes operacionais de modo a colmatarem as falhas decorrentes das baixas médicas prolongadas. O anúncio foi feito, esta quinta-feira, por Tiago Brandão Rodrigues, que salientou a necessidade de “dotar” os estabelecimentos de ensino nacionais “com a possibilidade de renovarem os seus quadros”, nestas situações.

“Vamos criar uma bolsa que permitirá às escolas recrutarem [funcionários] para colmatarem as falhas que acontecem por baixas médicas prolongadas”, adiantou o ministro da Educação, em declarações aos jornalistas.

De acordo com o governante, este mecanismo está a ser pensado a par da contratação de mais 1.067 assistentes operacionais para as escolas nacionais. Sobre esses trabalhadores, o responsável pela pasta da Educação fez questão de frisar que estão em causa “contratos sem termo”. “Estes funcionários estarão vinculados à Administração Pública, algo que é importante para a estabilidade das nossas comunidades educativas e para a estabilidade desses trabalhadores”, defendeu Tiago Brandão Rodrigues.

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Saúde Mental – Os nossos adolescentes precisam de psicólogos? Sim, mas há “muito poucos” perto deles

Os nossos adolescentes precisam de psicólogos? Sim, mas há ″muito poucos″ perto deles

Depois de 40 anos a trabalhar com adolescentes e famílias, Daniel Sampaio insiste que a saúde mental deve ser uma prioridade nacional e que os adolescentes devem ser acompanhados nas escolas e nos centros de saúde.

O psiquiatra Daniel Sampaio defende que é urgente olhar para a saúde mental como uma prioridade. Depois de 40 anos a trabalhar com adolescentes e famílias, o especialista conclui que existem muitos profissionais competentes no setor, mas que os serviços na área da psicologia e da psiquiatria são insuficientes.

“Precisamos que os centros de saúde tenham médicos de família, psicólogos e enfermeiros que se dediquem mais à saúde mental, Nós temos muito poucos psicólogos nos centros de saúde e muito poucos enfermeiros. O médico de família não pode fazer tudo. E precisamos nas escolas também de psicólogos que trabalhem lado a lado com os professores para detetar precocemente os problemas de saúde mental dos jovens, as carências dos jovens. A pedopsiquiatria precisa de ser reforçada e a psiquiatria e a psicologia da adolescência também. Tem que ser uma prioridade a nível nacional e infelizmente não tem sido.”

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Denúncia – Professores doentes recebem ordem para regressar às escolas

Professores doentes recebem ordem para regressar às escolas

A denúncia é feita pela Fenprof: há professores de baixa prolongada em situação incapacitante que estão a receber ordem da ADSE para regressar às suas escolas.

Diretores dizem que é “humilhante” e que resulta na penalização dos alunos.

“Não estamos a falar de pernas partidas ou fortes gripes. São situações de extrema fragilidade: casos de cancro, AVC, hemodiálise, alguns que nem conseguem falar ou pôr-se de pé”, garante Mário Nogueira. O líder da Federação Nacional de Professores (Fenprof) explica que desde outubro a Federação espera pela resposta do Ministério da Educação ao pedido de reunião por causa destes casos.

Desde abril de 2018, quando as juntas médicas passaram da Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares (Dgeste) para a ADSE que as escolas começaram a receber cada vez mais professores em situação incapacitante. Sem apontar um número, Nogueira revela que, pelo menos, vinte decisões estão a ser contestadas e acompanhados, em contencioso, pelo gabinete jurídico da Fenprof. O presidente da Associação Nacional de Diretores de Escolas Públicas (Andaep), Filinto Lima, assegura que quase “não deve haver escola sem um caso destes”.A declaração da junta médica passada aos professores pela ADSE define que o regresso seja para “serviços moderados, adaptados à sua condição clínica”, cujas condições devem ser definidas pela medicina ocupacional. O problema, frisa Nogueira, é que a lei nada diz sobre o que são “serviços moderados” e a medicina do trabalho não intervém nas escolas. Pelo que os diretores não sabem o que fazer, alerta.

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Pelo Jornal Sol/Opinião – Paulo Guinote – Rankings e Transparência

Rankings e Transparência

A divulgação dos resultados do desempenho dos alunos nas provas finais do Ensino Básico e exames do Ensino Secundário é em si mesmo um acto de transparência que me parece ser tempo de voltar a defender.

Não por uma questão ideológica, não por ignorar que os dados divulgados não retratam todo o trabalho de alunos e escolas ao longo de anos ou que nem sempre a sua contextualização é feita da melhor forma ou com todas as variáveis relevantes. Mas porque é minha convicção que o acesso à informação é sempre um bem maior do que o seu ocultamento ou truncagem. Mesmo que apresentem uma realidade que não é a que eu mais gostaria de ver retratada, só dessa forma poderei agir para a alterar. No desconhecimento, o problema não é sermos iguais, é nem sabermos bem o que somos em relação ao que nos rodeia.

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Mandaram Dizer Que O Ministro Tiago Fica

Mandaram Dizer Que O Ministro Tiago Fica | O Meu Quintal

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É Só Meter ao Bolso – Universidade Católica fatura 65 milhões, mas não paga um único imposto

Universidade Católica fatura 65 milhões, mas não paga um único imposto

A Universidade Católica Portuguesa, instituição de Ensino Superior privada, fatura anualmente cerca de 65 milhões, mas usufruiu de uma isenção total de impostos e contribuições, revelou esta quarta-feira uma reportagem da TVI.

À semelhanças das demais universidades privadas, a Universidade Católica cobra aos seus alunos propinas que ultrapassam os 300 euros mensais, o que lhe permite em parte faturar 65 milhões por ano. No entanto, e no que toca a contribuições fiscais, é a única universidade privada que goza de total isenção, adianta a investigação levada a cabo pelas jornalistas Alexandra Borges e Judite França.

De acordo com a peça da TVI, em causa estão isenções de impostos, contribuições, taxas camarárias e até taxas de Justiça. A isenção da Católica deve-se a um artigo que assinado durante o Governo de Aníbal Cavaco Silva, então primeiro-ministro, tendo sido assinado por Roberto Carneiro e Miguel Beleza. Segundo a TVI, todos os signatários tinham ligação à universidade.

Em 1990, o Executivo de Cavaco Silva revogou o decreto-dei sobre o enquadramento da Universidade Católica, deixando em vigor o artigo que atribui à instituição de ensino uma isenção fiscal total. O artigo em causa, aprovado há quase 30 anos, continua a vigorar.

O constitucionalista José Reis Novais não tem dúvidas que este é um “privilégio injustificado”, que configura uma “violação da Constituição da República Portuguesa e da Concordata”. Já Ricardo Alves, da Associação da República e Laicidade, considera que a isenção é um “escândalo”, dando também à Católica uma “vantagem concorrencial” face às restantes universidades privadas, como defendeu João Redondo, da Universidade Lusíada.

“Qualquer um gostava de ter um decreto-lei que nos isentasse de impostos e de todas as obrigações fiscais que temos de pagar e que são muita”, atirou João Redondo.

A Concordata – tratado assinado entre a Santa Sé e um Estado -, importa frisar, remonta a 2004, ano em que se fez a última revisão ao documento original assinado em 1940, e determina que todas as atividades não religiosas, nas quais se incluem as escolas particulares da Igreja, devem ser tributadas.

“Só estão isentos de impostos os atos que se destinem a fins estritamente religiosos”, explicou Vera Jardim, presidente da Comissão Liberdade Religiosa, em declarações à TVI.

O professor e representante da Universidade Católica Luís Fábrica afirmou que estes benefícios acontecem porque a Católica tem sido equiparada a uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS). “É uma pessoa coletiva de utilidade pública, que tem sido equiparada a uma Instituição Particular de Solidariedade Social. A Universidade Católica como entidade legalmente equiparada a IPSS está isenta de pagar IRC”, vincou o docente.

A bloquista Mariana Mortágua, por sua vez, desconstruiu a argumentação de Luís Fábrica, dando conta que para que qualquer IPSS tenha benefícios fiscais é necessário fazer uma requisição ao Ministério das Finanças nesse sentido. “Isto é assim para todas as IPSS em Portugal exceto para uma [a Católica] que tem uma lei feita à medida numa altura em que o Estado não era laico”, frisou.

Fundada em 1967, a Universidade Católica está sediada em Lisboa, contado com três centros regionais no Porto, Braga e Viseu.

PS:

“(…) O diferendo está em tribunal, mas o Estado já podia ter resolvido a questão de forma célere: bastava que o Parlamento revogasse aquele decreto, que confere a regalia da isenção fiscal, acabando com este auxílio que deixa em pé de desigualdade as outras faculdades privadas. Mas até hoje o assunto nunca incomodou nenhum partido com assento parlamentar.

 

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Escola Secundária de Cascais fecha sete salas devido a níveis elevados de amianto

Escola Secundária de Cascais fecha sete salas devido a níveis elevados de amianto – Observador

Associação de pais já tinha alertado em janeiro. Quercus critica Autoridade das Condições de Trabalho por ter ignorado as denúncias anteriores. Cinco das sete divisões eram salas de aula.

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O Mário Nogueira Se Estivesse Calado Fazia Melhor Figura

Já estás outra vez incomodado com o STOP?

Isso passa com trabalhinho…e a reforma nunca mais chega, não é?

Fenprof rejeita novos fundos para financiar greves de professores – Educação – Jornal de Negócios

A criação de fundos que possam financiar greves prolongadas dos professores está a ser reclamada na blogosfera e não é rejeitada por sindicatos mais pequenos, como o S.T.O.P. Mas a Fenprof demarca-se de novas iniciativas de financiamento.

A Fenprof rejeita a criação de novos fundos que possam financiar uma greve prolongada dos docentes, seja por recurso a financiamento externo, como o ‘crowdfunding’, seja através do desvio dos descontos dos associados, o que não está previsto nos estatutos dos sindicatos que esta federação representa.

A necessidade da criação de novas formas de financiamento está a ser defendida na blogosfera por autores como Alexandre Henriques e não é afastada por sindicatos mais pequenos como o S.T.O.P, que admite apoiar a constituição de fundos, assumindo contudo que não há decisões tomadas.

A questão foi abordada esta quinta-feira pelo DN, que noticiou que os professores querem constituir fundos, o que levantou dúvidas sobre a intenção dos sindicatos.

“Os professores não propõem nenhum financiamento”, disse Mário Nogueira, aos jornalistas, no Parlamento. Falando em nome das dez organizações sindicais que têm reclamado, juntas, a recuperação do tempo de serviço para efeitos das progressões, o dirigente sindical recusou em particular o recurso ao ‘crowdfunding’.

“Financiamentos externos de uma greve é uma coisa que não faz parte do nosso vocabulário ou da nossa intenção”, disse.

O que a Fenprof não critica são os mecanismos informais através dos quais os docentes se organizam para anular o impacto financeiro da greve sobre os seus salários. O que aconteceu no caso da greve às avaliações é semelhante ao que acontece no caso dos enfermeiros na medida em que bastava que um professor faltasse para que a reunião de avaliação não se pudesse realizar: com pouca adesão obtém-se um grande impacto.

“A única coisa que acontecerá nas escolas é o que sempre aconteceu”, afirmou Mário Nogueira. “Numa greve a avaliações não é preciso todos fazerem. Basta que um faça para que não haja a reunião. Então o que fazem alguns professores? Os cinco que não fazem juntam-se” e cobrem o salário perdido pelo trabalhador que faltou. Noutros casos, os docentes vão-se revezando.

Os sindicatos que a Fenprof representa também não têm a intenção de dedicar parte dos descontos que recebem dos seus associados à criação de um fundo de greve, como os que existem noutros sindicatos em Portugal, por exemplo no setor dos transportes (maquinistas da CP ou dos pilotos da TAP).

Fonte oficial da Fenprof explica ao Negócios que os estatutos dos sindicatos de professores que esta federação representa não prevêem a existência de fundos de greve. A mesma fonte garante que não está em cima da mesa qualquer alteração, que em todo o caso teria de ser decidida pelos associados em assembleia-geral.

Não há fundos… mas podem surgir

A avaliar pelo que contam os enfermeiros, a eventual constituição de um fundo não depende apenas da posição oficial dos sindicatos. E há outras vozes a defender que sejam criados fundos que permitam financiar uma greve sustentada dos professores, nomeadamente na blogosfera.

Alexandre Henriques, do blogue “Com regras”, que também é mencionado no artigo do DN, propôs em novembro a criação de um fundo que seja capaz de financiar uma greve prolongada no início do próximo ano letivo.

“Todos os meses os professores pagam uma quota aos sindicatos. A percentagem dessa quota pode ser canalizada para o fundo”, afirmou ao Negócios Alexandre Henriques, que não é sindicalizado. “Também se pode constituir um fundo independentemente dos sindicatos, com ou sem crowdfunding, mas com a identificação dos financiadores”, sustentou.

STOP admite tudo mas ainda não decidiu nada

Para o Sindicato de Todos os Professores (S.T.O.P.) “nada está fechado”, segundo afirmou ao Negócios André Pestana, um dos porta-vozes da estrutura que foi criada há um ano e que se assumiu posições mais radicais do que a Fenprof por exemplo no caso do prolongamento da greve às avaliações.

Sublinhando que a questão ainda não foi discutida internamente, o porta-voz da estrutura que tem 500 associados não afasta a possibilidade de apoiar a formalização de um fundo. “Se houver uma vaga de fundo não será de estranhar que mais uma vez o STOP faça o que ainda não foi feito”.

“Somos a favor de um fundo de greve que poderá ir além do que se verificou nas greves às avaliações do Verão passado”, ou seja, uma troca informal de dinheiro, refere André Pestana.

“Agora, a forma de como materializar esse fundo de greve é que ainda não está nem discutida na direção nem com os sócios: se é por crowdfunding, se é através de um parte dos descontos dos sócios, ou se deve envolver os [professores] não sócios”.

 

Crowdfunding para professores? Nogueira diz que nem pensar – Portugal – SÁBADO

Mário Nogueira assegura que os professores não vão seguir o exemplo dos enfermeiros.

“Não vamos usar crowdfunding. Isso está fora de questão”, diz à SÁBADO o líder da Fenprof, Mário Nogueira, assegurando que os professores não tencionam financiar assim as suas greves.

Nogueira afirma que seguir o exemplo dos enfermeiros, que já angariaram quase 800 mil euros através de plataformas de crowdfunding, nunca foi equacionado pelos sindicatos de docentes.

“Aquilo que foi feito na greve das avaliações foi garantir que ninguém saía prejudicado numa greve em que bastava faltar um para garantir a paralisação”, explica o sindicalista.

Como bastava que um professor faltasse para que não fosse possível fazer as reuniões de avaliação, os docentes organizaram-se para que aquele a quem cabia fazer greve não saía prejudicado financeiramente.

“Diziam por exemplo ao que morava mais longe para ficar em casa ou ao que era mais novo e ganhava menos”, conta à SÁBADO Mário Nogueira, admitindo que nesses casos os professores se organizavam entre si para pagar ao colega que perdia o dia de trabalho.

“Isso fazia-se nas escolas. Na minha, cada um avançou dinheiro para isso. Eu cheguei a dar 100 euros. Mas, como se chegou à conclusão de que todos tinham feito greve, não fazia sentido distribuir o dinheiro. Por isso, usámo-lo para irmos todos jantar”, revela o líder da Fenprof.

De resto, Nogueira diz que na Educação “nunca houve sequer fundos de greve”. Mas não descarta que os docentes continuem a organizar-se como até aqui nas greves que já estão prometidas para o terceiro período deste ano letivo pelo descongelamento dos anos de carreira que os professores reclamam mas que o Governo não tem intenção de repor.

PS:

Se chamam a isto ironia…tens cá uma piadinha que até estala…

Novas formas de luta mais “radicais” podem deixar alunos do 12.º sem aulas no terceiro período, numa greve financiada por quotizações de professores. “Assim não temos de andar a explicar de onde vem o dinheiro”, ironiza Mário Nogueira, referindo a greve dos enfermeiros.

 

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“Realidade dramática.” Escolas retiram amianto sem respeitar normas de segurança

″Realidade dramática.″ Escolas retiram amianto sem respeitar normas de segurança

2 de FEVEREIRO de 2019 – 07:35

Em alguns casos os materiais estão a ser removidos com as escolas a funcionar, na presença de alunos, professores e auxiliares. A denuncia é feita à TSF pela Quercus, três meses depois de ter sido lançada a plataforma SOS Amianto.

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Pelo i – Blogue de Paulo Guinote bloqueado depois de críticas ao governo

Blogue de Paulo Guinote bloqueado depois de críticas ao governo

Texto sobre protestos dos enfermeiros levou à ação do Facebook

Há pelo menos dez anos que o professor Paulo Guinote é autor de blogues, dos mais visitados em Portugal, onde publica de forma regular criticas às políticas seguidas pelos governos, sobretudo na área da Educação. A propósito do braço de ferro entre António Costa e os enfermeiros, Guinote publicou há dois dias um texto com críticas ao governo e aos sindicatos e, posteriormente, todos os textos do blogue ficaram bloqueados no Facebook. Isto porque a rede social recebeu denúncias sobre o conteúdo dos textos, que passaram a ser considerados como spam.Esta alteração aconteceu depois de o professor ter publicado no seu mais recente blogue “O Meu Quintal” um texto com o título “A Escalada Enfermeiros/Governo” onde considera que o conflito “assumiu uma faceta inédita entre nós nos últimos 40 anos”.

As críticas que incluíram os sindicatos de professores, que Paulo Guinote considera que – no caso dos protestos por causa do descongelamento do tempo de serviço – não levaram a “luta a sério” como os enfermeiros. “O que a contestação dos professores não conseguiu levar adiante, para além desta ou aquela iniciativa mais heterodoxa, está a acontecer com os enfermeiros que, goste-se ou não, estão a levar a sua luta a sério”, lê-se no texto.

Minutos após esta publicação, todos os textos de Guinote no blogue desapareceram e, até ontem à hora de fecho desta edição, continuavam bloqueados, contou ao i o professor que aguarda explicações ao Facebook.

Guinote conta que esta foi a primeira vez que foi bloqueado, mas que já tinha passado por alguns momentos de tensão com ameaças anónimas.

Continuem a divulgar:

 

 

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Como os Professores os Entendem: “Trauliteiro, arrogante e, acima de tudo, néscio”

E são mimos simpáticos…

 

Braga atira-se a Miguel Sousa Tavares: ″Trauliteiro, arrogante e, acima de tudo, néscio″

Miguel Sousa Tavares disse que o Braga “não tem adeptos” e o clube minhoto reagiu.

O Braga emitiu esta terça-feira um comunicado, em que repudia as declarações de Miguel Sousa Tavares na TVI, em que afirmou que o clube arsenalista “não tem adeptos”.

“O horário nobre do canal de televisão mais visto em Portugal serviu, ontem [segunda-feira] à noite, para que Miguel Sousa Tavares (MST) voltasse a destilar o ódio ao Sporting Clube de Braga que alimenta há anos. Essa repulsa não constitui, por si só, qualquer incómodo, sendo uma decorrência legítima da liberdade de que gozamos e que permite a qualquer indivíduo o exercício da sua opinião, por mais estapafúrdia que ela seja”, assinala o emblema minhoto, prosseguindo nas críticas a Sousa Tavares:

“O problema é que MST não é um comentador de taberna ou um analista de café. MST é jornalista com carteira profissional, que mesmo em espaços de opinião deve obedecer a um código deontológico, emitindo informações sustentadas e validadas e evitando afrontas grosseiras. É que o MST que ontem referiu que o ‘Braga não tem adeptos, de facto’ é o mesmo que em 2013 se afunava, em entrevista ao “Jornal de Negócios”, de ser um analista respeitador das fronteiras do comentário: ‘Eu sei os limites entre a ofensa e a crítica’. Obviamente, não sabe! O dislate que proferiu em direto, apesar do contraditório exercido pelo pivô, é apenas a enésima demonstração daquilo que MST é enquanto comentador e formador da opinião pública: trauliteiro, arrogante, desdenhoso e, acima de tudo, néscio”, atira o Braga, que fala numa intervenção de “gravidade tremenda” e “não desculpável”.

“A intervenção de MST é de uma gravidade tremenda e não é desculpável pela manifesta ignorância e malícia do comentador, mas é igualmente crítico que um jornalista no exercício da sua opinião veicule factos infundados, assentes em mentiras mil vezes repetidas e que MST foi incapaz de filtrar, no cumprimento da sua missão de contribuir para uma opinião pública melhor informada”, rematam os arsenalistas, em comunicado publicado no site oficial do clube.

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O Paulo Guinote Foi Censurado pelo Facebook com a Mão da Pandilha Amiga do Engenheiro

A Velha Guarda Nunca Desapareceu | O Meu Quintal

 

Que Comunidade? Que Padrões? | O Meu Quintal

 

Censura Póstuma | O Meu Quintal

 

PS:

A mesma pandilha que acha isto normal:

Elisa Ferreira descarta incompatibilidades e não pede escusa da CGD – ECO

A mesma sra.  cujo marido foi vice-presidente da La Seda, uma das empresas cujo calote deu maior prejuízo à Caixa”.

Censurado pelo Facebook que esta semana bloqueou o acesso à ProPublica, um serviço noticioso de investigação que se especializa na investigação da qualidade cívica e que já ganhou um Pulitzer de Serviço Público. O que a Propublica fazia era um ato de transparência: expunha aos utilizadores a forma como os seus perfis eram utilizados no Facebook e que anúncios chegavam a quem, permitindo o escrutínio e forçando a transparência que são essenciais nas sociedades liberais.”

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A Ler – Questões De Domingo (Com Resposta Fácil)

Questões De Domingo (Com Resposta Fácil) | O Meu Quintal

 

PS:

Quanto ao Costa:

(…) Além disso, lembrou que o próprio António Costa também usou a mesma plataforma na campanha à câmara de Lisboa em 2013. “Eu não posso achar que o crowdfunding é bom quando me dá jeito e é mau quando me está a provocar um dano”, disse. (…)

Ler mais: Ordem dos Enfermeiros: “Contribuições para financiar a greve não vieram de grupos de interesse” – ECO

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A Fenprof contra a ILC

ESCOLA PORTUGUESA – A Fenprof contra a ILC

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Abandono escolar precoce atinge mínimos históricos

 

Portugal e Alemanha reforçam cooperação no ensino e na formação profissional

 

Livro de crónicas de aluna da Secundária Gil Eanes lançado em Lagos

 

Águas de Portugal lança jogo online para comunidade escolar e população | Diário da Região Setubalense

 

Escola de Martim Longo ganha nova sala de expressão artística

 

“Creactivity” estaciona em Amarante de 11 a 14 de fevereiro – Paivense

 

Professores universitários vão processar o governo

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Congresso Nacional Cientistas em Ação destinado a jovens em maio em Estremoz

Congresso Nacional Cientistas em Ação destinado a jovens em maio em Estremoz

O evento, que vai decorrer de 02 a 04 de maio, promovido pelo Centro Ciência Viva de Estremoz, pretende valorizar as atividades experimentais realizadas no espaço letivo, desenvolvendo o espírito crítico e científico nos jovens alunos, desde o 1.ºciclo do ensino básico até ao ensino secundário.

A iniciativa, destinada a atrair alunos do ensino básico e secundário, de escolas públicas e privadas de todo o país, para a ciência e tecnologia, decorre anualmente no Centro Ciência Viva de Estremoz, no distrito de Évora.

O congresso pretende ainda fortalecer o contacto e a troca de ideias e experiências entre alunos do ensino básico e secundário, professores e cientistas, no âmbito da divulgação e comunicação da cultura científica e tecnológica.

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Perguntem aos de Cá do Superior Como as Coisas Andam – Regras nas aulas levaram professora universitária a ser suspensa | Vídeo

Regras nas aulas levaram professora universitária a ser suspensa | Vídeo

Uma professora universitária foi suspensa por duas vezes por exigir regras de comportamento nas salas de aula.

Anita Moss, professora de Biologia na Universidade do Texas em San António (UTSA), nos Estados Unidos, não queria alunos a usar o telemóvel, a conversar com os colegas ou a colocar os pés em cima das cadeiras. No entanto, as suas regras levaram a uma discussão com uma aluna e acabou por ser suspensa em novembro do ano passado até ao início deste ano e foi obrigada a frequentar aulas para aprender a lidar com os seus alunos.

Mas o regresso da docente durou pouco tempo, já que em 14 de janeiro voltou a ser suspensa.

Segundo a imprensa norte-americana, depois do diretor da universidade receber inúmeras queixas de outros professores referindo que Anita Moss não havia alterado nada no seu regresso, a professora voltou a ser suspensa.

De acordo com o site “Paisano”, na descrição da sua cadeira, Moss referia que nas suas aulas não tolerava: dormir, usar auriculares ou auscultadores, recostar-se nas cadeiras ou colocar os pés em cima do mobiliário da sala de aula.

Na sua primeira suspensão, a discussão em novembro de 2018 com uma aluna, a polícia foi mesmo chamada a intervir a pedido da professora. O momento foi gravado e chegou mesmo a ser partilhado nas redes sociais.

No entanto, nem todos parecem contentes com a suspensão da professora. Vários alunos da UTSA fizeram uma petição, que conta já com 904 assinaturas, em 1000 necessárias, para que Moss voltasse a lecionar.

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Passar tempo com os filhos é a chave para o sucesso académico, defende estudo

Passar tempo com os filhos é a chave para o sucesso académico, defende estudo – Ciência & Saúde – SÁBADO

A investigação analisou ainda as consequências da ausência ou morte de um progenitor na qualidade académica das crianças.

Um estudo da Ohio State University, nos EUA, concluiu que os pais podem contribuir para o sucesso académico das crianças ao passarem tempo de qualidade com estas.

A investigação foi conduzida por Eric Gould e Avi Simhon Universidade Hebraica de Israel, e por Bruce Weinberg, professor de Economia na instituição de ensino norte-americana.

Os cientistas analisaram as informações de crianças em Israel que perderam uma figura parental por morte ou divórcio, e confrontaram os dados dos menores que passam no “exame de inscrição” israelita, um teste que é necessário para os estudantes do secundário se candidatarem à universidade. Apenas 57% dos jovens israelitas passam no exame, aponta o estudo.

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