Julho 2020 archive

Como fazer o registo na plataforma MEGA – Encarregados de Educação

 

 

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Pelos sindicatos – Webinar sobre os concursos de professores – SPZC

 

 

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DATAS DE ACESSO AOS VALES RELATIVOS AOS MANUAIS ESCOLARES

 

ACESSO AOS VALES RELATIVOS AOS MANUAIS ESCOLARES:

A partir do dia 3 de agosto, para os alunos dos anos de escolaridade de continuidade:
1º Ciclo: 2º, 3º e 4º anos;​
2º Ciclo: 6º ano;
3º Ciclo: 8º e 9º anos;
Secundário: 11º e 12º anos;

A partir do dia 13 de agosto, para os alunos dos anos de escolaridade de inicio de ciclo:
1º Ciclo: 1º ano;
2º Ciclo: 5º ano;
3º Ciclo: 7º ano;
Secundário: 10 ano;

SOU LIVRARIA

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Ó Tiago, explica-me lá como…

…é que eu sei como, mas duvido que tu saibas minimamente do que estás a falar.

Ainda ontem expliquei a um colega que estava a experimentar, no terreno, como distanciar os alunos 1 metro uns dos outros dentro da sala de aula. O que eu gostava de ver era o Tiago a explicar o que eu tenho explicado a vários colegas e membros de direção. É que para isso não é necessário usar o teorema de Pitágoras, é necessário ter experiência  de sala de aula e de vida fora de um laboratório ou de um gabinete…

Ministro da Educação reitera distanciamento de um metro entre alunos

O distanciamento entre alunos no próximo ano letivo “deve ser, sempre que possível, de um metro” e “maximizado” quando existirem condições para tal, devido à pandemia, reiterou hoje o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues.

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Vêm ai os computadores para escolas

 

Foi aprovada a resolução que autoriza a realização da despesa com a aquisição de computadores, conectividade e serviços conexos para disponibilização às escolas públicas, a executar nos anos de 2020 e 2021.

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5. Foi aprovada a resolução que autoriza a realização da despesa com a aquisição de computadores, conectividade e serviços conexos para disponibilização às escolas públicas, a executar nos anos de 2020 e 2021.
Esta resolução vem concretizar o compromisso assumido no Programa do Governo de aumentar a conectividade e acesso das escolas à Internet e dotá-las de recursos que promovam a integração transversal das tecnologias nas diferentes áreas curriculares, a utilização de recursos educativos digitais e o ensino do código e da robótica.
Pretende-se dotar as escolas públicas dos meios necessários para o acesso e utilização de recursos didáticos e educativos digitais por parte dos alunos e professores, dando prioridade, numa primeira fase, aos alunos beneficiários da ação social escolar, a

 

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MPD e outras, quem deve concorrer

 

Habituado a ler notas informativas bipolares, aqui vai a interpretação, mesmo que ache que isto não faz grande sentido. (vejam lá se a plataforma dos concursos é afinada, porque só dá confusão)

QZP’s – todos os docentes a quem a MPD foi deferida por renovação ou pela 1.º vez, concorrem a MI.

QA’s – Os docentes que foram notificados pelo agrupamento de origem que não existe pelo menos 6 horas de componente letiva para lhe atribuir, concorrem a MI.

Isto porque a plataforma dos concursos assim o exige. De outra forma o programa não consegue fazer o cruzamento de dados para elaborar a lista de retirados do concurso e publicitá-la.

 

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Docentes em MPD, ME e outros regimes especiais, obrigados a concorrer a MI

 

 

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NOTA INFORMATIVA – MOBILIDADE INTERNA 2020-2021

 

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Candidatura a mobilidade interna

Encontra-se disponível a aplicação que permite aos docentes efetuar a candidatura à mobilidade interna, entre o dia 16 de julho e as 18:00 horas do dia 22 de julho de 2020 (hora de Portugal continental).

Disponibilizamos os códigos dos AE/ENA, e os códigos das Escolas de Hotelaria e Turismo / Estabelecimentos Militares de Ensino. Pode igualmente consultar os protocolos entre o Ministério da Educação e o Turismo de Portugal I.P. e com o Ministério da Defesa.

Consulte a nota informativa e o manual de instruções da aplicação.

 

SIGRHE – candidatura a mobilidade interna

Nota informativa – mobilidade interna

Manual – candidatura a mobilidade interna

Códigos AE/ ENA

Códigos das escolas de hotelaria e turismo e horários disponíveis

Códigos dos estabelecimentos militares de ensino e horários disponíveis

Protocolo de cooperação entre o Ministério da Defesa e Ministério da Educação

Protocolo de cooperação entre o Ministério da Economia e o Ministério da Educação

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A Graça tentou desviar o assunto…

O problema reside na dinâmica de uma sala de aula, aí é que está o problema. Os técnicos que elaboraram o plano não têm conhecimento de terreno do que se passa no dia a dia de uma escola. Será que tenho que lhe enviar o documento que elaborei para copiarem?

 

Covid-19: um metro de distância entre alunos não é medida única para o próximo ano letivo

A diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, reiterou, esta quarta-feira, que há “múltiplas medidas” no arranque do novo ano letivo para prevenir infeções pelo novo coronavírus, salientando que a distância mínima de um metro entre alunos não deve ser “vista isoladamente”.

As medidas previstas para as escolas são múltiplas. Não é apenas uma medida”, afirmou Graça Freitas, durante a habitual conferência de imprensa sobre a pandemia da covid-19 em Portugal.

De acordo com a diretora-geral de Saúde, o documento com as orientações para as escolas no arranque do novo ano letivo prevê medidas como “circuitos diferentes, utilização de máscaras por toda a comunidade educativa, uma determinada disposição das carteiras nas salas, uma determinada utilização dos espaços e a sua higienização”.

Segundo Graça Freitas, relativamente ao distanciamento entre alunos, o que “ficou escrito e consensualizado” entre o Ministério da Educação e o Ministério da Saúde determina que, “sempre que possível, deve garantir-se um distanciamento físico entre alunos de pelo menos um metro, sem comprometer o normal funcionamento das atividades letivas”.

Isto ficou redigido assim exatamente para que não seja comprometida a atividade letiva”, realçou a diretora-geral da Saúde, salientando que a medida de segurança associada ao distanciamento entre alunos não pode ser “vista isoladamente”.

Associação Sindical dos Professores Licenciados pediu no sábado reuniões negociais urgentes com o Ministério da Educação sobre a abertura do ano letivo, por considerar que as orientações da tutela são insuficientes para acautelar o risco de transmissão de Covid-19.

Governo está a preparar o próximo inverno, para uma eventual segunda vaga de Covid-19, com reforço, em termos humanos e técnicos so Sistema Nacional de Saúde e da Saúde Pública. A Secretária de Estado Adjunta e da Saúde, Jamila Madeira, especificou, esta quarta-feira, na conferência de imprensa em que foi feito o ponto da situação epidemiológica, que esse reforço será feito, nomeadamente, na Madicina Intensiva e a nível laboratorial. As medidas, assegurou a governante, estão já previstas no Orçamento Suplementar.

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Webinar sobre Avaliação Formativa – Pró-Ordem

 

 

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CDIJ MOSAICO promove projeto de Cinema

“Cinema Sem Conflitos – Produções” foi o nome dado ao projeto na área das artes cinematográficas, promovido pelo CDIJ (Centro de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil) MOSAICO, cuja entidade gestora é a Casa do Povo de Vila Franca do Campo e pela Marca Registada “Cinema Sem Conflitos“. É um projeto que contou com o apoio da Direção Regional da Cultura.

O objetivo deste projeto destinado a jovens com idades compreendidas entre os 14 e os 18 anos de idade, em situação de vulnerabilidade escolar e social, foi o de promover a aprendizagem da sétima arte como estratégia motivacional para as aprendizagens formais no contexto escolar. Descobrir o mundo do cinema como forma de abrir horizontes para uma disseminação da cultura açoriana, para o despertar possíveis vocações nesta área, visando, assim, o alcance de conhecimentos e capacidades essenciais para uma futura integração profissional através da aprendizagem da arte audiovisual. Este projeto que teve o seu início em setembro de 2019 e término em junho de 2020, contou com a participação de 31 jovens de diversas localidades, passando por Vila Franca do Campo, Ribeira Grande e Ponta Delgada.

Durante a vigência deste projeto os jovens participantes aprenderam a utilizar diferentes tipos de equipamentos consoante os sensores 4K, 2,7K,HD, que tinham à sua disposição (action cam, drone, mirrorless) e também estabilizadores de imagem e tripés. O software escolhido para edição de vídeo é um dos melhores da atualidade, pois permitiu o contacto de uma forma semi-profissional. As atividades desenvolvidas passaram pela correção de cor, sincronização e equalização de áudio e grafismos.

“A verdadeira aprendizagem pressupõe, assim, não só uma transferência simples de conhecimentos, mas também a criação de possibilidades para que se produza e construa, apreendendo o que é mais significativo.”(Freire, 2004).

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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A Graça deu o dito pelo não dito quanto ao “metro”

 

Graça Freitas começou por querer fazer um esclarecimento sobre as orientações divulgadas para o próximo ano letivo no que diz respeito à prevenção e controlo da Covid-19. Sublinhando que houve uma certa “confusão” gerada à volta do distanciamento que deve ser respeitado entre alunos, docentes e não docentes nas escolas, a diretora-geral da Saúde reiterou que “sempre que possível deve-se garantir um distanciamento de pelo menos um metro sem comprometer as atividades letivas”.

 

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O governo sempre tem um plano de pré-reformas em vista…

 

Também vem no plano de VISÃO ESTRATÉGICA PARA O PLANO DE RECUPERAÇÃO ECONÓMICA E  SOCIAL DE PORTUGAL 2020-2030  do governo a intenção de investir num programa de reformas antecipadas para os professores. Resta saber se o programa vai ser iniciado em 2020 ou em 2030…

 

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A Visão Estratégica do governo para constituir novos Mega-agrupamentos

No documento de VISÃO ESTRATÉGICA PARA O PLANO DE RECUPERAÇÃO ECONÓMICA E  SOCIAL DE PORTUGAL 2020-2030 vêm umas dias do que podemos esperar nos próximos tempos. A constituição de novos Mega-agrpamentos é uma delas. Não é necessário ler nas entrelinhas, está bem escarrapachado, bassta estar dentro do assunto e interpretar a intençaõ que já vem de há muitos anos. os agrupamentos que escaparam à junção aqui há uns anos, por muito que corram, não o vão conseguir nesta nova vaga de agregações. Será o fim de muitos TEIP.

 

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Um metro, se possível, por Jorge Pinho

 

Poucas vezes terei dado gargalhada tão sonora. Também sei que os tempos de pandemia não aconselham manifestações de júbilo, até porque estas não se tornam visíveis por trás das máscaras, quando as mesmas não são desprezadas, claro, ao contrário do que vai acontecendo, para estupefação minha, em tantas aparições televisivas de cara lavada e despida, um pouco ao arrepio dos conselhos que recebemos.

Esquecendo que o riso é um ato eminentemente social, rio a bandeiras despregadas, no isolamento que me envolve, receando mesmo perturbar vizinhos, sem saber que bandeira patriótica içar no meu tumulto interior. Conforto-me com a antiga afirmação aristotélica que assume que o homem é o único animal que ri. Talvez assim respondesse a um vizinho mais agreste. Pergunto-me, entretanto, como seriam os risos de Bergson ou Foucault, que sobre o riso se terão debruçado, no meu anseio íntimo de saber se eles poderiam ser medidos a metro. A boca aberta de um quão maior do que a boca distendida do outro? Distraio o potencial leitor com estas linhas enquanto o meu cérebro se atrasa a registar o que os olhos leem: um metro, se possível. Um metro, se possível, entre alunos e entre alunos e professores. Olho para o ecrã do computador e imagino a distância de um metro. Os meus pais, ou Deus, ou os meus pais e Deus por atacado, fizeram-me grandinho, de braços compridos, e um metro dista do botão superior da minha camisa à ponta do meu dedo mais longo, com o braço esticado para o lado.

Descubro-me a suplicar a um vírus que eventualmente me visite na sala de aula: por favor, não passe para o metro de cá! “Mantenha a distância”, já assim diziam as raparigas mais altivas aos rapazes mais afoitos, nos meus tempos de juventude, que até eram limpos de vírus e não deveriam pressupor distâncias. Não sei o que dirá a diretora da DGS ao ministro que tutela a educação, não sei o que acharão eles desta questãozinha irrelevante que se mede a metros, aqui reduzidos à sua singularidade. Nunca uma palavra foi tão agudamente polissémica, penso-o com enlevo. Será, de qualquer modo, uma interrogação em tom tão inexpressivo, que um dirá que sim ao metro e o outro imprimir-lhe-á uma vírgula, se possível.

Um metro já foram dois metros, depois haveria de ser metro e meio, agora um metro será, na certeza de que x centímetros entre alunos nunca seria número fácil de dizer. Imaginemos: Tomás, respeite os 80 centímetros! Laurinha, atenção ao cotovelo, que está cinco centímetros dentro do espaço de 80 centímetros do Marco! Brinco de modo incipiente, lamentando não ter o dom do Ricardo Araújo Pereira e sabendo que a gravidade do assunto é tanta que deveria fazer um “delete” imediato a este texto. Mas também sei que o humor sempre foi bandeira e arma em tempos de desespero. E o modo como se olha para as escolas e para os seus figurantes (alunos, docentes, assistentes operacionais e técnicos, etc.) faz crescer em mim a melancolia de tempos em que havia ponderação e algum respeito – não direi admiração – pelo espaço escolar.

Já encarei a morte de forma mais assustada do que nos tempos que correm. A idade vai trazendo outro tipo de sabedoria, ou, talvez dito de jeito mais certeiro, uma quietude apaziguada. Afinal, já superei largamente a expectativa de vida de há cem anos. Li algures que em 1920 essa expectativa se ficava pelos 35,6 anos e não devo ser muito ambicioso, até por respeito aos meus antepassados e a uma década tão curiosa. Mesmo assim, não gostaria que alguém recordasse, um dia mais tarde, que a incúria de uns promovera a derradeira viagem de outros, jovens ou menos jovens, ou até deste que aqui escreve.

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O ministro do Mar num “barco” vai morar…

Os professores continuam a pagar do seu bolso as despesas de alojamento fora da sua área de residência, já os ministros recebem ajudas de custo. Tal como o Tiago, agora o Ricardo…

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Mais de cem crianças contraíram Covid-19 no mês de junho.

Em setembro com toda a comunidade educativa nas escolas os números não serão estes, serão assustadores.

Por mais que se queira voltar à vida “normal” os receios continuam a ser demasiados. Entende-se que se queira dar uma imagem da normalidade possível neste momento que o país está a passar, mas não se devem criar demasiadas expetativas a médio, longo prazo. Temos que ir avançando com pequenos passos e atuando conforme os cenários que a curto prazo temos pela frente. Neste momento ninguém sabe o que se irá passar daqui a duas semanas é quase impossível prever a semana que vem, quanto mais como a situação estará no dia 14 de setembro. Há que criar cenários e estar à espera do pior para que se o melhor acontecer podermos dizer que estávamos preparados.

Preparem o cenário A, B, C, D, E… creio que todos vão ser necessários no ano letivo que se vai aproximando com expetativas muito altas para tanta incerteza.

“Ainda é cedo” para dizer que será

seguro regressar a aulas presenciais

A decisão sobre se é ou não seguro para os alunos regressar ao ensino presencial tem de ser tomada mais perto do início do ano letivo, defende a infeciologista Maria João Brito.

As pessoas vão começar a ir de férias, julho e agosto são meses em que as pessoas saem de Lisboa, portanto vamos ver o que vai acontecer.”

Isto depois de a Organização Mundial de Saúde ter recomendado que não se reabram as escolas enquanto não estiver controlado o contágio do novo coronavírus na comunidade.

O arranque do próximo ano letivo tem data início marcada para entre os dias 14 e 17 de setembro, com três modalidades de aulas previstas: presenciais, mistas e não-presenciais, sendo que o “regime preferencial” é o primeiro, anunciou no início do mês o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues.

Entre crianças surgiram mais de cem novos casos de Covid-19 no mês de junho, uma consequência “esperada” do desconfinamento”, defende a infecciologia.

Aumento dos casos de infeções entre crianças era expectável, considera Maria João Brito

Embora não registem habitualmente sintomas graves da doença, Maria João Brito lembra que as crianças são contagiadas pelos adultos passam a fazer parte das cadeias de transmissão da Covid-19.

In TSF

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Diretores com “ordem” para constituírem bolsas de recrutamento de AO’s e AT’s

 

Devagarinho lá se vai andando para a frente para que o próximo ano letivo possa decorrer da forma mais normal possível. Esta medida já devia ter anos, mas mais vale tarde do que nunca. Quando a Pandemia acabar não se lembrem de acabar com estas bolsas…

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Declaração de situação de calamidade, contingência e alerta, no âmbito da pandemia da doença COVID-19

 

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Mais um exemplo da “Escola Pisca-Pisca” a partir de setembro (28 em quarentena)

Isto vai acontecer em grande escala. A escola pisca-pisca vai ser “Mato”.

28 crianças em isolamento na Figueira da Foz após caso de covid-19 em infantário

Um menino, aluno de um jardim-de-infância da Figueira da Foz, testou esta terça-feira positivo para covid-19, situação que levou ao isolamento de outras 28 crianças e quatro funcionários da instituição.

Em causa está um aluno do pré-escolar do 2.º Jardim-Escola João de Deus da Figueira da Foz, que terá sido infetado em contexto familiar e que já estava em isolamento.

“Vão ficar em isolamento. Se tiverem sintomas, contactam a linha Saúde 24 ou o seu médico de família para determinação dos passos seguintes”, nomeadamente a realização de testes à covid-19, acrescentou.

O que é fundamental é promover o isolamento, é isso que permite quebrar uma eventual cadeia de transmissão”, declarou o delegado de saúde.

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Contributos para a Educação pós-COVID 19 – CNE

 

A Memória

Consulte aqui

O Conhecimento

Consulte aqui

 

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Vamos preencher as preferências de forma rápida? (ATUALIZADO)

Após a aplicação de ajuda à manifestação de preferências que organiza as preferências por distância, vamos tentar facilitar o preenchimento das mesmas na plataforma da DGAE.

Já que a plataforma “parou no tempo” e não consegue introduzir aperfeiçoamentos simples como a importação das preferências de anos anteriores fica aqui um vídeo a explicar um método bem mais rápido de fazer o preenchimento, principalmente para quem coloca vários códigos ou concorre a vários grupos de recrutamento. Este vídeo explica a configuração inicial, mas depois podem aperfeiçoá-la ao vosso concurso.

Tendo em conta as dúvidas que foram chegando, resolvi criar outro vídeo (VERSÃO 2) para tornar o processo ainda mais simples.

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Aplicação de Manifestação de Preferências (atualizada)

A nossa aplicação de apoio à Manifestação de Preferências já está atualizada com os dados deste ano.

Este ano o Blog Dear Lindo disponibiliza, de forma excecional, a habitual aplicação de manifestação de preferências de apoio ao concurso 2020/2021 (Contratação Inicial), de forma livre e gratuita.

Esta aplicação permite aos docentes contratados, que constam da lista provisória de ordenação, verificar quem ficou colocado, desde 2012/2013 nas preferências que pretende manifestar para 2020/2021.

Ao entrarem no site da aplicação devem inserir a escola mais próxima da vossa residência e manifestar as preferências que pretendem para 2020/2021.

Depois de escolherem a escola mais próxima da residência devem manifestar as preferências pela ordem que entenderem colocando os vistos nas opções.

Devem inicialmente colocar o visto nas escolas mais próximas (por distância ou por tempo de viagem) e podem fechar um concelho colocando um visto nesse concelho. Podem também fechar um QZP colocando o visto nesse QZP.

Depois de inserirem as vossas preferências devem colocar o vosso número SIGRHE no local que a imagem 1 mostra e fazer calcular.

A aplicação vai dizer quantos docentes foram colocados num dos vossos grupos de recrutamento desde 2012/2013, com melhor ou pior graduação nas preferências que manifestaram.

Podem alternar o grupo de recrutamento se concorreram este ano a mais do que um grupo de recrutamento.

 

Podem limitar a procura aos anos escolares que vos interessam. Por defeito a aplicação calcula todas as colocações desde 2012/2013, mas podem colocar os vistos apenas nos anos que vos interessam.

Com as preferências e os anos letivos escolhidos, assim como a opção que fizeram para ver os candidatos com melhor ou pior graduação no vosso grupo de recrutamento ou em qualquer grupo de recrutamento e com o vosso número SIGRHE selecionado, o calculo da aplicação vai mostrar todas as colocações em função dos anos que escolheram.

Desta forma podem ver que colocações existiram nos anos anteriores para as escolas que vos interessa e sabem quando essa colocação ocorreu.

Esta aplicação omite o nome dos candidatos, mantendo apenas visível o número SIGRHE de cada candidato colocado, o ano letivo da colocação, a data de colocação, a escola de colocação, a duração do horário e o tipo de horário (anual ou temporário).

Esta aplicação é feita com base em quase 10 anos de trabalho em retirar todas as listas de colocações, e que teve um enorme apoio na construção da aplicação do professor João Carlos Fonseca, colaborador de largos anos do Blog nesta área das aplicações.

Quando saírem as listas definitivas a aplicação será atualizada.

Esperamos que façam bom uso dos dados que aqui constam e que vos sirva de apoio ao concurso de contratação inicial de 2020/2021.

Para além de todas as informações que aqui disponibilizamos consideramos que nesta fase mais complexa deveríamos oferecer a aplicação a todos os interessados.

 

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Manifestação de preferências para contratação inicial e reserva de recrutamento

Encontra-se disponível a aplicação que permite ao docente a manifestação de preferências para contratação inicial e reserva de recrutamento, do dia 14 de julho até às 18:00 horas do dia 20 de julho de 2020 (hora de Portugal continental).

Disponibilizamos os códigos dos AE/ENA, e os códigos das Escolas de Hotelaria e Turismo / Estabelecimentos Militares de Ensino. Pode igualmente consultar os protocolos entre o Ministério da Educação e o Turismo de Portugal I.P. e com o Ministério da Defesa.

Consulte a nota informativa e o manual de instruções da aplicação.

 

SIGRHE – manifestação de preferências

Nota informativa – manifestação de preferências para CI/RR

Manual – manifestação de preferências para CI/RR

Códigos AE/ ENA

Códigos das escolas de hotelaria e turismo e horários disponíveis

Códigos dos estabelecimentos militares de ensino e horários disponíveis

Protocolo de cooperação entre o Ministério da Defesa e Ministério da Educação

Protocolo de cooperação entre o Ministério da Economia e o Ministério da Educação

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Onde para a autonomia? Está a um metro de distância!

 

No dia 29 de junho, não há muito tempo, sai esta noticia num jornal nacional “Diretores querem autonomia para decidir próximo ano”, outros se lhe seguiram na retórica há muito anunciada, publicitada, usada em campanhas eleitorais e momentos eleitoralistas, desejada nuns momentos e nem tanto noutros, por uns e por outros…

Depois surgem os sindicatos a anunciar que as medidas emanadas pela tutela não são claras, suficientes, etc e coisa e tal. Muito dirão que, lá se foi a retórica da autonomia e já querem instruções detalhadas de como se deve e não deve fazer. Mas o problema é um e só um, é um metro de problema. Os diretores já o afirmaram, os sindicatos reclamaram e os professores, por muito que tentem, não organizaram.

A DGS e o ME terão muito que explicar se o recomeço do ensino presencial der para o torto.

Uma turma de 24 a 28 alunos, numa sala com 48 metros quadrados, equipada com mesas duplas, como a maioria das existentes nas nossas escolas? Tentem lá distanciar os alunos um metro uns dos outros, melhor que isso. Ó Dona Graça! Venha cá a uma escolinha, arregace as mangas, traga em metro de madeira, como aqueles que ainda se usam em algumas lojas de tecido ao metro, e organize uma sala de aula de forma a que todos se mantenham à distância mínima e a mesma continue funcional. Ainda gostava de ver…

Tentem lá fazer este exercício:

Têm uma sala com 8 m de comprimento e 6 m de largura. Um círculo com um metro de diâmetro, uma mesa de 1,2 m por 0,4 m e uma cadeira onde o aluno se vai sentar. Tentem colocar círculos à volta da cadeira e verão o espaço necessário para manter a tal distância recomendada. Divirtam-se… se o conseguirem têm entrada direta num curso superior de design de interiores, numa universidade de renome com emprego garantido à saída. Vá lá, esforcem-se.

Entretanto, senhores diretores, batam o pé ou com a porta.

 

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Pelo fim da precariedade das/os Psicólogas/os Escolares!

Pelo fim da precariedade das/os Psicólogas/os Escolares!

Nos últimos anos muito tem sido discutido acerca da Educação. É o próprio Secretário de Estado da Educação, Dr. João Costa, que sublinha a importância do bem-estar na educação, “e esta missão não vive sem os psicólogos escolares – indispensáveis ao sucesso dos projetos educativos das escolas e cruciais para abraçarmos o desafio da inclusão” (João Costa, Orientações Para o Trabalho em Psicologia Educativa nas Escolas, 2018).

O Ministério da Educação, a Secretaria de Estado da Educação e toda a Comunidade Educativa das nossas escolas reconhece e valoriza o papel dos Psicólogos Escolares mas, no entanto, é o próprio Governo que insiste em não lhes dar condições de trabalho dignas para que possam exercer o seu papel, para que possam eles próprios ter a estabilidade e bem-estar pelo qual trabalham junto das comunidades educativas.

1997 foi o último ano em que existiram concursos para a efetivação de psicólogos nas nossas escolas. No entanto, a necessidade destes profissionais é tanta, que durante anos têm sido contratados com vínculos precários, através de concursos injustos e indignos. Necessidades permanentes supridas através de contratos que visam colmatar necessidades temporárias. Cada ano que passa, o Ministério da Educação vai “calando” estes profissionais com mais um contrato, dizendo que reconhece a sua importância, mas não lhes dando de todo essa importância.

Vivemos atualmente uma situação de pandemia, onde reconhecidamente a saúde mental dos jovens, das suas famílias, dos docentes e de toda a comunidade educativa foi afetada. Os psicólogos nas escolas terão, sem dúvida, um trabalho muito complexo pela frente.

O próximo ano letivo 2020/2021 será incerto, para cerca de 100 Psicólogas/os de Agrupamentos de Escolas e Escolas não Agrupadas. O Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública- PREVPAP não foi suficiente para que todas/os as/os Psicólogos vinculassem muitas/os continuam em situação laboral precária, sem vínculo efetivo, colocando a possibilidade de várias escolas do país iniciarem o ano letivo sem estas/es profissionais.

Sem estas/es quase 100 psicólogas/os e a sua intervenção, vamos ver aumentar o abandono e absentismo escolar, o número de retenções, o insucesso escolar, os conflitos e problemas de comportamento. Por outro lado, vamos ver diminuir o acompanhamento aos/às alunos/as com Necessidades Educativas Especiais, aos/às alunos/as que têm que fazer as suas escolhas vocacionais, aos/às adultos/as que procuram a escola para melhorar as suas qualificações, tal como a articulação com serviços de saúde e sociais. Não queremos ver isto acontecer nas nossas escolas!

Pretendemos ações concretas no imediato, que proporcionem a resolução, a longo prazo, para os psicólogos que permanecem sem vínculo jurídico adequado até ao final do corrente ano letivo (31-08-2020), que não viram contemplados a aceitação da sua inscrição no âmbito do PREVPAP.
Que resposta tem o Ministério da Educação para as/os cerca de 100 psicólogas cujos contratos acabam no final de agosto, alguns dos quais já não podem fazer mais nenhuma renovação? Não queremos mais vidas a prazo!

Somos uma necessidade permanente nas escolas, muitas/os de nós com horários completos, muitas/os com meio horário (horários de 18 e inclusivé 17 horas). Se sairmos da escola, o Ministério da Educação garante as necessidades da comunidade escolar?

Se foi encontrada uma solução para muitas/os psicólogas/as através do PREVPAP, também exigimos uma solução a longo prazo para nós que não pudemos concorrer!

Deste modo, vimos requerer a Vossas Excelências que, no âmbito das vossas funções, promovam a contratação efetiva e digna das/os psicólogas/os que se encontram nas situações referidas de modo a que todos os Agrupamentos de Escolas e Escolas Não Agrupadas do país possam doravante ter todas/os as/os Psicólogas/os deste país a trabalhar em pleno e com a qualidade que toda a comunidade educativa merece.

 

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Mande vir sr. ministro…

 

 

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Mobilidade por doença – resultado

Encontra-se disponível na aplicação SIGRHE, a decisão do procedimento relativo ao pedido de mobilidade por doença / renovação da situação de mobilidade por doença 2019/2020, nos termos do Despacho n.º 9004-A/2016, de 13 de julho e do Decreto-Lei n.º 14-G/2020, de 13 de abril, respetivamente.

 

SIGRHE

Nota informativa

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Indicação de Componente Letiva (ICL) – 1.ª Fase

 

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Movimento dos professores vinculados em 2018 e 2019

O vídeo seguinte apresenta o movimento dos professores vinculados nos últimos 2 anos após a Mobilidade Interna. Para não ficar confuso apresentam-se apenas os dados dos 3 QZP’s com mais vinculações.

Os dados não são novidade para ninguém… fica o vídeo.

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Aplicação Informática – 2.ª Fase – Professores Bibliotecários – Ano escolar de 2020-2021

 

Disponível a Aplicação Informática – 2.ª Fase, destinada à indicação dos docentes que irão desempenhar funções de Professor Bibliotecário no escolar 2020-2021.

 

SIGRHE

 

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Concurso Externo de docentes do ensino artístico especializado da música e da dança 2020/2021 – Aceitação da Colocação e Recurso Hierárquico

Encontra-se disponível a aplicação que permite ao candidato efetuar a aceitação da colocação do Concurso Externo de docentes do ensino artístico especializado da música e da dança, das 10:00h do dia 13 de julho até às 18:00h de Portugal continental do dia 14 de julho de 2020.

Caso pretenda interpor recurso hierárquico, a aplicação encontra-se disponível das 10:00h do dia 13 de julho até às 18:00h de Portugal continental do dia 17 de julho de 2020.

 

SIGRHE

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Ó Mendes! Elogiar o Tiago? Tu não andas neste país…

Injustamente criticado? Tu tens andado distraído. Por onde andaste nos últimos anos?

“Balha-m’ adeus” que este mundo anda louco!

 

 

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Porque devemos reabrir as escolas

 

Porque devemos reabrir as escolas

Um artigo de opinião, publicado na revista Pediatria, a revista científica oficial revista pelos pares da Academia Americana de Pediatria, EUA, relata que as crianças raramente transmitem Covid-19. Se as escolas seguirem as orientações de segurança e observarem a taxa de propagação da doença nas suas regiões, poderão reabrir no próximo semestre escolar.
Os médicos que escrevem o artigo de opinião são especialistas em doenças infeciosas pediátricas Benjamin Lee e William V. Raszka Jr., que trabalham na Universidade Larner e na Universidade de Vermont (ambos nos Estados Unidos), respectivamente. Raszka é um dos editores da revista Pediatria.
China diz ter identificado uma nova doença muito mais mortal do que Covid-19

Os médicos baseiam as suas descobertas num estudo recente, publicado na mesma edição da revista científica, e em quatro outros novos estudos que investigam como o Covid-19 é transmitido em crianças.
Estudos sobre Covid-19 em crianças e sua transmissão
Num estudo, foram acompanhadas as casas de 39 crianças na Suíça que foram infetadas com Covid-19. O rastreio detalhado mostrou que em apenas três casos (8%) A criança era suspeita de ser o primeiro caso na família.
Um novo estudo chinês de rastreio de transmissão mostrou que das 68 crianças coronavírus internadas no mesmo hospital, 96% contraíram nas casas de adultos que já estavam infetados. Um outro estudo realizado em crianças na China mostrou que 90% das crianças internadas em vários hospitais contraíram coronavírus de um adulto e apenas uma possível transmissão de uma criança para outra foi confirmada.
Um outro estudo em França mostrou a exposição de um rapaz infetado com Covid-19 a 80 colegas em três escolas diferentes. Ninguém mais ficou doente. No entanto, outras doenças respiratórias, como a gripe, eram comuns nas escolas.
Um estudo australiano descobriu que 9 alunos e 9 funcionários infetados de 15 escolas diferentes expuseram 735 alunos e 128 funcionários ao novo coronavírus. Apenas dois casos foram registados como resultado e um deles foi a transmissão de adulto para criança.
Estudo de 17 milhões de pessoas encontra fatores que aumentam risco de morte por Covid-19
Os verdadeiros culpados
“Os dados são impressionantes”, disse o Dr. Raszka. “O principal argumento é que as crianças não são o foci da pandemia. Ao fim de seis meses, temos uma série de dados acumulados que mostram que as crianças são menos propensas a serem infetadas e parecem ser menos infeciosas; são os adultos gregários, que não seguem os protocolos de segurança, que são responsáveis pela subida da curva.”
Outras evidências que mostram que as escolas podem reabrir
Os modelos matemáticos também contribuem para a ideia de que as crianças não são transmissores significativos da doença, segundo os médicos. Mostram que o uso de máscaras faciais e distanciamento físico são muito mais eficazes na contenção da propagação da doença do que no encerramento de escolas. Outros dados acrescentaram: as escolas reabriram na Europa e no Japão sem aumentar os casos. Estas são as confirmações dos modelos, na sua opinião.
Lamentou nas redes sociais que foi a uma festa. No dia seguinte morreu de Covid-19.
A reabertura das escolas, se realizada em segurança, é essencial para que as crianças se desenvolvam de forma saudável, dizem os médicos. “Ao fazê-lo, poderemos minimizar os custos sociais, de desenvolvimento e de saúde potencialmente profundos que as nossas crianças continuarão a sofrer até que um tratamento ou vacina eficaz possa ser desenvolvido e distribuído, ou faltando nele, até alcançarmos a imunidade de grupo”, concluem os autores. [Pediatria/EurekAlert]

 

 

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Da Aproximação a Orwell; e Também na Escola – Correntes

 

Da Aproximação a Orwell; e Também na Escola

Receiam-se as apps Covid-19 porque podem ser um passo mais orwelliano do que o imaginado por George Orwell. Acima de tudo, o escritor, jornalista e ensaísta político inglês definiu a prioridade: “se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir.” E disso não devemos abdicar. Aliás, neste domínio impressiona a pontuação social chinesa que é inimaginável quando se intensificar o uso de processadores biónicos, redes G5 e inteligência artificial. Na fase pré-pandemia, o cidadão chinês já era pontuado pelo seu comportamento. A pontuação da plataforma Zhima Credit, por exemplo, começava em 300 e ia até 850 pontos. Englobava as interacções sociais até aos detalhes mais opinativos ou íntimos e influenciava variadas permissões (hotéis, restaurantes, viagens, apps de encontros, crédito financeiro e necessidades básicas). Abaixo de 300 pontos era a exclusão total e aterradora, tendência que se terá agravado com a COVID-19.

Percebe-se a apreensão no ocidente. Apesar das democracias, conhecem-se os preocupantes perfis de utilizadores comercializados pelas gigantes tecnológicas e há inúmeros estudos sobre o assédio moral em organizações (alguns autores classificam-nas, com piada, como as little-little-yellow) que espiam as redes sociais e as plataformas para censurar incomodidades. Ou seja, os genes chineses não são mais little-little-yellow do que os ocidentais; é uma questão de contexto, plataformas e oportunidades.

E a grande encruzilhada é económica. Governos e bancos imprimem, desde 2008, dinheiro a rodos com pavor de que as crises financeiras (2008 e actual) terminem com o crescimento económico. Com esse objectivo, criou-se, e cria-se, do vazio triliões de euros, ienes ou dólares a crédito extremamente acessível na esperança de que a investigação encontre uma grande panaceia, na inteligência artificial ou na biotecnologia, antes que a bolha estoure. Serão essas novas indústrias que sustentarão os triliões de moeda. Se isso não acontecer, adivinham-se muitas dificuldades.
Para além disso, ainda não se vêem alternativas industriais consistentes e sustentáveis sem “big brother”; e isso repercutir-se-á na escola e nas tecnologias de que disporá. Resta-nos começar de imediato com o que depende da nossa vontade: currículo completo, melhores condições de realização do ensino e da aprendizagem, liberdade pedagógica e avaliativa e ambiente organizacional que influencie o clima relacional e eleve uma escola democrática.

Imagem: “Big Brother” por Banksy

Nota: o estado actual da rede escolar (depois do encerramento a eito de mais de 5000 escolas em 15 anos), e da restante estrutura escolar (uma fonte doentia para todos), está de tal forma bloqueada que “impossibilita”, por exemplo, a tão reivindicada redução significativa de alunos por turma. Sublinhe-se que estas políticas inspiraram-se nas denominadas “Novas Políticas de Gestão Pública” aplicadas, em 1980, por Margaret Teatcher no Reino Unido (nem de propósito, uns anos antes Orwell escreveu 1984), iniciadas em Portugal por Barroso (chegamos sempre tarde) e impostas por Sócrates com tal determinação que acelerou as condições escolares, e não só porque, por exemplo, o SIADAP é transversal, para uma “sociedade big brother de pontuação social”.

Paulo Prudêncio

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Existem Histórias de Bradar aos Céus no Acesso aos Escalões com Quotas

Já me chegaram relatos de docentes que estando bem posicionados na lista de 2019 para acederem ao 5.º ou 7.º escalão não pediram o faseamento do tempo de serviço para os reordenar na lista de acesso de 2020, pois achavam ser um desperdício.

O problema é que não tendo pedido essa recuperação de tempo faseado foram ultrapassados por todos aqueles que o pediram.

E se estavam à porta para subir agora ficaram de fora das vagas.

Na altura da opção pelo tempo faseado o que disse é que isto poderia acontecer.

 

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Quem dá o pão, dá a educação. A mãe foi absolvida…

 

Sempre ouvi dizer que, quem dá o pão, dá  a educação. Já é um ditado antigo e imputa a educação dos filhos aos pais. Nos dias que correm nem todos pensam assim e, até, há quem tenha um certo receio de os educar. Mas esse não é o caso desta mãe.

O menino de 15 anos e sofrendo do síndrome de se julgar um ser autónomo e pensante, decidiu enfrentar a mãe usando da educação que ela não lhe deu. Durante o ato, “cresceu” para a mãe, impondo os seus 1,8 m  e 80 Kg, perante um corpo de 1,55 m e 55 Kg. A mãe, depois de esgotado o diálogo, desferiu-lhe uma bofetada na face. O caso acabou em tribunal.

Depois de, em primeira estância, a mãe ser condenada por um crime de ofensa à integridade física simples, na pena de 50 dias de multa à taxa diária de 6€ o que perfazia 300€, a senhora recorreu para a Relação de Lisboa.

É claro que uma ofensa à integridade física é crime, seja ela praticada num filho ou não, mas há atenuantes neste caso.

1.legitimidade do agente;
finalidade/intenção educativa por parte do aplicador, não podendo ser uma forma de descarregar tensões ou raiva, nem uma forma de prevenção geral/ intimidação aplicando um castigo a um filho de forma a que os restantes aprendam.
Em segundo lugar, como requisitos objetivos consideramos que o CF deve ser:
2. proporcional – entre a gravidade da falta do menor e a intensidade do castigo, nunca podendo ultrapassar o limite do razoável suscetível de colocar em causa a dignidade do menor por mais grave que tenha sido a falta cometida, não podendo ser um castigo violento e abusivo;
3. adequado – ter em consideração a idade, grau de maturidade, grau de discernimento e desenvolvimento, tendo sempre em atenção eventuais patologias do menor (…) (somos da opinião que quando estamos perante, por exemplo, uma criança hiperativa a aplicação de CF por parte dos pais dever ser alvo de um juízo mais criterioso);
4. necessário – consideramos que se devem privilegiar métodos positivos de educação como o diálogo, devendo partir-se de uma mera advertência ao menor e apenas mediante reiteração do comportamento, em ultimo recurso se devem aplicar CF;
5. atual – consideramos que os educadores apenas devem lançar mão do seu direito de correção, aplicando CF quando, a falta cometida pelo menor, justificativa da conduta dos pais, tiver ocorrido num curto espaço de tempo pois, quanto mais dilatado for este, menos efeitos produz, principalmente quanto mais pequena for a criança, dada a propensão para o rápido esquecimento.

Concluiu o tribunal que a punição foi legítima, porque mãe é mãe do Assistente e agiu com a intenção de corrigir a atitude desrespeitosa do filho; uma bofetada foi um castigo leve e proporcional à atitude desrespeitosa do filho (que não só não obedeceu à ordem para se retirar para o quarto, como se dirigiu em atitude fisicamente agressiva à sua mãe); adequada, atenta a idade do filho; necessária, uma vez que o filho não aceitou a advertência verbal; atual, uma vez que produzida no momento imediatamente seguinte ao comportamento do filho.
A mãe foi absolvida por o tribunal não encontrar ilicitude no seu ato.

Talvez o filho tenha aprendido alguma coisa…

Fica o acórdão da Relação de Lisboa para consulta.

 

 

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2.370 vagas para alunos do profissional. Provas no final do mês.

 

O Governo abriu 2.370 vagas no ensino superior direcionadas a alunos do ensino profissional. Dispensam a realização de exame nacional, mas é necessário superar provas já marcadas para o final do mês.

Os candidatos terão provas que têm em conta as especificidades das respetivas formações. Para tal, foram criados três consórcios de instituições de ensino superior que asseguram a realização destas provas a 21, 22 e 23 de julho na região Centro, e 24 de julho nas regiões Norte e Sul.

 

 

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Reforço imediato do orçamento de TODAS as Escolas Públicas, para a acção no âmbito da Prevenção e Protecção Individual de todas as comunidades escolares.

 

Reforço imediato do orçamento de TODAS as Escolas Públicas, para a acção no âmbito da Prevenção e Protecção Individual de todas as comunidades escolares.

Os abaixo-assinados, tendo em conta o nº 1, do Artigo 13.º-B, do Decreto-Lei n.º 20/2020, de 1 de maio, que define o uso obrigatório de máscaras e viseiras, para o acesso ou permanência nos Estabelecimentos de Ensino, vêm exigir que TODAS as escolas sejam apetrechadas com equipamentos de proteção individual (EPI) e produtos desinfectantes, nas quantidades necessárias, para alunos, docentes e não docentes, também conforme declarações proferidas no dia 18 de Maio de 2020 à comunicação social, na Escola Secundária de Santa Maria, em Sintra, pelo Sr. Ministro da Educação.

Esta exigência legal não está, neste momento de Exames Nacionais, a ser totalmente assumida pelo Ministério de Educação, tendo a maioria dos docentes, não docentes e alunos, de adquirir os Equipamentos de Proteção Individual a expensas próprias, pois as escolas viram os seus orçamentos reduzidos, devido a cativações impostas aos excedentes orçamentais, por redução das despesas do Bloco C (despesas com instalações) e combustíveis.

Exigimos, portanto, o REFORÇO IMEDIATO DO ORÇAMENTO DE TODAS AS ESCOLAS PÚBLICAS, para que estas consigam fazer face às despesas com a Prevenção e Protecção Individual de toda a comunidade escolar, conforme compete a todas as instituições e organizações, nomeadamente de serviços públicos, no combate à pandemia pela COVID 19.

“O sucesso das medidas de Saúde Pública depende da colaboração de todos os cidadãos, das instituições e organizações, e da sociedade. É sabido que o risco de transmissão aumenta com a exposição a um número elevado de pessoas, especialmente em ambientes fechados” In Orientação da DGS número: 024/2020 de 8/05/2020.

Os subscritores: Luísa Salsa Grupo 620; Carlos Soares, Grupo 400; Ana Serafim Grupo 620; Eurico Sequeira, Grupo 400; António Dias, Grupo 520

 

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