27 de Julho de 2020 archive

LISTA DE COLOCAÇÃO MOBILIDADES FILHOS MENORES E GRAVIDEZ E ORGÃO DE GESTÃO ANO LETIVO 2020/2021

Pelo continente também já foi assim…

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Desporto Escolar: Créditos letivos 2020/21

 

 

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O “profundo dever cívico” dos outros deu asneira da grossa

Por cá o “profundo dever cívico”  seguirá os mesmos caminhos… mas cá estaremos nessa altura (se estivermos).

 

Dozens of Australian schools shut down after coronavirus outbreaks

 

Israeli Data Show School Openings Were a Disaster That Wiped Out Lockdown Gains

 

 

 

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7 milhões para equipamento de proteção para o primeiro período

 

O Tiago Rodrigues devia limitar-se a falar do que realmente entende, seja lá o que isso for, não estendendo muito cada vez que abre a boca, para não demonstrar a sua ignorância sobre certos assuntos.

Então, a bolsa de assistentes operacionais e técnicos resolve o problema?!!!

E formação? Não é necessária? Basta vestir a bata, a viseira, calçar as luvas e começar a “varrer” o chão? Ambientação com os serviços a desenvolver nas secretarias, não há? É chegar e enfiar a cabeça nos processos e computadores e tudo aparece feito?

“Balha m’adeus”! Isto de não se querer mostrar trabalho…

Estado vai gastar 7 milhões a comprar equipamento de proteção para o primeiro período letivo

O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, anunciou que o Estado vai gastar sete milhões de euros para as escolas possam comprar máscaras e outros equipamentos de proteção individual, para o primeiro período do próximo ano letivo, que começa em setembro.
«As orientações já seguiram para as escolas e, neste momento, os diretores já se estão a preparar para fazer a aquisição das máscaras comunitárias. Toda gente terá, efetivamente, máscaras para poder enfrentar o primeiro período», disse, acrescentando que, posteriormente, «daremos a dotação às escolas para o segundo e terceiro períodos».
O Ministro, que fez o anúncio após a inauguração das obras de requalificação da Pousada da Juventude de Viana do Castelo, acrescentou que as escolas receberam «orientação, instruções e, obviamente, o reforço financeiro para comprarem gel alcoólico, aventais, viseiras e luvas para os assistentes operacionais».
«No fundo, todo o apetrechamento necessário para aumentarmos a segurança», disse, lembrando que estes equipamentos de proteção individual já tinham sido garantidos para o terceiro período do ano letivo passado 2019/2020.
Tiago Brandão Rodrigues disse também que a aquisição do material, necessariamente certificado, deverá ser feita localmente para ajudar a economia de cada região.
Contratação de funcionários
O Ministro disse também que serão criadas «bolsas de contratação de assistentes operacionais, que passam também a incluir assistentes técnicos».
«Fizemos algo que não existia até agora. Tanto os assistentes operacionais, como os assistentes técnicos vão poder ser substituídos na possibilidade de algum faltar num período de 12 dias», acrescentou.
Tiago Brandão Rodrigues disse ainda que «as escolas, a partir do próximo ano, vão ter uma reserva de recrutamento tanto para assistentes operacionais como assistentes técnicos. A partir do momento em que existe uma lista de substituição», a questão da falta de funcionários fica resolvida.

 

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Sugestão de Leitura – A Passagem Secreta Jéssi e Joe o bando dos primos de Lúcia Lopes

 

“- Tu não nos podes fazer isto. – Sussurrou Jéssi.
– Serão as piores férias da nossa vida. – Acrescentou Joe.
(…)
– E´ preciso que sejam fortes e corajosas. Verão que um mês passa depressa.»
Jéssi e Joe descobrirão, junto com os primos, que um mês pode passar depressa, sobretudo com muitos mistérios a descobrir e aventuras a viver na antiquíssima freguesia de S. João de Tarouca. As estranhas escavações arqueológicas junto do Mosteiro da aldeia protagonizadas por pessoas de fora acendem a curiosidade deste imparável bando dos primos. Nada lhes parece bater certo e eles têm de descobrir as verdadeiras intenções daqueles sujeitos mal-encarados. A ajuda da tia Lu será preciosa.

O bando dos primos vai viver uma extraordinária aventura na busca de um tesouro escondido pelo passar dos séculos. Mas, acima de tudo, ira´ descobrir o verdadeiro valor da amizade.
Queres viver esta aventura connosco?

 

 

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Devemos ou não lecionar Cidadania e Desenvolvimento nas escolas?

 

A Cidadania e Desenvolvimento foi introduzida formalmente, por este governo, no currículo, mas a consensualidade está longe de ser atingida. A sociedade divide-se quanto à forma e ao modo como está a ser lecionada e até os conteúdos depois de escrutinados, são razão de debate.

O caso que veio a lume recentemente de um encarregado de educação que, durante dois anos, não permitiu que os seus educandos frequentassem as aulas de Cidadania e Desenvolvimento, lançou novamente a polémica que envolve esta área desde a sua criação.

Há quem concorde e quem não concorde com a criação desta área. Há quem discorde em parte e há quem sempre tenha introduzido esta área nas suas aulas, aliás, há séculos que tal se faz sempre que é necessário. A Cidadania e desenvolvimento não é uma coisa nova, tem a ver com a formação do individuo como cidadão e isso sempre  teve lugar na escola. o Professor sempre teve um papel preponderante na criação e crescimento das crianças enquanto cidadão logo, sempre que necessário ou oportunamente, ele debatia com os seus alunos questões de cidadania. Esse sempre foi um papel que os professores tiveram, mas de forma informal.

A introdução no currículo de Cidadania e Desenvolvimento veio trazer a formalidade e com isso vieram, também a obrigatoriedade dos temas a abordar. No meu ponto de vista, é aí que se levanta o problema. A formação foi praticamente inexistente e o à vontade que cada professor tem para levar a debate e moderar certos temas consoante as idades do seu público são um fator de resistência. A impreparação para abordar temas que geralmente eram da responsabilidade dos encarregados de educação, cada um seguindo as suas crenças, faz com que os professores não se sintam, muitas vezes, preparados para o fazer da melhor forma enquanto pedagogos. A sociedade sobrepõe-se e os muitos mitos que ecoam pelas ruas e casas tornam-se um entrave dentro da sala de aula.

Tudo isto leva a que as opiniões divirjam  e se fale de tentativa de doutrinação, mas a doutrinação ou não cabe ao interlocutor dos temas. Só se poderá falar em doutrinação se não se usar da liberdade e isenção de cada um. O papel do professor pode passar apenas pelo lançamento do tema a discussão e pela sua moderação. Apenas haverá doutrinação se o moderador assim o quiser e ocupar esse papel.

Se estes temas forem abordados de uma forma responsável numa sociedade que, tende a perder valores e a desresponsabilizar os seus membros da sua transmissão, quem sabe, daqui a uns anos não teremos perante nós cidadãos mais livres, cultos e responsáveis pelos seus atos.

Os resultados do Inquérito realizado este fim de semana aos leitores do blog deixam antever uma certa resistência à forma como a introdução desta área tem acontecido nas nossas escolas, mas os resultados encontram-se muito perto para podermos dizer que o debate está fechado e o caminho está percorrido. A vontade de tornar a área opcional vem traduzida neste resultado, mas poderia ser mais expressiva.

Este será um caminho a percorrer incessantemente enquanto a sociedade humana existir e a doutrinação não persistir.

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Um balanço do ano letivo

 

Findo mais um ano letivo, marcado indelevelmente pela novidade do ensino à distância (E@D) – ensino de emergência, urge fazer balanço, embora provisório.

Até ao início de março, a vida nas escolas decorreu normalmente, com desafios diários prontamente resolvidos. Com a chegada antevista da pandemia ao nosso país, os encarregados de educação (EE), receosos, adotaram uma atitude protecionista, resolvendo gradualmente suspender a frequência dos seus filhos.

Sentiu-se um clima de apreensão coletiva, misturado com algum desnorte, pois não se augurava a gravidade e as implicações que se viriam a impor.

O espanto instalou-se com o parecer do Conselho Nacional de Saúde Pública ao declarar que “só se justifica o encerramento total ou parcial de estabelecimento de ensino público ou privado com autorização expressa das autoridades de saúde”, contrariando a expetativas generalizadas do desejável encerramento dos estabelecimentos.

Todavia, em 12 de março, a tão aguardada declaração ao país do Primeiro Ministro determinou a suspensão das atividades letivas presenciais com o encerramento das escolas.

O dia 16 do mesmo mês marca o 1.º dia do resto do ano letivo!

Sem aviso nem preparação prévios, as escolas reinventaram-se num curto espaço de tempo, de forma a suprir o distanciamento físico imposto, implementando uma multiplicidade de estratégias e operações conducentes à continuidade do processo ensino-aprendizagem. A Escola ficou sem vida, uma vez que seus os atores viram-se forçados a permanecer confinados nos seus lares.

Os recursos informáticos e a rede de internet revelaram-se instrumentos essenciais de operacionalização do E@D. As últimas duas semanas do 2.º período letivo evidenciaram algum exagero na quantidade de atividades exigidas aos alunos, deixando os EE à beira de um ataque de nervos. Os professores, solícitos na consecução das tarefas desenvolvidas, evidenciaram desempenho de excelência, aperfeiçoado no 3.º período, através da elaboração em cada escola de um Plano de E@D.

O dia 18 de maio marcou teste importante de regresso à escola dos alunos do 11.º e 12.º anos, com uso obrigatório de máscaras, respeitando assim as regras de higiene e o distanciamento recomendados. No Dia Mundial da Criança, o ensino pré-escolar abriu portas aos mais novos, permitindo o retorno aos espaços dos quais tinham imensas saudades. Em ambas as situações, o desenrolar dos acontecimentos teve nota máxima, superando-se com mestria os receios prognosticados.

A 1.ª fase dos exames nacionais (terminou a semana passada) decorreu tranquilamente, com a invulgaridade de serem realizados pelos alunos fazendo uso de máscara. A 2.ª fase acontecerá nos primeiros dias de setembro, contrariando a tradição, mas obedecendo às regras implementadas ocasionalmente.

A experiência adquirida durante o final do 2.º e 3.º períodos está a servir de base de trabalho reflexivo na preparação do próximo ano letivo. Desde logo, através da construção, pelas escolas, de um plano de ensino presencial, misto e à distância, da obrigatoriedade do uso da máscara a partir do 2.º ciclo, da reorganização das escolas (transformação das salas específicas em salas de aulas normais, atribuição de uma sala a cada turma, acesso condicionado dos alunos a alguns espaços – bar, salas de informática, biblioteca, criação de regras específicas

para as aulas de Educação Física, possibilidade servir almoços em regime takeaway…), do apoio para recuperação e consolidação das aprendizagens nas primeiras 5 semanas de aulas, da suspensão da reutilização dos manuais escolares (todos os alunos terão livros novos), da promessa do governo no investimento de 400M de euros em computadores e rede wi-fi no âmbito da Escola Digital, acrescido de 125M para a contratação de professores, pessoal não docente e técnicos especializados, incluindo assistentes sociais, psicólogos e mediadores, etc…

Os diretores tudo farão para que o regime presencial seja uma realidade efetiva no próximo ano letivo, implementando regras e procedimentos a serem cumpridos por todos os elementos das comunidades educativas. Acreditemos na capacidade de liderança dos dirigentes escolares, devidamente apoiados pela tutela, por forma a que se continue a perspetivar a Escola como um lugar seguro!

 

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Alunos/professores, direitos iguais…

 

– Estou. Olá! Soube que posso optar por não mandar a minha filha para as aulas presenciais se eu não me sentir confortável e tendo em conta a situação de pandemia.

– Claro que pode. Nós prezamos a segurança da nossa comunidade escolar.

– Ah! Então, eu gostava de deixar registado que não quero que a minha filha frequente a escola presencialmente, enquanto a pandemia não estiver totalmente controlada ou até surgir uma vacina no mercado que ela possa tomar.

– Então, diga-me o nome e o ano da sua filha, por favor.

– A minha filha chama-se Joana Figueiredo e leciona Matemática às turmas do 12.º ano.

 

 

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