Nada que todos nós já não tenhamos equacionado… Falta saber quem irá para casa e quem irá para o hospital.

Jul 11 2020
Nada que todos nós já não tenhamos equacionado… Falta saber quem irá para casa e quem irá para o hospital.

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Jul 11 2020
É por isso que já elaborei um documento muito mais completo com orientações complementares para a organização do ano letivo para a minha escola… Não fico à espera de quem não sabe a realidade do terreno.
A Associação Sindical dos Professores Licenciados pediu, este sábado, reuniões negociais urgentes com o Ministério da Educação, sobre a abertura do ano letivo, por considerar que as orientações da tutela são insuficientes para acautelar o risco de transmissão de Covid-19.
Os professores querem a abertura de um processo negocial para tratar das condições de trabalho necessárias aos regimes previstos para o próximo ano letivo, seja o presencial, o misto ou o regime não presencial, de acordo com um comunicado hoje divulgado por aquela estrutura.
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Jul 11 2020
Nas orientações emanadas pela DGEstE pode-se ler: “Assim, em articulação com a Direção-Geral da Saúde (DGS), estabelecem-se as seguintes orientações para a reorganização do funcionamento de cada estabelecimento de educação e ensino (incluindo a extensão dos horários, por exemplo, no âmbito das Atividades de Animação e Apoio às Famílias e da Componente de Apoio à Família), no ano letivo 2020/2021:”
Umas páginas depois podemos ler a pérola do distanciamento entre os alunos e alunos/docentes:
“Sempre que possível, deve garantir-se um distanciamento físico entre os alunos e alunos/docentes de, pelo menos, 1 metro, sem comprometer o normal funcionamento das atividades letivas.”
Mas ontem a Sr.ª Graça Fretas, quando questionada pelos jornalistas durante a conferência de imprensa para dar conta da situação diária da pandemia, referiu:
“O que estamos a fazer, e também de acordo com orientações internacionais, é conjugar uma série de regras que levem à maximização de distanciamento social e da proteção entre os alunos, docentes e comunidade escolar. Um metro é a distância mínima e somam-se outros métodos barreira como as máscaras, a disposição das carteiras nas salas.”
Mas afinal que cooperação é esta entre instituições que dizem estar a remar para o mesmo lado?
Hoje, um diz uma coisa e amanhã o outro diz outra. Não se entendem, não comunicam ou andam a gozar com a brincadeira? Será que tudo isto é uma brincadeira?
Entendam-se de uma vez por todas, porque para correr mal não é necessário muito. As escolas tê de ter tempo para se reorganizar, se o exemplo não vem de cima, depois não sacudam a chuva do capote e assumam as responsabilidades que vos vão ser imputadas. Não me venham com conversas de treta, a desorganização está à vista de todos.
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Jul 11 2020
Os jornais sabem mais que as escolas quanto às matriculas e renovações de matriculas. Devem ser os jornalisatas que vão constituir as turmas…
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Jul 11 2020
Mesmo cumprindo todas as normas, nenhuma escola está livre de ver um surto iniciar dentro dos seus muros… mas pelo que tenho ouvido poucos estão preocupados com a organização do próximo ano letivo.
Várias crianças e uma funcionária estão infetadas com coronavírus numa escola de Vizela.
Algumas crianças que estavam a frequentar as atividades de ATL da escola básica de Tagilde, em Vizela, contraíram Covid-19. A Câmara Municipal confirma que “foram já detetadas mais de uma criança infetadas, aguardando-se ainda os resultados da totalidade dos testes”.
Há dois dias, uma funcionária do estabelecimento de ensino tinha testado positivo para a Covid-19. O espaço estava a ser frequentado por dez crianças, todas estão em casa em isolamento e já foram sujeitas aos testes de despistagem, mas a totalidade dos resultados ainda não é conhecida.
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Jul 10 2020
Plano de recuperação privilegia reformas antecipadas para professores
Um dos eixos estratégicos do Plano de Recuperação Económica de António Costa Silva é o do lançamento de um “programa de rejuvenescimento do corpo docente”, que passará por investir num plano de “reformas antecipadas negociadas com os professores mais idosos e alargar o recrutamento de novos professores jovens”. “O programa deveria ser de adesão voluntária e os modos de acesso à carreira pelos novos docentes deveriam ser revistos”, acrescenta-se.
Portugal é dos países com uma classe docente mais envelhecida: no ensino básico e secundário quase metade dos professores têm 50 anos ou mais e só 1% têm menos de 30 anos. A criação de condições para uma reforma antecipada sem penalizações tem sido um dos cavalos de batalha dos sindicatos de professores, que tem recebido sinais contraditórios por parte do Governo socialista, tanto na anterior legislatura como na actual.
Mas o Governo acabou sempre por recusar levar por diante uma negociação com este objectivo. Quanto ao modelo de recrutamento de novos docentes, a Assembleia da República pediu, na anterior legislatura, um estudo ao Conselho Nacional de Educação no qual são apresentadas várias alternativas ao actual modelo de concursos para professores, mas que por agora não teve consequências práticas.
No seu plano, entre vários outros eixos estratégicos na área da educação, António Costa Silva aposta no aumento do “investimento nos programas de acção social para os ensinos básico, secundário e superior, para estimular e assegurar o acesso ao ensino das crianças e jovens de famílias mais carenciadas, e contrariar a tendência para o abandono e diminuição de estudantes que se revela em cada crise económica e social”.
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Jul 10 2020
Encontram-se publicitadas as Listas Definitivas de Graduação Nacional dos Docentes Candidatos às Vagas para a Progressão ao 5.º e 7.º escalões, bem como as Listas de Docentes Retirados das Listas de Progressão ao 5.º e 7.º escalões.
Nos termos do n.º 8 do art.º 5.º da Portaria n.º 29/2018, de 23 de janeiro, das listas definitivas de graduação homologadas pela Diretora-Geral da Administração Escolar cabe recurso hierárquico a interpor no prazo de 5 dias úteis na aplicação eletrónica disponibilizada para o efeito.
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Jul 10 2020
A violência a professores e funcionários esteve hoje em debate no Parlamento, com a discussão da petição que defende que agressões a membros da comunidade escolar sejam consideradas crime público, tal como acontece com os policias.
A PSD e a GNR registaram 5.250 ocorrências em ambiente escolar no ano letivo de 2018/2019, segundo o Relatório Anual de Segurança Interna divulgado este mês, que mostra que a ofensa à integridade física, injúrias e ameaças são os crimes mais habituais.
Os relatos que chegam ao Sindicato Independente dos Professores e Educadores (SIPE) revelam que, invariavelmente, o aluno é agressor e a vítima é um docente, contou hoje no Parlamento Júlia Azevedo, presidente do SIPE e subscritora da petição.
A justiça só acontece se apresentarem queixa, mas para isso têm de lutar contra a vergonha da exposição, o medo de represálias e ainda têm de pagar 102 euros de taxa de custas judiciais, alertou Júlia Azevedo.
Estas “realidades tão tristes e decadentes” deram lugar a uma petição exigindo que as agressões fossem equiparadas a crime público, explicou a presidente do SIPE. Com mais de oito mil assinaturas, a petição chegou à Assembleia da República e esteve hoje em análise na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.
A legislação já prevê que a agressão a professores, examinadores ou membros da comunidade escolar possa ser considerada crime público, mas está sempre dependente da avaliação das autoridades.
“Mesmo que não haja dúvidas de que um aluno bateu num professor pode o Ministério Público, numa primeira fase, e depois o juiz de instrução entenderem que as circunstâncias concretas não constituem censurabilidade ou perversidade e, portanto, não ser considerado crime público”, sublinhou a presidente do SIPE.
Segundo Júlia Azevedo, muitas vezes as autoridades não consideram a agressão suficientemente grave: “Não vou dar aqui exemplos de casos que já estivemos em tribunal e que foram completamente desvalorizados pelos juízes”.
…
Júlia Azevedo lembrou os deputados que a petição também pretende proteger o agressor, ao mostrar que os seus atos têm consequências. A presidente do SIPE recordou a história de um aluno que cuspiu na cara do professor de Físico-Química, de 66 anos: “Aquela criança, que fez esse ato, não lhe aconteceu nada. Isso não é bom para ela, não é bom para o colega dela que presenciou que não aconteceu nada, nem é bom para a sociedade. Nós temos de perceber que os nossos atos têm consequências”.
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Jul 10 2020
623 | História A | 10-07-2020
Versão 1 | Versão 2 | Prova Adaptada | Critérios de classificação
723 | História B | 10-07-2020
Versão 1 | Versão 2 | Critérios de classificação
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Jul 10 2020
Procedimento Concursal Externo de Recrutamento de Professores Bibliotecários para o ao escolar 2020-2021.
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Jul 10 2020
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Jul 10 2020
Estão disponíveis para consulta as listas definitivas de ordenação, colocação, não colocação e de exclusão do Concurso Externo do ensino artístico especializado da música e da dança para o ano escolar 2020/2021.
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Jul 10 2020
A proposta de nova tabela de preços já elaborada pela ADSE prevê que as consultas na rede convencionada sejam mais caras. A ideia é que o valor pago pelo beneficiário aos prestadores privados passe de 3,99 euros para 5,5 euros por consulta, enquanto o preço pago pela ADSE sobe de 14,47 para 19,5 euros.
(Só falta aumentarem o desconto mensal no vencimento)
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Jul 10 2020
Encontra-se publicada a lista provisória do procedimento para a celebração de contratos de associação 2020.
Consulte a respetiva Nota informativa.
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Jul 10 2020
Encontram-se publicitadas as Listas Definitivas de Graduação Nacional dos Docentes Candidatos às Vagas para a Progressão ao 5.º e 7.º escalões, bem como as Listas de Docentes Retirados das Listas de Progressão ao 5.º e 7.º escalões.
Nos termos do n.º 8 do art.º 5.º da Portaria n.º 29/2018, de 23 de janeiro, das listas definitivas de graduação homologadas pela Diretora-Geral da Administração Escolar cabe recurso hierárquico a interpor no prazo de 5 dias úteis na aplicação eletrónica disponibilizada para o efeito.
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Jul 09 2020
Dão ordem para abertura das creches e jardins de infância. As feiras já podem ter carrosseis. Em setembro os alunos vão ser enlatados nas salas de aula, parte se uso obrigatório de máscara,, mas não dão ordem para reabrir os parques infantis públicos.
Queres ver que os adultos se iam “ajuntar” todos no escorrega?
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Jul 09 2020
Foram estes os números finais das listas de ordenação definitivas ao concurso externo 2020/2021.

Existem 35.880 docentes nas listas de ordenação definitivas.

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Jul 09 2020
Perante as irregularidades e indícios de infrações penais nos colégios João de Deus, a Segurança Social propôs ao Ministério Público a destituição dos órgãos de gestão da associação. A situação tinha sido denunciada em março de 2019 pelo programa da RTP Sexta às 9.
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Jul 09 2020
715 | Física e Química A | 09-07-2020
Versão 1 | Versão 2 | Critérios de classificação
732 | Latim A | 09-07-2020
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Jul 09 2020
Para não haver mais mal-entendidos, em jeito de esclarecimento, o Ministério da Educação sublinhou que não existe qualquer problema com as matrículas que foram feitas antes de se ter anunciado que haviam passado para um regime automático.
“As matrículas efetuadas no portal das matrículas estão salvaguardadas”, explicou ao i, garantindo que apenas uma nota foi enviada aos estabelecimentos escolares – e só essa tem de ser cumprida. “As escolas deverão assegurar-se que os encarregados de educação são informados pelo meio mais célere de que as renovações de matrícula passam a processar-se de forma automática, nos mesmos termos em que acontecia no ano letivo transato”, pode ler-se no comunicado enviado, no qual é referido também os impactos da covid-19. “Dado o atual contexto de pandemia, todos estes procedimentos devem ser realizados, preferencialmente, através de meios digitais, evitando-se, por esta via, a necessidade de deslocação à escola por parte dos encarregados de educação”, esclareceu.
Fonte: Ionline
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Jul 09 2020
A Educação disse presente nos momentos difíceis.
Agora é o tempo da valorização dos seus profissionais
O Secretariado Nacional da FNE, reunido em 8 de julho de 2020:
– considera que o ano letivo que agora está a terminar, embora marcado por acontecimentos extraordinários e por condições excecionais, com impactos sociais muito fortes neste momento e no futuro, demonstrou que a Educação – com todos os seus profissionais docentes e não docentes – é uma instituição insubstituível para a promoção da equidade social.
– assinala que foi no decurso deste ano letivo que pela primeira vez na história portuguesa foi possível atingir uma taxa de abandono escolar inferior a 10%, faltando agora verificar o impacto efetivo das circunstâncias em que este ano terminou, para se saber se mantemos esta situação, devendo constituir de qualquer modo um objetivo nacional para o futuro a redução para taxas residuais esta dimensão do abandono escolar precoce.
– insiste na necessidade de se determinarem políticas consistentes de aumento dos níveis de qualificação escolar e profissional de toda a população, promovendo uma cidadania democrática ativa, através do acesso de todos ao sistema de educação e formação e da concretização do direito de todos ao sucesso, com o estabelecimento dos mecanismos diversificados que forem essenciais para a qualidade e a equidade.
– reconhece o tremendo esforço que foi realizado no quadro da excecional situação que vivemos desde março deste ano, através do contributo das escolas para o enquadramento de crianças e jovens filhos de muitos profissionais que tiveram de se manter a trabalhar nos mais diversos setores, desde a saúde, à produção alimentar, aos transportes, ao comércio e serviços essenciais, à segurança, às comunicações.
– sublinha a importância do trabalho desenvolvido pelos Educadores e Professores portugueses para que se pudesse, primeiramente, manter a ligação com os Alunos, confinados em casa, distantes das dinâmicas relacionais do ensino-aprendizagem, em situações de extrema dificuldade, e depois, assegurando a atividade letiva presencial desde maio, e agora os exames.
– regista que genericamente a sociedade e muitos membros do Governo afirmaram em várias oportunidades que neste difícil momento foi essencial o setor da Educação – educadores, professores, trabalhadores não docentes da Educação para a infância, dos ensinos básico e secundário e superior –, assinalando que todos se desdobraram em profissionalismo, dedicação, empenho e inovação, para que o maior número possível de alunos se mantivesse em ligação com as suas escolas e os seus educadores e professores.
– recorda que nas atuais circunstâncias, apesar das palavras tantas vezes ditas e reditas, educadores, professores e trabalhadores de apoio educativo se sentiram muitas vezes desamparados e confusos com orientações contraditórias, e tantas vezes em situações desconfortáveis em relação aos seus alunos e respetivos pais e encarregados de educação, as mais das vezes em resultado da insuficiência de orientações claras por parte da Administração.
– assegura que o esforço realizado foi intensíssimo, em muitas circunstâncias com encargos financeiros acrescidos, e que chegamos ao final do ano letivo com muitos educadores, professores e trabalhadores não docentes completamente esgotados.
– delibera atribuir a todos os Educadores e Professores e Trabalhadores Não Docentes Portugueses um LOUVOR, por ser da mais elementar justiça reconhecer e louvar o seu elevado empenho, profissionalismo exemplar e esforço com que particularmente neste ano letivo de 2019/2020 garantiram aos alunos as ações de suporte e de apoio que foram promovidas em substituição da atividade letiva presencial, interrompida por efeito da pandemia do COVID-19, saudando desta forma o seu trabalho e dedicação em prol de uma educação de qualidade e pela promoção da equidade educativa e social.
– sustenta que é essencial que seja estabelecido, em sede de diálogo e concertação social, um programa concreto de estabilização e reconstrução social e económica do País que esteja dotado dos financiamentos indispensáveis para que em todos os setores se promova o desenvolvimento, o emprego e a coesão social e em que para uma oferta de Educação pública de alta qualidade e justa sejam alocados os recursos indispensáveis.
– entende que é essencial que o próximo ano letivo comece em condições o mais próximo possível das normais e preferencialmente em situação presencial, e que, sobretudo, sejam reunidas as condições para que se possa trabalhar para atenuar as perdas educativas acumuladas que são consequência destes tempos difíceis, e que não foi possível evitar, apesar de todo o esforço que foi desenvolvido por milhares de educadores e professores por todo o país.
– manifesta as suas profundas preocupações em relação às condições em que vai decorrer o processo de ensino-aprendizagem em resultado da fragilidade instalada na sociedade portuguesa e que se traduz na diminuição dos rendimentos e no crescimento do desemprego.
– reafirma que a FNE tem propostas concretas e que intervirá construtivamente na identificação das soluções que forem ajustadas para a situação que se vai viver no próximo ano letivo, com a flexibilidade que vai ser indispensável em função do desenvolvimento da situação sanitária, para o que aprovou um documento que integra essas propostas, designado A EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE EMERGÊNCIA – Na defesa intransigente da educação, no combate às desigualdades sociais”.
– sublinha a necessidade de serem adotadas as medidas que forem necessárias para garantir que as escolas sejam efetivamente espaços seguros, em nome do respeito que nos merecem os Alunos e as suas Famílias, os Educadores e Professores e os Trabalhadores Não Docentes das nossas escolas.
– discorda inteiramente do Ministério da Educação em relação ao calendário escolar determinado para o ano letivo de 2020/2021, porque entende que não há qualquer efeito direto em termos de resultados escolares do aumento do número de dias letivos em relação aos anos anteriores, e porque desrespeita as pausas que são imprescindíveis, quer para Docentes, quer para Alunos, ao longo do ano letivo, estas sim com efeitos na melhoria do processo ensino-aprendizagem.
– exprime também total discordância e preocupação sobre as orientações que a DGEstE publicitou para o próximo ano letivo, por se resumirem, entre outros aspetos ao uso obrigatório da máscara nos recintos escolares, e registando negativamente que se assuma um distanciamento físico “sempre que possível” de apenas 1 metro, contrariando outras orientações que assumem um mínimo de 1,5 metros. De qualquer forma a generalidade das salas de aula das escolas portuguesas não suportará turmas com 24, 26, 30 alunos, mesmo com o distanciamento de 1 metro.
– acusa o Ministério da Educação de desrespeito pelo direito à participação dos parceiros sociais da área da Educação na informação, consulta e negociação das políticas educativas, ao ter determinado o enquadramento da organização do ano letivo de 2020/2021, sem a sua consulta adequada.
– assinala que as políticas para o setor da Educação deverão garantir às escolas e aos seus profissionais as condições e os meios que lhes permitam trabalhar com autonomia e flexibilidade, em termos de desenvolvimento do currículo e de organização pedagógica da escola, para que nenhum aluno fique para trás, pelo que se manterá atento ao desenvolvimento do ano letivo, denunciando todas as circunstâncias em que a insuficiência ou inadequação de meios e recursos estejam a prejudicar os diferentes intervenientes.
– considera manifestamente insuficientes as verbas previstas no Orçamento Suplementar para as respostas na área da Educação para garantir as responsabilidades das escolas no próximo ano letivo, quer em termos de recursos humanos, quer em termos de recursos financeiros, não podendo haver constrangimentos de ordem orçamental para que todas as necessidades concretas estejam asseguradas.
– acusa o Ministério da Educação de continuar a não querer olhar para a dotação dos quadros das escolas, adequados às necessidades permanentes do sistema educativo, sublinhando que o resultado do concurso externo divulgado esta semana demonstra, por exemplo, que o número de vagas que permitiu a vinculação de 872 docentes para o próximo ano escolar, corresponde apenas a cerca de 10% do total da renovação dos contratos que as direções das escolas autorizaram, para o preenchimento das necessidades sentidas no presente ano escolar.
– reafirma a exigência feita ao Ministério da Educação, ao longo dos últimos anos, de alterar as regras da norma travão, uma vez que esta continua a não responder à necessidade de recursos docentes estáveis, nos quadros das escolas, mantendo em precariedade, anualmente, milhares de docentes, para além de se manter uma regra geradora de injustiças entre os professores contratados.
– reitera, por outro lado, a necessidade de que, para além das palavras, haja ações concretas de reconhecimento e valorização de todos quantos trabalham em Educação, através de políticas que tenham em conta as suas legítimas aspirações.
– em nome dos Educadores, Professores e Trabalhadores de Apoio Educativo (Não Docentes) de todos os Setores de ensino, considera indispensável que haja respostas para os problemas concretos sistematicamente identificados e que têm sido sucessivamente apresentados ao Governo, até agora sem qualquer disponibilidade para os resolver, em termos de carreiras, rejuvenescimento, precariedade, formação, qualidade de vida, saúde, aposentação.
A FNE não desiste de, sem deixar de respeitar as especiais e difíceis circunstâncias que o País vive, trabalhar no sentido da promoção de:
– carreiras dignificadas e atrativas, sem quaisquer perdas de tempo de serviço
– limites para o tempo de trabalho
– conciliação do tempo de trabalho com o tempo de vida pessoal e familiar
– proteção na saúde e segurança no trabalho
– aposentação digna
– formação contínua ajustada aos interesses e necessidades de cada um
O Secretariado Nacional da FNE considera inadiável que Educadores, Professores e Trabalhadores de Apoio Educativo, sejam reconhecidos e valorizados, para continuarmos a garantir um serviço público de Educação de qualidade.
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Jul 08 2020
Tal como habitualmente o site economiafinancas publica o Calendário Escolar 2020/2021 em excel , para baixar e trabalhar de acordo com as necessidades e um calendário das provas de aferição e exames nacionais para imprimir ou consultar.
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Jul 08 2020
Quanto mais uma pessoa se baixa, mais se lhe vê o …
Chegou-nos como uma duvida de um colega: Um professor é obrigado a levar máscara de casa para as vigilâncias dos exames e outros serviços na escola, ou é a escola que as fornece?
O hábito faz o monge. Quando o professor começou por levar a sua caneta, o seu lápis, o seu caderno, começou por pagar as fotocópias para fornecer aos seus alunos, as resmas de papel… o monge habituou-se e o voluntarismo passou a obrigação.
Será que as operárias das fábricas têxteis e alimentares, ou de armazéns e hipermercados também levam as máscaras de casa para exercerem a sua atividade profissional?
Ainda não há verba disponível para a compra de máscaras para os professores, AO’s e AT’s?
“Balha-me adeus”…
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Jul 08 2020
Como o ministro da Educação integra os fóruns que decidem o futebol e as aulas em Setembro, é natural que confunda intervalos dos jogos com os escolares e até o tempo de presença de jogadores nos balneários com o dos alunos nas salas de aula. Se impressiona que o ministro diga que “os alunos vão caber todos na mesma sala; não haverá desdobramento de turmas; a única obrigatoriedade é a máscara a partir do 2º ciclo; o distanciamento não”, e mais ainda no momento que a OMS conclui que “em espaços fechados, os aerossóis do vírus podem viajar dezenas de metros” torna-se mais surreal que decida pela eliminação dos intervalos escolares. Francamente: 30 crianças e jovens podem estar horas a fio dentro de uma sala e não podem usar o espaço de ar livre? E se há anos que os mais variados especialistas criticam severamente, e muito bem, a falta de tempo para brincar e socializar, vem o titular da pasta eliminar intervalos depois de meses de confinamento? E enunciá-lo para a globalidade do território não é um atestado de menoridade (mas convenhamos que o modelo vigente foi criado exactamente para certificar esse atestado) quando passa o tempo a repetir que “as nossas comunidades educativas responderão a esse problema de forma adequada.?
O estado em que estamos é cansativo, mas há o dever de repetição. Escrevi o seguinte em 21 de Abril de 2020 no texto “Tecnologias na sala de aula“:
“A crise escolar provocada pela Covid-19 acentuou a conhecida prevalência das redes de recursos educativos sobre as de gestão e administração. (…)Portugal é um caso, e em grande parte acompanhado pelo ocidente, que evidencia o que falta fazer em termos escolares e é até estranho que assim seja porque é um país com muito boas provas dadas onde a sociedade em rede permite desempenhos organizacionais únicos: rede multibanco, via verde ou critical software. Por exemplo, na origem das declarações do ministro da educação – “é impossível saber quais os alunos que não têm internet e computador” – estão mais de vinte anos em que essas perguntas são repetidamente feitas no acto da matrícula e perdidas na incapacidade de se gerar um sistema de dados que se aproxime sequer dos três citados. E essa “impossibilidade”, que gera desorganização, tem duas causas: governantes escolares centrados nas indústrias de recursos educativos e deslocalização da produção tecnológica para a China com o objectivo neoliberal de exibir o supérfluo, inibir o substancial e gerar ganhos financeiros muito significativos e pouco taxados. E esse desequilíbrio nas aprendizagens essenciais, que se tornou avassalador no ocidente, é a conclusão de que para a produção de lápis em qualidade e quantidade é necessária a simbiose da forma com o conteúdo associada ao valor precioso de muito bons desempenhos organizacionais.”
Hoje, acrescento mais uma evidência ao triste desfile de competências prioridades: Intervalos 6 x Matrículas 0.
Por Paulo Prudêncio, em Correntes
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Jul 08 2020
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Jul 08 2020
O próximo vídeo apresenta os anos de serviço dos professores com 30 ou menos anos de idade. Com esta idade os candidatos já têm 6/7 anos de vida profissional útil, mas na prática percebe-se que o tempo de serviço acumulado é muito menor.
Com este panorama, e se tivermos em conta percebemos que o futuro da educação está seriamente comprometido.
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Jul 08 2020
Encontra-se disponível a aplicação que permite ao candidato efetuar a aceitação da colocação do Concurso Externo, das 10:00h do dia 8 de julho até às 18:00h de Portugal continental do dia 14 de julho de 2020.
Pode consultar o verbete definitivo do candidato.
Caso pretenda interpor recurso hierárquico, a aplicação encontra-se disponível das 10:00h do dia 8 de julho até às 18:00h de Portugal continental do dia 14 de julho de 2020.
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Jul 08 2020
1. Todas as epidemias têm períodos mais ou menos longos de novos surtos intermitentes e nenhum país tem, por enquanto, uma solução para a actual pandemia. Mas o futuro ficará mais difícil nos que são governados por políticos que torturam a realidade com o seu nanismo político. Não há muito tempo, o presidente Marcelo exultava com um pindérico orgulho nacional, que nos comparava com espanhóis e italianos. Não lhe ocorreu, na altura, comparar-nos, por exemplo, com o Vietname, com uma população dez vezes maior que a nossa e uma longa fronteira com a China, que não registava, então, um só morto. Agora, António Costa e Santos Silva não entendem porque vale mais para os ingleses o nosso segundo pior rácio europeu de novos casos de covid-19 por 100 mil habitantes que o que foi escrito no Tratado de Windsor, em 1386.
Desde a cena confrangedora, que reuniu no Palácio de Belém nada menos do que o Presidente da República, o presidente da Assembleia da República, o primeiro-ministro, o ministro da Economia e a ministra da Saúde, para anunciarem ao país a realização de meia dúzia de jogos de futebol, que não dava pela existência do ministro da Educação, que também lá esteve. Reapareceu, finalmente, em entrevista ao Expresso. Do que disse e do que consta nas orientações oficiais para a organização do próximo ano lectivo, resulta um caderno de encargos irreal para as escolas e para os professores que, em nome de uma autonomia inexistente mas hipocritamente invocada, acabarão responsabilizados por tudo o que possa correr mal. O que antes era imperativo (dois metros de distanciamento por altura da reabertura das aulas, em Maio, e um metro de distanciamento aquando das primeiras orientações para 2020/21) deu lugar ao “sempre que possível” e ao “preferencialmente”, até chegarmos à seguinte insólita afirmação do ministro:
“Os alunos vão caber todos na mesma sala. Não haverá desdobramento de turmas. A única obrigatoriedade é a máscara a partir do 2º ciclo. O distanciamento não.”
É preciso cara dura para dizer isto, depois de termos sido literalmente massacrados, meses seguidos, com a necessidade de respeitar o distanciamento social, como a medida profiláctica mais eficaz de combate à pandemia.
2. A adesão pouco reflectida a fenómenos da moda acaba sempre alimentando mecanismos de constituição de poderes. Foi assim com as pedagogias salvíficas para o século XXI, começa a ser idêntico com o fluxo de ideias alternativas às aulas presenciais e a obsessão pela escola digital, seja lá o que isso for, que não é, isso sei, o gatilho mágico que resolve os atrasos acumulados dos nossos alunos.
Os professores reorganizaram-se para que, numa situação de excepção, se minorasse o prejuízo dos alunos. Entregaram-se abnegadamente a um desafio que não foi fácil, lhes pediu mais do que o muito que já se lhes pedia, e foi vencido. Apesar disso, têm vindo a ser alvo de várias prosas, que glosam o que apelidam de iliteracia digital dos professores mais velhos, numa onda de idadismo estigmatizante. Entendamo-nos: os professores utilizam, uns mais, outros menos, naturalmente, os meios informáticos, desde que eles se democratizaram. Não precisam, novos ou velhos, de serem peritos em informática para resolver todos os passos processuais de utilização da tecnologia disponível. Não fosse ela desenvolvida para ser utilizada em massa, por isso mesmo ao alcance de utilizadores universais. Outra literacia, não digital, que abunda no seio dos professores portugueses, desiderato difícil de conseguir numa escola de massas e numa sociedade consumista, é a que permite tocar o coração dos alunos, estabelecendo um vínculo afectivo essencial para que a aprendizagem resulte.
3. Nos últimos dias falou-se de rankings, falou-se do que se perdeu no ano em curso e falou-se, sobretudo, de como vai ser o próximo ano. Mas pouco se tem prognosticado sobre as classificações que, provavelmente, certificarão um paradoxo: o ano em que menos se aprendeu terminará com resultados gerais bem acima da média. Porque todos os critérios formais cederão paço ao critério de não penalizar, ainda mais, todos os alunos coercivamente privados da escola e, particularmente, aqueles que, sem equipamentos necessários, ficaram impossibilitados de acompanhar as soluções de recurso.
In “Público” de 8.7.20
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Jul 08 2020
517 | Francês | 07-07-2020
Prova | Áudio | Critérios de classificação
547 | Espanhol | 07-07-2020
Prova | Áudio | Critérios de classificação
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Jul 07 2020
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/07/webinar_14julho-1.pdf”]
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Jul 07 2020
Entre as listas provisórias e definitivas houve alterações em 979 candidaturas, assinaladas a cores no documento abaixo:
Na lista abaixo poderão ver todas as candidaturas, com as cores respetivas.
(descarregar a imagem para melhor visualização)
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/07/Lista-Ordenação.pdf”]
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Jul 07 2020
Alguém descobriu de uma forma simples como resolver os problemas do Portal das Matrículas. Aleluia!!!
Por forma a tornar mais ágil o processo de matrículas, informo V. Exa. que as renovações de matrícula (EPE, 2.º, 3.º, 4.º, 6.º, 8.º, 9.º, 11.º, 12.º) passam, a partir do dia de hoje, a processar-se de forma automática, nos mesmos termos em que acontecia no ano letivo transato, com exceção de transferências de estabelecimento.
Neste contexto, importa acautelar os seguintes aspetos:
– recolher consentimento relativo à proteção de dados pessoais;
– apurar as opções relativas a AEC (1.º ciclo) e EMR, bem como às disciplinas anuais de opção de 12.º ano;
– identificar as necessidades de transporte escolar;
– recolher declaração da Segurança Social para efeitos de identificação da situação de beneficiário de ASE.
Com os melhores cumprimentos,
João Miguel dos Santos Gonçalves
Diretor-Geral dos Estabelecimentos Escolares
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Jul 07 2020
Apenas os alunos que transitaram, ao 5.º, 7.º e 10.º anos vão ter que fazer a matrícula através do Portal das Matrículas. O Governo tomou este decisão devido aos constrangimentos que o site tem tido nas últimas semanas devido ao elevado tráfego registado, alega também que o site foi alvo de ataque informático. Além dos alunos que iniciam um novo ciclo de ensino, as transferências de escola também estão obrigados a efetuar todo o processo online.
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Jul 07 2020
A próxima tabela apresenta a distribuição dos professores colocados por QZP e Grupo de Recrutamento.
Tal como nos anos anteriores a larga maioria (cerca de 80%) dos vinculados ficou nos QZP’s a sul (6, 7 e 10)… resta saber quantos estarão de facto a trabalhar nesses QZP’s em setembro.

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Jul 07 2020
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Jul 07 2020
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Jul 07 2020
Das 872 vagas que abriram para a norma travão do concurso de 2020 entraram no quadro através da 1.ª prioridade 867 docentes e 5 docentes conseguiram colocação concorrendo na 2.ª prioridade.

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Jul 07 2020
Estão disponíveis para consulta as listas definitivas de ordenação, colocação, não colocação, exclusão e desistência do Concurso Externo para o ano escolar 2020/2021.
Consulte a nota informativa.
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