Ó Tiago, explica-me lá como…

…é que eu sei como, mas duvido que tu saibas minimamente do que estás a falar.

Ainda ontem expliquei a um colega que estava a experimentar, no terreno, como distanciar os alunos 1 metro uns dos outros dentro da sala de aula. O que eu gostava de ver era o Tiago a explicar o que eu tenho explicado a vários colegas e membros de direção. É que para isso não é necessário usar o teorema de Pitágoras, é necessário ter experiência  de sala de aula e de vida fora de um laboratório ou de um gabinete…

Ministro da Educação reitera distanciamento de um metro entre alunos

O distanciamento entre alunos no próximo ano letivo “deve ser, sempre que possível, de um metro” e “maximizado” quando existirem condições para tal, devido à pandemia, reiterou hoje o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues.

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4 comentários

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    • Manuel on 17 de Julho de 2020 at 10:12
    • Responder

    O ministro gosta de fazer dos outros parvos, mas só assim continua quem deixa. Como diz o povo ” quem muito se baixa o @ú lhe aparece.
    Aliás, esssa tática está muito na moda. Também o ministro dos transportes diz que o covid não se importa com sardinha em lata nos comboios de Sintra.
    O povo quer-se estúpido, porque é facilmente governável.

    A nova medida anti covid para transportes e escolas? ” Se possível…”

    • Falcão on 17 de Julho de 2020 at 12:57
    • Responder

    Caro Arlindo,
    Explica aí como é que se pode fazer isso da distância de 1 metro. Certamente só dará com um sistema de rotação de alunos, 28 ou 29 ao mesmo tempo só se der aulas no pavilhão ou ao ar livre.

    • maria on 17 de Julho de 2020 at 13:03
    • Responder

    ” Ó Tiago” !
    Tenha educação . Mesmo que a sua douta pessoa “goste” ou não “goste” do actual ministro. Como muitos…

      • Nuno Sá on 18 de Julho de 2020 at 12:00
      • Responder

      Porquê «”goste” ou não “goste”»? As aspas são para dar um sentido diferente à palavra? Apreciar ou simpatizar seria melhor?… Já agora, “actual” não se escreve com “c”… (o novo AO assim o obriga (ou será “obriga”?), e supondo ser uma professora – uma vez que está em todos os comentários quando alguém omite o título do cargo de alguém -, ou então gosta mesmo da área…).

      Quanto ao problema-mor da Excelentíssima Dona Professora Doutora Arquiteta Engenheira Sopeira Lavadora Desempregada (riscar o que não interessa), não vejo problema em tratar alguém pelo nome. Será que quando vê nas notícias alguém referir-se ao PM como “Costa diz….”, ou “Costa afirma….”, ou ainda “Marcelo defende os professores”, a maria (com minúscula, como gosta de se apresentar) se contorce toda e tem que tomar um Valium (PUB)? Será que nas conversas que tem com o seu círculo familiar e profissional utiliza o título da pessoa a que se refere?

      Já cansa tanta preocupação em que as pessoas tenham que tratar bem quem lhes trata mal…

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