8 de Julho de 2020 archive

Calendário Escolar 2020/2021 em Excel

 

Tal como habitualmente o site economiafinancas  publica o  Calendário Escolar 2020/2021 em excel , para baixar e trabalhar de acordo com as necessidades e um calendário das provas de aferição e exames nacionais para imprimir ou consultar.

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Escolas que não fornecem máscaras aos professores…

 

Quanto mais uma pessoa se baixa, mais se lhe vê o …

Chegou-nos como uma duvida de um colega: Um professor é obrigado a levar máscara de casa para as vigilâncias dos exames e outros serviços na escola, ou é a escola que as fornece?

O  hábito faz o monge. Quando o professor começou por levar a sua caneta, o seu lápis, o seu caderno, começou por pagar as fotocópias para fornecer aos seus alunos, as resmas de papel… o monge habituou-se e o voluntarismo passou a obrigação.

Será que as operárias das fábricas têxteis e alimentares, ou de armazéns e hipermercados também levam as máscaras de casa para exercerem a sua atividade profissional?

Ainda não há verba disponível para a compra de máscaras para os professores, AO’s e AT’s?

“Balha-me adeus”…

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Pela Blogosfera: Intervalos 6 x Matrículas 0

 

Intervalos 6 x Matrículas 0

Como o ministro da Educação integra os fóruns que decidem o futebol e as aulas em Setembro, é natural que confunda intervalos dos jogos com os escolares e até o tempo de presença de jogadores nos balneários com o dos alunos nas salas de aula. Se impressiona que o ministro diga que “os alunos vão caber todos na mesma sala; não haverá desdobramento de turmas; a única obrigatoriedade é a máscara a partir do 2º ciclo; o distanciamento não”, e mais ainda no momento que a OMS conclui que “em espaços fechados, os aerossóis do vírus podem viajar dezenas de metros” torna-se mais surreal que decida pela eliminação dos intervalos escolares. Francamente: 30 crianças e jovens podem estar horas a fio dentro de uma sala e não podem usar o espaço de ar livre? E se há anos que os mais variados especialistas criticam severamente, e muito bem, a falta de tempo para brincar e socializar, vem o titular da pasta eliminar intervalos depois de meses de confinamento? E enunciá-lo para a globalidade do território não é um atestado de menoridade (mas convenhamos que o modelo vigente foi criado exactamente para certificar esse atestado) quando passa o tempo a repetir que “as nossas comunidades educativas responderão a esse problema de forma adequada.?

O estado em que estamos é cansativo, mas há o dever de repetição. Escrevi o seguinte em 21 de Abril de 2020 no texto “Tecnologias na sala de aula“:

“A crise escolar provocada pela Covid-19 acentuou a conhecida prevalência das redes de recursos educativos sobre as de gestão e administração. (…)Portugal é um caso, e em grande parte acompanhado pelo ocidente, que evidencia o que falta fazer em termos escolares e é até estranho que assim seja porque é um país com muito boas provas dadas onde a sociedade em rede permite desempenhos organizacionais únicos: rede multibanco, via verde ou critical software. Por exemplo, na origem das declarações do ministro da educação – “é impossível saber quais os alunos que não têm internet e computador” – estão mais de vinte anos em que essas perguntas são repetidamente feitas no acto da matrícula e perdidas na incapacidade de se gerar um sistema de dados que se aproxime sequer dos três citados. E essa “impossibilidade”, que gera desorganização, tem duas causas: governantes escolares centrados nas indústrias de recursos educativos e deslocalização da produção tecnológica para a China com o objectivo neoliberal de exibir o supérfluo, inibir o substancial e gerar ganhos financeiros muito significativos e pouco taxados. E esse desequilíbrio nas aprendizagens essenciais, que se tornou avassalador no ocidente, é a conclusão de que para a produção de lápis em qualidade e quantidade é necessária a simbiose da forma com o conteúdo associada ao valor precioso de muito bons desempenhos organizacionais.”

Hoje, acrescento mais uma evidência ao triste desfile de competências prioridades: Intervalos 6 x Matrículas 0.

Por Paulo Prudêncio, em Correntes

 

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Exames Finais Nacionais – 1.ª Fase – Filosofia

 

714  |   Filosofia   |  08-07-2020

Versão 1  |  Versão 2   |  Prova Adaptada  |  Critérios de classificação

 

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Tempo de serviço dos professores com 30 anos de idade

O próximo vídeo apresenta os anos de serviço dos professores com 30 ou menos anos de idade. Com esta idade os candidatos já têm 6/7 anos de vida profissional útil, mas na prática percebe-se que o tempo de serviço acumulado é muito menor.

Com este panorama, e se tivermos em conta os outros dados aqui divulgados percebemos que o futuro da educação está seriamente comprometido.

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Recurso Hierárquico, Verbete e Aceitação da Colocação do Concurso Externo

 

Encontra-se disponível a aplicação que permite ao candidato efetuar a aceitação da colocação do Concurso Externo, das 10:00h do dia 8 de julho até às 18:00h de Portugal continental do dia 14 de julho de 2020.

Pode consultar o verbete definitivo do candidato.

Caso pretenda interpor recurso hierárquico, a aplicação encontra-se disponível das 10:00h do dia 8 de julho até às 18:00h de Portugal continental do dia 14 de julho de 2020.

 

SIGRHE

 

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Nanismo político e idadismo digital – Santa Castilho

Nanismo político e idadismo digital

1. Todas as epidemias têm períodos mais ou menos longos de novos surtos intermitentes e nenhum país tem, por enquanto, uma solução para a actual pandemia. Mas o futuro ficará mais difícil nos que são governados por políticos que torturam a realidade com o seu nanismo político. Não há muito tempo, o presidente Marcelo exultava com um pindérico orgulho nacional, que nos comparava com espanhóis e italianos. Não lhe ocorreu, na altura, comparar-nos, por exemplo, com o Vietname, com uma população dez vezes maior que a nossa e uma longa fronteira com a China, que não registava, então, um só morto. Agora, António Costa e Santos Silva não entendem porque vale mais para os ingleses o nosso segundo pior rácio europeu de novos casos de covid-19 por 100 mil habitantes que o que foi escrito no Tratado de Windsor, em 1386.

Desde a cena confrangedora, que reuniu no Palácio de Belém nada menos do que o Presidente da República, o presidente da Assembleia da República, o primeiro-ministro, o ministro da Economia e a ministra da Saúde, para anunciarem ao país a realização de meia dúzia de jogos de futebol, que não dava pela existência do ministro da Educação, que também lá esteve. Reapareceu, finalmente, em entrevista ao Expresso. Do que disse e do que consta nas orientações oficiais para a organização do próximo ano lectivo, resulta um caderno de encargos irreal para as escolas e para os professores que, em nome de uma autonomia inexistente mas hipocritamente invocada, acabarão responsabilizados por tudo o que possa correr mal. O que antes era imperativo (dois metros de distanciamento por altura da reabertura das aulas, em Maio, e um metro de distanciamento aquando das primeiras orientações para 2020/21) deu lugar ao “sempre que possível” e ao “preferencialmente”, até chegarmos à seguinte insólita afirmação do ministro:

“Os alunos vão caber todos na mesma sala. Não haverá desdobramento de turmas. A única obrigatoriedade é a máscara a partir do 2º ciclo. O distanciamento não.”

É preciso cara dura para dizer isto, depois de termos sido literalmente massacrados, meses seguidos, com a necessidade de respeitar o distanciamento social, como a medida profiláctica mais eficaz de combate à pandemia.

2. A adesão pouco reflectida a fenómenos da moda acaba sempre alimentando mecanismos de constituição de poderes. Foi assim com as pedagogias salvíficas para o século XXI, começa a ser idêntico com o fluxo de ideias alternativas às aulas presenciais e a obsessão pela escola digital, seja lá o que isso for, que não é, isso sei, o gatilho mágico que resolve os atrasos acumulados dos nossos alunos.
Os professores reorganizaram-se para que, numa situação de excepção, se minorasse o prejuízo dos alunos. Entregaram-se abnegadamente a um desafio que não foi fácil, lhes pediu mais do que o muito que já se lhes pedia, e foi vencido. Apesar disso, têm vindo a ser alvo de várias prosas, que glosam o que apelidam de iliteracia digital dos professores mais velhos, numa onda de idadismo estigmatizante. Entendamo-nos: os professores utilizam, uns mais, outros menos, naturalmente, os meios informáticos, desde que eles se democratizaram. Não precisam, novos ou velhos, de serem peritos em informática para resolver todos os passos processuais de utilização da tecnologia disponível. Não fosse ela desenvolvida para ser utilizada em massa, por isso mesmo ao alcance de utilizadores universais. Outra literacia, não digital, que abunda no seio dos professores portugueses, desiderato difícil de conseguir numa escola de massas e numa sociedade consumista, é a que permite tocar o coração dos alunos, estabelecendo um vínculo afectivo essencial para que a aprendizagem resulte.

3. Nos últimos dias falou-se de rankings, falou-se do que se perdeu no ano em curso e falou-se, sobretudo, de como vai ser o próximo ano. Mas pouco se tem prognosticado sobre as classificações que, provavelmente, certificarão um paradoxo: o ano em que menos se aprendeu terminará com resultados gerais bem acima da média. Porque todos os critérios formais cederão paço ao critério de não penalizar, ainda mais, todos os alunos coercivamente privados da escola e, particularmente, aqueles que, sem equipamentos necessários, ficaram impossibilitados de acompanhar as soluções de recurso.

In “Público” de 8.7.20

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Exames Finais Nacionais – 1.ª Fase – Francês/Espanhol

 

517  |   Francês   |  07-07-2020

Prova  |   Áudio   |   Critérios de classificação

547  |   Espanhol   |   07-07-2020

Prova  |  Áudio  |  Critérios de classificação

 

 

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