14 de Julho de 2020 archive

Mais um exemplo da “Escola Pisca-Pisca” a partir de setembro (28 em quarentena)

Isto vai acontecer em grande escala. A escola pisca-pisca vai ser “Mato”.

28 crianças em isolamento na Figueira da Foz após caso de covid-19 em infantário

Um menino, aluno de um jardim-de-infância da Figueira da Foz, testou esta terça-feira positivo para covid-19, situação que levou ao isolamento de outras 28 crianças e quatro funcionários da instituição.

Em causa está um aluno do pré-escolar do 2.º Jardim-Escola João de Deus da Figueira da Foz, que terá sido infetado em contexto familiar e que já estava em isolamento.

“Vão ficar em isolamento. Se tiverem sintomas, contactam a linha Saúde 24 ou o seu médico de família para determinação dos passos seguintes”, nomeadamente a realização de testes à covid-19, acrescentou.

O que é fundamental é promover o isolamento, é isso que permite quebrar uma eventual cadeia de transmissão”, declarou o delegado de saúde.

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Contributos para a Educação pós-COVID 19 – CNE

 

A Memória

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O Conhecimento

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Vamos preencher as preferências de forma rápida? (ATUALIZADO)

Após a aplicação de ajuda à manifestação de preferências que organiza as preferências por distância, vamos tentar facilitar o preenchimento das mesmas na plataforma da DGAE.

Já que a plataforma “parou no tempo” e não consegue introduzir aperfeiçoamentos simples como a importação das preferências de anos anteriores fica aqui um vídeo a explicar um método bem mais rápido de fazer o preenchimento, principalmente para quem coloca vários códigos ou concorre a vários grupos de recrutamento. Este vídeo explica a configuração inicial, mas depois podem aperfeiçoá-la ao vosso concurso.

Matemática-ON é um canal com vídeos úteis para professores… e com conteúdos de matemática do 2ºciclo para alunos! Subscrevam e conheçam os novos vídeos assim que forem lançados!

Tendo em conta as dúvidas que foram chegando, resolvi criar outro vídeo (VERSÃO 2) para tornar o processo ainda mais simples.

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Aplicação de Manifestação de Preferências (atualizada)

A nossa aplicação de apoio à Manifestação de Preferências já está atualizada com os dados deste ano.

Este ano o Blog Dear Lindo disponibiliza, de forma excecional, a habitual aplicação de manifestação de preferências de apoio ao concurso 2020/2021 (Contratação Inicial), de forma livre e gratuita.

Esta aplicação permite aos docentes contratados, que constam da lista provisória de ordenação, verificar quem ficou colocado, desde 2012/2013 nas preferências que pretende manifestar para 2020/2021.

Ao entrarem no site da aplicação devem inserir a escola mais próxima da vossa residência e manifestar as preferências que pretendem para 2020/2021.

Depois de escolherem a escola mais próxima da residência devem manifestar as preferências pela ordem que entenderem colocando os vistos nas opções.

Devem inicialmente colocar o visto nas escolas mais próximas (por distância ou por tempo de viagem) e podem fechar um concelho colocando um visto nesse concelho. Podem também fechar um QZP colocando o visto nesse QZP.

Depois de inserirem as vossas preferências devem colocar o vosso número SIGRHE no local que a imagem 1 mostra e fazer calcular.

A aplicação vai dizer quantos docentes foram colocados num dos vossos grupos de recrutamento desde 2012/2013, com melhor ou pior graduação nas preferências que manifestaram.

Podem alternar o grupo de recrutamento se concorreram este ano a mais do que um grupo de recrutamento.

 

Podem limitar a procura aos anos escolares que vos interessam. Por defeito a aplicação calcula todas as colocações desde 2012/2013, mas podem colocar os vistos apenas nos anos que vos interessam.

Com as preferências e os anos letivos escolhidos, assim como a opção que fizeram para ver os candidatos com melhor ou pior graduação no vosso grupo de recrutamento ou em qualquer grupo de recrutamento e com o vosso número SIGRHE selecionado, o calculo da aplicação vai mostrar todas as colocações em função dos anos que escolheram.

Desta forma podem ver que colocações existiram nos anos anteriores para as escolas que vos interessa e sabem quando essa colocação ocorreu.

Esta aplicação omite o nome dos candidatos, mantendo apenas visível o número SIGRHE de cada candidato colocado, o ano letivo da colocação, a data de colocação, a escola de colocação, a duração do horário e o tipo de horário (anual ou temporário).

Esta aplicação é feita com base em quase 10 anos de trabalho em retirar todas as listas de colocações, e que teve um enorme apoio na construção da aplicação do professor João Carlos Fonseca, colaborador de largos anos do Blog nesta área das aplicações.

Quando saírem as listas definitivas a aplicação será atualizada.

Esperamos que façam bom uso dos dados que aqui constam e que vos sirva de apoio ao concurso de contratação inicial de 2020/2021.

Para além de todas as informações que aqui disponibilizamos consideramos que nesta fase mais complexa deveríamos oferecer a aplicação a todos os interessados.

 

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Manifestação de preferências para contratação inicial e reserva de recrutamento

Encontra-se disponível a aplicação que permite ao docente a manifestação de preferências para contratação inicial e reserva de recrutamento, do dia 14 de julho até às 18:00 horas do dia 20 de julho de 2020 (hora de Portugal continental).

Disponibilizamos os códigos dos AE/ENA, e os códigos das Escolas de Hotelaria e Turismo / Estabelecimentos Militares de Ensino. Pode igualmente consultar os protocolos entre o Ministério da Educação e o Turismo de Portugal I.P. e com o Ministério da Defesa.

Consulte a nota informativa e o manual de instruções da aplicação.

 

SIGRHE – manifestação de preferências

Nota informativa – manifestação de preferências para CI/RR

Manual – manifestação de preferências para CI/RR

Códigos AE/ ENA

Códigos das escolas de hotelaria e turismo e horários disponíveis

Códigos dos estabelecimentos militares de ensino e horários disponíveis

Protocolo de cooperação entre o Ministério da Defesa e Ministério da Educação

Protocolo de cooperação entre o Ministério da Economia e o Ministério da Educação

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Onde para a autonomia? Está a um metro de distância!

 

No dia 29 de junho, não há muito tempo, sai esta noticia num jornal nacional “Diretores querem autonomia para decidir próximo ano”, outros se lhe seguiram na retórica há muito anunciada, publicitada, usada em campanhas eleitorais e momentos eleitoralistas, desejada nuns momentos e nem tanto noutros, por uns e por outros…

Depois surgem os sindicatos a anunciar que as medidas emanadas pela tutela não são claras, suficientes, etc e coisa e tal. Muito dirão que, lá se foi a retórica da autonomia e já querem instruções detalhadas de como se deve e não deve fazer. Mas o problema é um e só um, é um metro de problema. Os diretores já o afirmaram, os sindicatos reclamaram e os professores, por muito que tentem, não organizaram.

A DGS e o ME terão muito que explicar se o recomeço do ensino presencial der para o torto.

Uma turma de 24 a 28 alunos, numa sala com 48 metros quadrados, equipada com mesas duplas, como a maioria das existentes nas nossas escolas? Tentem lá distanciar os alunos um metro uns dos outros, melhor que isso. Ó Dona Graça! Venha cá a uma escolinha, arregace as mangas, traga em metro de madeira, como aqueles que ainda se usam em algumas lojas de tecido ao metro, e organize uma sala de aula de forma a que todos se mantenham à distância mínima e a mesma continue funcional. Ainda gostava de ver…

Tentem lá fazer este exercício:

Têm uma sala com 8 m de comprimento e 6 m de largura. Um círculo com um metro de diâmetro, uma mesa de 1,2 m por 0,4 m e uma cadeira onde o aluno se vai sentar. Tentem colocar círculos à volta da cadeira e verão o espaço necessário para manter a tal distância recomendada. Divirtam-se… se o conseguirem têm entrada direta num curso superior de design de interiores, numa universidade de renome com emprego garantido à saída. Vá lá, esforcem-se.

Entretanto, senhores diretores, batam o pé ou com a porta.

 

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Pelo fim da precariedade das/os Psicólogas/os Escolares!

Pelo fim da precariedade das/os Psicólogas/os Escolares!

Nos últimos anos muito tem sido discutido acerca da Educação. É o próprio Secretário de Estado da Educação, Dr. João Costa, que sublinha a importância do bem-estar na educação, “e esta missão não vive sem os psicólogos escolares – indispensáveis ao sucesso dos projetos educativos das escolas e cruciais para abraçarmos o desafio da inclusão” (João Costa, Orientações Para o Trabalho em Psicologia Educativa nas Escolas, 2018).

O Ministério da Educação, a Secretaria de Estado da Educação e toda a Comunidade Educativa das nossas escolas reconhece e valoriza o papel dos Psicólogos Escolares mas, no entanto, é o próprio Governo que insiste em não lhes dar condições de trabalho dignas para que possam exercer o seu papel, para que possam eles próprios ter a estabilidade e bem-estar pelo qual trabalham junto das comunidades educativas.

1997 foi o último ano em que existiram concursos para a efetivação de psicólogos nas nossas escolas. No entanto, a necessidade destes profissionais é tanta, que durante anos têm sido contratados com vínculos precários, através de concursos injustos e indignos. Necessidades permanentes supridas através de contratos que visam colmatar necessidades temporárias. Cada ano que passa, o Ministério da Educação vai “calando” estes profissionais com mais um contrato, dizendo que reconhece a sua importância, mas não lhes dando de todo essa importância.

Vivemos atualmente uma situação de pandemia, onde reconhecidamente a saúde mental dos jovens, das suas famílias, dos docentes e de toda a comunidade educativa foi afetada. Os psicólogos nas escolas terão, sem dúvida, um trabalho muito complexo pela frente.

O próximo ano letivo 2020/2021 será incerto, para cerca de 100 Psicólogas/os de Agrupamentos de Escolas e Escolas não Agrupadas. O Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública- PREVPAP não foi suficiente para que todas/os as/os Psicólogos vinculassem muitas/os continuam em situação laboral precária, sem vínculo efetivo, colocando a possibilidade de várias escolas do país iniciarem o ano letivo sem estas/es profissionais.

Sem estas/es quase 100 psicólogas/os e a sua intervenção, vamos ver aumentar o abandono e absentismo escolar, o número de retenções, o insucesso escolar, os conflitos e problemas de comportamento. Por outro lado, vamos ver diminuir o acompanhamento aos/às alunos/as com Necessidades Educativas Especiais, aos/às alunos/as que têm que fazer as suas escolhas vocacionais, aos/às adultos/as que procuram a escola para melhorar as suas qualificações, tal como a articulação com serviços de saúde e sociais. Não queremos ver isto acontecer nas nossas escolas!

Pretendemos ações concretas no imediato, que proporcionem a resolução, a longo prazo, para os psicólogos que permanecem sem vínculo jurídico adequado até ao final do corrente ano letivo (31-08-2020), que não viram contemplados a aceitação da sua inscrição no âmbito do PREVPAP.
Que resposta tem o Ministério da Educação para as/os cerca de 100 psicólogas cujos contratos acabam no final de agosto, alguns dos quais já não podem fazer mais nenhuma renovação? Não queremos mais vidas a prazo!

Somos uma necessidade permanente nas escolas, muitas/os de nós com horários completos, muitas/os com meio horário (horários de 18 e inclusivé 17 horas). Se sairmos da escola, o Ministério da Educação garante as necessidades da comunidade escolar?

Se foi encontrada uma solução para muitas/os psicólogas/as através do PREVPAP, também exigimos uma solução a longo prazo para nós que não pudemos concorrer!

Deste modo, vimos requerer a Vossas Excelências que, no âmbito das vossas funções, promovam a contratação efetiva e digna das/os psicólogas/os que se encontram nas situações referidas de modo a que todos os Agrupamentos de Escolas e Escolas Não Agrupadas do país possam doravante ter todas/os as/os Psicólogas/os deste país a trabalhar em pleno e com a qualidade que toda a comunidade educativa merece.

 

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