Junho 2020 archive

Urge a necessidade de aumentar o número de intervalos, de modo a minimizar as diferenças!

Intervalos a Concurso dos Professores Contratados
O Decreto-Lei n.º 132/2012de 27 de junho veio alterar os intervalos a concurso, nomeadamente o ponto 8 do artigo 9º, com a seguinte redação:
“8 – Os candidatos à contratação a termo resolutivo previstos nas alíneas b) e c) do n.º 2 do artigo 6.º podem manifestar preferências para cada um dos intervalos seguintes:
a) Horário completo;
b) Horário entre quinze e vinte e uma horas;
c) Horário entre oito e catorze horas.”
A tipologia destes intervalos lesa os professores, nomeadamente na discrepância de tempo de serviço, de vencimento e dias de trabalho contabilizados à SS, criando ultrapassagens dentro do próprio intervalo.

 

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Grupos de recrutamento mais “jovens” (vídeo)

No seguimento do vídeo de ontem, várias pessoas solicitaram que colocasse os grupos de recrutamento que não apareciam. Se colocasse os 34 grupos no mesmo vídeo ficaria ilegível, por isso publico uma 2ª parte com os 20 grupos com a média de idades “mais baixa”.

Brevemente será publicado um vídeo comparando estas médias de idades nos diferentes QZP’s.

para serem logo notificados quando o vídeo sair!

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João Gonçalves vai ser o novo Diretor Geral da DGEstE

Apesar de ter estado pouco mais de um ano no cargo de Delegado Regional do Norte, João Gonçalves, foi um delegado regional bastante acarinhado na Zona Norte.
O seu trabalho foi reconhecido e levou-o agora a ser convidado para substituir a Dr.ª Maria Manuela Pinto Soares Pastor Fernandes Arraios Faria.

Depois de César Israel Paulo ter rumado a Lisboa para um cargo de destaque na DGAE, segue agora outro elemento do Norte para um cargo na DGEstE.

 

João Gonçalves vai ser o novo Diretor Geral da DGEstE

 

Exerce atualmente o cargo de Delegado Regional do Norte, depois de vários anos ligados à Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Marco de Canaveses.

O professor João Gonçalves será o novo Diretor Geral da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), apurou este sábado o Jornal A VERDADE.

DGEstE é uma entidade governamental, dependente do Ministério da Educação, e que tem por missão “garantir a concretização regional das medidas de administração”, contando com delegações no Porto, Coimbra, Lisboa, Évora e Faro.

João Gonçalves exerce atualmente o cargo de Delegado Regional de Educação da Região Norte da DGEstE, cargo que assumiu em outubro de 2018.

Até àquela data, contava com um percurso profissional intimamente ligado à Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Marco de Canaveses (EPAMAC), na qual exercia o cargo de Diretor, desde julho de 2013.

Antes ainda foi subdiretor e diretor pedagógico da EPAMAC, tendo sido também presidente da assembleia constituinte da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Marco de Canaveses, no ano letivo 2000/2001.

Licenciado em Filosofia, foi professor na escola de Marco de Canaveses desde 1997.

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Conta a nota mais alta para alunos que concluíram o secundário em 2018 e 2019

 

Os alunos que fizeram exames do ensino secundário em 2018 e 2019, e que ainda não entraram no ensino superior, podem candidatar-se este ano utilizando apenas as notas internas para efeitos de apuramento da classificação final. Esta hipótese encontra-se consagrada no projecto de portaria que aprova o regulamento do concurso nacional de acesso ao ensino superior para 2020-2021, que nesta sexta-feira foi colocado em consulta pública por 30 dias.

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Dilemas dos professores sobre a travessia do “Oceano Educativo” – Marco Bento

Dilemas dos professores sobre a travessia do “Oceano Educativo”

Anuncia-se o novo (?) caminho para uma circum-navegação pela “transição digital”. Esta proposta surge alguns anos após uma outra viagem por mar alto, em que devido a um tal de “Magalhães” muitos se afogaram seguros à bóia de um computador, sem grande noção de como poderiam salvar-se “pedagogicamente” nesse imenso Oceano.

A questão centra-se no planeamento do que queremos para a Educação. O que podemos e sabemos fazer com a tecnologia educativa que nos vem parar às mãos? Se toda esta “nova” tecnologia anunciada, usada e prevista, muita já existente em diversas escolas ditas do futuro, não for pensada e refletida, voltaremos a afogar-nos. Uma das razões é o facto de a tecnologia nos ser oferecida sem a pedirmos, ou, por outro lado, nos ser facultada tendo pedido, mas sem sabermos muito bem o que fazer com ela, afinal, serve apenas para “surfar” pelas ondas dos principais problemas burocráticos do sistema educativo. Ao invés disso, teremos de ter necessidade de a utilizar, mas para criar e produzir, para comunicar e interagir, como o fez tão rapidamente a Sra. Covid. Na verdade, se por um lado a necessidade técnica está criada (tenho dúvidas, se resolvida), nesta pandemia pela distância de se comunicar com professores e alunos, fica a questão: está criada a necessidade pedagógica que nos fará alterar a forma como poderemos atravessar o Oceano de forma mais profunda? E não nos voltarmos a afogar…

LER MAIS…

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Professor Marcelo dá aula em direto na telescola

Marcelo Rebelo de Sousa dá aula em direto na telescola

O Presidente da República vai estar na RTP Memória esta segunda-feira, em direto, a dar uma aula de Cidadania. A novidade já está na grelha do canal.

Marcelo Rebelo de Sousa vai dar uma aula de Cidadania nesta segunda feira, dia 15, na telescola, da RTP Memória.

O Presidente da República vai para o ar às 13.30 H, em direto, a partir do estúdio 1 da estação pública, para uma aula do “Estudo em Casa” de 30 minutos.

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Movimento Dos Professores Monodocentes

Caros colegas em monodocência:

A partir do momento em que os monodocentes, educadores de infância e professores do 1º ciclo, deixaram de usufruir de um regime especial de aposentação, tendo os restantes colegas do 2º, 3º e secundário, em pluridocência, mantido todas os direitos conferidos pelo Estatuto da Carreira Docente (ECD), a situação tornou-se confrangedora uma vez que os docentes, com o mesmo ECD, são tratados de forma desigual. Para ilustrar este facto, cita-se, como exemplo, a redução da carga horária letiva, em função da idade, nos 2º, 3º ciclos e secundário, assim como o número de horas efetivas, passadas na escola, também se mostra diferente, maior número de horas para educadores de infância e professores do 1º ciclo.

Em concreto, e retomando o horário docente, são atribuídos 1100 minutos, num horário completo dos colegas dos 2º, 3º ciclos e secundário, o que equivale a apenas a 18, 3 horas letivas, enquanto que os colegas, em monodocência, mantêm a carga de 25 horas letivas semanais, referindo que cada hora equivale, efetivamente, a 60 minutos.

Se, a estes 1100 minutos, adicionarmos as reduções que advêm da aplicação do artigo nº 79, do ECD, facilmente, se conclui que, entre docentes que se encontram num mesmo patamar, em termos de tempo de serviço, têm efetivamente uma carga letiva diferente conforme desempenham funções nos 2 º, 3º ciclos ou secundário em relação aos docentes que se encontram na educação pré-escolar e 1º ciclo. De facto, tudo isto acontece porque 2 tempos, atribuídos aos educadores e professores do 1º ciclo,  equivalem a 120 minutos efetivos enquanto que para o 2º, 3º e secundário, esses 2 tempos, equivalem apenas a 90 minutos.

Essa desigualdade está, também, patente nas horas atribuídas à direção de turma. Os professores monodocentes, por inerência da função, são obrigatoriamente diretores da sua turma, uma vez que assumem as sete áreas curriculares, não lhes sendo atribuída qualquer redução horária, ao contrário dos colegas dos restantes ciclos.

Em termos de medidas compensatórias consignadas no ECD, encontra-se apenas, quando solicitada, a redução da componente letiva, em 5 horas letivas semanais aos monodocentes, que completam 60 anos de idade (art.º 70, nº 2). Esta medida, considera-se discriminatória e não compensa a desigualdade que se verifica ao longo da vida do profissional docente. Além de não repor qualquer igualdade no que se refere às condições de trabalho, apresenta também ambígua regulamentação, que permite o tratamento desigual, em situações arbitrárias como a substituição de docentes, consideradas por uns, atividades não letivas e, por outros não. De referir, ainda que, se o docente usufruir de um dia sem atividade letiva, poderá ser obrigado a repor essas (5) horas, ao longo dos restantes dias da semana.

Mencionam-se apenas exemplos, a lista seria longa, pois está sempre depende da gestão de cada diretor de agrupamento.

Até à data, desconhece-se qualquer esforço de sindicatos que tentassem alterar este estado de coisas, mas é objetivo o descontentamento existente entre a classe, desigualdade esta que tem vindo a ser perpetuada pela passividade e inércia de nós todos.

Há um tempo para tudo e, consideramos que é tempo de agir e repor a equidade consubstanciada no ECD, a todos os docentes.

Propõe-se, por isso, a mobilização da classe monodocente em torno das questões elencadas, no sentido de aferir, se existe de facto, um interesse real e nacional em trazer estas e outras questões, específicas da monodocência para a ordem dia, para um debate sério e honesto com a tutela.

Pretende-se formar um movimento que salvaguarde estes profissionais, possa encontrar respostas e dê sentido às preocupações reais deste grupo de docência.

Deseja-se tentar aferir, numa primeira fase, a sensibilidade dos interessados, recorrendo às redes sociais para que, posteriormente, se possam tomar outras medidas.

Assim, solicita-se que divulguem este texto pelos vossos contactos profissionais e deixem registada a vossa opinião.

Também podem entrar em contacto connosco através do email:

[email protected]

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Duas creches e um jardim de infância encerrados depois de detetados dois casos

Nas zonas, atualmente, mais afetedas pelo vírus seria de repensar a manutenção da reabertura das creches e jardins de infância.

Duas creches e um jardim de infância encerrados depois de detetados dois casos

Duas creches e um jardim de infância da Amadora foram encerrados esta sexta-feira, depois de terem sido detetados dois casos positivos de Covid-19 nas instalações.

Ao que a TVI apurou, existem ainda vários casos suspeitos. Tratam-se das creches da Atalaia e do Ulmeiro, que ficam na Damia, tal como o jardim de infância.

As três instituições foram contactadas, mas a TVI não obteve qualquer resposta.

Contactada pela TVI, a Administração Regional de Saúde de Lisboa (ARSL) confirmou que todos os casos suspeitos se encontram a ser testados, estando todas as crianças em isolamento.

Para acompanhar a situação, segundo a ARSL, foram estabelecidas as medidas de Saúde Pública adequadas à situação, entre as quais a suspensão temporária do funcionamento das três instituições. Os edifícios vão ser desinfetados e todas as crianças estão em isolamento profilático.

 

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Ensino e Aprendizagem a Distância: O Presente e o Futuro

 

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Prorrogação da declaração da situação de calamidade até 28 de junho

 

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Média de idades dos professores contratados de 2011 a 2020 (vídeo)

O próximo vídeo apresenta a idade média dos professores contratados por grupo de recrutamento. Os dados referem-se unicamente àqueles que ficaram colocados em horários completos e anuais (dados de  2011/2012 até 2019/2020).

(cliquem na imagem para ver o vídeo. Partilhem e )

FONTE:DGAE

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A NECESSIDADE DE MUDANÇA EDUCACIONAL É EVIDENTE PARA TODOS?

A NECESSIDADE DE MUDANÇA EDUCACIONAL É EVIDENTE PARA TODOS?

Eu antes pensava que a necessidade de alguma mudança era uma evidência para todos. Hoje entendo e sei que nós não mudamos sem um grande debate participado e responsável e em que todos nos respeitamos, ainda que tenhamos opiniões e visões muito diferentes, porque a mentalidade não é uma questão legislativa. Antes pensava que teria, no governo, uma tarefa que seria fácil e hoje sei que é uma tarefa muito complexa, muito difícil, mas também muito enriquecedora.

 

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As crianças entre o medo e a moral

 

Escola à distância: a mutilação de uma geração  Henrique Raposo

Estamos num jardim público com outro casal amigo. Estou entre as minhas filhas e um grupo de irmãos que joga à bola. Um chuto forte e despropositado atira a bola na direção da cabeça das minhas filhas. Ato contínuo e reflexo, o meu instinto é colocar as mãos à bola. É o que faço. Mas, naquela porção de tempo inferior a um segundo que vai do chuto até à minha estirada de guarda-redes, o tal grupo de irmãos grita enojado, Não, não toque na bola!

São imensas as histórias que mostram como a paranóia securitária (não o vírus) está a mutilar emocionalmente as crianças. Entre magoar outra criança e ter a sua bola tocada por um estranho, este grupo de irmãos prefere a primeira. Ou seja, o pânico já é uma segunda natureza, até inverteu o instinto moral: eles deviam sentir-se culpados por estarem a pôr em risco crianças mais pequenas – e deviam pedir desculpa. Mas reagiram com desagrado, como se eu fosse o culpado.

Perante este quadro mental, não percebo como é que ainda há pessoas a defender a manutenção da escola à distância a partir de setembro. É que estamos mesmo a mutilar emocional, moral e socialmente uma geração de crianças. Este pânico (injustificado) está a criar uma geração anti-social com nojo de qualquer interação e toque humano. Se passarem mais de um ano nesta repulsa, como é que esta geração vai voltar a fazer desporto? Como é que voltam a praticar judo, futebol, natação? Será uma geração que se vai remeter ainda mais ao isolamento individual dos vídeos jogos e dos telemóveis? Se não cancelarmos a paranóia, sim. As relações amorosas e até sexuais serão ainda mais virtuais e internéticas no futuro? Se não domarmos o medo, um medo que parece nascido de uma civilização que só descobriu agora que não é composta por seres imortais, sim.

A tele-escola é um erro tão grande como o teletrabalho. A escola, tal como a empresa, é um corpo intermédio da sociedade. Nós não somos indivíduos isolados, somos pessoas que fazem parte de corpos sociais, a família, a escola, o clube, a empresa, a rua, a vizinhança. Nós não somos átomos separados uns dos outros, precisamos da interação social para apreendermos a empatia. A empatia treina-se na escola, na ginástica, na natação. Não é possível treinar a empatia quando se está sozinho em casa a olhar para um ecrã. Além da empatia, a escola é fundamental para apreendermos o civismo, que é uma espécie de empatia alargada e política. Como é que se vai educar crianças no e para o civismo (conceito que implica um coletivo) quando tratamos cada criança como uma ilha separada de todas as outras? Parem com o experimentalismo que se esconde atrás do medo. Devolvam a escola e a infância aos nossos filhos.

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Igec inspeciona 100 estabelecimentos à caça das notas inflacionadas

 

Inspetores fiscalizam notas numa centena de escolas

A Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) está a fiscalizar 100 escolas secundárias, desde o dia 3, no âmbito do combate à inflação de notas nos 11.º º e 12.º anos, apurou o JN.

A ação abrange 76 estabelecimentos de ensino públicos e 24 privados e pretende ter um efeito “regulador e dissuasor”.

 

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SABE COMO IDENTIFICAR AS PERGUNTAS OBRIGATÓRIAS DOS EXAMES NACIONAIS!

SABE COMO IDENTIFICAR AS PERGUNTAS OBRIGATÓRIAS DOS EXAMES NACIONAIS!

 

Se estiveste atento aos nossos artigos, já sabes como é que como é que vão ser os exames nacionais. A estrutura geral, pelo menos!

Agora, explicamos como é que vais identificar as perguntas obrigatórias em cada exame e o que podes esperar em cada um deles!

Vai ser possível identificar as perguntas que contribuem diretamente para a tua nota final através de uma moldura. Vê mais abaixo para perceberes melhor a dinâmica.

 

Antes de analisarmos o que é que são as molduras e como podem aparecer, vais poder ver logo no enunciado do exame a informação sobre quais perguntas vão contabilizar diretamente para a nota e em quais vão ser contabilizadas as melhores cotações.

Exemplo:

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Como é que vai funcionar a questão das “molduras”?

Há algumas possibilidades que podes encontrar em qualquer exame:

  • Perguntas obrigatórias seguidas c/ texto e/ou material de suporte;
  • Perguntas obrigatórias seguidas s/ texto e/ou material de suporte;
  • Perguntas obrigatórias e perguntas de “melhor cotação” no mesmo grupo.

No 1º caso, tanto o texto/material e as perguntas obrigatórias aparecem dentro da moldura.

Exemplo caso 1:

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No 2º caso, apenas as perguntas ficam dentro da moldura e os outros elementos fora.

No 3º caso, apenas as perguntas obrigatórias aparecem na moldura, todos os outros elementos aparecem fora.

Exemplo caso 3:

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Como é que funciona especificamente para cada exame?

Podes verificar as informações específicas para cada prova nos links abaixo:

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Uma palavra para ti…

 

 

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Resultados PISA – Leitura (vídeo)

Neste vídeo são apresentados os resultados do teste PISA para a leitura desde 2000.

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CONCURSOS RAM 2020/2021: MOBILIDADE DE PESSOAL DOCENTE POR DOENÇA E POR FILHOS MENORES

 

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Conteúdos obrigatórios não chegam para ter positiva na maioria dos exames nacionais

Conteúdos obrigatórios não chegam para ter positiva na maioria dos exames nacionais

 

Instituto de Avaliação Educativa já divulgou o modo como serão aplicadas as novas normas de classificação aos exames de cada disciplina. O número de itens obrigatórios nos exames principais pode oscilar de um (Desenho A) a dez (Biologia e Geologia).

Nos próximos exames nacionais, que se realizam em Julho, os alunos que respondam apenas aos itens “cuja resposta é obrigatoriamente contabilizada para a classificação final” só chegarão à positiva na prova de Desenho A.

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A pandemia do medo e o ensino mediado por máquinas – Santana Castilho

A pandemia do medo e o ensino mediado por máquinas

1. Em nome de uma obsessiva protecção sanitária, sob o seu próprio e colaborante consentimento, reconheça-se, o cidadão comum foi, primeiro pelo “estado de emergência”, depois pela “situação de calamidade”, simplesmente afastado das decisões que lhe invadiram a vida, nos detalhes mais ínfimos, até nas suas próprias relações pessoais. Fomos voluntariamente prisioneiros das determinações do Governo, que foi por sua vez prisioneiro das determinações de Costa e Marcelo. Da democracia restou o nome, que perdeu a alma quando atirou milhares para a valeta social do desemprego, do lay-off e do trabalho sem direitos, para alimentar uma conveniente pandemia do medo.
Do confinamento prudente (que as chocantes imagens de Itália apressaram), visando precaver o eventual colapso dos hospitais, passámos para um confinamento imprudente, que fez colapsar a vida. Tudo sem debate, tudo recuperando a TINA (There Is No Alternative) de má memória. O terceiro poder totalitário de que falou Jean Ziegler (Les Nouveaux Maîtres du Monde, 2002) é agora o medo propalado em mantras televisivos constantes, que reduziram a vida do país à COVID-19 e que não dão voz aos especialistas que consideram epidemiologicamente insensatas muitas das medidas tomadas.
Até a própria designação de “afastamento social”, para um óbvio afastamento físico, foi um acto falhado. Porque o que se pretendeu foi uma nova ordem excludente, foi o isolamento, a diminuição da sociabilidade, do encontro cara a cara, que alimentaria as emoções e dificultaria a captura das pessoas pela lógica do virtual, da automação e da robotização do trabalho e do ensino.
2. A aplicação dos fundos que aí virão suporia um debate participado e a audição das instituições mais qualificadas em cada área. Em vez disso, António Costa preferiu retomar o despotismo esclarecido, escolhendo em segredo Costa e Silva. Não está em causa a pessoa de Costa e Silva, com os seus reconhecidos méritos e competência. Estão em causa os métodos do primeiro-ministro. Está em causa a desqualificação do Governo e da Oposição.
Há dias, António Costa anunciou 400 milhões para combater as desigualdades que o ensino online evidenciou (adquirir computadores, conectividade e licenças de software, capacitar professores e desmaterializar manuais escolares). Vendedores de computadores, Porto Editora e Leya são claros e imediatos beneficiários. Em que medida o serão alunos e escolas, depende da coerência dos correlatos programas educativos. Quanto a professores, se os não libertarem das cargas brutas de trabalho burocrático sem sentido, não há “capacitação” que substitua a disponibilidade necessária para fazer uso didáctico de tais recursos.
Do mesmo passo, seria bom que António Costa tivesse reconhecido que foram os professores portugueses que pagaram do seu bolso a utilização dos recursos materiais de que necessitaram para participar no ensino de emergência que o Governo decretou, circunstância que não pode ser mantida no futuro. Com efeito, o Código do Trabalho, que na matéria é válido para os trabalhadores com vínculo público, dispõe que os instrumentos necessários ao uso das tecnologias de informação e de comunicação, em ambiente de trabalho, devem ser fornecidos pelo empregador, por cuja conta correm, ainda, todas as demais despesas a esse trabalho inerentes.
Para uns, a pandemia evidenciou a necessidade do ensino a distância. Para mim reiterou o que já sabia: o artificialismo deste tipo de ensino; que não há ensino sem escola física, sem aprendizagem viva, sem interacção presencial professor/aluno. Os recursos tecnológicos complementam mas não substituem as aulas presenciais. Podem tornar a interação professor/aluno mais dinâmica, mas nunca a podem dispensar.
O elogio que o ministro da Educação fez ao b-learning (uma mistura de aulas virtuais com aulas presenciais) justifica uma vigilância atenta. Podemos estar ante uma subtil tentativa para aliviar o peso da massa salarial no sistema de ensino, cavalgando a onda da restruturação de vários sectores da economia, que se seguirá. Numa eventual “normalização” do ensino online, cada professor corre o risco de ser transformado em mercadoria/produto, facilmente descartável ante o enganador brilho das máquinas.
In “Público de 10.6.20

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Adenda às Informações-prova – junho 2020

 

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Evolução do rácio nº de alunos/professor (vídeo)

O gráfico de hoje apresenta a evolução do número de alunos por docente em diversos países europeus… o país com melhor rácio em 2018 (menos alunos por professor) para mim é surpreendente!

Os resultados dizem respeito ao 1º e 2º ciclos.

(Como são muito países devem assistir no Youtube com a Tela Inteira em HD para conseguirem ver melhor)

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Um computador para cada aluno (para os professores nada?)

 

Parece que vamos continuar a ter que pagar para trabalhar!!!!!!!

 

Para as famílias

– O Governo propõe-se comprar computadores para as escolas que serão disponibilizados aos alunos. A regra será um computador para cada aluno, podendo o aluno levar o computador para casa, devolvendo-o à escola.

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Vamos ter um Leão a tratar das finanças…

 

O Presidente da República recebeu do Primeiro-Ministro as propostas de exoneração, a seu pedido, do Ministro de Estado e das Finanças, Professor Doutor Mário Centeno, e de nomeação, em sua substituição, do Professor Doutor João Leão.

O Presidente da República aceitou as propostas, realizando-se a cerimónia da posse no dia 15 de junho, às 10 horas.

Vamos ser todos “cativados”…

 

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A dualidade de critérios ao colocar alunos de quarentena…

 

Têm surgido alguns casos de infeção por COVID 19 nas Creches e Escolas Secundárias. Entre alunos, professores, funcionários e encarregados de educação, os casos vão aumentando.

A dualidade de critérios até se entende. Nas Creches, quando surge um caso, o número de enviados para casa em quarentena é elevado. Esse número deve-se à proximidade e contacto existente entre as crianças e entre crianças e adultos. No ensio secundário, também têm surgido casos, mas o impacto tem sido menor. Não por serem menos casos, mas porque não se tem como prática o “enviu” para quarentena um grande número de alunos ou professores e funcionários. Nestes casos só ficam de quarentena os casos de infecção confirmada por se partir do princípio que o contacto é menor o que faz com o risco de contágio também o seja. Parte-se do pressuposto que as regras são cumpridas mesmo fora de portas da escola.

Mesmo partindo de pressupostos como os descritos em cima, julgo que as turmas do secundário devem ser informadas da existência de casos de infeção confirmados nas respetivas turmas, assim como os professores que lecionam presencialmente esses alunos. É uma questão de prevenção. Temos que ter em conta que, tanto alunos como professores, têm contacto com as suas famílias e outros membros da comunidade onde vivem, podendo por em risco, embora mínimo, todos eles.

Por uma questão de saúde pública, os diretores devem avisar os membros da comunidade, protegendo a identidade dos infectados, que têm que estar atentos e ter cuidados redobrados.

Eu já passei por essa situação e, embora tudo tenha corrido bem, vi-me obrigado a proteger a comunidade onde vivo, autoisolando-me com minha família. Para que isso aconteça, os alunos e os professores devem ser avisados co a maior brevidade possível. Não quer dizer que se suspendam as aulas presenciais, mas ter cuidados redobrados na escola e em família nunca faz mal a ninguém.

 

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Próximo ano será para recuperar aulas sem “meter o Rossio na Betesga”

 

Próximo ano será para recuperar aulas sem “meter o Rossio na Betesga”

No próximo ano letivo “há um trabalho que vai ter de ser feito” e que passa por apoiar os “que menos conseguiram estar ligados”, defendeu hoje o secretário de Estado da Educação, João Costa, durante a conferência promovida pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) intitulada “Recuperar… o Quê? E Como”.

Segundo João Costa, neste momento, os professores já sabem quem são os esses alunos e não será de estranhar se surgirem “novos focos de pobreza”, tendo em conta o impacto económico da pandemia de covid-19.

Em causa estão os alunos de famílias mais carenciadas mas também todos aqueles que, por alguma razão, não conseguiram estar ligados a acompanhar as aulas.

João Costa defendeu que também é preciso identificar que conhecimentos não poderão ficar para trás, mas sempre com uma certeza: “É preciso perceber que o ano letivo de 2020/2021 não pode ser o ano do Rossio na Betesga“.

Não será possível “enfiar tudo o que é normal num ano letivo e mais tudo o que não se fez no ano anterior”, alertou o secretário de estado, sublinhando, no entanto, que as escolas não se poderão cingir às aprendizagens essenciais.

De fora desta equação não poderá ficar a arte ou a educação física, assim como não poderão ser esquecidas as áreas das ciências sociais e das humanidades, sublinhou, explicando que este é o momento certo para fazer um “bom cruzamento entre as aprendizagens essenciais e o perfil dos alunos”, um trabalho que implicará “repensar o currículo”.

“O que é verdadeiramente fundamental aprender em três quartos ou dois terços do tempo escolar?”, questionou por seu turno o orador José Cortes Verdasca, coordenador Nacional da Estrutura de Missão do Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar.

Durante a conferência, José Verdasca avançou com uma ideia que passava por definir o que os alunos teriam que saber tendo em conta a sua idade: “Por exemplo o que saber aos 7, 9 ou 11 anos?”, avançou.

Além da referenciacão do currículo à idade do aluno, José Verdasca lembrou a importância de se conseguir uma maior plasticidade de tempo, “com provável evolução para lógicas de ciclo”.

No fundo, a ideia é conseguir uma encontrar uma escola que não provoque aversão mas sim estimule o gostar a aprender.

A importância de ouvir os alunos neste regresso às aulas para perceber que apoio as escolas podem dar, como é que as aulas poderiam ser mais interessantes ou o que gostariam de aprender foi a sugestão dada pela investigadora Margarida Gaspar de Matos, da Universidade de Lisboa.

A oradora recordou estudos dos últimos anos que mostram que os alunos portugueses têm cada vez melhores resultados académicos mas gostam cada vez menos da escola

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Não compreendo estes números da Fenprof

Até meados de maio, ou seja, a meio do terceiro período letivo, mais de metade dos docentes
ainda não tinha conseguido contactar com todos os seus alunos. Não estavam contactáveis pelos
meios que impunham a utilização de computador e/ou Internet, mas também não tinham
conseguido estabelecer outro tipo de contacto, o que, aparentemente, denunciava um total
alheamento em relação à escola. Posteriormente, em alguns casos, foi possível estabelecer
contacto com alguns desses alunos, para o que foi importante a colaboração das autarquias;
contudo, a maior parte deles, mesmo a partir daí e conforme testemunho dos respetivos
professores, não manteve uma participação regular na atividade letiva desenvolvida a distância.”

 

E explico porquê.

Como sabem dirijo um agrupamento, que apesar de se situar na área metropolitana do Porto tem mais de 50% dos alunos a beneficiar da Ação Social Escolar (Projeto Educativo).

Com exceção de 10 portáteis doados e os tablets do agrupamento emprestados (perto de 20) não houve mais nenhum apoio para a aquisição de material informático (com exceção de algumas hotspot  que tardiamente chegaram porque ao que parece alguns municípios os açambarcaram todos).

As presenças semanais que me chegam dos alunos que participam nas sessões síncrona atingem uma participação de mais de 99% de presenças desde o dia 14 de abril de 2020. Tudo registado de forma simples e eficaz. E até acredito que o nível de participação nas sessões síncronas são superiores às presenciais na escola.

Os que não comparecem de forma não presencial já eram os mesmo alunos que presencialmente também não compareciam e esses mesmo que tivessem tecnologia 7G em casa não sairiam da cama para ligar o PC.

Acredito que a grande maioria das escolas tenha uma taxa de participação muito superior à anunciada pela Fenprof e que a grande maioria dos professores tenha contactado a quase totalidade dos seus alunos.

Mas apesar desta grande participação o que sinto neste momento é que existe um enorme cansaço e que ninguém merecia que tudo isto se prolongasse até ao dia 26 de junho. E era já amanhã que terminavam a maioria das aulas e agora faltam ainda quase 3 semanas.

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Regras da(s) Sala(s) de Conversa

A sala de conversa do blog existe há quase 11 anos (faz 11 anos dia 28 de julho) e tem sido um espaço de comunicação para os leitores do blog. Inicialmente surgiu como um espaço para se tirarem dúvidas, mas com o tempo foi crescendo para ser um espaço de comunicação e de amizade entre os leitores. Existem alturas do ano (em especial no período de concursos) que o chat do blog tem uma enorme frequência de perguntas e de comentários.

Por vezes o comportamento de alguns utilizadores torna o chat um espaço que tenho de o retirar da página inicial do blog, pela linguagem usada por alguns utilizadores. Assim, tive necessidade de proceder a algumas alterações no chat e criar um regulamento.

Eu sou muito adepto da liberdade de expressão e da possibilidade das questões serem levantadas de forma anónima, mas por vezes a ideia que eu tenho da liberdade de expressão não é a mesma que muitos utilizadores têm, por isso estou obrigado a criar um regulamento para a sala de conversa, algo que nunca me passou pela cabeça de o fazer.

Fica aqui ele.

 

Blog DeAr Lindo – Regras da(s) Sala(s) de Conversa

 

1 – Toda a linguagem utilizada deve ser de respeito mútuo, não sendo permitido insultos entre utilizadores nem para com pessoas do domínio público ou não público;

2 – É proibido qualquer tipo de discurso que promova preconceito, bullying, humilhação, ódio, injúrias, comentários desconfortantes ou agressivos;

3 – É proibida qualquer forma de discriminação que conste na Constituição da República Portuguesa;

4 – É proibida a utilização de palavrões, uso de calão ou linguagem que de algum modo possa ser considerada obscena, de forma a respeitar a liberdade de todos os leitores do Blog;

5 – Não é permitido a referência a pessoas da vida real de modo desprestigiante;

6 – Não são permitidos nicks onde seja utilizado palavrões, uso de calão, linguagem que de algum modo possa ser considerada obscena, uso de nomes de figuras públicas ou do nome do autor do Blog e/ou nomes onde possam ser identificadas outras pessoas da vida real, quer sejam públicas ou não;

7 – Não são permitidas tentativas de “cópias” de nicks já existentes, utilizando outros caracteres, assim como, dos seus avatares ou outros mecanismos que permitam imitar outros utilizadores, anteriormente, registados;

8 – Apenas são permitidos IPs de origem portuguesa – (exceções poderão ser permitidas se comunicadas, antecipadamente, com período mínimo de 5 dias úteis, ao Administrador ou Moderação do Blog, nos casos de, viagens ao estrangeiro e/ou professores portugueses a lecionarem em permanência neste, devendo, ser comunicado, o país de onde acederão, o nick e, o período de estadia, sendo dado conhecimento atempado, da autorização ou não;

9 – Apenas são permitidos avatares que não permitam a identificação do autor do Blog nem de qualquer outra pessoa da vida real e, que as imagens não possam ser consideradas de algum modo obscenas, de forma a respeitar a liberdade de todos os leitores do Blog;

10 – Utilizadores que tenham mais do que um nick e, que tenham comportamento(s) inadequado(s) com um dos seus nicks que leve a banimento, poderão vir a ser banidos em todos os seus nicks, no caso de utilizarem IPs diferentes, dependendo da gravidade da sua ação (se for o mesmo IP, são banidos, automaticamente);

11 – Utilizadores que se comportaram/comportarem inadequadamente, antes ou após a alteração, para a nova versão da(s) Sala(s) de Conversa e, que foram banidos, por desrespeito dos demais (insultos, ameaças, palavrões, bullying, referência a pessoas da vida real…), podem não vir a ser mais admitidos, consoante a gravidade das suas ações;

12 – Não são permitidas ameaças ou provocações a nenhum dos utilizadores, sendo considerada esta, uma conduta muito grave;

13 – Ameaças e provocações ao Administrador ou à Moderação são alvo de banimento definitivo;

14 – Utilizadores que, deliberadamente, com a sua participação gozem os demais, serão banidos;

15 – Não é permitida a partilha de SPAM;

16 – Na mesma página da(s) Sala(s) de Conversa, não é permitido, repetir a mesma mensagem;

17 – O novo sistema da(s) Sala(s) de Conversa assenta sempre pela autorização prévia pelo Administrador e/ou Moderação da conversação: de um novo nick; de um nick que foi banido; de um nick que muda de browser; de um nick que muda de IP; de um nick que fecha sessão; de um nick que utiliza um browser não pré-definido e atualiza a página; de quem alterna entre nicks; de um nick que estando em conversação tem uma atitude menos correta e sendo a primeira vez e de gravidade baixa não é banido, mas é colocado em quarentena, sendo lidas as suas mensagens apenas pelo próprio e, a Administração e Moderação – é uma definição do sistema do Cbox, não passível de alteração;

18 – Atendendo ao ponto 17, aconselha-se os utilizadores, a escolherem um único nick, o browser pré-definido, a usarem o mesmo IP e a não fecharem sessão, de modo a que não tenham que aguardar sempre que acedam à(s) Sala(s) de Conversa, a aprovação das suas conversações pelo Administrador ou Moderação;

19 – Atendendo aos pontos 17 e 18, em alturas de maior afluência à(s) Sala(s) de Conversa, a Administração e Moderação cabe-lhe o direito de dar prioridade aos utilizadores que não mudam de nick, devido à maior dificuldade de aprovação das conversações;

20 – Qualquer utilizador que considere ter sido alvo de desrespeito na(s) Sala de Conversa deve enviar mensagem privada à Administração ou Moderação, explicando a situação ocorrida. Caberá a estes analisar a situação e tomar uma decisão, da qual não há direito de qualquer reclamação.

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Regime de aposentação para a monodocência, uma promessa com 3 anos

Palavra dada não é palavra honrada, é para encher chouriços e ganhar eleições. Três anos depois ainda estamos à espera do regime especial de aposentações dos monodocentes, das pré-reformas para todos os docentes… e assim se vai levando o povo no engodo das promessas.

Faz hoje três anos…

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54,8% dos professores não conseguem entrar em contacto com todos os seus alunos

A meio do 3.º período, mais de metade (54,8%) dos professores continuavam sem conseguir contactar a totalidade dos seus alunos nem através da Internet, nem por qualquer outro meio, revela um inquérito sobre a experiência do ensino à distância pela Fenprof.

As desigualdades acentuam-se… falta saber as razões para que tal aconteça. Há pormenores que ficam sem explicação para uma tão elevada percentagem. Por outro lado, deveríamos ter tido um aumento significativo de processos abertos nas CPCJ’s…

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Evolução das colocações ANUAIS por QZP (vídeo)

O vídeo seguinte apresenta a evolução das colocações ANUAIS deste ano letivo, nos diferentes QZP’s.

 

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Nos Açores, o início do próximo ano letivo já está definido

 

 

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A mensagem de Jorge Ascenção (CONFAP) a pais e professores

 

 

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Nota Informativa – Professores Bibliotecários – Ano escolar de 2020-2021

 

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As despesas do E@D são por conta do estado, não do professor

 

O Código de Trabalho é claro no que respeita às despesas do teletrabalho. O trabalhador não tem obrigação de ter ou ceder os seus equipamentos para a realização do teletrabalho. Como até hoje o ME nem se deu ao trabalho de mencionar as despesas inerentes ao E@D por parte dos professores, despesas que tem obrigação de pagar. Está na altura dos sindicatos exigirem o cumprimento da legislação e uma compensação por, até agora, os docentes terem cedido equipamentos, internet, manutenção, instalações…

Que tal marcar uma grevezita? Sempre queria ver como é que o governo reagiria a uns dias de interrupção forçada por falta de meios tecnológicos.

Artigo 168.º

Instrumentos de trabalho em prestação  subordinada de teletrabalho

1 – Na falta de estipulação no contrato, presume-se que os instrumentos de trabalho respeitantes a tecnologias de informação e de comunicação utilizados pelo trabalhador pertencem ao empregador, que deve assegurar as respetivas instalação e manutenção e o pagamento das inerentes despesas.

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Em que serão gastos os 400 Milhões da Universalização da Escola Digital

Segundo o Programa de Estabilização Económica e Social aprovado em Conselho de Ministros e publicado em Diário da República no passado sábado será para adquirir computadores, conetividade e licenças de softwaree para as escolas públicas para alunos e docentes, formação digital de docentes e desmaterialização dos manuais escolares. Ou seja, computadores para alunos e docentes a titulo de empréstimo e para o desenvolvimento da sua atividade profissional, formação de docentes em competências digitais e manuais e outros recursos digitais. Não é um projeto “Magalhães 2”, podemos dizer que é um projeto de digitalização escolar…

 

3.2 – Universalização da Escola Digital

A resposta da pandemia da doença COVID-19 evidenciou uma necessidade estrutural que já estava bem identificada e caracterizada: a necessidade dotar as escolas, os docentes e os alunos para o desenvolvimento de competências digitais no trabalho escolar. No próximo ano letivo serão implementadas as medidas que permitirão incrementar esta estratégia, através de diferentes fases que permitam alcançar a universalização do acesso e utilização de recursos didáticos e educativos digitais por todos os alunos e docentes. Assim, numa primeira fase prevê-se:

Ao nível infraestrutural, adquirir computadores, conectividade e licenças de software para as escolas públicas, de modo a permitir-lhes disponibilizar estes recursos didáticos aos seus alunos e docentes, dando prioridade aos alunos abrangidos por apoios no âmbito da ação social escolar até se alcançar a sua utilização universal;

Desenvolver um programa de capacitação digital dos docentes;

Incrementar a desmaterialização de manuais escolares e a produção de novos recursos digitais.

Destinatários: Alunos e docentes

Montante: 400 M(euro)

Financiamento: Fundos comunitários

Responsáveis: MEETD/MEdu/ MPlan/ MCT

 

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60 Milhões de euros para remoção do amianto nas escolas

 

Programa de Estabilização Económica e Social

2.5.4.1 – Remoção de amianto das escolas

Remoção de amianto nas escolas

Remoção de todas as estruturas com amianto nas escolas públicas, respondendo definitivamente a uma preocupação de saúde pública, que foi gradualmente atendida mas que exige agora uma resposta mais contundente, plena e universal.

Estima-se remover e substituir todas as estruturas com amianto existentes em escolas localizadas nos territórios abrangidos pelos Programas Operacionais Regionais Norte 2020, Centro 2020, Lisbo@ 2020, Alentejo 2020 e CRESC Algarve 2020.

O investimento tem um custo estimado de 60 milhões de euros, financiado a 100 % por fundos comunitários.

Destinatários: Municípios, para intervencionar escolas da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário

Montante: 60 M(euro)

Financiamento: FEDER

Responsáveis: MEdu/MCT

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Evolução teste PISA: Matemática (vídeo)

O vídeo de hoje apresenta a evolução dos resultados dos testes PISA de matemática feitos aos alunos de 15 anos desde 2003 a 2018.

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Ensino Secundário Recorrente a Distância – ESR@D

Ensino Secundário Recorrente a Distância – ESR@D.  As inscrições estão abertas para o 10º, 11º e 12º ano

Este projeto da DGE , e do qual esta escola é uma das duas escolas sede em Portugal, está em funcionamento desde 2016. Tem neste momento cerca de 100 alunos a frequentar os curso  oriundos das vária regiões de Portugal e de vários países estrangeiros.

O Ensino Secundário Recorrente a Distância, criado pela portaria 254-2016, de 26 de setembro de 2016, permite que o aluno “Faça o Secundário sem sair de casa”, e é uma oferta de formação, direcionada para adultos e jovens maiores de 18 anos, que queiram completar o Ensino Secundário através de uma via escolar

Para a frequência desta modalidade de ensino, os alunos apenas devem dispor de um computador com câmara de vídeo e microfone, bem como ligação à Internet.  Os alunos têm de frequentar um conjunto de aulas via Internet, estando sujeitos a uma avaliação contínua e à realização de provas no final de cada módulo, que se realizam nas escolas de proximidade, ou seja, escolas próximas do local de origem dos alunos. Isto permite a frequência dos cursos  deste  sistema de ensino por alunos de qualquer ponto do país ou do estrangeiro. Os cursos são idênticos ao ensino recorrente normal e permitem a realização de exames para entrada na universidade.

Qualquer informação pode ser obtida pelo mail da coordenação [email protected] ou diretamente no agrupamento de escolas de Mangualde- 232620110

 

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Experiências de Ensino a Distância – Questionário

 

Experiências de Ensino à Distância
Este questionário tem como objectivo caracterizar o ensino online, os seus actores e destinatários. Não será solicitada nenhuma informação que permita identificar nominalmente os respondentes. Naturalmente, pode desistir de responder ao questionário em qualquer altura sem qualquer tipo de penalização. Os dados serão armazenados em Portugal e serão analisados apenas de forma agregada para fins estatísticos.

Se concorda com estas condições, pode prosseguir. Em caso contrário pode fechar esta página.

Quaisquer dúvidas sobre o questionário ou a utilização dos dados pode ser esclarecida pelo Prof. João Marôco ([email protected]) ou via post no grupo Apoio E-Learning do Facebook.

Obrigado pela sua colaboração!

RESPONDER AO QUESTIONÁRIO

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