8 de Junho de 2020 archive

Em que serão gastos os 400 Milhões da Universalização da Escola Digital

Segundo o Programa de Estabilização Económica e Social aprovado em Conselho de Ministros e publicado em Diário da República no passado sábado será para adquirir computadores, conetividade e licenças de softwaree para as escolas públicas para alunos e docentes, formação digital de docentes e desmaterialização dos manuais escolares. Ou seja, computadores para alunos e docentes a titulo de empréstimo e para o desenvolvimento da sua atividade profissional, formação de docentes em competências digitais e manuais e outros recursos digitais. Não é um projeto “Magalhães 2”, podemos dizer que é um projeto de digitalização escolar…

 

3.2 – Universalização da Escola Digital

A resposta da pandemia da doença COVID-19 evidenciou uma necessidade estrutural que já estava bem identificada e caracterizada: a necessidade dotar as escolas, os docentes e os alunos para o desenvolvimento de competências digitais no trabalho escolar. No próximo ano letivo serão implementadas as medidas que permitirão incrementar esta estratégia, através de diferentes fases que permitam alcançar a universalização do acesso e utilização de recursos didáticos e educativos digitais por todos os alunos e docentes. Assim, numa primeira fase prevê-se:

Ao nível infraestrutural, adquirir computadores, conectividade e licenças de software para as escolas públicas, de modo a permitir-lhes disponibilizar estes recursos didáticos aos seus alunos e docentes, dando prioridade aos alunos abrangidos por apoios no âmbito da ação social escolar até se alcançar a sua utilização universal;

Desenvolver um programa de capacitação digital dos docentes;

Incrementar a desmaterialização de manuais escolares e a produção de novos recursos digitais.

Destinatários: Alunos e docentes

Montante: 400 M(euro)

Financiamento: Fundos comunitários

Responsáveis: MEETD/MEdu/ MPlan/ MCT

 

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60 Milhões de euros para remoção do amianto nas escolas

 

Programa de Estabilização Económica e Social

2.5.4.1 – Remoção de amianto das escolas

Remoção de amianto nas escolas

Remoção de todas as estruturas com amianto nas escolas públicas, respondendo definitivamente a uma preocupação de saúde pública, que foi gradualmente atendida mas que exige agora uma resposta mais contundente, plena e universal.

Estima-se remover e substituir todas as estruturas com amianto existentes em escolas localizadas nos territórios abrangidos pelos Programas Operacionais Regionais Norte 2020, Centro 2020, Lisbo@ 2020, Alentejo 2020 e CRESC Algarve 2020.

O investimento tem um custo estimado de 60 milhões de euros, financiado a 100 % por fundos comunitários.

Destinatários: Municípios, para intervencionar escolas da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário

Montante: 60 M(euro)

Financiamento: FEDER

Responsáveis: MEdu/MCT

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