Setembro 2015 archive

Programas eleitorais… PCP…

Damos hoje inicio a uma rubrica sobre os programas eleitorais. Transcreveremos aquilo com que os Partidos nos acenam ao nível da educação. (este blog é apartidário)

 

Damos inicio com o programa do PCP:

 

  1. Por uma Escola Pública, Gratuita, de Qualidade e inclusiva

1.1. O avanço da política de direita e as consequências na área da educação

A actual Legislatura fica marcada, na Educação, pelo agravamento da política que tinha sido iniciada pelos governos anteriores, designadamente pelos do PS.

O desinvestimento na Educação, nestes quatro anos, foi superior a 2 mil milhões de euros (sem ter em conta o Ensino Superior Público), com cortes orçamentais que colocam Portugal na cauda dos países da OCDE em financiamento da educação pública. Simultaneamente, prossegue o favorecimento do ensino privado, pela criação das “escolas independentes”, a abertura de um novo tipo de contratos de associação (que não se limita a garantir resposta educativa onde a pública não chega, mas a fazer-lhe concorrência directa), e o cheque-ensino.

A Escola Pública que serve à política de direita assenta na opção por vias vocacionais e profissionais duais (respostas educativas diferenciadas sob a pretensa dicotomia ensino técnico profissional/acesso ao ensino superior) promovidas, pelo governo por diversas formas, incluindo a «municipalização», contribuindo para a substituição de financiamento do Orçamento do Estado por fundos comunitários.

O que a política de direita visa, é criar uma Educação Pré-Escolar destinada à guarda de crianças durante os períodos de trabalho dos pais, vítimas de uma cada vez maior desregulação laboral, incluindo dos horários; um 1.º Ciclo que, tal como o antigo ensino primário, constituirá um primeiro momento de selecção confirmado com o exame do 4.º ano; a introdução paulatina no sistema das vias diferenciadas que desaguarão nos cursos ditos vocacionais e no profissional dual.

 

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Evolução dos Números da Mobilidade Interna

Dos Colocados

 

EVOMICOLRR3

Dos Não Colocados

EVOMINCRR3

Neste momento mais 5 grupos de recrutamento deixaram de ter docentes com ausência da componente lectiva.

 

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1318 Docentes Contratados na Reserva de Recrutamento 3

De acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.

 

col rr3

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1099 Docentes Retirados das Reservas de Recrutamento

Na Reserva de Recrutamento 3 foram retirados das listas das reservas 1099 docentes.

Por colocação em BCE foram retirados das reservas 824 docentes, quase tantos como na Reserva de Recrutamento 1.

Logo que possível serão pintados de castanho estes docentes na Lista Colorida.

Aumentou na RR3 o número de docentes que se encontram penalizados e não podem trabalhar este ano lectivo. Até à Reserva de Recrutamento 3 isso já aconteceu com 222 docentes.

 

retirados RR3

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Insano

E ainda não há uma resposta oficial sobre o tempo de trabalho dos docentes do grupo 120.

 

 

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Nota Informativa da Reserva de Recrutamento 3

Clicar na imagem para ler a nota informativa da reserva de recrutamento 3.

 

nota rr3

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Reserva de Recrutamento 3

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação e Retirados e Lista de Colocação Administrativa de Docentes de Carreira- 3ª Reserva de Recrutamento 2015/2016

 

Mobilidade Interna – ano escolar de 2015/2016

Contratação – ano escolar de 2015/2016

Lista definitiva de retirados – Consulte

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Despacho Normativo 17-A/2015

O presente despacho normativo regulamenta:

a) A avaliação e certificação dos conhecimentos adquiridos e das capacidades desenvolvidas pelos alunos do ensino básico, bem como os seus efeitos;

b) As medidas de promoção do sucesso escolar que podem ser adotadas no acompanhamento e desenvolvimento dos alunos, sem prejuízo de outras que o agrupamento de escolas ou escola não agrupada, doravante designados por escola, defina no âmbito da sua autonomia.

 

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O que se anda a ver pelos horários do 1º ciclo…

Os horários no 1º ciclo há muito que não são o que eram…

Com a introdução das AEC, os horários dos docentes do 1º ciclo transformaram-se. Deixaram de ser contínuos para se verem polulados por “furos e furinhos”.

O MEC, por motivos meramente financeiros, retirou tempo às AEC e estendeu o horário letivo até às 16 horas, pelo menos, não contando com os “furos” já existentes. Este ano, com a introdução do Inglês no 3º ano, as coisas complicaram-se.relogio

As atividades letivas iniciam-se às 9 horas ou até às 10 horas. O Inglês pode aparecer a qualquer hora, ficando o titular de turma a “aboborar” pela escola durante esse tempo. A hora de términos letivo também varia. Um docente pode muito bem acabar a sua atividade letiva a qualquer hora. Às 16 horas seria o normal. Com todas estas alterações tal não acontece. Vêem-se horários a terminar às 12H30m, às 15H, às 16H e “até” às 17H30m… Como será no próximo ano letivo em que o 4º ano também já terá Inglês?

Não se sabe se isto tem de ser assim, ou se o esforço para conciliar horários é deixado de lado! (coisas da autonomia)

Um caso “estranho” é aquele em que, as AEC são ministradas durante a interrupção de 2 horas para almoço e as aulas acabam às 16H30m. Que farão as crianças na escola até às 17H30m?

Não se compreende o porquê de se continuar a optar pelas 25 horas letivas (mais 2 de Inglês no 3º ano). É contraproducente, tanto para docentes como para os alunos, mas isso só é visto por quem anda no terreno…

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Mais um capítulo da novela das atas….

No blogue do Luís Sottomaior Braga.

 

 

A “novela” das atas com critérios da BCE – capítulo 257 – Fotocópias e selos.

 

 

Se se lembram, os que acompanham estas coisas, sabem que, algures em Julho, pedi, aos agrupamentos de escolas que estão na Bolsa de Contratação de Escolas que me enviassem cópia da ata em que, como manda a Lei, os Conselhos Pedagógicos tivessem definido os critérios de seleção de professores.

Nessa bolsa, que é um concurso público e não uma mala de mão, os critérios tem de ser discutidos num órgão coletivo e não definidos individualmente pelo Diretor.

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A Vida De Brian

 

Este poste é do

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Alteração ao Regime de Organização e Funcionamento dos Cursos do Ensino Secundário

PORTARIA N.º 304-B/2015 – DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 185/2015, 1º SUPLEMENTO, SÉRIE I DE 2015-09-22

 

Ministério da Educação e Ciência

 

Primeira alteração à Portaria n.º 243/2012, de 10 de agosto, que define o regime de organização e funcionamento dos cursos científico-humanísticos de Ciências e Tecnologias, de Ciências Socioeconómicas, de Línguas e Humanidades e de Artes Visuais, ministrados em estabelecimentos de ensino público, particular e cooperativo, e estabelece os princípios e os procedimentos a observar na avaliação e certificação dos alunos

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Regras do Inglês no 1º ciclo…

Aquilo que até agora não se sabia, está agora “legislado”…

“…o aluno não progride e obtém a menção de Não Aprovado. ..no caso do 1.º ciclo, tiver obtido classificação inferior a 3 simultaneamente nas disciplinas de (i) Inglês, de (ii)Português ou Matemática e, cumulativamente, (iii) menção insuficiente em pelo menos uma das outras disciplinas.”

Ou seja o carácter lúdico do Inglês foi mesmo abolido. Passa a ser uma disciplina como qualquer outra do 1º ciclo.

É de lamentar que as regras só se saibam com o “jogo” já a decorrer… vêm de mansinho, com passos de lã, sem que se dê conta… os caçadores em busca de presa…

(para quem quiser ler de uma outra fonte)

cRato

 

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Opinião de Santana Castilho no Público de Hoje

Normalidade ou anormalidade domada?

Será normal que os professores portugueses estejam coagidos a semanas de trabalho com duração superior às 48 horas?

A imagem que perdura neste início de ano lectivo é de “normalidade”. Pelo menos, como tal se vai falando na comunicação social, na ausência dos escândalos que marcaram o ano passado. Em plena campanha eleitoral, a Educação parece ser um grande tabu, protegida por um qualquer acordo entre os protagonistas, de referir pouco, de aprofundar ainda menos.

Domados, os professores regressaram aos seus postos, tristes, desmotivados e descrentes. Será normal que um professor possa ser contratado por uma escola, sem submissão a um concurso, quando a lei fundamental diz “que todos os cidadãos têm o direito de acesso à função pública, em condições de igualdade e liberdade, em regra por via de concurso” (artº 47, nº 2 da CRP)?

Será normal que um professor, acabado de sair da escola de formação, ocupe um posto de trabalho numa escola, quando outro, do mesmo grupo de recrutamento, com dezenas de anos de contratos consecutivos com o ministério da Educação, fica no desemprego?

Será normal que a um professor com 30 anos de serviço num quadro de escola seja recusado um lugar em benefício de um colega recém-vinculado, em pleno período probatório, ou seja, sem sequer ter ainda um vínculo confirmado?

Será normal termos acabado de assistir a dezenas de casos de professores que, tendo um lugar de quadro e tendo concorrido para se aproximarem da residência, foram miseravelmente ludibriados, sem reacção adequada por parte dos sindicatos, por, afinal, a “vaga” para que concorreram não existir?

O Tribunal de Justiça da União Europeia tomou há dias uma decisão que visa impedir que, no espaço comunitário, se ultrapassem 48 horas de trabalho semanal. Diz a decisão que as deslocações de casa para o local de trabalho, sempre que esse local seja variável, passam a contar para o cômputo final a considerar no horário. Ora parece-me bem que os sindicatos estejam atentos ao precedente estabelecido pelo Tribunal de Justiça da União Europeia e inquiram, junto dos tribunais nacionais, se a norma se aplica aos professores itinerantes, cujos locais de trabalho são vários.

Será normal que os professores portugueses estejam coagidos a semanas de trabalho com duração superior às 48 horas, que o Tribunal de Justiça da União Europeia definiu como linha vermelha? Exagero meu? Então façamos um exercício, que está longe de configurar as situações mais desfavoráveis.

Tomemos por referência uma distribuição “simpática” de serviço, nada extrema, (há muito pior) de um hipotético professor com 6 turmas, 25 alunos por turma e 3 níveis de ensino (7º, 8º e 9º anos). Tomemos ainda por referência as 13 semanas que estão estabelecidas no calendário escolar oficial, como duração do 1º período lectivo de 2015-16. Continuemos em cenários que pequem por defeito: as turmas do mesmo nível são exactamente homogéneas, não necessitando de aulas diferentes, e o professor tem os mesmos alunos duas vezes por semana. Então, este professor terá que preparar 6 aulas diferentes em cada semana. Se pensarmos numa hora de trabalho para preparar cada lição (o que é mais que razoável), estaremos a falar de 6 horas por semana. Nas 13 do período, resultarão 78 horas.

O nosso hipotético professor vai fazer 2 testes a cada turma. Nas 13 semanas lectivas fará 12 testes. Voltemos a considerar apenas uma hora para conceber cada teste (concebê-lo propriamente, desenhar a grelha de classificação e digitar tudo requer mais tempo). Claro está que os testes têm que ser corrigidos. Se o nosso professor cobaia for razoavelmente experiente e despachado, vamos dar-lhe meia hora para corrigir cada um dos 300 testes. Feitas as contas, transitam para a soma final 162 horas.

O que se aprende tem que ser “apreendido”. Os exercícios de aplicação e de pesquisa são necessários. Então agora, com a “orientação para os resultados” com que o assediam em permanência, o nosso professor não pode prescindir dos trabalhos de casa e de outros tipos de práticas. Imaginemos que apenas pede um trabalho em cada semana e que vê cada um deles nuns simples 5 minutos. Então teremos de contabilizar mais 162 horas e meia, relativas a todo o período.

Se este professor reservar 2 escassas horas por semana para cuidar da sua formação contínua e actualização científica, são mais 26 que devemos somar no fim.

Acrescentemos, finalmente, as horas de aulas e as denominadas horas de componente não lectiva “de estabelecimento”. São mais 318 horas e meia. Somemos tudo e dividamos pelas 13 semanas, para ver o número de horas que o professor trabalhou em cada semana: 57 horas!

Além disto, há actividades extracurriculares, visitas de estudo, conversas com alunos e pais, reuniões que não caem dentro das horas não lectivas de estabelecimento e, em anos de exames, pelo menos, algumas aulas suplementares.

Professor do ensino superior ([email protected])

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Há Quem Continue a Desesperar Com as Permutas

E após ter sofrido a bem sofrer ao longo das última semanas e tendo visto uma luz ao fundo do túnel no dia de ontem verifica que hoje também se encontra impedida de permutar.

 

Relato o caso conforme me chegou.

 

Sou professora do Quadro de Zona Pedagógica, este é o meu décimo sexto ano de serviço, e venho por este meio divulgar mais um impeditivo relativamente às permutas.
Inicialmente fui impedida de permutar tal como outras centenas de colegas, visto a primeira nota informativa vetar esse direito, com as condicionantes que estavam impostas.
Agora, com a 2 fase de permutas, estou novamente impedida (a aplicação não deixa avançar) pois e apesar de eu ser uma docente QZP, a aplicação “lê” que fui colocada numa escola com 13horas…Ora a minha componente letiva é de 22 horas,o meu horário é completo! Na lista de colocações e à frente das 13 horas aparecem as 22 horas!

 

Fazendo referência e de acordo com o Decreto-lei nº 83 A/2014, e passo a citar: ponto 1 do artigo 46:
1 — Aos docentes colocados nos concursos previstos nas alíneas a) e b) do n.o 1 do artigo 5.o e nas alíneas a) e b) do n.o 1 do artigo 28.o pode ser autorizada a permuta, desde que os permutantes se encontrem em exercício efetivo de funções no mesmo grupo de recrutamento e com igual duração e o mesmo número de horas de componente letiva.

Como é que a aplicação está apenas a assumir a carga horária ao invés da componente letiva?

Pf que impere o bom senso e retifiquem este ” entrave informático”

 

Mas tirando este caso, muitos outros colegas já me relataram que a permuta já foi efectuada e que ambos os directores já a autorizaram.
 
E fico bastante contente por isso, especialmente por saber que muitos conseguiram encontrar um permutante através da aplicação que criei para o efeito. Já para não falar na pressão que por aqui foi feita para a abertura desta segunda fase que permitiu muitos colegas pouparem centenas de KM por dia.
Se fosse possível fazer a contabilização das poupanças diárias que estes docentes vão conseguir com aquilo que foi pago para o investimento na aplicação com certeza que os benefícios foram muito maiores do que os custos que estiveram associados.
 
E claro que gostava de conhecer esses relatos.

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Aposta Para Hoje

… para 37 milhões.

euromilhoes 22 setembro

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“Há cada vez mais turmas com alunos de anos diferentes”

Já não estamos nos tempos em que os alunos se aglomeravam dentro da sala de aula, enquanto o espaço permitisse, e um professor apenas, ministrava os quatro anos de ensino… dizemos nós!!!

As turmas com vários níveis de ensino sempre existiram, só em alguns centros urbanos se conseguia eliminá-las. Nos agrupamentos rurais nunca se conseguiu tal feito, elas foram-se mantendo.

Hoje em dia, devido a muitos fatores, entre os quais a baixa taxa de natalidade, elas proliferam por todo o lado. A sua extinção está definitivamente adiada… tem de se deixar de pensar em extinção e pensar em apoiar essas turmas com mais docentes. Outra solução seria a diminuição do número de alunos por turma, politica em “contralinha” , já que este governo aprovou o seu aumento. Havendo, neste momento, escolas onde se confundem salas de aula com latas de sardinha. Isto é que é almejar o sucesso nas escolas publicas.

Deixem de constatar evidências e façam parte da solução…

 

(clicar na imagem para ler a denuncia)

sala

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As Razões da Saída de Mário Pereira da DGAE

Na entrevista dada ao Diário Económico Mário Pereira apontou as razões porque decidiu sair da DGAE.

Como já se sabia na altura, a BCE foi a principal razão para essa sua saída e quem conhece razoavelmente as questões técnicas de um concurso desta natureza sabe perfeitamente a sua impraticabilidade para ser bem sucedido. A BCE é um monstro criado por Nuno Crato, que ao invés de simplificar o processo de selecção de docentes a complica. Quem sempre criticou o mostro dos concursos centrados no MEC foi criar o maior mostro alguma vez visto nesta área.

Não sei se alguma vez foi tornado publico o parecer jurídico sobre a BCE, mas que o gostava de ler isso gostava.

 

nuno_crato

 

 

Porque é que decidiu sair do cargo de Director Geral da Administração Educativa há um ano?

Decidi sair por causa de uma intervenção do ministro da Educação na Assembleia da República. O senhor ministro da Educação e Ciência nunca me chamou para ser ouvido sobre o que se passou no concurso de colocação de professores nomeadamente, com a bolsa de contratação de escola, no ano passado . Por uma questão de delegação de competências este tema era da responsabilidade do secretário de Estado da Administração Escolar, com quem tive muitas reuniões. O secretário de Estado acompanhou e sabia a dificuldades que DGAE estava a ter ao organizar um concurso, num prazo que nunca se tinha feito. Muitas pessoas da DGAE estavam a trabalhar 24 horas, por dia. O senhor ministro também sabia o que estava a acontecer e visitou uma vez a DGAE a altas horas da noite. Uma visita que revoltou os funcionários porque esta sobrecarga de trabalho, resultava de falta de planeamento político e não de questões técnicas da DGAE.

O ministro conhecia o parecer jurídico que sustentava o caminho tomado na selecção de docentes através da bolsa de contratação de escola. Aliás, reuni com o secretário de Estado para analisar a questão da fórmula, antes desta ser aplicada, e a decisão foi para prosseguirmos tal como as escolas já vinham fazendo nos anos letivos anteriores na contratação de escola.

É a decisão política que gera todo o problema?

É uma decisão política e um director-geral que não tem competência para a contestar.

Nuno Crato disse que havia um erro na formula e responsabilizou a DGAE pelos atrasos nas colocações do ano passado…

Quando o ministro disse isso no parlamento senti-me atingido como director-geral e deixei de ter condições para continuar a liderar uma equipa que durante seis anos deu o melhor e fez um esforço sobre-humano, para que os concursos de colocação acontecessem. Sem gozarem férias com as suas famílias, muitos a trabalhar mais de dez, quinze e quase 24 horas por dia.

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3ª Sondagem do Blogue Para as Legislativas

Os resultado da primeira sondagem feita no blogue davam PSD/CDS à frente de PS e a segunda sondagem invertia essa tendência colocando PS e CDU à frente da coligação.

Nos últimos dias várias sondagens apontam novamente a coligação à frente do PS e o que pretendo é verificar qual a tendência de voto dos leitores do blogue a faltar menos de 15 dias para as eleições legislativas.

Julgo que esta será a última vez que farei uma sondagem sobre este assunto.

 

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A Saga de Monção Parece Não Ter Fim

E é curioso a diferença de posições entre os dois partidos da coligação neste tema.

Julgo mesmo que durante a legislatura actual o CDS acabou por ter um grande peso em muitas políticas educativas, em especial no enorme aumento da autonomia das escolas e na promoção dos benefícios das escolas com contrato de associação.

E se alguém precisar do CDS para governar os próximos 4 anos irá ter mais do mesmo.

 

Monção/Educação: Executivo Municipal dá luz verde à ‘bomba atómica’

 

 

monção

 

Acabou-se a paciência.

O Executivo Municipal de Monção aprovou esta segunda-feira, por maioria, uma proposta de corte de relações institucionais com o Ministério da Educação. “Não existindo até à presente data uma decisão de homologação da eleição do diretor do Agrupamento de Escolas de Monção, que se promova a denúncia unilateral do contrato de delegação de competências nº250/2009 e consequente não exercício das referidas competências em matéria de educação”, leu o presidente da Câmara Municipal, Augusto Domingues. A proposta refere ainda a “não afetação de qualquer pessoal não docente por parte da Autarquia para atividades educativas nas escolas afetas ao Agrupamento de Escolas de Monção, independentemente do vínculo contratual que possuam com o Município”. “Face ao não reconhecimento oficial por parte do Município da Comissão Administrativa Provisória (CAP) nomeada para o ano letivo 2015/2016 e face ao resultado inequívoco do último ato eleitoral para o cargo de diretor do Agrupamento de Escolas de Monção, reivindicar ao Ministério da Educação e da Ciência a nomeação do vencedor do referido ato eleitoral – o professor Sérgio Nascimento Gonçalves – como presidente de uma nova CAP a constituir, conferindo-lhe autonomia para a constituição da sua equipa até que as questões pendentes judiciais permitam a homologação do resultado eleitoral ou determinem a realização de novo processo eleitoral”, concluiu o autarca socialista.
Recorde-se que o presidente da Câmara esteve reunido com o Ministro da Educação na passada sexta-feira, em Lisboa. De acordo com Nuno Crato, para o assunto ficar resolvido, bastaria que um encarregado de educação desistisse de uma acção judicial movida contra a homologação de um diretor. Duas das três ações movidas desde 2012 já foram retiradas. Faltava ser retirada uma. Algo que não sucedeu até esta segunda-feira, o que conduziu à proposta emanada.

Do lado do PSD, a vereação mostrou total apoio às palavras lidas por Augusto Domingues. “É evidente que estamos de acordo. E até porque, se o Sr. Ministro dizia até aqui que não podia porque a lei não lhe confere o direito de poder avocar o processo e decidir, com esta proposta esse argumento já não pode vingar. Deixa de haver por parte do Governo qualquer tipo de justificação relativamente a esta matéria”, apontou António Barbosa. O vereador ‘laranja’ garantiu ao presidente da Câmara que, neste assunto, “terá sempre o apoio inequívoco do PSD, seja contra quem for e independentemente de qualquer interesse político-partidário”.
Opinião diferente foi mostrada pelo vereador do CDS/PP. Abel Batista considerou que esta proposta “é um problema em cima de um problema”. A justificar, o vereador centrista aponta “um bom funcionamento da delegação competências no Município, onde temos pessoal não docente, atividades extra-curriculares e onde temos a manutenção dos edifícios escolares. É uma situação que está a correr bem. É muito melhor em termos de proximidade do que se for feita pela Administração Central. Mudar um vidro torna-se muito mais complicado se tiver de pedir-se à Delegação Regional para mandar alguém cá verificar o vidro a ser mudado, quando isto pode perfeitamente ser feito pelos serviços do Município através da delegação de competências”. Por outro lado, continuou o autarca do CDS/PP, “o pessoal não docente das escolas seria muito melhor se fosse de proximidade” do que estar na dependência do poder central. “Se isto vier a acontecer, só vai acrescentar um problema ao funcionamento da escola”, rematou.
A proposta foi aprovada com os votos favoráveis do PS e do PSD. Abel Batista, pelo CDS/PP, votou contra. O documento segue agora para Assembleia Municipal, cuja próxima sessão está já marcada para esta sexta-feira.
O presidente da Câmara de Monção alertou a comunidade educativa presente nesta reunião de que pode não haver aulas na próxima segunda-feira.

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Late Night Fafe

 

Este poste é do

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Recomeço

Um frenesim eufórico percorre os corredores. Há uma turbulência juvenil quase contagiante, ampliada por corridas enérgicas, risos nervosos, mochilas repletas de sonhos e angústias.

Do outro lado, na sala de professores, o panorama não é assim tão diferente. Somos todos adultos, porém, dentro de cada um de nós um rebuliço de emoções preenche-nos as veias e aflora-nos o rosto. Temos, num canto da sala, os colegas acabados de chegar, meio perdidos nas regras da casa, os rostos ansiosos antecipando o toque. No outro estão os experientes, falando alto, gargalhando, cumprimentando companheiros de caminho.

Neste edifício, porém, subsistem portas fechadas e, portanto, persiste um silêncio incomodativo. Há uma porta, em particular, que me interroga tremendamente.

Helping Hands isolated on white

Na escola do ano passado, apesar de todas as tormentas, contámos com o apoio imprescindível de uma psicóloga. Os casos apareciam no conselho de turma e a diretora de turma apressava-se a pedir ajuda “no primeiro andar”. Mas ao gabinete iam também ter alunos tresmalhados, perdidos, esticando o pescoço por detrás da porta, timidamente. E a psicóloga puxava-os lá para dentro e ajudava-os a encontrar um caminho. Ajudava-nos a nós, professores, a reformular as nossas práticas para que fosse mais fácil delinear a harmonia, ajudava pais que tinham subido as escadas de cabeça perdida, a regressarem com a respiração afinada e o coração pacificado. E ajudou-me a mim quando, de peito enegrecido, me senti no limite das minhas forças.

Talvez cada gesto seu correspondesse apenas a um minúsculo gesto nessa grande engrenagem que é a escola. Para mim assemelhava-se a um pequeno milagre revelado, quando observado mais de perto. E que fazia verdadeiramente a diferença para cada um de nós.

Soube hoje que essa mesma psicóloga percorre, como eu outrora fiz, centenas de entrevistas até ser, finalmente, escolhida por uma escola. Semanas e semanas a deambular sem destino.

Aqui onde estou agora, como em tantas outras escolas, subsistem portas fechadas que demorarão muito tempo a ser reabertas. E que nos fazem uma falta incomensurável, sobretudo, quando ligam a escola à comunidade que a rodeia –  serviços de saúde, apoios sociais, etc.

Mais uma vez, perde-se tempo com concursozitos tolos, centenas de critérios delineados à medida de alguns, ignorando que o primeiro dia de escola devia sê-lo, de facto, para todos os que nela intervêm – alunos, professores, assistentes operacionais, técnicos, especialistas. Todos os que, trabalhando em conjunto, a fazem, realmente, florescer.

Observando esta porta cerrada, questiono-me – para quando podemos almejar, de facto, uma escola una, tranquila no seu começo, completa no seu fim?

 

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Escolas sem Listas Ordenadas da BCE Publicadas em PDF

São muito poucas as escolas que não publicaram as listas ordenadas da BCE tal como fizeram todas as outras escolas/agrupamentos.

Para que conste:

O Agrupamento de Escolas de Benfica não publicou a lista ordenada da BCE 2015 (o ano passado este agrupamento não abriu concurso para todos os grupos de recrutamento e não sei se este ano esconde a mesma coisa ou mais alguma coisa).

O Agrupamento de Escolas Ruy Belo publicou a lista ordenada em BCE em formato de imagem que não permite a transposição dos dados para outros formatos.

O Agrupamento de Escolas de Arronches publicou a lista ordenadas da BCE num formato em que não é possível baixar o documento.

 

 

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Continua a Haver Muita Falta de Informação Sobre a BCE

… quer da parte de direcções de escolas quer de professores.

 

Em especial quanto à obrigação de aceitação por parte do candidato quando as colocações não são simultâneas, mas também quanto às respostas aos critérios pedidos pelas escolas.

 

Ingenuamente, alguns professores estão a fazer o que algumas direcções lhes mandam fazer e com isso ficam penalizados para todo o ano lectivo.

 

Acredito que alguns de vós conheçam casos semelhantes aos que vou descrever e que os relatem aqui.

 

Já me contaram (poderei saber a escola, mas por enquanto é irrelevante) que um director disse a um professor que podia não aceitar uma vez uma colocação que não seria penalizado, depois desse colega seguir a orientação dessa escola viu-se arredado de qualquer colocação neste ano lectivo.

Também conheci hoje outro caso de um colega colocado com meia dúzia de horas que ficou colocado noutra BCE com 8 horas, mas como uma hora era incompatível esse Director pediu ao professor para não aceitar a colocação. Hoje ficou a saber que estava a vermelho nas restantes listas da BCE.

Outras escolas também estão a abusar da não comprovação de dados. Se por um lado muitos dados foram incorrectamente preenchidos e o Provedor de Justiça reconheceu isso e pediu ao MEC uma fase de aperfeiçoamento que não chegou a ser concedida, também há escolas que estão a considerar respostas erradas nos critérios porque consideram que a formação x não é relevante para o grupo de recrutamento y, quando a mesma até pode ser considerada relevante numa outra escola.

O que aconselho quando não conseguem comprovar dados numa determinada escola e é a primeira colocação é aceitarem essa colocação e no primeiro minuto do dia seguinte denunciar esse contrato. No entanto, só podem usar este esquema uma única vez visto que o período experimental esgota no primeiro contrato, mas de seguida anulem todas as candidaturas que tenham para escolas que usaram esse critério que não conseguem comprovar. Desta forma estão em concurso a todas as outras BCE e podem ainda concorrer às Contratações de Escola. No caso de ser a escola a denunciar o contrato por não comprovação de dados ficam impedidos de trabalhar para o MEC neste ano lectivo.

Aqui as escolas podiam ter um papel diferente e advertir o professor para essa possibilidade, mas não conheço ainda nenhuma que o tenha feito.

A BCE continua a ser um concurso ridículo e o próximo governo que sair das eleições, seja ele quem for, deve de imediato ponderar a sua anulação substituindo-o por um único concurso com regras muito claras e facilmente aceite por todos.

 

 

 

 

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É um escândalo…

“A Inspecção-Geral de Educação não tem meios para auditar as transferências de 160 milhões de euros do Estado para as escolas privadas, denuncia Mário Pereira, ex-director da DGAE.”

“Há uma desvalorização do ensino público, ao criar turmas de grande dimensão que têm dificuldade em responder aos problemas de formação dos alunos, e ao transferir muitos cursos profissionais para o sector privado.”

Entrevista ao antigo Diretor do DGAE, Mário Pereira.

 

(clicar na imagem para ler a noticia na integra)

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Mas sobre isto não se fala. Anda tudo às escondidas…

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Nota Informativa – Permutas 2ª fase

O SPZN já no dia 15 de Setembro tinha dado sinais que a permuta iria abrir novamente para aqueles que já no dia 7 de Setembro considerou também terem esse direito a permutar e hoje o SPZN deu o epílogo a esta saga com o título

 

Permutas de docentes: Prometemos. Conseguimos!

 

 

A DGAE, tal como em 2013, demorou a perceber essa necessidade.

E Hoje, finalmente apresentou a nota informativa para uma segunda fase de forma a permitir aos docentes não colocados e que concorreram na 2ª prioridade permutarem.

 

Assim, ainda podem continuar a pesquisar um permutante na aplicação das permutas que estará aberta até ao dia 5 de Outubro.

A aplicação da segunda fase das permutas estará aberta de dia 22 de Setembro até ao dia 5 de Outubro.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/09/Nota-Informativa-Permutas-2ª-fase.pdf”]

 

E mais uma vez por aqui se fez pressão para esta nova fase existisse e nunca o SPZN baixou os braços para que esta nova fase fosse aberta.

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Claro Que os Problemas Serão Menores

… e mesmo sendo a BCE uma das coisas mais absurdas deste governo (a par da PACC) os problemas da falta de professores serão residuais e não terão o mesmo impacto do ano passado.

A desculpa de equilibrar os períodos lectivos para o atraso do início das actividades lectivas neste ano até pode ser justificável, mas acredito que no fundo o atraso também teve em conta os possíveis problemas da BCE.

 

Só dentro de dias se saberá se as aulas começaram sem problemas, dizem directores

 

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Os dirigentes das duas associações nacionais de directores escolares remeteram para meados da próxima semana a avaliação das condições em que se está a iniciar o ano lectivo, já que na grande maioria das escolas as aulas só começam nesta segunda-feira. “Desejo tanto como o ministério da Educação que tudo corra bem, mas não devemos deitar foguetes antes da festa e, neste caso, a festa ainda não começou”, alertou na sexta-feira Filinto Lima, vice-presidente da Associação Nacional de Dirigentes de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).

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Resumo Do Fim-De-Semana

na foz do Sabor.

 

E que sabor – aqueles peixinhos do rio!

 

Embora sem imagem, eram bogas.

 

Este poste é do

 

 

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Resolução da FNE de Dia 16 de Setembro

Secretariado Nacional da FNE aprova objetivos para a próxima legislatura

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NOVO ANO LETIVO, NOVA LEGISLATURA: EMPENHO NA DIGNIDADE DO TRABALHO, NA COESÃO SOCIAL E NA SOLIDARIEDADE

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Crianças, educação e autonomia – PÚBLICO

“A Educação é uma arma carregada de futuro” – PÚBLICO

Radicalismo na educação e na ciência | Económico

Expresso | Os computadores não salvam a Educação

Portugal entre os países que oferecem mais línguas nas escolas – DN

Escolas obrigadas a passar faturas – Correio da Manhã

Guia para as deduções de educação no IRS – Sábado

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Distribuição dos Docentes dos Quadros por Colocar, por QZP

Da RR1 para a RR2 os grupos de recrutamento 260 – Educação Física e 550 – Informática deixaram de ter docentes sem componente lectiva.

Como a grande maioria dos grupos de recrutamento tem apenas entre 1 e 4 docentes dos quadros sem componente lectiva é muito provável que em breve mais grupos de recrutamento desapareçam destas tabelas.

 

Continua a ser o QZP 1 o que tem mais docentes sem componente lectiva (156), seguindo-se o QZP 3 com 73 docentes.

MINCRR2QZP

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Alguém Interessado em Dar Portigurs?

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Resumo da Semana 1 e Antevisão da Semana 2 (Contratações de Escola)

Começo a apresentar hoje o habitual quadro de outros anos com os horários em concurso em contratação de escola com o resumo da semana e a antevisão da semana seguinte.

Considerei a semana que passou como a semana 1 já que foi apenas nesta semana que apareceram os horários em contratação de escola para os diferentes grupos de recrutamento.

Este ano não vou tratar neste artigo semanal os horários das escolas artísticas por o quadro se tornar demasiado longo. No entanto, estes horários também estão a ser retirados e mensalmente farei o balanço dessas ofertas.

Tal como no ano passado a maior oferta no início do ano lectivo em contratação de escola é para o grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica.

 

SEMANA1

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Substituições Temporárias – MADEIRA (18/09/2015)

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“Animação, hoje é sexta!” (o Pinscreen)

Olá, boa noite!

Hoje é sexta, animem-se e segurem-se bem! O que vos trago hoje é verdadeiramente assombroso…

Há muitos anos atrás,  por volta de 1930, Alexandre Alexeïeff e sua esposa, Claire Parker, trabalharam e realizaram os seus filmes utilizando uma técnica chamada pinscreen, ou em Português, o ecrã de alfinetes. O que é certo é que com o passar dos anos, esta técnica praticamente deixou de ser usada. Uma das razões é a existências de aplicações informáticas que quase realizam efeitos idênticos e a verdadeiramente, a técnica de animação em ecrã de alfinetes é muito trabalhosa, muito difícil e requer muita persistência e paciência (quase comparado ao trabalho do professor com os seus alunos…). Consta-se que depois destes dois realizadores deixarem a animação, foi Norman McLaren, seu admirador, levou o ecrã de alfinetes para o National Film Board (Canadá) tendo sido Jacques Drouin que se interessou pelo mesmo, mantendo-o em uso até se reformar, altura em que passou os testemunho (ou os alfinetes) a Michèle Lemieux.

Se pesquisarem, são raríssimos os filmes de animação realizados com esta técnica, resumindo-se quase aos de Alexeïeff e Parker. No entanto, a grande surpresa explodiu em 2012, ano em que Michèle Lemieux realizou a animação Le Grand Ailleurs Et Le Petit Ici. Filme produzido pelo NFB-ONF (Canadá) e que foi vencedor de inúmeros prémios em festivais internacionais. Só a finalização deste filme recebeu algum tratamento digital, considerando mesmo a realizadora que “em criatividade, nem sempre a tecnologia ajuda”. Acrescenta ainda que é importante manter este tipo de instrumentos (e técnicas, acrescento eu) vivos pois caso contrário eles morrem.

Sobre o filme Le Grand Ailleurs Et Le Petit Ici diz a sinopse: “Um homem pensa sobre o mundo num momento de devaneio, reflecte sobre como a memória funciona e os mistérios da morte a partir das partículas que constituem a matéria”.

Minhas amigas, meus amigos, sentem-se e vejam esta obra magnífica. Ah… e como nos discos, uma faixa extra! No caso, um pequeno documentário sobre este filme com a realizadora Michèle Lemieux no qual desvenda alguns segredos desta técnica de animação em ecrã de alfinetes!

Bom fim de semana e até dia 25, precisamente a próxima sexta, com mais animação!

 

 

 

 

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Faz Bem a DGAE Publicar as Reservas às Quintas-feiras

… porque desta forma dá mais tempo aos professores para procurarem casa durante o fim de semana pois apenas estão obrigados a apresentarem-se na segunda-feira.

São estas pequenas coisas que os professores também dão importância, e é pena que até hoje nunca tivesse havido um pensamento destes em benefício dos professores.

E agora parece ser tarde, muito tarde.

Mas que seja para continuar…

 

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E Ensinar Também Não Querem?

Deputados do PSD escolheram direcção do agrupamento de escolas de Monção

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Carlos Abreu Amorim diz que não se lembra do caso.É o primeiro subscritor de uma carta com uma lista de nomes para dirigir o novo agrupamento de escolas de Monção, de modo a garantir “a promoção local da política educativa deste Governo”

 

 

A primeira direcção do mega-agupamento de escolas de Monção foi proposta por três deputados do PSD eleitos pelo distrito de Viana do Castelo e aceite pelo então director regional de Educação do Norte, o também militante do PSD João Grancho.

 A carta, com a lista de nomes e que tem Carlos Abreu Amorim como primeiro subscritor, foi divulgada nesta sexta-feira pelo jornal online Minho Digital . É datada de Abril de 2012, três meses antes de João Grancho ter designado a Comissão Administrativa Provisória (CAP) do novo agrupamento

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Aposta Para Hoje

…para 30 milhões.

 

Euromilhões 18 setembro

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Coisas Chatas da Democracia

…que coloca os professores como os únicos profissionais indispensáveis no serviço da função pública.

Porque os gabinetes de advogados e dos serviços camarários não estão expostos a estas chatices das campanhas eleitorais.

É bom sinal que a comunicação social se preocupe com a falta dos professores para o exercício da democracia.

Professores deixam alunos sem aulas para fazer campanha

 

 

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Pelo menos 159 professores do ensino obrigatório são candidatos a deputados e têm dispensa nos 15 dias de campanha. Para evitar prejudicar os alunos, algumas escolas fazem substituições.

Há 159 candidatos a deputados nas eleições legislativas de dia 4 de outubro que são professores. Os que estão a dar aulas têm direito a uma dispensa de 15 dias – o equivalente à campanha eleitoral – o que vai fazer com que não estejam nas escolas logo no arranque do ano letivo. Os diretores tiveram, assim, de encontrar soluções para contornar a situação e evitar que os alunos sejam prejudicados. Uns contratam substituto por um mês, outros pedem aos docentes que reponham as aulas mais tarde, troquem com colegas e noutros casos esperam que o professor compense depois durante o ano a matéria em falta.

Nas contas feitas pelo DN, existem centena e meia de candidatos a deputados nos partidos com assento parlamentar que se apresentam como professores do ensino obrigatório (do 1.º ciclo ao secundário). Embora alguns possam estar fora do quadro da escola, muitos referem no seu perfil o agrupamento a que pertencem. A participação nas campanhas eleitorais é algo que os diretores já estão habituados. “Está previsto na lei”, aponta José Biscaia, diretor do agrupamento Dr. Azevedo Neves, na Damaia, que nestas eleições não tem nenhum pedido de dispensa.

Confrontado com um professor candidato, Pedro Araújo, do agrupamento de Felgueiras, tentou arranjar uma solução interna. “O professor em causa disse-me que não ia faltar os dias todos, apesar de ter metido o requerimento e por isso vamos usar os mecanismos internos previstos”, explica o diretor. Em causa está um docente do secundário da disciplina de História que vai ter de se articular e pedir a colegas da disciplina que deem as aulas na sua vez, arranjar com os alunos um horário livre para repor a matéria ou trocar a hora da sua aula com outras disciplinas.

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Listas de Colocações da Madeira (Contratação)

Listas do Concurso Contratação Inicial

 

 

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