O que se anda a ver pelos horários do 1º ciclo…

Os horários no 1º ciclo há muito que não são o que eram…

Com a introdução das AEC, os horários dos docentes do 1º ciclo transformaram-se. Deixaram de ser contínuos para se verem polulados por “furos e furinhos”.

O MEC, por motivos meramente financeiros, retirou tempo às AEC e estendeu o horário letivo até às 16 horas, pelo menos, não contando com os “furos” já existentes. Este ano, com a introdução do Inglês no 3º ano, as coisas complicaram-se.relogio

As atividades letivas iniciam-se às 9 horas ou até às 10 horas. O Inglês pode aparecer a qualquer hora, ficando o titular de turma a “aboborar” pela escola durante esse tempo. A hora de términos letivo também varia. Um docente pode muito bem acabar a sua atividade letiva a qualquer hora. Às 16 horas seria o normal. Com todas estas alterações tal não acontece. Vêem-se horários a terminar às 12H30m, às 15H, às 16H e “até” às 17H30m… Como será no próximo ano letivo em que o 4º ano também já terá Inglês?

Não se sabe se isto tem de ser assim, ou se o esforço para conciliar horários é deixado de lado! (coisas da autonomia)

Um caso “estranho” é aquele em que, as AEC são ministradas durante a interrupção de 2 horas para almoço e as aulas acabam às 16H30m. Que farão as crianças na escola até às 17H30m?

Não se compreende o porquê de se continuar a optar pelas 25 horas letivas (mais 2 de Inglês no 3º ano). É contraproducente, tanto para docentes como para os alunos, mas isso só é visto por quem anda no terreno…

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43 comentários

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    • Vanda Cachapa on 23 de Setembro de 2015 at 20:45
    • Responder

    Concordo!

    • Isabel on 23 de Setembro de 2015 at 21:01
    • Responder

    Uma outra realidade é o Inglês do 3º ano (lembre-se que é curricular e de importância igual á da Matemática ou da Língua Portuguesa, ser ministrado SOMENTE das 16:30 ás 17:30. Ou então das 14:00 ás 16:00. Parece-me, que sempre ouvi dizer e que continuo a ouvir “á tarde, os meninos não rendem nada; português e matemática tem que ser tudo de manhã, senão á tarde…….”.

    Quanto aos furos, sempre estive habituada a eles enquanto professora do 3º ciclo e secundário. A regra é que não se podem ter os 3 turnos no mesmo dia (manhã, tarde e noite)!!! A partir daí…….é á hora que calhar, ás vezes bem esburacadinho!!!!

      • ana on 23 de Setembro de 2015 at 21:34
      • Responder

      E do Estudo do Meio já agora!

      • Daniel on 23 de Setembro de 2015 at 22:12
      • Responder

      Depreende-se pelo que escreve que não sabe o que ensinar crianças de 6/7/8/9 anos. A descontinuidade horários (com entra e sai de professores) desorienta totalmente os miúdos.

        • Daniel on 23 de Setembro de 2015 at 22:35
        • Responder

        * “o que ensinar” » o que é ensinar
        * “descontinuidade horários” » descontinuidade nos horários

        • Armando Morais on 23 de Setembro de 2015 at 23:10
        • Responder

        Subscrevo inteiramente o que escreveu colega Daniel

      • Marina on 23 de Setembro de 2015 at 22:14
      • Responder

      Está habituada, mas com 22 tempos letivos, não com 25 horas letivas. O 1º ciclo tem mais 1600 minutos por semana) faça as contas e imagine o horário e a preparaçao de aulas (poertuguês matemática, estudo do meio, expressão plástica, expressão musical, expressão dramática, atividade física e cidadania com vários níveis de aprendizagem).
      Só quem passa por lá…

      • Armando Morais on 23 de Setembro de 2015 at 23:09
      • Responder

      Muito bem fala colega… enquanto professora do 3º ciclo quantas horas letivas tem? Quantos dias de folga tem? Os professores do primeiro ciclo não têm direito a dia nenhum de descanso. Sinceramente estaria tão bem caladinha. O que é lamentável é estragar o horário de dos colegas do 1º ciclo para beneficiar os colegas de Inglês que ainda chegam com o estatuto de 2º ciclo.

        • Pois on 24 de Setembro de 2015 at 7:20
        • Responder

        Cientificamente, aulas do 1º ciclo são como limpar o rabinho a um bebé! OS do 1º ciclo inventam burocracias mas as fichas e as atividades que fazem não exigem preparação quase nenhuma.

        Se um professor do 1º ciclo fosse dar aulas no secundário, pura e simplesmente não conseguiria safar-se…

        Por isso, acabem com estas comparações estúpidas!

          • Armando Morais on 24 de Setembro de 2015 at 9:15

          Nem merece resposta, tão baixo que é o seu argumento e a falta de identificação. Mesmo assim os professores do secundário conseguem dominar as metodologias de iniciação à leitura e escrita? A resposta é não e nem têm que dominar logo os professores do 1º ciclo e educadores, não têm também essa obrigação, em relação aos outros ciclos

          A pessoa que se identifica com o foi “Pois” tem a atitude tacanha e antiquada da “doutorice” de alguns e que serve para preservar as benesses antigas. Cabe aqui lembrar que as habilitações académicas são atualmente iguais, para todos os colegas e já agora se querem recuar até aos longínquos anos de 70/ 80 os professor do 1º ciclo e do pré escolar eram os únicos a quem era obrigatório ter essa habilitação para exercer. Nos outros ciclos viam-se os engenheiros a dar matemática os advogados a dar história …etc etc

          • lidia on 24 de Setembro de 2015 at 14:11

          Ohh colegaa acha que isso é verdade? experimente o horário de 25 h semanais e tudo o resto e depois falamos

          • Armando Morais on 24 de Setembro de 2015 at 17:10

          Olá colega Lídia o colega que se identifica com pois não era capaz de ensinar um menino a ler e escrever. Só sabem trabalhar com alunos já preparados … vão para as aulas debitam matéria e pronto. Em relação ao limpar o rabinho ao bebé …sim já amarrei muitas atacas, já assoei muito nariz., etc etc e tenho muito orgulho nisso “senhor Doutor Pois”

        • Isabel on 24 de Setembro de 2015 at 21:48
        • Responder

        Armando Morais, habitue-se…. Há mais horários na vida do que das 9 ás 16:30!!!

        Já agora, sabe o que são horas supervenientes? è conveniente saber, senão não entende a diferença entre tempos letivos e horas letivas…..

        Não são 25 horas, é verdade, mas não me conte histórias de dias livres, porque em muitas escolas nem tardes…..

        Pelas suas palavras, confirma-se o que todos sabemos…..o problema não é outro a não ser “estragar” os horários dos professores!!!!

          • Armando Morais on 24 de Setembro de 2015 at 21:56

          Sou professor com 34 anos de serviço e nesses 34 anos tinha 8 dias de atestado médico.Os meus alunos sempre tiveram excelentes resultados. Muitas vezes coloquei a parte profissional à frente da família e quiçá da saúde por isso não admito sequer juízos de valor de alguém que acha que o primeiro ciclo é o parente pobre. Eu afirmo que todos somos importantes e devemos ser visto entre pares. É com professores divisionistas como a Isabel que o governo nos podes ir dividindo.
          Obrigado.
          Ps., Também já participei em manifestações, greves etc. A Isabel deve ser daqueles que usufrui das lutas alheias

          • Isabel on 24 de Setembro de 2015 at 22:18

          Armando, tenho 15 anos de serviço, divididos por vários grupo, do secundário ou do ensino de adultos ás AEC, sempre em escolas diferentes e sempre com muito boas ou excelentes avaliações, desde que estas começaram a existir!!! Tenho uma grande vantagem: ainda não sofro de acomodação! Sempre partilhei turmas, horários, escolas, espaços e só no1º ciclo se vê esta questão dos horários, das salas e materiais que os titulares têm tanta relutância em partilhar. A MINHA sala, o material dos MEUS alunos. Queriam, inclusivamente, que os EE comprassem material para inglês, para não “estragarem o deles”! Mas que é isto? Fala de divisionismo? Eu falo de segregação….

          Não é divisionismo. É mudança… Ninguém lhe está a tirar ou diminuir o lugar….estão a penas a partilhá-lo. A monodocência acabou.

          Que diria de uma escola onde se faz a seguinte experiência: o prof titular não leciona matemática. Nessa altura, é um outro pro essor, com metodologias e didáticas diferentes quem o faz. Neste tempo, o prof titular vai fazer as restantes tarefas que lhe cabem: as de componente de estabelecimento e, no tempo que lhe sobra (que ele próprio diz que sobra) as da componente individual. Não me diga que os seus próprios colegas do 1º ciclo também divisionistas. Ou será que aqui não há problema, pq ninguém mexe com a hora de entrada ou de saída!!!!!????

          • Luís Gaspar Dâmaso on 25 de Setembro de 2015 at 8:54

          A monodocência ainda não acabou totalmente. Ainda falta a Expressão Musical ser lecionada por professores de Educação Musical, a Expressão Plástica por professores de Educação Visual e a Expressão Física e Motora por professores de Educação Física. Quando isto assim for, sim, acabou a monodocência.

          • Helena Resende on 25 de Setembro de 2015 at 10:09

          As expressões sempre foram curriculares….o Inglês foi a única atividade de enriquecimento “real” estes anos todos. Muitos colegas menosprezaram as Expressões porque dão muito trabalho, mas qualquer professor de 1º ciclo é preparado para lecionar Expressões. :S

          • Luís Gaspar Dâmaso on 25 de Setembro de 2015 at 10:14

          Acha mesmo? Acha que um semestre de Expressão Musical prepara o professor do 1º ciclo para lecionar essa área? No papel é uma coisa, na realidade do dia a dia é outra bem diferente.

          • Helena Resende on 25 de Setembro de 2015 at 10:36

          Um semestre?… Aparentemente continua a haver muitas discrepâncias na preparação de professores. Concordo consigo se é esse o seu caso, mas falo da minha experiência; tive Expressões (Física, Dramática, Musical e Plástica) ao longo dos primeiros dois anos como cadeiras independentes. Se conseguirei fazer o mesmo trabalho que um professor da variante? Talvez não, mas não considero que não tenha sido preparada para ir de encontro às necessidades desta faixa etária. Compreendo a sua posição, talvez sentisse o mesmo no seu lugar. É uma questão de heterogeneidade na preparação.

          • Luís Gaspar Dâmaso on 25 de Setembro de 2015 at 10:41

          Percebeu mal. Eu sou professor de Ed. Musical. Em relação à preparação dos professores do 1º ciclo para lecionar Expressão Musical, diga-me, por exemplo no seu caso, consegue ler uma partitura para depois pôr os seus alunos a tocar? Atenção que ler uma partitura não é só reconhecer as notas, mas sim ler essas notas com a duração indicada pelas figuras musicais.

          • Helena Resende on 25 de Setembro de 2015 at 11:21

          Percebi mal, de facto. Mas fará parte dos objetivos do 1º ciclo pôr os meninos a tocar instrumentos? Tenho uma filha no 3º ano e o que espero é que ela descubra a importância da Música no seu desenvolvimento, se sensibilize ao ouvir os mais diversos sons da Natureza, adquira ou trabalhe a sua musicalidade, se expresse e emocione…..provavelmente estou errada, colega, e peço desculpa se o ofendi, mas compreenda que muitas vezes os instrumentos nem estão disponíveis nas nossas escolas no Interior e, nesse caso, o que faria com os seus alunos numa realidade assim? Pessoalmente não conseguia viver sem a Música na minha vida e esta paixão nem sempre tem de passar por pôr os meninos a tocar um instrumento…Não, não conseguiria fazer o mesmo trabalho que o colega faz, mas por isso mesmo referi que as Expressões não deviam ser menosprezadas como foram durante tantos anos. Só isso :).

          • Luís Gaspar Dâmaso on 25 de Setembro de 2015 at 11:34

          Helena não tem porque pedir desculpa! Estamos unicamente numa saudável troca de ideias. Concordo em tudo o que disse, mas é importante, muito importante que o trabalho musical recorra também aos instrumentos. Eu também dou aulas no interior e sei que as escolas muitas vezes não têm, mas sabe o que eu fiz? Comprei um kit de instrumentos para possibilitar aos meus alunos das AEC do 1º ciclo terem contato com eles. Não quero com isto dizer que todos os professores tenham obrigação de o fazer, apenas quero demonstrar o quão importante considero que as crianças façam música recorrendo a instrumentos.

          • Helena Resende on 25 de Setembro de 2015 at 11:47

          De facto é da troca de ideias que formamos as nossas opiniões muitas vezes e detesto discussões inúteis como às vezes vejo aqui. Sim, compreendo que seja importante o recurso aos instrumentos e decididamente muuuito mais divertido para os miúdos! Pena é que tenha tido de os comprar do seu bolso, com o salário milionário de prof de AEC…:( Mas infelizmente é de pessoas como o Luís que precisamos para que as coisas possam resultar, sobretudo no interior, onde o investimento é zero. Espero que o prof de Música da minha filha sofra do mesmo que o meu caro interlocutor: amor por aquilo que faz! Bom ano letivo! 😉

          • Luís Gaspar Dâmaso on 25 de Setembro de 2015 at 11:55

          Muito obrigado e igualmente!

    • Rui Nunes on 23 de Setembro de 2015 at 22:08
    • Responder

    O meu filho entrou este ano para o 1. ano. Entra todos os dias às 9 horas e saiàs 17 e 30, todos os dias. À segunda, às 9 começa com Ed. Física. Para além disto, o mais grave, para mim é, miudos tão novos a fazerem horarios de trabalhador, sem tempo para serem crianças…ainda sou do tempo em que só tinha aulas de manha, no primeiro ciclo, e não foi por isso que fiquei mais mal formado, do ponto de vista do ensino….

      • Carla on 23 de Setembro de 2015 at 23:15
      • Responder

      Há muitos pais que só o que desejam é ter os filhos na escola 24 horas. Ainda bem que pensa assim e eu concordo. São muitas horas na escola.

    • :-) on 23 de Setembro de 2015 at 23:08
    • Responder

    Citando
    “Não se compreende o porquê de se continuar a optar pelas 25 horas letivas
    (mais 2 de Inglês no 3º ano). É contraproducente, tanto para docentes
    como para os alunos, mas isso só é visto por quem anda no terreno…”

    Algumas considerações:

    Começo pela conclusão:

    A carga de 25+2 é pesada para crianças e docentes mas permite diminuir os horários zero no 1ºCEB

    Explicando…

    O horário letivo a cumprir pelos alunos (já incluindo inglês do 3º ano) pode variar entre 22h 30m e as 27 horas.

    O horário do prof. 1ºCEB é de 25X60=1500m

    Quanto ao titular de turma ficar a “aboborar” pela escola, terá sempre que cumprir até 150m de “tempo de escola” para além das 25h. Assim poderá marcar atendimento aos EE na hora de inglês imitando os DT do 2º e 3º CEB em que a marcação pode ocorrer a qualquer hora do dia, realizar a vigilância do intervalo 30 ou 60m

    Se o docente cumprir apenas 23h letivas, além do que referi atrás, poderá completar as duas horas letivas em que sai da sala para dar lugar ao colega do GR 120 em apoio, substituição de coordenador de estabelecimento com redução letiva, subst. docente em amamentação,…

    Assim, o horário mantém-se igual ao do ano passado.

    E este caso, as 2h/turma que revertem para apoio poderão significar menos docentes a lecionar.

    Ex.

    AE com 24 turmas – horas de apoio= 24X4=96

    Turmas 3º ano e 4º ano – 12 turmas – Horas de apoio resultantes da diferença de 25h-22,5h = 30

    Soma 96+(-30)=66

    Em linhas gerais, as 2h30m que os docentes do 3º e 4º ano “dão” em apoio, implicam a perda de horário. Isto não aconteceria se os alunos tivessem as 25h curriculares + 2h de inglês.

    E se este esquema for aplicado ao 1º e 2º ano, então teremos não 30 mas 60h que os prof tit. turma assumem, pelo que surgirão mais 2,5 lugares ZERO

    Assim menos horas letivas para crianças, significa mais horários zero no 1º CEB

    “Elementar, meu caro Watson” 🙂

      • Marta on 23 de Setembro de 2015 at 23:13
      • Responder

      Mas o importante é melhorar o ensino ou aumentar o nº de professores necessários?

    • Pedro on 23 de Setembro de 2015 at 23:08
    • Responder

    Era bom que os alunos tivessem menos tempo na escola (das 9 às 15 como em Espanha ou máximo 16 para incluir a hora de almoço) e que os horários fossem mais organizados. Os professores dos outros ciclos tem casos piores que os que referiu, 1 aula às 8 e depois outra às 4 da tarde… andam a aboborar todo o dia (isto quando não é manhã e noite).

    • Cristiano Santos on 23 de Setembro de 2015 at 23:17
    • Responder

    Nos Açores, desde 2010 que o Inglês é Curricular no 1.º Ciclo do Ensino Básico. As crianças começam a sua aprendizagem (obrigatória) desde o 1.º ano. Os horários dos docentes de Inglês, assim como os horários dos docentes do 1.º CEB estão sujeitos a “furos”. Não vejo razão para tanto “alarido” e consternação.

    Algumas perguntas/esclarecimentos:

    1- “As atividades letivas iniciam-se às 9 horas ou até às 10 horas” – o que fazem as crianças desde a hora de chegada à escola até às 10 horas?

    2- “O Inglês pode aparecer a qualquer hora, ficando o titular de turma a “aboborar” pela escola durante esse tempo” – Julgo que os docentes do 1.º Ciclo, têm sempre bastante para fazer durante esses “furos” (corrigir trabalhos, planificar, preparar material, etc…) Não entendo como um profissional pode andar a “aboborar” na escola…

    3- “Não se sabe se isto tem de ser assim, ou se o esforço para conciliar horários é deixado de lado!” – O que entende por “conciliar horários”?

    No fundo, não compreendo qual o seu objetivo ao escrever este texto… Criticar a introdução de Inglês no 1.º CEB? Criticar o número de horas que um docente do 1.º Ciclo tem de cumprir? Criticar o número de horas que uma criança passa na escola? Não sei bem o que depreender do seu texto…
    O que posso partilhar com os pais que podem ler o seu texto é que nas escolas onde trabalho as crianças são felizes, aprendem, brincam, estudam, divertem-se, crescem… Não vejo nada de “contraproducente” por cá! E temos Inglês, Educação Física e, por vezes, música, expressão plástica e expressão dramática em qualquer momento do dia!

      • Marina on 24 de Setembro de 2015 at 0:24
      • Responder

      É por isso que estão no top do rankimg nacional!

        • Cristiano Santos on 24 de Setembro de 2015 at 1:43
        • Responder

        Ainda bem que o reconhece! 🙂 Se bem que não sei muito bem a que “rankimg” (entenda-se “ranking” – curiosamente um estrangeirismo Inglês) se refere! 😉
        Sabe precisar que lugar ocupam as escolas dos Açores?

    1. Excelente comentário!

    • Carol on 24 de Setembro de 2015 at 0:47
    • Responder

    Estou este ano nessa situação, em que entra a professora de inglês e tenho de ficar 1h à espera, depois mais meia hora para os alunos terem intervalo.Só volto às 16h30 e leciono até às 17h30.Mas o pior é ter alunos de 2.ºano (2 alunos e 1 é de ensino especial) que têm obrigatoriamente de sair da sala, mas ninguém consegue dar resposta, pois a professora do ensino especial não consegue ficar com os vários casos destes semeados pelo agrupamento (pois são de escolas diferentes) e não existe ninguém para apoiar.Então entra a boa samaritana que sou eu e vou para o vão das escadas ficar com estes 2 alunos,pois as escolas sem condições e espaço do nosso país estão a abarrotar.Triste e lamentável! Se este ano está assim para o ano onde irá chegar com inglês também no 4.ºano. Vamos criar um movimento de denúncia destas situações, pois cabe a nós fazer algo.

      • Armando Morais on 24 de Setembro de 2015 at 21:58
      • Responder

      Estarei na linha da frente a defender os interesses dos meus alunos

    • Dfpeixoto on 24 de Setembro de 2015 at 9:25
    • Responder

    Apenas os professores do 1° Ciclo e os Educadores estão habituados a 25 horas letivas. 25 horas vezes 60 minutos durante toda a carreira. É uma violência.

      • lidia on 24 de Setembro de 2015 at 14:14
      • Responder

      Pois mas como acham que não se faz nada de produtivo ninguém vê que os grandes alicerces estão efetivemente ai, e que um docente com 30 anos de serviço está efetivamente esgotado.

        • Armando Morais on 24 de Setembro de 2015 at 21:57
        • Responder

        Subsercrevo

    • BE on 24 de Setembro de 2015 at 14:43
    • Responder

    Acho que os professores titulares do 1º ciclo se queixam muito!!! Ou alguem acredita que é o interesse dos alunos que esta em causa!? Eles querem é entrar às 9 e sair às 15:30… esse sim é o seu interesse.

    1. Sem dúvida.

      • Eu on 24 de Setembro de 2015 at 22:46
      • Responder

      Só por maldade e desonestidade!!!! Ainda que seja esse horário… fazem mais 400 minutos que a digníssima colega… que tem dia livre e mais tarde de 4ª feira! (Aposto!!!) – Afixem os horários todos nos “placards” de entrada do Agrupamento!!

        • BE on 25 de Setembro de 2015 at 11:19
        • Responder

        Não percebi bem a sua posição. Entende que é falso o que afirmei, é isso? Eu tenho 7 anos de experiência em AEC e vi tudo o que afirmei. Podes discordar e até podes ser diferente. Abraço e bom trabalho.

      • Helena Resende on 25 de Setembro de 2015 at 10:18
      • Responder

      Verdade! E continuam a tratar os professores das AEC como intrusos, mesmo quando não lhes “desarrumam” o horário… Já não são advogados, psicólogos, sociólogos, etc (vulgo “técnicos das AEC), são professores profissionalizados como nós e ninguém merece as condições em que trabalham (horários de 5 horas, deslocações entre escolas, menosprezo por parte de colegas, pais e até alunos)…..enfim. É uma vergonha a divisão que há na nossa classe.

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  2. […] Este ainda foi um tema aqui no blogue na passada quarta-feira. […]

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