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22 de Setembro de 2015 archive

Há Quem Continue a Desesperar Com as Permutas

E após ter sofrido a bem sofrer ao longo das última semanas e tendo visto uma luz ao fundo do túnel no dia de ontem verifica que hoje também se encontra impedida de permutar.

 

Relato o caso conforme me chegou.

 

Sou professora do Quadro de Zona Pedagógica, este é o meu décimo sexto ano de serviço, e venho por este meio divulgar mais um impeditivo relativamente às permutas.
Inicialmente fui impedida de permutar tal como outras centenas de colegas, visto a primeira nota informativa vetar esse direito, com as condicionantes que estavam impostas.
Agora, com a 2 fase de permutas, estou novamente impedida (a aplicação não deixa avançar) pois e apesar de eu ser uma docente QZP, a aplicação “lê” que fui colocada numa escola com 13horas…Ora a minha componente letiva é de 22 horas,o meu horário é completo! Na lista de colocações e à frente das 13 horas aparecem as 22 horas!

 

Fazendo referência e de acordo com o Decreto-lei nº 83 A/2014, e passo a citar: ponto 1 do artigo 46:
1 — Aos docentes colocados nos concursos previstos nas alíneas a) e b) do n.o 1 do artigo 5.o e nas alíneas a) e b) do n.o 1 do artigo 28.o pode ser autorizada a permuta, desde que os permutantes se encontrem em exercício efetivo de funções no mesmo grupo de recrutamento e com igual duração e o mesmo número de horas de componente letiva.

Como é que a aplicação está apenas a assumir a carga horária ao invés da componente letiva?

Pf que impere o bom senso e retifiquem este ” entrave informático”

 

Mas tirando este caso, muitos outros colegas já me relataram que a permuta já foi efectuada e que ambos os directores já a autorizaram.
 
E fico bastante contente por isso, especialmente por saber que muitos conseguiram encontrar um permutante através da aplicação que criei para o efeito. Já para não falar na pressão que por aqui foi feita para a abertura desta segunda fase que permitiu muitos colegas pouparem centenas de KM por dia.
Se fosse possível fazer a contabilização das poupanças diárias que estes docentes vão conseguir com aquilo que foi pago para o investimento na aplicação com certeza que os benefícios foram muito maiores do que os custos que estiveram associados.
 
E claro que gostava de conhecer esses relatos.

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Aposta Para Hoje

… para 37 milhões.

euromilhoes 22 setembro

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“Há cada vez mais turmas com alunos de anos diferentes”

Já não estamos nos tempos em que os alunos se aglomeravam dentro da sala de aula, enquanto o espaço permitisse, e um professor apenas, ministrava os quatro anos de ensino… dizemos nós!!!

As turmas com vários níveis de ensino sempre existiram, só em alguns centros urbanos se conseguia eliminá-las. Nos agrupamentos rurais nunca se conseguiu tal feito, elas foram-se mantendo.

Hoje em dia, devido a muitos fatores, entre os quais a baixa taxa de natalidade, elas proliferam por todo o lado. A sua extinção está definitivamente adiada… tem de se deixar de pensar em extinção e pensar em apoiar essas turmas com mais docentes. Outra solução seria a diminuição do número de alunos por turma, politica em “contralinha” , já que este governo aprovou o seu aumento. Havendo, neste momento, escolas onde se confundem salas de aula com latas de sardinha. Isto é que é almejar o sucesso nas escolas publicas.

Deixem de constatar evidências e façam parte da solução…

 

(clicar na imagem para ler a denuncia)

sala

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As Razões da Saída de Mário Pereira da DGAE

Na entrevista dada ao Diário Económico Mário Pereira apontou as razões porque decidiu sair da DGAE.

Como já se sabia na altura, a BCE foi a principal razão para essa sua saída e quem conhece razoavelmente as questões técnicas de um concurso desta natureza sabe perfeitamente a sua impraticabilidade para ser bem sucedido. A BCE é um monstro criado por Nuno Crato, que ao invés de simplificar o processo de selecção de docentes a complica. Quem sempre criticou o mostro dos concursos centrados no MEC foi criar o maior mostro alguma vez visto nesta área.

Não sei se alguma vez foi tornado publico o parecer jurídico sobre a BCE, mas que o gostava de ler isso gostava.

 

nuno_crato

 

 

Porque é que decidiu sair do cargo de Director Geral da Administração Educativa há um ano?

Decidi sair por causa de uma intervenção do ministro da Educação na Assembleia da República. O senhor ministro da Educação e Ciência nunca me chamou para ser ouvido sobre o que se passou no concurso de colocação de professores nomeadamente, com a bolsa de contratação de escola, no ano passado . Por uma questão de delegação de competências este tema era da responsabilidade do secretário de Estado da Administração Escolar, com quem tive muitas reuniões. O secretário de Estado acompanhou e sabia a dificuldades que DGAE estava a ter ao organizar um concurso, num prazo que nunca se tinha feito. Muitas pessoas da DGAE estavam a trabalhar 24 horas, por dia. O senhor ministro também sabia o que estava a acontecer e visitou uma vez a DGAE a altas horas da noite. Uma visita que revoltou os funcionários porque esta sobrecarga de trabalho, resultava de falta de planeamento político e não de questões técnicas da DGAE.

O ministro conhecia o parecer jurídico que sustentava o caminho tomado na selecção de docentes através da bolsa de contratação de escola. Aliás, reuni com o secretário de Estado para analisar a questão da fórmula, antes desta ser aplicada, e a decisão foi para prosseguirmos tal como as escolas já vinham fazendo nos anos letivos anteriores na contratação de escola.

É a decisão política que gera todo o problema?

É uma decisão política e um director-geral que não tem competência para a contestar.

Nuno Crato disse que havia um erro na formula e responsabilizou a DGAE pelos atrasos nas colocações do ano passado…

Quando o ministro disse isso no parlamento senti-me atingido como director-geral e deixei de ter condições para continuar a liderar uma equipa que durante seis anos deu o melhor e fez um esforço sobre-humano, para que os concursos de colocação acontecessem. Sem gozarem férias com as suas famílias, muitos a trabalhar mais de dez, quinze e quase 24 horas por dia.

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3ª Sondagem do Blogue Para as Legislativas

Os resultado da primeira sondagem feita no blogue davam PSD/CDS à frente de PS e a segunda sondagem invertia essa tendência colocando PS e CDU à frente da coligação.

Nos últimos dias várias sondagens apontam novamente a coligação à frente do PS e o que pretendo é verificar qual a tendência de voto dos leitores do blogue a faltar menos de 15 dias para as eleições legislativas.

Julgo que esta será a última vez que farei uma sondagem sobre este assunto.

 

[polldaddy poll=”9089631″]

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A Saga de Monção Parece Não Ter Fim

E é curioso a diferença de posições entre os dois partidos da coligação neste tema.

Julgo mesmo que durante a legislatura actual o CDS acabou por ter um grande peso em muitas políticas educativas, em especial no enorme aumento da autonomia das escolas e na promoção dos benefícios das escolas com contrato de associação.

E se alguém precisar do CDS para governar os próximos 4 anos irá ter mais do mesmo.

 

Monção/Educação: Executivo Municipal dá luz verde à ‘bomba atómica’

 

 

monção

 

Acabou-se a paciência.

O Executivo Municipal de Monção aprovou esta segunda-feira, por maioria, uma proposta de corte de relações institucionais com o Ministério da Educação. “Não existindo até à presente data uma decisão de homologação da eleição do diretor do Agrupamento de Escolas de Monção, que se promova a denúncia unilateral do contrato de delegação de competências nº250/2009 e consequente não exercício das referidas competências em matéria de educação”, leu o presidente da Câmara Municipal, Augusto Domingues. A proposta refere ainda a “não afetação de qualquer pessoal não docente por parte da Autarquia para atividades educativas nas escolas afetas ao Agrupamento de Escolas de Monção, independentemente do vínculo contratual que possuam com o Município”. “Face ao não reconhecimento oficial por parte do Município da Comissão Administrativa Provisória (CAP) nomeada para o ano letivo 2015/2016 e face ao resultado inequívoco do último ato eleitoral para o cargo de diretor do Agrupamento de Escolas de Monção, reivindicar ao Ministério da Educação e da Ciência a nomeação do vencedor do referido ato eleitoral – o professor Sérgio Nascimento Gonçalves – como presidente de uma nova CAP a constituir, conferindo-lhe autonomia para a constituição da sua equipa até que as questões pendentes judiciais permitam a homologação do resultado eleitoral ou determinem a realização de novo processo eleitoral”, concluiu o autarca socialista.
Recorde-se que o presidente da Câmara esteve reunido com o Ministro da Educação na passada sexta-feira, em Lisboa. De acordo com Nuno Crato, para o assunto ficar resolvido, bastaria que um encarregado de educação desistisse de uma acção judicial movida contra a homologação de um diretor. Duas das três ações movidas desde 2012 já foram retiradas. Faltava ser retirada uma. Algo que não sucedeu até esta segunda-feira, o que conduziu à proposta emanada.

Do lado do PSD, a vereação mostrou total apoio às palavras lidas por Augusto Domingues. “É evidente que estamos de acordo. E até porque, se o Sr. Ministro dizia até aqui que não podia porque a lei não lhe confere o direito de poder avocar o processo e decidir, com esta proposta esse argumento já não pode vingar. Deixa de haver por parte do Governo qualquer tipo de justificação relativamente a esta matéria”, apontou António Barbosa. O vereador ‘laranja’ garantiu ao presidente da Câmara que, neste assunto, “terá sempre o apoio inequívoco do PSD, seja contra quem for e independentemente de qualquer interesse político-partidário”.
Opinião diferente foi mostrada pelo vereador do CDS/PP. Abel Batista considerou que esta proposta “é um problema em cima de um problema”. A justificar, o vereador centrista aponta “um bom funcionamento da delegação competências no Município, onde temos pessoal não docente, atividades extra-curriculares e onde temos a manutenção dos edifícios escolares. É uma situação que está a correr bem. É muito melhor em termos de proximidade do que se for feita pela Administração Central. Mudar um vidro torna-se muito mais complicado se tiver de pedir-se à Delegação Regional para mandar alguém cá verificar o vidro a ser mudado, quando isto pode perfeitamente ser feito pelos serviços do Município através da delegação de competências”. Por outro lado, continuou o autarca do CDS/PP, “o pessoal não docente das escolas seria muito melhor se fosse de proximidade” do que estar na dependência do poder central. “Se isto vier a acontecer, só vai acrescentar um problema ao funcionamento da escola”, rematou.
A proposta foi aprovada com os votos favoráveis do PS e do PSD. Abel Batista, pelo CDS/PP, votou contra. O documento segue agora para Assembleia Municipal, cuja próxima sessão está já marcada para esta sexta-feira.
O presidente da Câmara de Monção alertou a comunidade educativa presente nesta reunião de que pode não haver aulas na próxima segunda-feira.

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