Junho 2015 archive

Pessoas Primárias Dizem Coisas Primárias

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60 Dias Após a Publicação das Listas Provisórias

Ainda não há qualquer sinal para a publicação das listas de colocações.

 

Em 2009 passaram-se 46 dias.

Em 2013 passaram-se 50 dias.

 

Este ano já vamos com 60 dias.

Este é o quadro que tenho vindo a publicar desde Março e que se mantém com as interrogações nas datas das listas provisórias e definitivas.

Para quem queria antecipar tudo….

… ainda vão a tempo, porque em 2009 as listas saíram no dia 6 de Julho e em 2013 no dia 22 de Julho.

 

Mas os professores começam a ficar fartos de tanta espera.

 

datas

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SIGA

Mas pelo que conheço das escolas, o trabalho burocrático com esta plataforma em vez de reduzir irá aumentar.
Porque as escolas irão manter os seus grelhados e papeis e a plataforma será mais uma tarefa que não irá substituir os papelitos que as escolas inventam a cada ano.
A não ser que se ponha um travão nos papeis.

 

SIGA

Correio da Manhã (18-06-2015)

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Para Juntar à Lista

dos … pais “No” 1º Ciclo… Neste caso “No” 2º Ciclo.

 

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Jornal de Notícias (18-06-2015)

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Podes Repetir?

(…)“De forma alguma. São os alunos que estão a começar a adaptar-se melhor a este sistema”(…)”

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Mail da DGAE sobre os Contratos de Substituição Temporária

Bastou um simples artigo no dia de ontem para a DGAE esclarecer definitivamente a situação sobre a cessação dos contratos a termo incerto quando o titular do lugar não regressa.

Quem é amigo, quem é?

 

31 agosto

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Bastava Estar Presente Numa Reunião de Avaliação

… como a que estive hoje, para saber onde reduzir a carga burocrática.

onde se leu, releu, umas sei lá quantas páginas de acta, se fez relatórios analíticos (ainda não percebi para o que aquilo serve), preencheu-se uma dúzia de grelhados, com conteúdos não leccionados, relatórios de apoio de alunos que passaram e também dos que não passaram, ponto de situação dos alunos NEE e dos novos que vão entrar (sem grandes motivos aparentes) de planos de apoio para o próximo ano, das apreciações globais e individuais de cerca de 150 alunos, das avaliações de EMRC, das Actividades de Enriquecimento Curricular, dos Apoios Educativos, e mais coisas que já nem me lembro.

Claro que ao fim de 2 horas e meia disse que não estava disponível para estar mais tempo na reunião e que a mesma tivesse continuação amanhã.

Acabei por ceder aos apelos para que a reunião ainda acabasse hoje.

Mas durou 4 horas.

 

Passos promete estudar redução da carga burocrática dos professores

 

Passos promete estudar redução da carga burocrática dos professores

 

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, considerou hoje que é difícil saber como se pode reduzir a carga burocrática dos professores portugueses, mas prometeu estudar mais o assunto para ver em que medida é possível ir mais longe.

 

Neste contexto, Passos Coelho concluiu: “Nós temos a obrigação de clarificar um bocadinho melhor esta questão e ver em que medida podemos ir mais longe e melhorar – com isso ajudaremos também a melhorar a média da OCDE – para colocar os nossos professores, tanto quanto possível, naquilo que é a disponibilidade da sua missão principal, que é organizar os tempos letivos, dar as aulas, evidentemente, e ao mesmo tempo preparar as suas lições”.

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… pais “No” 1º Ciclo…

images1ZFNQF2VAté hoje, tenho evitado falar da relação professor de 1º ciclo/encarregados de educação e/ou pais. Entenda-se, desde já, que também sou pai e o que aqui escrevo, com certeza, não “servirá” a todos.

Como professor “primário”, cada vez mais, me sinto professor das crianças e educador dos encarregados de educação. Já me vi em todo o tipo de situações e tive de as resolver conforme soube e pude.

Deparamo-nos com várias “espécies” de pais, na nossa profissão e nos tempos que correm… Há, os interessados, os desinteressados, os protetores e os que não querem saber, os progenitores e os “outros”, aqueles que “criam” e os que são “criadores”, e muitos mais espécimes…nós, professores, temos que lidar com todos eles.

Como já “disse”, nesta profissão, já vi um pouco de tudo. Vi a criança que almoçava uma fatia de piza, a meias com a irmã. A mãe que, no supermercado, confundia os pacotes de leite para a filha com os de vinho ou seja, lá em casa, leite não entrava. A mãe que deixava a filha ir passar o fim de semana a casa das funcionárias da escola, onde a mesma, era devidamente alimentada e higienicamente tratada. A que, no dia 26 de dezembro, deixou 3 filhos à porta dos avós, com as roupas embrulhadas nuns lençóis e foi viver a vida. A criança a quem o professor, de segunda a sexta, providenciava o jantar, uma vez que, em casa, essa refeição era coisa rara. O pai que, se esqueceu do filho na escola e só se lembrou do rebento quando as autoridades lhe bateram à porta acompanhando o mesmo (telefones não se atendem). Mas, no dia seguinte foi à escola acusar as professoras de lhe quererem estragar a vida. A mãe que telefonou ao professor a pedir opinião se levava a filha, com 38 graus de febre, à escola ou ao hospital”. A outra, que quando deparava com a informação telefónica, por parte do professor, de que o filho tinha partido um braço, enquanto brincava no recreio, informou o mesmo que não iria com ele ao hospital, “se ele tinha partido o braço na escola, a escola que fosse ao hospital com o rapaz”. Os pais que que não se apercebiam que o filho, ao almoço, “bebia bebidas alcoólicas”, mas estavam todos juntos ao almoço. Aquele pai que, às 14h30m, apareceu na escola para levar o filho com ele porque… “preciso dele para ir às vacas”. A criança que quando questionada se tinha andado a lutar com gatos respondeu… “foi a minha avó que me arranhou a cara toda…”. A mãe que me dizia que a filha não lhe tinha mostrado os recados que o Sr. Professor escrevia na caderneta, desconhecendo completamente o que se passava com a filha. A que, não lê os avisos e acusa sem ver se andavam perdidos na mochila da mesma. As muitas coisas que já me disseram… O pai que, se dirige à escola para saber o porquê do filho, que frequentava o 1º ano não ter direito ao cheque dentista, e a quem tinha sido explicado que só no ano seguinte, o aluno, teria direito a tal. Mesmo assim, deixou no ar que a professora os guardava para os seus próprios filhos. A mãe que, queria casas de banho aquecidas, para que o filho não se constipasse quando lá se deslocasse para fazer o seu “chichi”. A que, quando confrontada pela birra do seu petiz para ficar na escola, lhe promete um “tablet” para a hora do intervalo, desse mesmo dia. O pai que, não concorda com as interrupções letivas, porque não tem onde, nem a quem, deixar o seu filho. A mãe que diz à filha, depois de uma conversa com o professor, “quando o teu pai chegar a casa vai falar contigo. Já te tinha avisado que não tens de mexer no que é dos outros” (quando, infelizmente, o exemplo vinha dele por estar preso por furto). Os pais que, em setembro, aparecem na escola sem saber que os filhos tinham sido retidos no ano anterior, ficando muito revoltados, porque até já tinham comprado os livros (atender telefones, ler cartas da escola e aparecer às reuniões para “conhecimento” da performance académica dos filhos, não é muito a “onda” em que “surfam”). E os que me tiram do sério são os que me dizem, “Sr. Professor, já não sei que lhe faça”, (queres ver que eu tenho, mesmo, de lhes dizer o que fazer)… Podia escrever um livro se continuasse a enumerar os tantos exemplos que vi e vivenciei…

Durante os anos de exercício na minha profissão, cheguei à conclusão que, há pais e pais… há até aqueles que, se pudessem, iriam à escola dar um “beijinho” no rebento ao domingo, depois da missa, e, lhes telefonariam um dia, a meio da semana, se tivessem tempo!…

Pelo 1º ciclo é assim… há que ser professor, há que ser “pai”, “avô”, conselheiro… de alguns encarregados de educação!…

 

 

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Os Exames de Hoje

Português-239
12.º Ano / 1.ª Fase

17.06.2015, 09:30

Português-639
12.º Ano / 1.ª Fase

17.06.2015, 09:30

PLNM intermédio-839
12.º Ano / 1.ª Fase

17.06.2015, 09:30

Latim A-732
11.º Ano / 1.ª Fase

17.06.2015, 14:00

PLNM-93
9.º Ano / 1.ª Fase

17.06.2015, 09:30

PLNM-94
9.º Ano / 1.ª Fase

17.06.2015, 09:30

 

 

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A Ler

As duas troikas e a comunicação social – Santana Castilho

Faz queixa ao sargento – Pedro Ivo Carvalho

Educação: pilar da democracia ou negócio? – Elvira Tristão

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Acho Bem

… porque essa lista de doenças incapacitantes já se encontra ultrapassada.

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A Notícia do Óbvio

Ou não fosse este ano, ano de eleições.

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Correio da Manhã (17-06-2015)

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O Despacho da Organização do Ano Escolar na Comunicação Social

Agrupamentos terão mais horas para gerir escolas

 

 

Sugestão foi apresentada hoje à FNE e à Fenprof. Governo também quer dar mais tempo aos avaliadores

 
 

Os agrupamentos cujas escolas ficam muito distantes vão ter mais horas para gestão dos estabelecimentos e os professores responsáveis pela classificação de exames terão direito a mais tempo, segundo uma proposta do Ministério da Educação.

Estas são duas das quatro propostas de Despacho de Organização do Ano Letivo de 2015/2016 apresentadas hoje aos representantes da Federação Nacional da Educação (FNE) e da Federação Nacional de Professores (Fenprof) pelo secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário.

No final das reuniões para discutir a proposta, as duas estruturas sindicais voltaram a criticar o que consideram ser um atraso na divulgação do diploma que define regras de funcionamento das escolas e acusaram o Ministério da Educação e Ciência (MEC) de “desrespeitar os professores” (Fenprof).

No ano passado, o diploma foi publicado a 26 de maio e “este ano ainda não existe sequer um documento definitivo”, afirmou o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, em declarações à Lusa, voltando a lamentar o facto de todos os anos serem publicados despachos em vez de existir um “quadro legal estável”.

Lucinda Dâmaso, da FNE, acrescentou o facto de “terem sido apenas apresentados alguns pressupostos do que irá estar no despacho”.

De acordo com as duas estruturas sindicais, as linhas principais hoje apresentadas não trazem grandes mudanças em relação ao ano passado, tal como vinha sendo prometido pelo MEC.

No entanto, as escolas vão ter mais horas para apoio às TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação), os professores poderão ter menos horas de trabalho em sala de aula e será “tido em conta o tempo necessário para tarefas inerentes à execução do trabalho de classificação de avaliação externa dos alunos”, lê-se no documento do MEC entregue hoje aos sindicados.

No que toca ao crédito horário dado às escolas para as TIC, Mário Nogueira diz que “será apenas uma hora para cada oito turmas, ou seja, não terá qualquer impacto”.

Já sobre o tempo extra que será dado aos docentes que fiquem responsáveis por avaliar as provas, as duas estruturas sindicais têm opiniões diferentes sobre os destinatários da medida: a FNE diz que se dirige aos docentes que venham a ser corretores da prova de inglês do Cambridge enquanto a Fenprof acha que se refere aos avaliadores dos exames e provas nacionais.

Sobre a possibilidade dada agora pelo ministério de os professores poderem ter mais de metade do seu horário para atividade pedagógica, a Fenprof entende que a medida será de difícil aplicação, já que as escolas têm autonomia para gerir os créditos horários mas não lhes são atribuídas mais horas.

Para Mário Nogueira, “o Ministério da Educação dá mais autonomia às escolas mas é para fazer a gestão de escassez das horas de crédito que atribui”.

À saída da reunião, Lucinda Dâmaso sublinhou que ficaram questões por responder, como o pedido que tinha sido feito de ser considerado no horário dos professores as deslocações que alguns têm de fazer dentro das escolas do seu agrupamento.

“Há agrupamentos em que as escolas distam muitos quilómetros e os professores têm de fazer essas viagens para dar aulas. Defendemos que esse tempo deveria ser considerado, mas só haverá aumento de crédito horário para os órgãos de gestão”, disse à Lusa.

No documento entregue hoje aos sindicatos, o MEC refere precisamente que no próximo ano letivo será atribuído crédito adicional para gestão de agrupamentos com um grande nível de dispersão dos seus estabelecimentos.

 
DOAL

Jornal de Notícias (17-06-2015)
 
CMCorreio da Manhã (17-06-2015)

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Comunicado da FNE ao Despacho de Organização do Ano Escolar

Despacho de Organização do Ano Letivo – Propostas do MEC não resolvem questões importantes

 

 

Em reunião realizada esta manhã ontem no Ministério da Educação e Ciência, a FNE ficou a conhecer um conjunto de princípios orientadores que a tutela pretende ver consagrados no Despacho de Organização do Ano Letivo 2015-2016.

Apesar de considerarmos como positivas algumas alterações que o MEC quer ver introduzidas, e que vêem ao encontro das nossas propostas, a FNE considera que são insuficientes face às necessidades efetivas das escolas, tendo em vista o bom funcionamento do próximo ano escolar e a garantia de uma resposta educativa de qualidade e com equidade.

Ainda sem conhecer o conteúdo integral do documento, sublinhamos como negativo o facto de ficarem por resolver, entre outras, as seguintes questões:

  • A da equidade do tempo de trabalho entre professores, nomeadamente, o tempo de trabalho dos professores do 1.o ciclo que continuam a não ver uniformizado o conceito de hora de trabalho e o número de horas de trabalho semanal dentro dos estabelecimentos de ensino;
  • A consideração do tempo de trabalho gasto na deslocação entre escolas do mesmo agrupamento, como tempo letivo;
  • A não consideração do tempo destinado à vigilância dos alunos nos intervalos, como tempo letivo de trabalho;
  • A diminuição do número de alunos por turma, que não devia ultrapassar os 24 alunos;
  • A limitação do número de turmas e de níveis a atribuir a cada professor;
  • A regulação do número de horas semanais destinadas a reuniões dentro da escola;
  • A atribuição de mais horas de redução aos professores que desempenham cargos de coordenação e gestão intermédia das escolas;
  • Limitação do número de horas da componente não letiva de estabelecimento aos professores que tenham mais do que 100 alunos.

De qualquer modo, nesta reunião foi ainda possível obter junto do MEC a garantia de introdução de alguns ajustamentos importantes, entre eles:

  • Aumento do crédito de horas de apoio à gestão para agrupamentos com um grande nível de dispersão dos seus estabelecimentos;
  • Introdução de mais horas adicionais de crédito para a área do apoio às TIC a incluir na componente de apoio à gestão e na componente para atividade pedagógica;
  • Mais do que 50% do horário docente pode ter horas para atividade pedagógica do crédito horário.
  • É tido em conta o tempo necessário para tarefas inerentes à execução do trabalho de classificação de provas de avaliação externa dos alunos.

Finalmente, ficaremos a aguardar pela publicação do Despacho, altura em que teremos a oportunidade de verificar se o Ministério da Educação e Ciência terá em consideração as propostas remetidas pela FNE.

Lisboa, 16 de junho de 2015

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O Powerpoint de Apresentação do DOAL

Clicar na imagem.

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Artigo e Sondagem da Semana – ComRegras

Tem _______ para ser professor? Faça o teste

 

parque infantil

 

“Coragem… capacidade… vontade… paciência… eis algumas das palavras que podiam completar a frase. Se pensaram noutras fica à vossa inteira responsabilidade… 😉
Durante as interrupções escolares, ou até mesmo nos fins de semana, é frequente levarmos os nossos filhos aos parques infantis. Numa próxima oportunidade, proponho-vos que em vez de ficarem a jogar “candy crush” ou a pensar no episódio da novela, façam um simples teste de introspeção.

Nota: no parque têm de estar umas 20, 25 crianças para validar o exercício.”

 

Resultados da Sondagem da semana anterior e Análise

 

Equipas-disciplinares

 

Sondagem da Semana:

 

Quantas participações disciplinares fez ao longo do ano letivo 2014/2015?

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Há Quem Deseje a Norma Travão

E vá seguir com uma queixa contra o estado.

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Diário Económico

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A Ler

lançamento do ano lectivo por despachar – Correntes
 

PROFESSORES LUSOS: São propostas, senhor… São propostas…

 

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Interessante: Portal Infocursos

Portal Infocursos já tem dados atualizados para candidatos ao ensino superior

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Uma política de educação para a próxima legislatura – PÚBLICO

Professores da Mealhada protestam contra a municipalização do ensino | Notícias de Coimbra

 

Professores de Matemática duvidam da eficácia dos exames na aprendizagem dos alunos – RTP

Professores de Português vêem alunos no bom caminho – RTP

Os pontos fracos dos alunos do 4.º e 6.º anos a português e matemática – Observador

Percentagem de negativas a Matemática é ainda muito elevada e preocupa – PÚBLICO

Médias do 4.º e do 6.º ano com inédito “pleno” de positivas – Portugal – DN

Médias dos alunos do básico pela primeira vez positivas em todas as provas

Avelino Meneses manifestou agrado com resultados nos exames do 4.º e 6.º anos

 

Ensino artístico vai ser financiado na totalidade pelo Orçamento do Estado – TSF

Educação pelas Artes na Madeira é aposta ganha e para continuar, garante secretário Jorge Carvalho | DNOTICIAS.PT

Sindicato da PSP critica vigilância nas escolas por militares – Sábado

Constitucionalista: Ter militares nas escolas é “ideia estapafúrdia” – DN

Alunos que saem para fazer investigação tornam-se agentes económicos | Económico

Mais de 4000 alunos abandonam licenciaturas em 2014 – Correio da Manhã

Há menos estudantes a abandonarem a universidade no 1.º ano – Observador

Braga TV – Município atribui Bolsas de Estudo para aulas de Dança e Música

Secretaria da Educação recebe audiência de trabalho | DNOTICIAS.PT

 

Fortaleza de Sagres acolheu grande festa da leitura no Dia de Portugal | Sul Informação

Exposição de gravuras “A Divina Comédia” de Salvador Dalí é inaugurada em Lisboa – RTP

Teatro Experimental do Porto leva ao palco o “injustamente” esquecido Ödön Horváth – RTP

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É Ver Miúdos de 12-14 Anos Em Roda Livre À Noite – Pais Mas Pouco…

O que faz o álcool ao cérebro dos jovens – Observador

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O Melhor Sumário Sensorial De Sempre

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O Lusitano Fafe É Que Tem Razão…

Quer filhos mais inteligentes? Mude-se para o campo – Observador

Adenda:

Esta colega é que faz bem.

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O Explicas-me na TVI

Uma ideia bastante inovadora que já divulguei aqui.

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Porque É Que Eu Estou Aqui?

 

Porque eu poderia estar noutro lugar, quiçá daqueles pálidos, enquanto os arautos das dependências deles gritam baixinho por partos alheios,

 

E sim, sou e vejo-me meramente louco face à loucura que não me prende, chamo a esse estado o domínio das entranhas,

 

O que eu sei? Ai, sei que o desconhecido, que o não controlado, que o não esperado -. porque ainda se acredita nas manhãs de auto-nevoeiro e na estima espelhada – provocam, em junção, a insegurança perante o facto e o acto,

 

Enquanto isso, não duvidem que me divirta perante todos os donos de todas as fufas medievamente obscuradas!

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Resultados das Provas Finais do 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico

AFIXADOS OS RESULTADOS DAS PROVAS FINAIS 1.º E 2.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO

 

 

As Provas Finais do 1.º ciclo foram realizadas em 1100 escolas de acolhimento, pertencendo os alunos a 4200 escolas de origem. As provas finais do 2.º ciclo foram realizadas em 1133 escolas. Ambas as provas abrangeram todos os alunos de Portugal Continental, das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira e alunos das escolas com currículo português no estrangeiro.

Na 1.ª fase das Provas Finais dos 1.º e 2.º ciclos, foram realizadas 195 852 provas no 4.º ano de escolaridade e 213 720 provas no 6.º ano de escolaridade, referentes às disciplinas de Português (41 e 61), de Matemática (42 e 62) e de Português Língua Não Materna (63 e 64). No processo de classificação das provas foram mobilizados 10 781 professores dos 1.º e 2.º ciclos. Os resultados são afixados hoje nas escolas.

Em 2015, as médias das classificações foram as seguintes:

  • Português (41), 1.º ciclo – 65,6%;
  • Matemática (42), 1.º ciclo – 59,6%;
  • Português (61), 2.º ciclo – 59,5%;
  • Matemática (62), 2.º ciclo – 51,0%.

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10 Medidas da FENPROF para o DOAL

Que pouco deve valer tendo em conta que o Despacho de Organização do Ano Lectivo já deve estar pronto e a cegueira do MEC em implementar benefícios ao funcionamento do ano lectivo para os professores.

 

 

DEZ MEDIDAS PARA MELHORAR A ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICA E O FUNCIONAMENTO DAS ESCOLAS, BEM COMO PARA RESPEITAR UM DESEMPENHO DOCENTE DE QUALIDADE

 

 

1. À função de direção de turma é atribuída, por norma, uma redução de 3 horas letivas, podendo, excecionalmente, esta redução ser diferente, mas nunca inferior a 2 horas;

2. As reuniões de natureza pedagógica são incluídas na componente de estabelecimento dos docentes, sendo, no máximo, de 2 horas semanais;

3. Todas as atividades desenvolvidas diretamente com alunos na sua componente curricular ou que constituem reforço desta integram a componente letiva dos docentes;

4. No ensino básico, os professores dos 2.º e 3.º ciclos (tal como os do ensino secundário) não podem ter turmas de mais de 2 disciplinas/níveis, de 3 programas ou de 5 turmas e os do 1.º ciclo só excecionalmente podem ter 2 anos de escolaridade por turma;

5. O tempo de deslocação entre estabelecimentos do agrupamento é contabilizado no horário dos docentes;

6. Os intervalos, também no 1.º ciclo do ensino básico, são contabilizados no âmbito da componente letiva;

7. À função de coordenação de estabelecimento deve ser atribuída uma redução letiva que respeite a exigência da função, sendo, no mínimo, de 50%, mas podendo ser total;

8. À função de coordenação de departamento devem ser sempre atribuídas reduções da componente letiva, incluindo aos coordenadores do 1.º ciclo e da educação pré-escolar, sendo as mesmas estabelecidas em função do número de membros dos departamentos,

9. As turmas que incluem alunos com necessidades educativas especiais devem respeitar escrupulosamente os normativos legais estabelecidos: máximo de 20 alunos e de 2 com NEE;

10. É previsto um número de horas (redução ou contratação) para manutenção de equipamentos ou redes informáticas.

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Na República das Bananas Ainda Há Quem Vá à Luta…

É vergonhoso só mexerem o rabo (preso) porque existe alguém que não se acobarda e denuncia.

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Alguém Tem Dúvidas?

… que o que se anda a fazer no reino das contratações de escola foge muitas vezes à legalidade?

 

Contratações pelas escolas postas em causa pela Provedoria da Justiça

 

Critérios de contratação para as Actividades de Enriquecimento Curricular “podem colidir com o direito fundamental de acesso à função pública em condições de igualdade e liberdade”.

 

 

A Provedoria da Justiça detectou irregularidades na contratação de pessoal para as Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC) nas escolas e apresentou recomendações ao Ministério da Educação para tentar evitar que estas situações se repitam. A discriminação positiva de candidatos por já terem trabalhado nas AEC ou na escola que procura novos técnicos ou terem como critério viverem na zona foram algumas das situações indicadas no relatório enviado ao secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar.

 

Provedor de Justiça alerta para irregularidades na contratação de técnicos responsáveis pelo desenvolvimento de atividades de enriquecimento curricular

 

O Provedor de Justiça recebeu diversas queixas apresentadas por candidatos a procedimentos de seleção e recrutamento de técnicos responsáveis pelo desenvolvimento de atividades de enriquecimento curricular, promovidos para o ano escolar de 2014/2015.

 

A apreciação destas queixas, a consulta e análise de diversos avisos de abertura dos concursos, bem como a intervenção junto das entidades visadas, evidenciaram invalidades e irregularidades que levaram o Provedor de Justiça a endereçar ao Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar um conjunto de reflexões e sugestões, com o intuito de evitar a repetição dos problemas ocorridos e, assim, contribuir para o aperfeiçoamento da ação administrativa.
Em tal comunicação, foram designadamente assinalados os principais problemas detetados na adoção e aplicação de requisitos e critérios de avaliação, bem como a necessidade de adotar práticas e regras procedimentais que promovam uma conciliação mais equilibrada entre os direitos e interesses dos candidatos, e o interesse público na célere contratação dos técnicos responsáveis pelo desenvolvimento de atividades de enriquecimento curricular.
O ofício enviado ao Secretário de estado do Ensino e da Administração Escolar pode ser consultado aqui.

 
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Alguém Previa o Contrário?

Alunos do 4.º e 6.º ano tiveram melhores médias nos exames de 2015

 

Resultados dos exames subiram entre os 1,6 e os 3,7 pontos percentuais

 

As médias das provas finais do 4.º e 6.º ano, realizadas em Maio por mais de 200 mil alunos, voltaram a subir, segundo mostram os resultados das provas divulgados nesta terça-feira pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC), já depois de terem sido afixadas as pautas nas escolas.

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Hoje Não Sai Nada

Pode ser que assim inverta a tendência negativista que por aqui vai.

 

euromilhoes 16 junho

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A Sentença Favorável da Cessação do Contrato

Este é um dos maiores problemas que os professores contratados vivem neste momento, nomeadamente os professores que estão em contratos de substituição a termo incerto por substituição do trabalhador ausente.

Se o trabalhador ausente regressa ao serviço existem normas claras para o termino do contrato no caso do trabalhador regressar:

 

Decreto-Lei 83-A/2014

SECÇÃO VI

Contrato

Artigo 42.º Contrato a termo resolutivo

9 — O contrato destinado à substituição temporária de docente vigora pelo tempo necessário à sua substituição ou até ao 3.º dia útil a contar do dia imediato ao da apresentação do docente substituído, sem prejuízo do disposto no número seguinte.

10 — No caso do docente substituído se apresentar durante o período de realização dos trabalhos de avaliação, o contrato mantém-se em vigor até à sua respetiva conclusão

 

Quando o trabalhador ausente não regressa, algumas (senão a maioria) das escolas cessa o contrato de trabalho a termo incerto de forma unilateral com o docente que se encontra a substituir.

A sentença seguinte vem dar razão a uma docente que seguiu para tribunal por a escola ter cessado o seu contrato de trabalho antes do dia 31 de Agosto.

A única alegação do MEC é que o contrato de trabalho não tinha de se prolongar até 31/08, admitindo que a lei o permite fazer.

E qual foi a decisão do tribunal?

Que estamos perante uma cessação ilícita do contrato porque ocorreu antes do momento da verificação do termo incerto que justificou a celebração do contrato, isto é, ante tempore.

A escola foi condenada a pagar indemnização pelo período em falta até 31 de Agosto, bem como a contar esse tempo de serviço em falta.

O que estão à espera para seguir com as cessações ilícitas de contrato para tribunal?

Ainda por cima poderão não ter custas judiciais porque encontram-se em situação de desemprego.

Sigam, junto dos vossos sindicatos, com esse processo e pode ser que de uma vez por todas as escolas percebam que não podem fazer o que querem e bem lhes apetece, não sei se a mando do MEC ou apenas para mostrar galões.

 

Sentença
titulo

Alegação da docente
alegacoes

Alegação do MEC
alegacao MEC

Extratos da sentença
lei
lei2

Decisão
decisao

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Blogosfera – Assistente Técnico

Sobre o término dos contratos (que contratos???? se a maioria ainda não foi assinado) que varia de escola para escola.

 

Adeus (a Alguns) Professores Contratados

 

 

Existem N versões sobre a data de saída, digo, termo de contrato para os docentes contratados.

Alguns…

ficam ao serviço até ao término das reuniões de avaliação e de seguida gozam as férias;

outros ficam até ao último dia de aulas, deixam as propostas de avaliação ao diretor de turma e gozam as férias;

Outros os diretores estimam serviço garantido até 01 de Agosto. De seguida gozam férias. Ponto Final.

Outros os diretores garantem serviço (chamam-lhes alguns serviço de “informatização”) até 31/08/2015, já com as férias, claro!

Consta a existência de outra técnica, marcar uma reunião para a última semana de Agosto…

Aqueles que tiveram a sorte de classificar provas / exames ficam por mais uns dias também… (estes até “pagam” para corrigirem 2ª fase e reapreciações, se fosse preciso)

Por vezes não é uma questão de igualdade a regra, mas de entendimento.

Depois alguns admiram-se que a DGAE solicite o registo biográfico/cópia do(s) contrato(s)… (ficaram tantos por “inspecionar”) , mas como é que se pode comprovar ato ilicito no termo do contrato ? Não podem. Daí que deviam/podiam investigar os horários que foram alterados desde o primeiro dia, isto é, lançados com 8 horas e no dia de apresentação ficam com 22horas.

Ups , mas isso também não podem 🙂 Porque não existem os contratos… nem aditamentos. Lá teremos de pagar ajudas de custo para assinarem os mesmos.

cada diretor faz o que quer, não existem regras! Digo, controlo das mesmas…

É uma questão do Agrupamento Sorte ou Azar.

Falta de planeamento por vezes implica aumento de despesa pública.

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FNE em Reunião com o MEC Sobre o DOAL

Possivelmente para apenas ver o Powerpoint de apresentação, já que o MEC entende que este despacho não é de negociação obrigatória.

 

FNE lamenta atraso na apresentação do Despacho de Organização do Ano Letivo

 

 

FNE lamenta atraso na apresentação do Despacho de Organização do Ano Letivo
A FNE lamenta que só agora tenha sido convocada para uma reunião com o Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, a realizar amanhã, dia 16 de junho, pelas 09h30,no Palácio das Laranjeiras, para análise e auscultação da proposta de Despacho de Organização do Ano Letivo de 2015/2016. Tardiamente, o Ministério da Educação e Ciência convoca os sindicatos para apresentar um dos documentos basilares da qualidade da operacionalização do sistema educativo.

Por diversas vezes, e em variados contextos, a FNE alertou a tutela para a necessidade de se discutir, atempadamente, o despacho que irá orientar o trabalho das escolas no próximo ano. Aliás, já a 13 de março, tivemos oportunidade de enviar ao MEC um conjunto de propostas de alteração do referido despacho, de forma a permitir consagrar as orientações adequadas às exigências que são determinadas para o bom funcionamento das escolas.

Há muito que a FNE reclama que o despacho de organização do ano letivo deverá ser um documento claro, completo e simples. Pelo contrário, o que temos verificado é que as opções consagradas em regulamentações anteriores não se revelaram adequadas. Pelo exposto, a FNE considera essencial que a proposta, que será apresentada amanhã, deverá contemplar um conjunto de normas e regras que têm de garantir:

– O escrupuloso respeito pelo tempo de trabalho docente individual;
– Um limite ao número de alunos/níveis com que cada docente trabalha;
– Um limite ao número de reuniões para que um docente pode ser convocado;
– Um limite à entrega de planos, relatórios ou outros documentos inúteis;
– Um limite de turmas e de alunos a atribuir a cada professor;
– Que todo o trabalho realizado com os alunos seja incluído na componente letiva dos professores;
– O respeito pelo número máximo de horas da componente não letiva dos professores do 1º ciclo, que se encontram sobrecarregados de tarefas (vigilância de intervalos, coordenações e outras);
– A necessária redução do tempo de trabalho para os técnicos superiores, assistentes técnicos e assistentes operacionais das escolas para participação nas reuniões dos órgãos da escola a que pertencem.

Porto, 15 de junho de 2015

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Diretores de escolas públicas querem maior estabilidade para alunos, pais e professores – RTP

Expresso | Um milhão de provas, centenas de agentes e alguns nervos à mistura

Exame de Português do 9.º “acessível” para alunos e professores – PÚBLICO

Expresso | Acessível e menos exigente: a análise ao exame de Português do 9º ano

Exame de Português do 9º ano foi acessível – TSF

Professores de Português confiantes em classificações satisfatórias na prova final | Diário Digital

Exame de Português fácil e Filosofia com algumas rasteiras, dizem alunos e professores – RTP

Exames do ensino secundário com menos inscritos – Renascença

 

Exames nacionais: nunca diga isto aos jovens que os vão fazer – Observador

Exames nacionais: 7 técnicas para (melhor) estudar com a ajuda da tecnologia – Observador

TeK > Extras > Site do Dia > Em época de exames todas as ajudas são bem vindas

 

“Exames acabam por legitimar abandono de certos alunos” – Renascença

Exames nacionais para quê? – Rui Hortelão – Correio da Manhã

Expresso | Os exames da mediania

Directores e Encarregados de Educação contestam exames – Sábado

Pais e diretores contestam exames – Correio da Manhã

 

Educação pelas Artes na Madeira é aposta ganha e para continuar, garante secretário Jorge Carvalho | DNOTICIAS.PT

Diretores escolares e sargentos chumbam ideia de militares a vigiar escolas – RTP

SIC Notícias – Diretores escolares criticam “medida avulsa” de militares nos recreios

FNE convocada para reunião com o Governo na terça-feira

Fenprof diz que gestão de professores não deve ser competência das câmaras municipais – RTP

Professores de português na Suíça em greve – Correio da Manhã

Escola onde ia passar a terceira ponte sobre o Tejo continua ao abandono – PÚBLICO

 

Porta da Estrela – Secundária de Seia comemora 40 anos e uma década de ensino profissional

Novas experiências para cerca de 300 crianças

Ano letivo do Agrupamento de Escolas de Alcoutim encerrou em festa

Rádio Elmo Online – Pinhel poderá vir a ter um Pólo da Ensiguarda, Escola Profissional da Guarda.

Correio do Minho – Agrupamento D. Maria II venceu prémio Ilídio Pinho

Correio do Minho – Escola EB1 de Fraião celebrou cinquentenário

Radio Portalegre – Marvão:Município cria Banco de Materiais e Livros Escolares

 

Festival Literário de Bragança: o espanto e o deslumbre provocados pelos livros | Cultura | Diário Digital

Fundação Joana Vasconcelos atribui bolsas a alunos da Universidade de Évora | Diário Digital

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Coiso Mais IVA

 

… não acaba porque rende IVA.

Ligue já!

 

 

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Pelo Menos Têm Dois Palmos de Testa…

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A Pandilha do Centrão e os Negócios Debaixo da Mesa…

(…)Esta é uma reportagem de investigação séria, rigorosa e bem documentada que fiz durante os últimos dois meses.

O objectivo era entender porque é que deitamos para o lixo aquilo que depois gastamos milhões a comprar ao estrangeiro. Nada disto faz sentido mas, depois de fazer uma caminhada histórica pela documentação a que tive acesso, percebi que Portugal nunca foi “dono” do seu próprio plasma.

O facto é que esta reportagem começou a incomodar, antes mesmo de ser emitida.

Uns, cobardes, avançaram para uma campanha difamatória nas redes sociais.

Outros, corajosos, anunciaram um “Programa Estratégico Nacional de Fraccionamento de Plasma Humano para 2015-2019”, em final de mandato.

Em mais de  25 anos de profissão, nunca me tinha acontecido conseguir “resolver” um problema nacional nove horas depois da emissão da promoção a anunciar a minha grande reportagem.

Mas este não é um problema deste governo.

Este, é um problema nacional que ATRAVESSA vários governos,do PSD e do PS de Sócrates.

No meio de toda esta embrulhada, o que honestamente mais me preocupou durante toda a investigação foi como prevenir o efeito imediato desta reportagem nos 500 mil dadores portugueses. (…)”

 

E depois aparece este gajo, verdade se diga vocês entendem-se sempre, fazem de conta é que têm arrufos isso sim:

‘Não há razão de princípio para que o PS não se possa entender com o PSD’

Podem esperar sentados pelo meu votinho.

Ninguém tem vergonha na cara?

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Na República das Bananas As Investigações Ficam Todas em Águas de Bacalhau…

(…)“Pode ser que o estudo obrigue a que a situação seja mesmo investigada. Isto porque até agora nada do que relatei parece ter sido investigado, apesar de terem dito em Fevereiro que o iam fazer”, diz o médico, referindo-se às denúncias que fez, em Dezembro de 2014, de que o material clínico para doenças cardiovasculares (endopróteses aórticas), próteses para o coração (válvulas aórticas percutâneas) e material ortopédico (próteses e material osteo sintético) estavam a ser adquiridos “sem caderno de encargos”. Admitindo que o estudo da Fundação vem de certa forma dar força ao seu alerta de que “há situações por explicar”, o médico lembra que a ausência de cadernos de encargos propicia o “poder pessoal exagerado de alguém”. (…)”

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Candidatura ao Pilim!

Ou como quem diz, a 80.500€ por turma e por um prazo de 3 anos.

A candidatura ao Apoio Financeiro decorre entre o dia de amanhã e o dia 23 de Junho.

 

Aviso de Abertura ao Regime de Acesso ao Apoio Financeiro a Conceder em 2015-2016, no Âmbito do Contrato de Associação

 

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