Junho 2015 archive

Vá-se Lá Entender

Umas vezes é porque são aulas a mais outras vezes porque são aulas a menos. Mas que seria preferível uma paragem a meio do 1º período, isso seria.

E já agora quem ficar colocado em horário pedido até ao dia 21 de Setembro de 2015 terá a sua colocação retroagida ao dia 1 de Setembro.

 

materiacalendario

 

Jornal de Notícias (25-06-2015)

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Sobre as Renovações

… aconselho a lerem o que diz a nota informativa de 6 de Março de 2015.

 

renovações

 

Também podem ler o que diz sobre a obrigatoriedade dos docentes QZP concorrerem na Mobilidade Interna.
 
QZPcon
 
Porque parece que por esta altura do “campeonato” ainda há muita desinformação a circular.

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Boas e Más Notícias da Madeira

A boa notícia é a vinculação de mais 194 professores na região da Madeira que contrasta com a má notícia da redução de 1500 alunos na região.

E julgo que será apenas possível esta vinculação pelo escape dos docentes dos quadros da madeira para o continente. Segundo as minhas contas saíram das regiões Autónomas para o continente 310 docentes, mas não consigo precisar ao certo quantos saíram da Madeira.

madeira

Jornal i (25-06-2015)

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Língua Estrangeira III – Mandarim

Despacho n.º 7031-A/2015 – Diário da República n.º 121/2015, 1º Suplemento, Série II de 2015-06-24

 

Ministério da Educação e Ciência – Gabinete do Ministro

 
Cria um projeto piloto de oferta do mandarim como língua Estrangeira III no currículo do ensino secundário, no ano letivo de 2015-2016

 

mandarim

 

Deixo também este mail que me chegou e que terá sido enviado também para vários órgãos de comunicação social, com o título “Mandarim nas escolas – 500 alunos à mercê da ideologia do governo chinês“.
 

Boa tarde,
As noticias vindas a público desde da última visita do Ex.mo Sr. Presidente Cavaco Silva à China têm-me levantado algumas preocupações. Junto envio provas documentais do que será referido.
São vários os países que têm travado a proliferação dos Institutos Confúcio (IC), EUA, Suécia, França, Canada,…. entre outros. Alegadamente por estes serem um instrumento de softpower do governo chinês.  Uma tese de mestrado de um aluno de Universidade do Minho, que estagiou no IC da mesma universidade no ano de 2014, também alerta para questões de instrumentalização política dos ICs (a tese encontra-se anexa a este email).  A orientadora da tese (ou relatório), Drª Lin Sun Lam, foi Directora do IC dessa universidade durante 10 anos. Esta acabaria por apresentar a sua demissão do cargo após os problemas diplomáticos surgidos na conferência da EACS de 2014, que teve lugar em Braga e Coimbra. A Dr.a Lin Sun Lam é actualmente a Directora do Departamento de Estudos Asiáticos da Universidade do Minho.
Nessa tese é apresentado um relato da pressão do governo chinês, através do Hanban que tutela os ICs, sobre um organismo independente (EACS), que viria a resvalar num problema diplomático entre a Republica Democrata da China e a Republica Popular da China. Este acontecimento, apesar de noticiado no wall street journal bem como outros jornais internacionais, não teve qualquer atenção da comunicação social portuguesa.
No meu entender é preocupante que seja uma ex- Directora de um IC a reconhecer, indirectamente, o softpower da china aplicado através dos ICs. Não menos importante é a preocupação manifestada na mesma tese com o ensino do mandarim nas escolas, como instrumento da ideologia chinesa. Não podemos esquecer que teremos nas nossas salas de aula professores escolhidos pelo governo chinês (através do Hanban), pagos pelo governo chinês, a ensinar aos nossos alunos disciplinas curriculares cujos conteúdos programáticos serão elaborados pelos ICs, ou seja, serão da responsabilidade do governo chinês.
Não se deverá confundir uma oferta extra curricular, como acontece actualmente, com uma oferta curricular, onde os alunos são avaliados como se de outra qualquer disciplina se tratasse. É evidente que os exames nacionais do secundário serão elaborados e classificados pelos ICs. Poder-se-à comparar esta implementação com a da Suécia, que  elaborou um plano de 11 anos para introdução do mandarim nas escolas públicas, onde não existe qualquer intervenção do governo chinês. Qual o país ocidental que remete para outro país a responsabilidade de redigir os seus currículos através de uma entidade questionável como o IC/Hanban.
No wikipedia são apresentadas outros casos que ilustram de que forma os IC são instrumentos ideológicos do governo chinês.
Existe ainda a questão da relevância da introdução do mandarim. No contexto das relações empresariais entre a china e outros países, o Inglês é e continuará a ser língua em uso. A taxa de empregabilidade dos licenciados/mestres em línguas orientais,  formados pelas universidades portuguesas, é reduzida, sendo estes precários. A dificuldade natural da aprendizagem do mandarim também se revela como um obstáculo à introdução dessa oferta curricular. Os bacharéis da universidade do minho (Licenciatura em Línguas e Culturas Orientais), por exemplo, após 3 anos com uma carga horária semanal de 12 horas, atingem, na melhor das hipóteses um nível B1/B2.
Gostaria de esclarecer que estudei mandarim durante alguns anos, tendo um nível de proficiência da língua  B1/B2. A China e a cultura chinesa não me são estranhas, pelo contrário.
Peço a vossa atenção para o exposto, e espero que vos suscite interesse.
Cordiais cumprimentos,

 
Juntamente com este anexo.

 

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Uma Questão De Estática

ou de Ética ou de Ordem.

Mas, não tendo havido nunca qualquer das cujas, …

 

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A (des)União Docente…

pobrema

De cada vez que surge um “problema” na educação, nova legislação, ou alguma outra luta que os sindicatos entendam enfrentar, a palavra União, vem como bandeira na frente. Mas a união é muito complicada…

Infelizmente, a nossa classe profissional não é unida, mas isto, todos sabemos.

Mas porquê?

Quando ouço apelos à união, geralmente, é mencionada a classe dos médicos, uma “comparação incomparável” com a nossa classe. É que, como um médico uma vez me disse, nós somos muitos, logo, nunca nos uniremos. A nossa “separação” em ciclos de ensino é, por si só, um entrave. Cada um defende o seu quintal com unhas e dentes.

O Pré-escolar reivindica o ano letivo a iniciar e a acabar nas mesmas datas com os outros ciclos. Pelo 1º ciclo fala-se das aposentações, monodocência, horários, entre outros. Os colegas do 2º e 3º ciclos, reclamam turmas com excesso de alunos, burocracia a mais, horários com furos e sem dias ou tardes livres, indisciplina… No secundário contesta-se porque, têm muitas turmas, os horários, o número de alunos por turma, a exigência que têm de ter, os exames e sua consequente correção… Todos têm as suas especificidades dentro das próprias especificidades.

Os exemplos dessa desunião são imensos e alimentados pelos responsáveis governamentais, mas nós, também responsáveis e os primeiros a alimentar essa desunião. “Cada um puxa a brasa à sua sardinha”… são os professores de Português a reclamar mais tempo letivo para a sua disciplina, porque as metas assim o exigem. São os professores de Educação Física a desaprovar que a sua avaliação não tenha o peso que as outras têm, são os professores contratados a ter que realizar a PACC… É o olhar para o lado e apenas encher a boca com a palavra união quando nos convém. Mas não fica por aí. Depois há a crítica que, na maior parte das vezes, nada tem de construtiva. Os professores do 1º ciclo dizem que no pré-escolar a motricidade não foi bem trabalhada. Os professores do 5º ano reclamam, que as matérias do 1º ciclo não foram bem consolidadas. No 7º ano, não entendem como os alunos chegaram “ali”. No 10º ano, porque deviam ter ficado no 9º ano. Entre colegas a crítica fácil, está sempre na ponta da língua. Nós, professores, somos os transmissores de cultura, mas com este tipo de atitude, que cultura se transmite? Estamos prontos a apontar o dedo ao colega do lado, para provar aos outros que somos bons, não, melhores do que eles, mas afinal não somos todos professores? Não temos todos, o mesmo objetivo? Ainda ninguém reparou que, com este tipo de atitude, estamos a dar razão àqueles que fazem do ataque à profissão, um desporto? Acima de tudo, como professores, temos de ser pedagogos, se queremos “criticar” temos de o fazer de forma construtiva, para nos destruir, já temos o MEC.

A nossa desunião resume-se à competição a que nos submetemos entre pares e à defesa do indefensável. Enquanto não respeitarmos as diferenças entre ciclos de ensino, não conseguiremos a dita união. Enquanto não olharmos para o lado para ver um colega e não um professor contratado ou um do quadro, não nos uniremos. Sejamos realistas, só nos unimos quando a causa é transversal a todos. Exemplo disso foi a manifestação dos 100 mil professores mas, até nessa altura, havia quem divergisse da causa.

Não se iludam, a desunião da classe é a força que move a bola de neve que tem descido a encosta. O MEC espera-a e fomenta-a. Aos sindicatos, de certa forma, interessa…

 

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Já Me Chegam Imensos Relatos

… de docentes que se apresentaram na escola de colocação no Concurso Interno e foram informados que a escola não tem componente lectiva para lhe entregar em 2015/2016.

 

Espero que a escola também saiba que não é por estes docentes terem sido os últimos a entrar na escola que terão de concorrer à Mobilidade Interna.

A escola terá de fazer uma lista de graduação interna e no caso de não haver voluntários, serão os menos graduados a ter de concorrer, independentemente de terem entrado agora ou não.

E os QZP colocados na escola não podem ser considerados nessa lista visto que terão obrigatoriamente de ser candidatos à Mobilidade Interna.

 

Acho que neste momento as escola estão a tentar proteger os professores da casa e ainda não se aperceberam que não o podem fazer.

A ver vamos no que isto vai dar.

E se o MEC abriu vagas que as escolas não pediram, nenhum professor da “casa” ou “novo” tem culpa disso.

Por isso façam a vontade ao MEC e arranjem componente lectiva para todos. E se a IGE vier chatear muito atirem as culpas para o próprio MEC.

Ai se fosse comigo.

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As Aulas Começarão

mais tarde uma semana.

Agradeço, já que tenho a colheita das amêndoas agendada para o início de Setembro. Quem é amigo, quem é?
Por outro lado, …

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Fluxo das Colocações no Concurso Interno

O próximo quadro apresenta de que grupo de recrutamento provêm os docentes colocados no concurso interno.

A coluna representa o grupo de colocação e a linha o grupo de recrutamento de provimento.

Como se esperava o grupo de recrutamento com mais colocados provenientes de outro grupo de recrutamento foi o da Educação Especial 1 onde 343 docentes vieram do 1º ciclo e 127 do pré-escolar.

Para abrir o documento em formato pdf clicar na imagem.

fluxo

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Critérios e Parâmetros de Avaliação para as BCE

O processo deste ano para a BCE está bastante mais simplificado, contudo acredito que muitos erros do ano passado vão voltar a repetir-se.

Os erros desta vez não terão a ver com o processo de candidatura, mas sim com o processo de colocações. Não cabe na ideia de ninguém que possam decorrer dois concurso em simultâneo onde um deles pode ser impeditivo de se obter colocação no outro. E se calhar nem na cabeça do MEC cabe essa ideia absurda e o que pode voltar a acontecer são colocações simultâneas que poderão criar alguns problemas no início do mês de Setembro.

Tendo em conta o aproximar das eleições legislativas, a BCE pode de novo vir a ser um problema para o governo se voltarem a acontecer atrasos nas colocações. E se calhar por isso, o atraso numa semana na abertura do ano lectivo 2015/2016.
atraso

 

Da nota informativa de ontem:

 

 

– O(a) diretor(a)/presidente da CAP, deve utilizar os três critérios mencionados no n.º 7 do art.º 39, do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação conferida pelo Decreto-Lei n.º 83-A/2014, de 23 de maio, retificado pela Declaração de Retificação n.º 36/2014, de 22 de julho, podendo repetir parâmetros de avaliação, mas não ultrapassando um máximo de oito.

 

a) Avaliação de desempenho (ao abrigo do Estatuto da Carreira Docente)

  • O parâmetro de avaliação é comum a todos os AE/ENA, sendo apenas necessário o docente indicar a melhor menção qualitativa obtida, nos últimos três anos (2011/2012, 2012/2013 ou 2013/2014).

 

b) Experiência profissional

  • Como projeto de âmbito nacional, o(a) diretor(a)/presidente da CAP pode considerar todos
    aqueles que são reconhecidos pela Direção Geral de Educação (ex.: Projeto TEIP, Turma Mais,
    Projeto Fénix, PIEF, PCA, outros projetos reconhecidos pela DGE);
  • Relativamente à atividade mais relevante, o docente terá de indicar o seu nível de
    envolvimento e o número de dias relativo à atividade, no âmbito do plano anual de atividades,
    que considerar mais relevante;
  • Quanto ao conjunto de disciplinas dos grupos de recrutamento 430 (contabilidade e
    administração, economia, direito, sociologia) e 530 (mecanotecnia, construção civil,
    eletrotecnia, secretariado, artes dos tecidos, construção civil e madeiras, artes gráficas,
    equipamento, têxtil), o(a) diretor(a)/presidente da CAP deve selecionar a que se adequa às
    ofertas educativas disponíveis no AE/ENA;
  • A experiência profissional considerada no ensino de inglês do 1.º ciclo do ensino básico, é a
    adquirida no âmbito da Oferta Complementar e Atividades de Enriquecimento Curricular. A
    experiência de ensino pode ter sido, ainda, adquirida no ensino particular e cooperativo;
  • Quanto às unidades de referência, o(a) diretor(a)/presidente da CAP pode selecionar a que
    melhor se adequa à realidade do AE/ENA (ex.: multideficiência e surdocegueira congénita,
    perturbações do espetro do autismo, educação de alunos cegos e com baixa visão, educação
    bilingue de alunos surdos, intervenção precoce na infância, centros de recursos TIC e/ou
    outra);
  • No que se refere às estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica (de acordo
    com a legislação em vigor), o(a) diretor(a)/presidente da CAP pode selecionar a função que
    considerar mais adequada à necessidade do AE/ENA (ex.: diretor de turma, coordenador de
    diretores de turma, coordenador de estabelecimento, coordenador de grupo disciplinar,
    coordenador de equipas pedagógicas, coordenador de curso, coordenador de CEF, coordenação
    em estabelecimentos prisionais, e/ou outra).

c) Habilitações e formação complementar

  • Quanto às outras formações relevantes para o grupo de recrutamento a que se candidata, o
    docente indica a formação mais relevante, não podendo considerar a formação que conferiu
    habilitação profissional para docência (ex.: doutoramento, mestrado pré-Bolonha, mestrado
    pós-Bolonha, licenciatura pré-Bolonha, curso de especialização, pós-graduação e bacharelato;
  • Na formação acreditada, o(a) diretor(a)/presidente da CAP deve indicar a(s) área(s) de
    formação, de acordo com o art.º 5 do Decreto-Lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, que
    considerar mais importante para o AE/ENA:

a. Área da docência, ou seja, áreas do conhecimento, que constituem matérias curriculares
nos vários níveis de ensino;
b. Prática pedagógica e didática na docência, designadamente a formação no domínio da
organização e gestão da sala de aula;
c. Formação educacional geral e das organizações educativas;
d. Administração escolar e administração educacional;
e. Liderança, coordenação e supervisão pedagógica;
f. Formação ética e deontológica;
g. Tecnologias da informação e comunicação aplicadas a didáticas específicas ou à gestão
escolar.

  • Quanto ao número de horas de formação acreditada em Ensino do Inglês, deve ser considerada
    apenas a formação específica efetuada para Inglês no 1.º Ciclo do Ensino Básico.

Sublinha-se que os mecanismos de seleção e ordenação destinados à constituição da Bolsa de Contratação de Escola, traduzem-se na criação de uma lista ordenada de candidatos que preenchem os requisitos legais de admissão, disponível para o recrutamento imediato dos docentes necessários ao preenchimento de necessidades, que surjam desde o início até ao final do ano letivo 2015/2016.

 

8. Ponderação
Cada AE/ENA atribui aos critérios de avaliação (avaliação de desempenho docente, experiência profissional e habilitações/formação complementar) as ponderações adaptadas à realidade do AE/ENA.

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Desabafo de Quem Desapareceu das Listas

E que a resposta a este recurso seja breve, muito breve.

Porque não se admite brincar assim com a vida das pessoas.

 

Desaparecemos da lista de colocações como que por encanto Na passada sexta feira saíram na internet o concurso de pessoal docente para o continente.

Ao abrir as listas definitivas lá estava eu o meu numero, a minha graduação, a minha validação tempo de serviço, tudo direitinho, qual não é o meu espanto ao abrir as listas de colocações o meu nome desapareceu…. eu era o 290 e nas colocações colocaram o 289 e o 291 o meu simplesmente tinha desaparecido.

Contactando outros colegas verificamos que a situação se passava com mais e mais e mais…. começamos a desaparecer no numero 26, depois 261 depois 290 e por aí adiante, 1000 …..

Somos todos das regiões autónomas dos Açores, queremos voltar à nossa terra Natal e o ministério da Educação faz-nos desaparecer como por encanto.

Claro que sabemos que temos 5 dias para reclamar, situação já efetuada por todos nós, e esperamos agora que seja reposta a legalidade, que quem cometeu o erro o assuma e nos coloque na escola a que temos direito por classificação profissional e tempo de serviço. Somos todos do quando de Escola das Regiões Autónomas e só queríamos mesmo era ficar junto das nossa famílias no continente português.

E agora a quem vão imputar a culpa? Há culpados? Ou simplesmente tratou-se de erro informático?

Precisamos que nos digam, pois a frustração é muita…. ao fim de 28 anos nos Açores querer voltar à minha terá Natal é crime?

Não é fazer–se justiça … só quero isso, que se reponham as listas e nos coloquem o mais breve possível, pois estar nas lhas implica a mudança com uma logística diferente. ,

 

Fernanda Manuela Ferreira Bacalhau

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Lista de Ordenação do Concurso Externo (com candidatos colocados) em EXCEL [Novo post]

Após alguns problemas na conversão do pdf para excel, penso que finalmente esse assunto está resolvido.

Segue abaixo a lista de ordenação com os candidatos colocados “pintados” de verde. Podem usar os filtros para procurarem aquilo que vos interessa. Brevemente mais informações….

Clicar na imagem para descarregar o ficheiro em excel.

loce

 

NOTA: Os candidatos colocados estão identificados a verde se ficaram no mesmo grupo de recrutamento. A laranja estão identificados os candidatos que vincularam noutro grupo.

Em breve será atualizado o ficheiro pintando de uma outra cor a vinculação noutro grupo de recrutamento e a identificação do grupo em que vincularam. Atualizado às 22:05.

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Formação Inicial dos Candidatos ao Concurso Externo

formacao

 

B ‐ Bacharelato

BFC ‐ Bacharelato + Formação Complementar

BFE ‐ Bacharelato + Formação Especializada

L ‐ Licenciatura

LFE ‐ Licenciatura + Formação Especializada

M ‐ Mestrado 2.º Ciclo do Processo de Bolonha

MFE ‐ Mestrado 2.ºciclo do Processo de Bolonha + Formação Especializada

O ‐ Outros

OFC ‐ Outro + Formação Complementar

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Blogosfera – Visto da Província

Ministério da educação impede aos professores que estudem e tem apoio em sentença de tribunais

 

 

Os professores são gente tratada pelo Estado, mesmo entre os funcionários públicos, como inferiores a aviltar.

Enquanto há gente que nem estuda, e com equivalências folclóricas ou turísticas acorda licenciado, os professores, que decidam estudar mais, encontram obstáculos em interpretações restritivas da lei e no seu Ministério (titulado da Educação), confortados por tribunais que aceitam olhar para o lado em relação à Constituição.

A primeira nota prévia sobre o que vem a seguir é que não sou licenciado em Direito (e, como verão, se quisesse, não podia, sendo professor). Logo não tenho realmente nenhum conhecimento técnico que me permita discutir direito com os tribunais. Mas sou povo e os tribunais administram a Justiça em nome do Povo. E como Povo (ignorante) gostava de entender melhor. Porque o Povo tem o direito de querer saber como os Tribunais chegam às suas conclusões e de fazer com que elas sejam discutidas. E já agora como o MEC gasta o seu dinheiro a litigar, supostamente em defesa do interesse público.

Comecemos pelo princípio do caso.

Há uns anos, a referência ao Estatuto do Trabalhador Estudante mudou no Estatuto da Carreira Docente, aplicável aos professores, e passou a constar uma condição para a sua atribuição que, na prática, permite ao patrão “Estado”, representado pelos Diretores de Escola, condicionar a matéria que os trabalhadores, que se candidatem às facilidades de horário para ir a exames e aulas, escolhem estudar.

Com a introdução de alterações, operada por iniciativa da nossa velha e prevaricadora amiga Lurdes e do muito assíduo compagnon Walter Lemos, passou a constar da lei, nos termos do que se dispõe no art.º 101.º/1 do ECD, que o Estatuto de trabalhador-estudante só pode ser atribuído aos docentes que frequentam o ensino superior com vista a obter grau académico ou pós graduação destinada ao desenvolvimento profissional da docência, isto é, “com vista a melhorar o seu desempenho enquanto docente” (na interpretação do Ministério).

 

O texto continua no blogue do Luís Sottomaior Braga com as seguintes abordagens

 

Estatuto de trabalhador estudante: como funciona para os outros trabalhadores?
Como uma coisa que não interessava nada está a dar problemas com apoio judicial….
O significado do caso e a necessidade de mudar a Lei

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Artigo e Sondagem Semanal – ComRegras

Como Reforçar a Autoridade do Professor sem Decretos

 

 

Ginásio 3x por semana, cursos de defesa pessoal, aquisição de equipamento de intervenção, tasers, etc…

A indisciplina terminava, mas também terminava o conceito de escola. Um professor não é um policia, e apesar de ser pau para toda a obra, o professor deve utilizar a sua principal arma ao lidar com as questões disciplinares – a inteligência.

 

Imagem intercalada 1
Resultados e Análise à Sondagem – Quantas participações disciplinares fez ao longo do ano letivo 2014/2015?
Sondagem-número-de-participações-disciplinares-2014_2015

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Créditos Para o Desporto Escolar

Despacho n.º 6984-A/2015 – Diário da República n.º 120/2015, 2º Suplemento, Série II de 2015-06-23

 

Ministério da Educação e Ciência – Gabinete do Ministro

Determina o número de créditos de tempos letivos a atribuir para o Programa de Desporto Escolar no ano letivo 2015-2016

 

 

1 — Para o desenvolvimento das atividades de desporto escolar, no ano letivo 2015-2016, é imputado à componente letiva o número de crédito horário global máximo de 21.800 tempos letivos.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/06/desporto-escolar.pdf”]

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Procuram-se 25 Professores do 910

Nomes de 25 professores desapareceram das listas definitivas

 

 

Os nomes de 25 professores que constavam da lista definitiva de colocação desapareceram. São docentes que concorreram ao concurso no Continente no grupo de educação especial. E que agora pedem explicações. Vão mesmo apresentar um recurso ao ministério da educação.

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Candidaturas ao Concurso Externo por Prioridade

Dos dados que trabalhei existem 46.018 candidaturas ao concurso externo que representam 29.899 docentes em concurso.

O quadro seguinte apresenta o número de candidaturas por grupo de recrutamento e prioridade.

Lembro que para a fase da contratação inicial a lista de ordenação será a mesma do concurso externo e que quem não se candidatou a este concurso apenas poderá concorrer às BCE e às Contratações de Escola.

Em breve apresento a lisa de ordenação ao concurso externo já com os colocados em lugar de quadro pintados de uma outra cor para poderem analisar a vossa posição em cada um dos grupos de recrutamento.

 

ordenacao ce

 

 

 

29899

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BCE – Criação da Oferta

Disponível para as escolas até às 18.00h de dia 06 de Julho de 2015.

Ler a nota informativa em baixo e o manual de utilizador aqui.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/06/Nota-Informativa.pdf”]

 

 

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Alguém Viu Alguma Vaga Recuperada para o CE?

Não, claro que não.

E não havia forma de transformar as vagas QA/QE não preenchidas em lugar de QZP já que a única forma de ingresso na carreira é feita através de lugar de QZP?

Acho que muita água ainda pode correr debaixo desta ponte num futuro próximo.

Artigo 23º do DL 83-A/2014.

recuperação

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Abençoada Vinculação

Não é preciso explicar muito porque a razão para estranhar esta vinculação, pois não?

 

Se a norma travão obriga a 5 contratos anuais em horário completo seguidos é lógico que só poderia entrar nesta prioridade quem em 31/08/2015 tivesse um mínimo de 1825 dias de serviço, certo?

Depois não se admirem que trate casos destes como suspeitos.

 

casos

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Retomo um dos Estudos que Fiz

,,, que permitiria mais justiça na vinculação através do concurso externo e que não tinha valores muito mais elevados dos que ocorreram.

 

Este estudo permitiria resolver a colocação de quem desde 2006/2007 tinha 5 contratos sucessivos e privilegiava a vinculação de quem sucessivamente tinha trabalhado no sistema de ensino público, ao contrário do que aconteceu este ano, onde grande parte dos docentes que entraram em QZP pela 2ª prioridade eram provenientes de escolas com contrato de associação.

Sem sombra de dúvida que preferia uma solução deste género, que pelos números finais era facilmente possível de acontecer do que andar a dizer que todos os com graduação inferior ao último que entrou também deviam entrar, solução esta que só alguém com pouco juízo poderia propor.

A explicação do quadro encontra-se no artigo de 15 de Fevereiro de 2015.

 

Mais um Estudo de uma Vinculação Onde Deviam Entrar nos Quadros 2833 Docentes

 

estudo 5 anos

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Resposta de Luís Braga a Declarações de Ferro Rodrigues

Resposta de Luís Braga a Declarações de Ferro Rodrigues sobre a Lógica do Professor Primário e que foi enviada para o grupo parlamentar do PS.

 

 

Ex.mo Senhor Líder parlamentar do Partido Socialista,

Escrevo-lhe para lhe manifestar a profunda repulsa que as suas declarações infelizes e precipitadas me causaram (e a diversas pessoas ligadas ao ensino) ao falar da “lógica do professor primário” (como coisa que se entende que considera seja pouco inteligente e até estúpida).

As declarações, ainda mais infelizes e alucinantes, de Sua Excelência o Senhor Presidente da República não justificam que, para criticar declarações erróneas e delirantes de um professor universitário reformado (que encerram nas palavras, mau espírito e limitações de expressão), ofenda os professores de outros níveis de ensino.

Começo por lhe recordar que a designação oficial hoje já não é professor primário mas professor do ensino básico. Até há uma piada comum em que se diz que só mesmo governantes que pouco prezam a educação chamariam oficialmente ao ensino fundamental, básico (que pode querer dizer pouco inteligente) e ao nível seguinte, secundário (que pode querer dizer pouco importante).

A polissemia das palavras é um processo fascinante mas as suas, nas declarações citadas, tem pouca diversidade de entendimentos possíveis e são, tão só, pouco eficazes politicamente e desrespeitosas, ao associar a um grupo profissional inteiro uma lógica que se percebe tenta degradar.

No passado, os professores primários eram respeitados e estimados. E a sua lógica de sacrifício e esforço não era vista como coisa errada e a merecer ser tratada como coisa de palermas.

Oriundo de uma família que, desde 1906, tem gerações seguidas destes profissionais (alguns deles condecorados pelo Estado português e por Presidentes da República, mais interessantes que o presente, pelo seu serviço abnegado e esforçado), entendi as suas declarações como sendo uma crítica ao Presidente da República, imputando a esse professor universitário, tendo em vista degradar as suas palavras, uma “lógica de professor primário” que seria uma coisa má, fraca e até pouco inteligente.

Ora isto é ofensivo, mostra desconhecimento e desprezo por uma profissão essencial e mesmo que possa vir dizer que foi lapsus linguae evidencia que no espírito dos dirigentes do PS continua a existir a lógica dos “professorzecos” que um ilustre dirigente do Ministério da Educação popularizou.

Para agredir verbalmente um do ensino superior chama-se-lhe professor primário. Muito básico como jogo político…..

Falta de respeito, falta de conhecimento, falta de senso político. E não era tão simples, já que queria criticar, dizer de forma eficaz que o que o Senhor Presidente disse foram frases ilógicas na boca de um professor universitário de finanças que, às vezes, nem parece ser? Amachucava quem queria e não dava um sinal político subtil, mas profundo, por vir da alma íntima, de que o PS continua a não entender nada das asneiras que andou a fazer em matéria de educação nos tempos da legislatura última em que governou.

Este professorzeco do ensino básico, na lógica dos professores primários que foram seus antepassados, que se sentiriam perante esse despropósito, espera que corrija a mão e peça desculpa, num ato de contrição sério em que, além destes jogos florais e do “chamar nomes” nos apresente ideias que tem faltado para resolver, por exemplo, os problemas reais da educação.

Com os melhores cumprimentos,

Luís Sottomaior Braga (professor do ensino básico – grupo de recrutamento 200)

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Calendário Escolar para 2015/2016

Calendário Escolar para 2015-2016 repete erros do passado

 

 

A FNE deslocou-se na manhã do dia 22 de junho de 2015 ao Ministério da Educação e Ciência para uma reunião de apresentação do Calendário Escolar para o ano letivo 2015-2016.

No breve encontro com a tutela a FNE teve oportunidade de sublinhar a sua oposição à realização das provas finais do 4º e 6º anos no decurso do 3º período.

Consideramos ainda como negativo o facto de as datas previstas para afixação dos resultados dos processos de reapreciação de provas e exames finais dificilmente permitirem que professores que intervenham nestas reapreciações possam gozar do direito às férias legalmente estabelecidas.

A FNE contestou igualmente o facto de os docentes do pré-escolar continuarem em situação de desvantagem relativamente aos colegas dos outros níveis de ensino, no que se refere à falta de uniformização das interrupções letivas entre os diferentes níveis de ensino.

 

 

calendario

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Alguém Disponível Para Construir um Excel Com o Crédito de Horas?

A partir dos seguintes dados?

 

Imagino como um simples ficheiro destes pudesse ser bastante útil para calcular os créditos da componente de gestão e da componente para a actividade pedagógica.
CG
CAP

 

DIR fator K 1

fator K 2

CapG

EFI

Mais os índices de sucesso que se encontram em 8 quadros de 4 tabelas

E continuando nos anexos.

e e f

g e h

 

ptic

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Aposta Para Hoje

E como é noite popular

uma quadra vais deixar

p´ró prémio ganhar

p´ra logo à noite comemorar

euromilhoes 23 junho

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Férias escolares e os pais – JN

Estudar melhor ou estudar mais? – Boss AC – Correio da Manhã

 

Como podemos preparar os nossos filhos para um futuro inevitavelmente tecnológico? – Renascença

A educação já não quer (só) o quadro preto, o lápis e o caderno – Observador

Escolas. O Cinema não entra na sala de aula

As teorias sobre a indisciplina – PÚBLICO

Tecnologia portuguesa à conquista da educação no México – Observador

 

MEC apresenta projetos de Simplificação Administrativa – TV Ciência

Ministério só vai pagar indemnização por fim de contrato em janeiro – DN

Crato diz que estágios e sistema dual garantem formação de base aos jovens | Diário Digital

 

Mais de 43 mil professores votaram contra a “municipalização da Educação”

Municipalização da Educação: Sim ou Não?

 

MEC volta atrás. Estudantes podem alternar entre universidades e politécnicos

Governo recua: estudantes podem mudar do ensino politécnico para o universitário – Observador

 

Ministro da Educação diz que o país vai precisar de mais professores – Jornal de Negócios

FENPROF fala em 19.699 docentes ultrapassados nos concursos > TVI24

Concurso de professores suscita novas ameaças de processos em tribunal – PÚBLICO

Professores continuam sujeitos a um “excesso de tarefas burocráticas” > TVI24

“Repensar a formação profissional é urgente” considera Liliana Rodrigues | DNOTICIAS.PT

Comissão aprova audição parlamentar ao secretário da Educação | DNOTICIAS.PT

Direcção Regional de Qualificação Profissional reúne com parceiros Europeus | DNOTICIAS.PT

Universidade do Minho aposta em formação à distância

Universidades e politécnicos do Norte veem aprovadas 64 candidaturas ao Iacobus – RTP

 

Atividades educativas no Museu Municipal de Lagos promovem património | Sul Informação

Braga será Capital Ibero-Americana da Juventude em 2016

Festival de Almada – Com 27 espectaculos de sala e 27 espectaculos de rua – Rostos On-line

5 espetáculos a não perder no Festival de Almada – Observador

Mafra prepara festival in’Cantate de música erudita para os dias 03 a 05 de Julho

Serralves inaugura exposição “Sob as nuvens” da bomba atómica e do digital – RTP

Espaço Nimas em Lisboa acolhe ciclo “Cinema e Revolução” – RTP

Jardim Fernando Pessoa é inaugurado em Chivasso, no norte de Itália – RTP

A história dos sapatos contada numa exposição – Observador

Festival Reverence: rock underground agita Ribatejo

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Sobre a Mobilidade Interna

Chegam-me imensas dúvidas sobre os passos seguintes dos concursos que procurarei rapidamente esclarecer.

 

A próxima fase dos concursos é a Mobilidade Interna que segundo o MEC deve ocorrer em Julho, mas ainda não há datas precisas. Neste concurso todos os QZP são obrigados a concorrer, não necessitando de concorrer em primeiro lugar ao seu QZP de provimento (esse tipo de pormenores deixo para artigos futuros).

Depois da distribuição de serviço pelas escolas irá existir uma fase de indicação de ausência da componente lectiva onde quem for indicado também será também obrigado a concorrer nesse concurso.

 

Ambos concorrem na primeira prioridade da Mobilidade Interna, mesmo aqueles que vincularam agora no Concurso Externo. Por isso quem ficou colocado em segunda prioridade no concurso externo num QZP longe ainda terá a possibilidade de escolher preferencialmente uma escola do QZP do seu interesse, no caso da sua graduação ser maior, do que um candidato colocado na 1ª prioridade nesse QZP.

Aqui o factor a ter em conta é exclusivamente a graduação profissional para a colocação.

 

Depois, numa segunda prioridade da Mobilidade Interna, concorrem todos os QA/QE que queiram mudar de escola e que tenham componente lectiva na sua escola de provimento.

São estes docentes que estão em desvantagem em relação aos primeiros por serem Quadro de Agrupamento com componente lectiva, muitos deles ainda se encontram “desterrados” e esta prioridade não lhes é conveniente. Para ultrapassar isso é possível que um docente nestas condições e onde exista no mesmo grupo de recrutamento docentes sem componente lectiva proporem-se como voluntários para ausência da componente lectiva (as regras são os mais graduados tem preferência nessa opção). Desta forma, em vez de concorrerem na segunda prioridade concorrem na primeira, mas cada um deve saber os riscos que corre ao tomar essa opção visto que a requalificação docente seguiu para a frente em Fevereiro de 2015 e ainda não foi declarada ilegal, nem inconstitucional.

Na Mobilidade Interna todos podem concorrem para além do grupo de recrutamento que estão vinculados à mudança de grupo na mesma prioridade, embora sejam obrigados a manifestar em primeiro lugar preferências pelo seu grupo de vinculação.

No caso de serem docentes QA/QE sem componente letiva não poderão manifestar preferências pela sua escola de vinculação, NEM MESMO QUANDO QUEREM MUDAR DE GRUPO DE RECRUTAMENTO (assim em Caps Lock e a negrito para perceberem de mais uma injustiça deste concurso que deverei ser dos poucos prejudicados por isso e quem acha normal que isso aconteça e venha dizer que a escola poderia distribuir serviço no outro grupo de recrutamento apenas quero lembrar que a vaga apenas pode surgir se alguém desse grupo também sair na Mobilidade Interna).

No caso de concorrem em primeira prioridade e não serem colocados antes de 31 de Agosto terão sempre de se apresentarem no dia 1 de Setembro na última escola de colocação.

Não terei respondido a todas as dúvidas que me chegaram, mas também ainda é cedo para abordar este assunto em pormenor.

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Os Exames de Hoje

Alemão-501
11.º Ano / 1.ª Fase
22.06.2015, 09:30

Biologia e Geologia-702
11.º Ano / 1.ª Fase
22.06.2015, 09:30

Economia A-712
11.º Ano / 1.ª Fase
22.06.2015, 09:30

Espanhol-547
11.º Ano / 1.ª Fase
22.06.2015, 09:30

Francês-517
11.º Ano / 1.ª Fase
22.06.2015, 09:30

Inglês-550
11.º Ano / 1.ª Fase
22.06.2015, 09:30

 

E os Exames de dia 19 de Junho

 

Matemática-92
9.º Ano / 1.ª Fase
19.06.2015, 09:30

Desenho A-706
12.º Ano / 1.ª Fase
19.06.2015, 09:30

História A-623
12.º Ano / 1.ª Fase
19.06.2015, 09:30

História B-723
11.º Ano / 1.ª Fase
19.06.2015, 09:30

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Um Preâmbulo Não Faz Lei

… mas devia.

 

 

ce 120

 

 

Retirado do Decreto-Lei nº 176/2014, de 12 de Dezembro.

 

Muitos aguardam a abertura deste concurso extraordinário para o grupo 120, porque o que houve foi apenas o ordinário.

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A Aceitação da Colocação

… como o próprio nome diz, é só para quem ficou colocado, ok?

Quem não ficou colocado não tem nada que fazer na aplicação.

 

ADENDA: A apresentação das colocações no concurso interno/externo é feita apenas no dia 1 de Setembro de 2015, mas por uma questão cordial podem entrar em contacto com a vossa escola. Não é necessário fazer isso, mas pode trazer alguma vantagem se o fizerem, especialmente se for essa a escola onde querem trabalhar em 2015/2016, pois podem desde já manifestar algum interesse pelo horário ou o tipo de turmas a leccionar. Ou até verificarem se existirá alguém com ausência de componente lectiva no vosso grupo de recrutamento e poderem, se for do vosso interesse, manifestar vontade de serem propostos como voluntários a essa mobilidade.

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Colocações no Concurso Interno por Escola/QZP

O quadro seguinte mostra o número de colocações por escola/QZP, por grupo de recrutamento.

Existe uma única escola que teve mais colocações do que um QZP inteiro como colocação em QZP e não nas escolas desse QZP. A escola é o Agrupamento de Águas Santas, na Maia que teve 60 professores colocados no concurso interno e o QZP é o 5 que teve 54 docentes colocados nesse QZP.

Existiram 794 escola/agrupamento que tiveram docentes colocados.

 

Para abrirem o documento em pdf clicar aqui ou na imagem.

 

colocacoes por escola

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Aceitação e Recurso Hierárquico

A decorrer até ao dia 26 de Junho de 2015.

Lembro que quem não aceitar a colocação fica com a mesma anulada e se já era docente do quadro terá processo disciplinar com vista ao despedimento.
No caso de algum docente que entrou pelo concurso externo em lugar de quadro não aceitar a colocação fica com a sua colocação anulada e a vaga não será recuperada para ninguém. Infelizmente há casos desses e é pena que a penalização seja apenas essa e nestes casos o docente devia ser impedido de concorrer a concursos do MEC por uma prazo de 5 anos.

 

 

 

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Processo a 25 Diretores

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Correio da Manhã (22-06-2015)

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Colocados no Concurso Interno e Externo em Excel

Como a partir de hoje começa o recurso hierárquico este ficheiro pode ser-vos útil para verificarem as colocações dos candidatos noutros grupos de recrutamento de forma mais fácil.

Clicar aqui ou sobre a imagem para descarregar o documento em excel que tem duas folhas (COLOCADOS CI e COLOCADOS CE).

Bom uso do documento.

 

excel colocados

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Da Manifestação de Sábado…

Fenprof lembra que 95% dos candidatos ficaram fora das listas de docentes – Renascença

Professores protestam em Lisboa – PÚBLICO

Expresso | Professores em protesto na rua

Professores manifestaram-se em “tempo oportuno” para exigir compromissos – JN

Plataforma sindical reúne milhares de docentes em protesto – RTP

Professores manifestaram-se em “tempo oportuno” > TVI24

Protestam por mais professores – Correio da Manhã

Professores e investigadores manifestam-se em Lisboa – TV Ciência

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A Ler

Expresso | Liceus históricos deixados a cair

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Dos Exames de Sexta – 19 de Junho

As aventuras de Sophia na pátria dos examinadores – PÚBLICO

Exame de Matemática do 9.º ano foi mais acessível – PÚBLICO

Prova do 9.º ano continua a não ter questões para os melhores alunos, diz Sociedade de Matemática | Diário Digital

Prova do 9.º ano foi “pouco desafiante” – JN

Expresso | Exame de Matemática do 9º podia ter sido feito por alunos do 8º

Mais de cem mil alunos do nono ano foram a exame de matemática

Prova difícil de Física e Química – Correio da Manhã

Termina hoje a primeira fase dos exames nacionais para o 9º. ano – DN

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Deus Escreve Direito E O DL 29/2001 Também

 

Ter sido salvo assim de ir para mais longe das minhas florestas, não ter que me subjugar às peripécias infames cometidas aos novos QZP’s e fazer, impessoalmente, de bom samaritano – seria o desígnio de qualquer mártir que pornografe passivamente em Évora (alegadamente!), mas não o meu. Ficámos todos bem, eu liberto e libertino, a colega que é dois anos mais velha do que eu – e eu já sou demasiado velho nisto – e Deus, um geadas que só contratam quando estão à rasca.

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Resumo Do Fim-De-Semana

Tratar dos meus kiri‘s, uma experiência que me apetece, pois também quero colaborar na salvação do planeta.

 

kiri

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