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Os números de matrículas no 1º ciclo…

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Já se começam a contar miúdos…

Os agrupamentos de escolas já começam a ter uma ideia das turmas que vão conseguir constituir, o prazo de para novas matrículas para a entrada no 1º ciclo já estão quase a terminar, dia 15 de junho.

Na minha escola o futuro não é risonho. No ano passado houve 10 novas matrículas, perdeu-se uma turma, a escola passou de 4 turmas para 3. Os miúdos do 1º ano foram divididos pelas turmas do 3º e 4º ano, 5 para cada. Este ano a “coisa” piorou, 3 matriculas já dadas como certas e uma outra que pode ser ou não. Quatro miúdos, quatro…

A minha pequena escola, é apenas um exemplo do que se passa por todo o país, serão raras as escolas que terão aumento de turmas ou, sequer, de matrículas. O futuro que se avizinha não é o mais risonho.

O nosso ministro já veio a publico anunciar que este ano não encerrará escolas do 1º ciclo, mas não falou sobre a diminuição de turmas, o que não é a mesma coisa, e para que tal declaração tenha sido proferida foi necessário ser ano de eleições. Não se iludam, é apenas um interregno, para o ano, esteja lá quem lá estiver, o encerramento irá continuar a ser feito.

Não tardará, começaremos a ouvir falar da junção de agrupamentos entre concelhos pela mesma razão.

A redução da taxa de nascimentos é deveras preocupante e reflete-se no número de crianças a ingressar na escolaridade obrigatória. Os anos que se avizinham não trarão “melhoras”, bem pelo contrário.

Este panorama não vai melhorar, mas não será apenas o 1º ciclo a ressentir-se destes números, em breve os outros ciclos estarão com o mesmo problema.

O País tem um problema de demografia que não está a ser resolvido, as consequências vão ser bem notórias a médio prazo.

Quais?…

Basta usar a imaginação…

 

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Mais Uma Demonstração da Inutilidade da DGAE

Neste caso de uma docente que viu o seu recurso hierárquico deferido das listas de Setembro e por esse motivo entrou nas condições da vinculação pelas regras da norma travão.

A docente reclamou das listas provisórias por se enquadrar nos requisitos da vinculação apenas por ter ganho esse recurso hierárquico.

E o que a DGAE responde à reclamação??

 

Não há nada a rectificar porque o candidato não comprovou com documentação.

 

Mas quem deferiu o recurso hierárquico não foi a DGAE????

 

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Não me Admira que Também Aconteça no Grupo 120

E o despacho de organização do ano lectivo deve manter a dita habilitação adequada como condição para o docente poder leccionar determinado grupo de recrutamento ou disciplina.

E tenho quase a certeza que o Inglês no 1º ciclo vai servir em muitos casos para completar horários dos professores com insuficiência de tempos lectivos.

 

 

 

Sou professora no 330 e fiz o curso de complemento de formação de inglês, 120, numa instituição superior, assim como centenas de professores pelo país fora, tendo custado o mesmo quase dois mil euros. O valor do curso foi avultado e decidi fazer, dando cumprimento à nº 260-A/2014, de 15 de dezembro.

 

Sempre soube que o curso não era garantia de colocação, mas assumi o risco. A gravidade da situação está na comunicação que alguns professores têm feito em grupos de professores, de redes sociais como o Facebook. Alguns agrupamentos têm dito aos professores de AEC que no próximo ano letivo quem irão colocar a lecionar o 120 serão os professores do 220, efetivos, que assim completam horário. A situação é grave porque os professores do 220 não têm acesso direito ao grupo 120, aliás a maior parte dos professores do 220 que atualmente lecionam nas AEC tiveram que pagar também quase  dois mil euros pelo complemento de formação que habilitasse profissionalmente para o 120.

A portaria diz o seguinte:

 

2 — Têm habilitação profissional para a docência no grupo de recrutamento 120 os titulares do grau de licenciado do curso de Professores do Ensino Básico, variante de Português e Inglês, organizados ao abrigo da Portaria n.º 352/86, de 8 de julho, alterada pelas Portarias n.os 442 -C/86, de 14 de agosto, 451/88, de 8 de julho, e 800/94, de 9 de setembro, desde que estejam ou tenham estado vinculados ao 1.º ciclo (grupo 110).
Só os cursos aprovados de acordo com os diplomas citados nestes 2 números podem ser considerados adequados à nova profissionalização, ficando assim isentos de formação complementar e podendo concorrer directamente ao concurso nacional.
De notar que alguns destes cursos não incluíram a parte do estágio ou da PES (conforme o caso) realizada inteira ou parcialmente no 1º Ciclo na disciplina de Inglês; nestes casos, não pode haver acesso directo ao novo curso e terão de se submeter à formação complementar. Compete à DGAE, no momento do concurso futuro, averiguar se o estágio/PES da componente de Inglês foi feito no 1º ciclo ou não, por isso deverão ter algum documento que comprove essa circunstância decisiva (em princípio, o certificado de habilitações deve ter essa informação discriminada; se não tiver, têm de requerer esse comprovativo à instituição que vos formou).
Todos os cursos que não estejam dentro deste quadro legal não são considerados adequados para este efeito e os profissionais devem fazer a respectiva formação complementar de acordo com o descrito na Portaria.

 

Assim, era importante saber se os diretores dos agrupamentos que disseram pretender colocar todos os professores de QZP do 220 a lecionar no 120, mesmo sem habilitação profissional, estão na realidade equivocados ou se isto é mais uma machadada do ministro. 

 

Se for verdade, milhares de professores gastaram milhares de euros pelo país fora, pretendendo obter qualificação para o 120 e depois os QZP,sem qualquer tipo de formação assumem as vagas no 120, então este é UMA DAS MAIORES OFENSAS AOS PROFESSORES CONTRATADOS, a seguir à PACC.

 

Gostaríamos muito que a DGAE respondesse a esta questão, nós que dispendemos imenso nestes cursos de formação. Queremos saber se é verdade ou apenas boatos que circulam, pois o assunto é grave.

 

Agradeço a atenção dispensada na leitura deste texto.

 

Cumprimentos

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Decreto Legislativo dos Concursos da Madeira

Aprovado ontem na Assembleia Legislativa da Madeira.

Clicar na imagem para ler a proposta aprovada.

 

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Artigo e Sondagem da Semana – ComRegras

Conselhos de Turma de Avaliação e Seus Umbigos

 
 
“Nota prévia: se quiserem ler um artigo que só diz bem dos professores então mais vale ignorarem este e aguardar por um mais “fofinho”…
 
Existem quatro tipos de condutas evidenciadas pelos professores nos Conselhos de Turma de Avaliação. Importa referir que estas condutas não são sinónimos da sua forma de estar em contexto de sala de aula, por isso permitam-me a caricatura:”

 
Umbigos

 
Resultados e Análise da Sondagem da semana passada.
 
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Sondagem da Semana
 

Considera Pertinente a Existência de Uma Equipa/Gabinete que Trate dos Assuntos Disciplinares do Seu Agrupamento/Escola

 
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A Ler – Professores Lusos

Do mito urbano…

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A Ler – Aventar

Apanhado na mentira, Passos Coelho introduz uma diversão

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Da Falta de Vergonha na Cara…

Este “mito urbano” não é como os outros: existiu – PÚBLICO

 

Expresso | Passos: “Precisamos de poesia”

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Directores preocupados porque ainda não começaram a organizar próximo ano lectivo

Escolas paralisadas à espera do ministério para preparar início das aulas

 

Erro no concurso custou 50 mil euros – Correio da Manhã

Professores querem reuniões urgentes com Governo para travar municipalização

Refeições escolares abatem IRS como despesa de educação – Dinheiro Vivo

MEC afirma que a oferta de cultura clássica no básico é possível com os recursos existentes » Educare – O Portal de Educação

Gaita-de-Foles pode vir a ser ensinada nas escolas – TSF

Instituições propõem a docentes do superior trabalhar o mesmo por 1/3 do salário | Diário Digital

Ensino Superior: professores em part-time para evitar entrada nos quadros – DN

Estudantes deixam de poder mudar de curso ou instituição de ensino superior no primeiro ano – Observador

Alunos estão contra proibição de mudar de politécnico para universidade – PÚBLICO

Porto junta 1000 matemáticos de todo o mundo tornando-se na capital mundial da Matemática de 10 a 13 de junho

Jovens empreendedores de Ferreira diplomados

VIII Expo Estágios – Fórum de Projectos e Formação Profissionalizante | O Ribatejo

Escola Secundária de Loulé promove estágios profissionais na Europa

UMa abre vagas para 15 cursos de mestrado

Jardim de infância de Priscos apela matrículas para evitar encerramento

Partido Monárquico faz ronda pelas escolas da Madeira | DNOTICIAS.PT

 

O Mirante – Concerto de carrilhão esta noite em Constância com maestro Vitorino de Almeida

Teatro de Ensaio do Barreiro – Estreia a peca Noiva procura se de Andre Brun – Rostos On-line

Obra de Fernando Pessoa revisitada na Biblioteca de Loulé | Sul Informação

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Pedro Passos Coelho e os Mitos Urbanos

(…)

Na iniciativa, Pedro Passos Coelho destacou o “esforço muito grande que tem sido feito para recuperar de um atraso secular na área educativa em Portugal” e considerou que a iniciativa privada na Educação deu um contributo importante para suprir lacunas da oferta pública.

“Os privados deram um contributo essencial para suprir a falha historicamente muito marcada que impedia jovens portugueses de aceder ao ensino superior”, disse, salientando que foi a “explosão ao nível do ensino particular e cooperativo” que permitiu equilibrar a oferta e a procura.

Hoje, o panorama é diferente, com as universidades privadas a terem de competir com as públicas “e a terem de fazer um esforço muito grande para poder competir nessa liberdade de escolha”, concluiu o primeiro-ministro.

É chato por causa dos políticos e famosos:

(…)

 

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