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Du Caraces! ®

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A Música do Blog

… que dizem ser a mais ouvida em Portugal.

Wiz Khalifa – See You Again (feat. Charlie Puth)

 

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Validação da MPD Até ao Dia 12 de Junho

E se houver sequencialidade nas datas, as listas não sairão antes do dia 15 de Junho.

 

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A Discriminação do Género do Desporto Escolar pela Comunicação Social

Já divulgado aqui.

 

 

No Jornal de Notícias de dia 6 de Junho

 

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No Jornal Regional, O Ponto, de 3 de Junho

O Ponto

 

Na Vagos FM

Um café com Tó Veleirinho e com as jogadoras Rosalba e Rosalinda do Colégio Calvão

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Da Última Citação De Contra-Interessados

 

ficámos a saber qualquer coisa… das férias judiciais, tão móveis quanto o Domingo de Ramos e a referência fixada na Páscoa.

 

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Entrevista – Ana Pereira, Coordenadora do Gabinete de Prevenção da Indisciplina do Agrupamento de Escolas Rafael Bordalo Pinheiro

Os gabinetes/equipas disciplinares são um “instrumento” que algumas (muitas?) escolas começam a implementar. Para aquelas que ainda não usufruem desta mais-valia, importa conhecer o funcionamento de outras equipas/gabinetes. Para aquelas que já optaram por esse caminho, podem sempre comparar modelos de funcionamento. Fica a entrevista.

 

ENTREVISTA

 

Ag Rafael Bordalo Pinheiro

Antes de mais professora Ana Pereira, muito obrigado por conceder esta entrevista aoComRegras.

O que vos levou a criar o Gabinete de Prevenção da Indisciplina (GPI)?

O GPI foi criado no âmbito da revisão do RI no final de 2013/2014 e a sua implementação surgiu da necessidade de combater a indisciplina (com maior incidência no ensino básico e profissional e em crescendo nos últimos anos), de um modo mais sistemático, organizado, concertado e equitativo, dando, tanto quanto possível, um maior ênfase à prevenção. Antes do GPI já existiam boas práticas, mas a gestão da indisciplina estava descentralizada, era pouco equitativa e a atuação a montante era quase inexistente. De facto, essa gestão era feita ao nível dos coordenadores de ciclo, com grande autonomia na aplicação de medidas disciplinares até 3 dias de suspensão, mas apesar da supervisão do então diretor, os procedimentos não estavam uniformizados entre os vários ciclos de ensino.

Em síntese, em que consiste o trabalho do GPI e qual é a sua constituição?

Neste seu primeiro ano de vida, o GPI funcionou apenas na escola sede do Agrupamento, Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, dada a sua maior dimensão, a natureza mais problemática dos alunos e a existência de mais recursos humanos.

O GPI é coordenado pela direção e constituído por duas equipas de professores: a Equipa da Disciplina (ED; 8 professores), e a equipa que assegura o funcionamento diário da Sala do GPI (21 professores), cobrindo cerca de 70 % dos tempos letivos, por vezes com dois docentes em simultâneo.

Originalmente criada há quatro anos pela coordenação do Ensino Básico Regular, a ED tem agora uma ação mais vasta. Os oito professores que a constituem operacionalizam a aplicação de todas as medidas disciplinares corretivas e sancionatórias (até 3 dias de suspensão), em todos os ciclos de ensino (do 7º ao 12º ano; ensino regular, vocacional e profissional; 954 alunos). Tendo por base a/s participação/ões disciplinar/es que chegam à direção e sempre na presença do diretor de turma, os elementos da ED seguem os mesmos procedimentos: entrevista ao aluno; notificação presencial ao aluno e respetivo encarregado de educação da medida a aplicar, após decisão da coordenação do GPI, ouvido o DT e o professor da ED. Tanto a entrevista como a notificação ficam registadas em documento próprio, e esta última é averbada ao processo individual do aluno.

A sala do GPI recebe os alunos que são expulsos da sala de aula ou que dentro do recinto escolar manifestam comportamentos inadequados, sendo acompanhados por um assistente operacional. A principal tarefa do professor do GPI é promover um diálogo reflexivo com o aluno, após este ter preenchido a Ficha de Reflexão. A par disso, poderá orientar o aluno na realização de alguma tarefa indicada pelo professor titular da turma na Ficha de Referência que o aluno leva, ou na ausência desta, propor-lhe outra tarefa de acordo com os recursos existentes na sala do GPI. Simultaneamente, deverá realizar vários registos em papel (presença do aluno, cumprimento/incumprimento das tarefas, recusas) e comunicar, via e-mail, ao DT as ocorrências.

O trabalho desenvolvido pelas duas equipas do GPI é monitorizado, o que permite o tratamento estatístico dos dados recolhidos

Numa ótica de prevenção, o GPI articula com outras valências do Gabinete de Informação e Apoio ao Aluno e à Família, como o Gabinete de Acompanhamento de Situações de Perigo, o Gabinete de Apoio ao Aluno para a Saúde e as Tutorias. Esta articulação é fundamental e tem-se desenvolvido essencialmente a três níveis: implementação pioneira de um Programa de Intervenção Preventiva no Âmbito dos Comportamentos Aditivos e Dependências, que envolve toda a comunidade escolar, numa parceria com a Divisão de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e Dependências, afeta ao Ministério da Saúde; implementação de várias tutorias por parte da representante do MEC na CPCJ; articulação frequente com a Escola Segura.

Alguns professores do GPI têm feito coadjuvâncias, como forma de auxiliar o professor titular na gestão da sala de aula, prevenindo a indisciplina.

Quantos tempos estão afetos a cada membro do GPI? Esses tempos constam da componente letiva, de estabelecimento ou individual do professor?

Para estas funções, os professores utilizam tempos do Trabalho de Escola e/ou dos ECD. O número de tempos varia de professor para professor e conforme se trate da ED ou da Sala do GPI, sendo que alguns tempos são utilizados nas coadjuvâncias, quando é necessário. No caso da ED, a gestão semanal dos tempos é flexível, pois depende do número de casos a tratar, e muitas das vezes, os professores ultrapassam os tempos previstos, numa demonstração de grande profissionalismo e dedicação.

Qual foi a reação da comunidade educativa ao GPI? Existe uma aceitação/colaboração por parte dos outros professores/assistentes operacionais?

Inicialmente, alguns dos professores da Sala do GPI mostraram alguma resistência aos procedimentos e não aceitaram bem a necessidade de assumirem um papel bastante ativo durante a permanência dos alunos na Sala. Quanto à ED foi diferente, pois devido à natureza mais complexa e absorvente das tarefas, o perfil e a motivação dos professores foram tidos mais em conta, só integrando a ED quem estava interessado.

Regra geral, os restantes professores, em especial os DT que acompanham muito de perto todo o trabalho desenvolvido, os assistentes operacionais, os encarregados de educação e os alunos (incluindo muitos dos indisciplinados), compreendem e aceitam a existência do GPI, colaborando quando necessário.

Um diretor de um agrupamento é sempre o seu responsável máximo, porém algumas valências são delegadas por diferentes membros da escola. Qual o grau de autonomia que o GPI possui?

A diretora do Agrupamento delegou a coordenação do GPI numa adjunta da direção, que tem autonomia para avaliar a gravidade das ocorrências participadas e aplicar as correspondentes

medidas disciplinares corretivas e/ou sancionatórias até três dias de suspensão. No caso de penas superiores, o procedimento disciplinar é instaurado pela diretora, que decide a pena. Apesar da delegação de tarefas, a partilha de opiniões no seio da direção é muito frequente.

Quais têm sido as maiores dificuldades do GPI?

Conseguir uma uniformidade de critérios de atuação por parte dos professores: uns são demasiado rígidos e outros demasiado permissivos.

Conseguir que todos os episódios de indisciplina sejam participados por escrito.

Agir a montante dos problemas, ou seja, fazer uma verdadeira prevenção da indisciplina. Neste sentido, e com o apoio de muitos elementos da comunidade educativa, têm sido dados alguns passos:

  • em janeiro, o GPI promoveu uma palestra sobre a componente relacional no processo de ensino aprendizagem, proferida por um docente do Agrupamento doutorado nessa área e dirigida a todos os outros docentes;
  • ao longo do ano o GPI tem articulado com outras valências do Gabinete de Informação e Apoio ao Aluno e à Família, nomeadamente, o Gabinete de Acompanhamento de Situações de Perigo, o Gabinete de Apoio ao Aluno para a Saúde e as Tutorias. Esta articulação é fundamental e tem-se desenvolvido essencialmente a três níveis: implementação pioneira de um Programa de Intervenção Preventiva no Âmbito dos Comportamentos Aditivos e Dependências, que envolve toda a comunidade escolar, numa parceria com a Divisão de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e Dependências, afeta ao Ministério da Saúde;
  • implementação de várias tutorias por parte da representante do MEC na CPCJ;
  • articulação frequente com a Escola Segura;
  • alguns professores do GPI têm feito coadjuvâncias, como forma de auxiliar o professor titular na gestão da sala de aula.
  • sempre que possível, após a 1ª/2ª participação disciplinar é feito um trabalho de mediação com o aluno, por um professor da ED ou pela coordenadora do GPI.

Tentou-se estabelecer parcerias para que os alunos cumprissem os dias de suspensão (de 1 a 3 dias) numa entidade exterior, à semelhança da existente no ano letivo anterior com a Escola de Sargentos do Exército de Caldas da Rainha para os alunos do EBR, mas sem respostas positivas.

Também a Associação de Pais, em articulação com a direção, deu o seu contributo para a prevenção da indisciplina, promovendo uma oficina de formação, “Gestão de Conflitos”, destinada aos encarregados de educação.

Urge que o estado proporcione às escolas os técnicos necessários para integrar uma equipa multidisciplinar, prevista no Estatuto de Aluno e Ética Escolar, nomeadamente, assistente social, psicólogo clínico e mediador/educador social.

Que diferenças encontra a nível qualitativo e quantitativo da indisciplina na vossa escola, comparando com o período pré-GPI e pós criação do GPI?

Quantitativamente, ainda não foi feito um estudo comparativo com anos anteriores. A centralização da gestão da indisciplina de todos os ciclos de ensino da escola, no GPI foi muito positiva e tanto alunos como professores sentem que há um plano de atuação, uma maior

organização, identificando os responsáveis pela gestão da indisciplina. A ida de alunos para a sala do GPI tem diminuído ao longo do ano.

 Sei que elaboraram um documento para a Assembleia da República, no âmbito da Conferência sobre Indisciplina em Meio Escolar. Com que opinião ficou sobre a conferência?

Enviámos dois documentos elaborados no início do ano letivo e que estão na base do trabalho do GPI: o Regimento do GPI e o guia de procedimentos da ED face às ocorrências disciplinares.

Em suma, a conferência do dia 20 de maio veio reforçar o que já se sabia: quais as causas da indisciplina nas escolas (a quantificação dessas causas, em contexto de sala de aula, foi uma mais valia); quais as “soluções” para prevenir a indisciplina. Ficou ainda mais claro, que muitas dessas “soluções” dependem da vontade política e da realidade familiar e social em que vivem os nossos alunos, não estando, portanto, ao alcance da escola. Apesar de tudo, a partilha de ideias foi muito interessante e nestas ocasiões aprende-se sempre. De ouvir o diretor de uma escola, trouxe uma ideia concreta com pernas para andar: implementar um projeto semelhante ao “A minha turma é a melhor da escola”.

Na generalidade, consegue indicar as principais causas para a indisciplina em contexto escolar?

Causas “macro”: contextos familiares e sociais desestruturantes (não confundir com desfavorecidos); desvalorização da escola e do conhecimento; ausência de projetos de vida; insucesso reiterado; crise de valores; banalização da violência nos media; má gestão da sala de aula por parte do professor (incapacidade de gerir conflitos, inadaptação dos métodos/estratégias de ensino-aprendizagem à realidade dos alunos, aspetos relacionados com o estilo de docência);

Causas “micro”: grande dimensão das turmas, aulas de 90 min, escolaridade obrigatória até aos 18 anos, utilização indevida de equipamentos eletrónicos.

Se tivesse essa possibilidade, que alterações implementaria com o objetivo de diminuir os índices de indisciplina em Portugal?

A resposta seria demasiado vasta….. e penso que se infere das anteriores.

Professora Ana Pereira, muito obrigado pela sua disponibilidade e por ter partilhado com os leitores do ComRegras o vosso modelo de funcionamento.

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“Mito”…

Segundo o Dicionário Priberam…

mi·to

substantivo masculino

1. Personagem, facto ou particularidade que, não tendo sido real, simboliza não obstante uma generalidade que se deve admitir.

2. Coisa ou pessoa que não existe, mas que se supõe real.

3. Coisa possível por hipótese; quimera.

“mito”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/mito [consultado em 09-06-2015].
… mas será isto um mito? Ou será uma interpretação “livre”?…
 “Nos próximos anos haverá muita gente em Portugal que, das duas uma, ou consegue, nessa área, fazer formação e estar disponível para outras áreas ou, querendo manter-se, sobretudo como professores, podem olhar para todo o mercado de língua portuguesa e encontrar aí uma alternativa.” (Correio da Manhã, dezembro de 2011)
Bem… como eu costumo dizer… Cada um que interprete como quiser!!!

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Disponível o Módulo da Notificação da Reclamação

O que quer dizer que para breve as listas de colocações poderão ser publicadas.

 

 

Bem vindo(a) ao módulo da Notificação da Decisão da Reclamação da Candidatura Eletrónica – Concurso Interno e Concurso Externo/Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento, para o ano letivo de 2015/2016.

Nos termos dos n.º 5 e 6 do artigo 14.º do DL n.º 132/2012, de 27/06, na redação conferida pelo DL n.º 83-A/2014, de 23/05, retificado pela Declaração de Retificação n.º 36/2014, de 22/07, conjugado com o disposto nos n.º 5 e 6 do capítulo IX, da Parte III, do aviso de abertura do concurso, os candidatos cujas reclamações forem indeferidas são notificados desse indeferimento devendo, para esse efeito, aceder ao seu verbete disponível na página eletrónica da Direção-Geral da Administração Escolar e as reclamações dos candidatos que não forem notificados consideram-se deferidas.

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O Que Acham?

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A Ver Vamos

Se não passa de uma encenação política, ou se os exames do 4º ano desaparecerão mesmo.

 

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Jornal de Notícias (09-06-2015)

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