Junho 2015 archive

A Sondagem do Blog dá PSD/CDS à Frente de PS

A segunda sondagem do blogue para as eleições legislativas que iniciei na sexta-feira e teve a quase totalidade dos votos até à saída das listas de colocações dão PSD/CDS à frente de CDS tal como a sondagem da Universidade Católica.

A votação é feita por IP e não foi possível haver mais do que uma votação usando o mesmo IP.

Não deixa de ser estranho que uma votação feita maioritariamente por professores tenha castigado o PS nesta altura, quando na primeira sondagem lhe dava uma larga vantagem.

 

Esta mudança na tendência de voto dos professores só pode querer dizer que depois de conhecido o programa do PS se verifica que não há medidas que cativem os professores e que sendo um pouco mais do mesmo é preferível manter quem já lá está.

Verifica-se mais uma vez uma larga tendência de voto dos professores na CDU, que tem uma diferença muito curta para PS e PSD/CDS e que não se verifica na sondagem da Universidade Católica.

O inseguro PS começa a dar sinais de fraqueza, mesmo num grupo onde facilmente poderia conquistar terreno. Se nem junto dos professores consegue estar à frente será mesmo difícil que consiga vencer as eleições.

Veremos no próximo mês como continua a tendência de voto dos professores.

 

resultados sondagem

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Hora de Balanços no Blogue

Está quase a fazer meio ano que abri a participação do blogue a outros autores e estas alturas são sempre oportunas para fazer o respectivo balanço deste período com a recolha das vossas opiniões.

 

No dia 1 de Janeiro entraram no blogue, por ordem alfabética,

Animajar
César Isarael Paulo
Davide Martins
Diana Souza
Luísa Novo
Rui Cardoso

Depois entraram, igualmente por ordem alfabética, o:

Fafe
Livresco
Stôr Saco Cheio

Uns com mais artigos outros com menos artigos, o blogue procurou não fugir da sua génese que o tem marcado os últimos anos, ser informativo e construtivo de opiniões livres. Escrever num espaço público cria sempre animosidades com os leitores que podem ou não descaracterizar este espaço.

Acima de tudo, pretendo que o blogue continue a ser uma fonte de informação séria e responsável e que os autores acompanhem esse ponto de vista. Em nenhum momento interferi com os artigos dos autores e até mesmo os que estavam pré-programados aguardava para os ler apenas quando fossem publicados.

Sobre a participação destes novos 10 autores também tenho a minha opinião construída, mas gostava em primeiro lugar de conhecer a vossa para perceber que rumo deve ter o blogue no próximo meio ano.

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Não Entendo o Algoritmo de Colocação no Grupo 910

Em primeiro lugar porque a maior parte dos relatos das ultrapassagens surgem neste grupo de recrutamento, depois porque se os QZP do Concurso Externo Extraordinário de 2014 eram obrigados a concorrer a todo o seu QZP não se entende como alguns não foram colocados e os menos graduados desse grupo foram, quando se parte do princípio que mesmo não colocando as preferências se manifesta igual preferência por todas as escolas desse QZP.

Neste caso poderão os últimos colocados em QA/QE do QZP 7 recorrer hierarquicamente para verem anulada a sua colocação em QA/QE e ser entregue esse lugar ao candidato mais graduado das listas?

Porque sabemos perfeitamente que a maior parte dos professores que estão vinculados no CEE de 2014 são de fora do QZP 7 e claro que ser QA/QE com as regras que existem quase impedem uma aproximação à residência.

E existiram 5 docentes do CEE de 2014,  do QZP 7 e do grupo 910 que não foram colocados e eram mais graduados que os últimos 5 colocados.

 

32 qzp 7

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A Enorme Desilusão no Grupo 120 – 0 (zero) vagas QZP

Desilusão para quem sempre andou mais distraído porque aqui já tinha feito referência à impossibilidade de alguém do concurso externo apanhar colocação em alguma das 93 vagas do concurso interno, mesmo que sobrassem vagas.

 

Para o concurso interno surgiram 93 vagas de quadro de agrupamento ao grupo 120 – Inglês e 0 vagas destinadas ao concurso externo anual.

Desde já ficam a saber que nenhum docente do concurso externo poderá ingressar no quadro ao grupo 120.
Isso é ponto assente.

Assim, apenas os docentes que concorrem no concurso interno poderão apanhar as 93 vagas de QA/QE em concurso.

 

Fica no entanto o relato que me chegou que dá conta de muita desilusão entre os professores que fizeram os complementos de formação para o grupo 120 e que só agora deram conta disso.

Mas esta desilusão não é exclusiva dos docentes contratados mas também dos docentes dos quadros que viram a sua candidatura excluída. Depois de analisar estas listas verifico que deve ter sido a primeira vez que houve quase tantos docentes excluídos (54) como admitidos (73) a um concurso do MEC. E isto também não é nada normal.

No entanto, chamo a atenção que o MEC prometeu a existência de um concurso extraordinário para o grupo 120 e até hoje ainda nada se ouviu falar nele.

 

Estou a escrever-te, não só a pedido da minha esposa, que é dos grupos 300 e 330 e que fez formação para ter habilitação para o grupo 120, mas também em nome de muitos outros colegas que se encontram na mesma situação e que se sentem completamente desiludidos com o MEC!

A maior parte deles acabaram o curso em 1998/1999 e têm-se dedicado a trabalhar nas AEC desde o seu aparecimento, conciliaram horários reduzidos em escolas públicas com horas de AEC e sentiram na pele a precariedade que sempre se viveu nas Atividades de Enriquecimento Curricular, mas eles resistiram a todas as adversidades, não só pelo pouco tempo de serviço que obtinham, mas porque gostavam verdadeiramente do que faziam.

Sentiram-se, por isso, felizes e esperançados quando o MEC anunciou a criação do grupo 120, pois acreditavam que finalmente seriam recompensados de anos e anos de trabalho precário, a recibos verdes e a serem “mal vistos” pelos restantes colegas de profissão que os inferiorizavam, apelidando-os de técnicos e de “funcionários de tempos livres”.

Melhor se sentiram quando, num seminário  na FACIS, onde a Dra. Lucinda, do SPZN, esteve presente, referiu que teriam este ano um concurso externo extraordinário para vagas de QZP no 120, tal como o Sr. Ministro o tinha anunciado.

Mas a “ilusão caiu por terra” com a notícia de que o MEC não vinculou contratados em QZP, nem lançou o tal concurso extraordinário EXTERNO de 2015 para o 120. Será isto verdade?

É que nem as vagas do concurso interno que sobraram (só foram ocupadas 37 das 93) ficaram disponíveis. Não vai haver mais nada? Vão todos para contratação inicial, depois de gastar tanto dinheiro e ter tantas esperanças?

Vários diretores queixam-se que lançaram vagas para o 120 e não lhes foram atribuídas. Ainda existirá algum concurso externo extraordinário em breve para essas vagas? Ou os rumores de que vão para contratação inicial são verdadeiros?

 

Com os melhores cumprimentos,

 

Luís Arede e centenas de professores candidatos ao grupo “fantasma” 120

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O 1º Ciclo no DOAL…

Pelo que li… as diferenças são nulas ou quase…

Continuamos a ser discriminados quanto à definição de “hora”. A nossa “hora” é mais longa que a dos demais…

doal1

Além disso, a nossa componente letiva permanece a mesma, o que causa ainda mais diferença na carga horária…

doal2

Mas continuamos a ser multifacetados… será que o coordenador de estabelecimento vai ver o seu trabalho presenteado com “crédito horário”???

doal3

… pode ser que sim!!! ou não… mas não me parece que sejam TODOS!!!

doal4

Será que no 1º ciclo e o pré-escolar só existem Super professores? Porquê a discriminação?

PS: Isto pode ser um indicador de que o 1º Ciclo pode, muito bem, vir a servir de exemplo às mudanças noutros ciclos…

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Comparação das Colocações no Concurso Externo com a Portaria de Vagas

A portaria de vagas ao concurso externo anual determinava a abertura de 1453 vagas e foram colocados 1471 docentes.

Não vou voltar a falar sobre o que foi dito desde o início para se abrir este concurso externo anual onde sempre se referiu que era para dar resposta aos docentes que cumprissem a regra da norma travão. Na altura tinha identificado 461 docentes que cumpriam esta norma e disse que poderia haver outros tantos que tivessem ficado colocados pelo menos um ano em escola TEIP e/ou com autonomia e que daria um número aproximado de 900 docentes nestas condições. No final confirmamos que havia 753 docentes.

Também disse que havia vagas que estavam abaixo das regras a aplicar para a norma travão. Nesse artigo identifiquei 6 conjuntos de vagas que estavam abaixo dessa regra (omiti o grupo de EMRC porque nunca soube quem cumpria esses requisitos). Dos oito campos assinalados a verde (exceptuando EMRC) já em Março tinha dito que 5 deles tinham vagas insuficientes.

 

Fica aqui a comparação dos colocados no concurso externo, por grupo de recrutamento e QZP com a portaria de vagas.

Existiram 5 grupos de recrutamento que tiveram vagas adicionais:

290 – Educação Moral e Religiosa Católica – 7;

320 – Francês – 1;

540 – Eletrótécnia – 2;

910 – Educação Especial 1 – 7;

920 – Educação Especial 2 – 1.

E também 5 QZP com vagas adicionais:

QZP 1, 5, 6, 8 e 10, com 6, 4, 4, 2 e 2 vagas adicionais respectivamente.

No total foram criadas 18 vagas adicionais e garanto-vos que nada destas vagas adicionais tem a ver com reclamações, mas sim com um erro na portaria de vagas, que já em Março tinha verificado.

 

 

comparacao de vagas

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É Tempo de Começar a Analisar os Erros nas Colocações

Chegaram-me várias informações de erros nas colocações do concurso interno/externo.

 

Ainda estou a analisar as informações que me tem chegado, mas parece que muitos docentes das RA desapareceram das listas de colocados e não colocados.

Ainda não consegui cruzar as listas de ontem com as listas provisórias para analisar esses casos. Durante a próxima semana tentarei fazer isso.

Também me chegam relatos de ultrapassagens nas prioridades. Aqui não poderei analisar qualquer dado, visto que as preferências estão apenas na posse dos candidatos, mas fica este caso que me chegou para poderem também dizer se foram ou não ultrapassados em função das vossas preferências.

 

Fiquei colocada no 910 no QZP 6 (a minha 5ª opção).

O meu número de ordem é o 2872. No entanto, na lista, depois de mim, aparecem 3 colegas no QZP 1 (a minha 1ª opção), 1 no QZP 3 (a minha 2ª opção), e 1 no QZP 4 (a minha 3ª opção).

Na próxima semana tratarei do recurso, mas achei que gostaria de saber destes erros.

910

O grupo 120, como se previa, também tem muitos professores excluídos por não terem a sua candidatura não conforme.

Obviamente, que todos os casos devem ser alvo de recurso hierárquico e se vos for dada razão serão colocados no lugar a que teriam direito sem retirar desse lugar quem lá ficou colocado por concurso.

Podem neste artigo relatar a vossa situação para percebermos melhor onde poderão andar mais erros nestas listas de colocações.

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O Despacho Normativo para a Organização do Ano Escolar 2015/2016

É este despacho que define o funcionamento do ano escolar e que já devia ter sido publicado há algum tempo para as escolar prepararem o ano lectivo seguinte.

Fica aqui o Despacho que foi publicado ontem em Diário da República.

 

DESPACHO NORMATIVO N.º 10-A/2015 – DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 118/2015, 1º SUPLEMENTO, SÉRIE II DE 2015-06-19

 

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/06/DN-10-A.pdf”]

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9425 Colocados no Concurso Interno por Prioridade

Dos 9425 docentes colocados no concurso interno 8363 docentes foram colocados por estarem na 1ª prioridade, ou seja, não mudaram de grupo de recrutamento e não eram do concurso externo extraordinário de 2014.

854 docentes foram colocados por mudança de grupo de recrutamento e 208 docentes colocados no concurso externo extraordinário de 2014 tiveram colocação neste concurso.

 

 

Concurso Interno

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E agora?

 

Fui bafejado pela sorte. Os resultados do concurso saíram e…bingo…finalmente consegui ficar na educação especial numa escola perto de casa.

Quando comecei a lecionar educação visual achei que era o que queria fazer para toda vida. Com o passar dos anos, acompanhando a degradação do ensino, as experiências com os alunos revelavam-se cada vez menos interessantes, ao contrário das experiências com os alunos com NEE que se tornavam cada vez mais interessantes. Achei que estava no sítio errado e por isso resolvi aceitar o desafio de ajudar os que queriam ser ajudados.

Estive sete anos numa instituição de pessoas com deficiência. Foram sem dúvida os anos mais bonitos da minha vida. Criei o projeto “Está na Hora” que mostrava aos “putos” das escolas o que era fazer “milagres” com poucas capacidades. Tínhamos DJ´s, teatro, animação da hora do conto, a banda “Mente Aberta” e uma panóplia de atividades que animavam a “garotada” das escolas ao mesmo tempo que transmitiam a mensagem: “aprende…aproveita as tuas capacidades”.

Regressei à minha escola (porque tinha que ser) e pensei que ia entrar num processo de luto. Não aconteceu porque me colocaram no grupo de educação especial. Tive um grupo de colegas e a uma direção que não conheciam a palavra não e alinhavam em todas as “maluqueiras” para quebrar o marasmo da educação. Desenvolvemos projetos realmente espetaculares sempre a mostrar aos alunos do currículo normal o que era fazer “milagres” com pouco.

Alguns projetos ficaram a meio. E agora?

A mudança é sempre assustadora mas como diz a jornalista Sónia Morais, há que vencer a genética portuguesa…

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206.869

Este foi o número de visitas ao blogue no dia de ontem.

 

O anterior máximo estava perto das 180.000 visitas.

 

 

206869

 

 

O contador do wordpress é sério e não é como o sitemeter que se passou no dia de ontem, contabilizando mais de 2 milhões e meio páginas vistas.

Também a página do facebook teve apenas ontem mais de 1000 novos gostos, passando a barreira dos 27 mil.

Um muito obrigado pela confiança que continuam a ter no blogue.

 

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GOLPE – DA ALEGRIA E DA DOR

Quando recebi a informação, ia já a caminho do cinema. Tinha decidido tirar a tarde. Estava cansada dos papéis, das conversas, da espera. Queria ter apenas um pedacinho de sanidade, de esquecimento.

Decidi deixar o telemóvel no carro, porque sabia que a hora ia chegar e, simplesmente, não me apetecia estragar o momento. Porém, quando a sessão acabou e as luzes iluminaram a sala, percebi que não podia continuar a protelar. E, a cada passo mais perto do carro, senti algo incompreensível. O meu coração ia acelerando, mas os pés colavam-se ao chão. Os sons titubeavam na lonjura, como se eu estivesse quase fechada numa caixa, e cada gesto meu fosse projetado muito lentamente no espaço. Ao olhar em redor, só me ocorria que, dentro de minutos, aquele tempo já não iria existir. Que aquele momento, um segundo prolongado, se desvaneceria para sempre. Tinha a garganta seca, os olhos vidrados e foi com desânimo e esforço que coloquei a chave no carro.

Sentei-me, respirei fundo e agarrei no telefone. 8 mensagens, 15 chamadas. Por breves instantes supus que a alegria fosse alheia e a má notícia costumeira vinha a caminho. Então, abri a primeira mensagem, do meu eterno namorado. E, a custo, li: QZP 7.

Assim. QZP 7. Apenas isto.

Reli, abri outra mensagem e outra, todas com parabéns que começaram, devagarinho, a abrir uma brecha no meu corpo, até ribombarem com uma euforia tal, que um trovão de luz e choro compulsivo me desfizeram em água.

Ali estou eu. Ali estou eu ainda agora. Sentada no carro, um calor demoníaco que sufoca corpos e eu não sinto nada, só um rasgo imparável de lágrimas e soluços descontrolados.

18 anos depois, estou efetiva.

As mãos tremem tanto que nem consigo carregar nas teclas. E, quando tento falar, a voz esganiça-se, esfuma-se e esbate-se num choro sem tino.

Do outro lado, o meu amado ri do meu silêncio entrecortado por soluços e, à distância, dá-me um abraço feito de flores e frutos, tão doce, tão perfumado, que eu inspiro fundo e tenho-o logo ali, respirando-me ao ouvido.

A seguir falo com a minha mãe. Depois, a minha irmã gémea, mais alguns amigos que viveram a minha vida de angústia quando, nos últimos 18 anos, o coração e o medo me emparedavam num sofrimento atroz (e a todos vós desejo que este momento inigualável de felicidade vos seja extensível). Como pode caber tanto carinho num telefone tão minúsculo?

A seguir, um colega, que partilha a minha alegria, “e o que fazemos a seguir?”. Na minha voz entrecortada pela emoção e pela baba de cuspo e suor que me escorre, suspiro: “eu nem sei, nunca li a legislação desse ponto de vista…”

E, depois, finalmente, a primeira chamada de desalento, de dor profunda. A Xaninha, com vinte anos de serviço, que continua, simplesmente, candidata a professora.

E as minhas lágrimas duplicam, porque o meu coração tão feroz, tão destemido, não aguenta mais golpes hoje. Ainda estou no carro parada, as mãos tremendo, um bafo endemoniado à volta, eu e a Xaninha a chorar juntas no vazio que nos rodeia a ambas.

Não, já não choro compulsivamente de felicidade. Choro de raiva, de tristeza, de vergonha pela humilhação a que nos sujeitaram e sujeitam tantos anos. 1

Este golpe político tão elaborado e genial (parabéns a si, senhor Crato, quase lhe beijava a boca em vez de desejar que lhe trucidassem esses minúsculos órgãos genitais), porém, não me fará esquecer que existe um futuro à minha frente. Sim, estou feliz com uma imensidão que só quem passou por tudo isto pode perceber. E sim, também estou furiosa pela injustiça que este concurso representa.

Sentada no silêncio do meu carro, sorrio.

Posso estar embriagada de felicidade, mas, quando votar, não farão de mim parva.

Ligo, finalmente, o motor e sigo caminho.

Parece que o futuro está à minha espera…

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Um brinde ao Arlindo

brindeHá quem chore,

há quem ria

mas, sem dúvida,

o Arlindo

merece brinde

ao fim do dia.

Saca listas e publica

analisa e tudo explica.

Viv’ó colega companheiro

recebe pouco e

trabalha

a tempo inteiro!

 

 

 

 

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Pelo Facebook

…numa passagem por alto ao meu grupo de amigos.

Parabéns a todos os que conseguiram “mudar de vida”.

Lembro que sempre referi que o número de vagas positivas no concurso interno iria permitir uma enorme mobilidade de docentes e cerca de 30% dos docentes do quadro conseguiram uma colocação.

Não errei, novamente.

 

Finalmente sou Quadro de Agrupamento. Estou feliz

Espero ser feliz nesta nova etapa, como fui nos últimos dois anos

Finalmente, nos quadros

VINCULADAAAAAAA!!! Finalmente!

 

Quando “mudei de vida”, tive a certeza que Deus não me iria abandonar… 910, aí vou eu!!!

Não estou em mim… Depois de 19 anos a contrato… Fiquei EFETIVA!

Mudei de QZP !!!!! Saí de LISBOA !!!! Entrei no do PORTO !!!!!!! Iuppi

No Continente para sempre!…..QZP 1

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Nota Informativa Sobre as Listas Definitivas

Aconselho todos a lerem com muita atenção esta nota informativa.

Não se esqueçam que há prazos para aceitar a colocação na aplicação SIGRHE e que será entre o dia 22
de Junho e o 26 de Junho de 2015.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/06/Nota-Informativa-Divulgação-das-Listas-Definitivas.pdf”]

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“Animação, hoje é sexta!” (filmes realizados por crianças e jovens)

Viva!

Hoje, aqui no espaço “Animação, hoje é sexta!” do blogue, iremos divulgar três filmes de animação. São três filmes muito particulares e especiais por terem sido realizados por crianças e jovens, em diferentes contextos.

O primeiro desses filmes de animação foi orientado pelo colega José Manuel Santos. Um à parte: seria interessante que nos fizessem chegar estes projetos para divulgação. O José fez isso, e agradecemos. Para não esquecer nenhumas palavras, transcrevemos a sua mensagem:

“Este ano  ano letivo coordenei um trabalho que foi realizado por alunos do 6º ano inseridos na UEE da escola (Escola João Gonçalves Zarco, do Agrupamento de Escolas de Santa Catarina, em Linda-a-Velha), a Inês, o Elias e o Luís. A técnica utilizada foi animação Stop Motion com personagens e cenários realizados pelos alunos ao longo do ano”. O filme chama-se: “A tartaruga perdida”.

 

 

Outro dos projetos a apresentar hoje tem sido desenvolvido em contexto de formação não formal. Não foram realizados em escola mas sim nas Academias de Verão da Academia de Música de Espinho, numa articulação com o CINANIMA. A realização dos dois filmes teve a orientação de Paulo Fernandes (do CINANIMA e responsável pela componente de animação) e Jonas Pinho (orientação musical e sonorização).

Outra das particularidades é a interdisciplinaridade. Ambos os filmes nascem de adaptações de obras literárias ou contos tradicionais/populares. No primeiro caso, “O Gato e o Escuro”, uma adaptação da obra de Mia Couto e no segundo, “O Macaquinho de nariz branco”, adaptado de uma lenda popular: a lenda do tambor africano.

Mais fascinante ainda, o caso de ambos estes filmes terem sido realizados por crianças e jovens nas academias de verão, num curto período de tempo e… FANTÁSTICO: preparados para serem musicados ao vivo. A apresentação oficial do filme e outras que decorreram realizaram-se com todas as crianças a cantar e dramatizar ao vivo, enquanto era projetada a animação. Num dos casos podem claramente ver isso no filme.

Talvez, acredito mesmo, seja muito disto que falta nas nossas escolas hoje em dia.

Vejam! Deliciem-se… E até à próxima sexta!

 

 

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Parece Que Muitos Que Concorreram ao Concurso Interno

… só hoje perceberam que as vagas do Externo eram apenas para os docentes que concorriam ao concurso externo.

 

Não há erro nas colocações.

 

É mesmo assim.

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A PRECARIEDADE DOCENTE CONTINUA – NÃO IREMOS BAIXAR OS BRAÇOS!

A PRECARIEDADE DOCENTE CONTINUA – NÃO IREMOS BAIXAR OS BRAÇOS!

Com a publicação das listas do Concurso Externo, estamos, uma vez mais, perante um momento de felicidade para muitos professores (que concretizaram o desígnio de entrada para os quadros do Ministério da Educação e Ciência – MEC), mas de angústia e tristeza para muitos outros que ainda não viram conseguida a sua justa vinculação. 

Para a ANVPC – Associação Nacional dos Professores Contratados, uma vez mais não se cumpriu a legislação internacional do trabalho, pelo que o MEC continuará a submeter a trabalho precário docentes que já desenvolvem funções nas escolas, sobre tutela do estado português, há 5, 10, 15 e mais anos. Existem inclusivamente professores com 20 e mais anos, que ainda manterão a sua situação de precariedade!

Nas várias reuniões que esta organização realizou com a tutela alertou, consecutivamente, para a necessidade imperiosa de ser salvaguardada a equidade e a igualdade de oportunidades entre professores contratados, sem as quais a aplicação do n.º 2 do art.º 42º do D.L. n.º 83-A/2014 de 23 de maio (vulgarmente conhecido por norma-travão) traria novas injustiças, que perdurariam nos anos seguintes e conduziriam a inevitáveis conflitos judiciais. Ainda que tenha sido dado um passo positivo no sentido de criação de uma norma-travão (regime que impeça a contratação ad eternum dos docentes), a mesma, tendo em conta a sua injustificável regulamentação realizada a cabo pelo MEC, não resolveu a precariedade a que os professores portugueses têm sido sujeitos e continua a não dar resposta ao que se encontra estipulado na Diretiva 1999/70/CE do Conselho de 28 de junho de 1999 (respeitante ao acordo-quadro CES, UNICE e CEEP relativo a contratos de trabalho a termo).

Nessa medida, e tendo em conta as novas discriminações que foram criadas com a operacionalização, pelo Estado Português, da norma-travão (agora bem claras, com a publicação das listas definitivas), parece não resultar outra alternativa aos professores contratados portugueses que não seja retomarem as suas ações judiciais individuais (que muitos dos associados da ANVPC já deram autonomamente entrada nos tribunais administrativos portugueses logo após a publicação, em maio de 2014, do n.º 2 do art.º 42º do D.L. n.º 83-A/2014).

Tendo em conta os dados recolhidos por esta organização, ao longo das últimas semanas, junto dos professores contratados portugueses, a ANVPC irá apresentar um novo dossier de denúncia à Comissão Europeia, clarificando algumas questões julgadas essenciais para o envio do caso português para o Tribunal de Justiça da União Europeia. Esta organização disponibiliza-se ainda, para, durante os próximos meses de julho, agosto e setembro, realizar as necessárias reuniões de trabalho com a tutela, no sentido da equipa do Ministério da Educação e Ciência, poder, antes do final do seu mandato, legislar no sentido de uma resolução definitiva da precariedade laboral dos professores contratados portugueses, criando um modelo justo e equitativo de entrada para os quadros do Ministério da Educação e Ciência.

A direção da ANVPC
19.06.2015
                              

LOGO_ANVPC

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61 Docentes Beneficiaram do DL 29/2001

E por esse motivo ingressaram no quadro.

Contudo, dos 1471 docentes que entraram no quadro, 68 concorriam ao abrigo deste Decreto-Lei.

 

Concurso Externo DL 29-2001

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1471 Colocados no Concurso Externo por Prioridade

Fica aqui o primeiro quadro das listas de colocações.

Este quadro mostra o número de docentes colocados por grupo de recrutamento e prioridades no concurso externo.
Havia 1453 vagas e foram colocados 1471 docentes.

 

Concurso Externo

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Listas do Concurso Interno/Externo

Listas de Colocação no Concurso Interno

 

100 – Educação Pré-Escolar
110 – 1º Ciclo do Ensino Básico
120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
200 – Português e Estudos Sociais-História
210 – Português e Francês
220 – Português e Inglês
230 – Matemática e Ciências da Natureza
240 – Educação Visual Tecnológica
250 – Educação Musical
260 – Educação Física
290 – Educação Moral e Religiosa Católica
300 – Português
310 – Latim e Grego
320 – Francês
330 – Inglês
340 – Alemão
350 – Espanhol
400 – História
410 – Filosofia
420 – Geografia
430 – Economia e Contabilidade
500 – Matemática
510 – Física e Química
520 – Biologia e Geologia
530 – Educação Tecnológica
540 – Eletrotecnia
550 – Informática
560 – Ciências Agropecuárias
600 – Artes Visuais
620 – Educação Física
910 – Educação Especial
920 – Educação Especial
930 – Educação Especial

 

Listas de Colocação no Concurso Externo

100 – Educação Pré-Escolar
110 – 1º Ciclo do Ensino Básico
120 – Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico)
200 – Português e Estudos Sociais-História
210 – Português e Francês
220 – Português e Inglês
230 – Matemática e Ciências da Natureza
240 – Educação Visual Tecnológica
250 – Educação Musical
260 – Educação Física
290 – Educação Moral e Religiosa Católica
300 – Português
310 – Latim e Grego
320 – Francês
330 – Inglês
340 – Alemão
350 – Espanhol
400 – História
410 – Filosofia
420 – Geografia
430 – Economia e Contabilidade
500 – Matemática
510 – Física e Química
520 – Biologia e Geologia
530 – Educação Tecnológica
540 – Eletrotecnia
550 – Informática
560 – Ciências Agropecuárias
600 – Artes Visuais
620 – Educação Física
910 – Educação Especial
920 – Educação Especial
930 – Educação Especial

 

 

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Links do Concurso Externo

Publicitação das listas definitivas do Concurso Externo 2015/2016

 

Listas definitivas de Ordenação, Exclusão, Colocação, Não Colocação

100 – Educação Pré-Escolar Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
110 – 1º Ciclo do Ensino Básico Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
120- Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico) Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
200 – Português e Estudos Sociais-História Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
210 – Português e Francês Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
220 – Português e Inglês Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
230 – Matemática e Ciências da Natureza Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
240 – Educação Visual Tecnológica Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
250 – Educação Musical Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
260 – Educação Física Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
290 – Educação Moral e Religiosa Católica Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
300 – Português Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
310 – Latim e Grego Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
320 – Francês Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
330 – Inglês Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
340 – Alemão Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
350 – Espanhol Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
400 – História Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
410 – Filosofia Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
420 – Geografia Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
430 – Economia e Contabilidade Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
500 – Matemática Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
510 – Física e Química Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
520 – Biologia e Geologia Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
530 – Educação Tecnológica Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
540 – Eletrotecnia Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
550 – Informática Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
560 – Ciências Agropecuárias Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
600 – Artes Visuais Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
620 – Educação Física Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
910 – Educação Especial Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
920 – Educação Especial Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
930 – Educação Especial Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação

 

Lista definitiva de Desistências – Consulte

Lista definitiva de Retirados – Consulte

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Links do Concurso Interno

Publicitação das listas definitivas do Concurso Interno 2015/2016

 

Listas definitivas de Ordenação, Exclusão, Colocação, Não Colocação

100 – Educação Pré-Escolar Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
110 – 1º Ciclo do Ensino Básico Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
120- Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico) Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
200 – Português e Estudos Sociais-História Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
210 – Português e Francês Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
220 – Português e Inglês Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
230 – Matemática e Ciências da Natureza Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
240 – Educação Visual Tecnológica Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
250 – Educação Musical Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
260 – Educação Física Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
290 – Educação Moral e Religiosa Católica Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
300 – Português Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
310 – Latim e Grego Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
320 – Francês Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
330 – Inglês Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
340 – Alemão Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
350 – Espanhol Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
400 – História Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
410 – Filosofia Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
420 – Geografia Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
430 – Economia e Contabilidade Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
500 – Matemática Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
510 – Física e Química Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
520 – Biologia e Geologia Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
530 – Educação Tecnológica Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
540 – Eletrotecnia Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
550 – Informática Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
560 – Ciências Agropecuárias Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
600 – Artes Visuais Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
620 – Educação Física Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
910 – Educação Especial Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
920 – Educação Especial Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
930 – Educação Especial Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação

 

Lista definitiva de Desistências – Consulte

Lista definitiva de Retirados – Consulte

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Listas de Colocações no Concurso Interno/Externo

Publicitação das listas definitivas de Ordenação, Exclusão, Colocação, Não Colocação, Desistências e Retirados do Concurso Interno e Externo 2015/2016

 

Concurso Interno – ano escolar de 2015/2016

Concurso Externo – ano escolar de 2015/2016

 

Em tratamento de dados.

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33% dos Docentes do Quadro Conseguiram Ser Colocados

Em 32914 candidaturas existiram 11212 docentes que conseguiram colocação.

Como previa o número de vagas positivas permitiu um elevado número de docentes colocados.

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Ficam Para Já os Números do Concurso Interno/Externo

Em antecipação às listas.

números

NOTA: O somatório das vagas preenchidas por docentes em primeira prioridade e nas prioridades seguintes é superior ao número de vagas a concurso, devido à necessidade de criação de 18 vagas adicionais no âmbito da norma travão por motivo de deferimento de recursos hierárquicos interpostos previamente à abertura de vagas sobre processos com implicação no concurso.

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Podem sair

Porque consegui uma folguinha.

 

…mas rápido, ok?

 

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Hoje Não Me Dava Muito Jeito

… que as listas saíssem.

Reuniões ao longo do dia e uma saída à noite…

Mas que não impedem de recebermos os 25 milhões de hoje.

 

euromilhoes 19 junho

 

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O Inseguro PS

…começa a cair a pique.

 

Em oito meses, o PS de Costa é apanhado pela coligação

 

 

sondagem ps queda
Fica aqui nova sondagem para ver se a evolução na tendência de voto na classe docente é idêntica, ou não.

Estes foram os resultados da sondagem anterior.

 

 

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Autorização de Despesa Até 2020 para os Contratos de Associação

Se a evolução da autorização de despesa for de facto a que se encontra nesta resolução do Conselho de Ministros isso quer dizer que serão muito poucos os apoios financeiros do estado para estas escolas em 2020?

Estarão condenadas as escolas com contrato de associação? Ou será que para as mesmas se manterem terão de procurar receitas noutros locais, nomeadamente nas famílias?

2020 é já ali ao virar da esquina.

 

apoios economicos

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Uma Nação…

… segundo o PR.

Um país, segundo o Governo.

Dar tudo à costa, segundo o ps, dar nome ao coco.

Um sebastião soviético em atalaia, segundo o pcp.

Um teríamos podido, não tropeçássemos num pau de vassoura.

Um livre de penal-te!

E um machimbombo duo da cmtv.

 

 

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Das Promessas de Treta…

Crónicas do Cão: Como desvalorizar uma “promessa” que não o é

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Descobri A Causa!

 

Turmas e ministérios demasiado gregos!

 

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Do Despacho – Resta Saber se Armadilhado…

(…)

O Ministério da Educação enviou hoje para publicação em Diário da República o despacho de organização do próximo ano letivo, que a tutela afirma ser um documento de continuidade, face aos normativos anteriores, dando ênfase à autonomia das escolas.

“Tendo em vista as melhorias do desempenho escolar e a redução do abandono escolar, este diploma contribui para as escolas implementarem com maior agilidade medidas que se adaptam aos seus alunos e gerirem de forma mais flexível e eficiente os seus recursos. O despacho surge na continuidade dos normativos equivalentes dos anos anteriores, prosseguindo a política de autonomia das escolas e de incentivo à melhoria dos seus resultados”, lê-se numa nota enviada à imprensa pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC).

Já na terça-feira o documento tinha sido apresentado aos sindicatos, com as duas principais federações da educação a apontarem como principais novidades o facto de os agrupamentos cujas escolas ficam muito distantes terem mais horas para gestão dos estabelecimentos e os professores responsáveis pela classificação de exames terem direito a mais tempo.

“Estabelece-se que, na distribuição do serviço docente, letivo e não letivo, seja tido em conta o tempo necessário para tarefas inerentes à execução do trabalho de classificação de provas de avaliação externa dos alunos, podendo a escola, por exemplo, reservar tempos semanais para utilizar nesses momentos”, refere hoje o comunicado do MEC.

Mas à saída da reunião com a tutela, as duas federações sindicais tinham interpretações diferentes sobre esta novidade: a Federação Nacional de Educação (FNE) dizia que se dirige aos docentes que venham a ser corretores da prova de inglês do Cambridge, enquanto a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) afirmava que se refere aos avaliadores dos exames e provas nacionais.

“Com este despacho, cada escola continuará a decidir a duração dos tempos letivos, a gestão das cargas curriculares de cada disciplina, as opções nas ofertas curriculares obrigatórias ou complementares, a gestão dos seus recursos humanos e as atividades que considera necessárias para os seus alunos. Continuará, também, a receber créditos horários que permitem aplicar as medidas necessárias e as adequadas ao desenvolvimento integral dos seus alunos”, afirma ainda a tutela na nota enviada.

O despacho dá ênfase à obtenção de resultados por parte das escolas, com a tutela a dar mais horas àquelas que mais progridem.

“Os progressos obtidos por cada escola são indicativos da sua correta orientação estratégica, boa gestão pedagógica e judiciosa utilização de recursos. Pretende-se, assim, continuar a dar mais créditos horários às escolas em função das suas características e a incentivá-las a que se tornem progressivamente mais livres nas opções a tomar”.

O ministério acrescenta ainda que se continua “a incentivar as escolas que melhoram, ano após ano, os seus resultados, mesmo que estes ainda sejam globalmente negativos, prosseguindo-se com a atribuição, para estas, de um crédito horário adicional em que são tidas em conta características próprias de cada escola”.

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Da Manif de Professores No Sábado – Dia 20 – em Lisboa…

(…)

Os professores tencionam exigir a aposentação ao fim de 36 anos de serviço, defendendo tratar-se de uma profissão de grande desgaste ao nível físico e psicológico, agravada nos últimos anos com a saída de dezenas de docentes do sistema, devido às aposentações e rescisões.

“O desgaste é brutal, dizer que há mais 4.000 professores nos quadros é uma farsa. Nestes quatro anos saíram 24.000 professores, essencialmente por aposentação, e reduziram 20.000 professores contratados”, disse à agência Lusa o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (FENPROF), a organização mais representativa da plataforma, integrada por outras sete organizações sindicais.

A municipalização da educação será o outro grande ponto de contestação nesta iniciativa, com os sindicatos a exigirem a suspensão do processo de transferência de competências para as autarquias neste setor.

“Não somos contra a descentralização e a autonomia das escolas, mas entendemos que em fim de legislatura, o governo não tem legitimidade para determinar um processo de quatro anos”, afirmou o dirigente da FENPROF.

Os professores vão concentrar-se na rotunda do Marquês de Pombal e descer a avenida da Liberdade até aos Restauradores, encurtando o percurso inicialmente pensado, devido a outras atividades programadas para o Rossio, no âmbito das festas de Lisboa.

Outras reivindicações estarão presentes no protesto, ao nível dos horários e condições de trabalho, o direito ao emprego e a carreira.

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Do Desmantelamento do Ensino Público e a Táctica do Maior Dano que For Possível Infligir ao Mesmo Antes de Sairmos de Cena…

(…)A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) acusou hoje o Governo de criar “uma parceria público-privada” na Educação, ao abrir concurso para contratualizar turmas com os colégios privados sem certezas de que sejam necessárias por inexistência de oferta pública. 

Em causa está o aviso de abertura de concurso para as escolas e colégios privados se candidatarem à celebração de contratos de associação para os anos letivos 2015-2016, 2016-2017 e 2017-2018, com a respetiva atribuição de financiamento por parte do Estado, fixado em 80.500 euros por turma, para o próximo ano letivo. 

Serão selecionadas as escolas e colégios que reúnam os requisitos e condições exigidos para abrir as 656 turmas que o Ministério da Educação e Ciência quer contratualizar com os privados, um número já definido, no aviso de abertura do concurso, que discrimina por localidade o número de turmas a abrir e financiar nos colégios para cada início de ciclo escolar, ou seja, para turmas do 5.º, 7.º e 10.º anos de escolaridade.

“Isto deixa de ser uma resposta privada complementar para se transformar numa parceria público-privada em que o Estado, tendo recursos públicos para dar resposta, vai contratar privados para dar essa resposta, desperdiçando recursos”, disse à Lusa o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira.

Para o sindicalista não faz sentido definir ‘a priori’ um número de turmas a financiar sem saber quantos alunos vão existir para frequentar estes níveis de ensino, e, também por isso, sem garantias de que não haja na rede pública de ensino resposta que assegurem as necessidades educativas das localidades onde o Estado vai financiar turmas no setor privado. 

Mário Nogueira referiu que o único critério para a definição do número de turmas foi manter aquelas que já existem.

“Se mantêm o número de turmas, e se hoje é sabido que há uma redução do número de alunos no sistema, isso quer dizer que quem está a absorver essa redução é só o público, uma vez que o privado mantém as mesmas turmas. E se houver uma zona em que não haja o número de alunos suficiente para as turmas contratualizadas? Como agora é por contrato, eles têm que obrigar os pais a pôr lá os filhos, mesmo que eles não queiram”, criticou o líder da Fenprof.

Para Mário Nogueira o Estado está a impor a frequência do ensino privado, desaproveitando os recursos das escolas públicas, levando a que professores e funcionários sejam dispensáveis, e a que as escolas se possam encerrar. 

Segundo contas da Fenprof, esta contratualização abre portas a que nos próximos três anos (período que vão vigorar os contratos das escolas que ganhem o concurso) o Estado financie os colégios, “através do orçamento do Estado, com mais de 140 milhões de euros”. 

A Fenprof questiona se vão obrigar pais, que queiram que os seus alunos frequentem o ensino público, a transferi-los para o privado, para dar cumprimento ao contratualizado, e se, num eventual cenário de transferência de competências para as autarquias, estas vão poder, por exemplo, definir o ensino privado como prioridade.

“Neste quadro, a Fenprof admite recorrer aos tribunais para impedir a celebração de novos contratos de associação, sejam eles a ampliação dos existentes ou novos contratos com outras entidades privadas”, adianta a federação sindical num comunicado hoje enviado.

A Fenprof pretende ainda dirigir-se ao Provedor de Justiça, “apresentando queixa contra o Governo português” e vai enviar “uma exposição aos partidos políticos com representação parlamentar para que, no quadro das suas atribuições, intervenham no sentido da reposição daquilo que a Fenprof considera ser o interesse nacional e o respeito pela Constituição”.

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Fake Aliens

TVI24, agora mesmo.

 

http://www.tvi24.iol.pt/live

 

Adenda: não dormirei enquanto não indicar aqui o “bídio”  dos não leccionantes.

 

Adenda 2: afinal, aquilo era só para isqueteques, bolinha e coiso, um perigo, todos aos seus dormires!

 

 

 

 

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Sobre a Avaliação dos Docentes Contratados

Fica aqui este mail de hoje da DGAE, em resposta a uma dúvida de uma professora que esteve ausente 100 dias do serviço por serviço equiparado, tendo prestado apenas 140 dias de efectiva prestação de serviço.

 

DSGRHF – DIREÇÃO SERVIÇOS GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS E FORMAÇÃO <[email protected]> wrote:

 

Exma. Senhora Professora
XXXXXXXX

 

Na sequência do V/ e-mail de 17.06.2015, registado na Direção-Geral da Administração Escolar com a referência XXXXXXXXXX, a 17.05.2015, cumpre informar:

 

Os docentes em regime de contrato a termo resolutivo, em situação de ausência ao serviço equiparada a prestação efetiva de trabalho que inviabilize a verificação do tempo mínimo para a avaliação do desempenho, estabelecido pelo n.º 6 do art.º 42.º do ECD e pelo n.º 5 do art.º 5.º do Decreto Regulamentar n.º 26/2012, de 21 de fevereiro, são avaliados pela menção qualitativa que lhes tiver sido atribuída na última avaliação do desempenho, desde que não inferior a Bom.

 

Recorda-se que, de acordo com o disposto na alínea c) do n.º 1 do art.º 65.º do Código do Trabalho, aplicável por remissão da alínea d) do n.º 1 do art.º 4.º da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, aprovada pela Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, são ainda consideradas como prestação efetiva de serviço as ausências ao trabalho resultantes de licença parental, em qualquer das suas modalidades.

 

Acrescenta-se que, de acordo com o n.º 3 do art.º 19.º do Decreto Regulamentar n.º 26/2012, de 21 de fevereiro, o relatório de autoavaliação é anual e reporta-se ao trabalho efetuado nesse período, pelo que, no caso em apreço, a docente não deverá entregá-lo.

 

Com os melhores cumprimentos,

 

SL

Relembro também que os 180 dias de serviço não tem a ver com o tempo de serviço, mas sim com a duração do contrato.

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Os Exames de Hoje

Física e Química A-715

11.º Ano / 1.ª Fase

18.06.2015, 09:30

Geografia A-719

11.º Ano / 1.ª Fase

18.06.2015, 09:30

História da Cultura e das Artes-724

11.º Ano / 1.ª Fase

18.06.2015, 09:30

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Mais Um Caso Surreal de Exclusão das Listas

Neste caso de uma docente que concorre ao grupo 120 e não necessitava de pedir a acreditação.
Como a pediu e um documento estava não conforme, foi excluída das listas do grupo 120 (segundo a notificação na aplicação).

 

O meu nome é XXXXXXXXX e constava das listas provisórias do grupo 120, visto que sou detentora do Curso de Professores do Ensino Básico, variante de Português e Inglês e estive um ano vinculada no 1º ciclo, requisito necessário para leccionar ao 120. No dia 25 de Maio, saiu uma Nota Informativa a determinar que quem já tinha automaticamente habilitação para o 120, não necessitaria de a pedir, mas se o fizesse não seria prejudicada. Eu, como todo este processo foi muito confuso, pedi a certificação, que ficou não conforme, por erro na declaração passada pela Escola onde dei esta AEC.
No entanto, como preenchia os requisitos previstos acima descritos, dirigi-me à Dgae, onde me disseram que o meu curso está de acordo com a portaria e para não me preocupar.
À noite, alertada pelo seu blog, fui verificar e tinha nos meus documentos, uma notificação a excluir-me das listas do 120. Então remeti este email para todas as páginas da Dgae que conheço. Hoje em conversa com o CAT, a Senhora disse-me que apenas posso reclamar quando for notificada via postal, ou por recurso hierárquico, indo contra ao que afirma a Nota Informativa de 25 de maio e que serei retirada das listas do 120.

 

Voltei à Dgae e resposta foi a mesma.
Quem me induziu em erro, foram eles com a nota informativa de 25 de maio. Se não estivessem sempre a alterar regras a meio dos concursos, não me tinha colocado nesta situação.

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