Junho 2015 archive

Sinais Dos Tempos

 

ir para a biblioteca como castigo

 

Nunca consegui ser castigado assim, nem havia biblioteca, porque o mfa ordenara queimar os livros. Bücherverbrennung!

 

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Os Exames de Português e Filosofia de Hoje

Português – 9º Ano

 

Prova

Critérios de Classificação

 

Filosofia – 11º Ano

Prova

Versão 1

Versão 2

Critérios de Classificação

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Faz Hoje Nove Meses

… e a criança ainda não nasceu.

 

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Confirmam a Opinião Sobre o Exame de Português?

Exame de Português do 9.º “acessível” para alunos e professores

 

 

O tema da “aventura” atravessou uma prova elogiada pelas duas associações de professores de Português.

 

 

Os alunos que na manhã desta segunda-feira fizeram o exame nacional de Português na Escola Clara de Resende, no Porto, saíram aliviados e satisfeitos e os representantes das duas associações nacionais de professores da disciplina estão de acordo – a prova, destinada aos cerca de 100 mil estudantes o 9.º ano foi “acessível” e até “interessante”, consideram.

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As 57 sombras da minha docência

1A Lei de Murphy refere que “se alguma coisa tiver de correr mal, ela corre.” E aplica-se às mil maravilhas nesta linda escolinha suburbana. E, sobretudo, aplica-se maravilhosamente a mim.

Como se não bastasse a pilha de testes que tenho em cima da mesa, fui chamada pelo excelso senhor diretor esta tarde.

Pragmaticamente, informou-me que irei ser corretora de exames. Ora, tal coisa não me espanta de jeito nenhum, por ser já tradição profissional, desde que dou aulas, independentemente dos anos que leciono. Basicamente a regra costuma ser: és contratada? Dás português? Então fazes as atas e corriges os exames. E a “gente” acata porque o contrato tem prazo e não convém levantar ondas porque o nosso barco é mesmo frágil.

Mas, por norma, a decisão é mais ou menos discreta, uma ou outra colega que se safa, mas, no conjunto, as caras dos exames já se cumprimentam de cor.

Aqui a surpresa foi eu perceber que, entre 4 professoras que lecionam 9º ano, eu sou a única parvalhona que tem a cabeça posta a prémio. Explico isso mesmo, com jeitinho e elegância, à minha coordenadora de grupo, em jeito de desabafo e incompreensão de tamanha injustiça:

– Além de todas darem 9º ano como eu, as três colegas já lecionaram no ano transato.

– Pois, mas bem vê que duas dão vocacional, não se justifica…

– Então e só uma pessoa do agrupamento é que é indicada?

– Não, não, a Isabel também foi (a Isabel é uma contratada como eu que tem horário incompleto e dá uma combinação de 7º, 8º e 6º ano, com outros vocacionais à mistura). Além disso, estamos todas no júri de exames, já viu a complicação?

O sorriso sarcástico da minha coordenadora de grupo deixa-me sem mais argumentos, sobretudo quando remata com força:

– Colegaaaaaa, o senhor diretor é que decide… E oiça, nem vale a pena abordar mais o assunto, ainda faz com que a colega que a vai avaliar se aborreça consigo.

É tão bonito quando nos colocam no canto da sala com orelhas de burro, não é?…

 

PS – Qualquer semelhança com a realidade é pura… semelhança.

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Dispensas Sindicais 2015/2016

Será que ainda vamos ter de esperar pelo dia 26 para a publicação das listas?

 

Aplicação disponível de 15 a 26 de junho.

 

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Manual de Dispensas Sindicais

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Segundo Informação da DGAE

… todas as notificações estão a ser revistas, antes das listas saírem.

 

Informação dada por um colega que foi retirado da 1ª prioridade e que hoje de manhã ligou para a DGAE.

 

Entretanto podem deixar na caixa de comentários o desenvolvimento deste tema.

E aproveito para pedir a quem seja da zona do Porto, Coimbra, Faro ou Castelo Branco e que tenha sido retirado sem qualquer justificação da 1ª prioridade do concurso interno que entre em contacto comigo para participar ainda hoje numa reportagem que a RTP está a fazer sobre este assunto.

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Resumo Do Fim-De-Semana

À sombra.

 

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Seria Mais Lógico

… que fossem os docentes a entrar numa pré-reserva para assumir essas funções.
Porque, acima de tudo, lidar com alunos ainda é uma tarefa que não é para qualquer um e existem especificidades neste trabalho que nenhum “tropa” conseguirá fazer tão bem como um professor.

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Correio da manhã (15-06-2015)

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A Minha Escolha da Semana

Passa pelo mítico Festival Rock-Am-Ring, que se realizou no passado fim-de-semana, na Alemanha.

Este ano comemorou-se os 30 anos deste festival de música rock.

 

Em destaque Foo Fighters.

Outros concertos completos:

Slipknot

Lamb Of God

Die Toten Hosen

Parkway Drive

Slash

Marilyn Manson

Deichkind

K.I.Z.

Papa Roach

Beatsteaks

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Leitura Aconselhada Ao PR Aliviado Com o Ego no Máximo…

Só à estalada – Na nuvem do acaso

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A Ler – Aventar

O caso do pai que abortou os filhos na escola

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A Ler – Paulo Guinote

Os exames como arma política

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Um Bom Tema para Debate

Classificar alunos de 1 a 5 é penalizador?

 

 

A escala de 0 a 100% foi introduzida no ensino básico após o 25 de Abril de 75 no âmbito do processo de de democratização da escola. Será que quatro décadas depois está, pelo contrário, a prejudicar os mais fracos? É o debate que está na ordem do dia.

 

Um sistema de classificação que foi criado para evitar a discriminação de alunos poderá, actualmente, estar a prejudicar os estudantes que têm mais dificuldades? Há quem acredite que sim e defenda alterações, como o presidente do Conselho Directivo do Instituto de Avaliação Educativa (Iave), Hélder de Sousa. Mas também quem considere que a desadequação de uma escala que serviu 40 anos foi provocada, precisamente, pelo actual Governo e pela introdução dos exames no 4.º e no 6.º anos de escolaridade.

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Docentes do Grupo 620 Retirados da 1ª Prioridade

Depois de ler todos os comentários dos artigos onde disseram terem sido retirados da 1ª prioridade fui verificar a minha lista de Setembro de 2014, onde já dizia quem cumpria esses requisitos e pintei de amarelo os docentes que identificaram-se nesses artigos.

Andei à procura de um qualquer padrão para tentar descobrir o erro e não encontrei nada.

Nesta lista estão os docentes do grupo 620 que em Setembro já tinha identificado como cumpridores das regras da norma travão, a amarelo os docentes que foram notificados da sua saída da 1ª prioridade.

O quadro tem as colocações sucessivas desses docentes, a escola onde foram colocados em 2014/2015 em horário anual e completo e o QZP onde abriram vaga.

Não há dúvida que estes docentes se encontram abrangidos pelas regras da norma travão.

No caso de haver mais docentes retirados da 1ª prioridade podem identificar nos comentários o número de candidato do docente.

620

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Site de Permutas

Lembro que encontra-se mo blogue uma aplicação para apoio às permutas do concurso interno.

O site das permutas teve a base de dados apagada, visto que só podem permutar os docentes colocados no concurso interno/externo e por esse motivo não fazia sentido manter os pedidos de anos anteriores.

Podem desde já começar a fazer o registo no site das permutas mas só devem adicionar o pedido de permuta depois de conhecerem as listas de colocações.

Este site já é de 2013 e teve a colaboração do Viktor de Vilhegas na sua construção.

O site é rudimentar eu sei, mas já ajudou muitos colegas a conseguirem uma permuta nos últimos anos. E se alguém conseguir fazer uma coisa melhor para ser alojado em substituição deste também agradeço.

 

permutas

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Professores postos fora do quadro – Correio da Manhã

Governo quer evitar caos no início das aulas com eleições à porta | Económico

Pais temem que férias só em agosto sejam contraproducentes – Correio da Manhã

Alunos podem ter “férias de outono”

Quase 258.000 alunos em exame a partir de segunda-feira – SAPO

Já são mais de metade os alunos do secundário que estão dispensados de fazer exames – PÚBLICO

Exames. Critérios mais flexíveis na avaliação das respostas – DN

 

Escola de Faria de Baixo ganha novos espaços de convívio e recreio

Conversas de Graúdos sobre Miúdos encerra em Loulé

Eugénio de Andrade tem tudo para interessar a leitores hoje e amanhã – RTP

Governo dos Açores apoia conservação do património baleeiro com mais de 143 mil euros

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Notícia no Correio da Manhã Sobre a Alteração de Prioridades

Pode ser que desta forma o MEC verifique o descrito aqui, aqui e aqui antes de fazer a asneira de publicar as listas de colocações com esse possível erro.

Professores postos fora do quadro

 

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Docentes em desespero desconhecem motivos das alterações.

 

A Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) alterou as listas provisórias do concurso externo que vai vincular em setembro 1543 professores, afastando da primeira prioridade dezenas de docentes e promovendo outros a esses lugares.

Professores que esperavam efetivar aperceberam-se da mudança nos últimos dias e ficaram em choque. “É um desespero. Fui notificado de que passei para a segunda prioridade, sem apresentarem o motivo, quando tenho 10 nos de contratos completos e sucessivos. Vou para tribunal por danos morais”, disse ao CM Fernando Couto, professor de Educação Física.

Arlindo Ferreira, autor do blogue Arlindovsky, detetou outros nove casos semelhantes: “São todos docentes de Educação Física e já verifiquei que cumprem os requisitos da norma-travão. Só pode ser um engano.” O Ministério da Educação e Ciência (MEC) disse ao CM que foram analisadas “reclamações de docentes e escolas” e “todas as candidaturas alvo de denúncias ou de suspeita de irregularidades”, tendo havido “passagem de docentes da 1ª para a 2ª prioridade, mas também o inverso”, em vários grupos de recrutamento.

O MEC diz estar a “fazer verificações finais, para que as listas definitivas possam sair corretas”, e lembra que, após a publicação, os docentes têm cinco dias para “interpor recurso hierárquico” e apresentar “provas de como reúnem os requisitos da 1ª prioridade. O MEC garante que, caso o docente tenha “condições para estar na 1ª prioridade”, a situação é “regularizada de imediato”.

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Correio da Manhã (14-06-2015)

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O Exames Começam Amanhã, e…

“Os exames não estão a gerar melhorias das aprendizagens”

 

 

Na véspera do início das provas nacionais, Hélder de Sousa, presidente do Instituto de Avaliação Educativa (Iave), espera uma melhoria nos resultados às disciplinas de Matemática A e Física e Química A.
 

 

O presidente do organismo que elabora os exames nacionais e os seus critérios de classificação, o Instituto de Avaliação Educativa (Iave), considera que o treino intensivo para estas provas, que tomou conta das escolas, “é o maior erro que se comete em matéria de prática de sala de aula”.

 
Calendário de Exames 2014/2015
 
calendario exames

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Alguém Explique Ao Companheiro de Patuscadas da Prima Donna…

que a Justiça não pode ter duas velocidades e que qualquer cidadão é igual perante a lei.

Abres a boca para dizer asneira e depois levas na corneta.

E depois existem coincidências lixadas com as patuscadas.

(Declaração de interesses: não sou filiado em nenhum partido, nem devo obediência a ordens mafiosas)

 

 

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Mais uma vitória da nossa seleção.

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Yes!!!… Sou o Mourinho do Teatro com alunos com NEEl!!.. Pensei eu babado depois do último espetáculo.

Ao fim de 5 meses de ensaios estava tudo preparado para  apresentarmos o nosso teatro “O Regresso da Malta da Naus”. Uma peça que retrata a coragem dos portugueses que partiram numa casca de noz para descobrir o mundo.

Sala cheia, nervos ao rubro, tudo a postos e…..pufsss. O projetor do auditório da junta de Louredo fundiu. É impossível… Isto não está a acontecer….E o jogo que ia passar na tela com o qual íamos viver intensamente as emoções da nossa seleção num desafio contra Espanha??? Sim porque a peça também brincava um bocadinho com a nossa obsessão pelo futebol.

Adultos e alunos num corre corre em pânico, ponteiros feitos de vassouras amarradas com cachecóis da seleção, escadas improvisadas com mesas e cadeiras amontoadas, tira pilhas, mete pilhas, liga, desliga e nada, o diabo do projetor não funcionava.

Os alunos espelhavam a desilusão sentados no chão do palco, já se falava em cancelamento quando pedimos para toda a gente parar com aquele frenesim e esquecerem o projetor.

Dirigimos-nos aos alunos e explicamos-lhes a situação dizendo que não havia projetor para ver o jogo e que a única forma de darmos a volta a esta crise era convencermos o público que estava a ver um jogo. Para isso tínhamos que representar com tanta garra… mas com tanta garra… como nunca o tínhamos feito até hoje.

Já sabem porque me senti o Mourinho. A cortina abriu e….senti-me tão orgulhoso.

Barreiras, dificuldades, limitações???…

Era vemo-los a dominar por completo as emoções e a admiração do público. Claro que eu e os colegas que entravámos na peça ao ver isto ganhamos inspiração e “toca a seguir o exemplo”.

A fasquia estava muito alta e foi pura magia.

Uma oportunidade na crise???…

Temos tanto a aprender…que pena só valorizarmos o futebol.

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26 000

Já demora menos de 15 dias a crescer mais um milhar de gostos da página do Blog DeAr Lindo no Facebook. Quase metade dos 26 mil gostos do blogue são de pessoas entre os 35 e os 44 anos, sendo a larga maioria dos seguidores do blogue do sexo feminino.

 

26000
26000 pessoas

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Certificação do 120, a Saga Continua

E os relatos não me param de chegar.

 

 

Boa tarde,

Sei que já bastante tem sido escrito sobre o processo obscuro e estapafúrdio da certificação do grupo 120, mas considero que, nem todos os textos até agora escritos e todos os que venham a ser escritos, serão suficientes para descrever tamanho desrespeito pela classe docente e atrever-me-ia a dizer o total desrespeito pelo ser humano.

Desde de o início que todo este processo brinca com a vida de milhares de profissionais, de professores profissionalizados, que asseguraram as atividades de ensino curricular, desde de 2005, altura em que as mesmas foram implementadas. Profissionais estes que foram “atirados às feras”, sem ter muito a noção do que iriam encontrar. Profissionais que a custo do enorme investimento pessoal e financeiro concluíram formações certificadas no âmbito do Ensino Precoce do Inglês. Profissionais pagos como eternos estagiários, por vezes, a recibos verdes e, a tarde e a más horas, retiraram do seu parco rendimento, verbas para frequentarem as tais formações que lhes permitiam lecionar nas intituladas AEC. Profissionais que viveram ao sabor do Ministério e que foram vendo os seus horários cada vez mais reduzidos. Professores como os outros que recebem pouco mais de 400 euros e que se têm de deslocar de escola para escola.

E agora estes profissionais ainda se enfrentam com um obstáculo maior a criação do grupo 120. O que parecia uma promessa de melhores condições de trabalho (diria eu, de condições humanas e condignas com a sua qualificação) tornou-se uma miragem e, nalguns casos um verdadeiro campo de batalha.

Surgem as exigências, é preciso ter uma formação complementar de 30 créditos, só 180 dias de vínculo e as exceções em tudo injustas. E aí os profissionais com 10 ANOS de AEC vêm-se relegados para um lugar muito próximo do fim da lista, afinal para a graduação profissional todo o tempo de serviço conta e não só o tempo de serviço no primeiro ciclo do Ensino Básico.

Vão, então, estes profissionais dedicados e esperançosos tirar as formações. Com um esforço digno de Hércules, gastam de 175 euros a 600 e, nalguns casos mais, crentes que assim poderiam conseguir o tal sonhado lugar. Mas, esta batalha não era a única, a guerra avistava-se longa. Chegam as validações das escolas que invalidam os candidatos pois as formações ainda não estavam concluídas. E, quando as escolas começam a validar, mais uma batalha o pedido de certificação – o processo mais obscuro de todos.

A Dgest, com critérios díspares considera “conforme” alguns pedidos e “não conforme” outros com os mesmos requisitos. Excluem candidatos por falta de declarações de estágio, pois não comprovam a profissionalização, esquecendo-se contudo do despacho que haviam publicado, que só professores profissionalizados poderiam frequentar as formações complementares. E, neste processo de amnésia total, esqueceram também que um curso de ramo educacional tem obrigatoriamente estágio. Mas, ao que parece, a DGEST não conhece os cursos superiores. Esqueceram, também, o que haviam aprendido no Ensino Básico, a capacidade de fazer operações matemáticas e invalidaram o pedido daqueles cujas declarações não tinham mencionados os dias de vínculo profissional, apesar das mesmas terem a data de início e de fim de contrato, sendo portanto apenas preciso fazer as contas. Não contentes com toda esta falta de critérios e, brincando ainda mais com profissionais à beira de um ataque de nervos, permitem que uns candidatos alterem os dados, enquanto outros tenham de esperar por uma bendita carta que deve vir a pé.

Para culminar, notificam os candidatos (verbete notificação da reclamação), alguns que tinham visto a suas candidaturas validadas pelas escolas, que serão excluídos por não reunirem as condições do decreto de lei que regula o grupo 120, ou melhor porque falta a declaração de estágio, porque a DGEST não quis fazer as contas, porque o certificado da formação complementar não está de acordo com o definido … Enfim, por tudo e por nada.

Para quando o fim desta trapalhada, para quando o respeito pelos profissionais!

Com os melhores cumprimentos,

Professora à beira de ataque de nervos

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Menos 27 Mil Professores em 7 Anos

Se o número de alunos, desde 2007, reduziu-se em 2,3%, o número de professores reduziu-se em 17%.

E não é apenas pela reorganização da rede escolar que tal discrepância existe, o excesso de alunos por turma é um dos maiores problemas actuais que leva à diminuição da qualidade do ensino, seja do ensino público ou do ensino privado, embora seja mais visível no ensino público pelas razões que todos nós conhecemos.

É necessário e urgente rever o número máximo de alunos por turma, adaptando esse número à especificidade da turma e não a um tecto máximo estipulado por lei.

Se uma turma boa pode perfeitamente funcionar com 30 alunos numa sala, já uma turma com diferentes níveis de abordagem terá de ser diminuída. Tanto se fala na autonomia dos currículos, das escolas e ainda não percebo como não se dá essa autonomia às escolas para construírem as turmas em função das suas especificidades.

Se calhar até percebo…

 

 

 

 

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Correio da Manhã (13-06-2015)

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Eles são Escolhidos a Dedo para os Grupos de Trabalho Porque Sabem da Poda…

(…) O antigo administrador hospitalar Rui Sá, que fazia parte do grupo de trabalho do Ministério de Saúde para o combate à fraude na área dos medicamentos, foi afastado do cargo pelo Governo. A decisão da tutela surge na sequência da condenação a que foi sujeito, em Macau, por falsificação de receitas para obter medicamentos. O Tribunal Judicial de Base macaense considerou provado que, entre maio de 2011 e abril de 2012, Rui Sá obteve de forma fraudulenta medicamentos no valor de 15 mil e 500 euros, enquanto administrador do Centro Hospitalar Conde de São Januário. Rui Sá foi condenado a 18 meses de prisão, pena que fica suspensa durante dois anos, se, num prazo de 30 dias, o arguido pagar 25 mil e 700 euros aos serviços locais de saúde.(…)

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A Ver – Grande Reportagem

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Pelo Menos 10 Docentes do Grupo 620 Foram Relegados da 1ª Prioridade pela DGAE

… sem qualquer razão aparente.

 

Pelo que se verifica neste artigo, existem pelo menos 10 docentes do grupo 620 que foram relegados da 1ª prioridade, pela DGAE, de forma unilateral, sem qualquer motivo aparente.

São docentes que encontravam-se nas listas provisórias de admissão na 1ª prioridade e que reúnem todos os requisitos exigidos para a norma travão.

A estes docentes não terá sido pedida qualquer reavaliação através dos registos biográficos e são docentes que foram colocados sucessivamente em listas publicadas pela DGAE e que são publicas.

à primeira vista vejo isto como mais um erro dos serviços jurídicos da DGAE, mas não posso ainda dar essa certeza.

 

Seria bom que o MEC se pronunciasse sobre estes casos, pois, pelos relatos que me chegam destes docentes, em nenhum dos casos existe qualquer justificação para essa alteração de prioridade por parte da DGAE e está a provocar um mau estar e desânimo em quem está a aguardar pela publicação das listas de colocações e aguarda com todo o direito ser integrado em lugar de quadro.

Também percebi que grande parte dos docentes ainda não foi verificar a notificação da reclamação e este número até pode aumentar.

Também existe um ou outro caso relatado de outros grupos de recrutamento, mas a incidência maior recai sobre o grupo 620.

 

A notificação que estes docentes receberam é a que consta na imagem seguinte:
 
reavaliação

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Os Relatórios Que A Confap Não Lê…

(…)

Quem tem razão? Se o critério forem os exemplos de outros países europeus, são claramente os responsáveis das escolas.

De acordo com o relatório “Organização do Tempo Escolar na Europa 2013-14”, da União Europeia, as férias de verão continuam a poder chamar-se de “grandes” em praticamente todo o continente. Em alguns países – como a Dinamarca, a Alemanha e o Reino Unido – a duração pode não ultrapassar o mês e meio. Mas há apenas um caso em que o mínimo previsto é de um mês: a Suíça. E mesmo naquele país a interrupção pode prolongar-se por dois meses.

(…)

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É Com Isto É Que A Confap Se Devia Preocupar…

(…)

Talvez a pergunta pudesse então ser reformulada: “O que seria prioritário para combater a retenção?”. Face a esta pergunta a resposta que parece óbvia é: “Dando mais apoio, dando melhor apoio aos alunos”.

A literatura científica e as posições de organizações internacionais coincidem ao dar como adquirido que o apoio quanto mais cedo for dado, quanto mais precoce, quanto mais preventivo for, melhor. O mesmo tipo de apoio dado numa fase inicial das dificuldades e dado numa fase em que as dificuldades já se encontram instaladas, tem efeitos muito diferentes, isto é, o apoio mais precoce é incomensuravelmente mais proveitoso do que aquele que é dado mais tardiamente. Precisamos pois de um tipo de organização da escola que detete dificuldades, ou mesmo a possibilidade da existência de dificuldades no aluno e comece logo a atuar, de forma preventiva, de forma a que este esboço de dificuldade não se venha a instalar como uma dificuldade estrutural.

Outra característica dos bons apoios aos alunos é que se usem estratégias, tipos de ensino que não sejam uma pura repetição do que já foi dito e ensinado. As crianças e os jovens, não necessitam que ouvir mais uma e outra e outra vez a mesma coisa, necessitam é de olhar a aprendizagem de uma forma diferente, usando vias alternativas, beneficiando de um ensino que identifique com alguma precisão quais são as áreas de dificuldade e quais as melhores estratégias que as permitem ultrapassar. Se o apoio for “mais do mesmo” é muito provável que se esteja a sublinhar e valorizar as áreas de dificuldade em lugar de encorajar as vias de solução, isto é os caminhos alternativos que permitam contornar as dificuldades e facilitar a compreensão e solução do problema.

Por fim, precisamos, para um apoio que seja efetivo, de dispor de profissionais capacitados e com disponibilidade para se debruçar (“inclinar atentamente”) sobre o problema. Os profissionais que estejam muito limitados nos tempos de apoio, que estejam sistematicamente ligados a outras atividades, profissionais que não consigam desligar-se dos seus múltiplos afazeres para se aproximarem do aluno terão muitas dificuldades em ser efetivamente professores de apoio.

Recentemente foi publicado pela Direção Geral de Educação um estudo sobre os Centros de Recursos para a Inclusão. Estes Centros são fundamentalmente centros que proporcionam apoios para os alunos com dificuldades e deficiências que frequentam as escolas regulares. O relatório é muito claro ao apontar deficiências estruturais e conjunturais aos recursos que se colocam nas escolas para apoiar os alunos que mais precisam deles. Os recursos necessários para educar os alunos mais dependentes e que mais precisam deles chegam atrasados, são dados apressadamente e sem que exista uma coordenação entre os professores “regulares” e técnicos de apoio.

Pensar na diminuição ou abolição da retenção significa uma aposta muito clara e financeiramente sustentada num sistema de apoios que não deixe ninguém para trás. Até agora a nossa escola tem estado muito longe deste desiderato: repetimos muito, apoiamos pouco, tarde e mal. Sem dúvida que é urgente inverter este rumo: a escola é a primeira experiência e também a mais decisiva experiência de inclusão. Mas ninguém se inclui se tiver insucesso na escola, se tiver dificuldades que não são respondidas. Assim, o apoio competente e atempado é um fator essencial para a construção de uma escola que é o alicerce de uma sociedade inclusiva.

Há quem diga que este apoio adequado é caro. Mas esta opinião não é muito fundamentada: é dita por pessoas que nunca fizeram contas ao preço da exclusão.(…)

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“Animação, hoje é sexta!” (Au bout du monde)

Estamos no final do ano letivo!

Para terminar, e iniciarem bem este fim de semana, para a rubrica “Animação, hoje é sexta!” deixo-vos o divertido filme de animação “Ao bout du monde” de Konstantin Bronzit.

Deliciem-se e passem 8 minutos numa fantástica animação, carrega de humor, premiada em Annecy (Festival que começa este fim de semana) no ano de 1999.

Riam-se, riam-se muito! (dizem que faz muito bem e acrescento eu, é uma excelente forma de terminar a semana).

Até sexta!

 

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Depois Também Há Deferimentos de Quem Ganhou o Recurso

E por esse motivo passou a reunir condições para se enquadrar na 1ª prioridade.

E ao que parece bastou identificar o número do recurso e corrigir os campos que deviam ser corrigidos.

Claro que…

…alguma ajuda dei.

 

 

É de se propor o deferimento do pretendido, por o candidato mencionar corretamente, conforme deferimento dado ao Recurso Hierarquico, Of. BXXXXXXXX , que se encontra no último ano do limite ou na 4ª renovação, no mesmo grupo de recrutamento, em horário anual e completo, nos termos do n.º 2 do art.º 42.º do DL n.º 132/2012, de 27/06, na redação conferida pelo DL n.º 83-A/2015, de 23/05, conforme conjugado com a alínea ii) ponto 4 do capítulo V da Parte III, do do aviso de abertura do concurso, admitindo a candidatura a concurso na 1ª prioridade.

É ainda de se propor o deferimento do pretendido no campo 2.2.3.1, nos termos legais, mantendo o candidato a concurso, por ter procedido à retificação do código de agrupamento de escolas ou escola não agrupada de colocação.

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Eu Também Sou Pai

E não quero nada do que estes pais querem.

E nesse aspecto até sou bastante liberal.

 

É uma revolução. Pais querem alunos apenas com um mês de férias

 

pais

 

As associações de pais criticam a proposta do Conselho das Escolas, que recomenda mais uma pausa para “férias de outono”, e defendem uma mudança radical – um mês de férias de verão.

O Conselho das Escolas (CE) aprovou, na quinta-feira, uma recomendação que, entre outras propostas, defende que os alunos devem ter uma pausa a meio do primeiro período, à semelhança do que acontece noutros países europeus, para que as escolas possam avaliar o trabalho realizado e planear atividades de apoio aos alunos com mais dificuldades.

Confrontado com esta recomendação, o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Jorge Ascensão, criticou as pausas avulso e defendeu que as aulas deveriam “começar no início de setembro e terminar apenas no final de julho“, ou seja, os alunos teriam apenas um mês de férias no verão.

“Começo a recear que as escolas tenham mais pausas do que aulas. Toda a gente se queixa de que os programas são extensos e os alunos não têm tempo para aprender e tirar dúvidas. É preciso tempo”, disse à Lusa Jorge Ascensão.

Além disso, considerou que a recomendação do CE “é redutora, tendo em conta tudo o que é preciso mudar” no ensino e que é necessária uma “revolução na educação”.

A Confap entende que é preciso repensar o tempo em sala de aula e a forma de ensinar: “As aulas podem começar logo em setembro mas é preciso haver mudanças. Podem estar na escola sem atividade letiva, sem estar a estudar o programa curricular. Os miúdos precisam de respirar a escola sem ser dentro das paredes da sala de aula. Tem de haver um envolvimento com a biblioteca e com os espaços exteriores”.

O Português pode aprender-se através do teatro, a História com visitas a zonas históricas ou o Inglês através de “Semanas da Língua” promovidas pela escola, exemplificou.

“A Educação não acompanhou as mudanças do 25 de Abril. Houve uma revolução na sociedade mas não na escola, que continua centrada na sala de aula, no quadro preto do professor e nas secretárias alinhadas”, criticou o representante dos pais.

Jorge Ascensão lamentou que o Conselho das Escolas, um órgão consultivo do Ministério da Educação, “não consiga pensar fora da caixa” e continue a apresentar “pequenas medidas que não se traduzem em grandes mudanças”.

“Este órgão, que representa quem trabalha todos os dias nas escolas, tem de refletir de forma mais alargada a Educação. Mesmo sabendo que algumas das medidas não são exequíveis de imediato, temos de as pensar e apresentar”, defendeu.

A Confap também aponta críticas à outra recomendação do CE, que defende a realização dos exames nacionais do 4.º e 6.º ano apenas no final do ano letivo, por considerar que era preciso primeiro perceber qual o real objetivo das provas: avaliar conhecimentos ou identificar dificuldades dos alunos para que possam melhorar.

“Se o objetivo é avaliar os conhecimentos, então faz sentido que seja no final do ano, mas se queremos provas para conseguir perceber qual o nível de conhecimento dos alunos e o que é preciso melhorar, então faz sentido que seja a meio do ano. Para a Confap, a avaliação deve ser para que os alunos possam melhorar e, sendo assim, esta proposta não resolve o problema”, disse à Lusa.

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E Os Leitores que Nota Dão a Nuno Crato?


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Jornal de Notícias (12-06-2015)

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Já Verificaram se Mudaram da 1ª para a 2ª Prioridade?

Porque já são imensos casos de docentes que estavam com toda a legitimidade na 1ª prioridade e sem mais nem menos foram retirados unilateralmente dessa prioridade pela DGAE deixando-os apenas na 2ª prioridade.

 

Para verificarem essa situação devem ir à notificação da reclamação conforme mostra a imagem em baixo.

E relatem neste artigo se vos aconteceu isso e se de facto reúnem as condições para estarem na 1ª prioridade.

Podemos tentar perceber as razões que levou a DGAE a fazer isso se indicarem qual o motivo que acham para terem sido retirados da 1ª prioridade.

 

notificacao

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Mais Um Blogue que Fecha

E que se encontra no meu blogroll.

 

São sinais de um cansaço generalizado que existe no seio da classe docente.

 

professor imperfeito

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Apenas 5 Pedidos de Equiparação a Bolseiro

… sem vencimento.

E mesmo assim todos eles condicionados.

 

E assim vai a área de investigação em Educação em Portugal.

 

Lista de docentes que pediram a equiparação a bolseiro.

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Vai Ser Curioso

Ver vigilantes na reserva mais novos que os professores das escolas.

 

Militares na reserva vão entrar na vigilância das escolas

 

militares

 

O Conselho de Ministros aprovou nesta quinta-feira alterações a um diploma que permitem o recrutamento de elementos das Forças Armadas na reserva para vigilância nas zonas escolares.

 

“Esta alteração visa facilitar a contratação de elementos para o desempenho das funções de chefes de equipa de zona e de vigilantes para integrarem as equipas de vigilância, bem como permitir a renovação das comissões de serviço, de modo a assegurar a continuidade da actividade de vigilância das escolas”, lê-se no comunicado emitido no final da reunião do Governo.

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RETIRARAM TODO O TEMPO DE SERVIÇO a alguns Técnicos Especializados

Mais um email que me chegou sobre o tempo de serviço retirado a ALGUNS TÉCNICOS ESPECIALIZADOS.

Continuo a dizer que este tratamento apenas deve funcionar para o futuro e que não deve haver diferenciamento de tratamento de tempo de serviço passado para ninguém que trabalhou como Técnico Especializado.

 

 

Tomei hoje conhecimento que alguns agrupamentos (reforço alguns) foram notificados para enviarem para a DGAE os registos biográficos dos técnicos especializados.
A esses técnicos (começaram ontem a receber notificações) foi retirado TODO o tempo de serviço prestado como técnicos.

 

Neste momento verifica-se então que, para o mesmo concurso, os docentes que prestam serviços nas escolas que receberam essa notificação é lhes retirado tempo de serviço, enquanto que outros, cujas escolas não foram notificadas a enviar os registos, têm esse serviço contabilizado para efeitos de concurso.

 

Conheço docentes no grupo 100 que lhes retiraram 4 anos de serviço.
Não havendo nenhum grupo de recrutamento para técnicos especializados, olhando para estas situações, pessoas que estiveram a trabalhar em escolas (cursos CEF, EFAS, PIEF) ficaram com ZERO dias de serviço.

 

Se assim fosse, para todos, seria equitativo mas de fato não o está a ser. E mais um ano de listas injustas, tratamentos diferenciados.
Não se pode dizer a um docente que esteve a trabalhar durante 4 anos que não tem tempo de serviço.
Estou indignada com esta situação e profundamente triste de ver colegas que trabalharam ao meu lado de rastos.

 

E ainda este mail

 

Estou em pânico com o que está a acontecer é que poderá significar o desemprego no próximo ano.. Uma injustiça !
Pertenço ao grupo 100 e tenho estado nos últimos 4 anos a dar aulas aos cursos cef nas escolas públicas, dou as disciplinas tecnológicas da minha área e a psicologia. Fui sempre contratada através das ofertas de escola em que pediram docentes do grupo 100 (esse era um pre requisito). Sempre fiz todo o trabalho de escola como todos os professores, tive cargos como direção de turma, coordenação de cursos cef, vigiei exames, fui avaliada.. Em tudo o trabalho que fiz fui considerada docente!
Ontem recebi uma notificação na minha página da dgae e informar que todo o tempo (4 anos) que estive a exercer estas funções não conta para efeitos de concurso, pelo que me é retirado!
Liguei de imediato para várias colegas que estão na mesma situação que continuam com o mesmo tempo de serviço, algumas delas mais anos que eu como técnicas especializadas.
Onde está a igualdade?

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Nota Informativa – Compensação por Caducidade

Porque há quem ainda não se apercebeu que a Lei do Orçamento de Estado para 2015 trouxe alterações significativas para o seu pagamento.

 

NOTA INFORMATIVA Nº 9/ DGPGF / 2015

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/06/NOTAINF_9_DGPGF_2015.pdf”]

 

Em destaque aqui no artigo uma situação exemplificativa:

 

Um docente celebrou um contrato de trabalho a termo resolutivo incerto, com início 15.10.2014 e, com termo em 10.03.2015, (devido à apresentação do docente substituído), ou seja, no ano letivo 2014/2015, em plena vigência do art.º 55.º da LOE 2015.
O docente referenciado celebrou novo contrato de trabalho no ano letivo 2015/2016, com inicio em 1 de Setembro de 2015.
De acordo com a norma referida, não haverá direito à compensação por caducidade do contrato, se ocorrer a celebração de novo contrato até 31 de dezembro do ano letivo seguinte, (31.12.2015), ou seja, o mencionado docente em virtude de ter celebrado novo contrato sucessivo em 01.09.2015, não adquire o direito à compensação por caducidade do contrato cuja caducidade ocorreu a 10.03.2015.
Caso não tivesse obtido colocação até 31.12.2015, a compensação por caducidade do contrato que caducou a 10.03.2015, seria abonada ao docente a partir do dia 1 de janeiro de 2016.

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O Desnorte do Serviço Jurídico da DGAE

Chega ao ponto de retirar tempo de serviço que já se encontra averbado nos registos biográficos e também em listas de antiguidade.

Ora, segundo a interpretação jurídica da DGAE, os actos consolidam-se ao fim de um ano após a publicação da lista de antiguidade no caso de não haver reclamações desde essa publicação (interpretação que deu ao tempo de serviço ao abrigo do artigo 103º).

Se por um lado tem essa interpretação para o tempo de serviço por motivos de doença também o deveria ter para tudo o restante.

E o que fez neste caso é sintomático do desnorte que existe nos seus serviços jurídicos.
Já quanto ao facto das escolas usarem e abusarem da contratação de técnicos especializados para o desempenho de funções docentes já disse tudo o que tinha a dizer e espero que alguma coisa seja feita para futuro para que não haja este prejuízo para os docentes, nem que se mantenha este abuso na contratação de Técnicos Especializados.

Onde há necessidade de se contratar um docente que não se sigam vias travessas para colocar um Técnico Especializado.

 

Somos docentes para tudo… mas o tempo de serviço não conta para efeitos de concurso?

 

 

Somos docentes do grupo de recrutamento 100 e há 4 Anos letivos que desempenhamos funções de docência nos cursos CEF e Vocacionais da nossa área, desempenhando também cargos de direção de turma, direção de curso e avaliadas enquanto docentes.

Na passada semana a DGAE solicitou ao agrupamento o nosso registo biográfico, com o sentido de reanalisar o tempo de serviço prestado nos últimos 4 anos letivos.

Hoje, e por acaso, e sem qualquer notificação da DGAE via email ou contato com a escola, deparamo-nos com um campo novo, na nossa área no site da SIGRHE, intitulado de “notificação da reclamação” que nos informa que todo o tempo prestado como técnicos especializados nos fora retirado, citando o artigo 114.º do Código de Procedimento Administrativo. Tirando-nos cerca 900 e 800 dias.

Ora, se somos docentes para desempenhar cargos de direção de turma, direção de curso, para fazer vigilância de exames, ser incluídas em grupos de trabalho de constituição de turmas, de avaliação interna do agrupamento e ser objecto de avaliação nos mesmos parâmetros que os nossos iguais perguntamos, somos docentes para tudo, mas o tempo de serviço não conta para efeitos de concurso?

Mais alguém se encontra nesta situação?

 

 

reclamacao

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