Porque eu poderia estar noutro lugar, quiçá daqueles pálidos, enquanto os arautos das dependências deles gritam baixinho por partos alheios,
E sim, sou e vejo-me meramente louco face à loucura que não me prende, chamo a esse estado o domínio das entranhas,
O que eu sei? Ai, sei que o desconhecido, que o não controlado, que o não esperado -. porque ainda se acredita nas manhãs de auto-nevoeiro e na estima espelhada – provocam, em junção, a insegurança perante o facto e o acto,
Enquanto isso, não duvidem que me divirta perante todos os donos de todas as fufas medievamente obscuradas!




10 comentários
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Um abraço, Lusitano!
Nunca duvides da minha bebedeira!
Este é um dos problemas da classe docente. Verborreia por todos os lados!
Principalmente pelo teu lado…
Não estou a armar-me em eloquente, ou estou?!? Pois é… acho que não! Há pessoas que, por não saber fazer nada na vida, escondem-se numa caixa de eloquência estéril, sem nexo, para aumentar o seu ego! O Fafe é um deles…
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Pois é! Parece aquele bêbado da festa que se diverte sozinho e pensa que todos os outros são uns tolos porque não estão no seu estado…
O bêbado da festa… diverte-se na festa dos sisudos. Imagine-se se eu a esta hora não estivesse bêbado e fosse mesmo pilhérico. Mas não o farei, estou demasiado alheado para colocar legendas – visto o cinismo ser uma arte.
pilhérico não és, acredita! Graça não há aqui nenhuma! Mas te digo, falar assim é típico de quem está com uns bons copos…
Interessante a projecção do “eu”!