Declarações do Tiago na RTP sobre o novo paradigma da Educação

Estas forma as principais ideias, que  ditas em catadupa provocando alguma dificuldade em acompanhar, se conseguiram apanhar:

“Este é o maior desfia, na Europa, para o sistema de ensino.”

“Parece que já passaram 5 semanas mas passaram apenas 5 dias.”

“Seria totalmente errado dar instruções sobre o que se irá passar daqui a um mês.”

“Palavra de reconhecimento aos professores por tudo que têm feito.”

“Todos estão a dar o seu melhor, a escola tem estado a trabalhar para se adaptar.”

Datas dos exames: “não vamos criar nenhum alarmismo social”

“O que sabemos agora é que se deu uma grande transformação num curto estado de tempo.”

“Sabemos que temos uma significativa parte dos alunos que não têm acesso ao digital e estamos a trabalhar com várias entidades para lhes fazer chegar em suporte físico material para estudar.”

“O terminus do 2.º Período é, neste momento, o grande objetivo.”

“Estamos muito centrados nestes 15 dias que aí vêm. Temos que ir dando passos em relação ao que aí vêm. É um novo paradigma o que estamos a viver e para o qual não estávamos preparados. Estamos a estudar novos cenários para o que aí vem.”

“Temos estado a estudar novas formas para articular e contruir este novo paradigma. ”

A mensagem deixa no ar alguma confusão…

 

 

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16 comentários

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    • ANA RIBEIRO on 22 de Março de 2020 at 14:14
    • Responder

    E os professores que andam de escola em escola e que também não têm ligação à Internet!? Desses ninguém fala, com eles ninguém se preocupa. Nem todos têm um escritório altamente equipado em casa!

    • Teresa Sousa on 22 de Março de 2020 at 14:44
    • Responder

    Concordo que é tempo de paragem; ponderação e discernimento…
    Preocupo-me muito com as crianças que tem casas sem condições confortáveis e que têm famílias quase analfabetas e socialmente disfuncionais….
    Os outros, que seguem as instruções dos professores à risca, nesta altura nem precisam de professores…
    Calma… que este seja também um tempo para os professores apostarem na verdadeira cooperação.

    • WC PATO on 22 de Março de 2020 at 14:53
    • Responder

    Le matain Je leve
    Doucement je me vide
    Je envoye dans la retrete
    Et voilá mon paradigma

    • Zaratrusta on 22 de Março de 2020 at 14:55
    • Responder

    A propósito disto:
    Vou fazer mais 300 toneladas de fichas, trabalhos, PPTs e afins para enviar aos alunos do ensino regular, sim porque os do profissional só têm direitos e nenhum dever e como vão poder entrar na universidade sem nada fazer….. Eu finjo que estou a ensinar e não corro o risco de me classificarem de incompetente; os alunos fingem que estão a aprender; os pais, como sempre, tudo lhes passa ao lado; o diretor Filinto pode ir à televisão dizer que está tudo a correr bem; o Tiaguinho agradece e não vai ser obrigado a fazer seja o que for, e ainda bem porque não está habituado; o IAVE não necessita de fazer alterações aos exames que já estão preparados; o 3º período pode muito bem ser assim. É uma maravilha este ensino à distância. MAS, os alunos que têm exame, esses estão bem f******.

      • Manuel on 22 de Março de 2020 at 15:55
      • Responder

      Outro que está de mal com o mundo. Espero que não fique infetado.

        • Zaratrusta on 22 de Março de 2020 at 19:59
        • Responder

        Olha, outro imbecil da equipa do Tiaguinho. Felizmente ainda são mais que os infetados.

    • Maria on 22 de Março de 2020 at 15:08
    • Responder

    Resumindo aquilo que o sr. ministro disse (onde continuou igual ao que sempre foi!) não ficamos com nada. Parece uma obra que estudei no antigo 9°ano “Uma mão cheia de nada outra de coisa nenhuma”!

    • Tio on 22 de Março de 2020 at 16:32
    • Responder

    Ministro inútil.
    Demitam-no.

    • Matilde on 22 de Março de 2020 at 16:39
    • Responder

    Qual confusão na mensagem? 🙂

    A mensagem é, infelizmente, muito clara e nada confusa: o ministro AINDA não sabe que é ministro nem sabe o que isso significa!

    O “paradigma” deste senhor é afirmar banalidades e socorrer-se do senso comum, apenas e só isso…

    Popper e o Kuhn devem estar às voltinhas na sepultura: nem eles aguentam tanto “paradigma” bacoco… 🙂

    (Dá a sensação que o senhor aprendeu a palavra e deve ter achado que ficava muito bem cotado em termos intelectuais, aplicando-a o maior número de vezes possível… tanta pobreza de espírito…).

    • Rui Manuel Fernandes Ferreira on 22 de Março de 2020 at 17:46
    • Responder

    “o ministro AINDA não sabe que é ministro, nem sabe o que isso significa”, tal e qual, infelizmente.

    Atentem para o seguinte aos 5min 20seg,:
    “… e nisso as nossas escolas têm ido à frente inclusivamente das orientações do ministério da educação para que como recursos possíveis, com as plataformas, com um conjunto de perguntas e respostas se possam adaptar…”
    Que triste. Ora exatamente, o problema é mesmo este, o ministério não tem resposta, nem sabe o que fazer e deixa que as escolas façam muito bem o que entenderem. Sabendo do que se passa em muitas escolas o que se antevê não é nada animador. Pergunto então, para quê ter um ministério da educação? Pior, enquanto direito fundamental dos portugueses, onde fica a equidade do seu tratamento com cada escola a ditar a sua sentença?

    Este episódio acentua o desnorte do ME e a incompetência da sua equipa, infelizmente.

    • maria on 22 de Março de 2020 at 17:56
    • Responder

    Receio que o “desempenho” comunicacional do ministro possa descambar para a risota. Lamento.
    Jesus – o da bola – diria muito melhor…

    • fdoc on 22 de Março de 2020 at 18:45
    • Responder

    Quando vos pedirem para recuperar aulas/ensinamentos perdidos, digam que não dá, isso seria “reescrever a história”.

    https://www.dn.pt/dinheiro/recuperar-10-anos-de-perda-de-poder-de-compra-seria-reescrever-a-historia-11882163.html

    Cumprimentos

      • profinfo on 22 de Março de 2020 at 21:28
      • Responder

      Ainda me vou rir quando os profs do profissional descobrirem que as aulas telemáticas que estão a dar terão de ser recuperadas lá para Julho e Agosto, senão transitarem para o próximo ano.

    • Alecrom on 22 de Março de 2020 at 19:14
    • Responder

    Não é inepto de todo. Conseguiu inclusivamente reparar que “se deu uma grande transformação num curto espaço” de tempo”. Ainda há esperança.

    • Rui Manuel Fernandes Ferreira on 22 de Março de 2020 at 20:08
    • Responder

    1min 58seg:
    “… função relevante das escolas servirem 5.000 a 5.500 refeições diárias…”
    Já cá faltava a dimensão social da escola.
    Aquilo que nos deveria envergonhar a todos enquanto sociedade serve de instrumentalização por parte do ministro, quando nem o assunto em apreço e que originou a entrevista tinha que ver com essa resposta eficaz, pronta e solidária da escola, mostrando a todos quão boa ela é.

    • profinfo on 22 de Março de 2020 at 21:24
    • Responder

    Não me digas que usou mias vezes a palavra paradigma que a palavra plataforma.

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