Julho 2012 archive

A Esta Hora

FNE REÚNE COM MEC

 

COM VISTA À ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE PREPARAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DO PRÓXIMO ANO LETIVO

 

Na sequência de pedido de reunião formulado ao Ministério da Educação e Ciência pela FNE – Federação Nacional da Educação, esta reunirá no próximo dia 24 de Julho, terça-feira, pelas 17H00.

 

A TVI24 encontra-se a aguardar a conclusão da reunião para dar conta do resultado da mesma.

 

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O Dia 2 da Manifestação de Preferências

Aplicação do MEC para concurso lança professores contratados “no desespero”

 

A dificuldade de acesso à aplicação, a complexidade do preenchimento de todos os campos e o tempo que os professores têm de despender em cada um dos passos não é a única razão de queixa. Arlindo Ferreira considera “muito preocupante que a aplicação informática não permita aos professores que se candidatem aos três tipos de horários possíveis e a para as várias durações possíveis de contratos em todo o país.

 

 

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É Possível

… que por esta hora a aplicação esteja a sofrer alterações de forma a permitir que os candidatos possam repetir os 23 QZP para os vários tipos de horários.

Aguardem por novidades ao longo da tarde e entretanto o melhor é darem uma volta.

 

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Pior Que os Limites Mínimos

É o stress que causa esta aplicação com o constante entra e sai da aplicação.

Será possível manifestar preferências por dois grupos de recrutamento em menos de 10 horas?

 

Neste post podem dizer o tempo que estão a GASTAR nesta fase do concurso que pode ser inútil para muita gente.

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Parecer da Aproged Sobre as Metas Curriculares

…de Educação Visual do 3º Ciclo

Ex.mos Senhores

Segue em anexo o Parecer da Direcção da Aproged sobre as Metas Curriculares de Educação Visual para o 3º Ciclo do Ensino Básico, para o qual agradecemos, antecipadamente, a vossa melhor atenção.

Com os melhores cumprimentos, Pela Direcção da Aproged, Vera Viana

Parecer da Aproged sobre as Metas Curriculares da Disciplina de Educação Visual do 3º Ciclo

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Parecer da ANPRI Sobre as Metas Curriculares

Neste caso com elogio à proposta.

 

Estimados Senhores.

Vimos por este meio dar a conhecer a posição da ANPRI, Associação Nacional de Professores de Informática, relativamente à proposta de metas curriculares para a disciplina de TIC.

Gostaríamos de aproveitar a ocasião para apresentar os nossos cumprimentos à equipa que elaborou as metas curriculares desta disciplina, elogiando-a pelo excelente trabalho realizado. Embora apontemos na análise alguns pontos negativos (propondo soluções), sem dúvida que o resultado global do trabalho é claramente positivo.

Com os melhores cumprimentos

António José Lourenço Ramos

Presidente da Direção

Associação Nacional de Professores de Informática – ANPRI

Escola Secundária D. Dinis – Lisboa – Rua Manuel Teixeira Gomes – 1950-186 LISBOA

[email protected][email protected]

Parecer da ANPRI sobre as Metas Curriculares de TIC

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AEC – Inscrição das Entidades Promotoras

Está hoje disponível a aplicação para a Inscrição das Entidades Promotoras das AEC, com o respetivo manual.

E antes da inscrição das entidades promotoras verifica-se que algumas fizeram já a seleção dos seus candidatos.

Por isso se estão à procura de alguma oportunidade nas atividades de enriquecimento curricular o melhor é pesquisarem em cada autarquia qual a entidade promotora das mesmas e a forma como se irá processar esse concurso, antes que seja tarde de mais.

Se quiserem divulgar neste post as autarquias que já abriram concurso podem-no fazer.

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Mais Listas de Mobilidade

No seguimento destas listas foram hoje publicadas mais algumas. E ainda não acabaram.

Artigo 67 n.º2 – Establecimentos do Ensino Superior

Artigo 67 n.º2 – Comissões ou Grupos de trabalho

Artigo 68 al. b) – Hospitais

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Parecer Final sobre as Metas Curriculares – EV e ET

Porque termina o prazo para o envio dos pareceres sobre as metas curriculares.

 

Ex.mas Senhoras, Ex.mos Senhores,

Ministro da Educação e Ciência, Secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, Secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário, Diretor Geral da Educação, Coordenadora do grupo de trabalho das Metas Curriculares,

Chegados ao limite do prazo estabelecido para envio dos pareceres e contributos sobre as propostas de metas curriculares do ensino básico apresentadas no pretérito dia 28/06/2012 pelo MEC, a APEVT – Associação Nacional de Professores de Educação Visual e Tecnológica, remete a V/ Ex.as o seu parecer e recomendações relativas às propostas de metas curriculares apresentadas para as disciplinas de Educação Visual e Educação Tecnológica que segue em ficheiro anexo, no formato pdf.

Com os nossos melhores cumprimentos,

José Alberto Rodrigues

Presidente do Conselho Nacional da APEVT

Parecer Final sobre as Metas Curriculares – EV e ET

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Blogosfera – Professores Lusos

Porque gosto deste tipo de manual e não tive tempo nenhum para o fazer. Para os que ainda não se iniciaram na manifestação de preferência volto a alertar para a morosidade deste processo. Se forem candidatos a dois grupos de recrutamento podem contar com cerca de 4 horas para a manifestação de preferências. Não havia necessidade de um processo tão demorado e cansativo.

Manifestação de preferências – Passo a passo

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O Dia 1 da Manifestação de Preferências

… na comunicação social.

Sindicatos da FNE e da Fenprof alertam professores contratados para “confusão” no concurso

 

Sobre o post anterior.

 

Arlindo Ferreira, do SPZN, manifestou-se especialmente preocupado com a possibilidade de a nova legislação (aplicação) não permitir aos professores se candidatem aos três tipos de horários possíveis e a para as várias durações possíveis de contratos em todo o país. “É uma questão complexa, que ainda estamos a analisar, mas, se se verificar, é muito grave, especialmente neste contexto”, frisou

Nota: A legislação não impede a manifestação de preferências a todo o território nacional conforme referi em post anterior mas sim a forma como está construída a aplicação.

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Estratégias

…para tentar ultrapassar o número máximo de preferências que se consegue colocar na aplicação (173) permitindo concorrer ao maior números de escolas.

– Usar códigos de concelhos onde existam inúmeras escolas (mínimo 10 – máximo 50)

– Usar códigos de agrupamentos em concelhos com poucas escolas (mínimo 25 – máximo 100)

Tendo em conta a inexistência no decreto-lei 132/2012 de um limite máximo de preferências para os QZP (havendo referência apenas a um mínimo de 2 QZP) parece-me ilegal a impossibilidade de se repetir os mesmos 23 QZP para os 3 tipos de horários e para as várias durações previsíveis dos contratos.

 

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Problemas!

O meu primeiro problema passa por um apagão da vodafone que não me permite aceder à internet, dizem-me que estão a reunir uma equipa para descobrir a origem deste problema.
Fico à espera.

Apesar destas dificuldades de acesso já percebi por algumas informações que me chegaram que não é possível repetir o número máximo de qzp (23) para a tipologia 1, 2 e 3 e para as diferentes durações dos contratos.
A ser verdade esta informação é impossível um docente concorrer a todo o país para os diferentes horários a concurso.

Logo que tenha possibilidade de confirmar esta situação farei novo ponto de situação.

Será muito grave que esta situação se confirme.

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Aplicação Aberta Para a Manifestação de Preferências

Com os intervalos de horários pelo novo Decreto-Lei e com possibilidade de renovações nas escolas TEIP.

 

 

Enganaram-se alguns.

 

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Apoio à Manifestação de Preferências

A partir de amanhã e até às 18 horas do dia 27 de Julho será a vez dos contratados manifestarem as preferências por escolas, concelhos e qzp. Lembro-me dos conselhos que dei o ano passado que foram seguidos por alguns colegas e que lhes possibilitou conseguir uma colocação no ano letivo anterior em Bolsa de Recrutamento (disseram-me de forma privada que se influenciaram por este meu aviso).

Gostava de poder ajudar este ano na forma de concurso e ter boas notícias para dar, no entanto será impossível que o ano letivo 2012/2013 seja melhor que o ano que terminou no que respeita a colocações. Tendo em conta o elevado número de docentes que se apresentarão no dia 3 de Setembro na última escola onde prestaram serviço, ficando a aguardar uma colocação em reserva de recrutamento, prevejo que apenas os horários inferiores a 14 horas possam ter colocações anuais (mas haverá sempre algumas excepções).

Quanto aos que têm possibilidade de renovação da colocação lanço o aviso para concorrerem fazendo de conta que não terão essa renovação garantida, sob pena de se surpreenderem no dia 31 de Agosto.

Amanhã este post será editado com o manual de instruções e outra documentação que surja no site da DGAE.

Não se esqueçam que a forma como terão de colocar as preferências foi alterada e tornou-se mais demorada.

Para entrarem na aplicação podem seguir este link.

Ficam de novo algumas ferramentas para apoio à manifestação de preferências que tanto jeito tem dado ao longo dos últimos anos.

 

 

 

Ferramentas que podem usar para calcular distâncias:

Google Earth 6

Roteiro das Escolas (Base de dados com mapa de todas as escolas do Pais)

 

BOA SORTE!

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Adormeceram Professores e Acordaram Sem Turmas

Uma excelente reportagem de Graça Barbosa Ribeiro a retratar o drama de quem se viu envolvido em ausência da componente letiva.

 

Não ficam desempregados, como os professores contratados, mas não sabem o que farão em Setembro. Mudanças como a revisão dos currículos e o aumento do número de alunos por turma deixaram milhares com horário zero, ou seja, sem aulas para dar. Tinham uma situação que julgavam estável e uma escola que consideravam sua. Do ministério dizem que muitos serão “repescados”; eles aprendem a viver com a incerteza.”

 




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As Incongruências do Sistema

… que na teoria apregoa a liberdade de escolha das famílias.

 

Caros colegas,

Como é do conhecimento de todos, determinadas disposições do Despacho normativo 13-A/2012 e do ofício circular 03/12 da DREN estão a ter consequências nefastas no tocante ao ensino de línguas estrangeiras, nomeadamente na redução da oferta de escola em nome de uma suposta “gestão racional dos recursos humanos existentes” – um conceito que, aliás, não está suficientemente esclarecido nos documentos em questão e cuja interpretação deveria aí ser assumida, quer para responsabilização pelas consequências, quer para evitar as mesmas.

Têm chegado ao nosso conhecimento, tanto através de colegas nossos, como através de encarregados de educação, casos de escolas em que a oferta da disciplina de Espanhol está a ser fechada em função da necessidade de assegurar os horários de colegas de outros grupos.

É certo que a perspetiva de horário zero é uma realidade aflitiva para muitos colegas, com os quais, desde já, nos afirmamos solidários. Contudo, a questão do desemprego docente não deve ser resolvida através da redução da liberdade de escolha dos alunos condicionando às suas opções curriculares. Essa é uma medida economicista, que, a nosso ver, nada resolve em termos do desemprego docente, antes pelo contrário… Achamos que a solução passa precisamente pelo abandono dessa mesma perspetiva economicista, consubstanciando-se, entre outros exemplos, no aumento do número de alunos por turma, na sobrecarga da componente não letiva, na constituição de mega-agrupamentos com implicações no crédito horário de gestão das escolas e, muito particularmente, numa revisão curricular orientada para a redução de opções, como é o caso em questão.

Perante estas questões, a APPELE já se pronunciou criticamente junto das instâncias adequadas, como foi dado a conhecer através do correio interno junto dos nossos associados. Procurámos igualmente, num esforço de contribuir para o diálogo sobre o processo e a sua melhoria, discutir estas e outras questões diretamente junto do Ministério, solicitando ao Secretário de Estado da Educação e Administração Escolar uma audiência nesse sentido. Contudo, esta ainda não foi agendada, apesar da nossa insistência.

Perante este panorama, apelamos aos colegas, para que, à semelhança do que está a acontecer em algumas escolas, se mobilizem no sentido de protestar pela não abertura / encerramento em oferta de escola de qualquer uma das línguas estrangeiras previstas na oferta educativa, tomando posição coletivamente dentro do grupo e/ou departamento e fazendo-a chegar pelos canais adequados aos órgãos de gestão da sua escola/agrupamento, bem como da associação de pais e de estudantes da(o) mesma(o) e ainda ao Ministério da Educação e Ciência.

Da nossa parte, continuaremos a lutar contra esta situação a nível institucional nos espaços a que temos direito e manifestamos, desde já, a nossa disponibilidade para apoiar os colegas na luta que desenvolvam nos seus lugares de trabalho.

Saudações associativas,

A Comissão Executiva

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Nuno Crato o Ziguezagueador

O jornal Público na rúbrica Caras da Semana considera Nuno Crato como um ziguezagueador que foi obrigado a corrigir ao longo da semana o drama de milhares de horário zero com o qual se deparou e terminou com uma promesa de vinculação de docentes contratados.

Não vou deixar de assumir que alguns dos dados lançados para o domínio público criaram alterações que aconteceram com a conferência de imprensa da tarde de terça-feira, e que os dados que divulguei na segunda-feira tiveram repercussões nesta decisão pelo simples facto de o próprio diretor geral da administração educativa ter entrado em contacto direto com esta escola logo após conhecimento destes números e que este ziguezague também se deveu à falta de conhecimento da realidade das escolas e da forma como tudo isto afetou docentes que não estavam preparados para uma mudança tão drástica na sua vida profissional (mais logo colocarei uma ou outra entrevista da reportagem sob o título “adormeceram professores e acordaram sem turmas” que saiu hoje na edição do jornal público).

Na própria segunda feira disse que, independentemente de o MEC querer ou não divulgar esses números de DACL, o que deveria fazer era refletir sobre esses números e agir.

Agiu a tempo de permitir algumas alterações que podem dar mais alguma paz nos próximos tempos, mas não posso deixar de criticar esta opção tardia que permitiu de um momento para o outro criar a percepção que todos os indicados para ausência da componente letiva poderão ser os excedentários futuros de uma qualquer decisão forçada do exterior que venha para consolidar novas medidas orçamentais.

Apesar de ter alguma simpatia por este ministro e até considerar algumas das suas opções como boas custa-me ver que existem grandes erros que estão a ser cometidos e isso leva-me a repensar muito a ideia que tenho de Nuno Crato.

 

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Incompetência ou Premeditação

De um comentário do Zaratrusta aqui. Este texto é uma boa reflexão sobre o ensino profissional e os cursos profissionais que atualmente se encontram na ordem do dia.

 

Existe uma grande confusão entre Ensino Profissional e Cursos Profissionais.  Estes são apenas um dos tipos de cursos de ensino profissional de nível  secundário, sendo o outro os Cursos de Aprendizagem. Ambos são diferentes quer  na forma, quer na substância. O MEC optou por extinguir os primeiros  (desengane-se quem considera que assim não é) e desenvolver em massa os  segundos.

Vamos então às diferenças entre eles:

– Os cursos profissionais, no ensino público, são ministrados nas escolas  secundárias e nas escolas profissionais públicas. Os cursos de aprendizagem têm  sido monopólio dos centros de formação do Instituto de Emprego e Formação  Profissional (IEFP)

– Os docentes dos cursos profissionais são os mesmos do ensino regular, salvo  em algumas das disciplinas da componente tecnológica, em que são contratados  técnicos especializados. Em qualquer dos casos e tratando-se de professores  contratados, são feitos contratos de trabalho. Os cursos de aprendizagem são  ministrados por formadores internos do IEFP e por formadores externos, estes últimos contratados por contrato de prestação de serviços, a recibos verdes, sem  direito a subsídios de férias e de Natal e sendo as contribuição para a  segurança social pagas na totalidade pelo trabalhador. Não há direito a subsídio  de desemprego

– Nos cursos profissionais os alunos não recebem qualquer bolsa. Nos cursos  de aprendizagem irão receber 180 euros mensais, o que se me apresenta como uma  forma de aliciar os alunos das classes mais desfavorecidas, dada a conjuntura  atual

– Nos cursos profissionais, as empresas nas quais os alunos desenvolvem a  formação em contexto de trabalho (FCT), não recebem qualquer contrapartida  financeira. Nos cursos de aprendizagem são e vão ser bem pagas

– Nos cursos profissionais, a FCT desenvolve-se nos 2º e 3º anos do curso, em  períodos de média duração, após a escola entender que os alunos adquiriram os  conhecimentos teóricos necessários para desempenharem funções em contexto de  trabalho. Nos cursos de aprendizagem, a FCT inicia-se logo assim que começa o  curso e desenvolve-se em 2 ou 3 dias por semana, durante todas as semanas,  estando os alunos nos centros de formação durante os restantes

– Nos cursos profissionais quem decide são as escolas

– Por estas duas razões, o centro de decisão e controlo nos cursos  profissionais está nas escolas, enquanto nos cursos de aprendizagem  se desloca  para as empresas

– Durante a última década tornou-se um lugar comum dizer que Portugal  desbaratou milhões de euros vindos da EU em autoestradas e formação profissional  inúteis. Pois bem, estes cursos de aprendizagem contribuíram bastante para que  isso acontecesse. Por alguma razão estavam moribundos, apesar de mais de uma  década de existência, preparando-se este MEC para ressuscitar aquilo que de pior  teve a formação profissional em Portugal.

Fui formador em vários cursos de formação, fui formador em cursos de  aprendizagem e fui professor em cursos profissionais. Os campeões do facilitismo  assumido e explícito são os cursos de aprendizagem, e não sou só eu que o digo,  pois já foram feitos vários estudos sobre o tema com resultados conhecidos.

O MEC prepara-se para extinguir os cursos profissionais nas escolas (já  começou), esvaziando ainda mais a escola publica das suas funções, consolidando  o que de pior tem sido feito e entregando o ensino profissional sob a forma de  cursos de aprendizagem, ao IEFP, a entidades de formação de vão de escada e às  empresas privadas,  acompanhados de uma boa dose de propaganda, ou alguém  acredita, por exemplo, que estes alunos terão condições para fazer os exames  nacionais do ensino secundário para acesso à universidade, quando os alunos que  frequentam os 3 anos do ensino regular têm 50% de negativas?

Pergunto-me quais as razões desta opção do MEC e só encontro uma resposta:  critérios puramente ideológicos. Já não acredito que seja por incompetência.  Tudo está a ser feito de forma bem planeada e criteriosa. Nesta opção, nem os  critérios economicistas se podem aplicar, pois, como vimos, os cursos de  aprendizagem vão sair mais caros que os cursos profissionais.

Poderão dizer que estes cursos vão absorver alguns dos professores  contratados que vão ficar desempregados. Admito que sim, alguns, poucos, pagos a  recibos verdes, como já se encontra previsto no Novo Regulamento dos Cursos de  Aprendizagem que o governo já se apressou a publicar, mas, como já está  previsto, na sua maioria eles vão ser ministrados pelos formadores do IEFP, sem  habilitação profissional para a docência e, em caso de necessidade, pelos  professores de carreira sem componente letiva.

Pergunto-me, igualmente, se os sindicatos, os professores e os encarregados  de educação, dada a sua passividade, não entendem o que se está a passar.

Pergunto-me por que razão aqueles que mais sabem sobre educação em Portugal,  por a terem estudado no terreno, nas escolas, observando professores e alunos, e  que são reconhecidos a nível nacional e internacional, não vêm a publico revelar  à população a destruição da escola a que estamos a assistir. É por mais evidente  que enquanto o MEC age e propagandeia, os outros limitam-se a reagir, às vezes.  Nunca poderemos alcançar alguém que vai sempre um passo à nossa frente.

Perguntamo-nos todos, finalmente, o que se está a passar na cabeça deste  governo. Talvez aquilo que todos sabemos e não queremos aceitar:

OS PORTUGUESES SÃO BURROS! OS PORTUGUESES SÃO ESTUPIDOS! OS PORTUGUESES SÃO  PASSIVOS, AINDA ESTÃO SOB O EFEITO DA SUBJUGAÇÃO SALAZARISTA! NÓS SOMOS A  ELITE E TEMOS QUE ASSEGURAR AS ELITES FUTURAS!

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Nuno Crato na Antena 1

Resumo com explicações sobre os horários zero, professores contratados, vinculação extraordinária e a prova de ingresso.

Se entretanto for possível enquadrar algumas destas medidas no próximo orçamento de estado então será possível a vinculação de mais professores contratados.

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Blogosfera – educar a educação

Uma excelente questão levantada pelo Nuno Domingues que terá resposta numa qualquer fórmula mágica que será despachada em Setembro.

Como contabilizar faltas a tempos de 50 minutos?

 

E no mesmo seguimento da questão dos tempos de 45 ou 50 minutos ver este post também.

Como colocar a concurso horários com tempos de 45 minutos?

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Retratos de Professores com Horário Zero

Na edição em papel no jornal público de hoje.

 

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Listas Em Excel

Depois de ter publicado as listas de apoio à manifestação de preferências de quase todos os grupos de recrutamento deixo-vos as listagens que tenho em excel das colocações nas 13 bolsas de recrutamento e das 16953 ofertas de escola em concurso no ano letivo 2011-2012 para não levarem a mal os grupos que não tiveram direito à publicação das listas.

Quem perceber minimamente de excel saberá fazer bom uso destes documentos.

O objetivo que norteou esta recolha foi integralmente cumprido já que a partir de 2012/2013 todas as listas serão publicas.

 

 

 

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Apelo a Todos os Pais

… de uma grande amiga, encarregada de Educação.

 

Enquanto Ex Dirigente Associativa e Sócia Honorária de FRAPP – Federação de Pais do Porto, o que penso sobre “A revisão curricular”.

“Há dois pilares” no País: a saúde e a educação.

Como se pode educar os futuros homens e mulheres que irão governar este país que neste momento está tão desgovernado.

A revisão curricular é absurda, só tem em conta a questão financeira.

A revisão curricular deve ser feita de acordo com as necessidades do país, numa perspetiva de “modernidade revisão curricular, que deve ser no sentido da formação integral do indivíduo.

As turmas com 30 alunos e professores sem turmas na mesma escola, não fazem sentido.

Defendo as equipas multidisciplinares nas escolas.

Sou contra os “Mega Agrupamentos” é uma medida que em nada favorece os alunos, é mais economicista do que valorização do aluno, dos profissionais e do aumento da desertificação do interior.

É um retrocesso na concepção de ensino. Defendo que a escola NÃO seja uma fábrica, mas sim um local de formação e educação.

Surpreende-me que as disciplinas de educação moral e religiosa se mantenham em todos os níveis de ensino, enquanto que o ensino artístico e tecnológico é completamente desvalorizado.

A reforma no meu entender visa apenas “cumprir o Orçamento do Estado e despedir professores“. Trata-se de mais um instrumento de contenção orçamental, pela necessidade de reduzir despesas com pessoal.

É mais uma matriz que não garante nem a qualidade, nem a equidade do ensino e um passo gigantesco para o retrocesso do ensino em Portugal.

Apelo a todos os Pais, Encarregados de Educação, Dirigentes Associativos e demais Portugueses que não deixam que tal aconteça.

Rosa Novo

20 Julho 2012

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MEC fecha portas. SPZN abre janelas!…

Chegado por e-mail
Face às recentes medidas apresentadas pelo MEC, o SPZN reagiu com respostas reivindicativas objetivas e consistentes.

As respostas do SPZN às nefastas medidas preconizadas pelo Governo foram apresentadas nas recentes reuniões com o MEC em que o SPZN esteve presente no âmbito da FNE.

A persistência do SPZN, sem recurso a grandes alaridos folclóricos, começa a produzir efeitos como é exemplo o envio às escolas, em 17 de julho, das orientações para a distribuição de serviço letivo . Este documento tem por objetivo, tal como era nossa pretensão, reduzir o impacto das medidas que conduziram muitos docentes de carreira ao concurso do DACL. Rentabilizando respostas educativas a implementar nas escolas muitos destes professores serão retirados do concurso ao passo que a outros é garantida a ocupação de tempos letivos.

Mas o SPZN não se ficou pelos professores de carreira na procura de soluções. Procurou também soluções que conciliassem o combate à precariedade da contratação sucessiva com respostas que elevassem a qualidade da escola pública. Nas rondas negociais, o SPZN exigiu que se procedesse a um efetivo levantamento das necessidades permanentes do nosso sistema educativo e que de uma vez por todas fosse dada estabilidade aos professores e às escolas.

As afirmações do Ministro da Educação no Parlamento acerca da vinculação dos professores contratados, ainda este ano, embora vagas, trazem-nos um alento renovado para os objetivos a que nos propusemos.

Com o crescimento do número de apoiantes do SPZN vamos conseguir vencer mais uma etapa do processo negocial – a vinculação dos professores contratados!

Como sempre afirmamos :
NÃO HÁ PROFESSORES A MAIS, HÁ RESPOSTAS EDUCATIVAS A MENOS

Porto, 20 de julho de 2012
Departamento de Informação e Comunicação do SPZN

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Comunicado da Associação Portuguesa de Estudos Clássicos

Com pedido de divulgação

 

Da Associação Portuguesa de Estudos Clássicos ([email protected])

Prezados colegas:
O ensino do latim e do grego no ensino público em Portugal vive, de há muito, um enquadramento curricular modesto e precário, devido a intervenções legislativas desastradas que têm vindo a erodir as condições para a sua presença nas escolas.
A erosão já é longa: desde reformulações precipitadas dos curricula escolares até às alterações nas competências requeridas para a profissionalização dos docentes na área de Português e de Línguas Clássicas, chegámos finalmente ao bem conhecido de todos os docentes despacho 5106-A/ de 2012 (https://www.portaldasescolas.pt/imageserver/plumtree/portal/matnet/Despacho_5106A_2012.pdf Definição de um conjunto de normas relacionadas com as matrículas, distribuição dos alunos por escolas e agrupamentos, regime de funcionamento das escolas e constituição de turmas ), que determina o número mínimo de vinte alunos para a abertura de disciplinas de opção.

O Ministério da Educação foi alertado pelas escolas, associações científicas e sindicatos para as consequências da aplicação deste normativo para o ensino de disciplinas como Francês, Alemão, Latim e Grego, para nos limitarmos exclusivamente à área das línguas, sabendo contudo que este enquadramento é pernicioso para outras áreas disciplinares.
Contudo, o mesmo despacho, no ponto 5.3, admite:
5.13 — A constituição ou a continuidade, a título excecional, de turmas com número inferior ou superior ao estabelecido nos números anteriores carece de autorização dos serviços do Ministério da Educação e Ciência territorialmente competentes, mediante análise de proposta fundamentada do diretor do agrupamento de escolas ou escola não agrupada, ouvido o conselho pedagógico.

Temos conhecimento de que foi emitida, no dia 17 de julho uma recomendação (n.º 4502) às Direcções Regionais (DREN;DREC;DREL; DREALENTEJO, DREALG) com carácter de urgência, para que autorizem a abertura de turmas das disciplinas de opção do 10.º e 11.º anos (com referência específica ao Latim e ao Grego) com número inferior a 20 alunos.
Essa possibilidade já se encontrava prevista no despacho 5106-A/2012 de 12 de abril no ponto 5.13, mas há Direções de escolas que, no momento de programar o número e tipo de turmas para o próximo ano letivo e da consequente afetação de recursos docentes para a sua lecionação, ignoram este ponto e não são suficientemente esclarecidas pelas Direções regionais ou outros organismos de tutela.
Devem os professores, as famílias e os alunos interessados na frequência destas disciplinas insistir pelo seu cumprimento, pois há base legal para pedir autorização de abertura de turmas de Latim ou Grego com menos de 20 alunos.
O pedido de autorização pode ser fundamentado com argumentos como, por exemplo, a escola ter professor habilitado para lecionar essas disciplinas (professores do grupo 300 e 310, ou seja, professores com formação base em Português ou Português Latim e Grego); e, sobretudo, o facto de não haver, num limite geográfico razoável para as famílias, escolas que disponham dessa oferta.
Estamos disponíveis para esclarecer os colegas que nos quiserem contactar.

Coimbra, 20 de Julho de 2012
Paula Barata Dias
(Presidente da Associação Portuguesa de Estudos Clássicos)

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Entrevista a Nuno Crato na Antena 1

Com os professores em protesto, e as mudanças curriculares, o ministro da Educação e Ciência responde às perguntas de Rosário Lira. A um mês e meio da abertura das aulas, uma entrevista obrigatória.

Neste link a entrevista completa.

 

Ministro da Educação admite redução no número de professores contratados

Nuno Crato confirma a redução, sem especificar números, numa entrevista ao programa “Este Sábado”, da Antena 1. O ministro adiantou ainda que o Governo vai avançar ainda este ano com as provas de ingresso para professores. A medida tem como objetivo uma formação mais rigorosa dos docentes.

 

 

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Imbróglios

Que afeta os docentes colocados no continente por DAR e que perderam o horário por terem sido indicados por ICL e que de acordo com as novas medidas anunciadas esta semana já teriam componente letiva.

Como será feita a repescagem desses docentes se não puderam concorrer à mobilidade interna?

Manual de Instruções – valiadação da candidatura à mobilidade interna que decorre entre o dia 20 e as 18 horas do dia 26 de Julho.

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Listas de Mobilidade

Foram publicadas as listas de mobilidade ao abrigo do artigo 67º e 68º.

Continuam a faltar as listas do deferimento ou não da mobilidade por condições específicas. Para quando esta publicação?

2012

Artigo 67 n º 2 al a)

Artigo 67 n º 2 al c)

Artigo 67 n º 2 al d)

Artigo 68 al a) Ensino no Estrangeiro

Artigo 68 al a) IAC

Artigo 68 al a) Projetos CRTIC

Artigo 68 al a) SPO

Artigo 68 al b) Associações de Professores

Artigo 68 al d) Escolas Europeias

 

 

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Estranho!

…não ter saído o aviso de abertura para a manifestação de preferências dos contratados no suplemento do Diário da República.

 

 

 

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Nuno Crato Na Comissão de Educação e Ciência

3 horas de debate para quem não acompanhou em direto.

Trabalho do blogdocao

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Listas de Apoio à Manifestação de Preferências

Tendo em conta que a manifestação de preferências para os docentes contratados têm início no dia 23, por um período de 5 dias úteis e de pouco servindo as comparações com o concurso de 2012/2012, reponho no entanto neste post todas as listas que tenho para prestar algum apoio ao concurso deste ano. Será difícil completar o trabalho para os grupos de recrutamento que faltam e por isso peço desculpa pelos grupos de recrutamento que não estão trabalhados.

Links para posts do blog com as colocações em renovação de colocação, necessidades transitórias, bolsas de recrutamento e contratação de escola no ano letivo 2011/2012.

Grupo 100

Grupo 110

Grupo 200

Grupo 210

Grupo 220

Grupo 230

Grupo 240

Grupo 250

Grupo 260

Grupo 300

Grupo 320

Grupo 330

Grupo 400

Grupo 410

Grupo 500 e Grupo 500 completa

Grupo 510

Grupo 520

Grupo 910

 

Colocações em Bolsa Anuais vs Temporários

 

Total de Horários no Ano Letivo 2011/2012

 

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Mais Um Remendo de Última Hora

Que é mais um sinal de quem não sabe muito bem ao que anda.

E de novo o ensino profissional na onda.

 

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Aposta no Ensino Profissional

Algo que já tinha dado conta aqui, mas que exigia uma alteração a uma portaria de forma a permitir que as escolas públicas pudessem ser candidatas como formadoras externas.

APOSTA NO ENSINO PROFISSIONAL PARA JOVENS

 

No âmbito dos acordos sobre o reforço do Ensino Profissional assumidos no Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego, o Governo definiu um programa de atuação para o eixo de jovens, tendo em vista o período de 2012 a 2014, com enfoque nas seguintes prioridades:

  • Aumentar o número de jovens que seguem as vias profissionais do ensino secundário;
  • Incentivar a articulação entre os diferentes promotores privados, numa lógica de racionalização financeira;
  • Criar um sistema integrado de orientação escolar e profissional;
  • Assegurar uma maior articulação entre as escolas e as empresas, com vista à divulgação das ofertas de emprego e das capacidades dos alunos/formandos.

O Governo comprometeu-se ainda a ajustar a oferta de formação tendo em conta as necessidades e prioridades dos diferentes sectores económicos e do mercado de trabalho, com especial ênfase na área dos bens e serviços transacionáveis, através de uma interação permanente entre as escolas e as empresas. Face a isto, o Governo tomou já uma série de medidas que serão implementadas no ano letivo 2012/2013, entre as quais se destaca a articulação das ofertas formativas oferecidas pelas várias entidades, a promoção de parcerias locais entre entidades do sistema de ensino e formação profissional, do sistema educativo e da sociedade civil, e a oferta de Cursos de Aprendizagem a jovens.

Os cursos de Aprendizagem, da responsabilidade do IEFP em coordenação com a oferta do sistema educativo, constituem uma oportunidade de qualificação profissional, com equivalência ao 12.ºano de escolaridade, para os jovens com idade entre os 15 e os 24 anos, contribuindo, de forma eficaz, para o aumento dos seus níveis de empregabilidade e de inclusão social e profissional. Estes objetivos são potenciados pela organização da formação em alternância (dual), isto é, entre dois contextos: a entidade formadora e a empresa. No ano de 2012, em cumprimento do Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego, assinado entre o Governo português e os parceiros sociais, visa-se abranger 30 000 jovens.

Num momento em que os jovens que agora concluíram o 9.º ano têm que fazer uma opção consciente, de forma ponderada com as respetivas famílias, quanto ao próximo ano letivo, os Ministérios da Economia e do Emprego, e da Educação e Ciência sublinham que estão determinados a:

  • Por um lado, otimizar os recursos públicos disponíveis nas duas redes, através da celebração de protocolos de parceria, entre os centros de formação profissional e escolas básicas, secundárias e profissionais, num quadro de complementaridade de intervenções, rentabilizando, a nível local, os recursos humanos (professores/formadores), materiais (espaços de formação – salas, oficinas, laboratórios), entre outros. Desta forma, promove-se a sua ocupação a 100% e permite-se ainda a partilha e troca de experiências entre os diferentes operadores públicos e privados de educação e formação.
  • Por outro lado, proporcionar aos jovens que pretendam obter a sua formação de nível secundário através de uma via qualificante, a orientação e o encaminhamento para um curso de Aprendizagem que corresponda aos seus interesses e motivações e se revele facilitador da sua integração no mercado de trabalho. Isto sem excluir a possibilidade de prosseguimento de estudos ao nível da especialização tecnológica, pós-secundária, ou mesmo do ensino superior, politécnico e universitário.
  • A rede de Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP), tutelada pela ANQEP, facilitará o acolhimento, a informação e o aconselhamento, de forma independente e realista, dos jovens e adultos que procuram educação e formação. Progressivamente, estes centros irão herdar e alargar as funções dos antigos Centros Novas Oportunidades.

Os jovens que pretendam frequentar um curso de Aprendizagem devem dirigir-se a um centro de emprego ou a um centro de formação profissional de gestão direta ou de gestão participada do IEFP ou efetuarem uma pré-inscrição, através do portal do IEFP (http://www.iefp.pt/), na sequência da qual serão contactados pelo serviço competente.

Encontram-se planeadas mais de 700 ações, para iniciar a partir do próximo mês de setembro e seguintes, nas diferentes áreas de formação, com particular incidência nas tecnológicas ou outras consideradas prioritárias para os cursos de Aprendizagem em 2012, face às necessidades evidenciadas pelas empresas e pelo mercado de emprego.

Importa ainda referir que o Governo se encontra já a preparar um conjunto de medidas que serão implementadas no ano letivo 2013/14, nomeadamente:

1. Uma revisão das várias modalidades de ensino profissional e profissionalizante para eliminar as sobreposições e facilitar a legibilidade da oferta formativa:

  • Haverá uma maior flexibilização dos currículos, com o objetivo de facilitar uma mais rápida adequação destas formações às necessidades do mercado de trabalho, dos públicos-alvo e das regiões abrangidas.
  • As modalidades de Cursos Profissionais e de Cursos de Aprendizagem serão uniformizadas, atendendo à sua grande semelhança em termos de público-alvo, currículos e saídas profissionais.
  • Serão eliminados progressivamente os Cursos Secundários com Planos Próprios, através da sua integração na modalidade de Cursos Profissionais, aproveitando a flexibilização referida;

2. Será identificado um conjunto restrito de Escolas de Referência do Ensino Profissional. As EREP terão como foco uma área de atividade económica prioritária, e funcionarão numa região relevante para essa mesma atividade. Para além das componentes habituais de uma escola profissional de jovens, fornecerão ambientes empresariais para a realização de estágios, e realizarão a formação de formadores técnicos e de técnicos para outras escolas, centros de formação e empresas. Estas escolas receberão um selo de qualidade que as identifique.

3. Será criado um sistema de informação nacional para os alunos do ensino profissional e profissionalizante, com o objetivo de facilitar a sua mobilidade entre cursos e entre entidades formativas e de produzir indicadores fiáveis sobre o sistema de ensino profissional.

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3.000.000

Foi este o número de visitas a que chegou este blog depois de em 30 de Março ter atingido os 2.000.000.

Um obrigado a todos. Vou até ali comemorar, para descomprimir um pouco.

 

 

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Dizem Que…

Está a ser preparada legislacao para vincular domcentes contratados. O meu smartphone não deixa desenvolver mais do que isto.

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Audiência ao Ministro da Educação

… em stream para quem aqui entrar.

 

Automaticamente é aberta uma janela para visualização da audiência ao Ministro da Educação na Comissão de Educação e Ciência.

 

Quem não conseguir abrir o stream automático pode acompanhar a audição neste link.

Se quiserem comentar estejam à vontue não o poderei fazer por não ter possibilidade de ver o direto.

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Orientações Para a Distribuição de Serviço Letivo

versão retificada.

Este documento vem permitir que até ao dia 26 de Julho as escolas considerem como componente letiva 11 medidas sem recurso a contratações e ainda um conjunto de 8 atividades que poderão ser entregues no caso de ainda subsistir ausência da componente letiva.

É muito possível que grande parte dos docentes sem componente letiva que passaram uma semana de atribuladas experiências sejam retirados do concurso já no próximo dia 26 depois destas novas orientações.

E tudo isto prova mais uma vez a incapacidade para se organizar um ano letivo com a necessária “draquilidade” e que em Setembro muita gente vai precisar de finalmente entrar de férias.

 

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Blogosfera – A Vigília Pelo Porto

Vigília – Porto



 

Os grandes ausentes? Pois, por muito que me custe dizê-lo… os contratados, os que mais perderão em todo este processo e que não serão despedidos porque apenas chutados para canto, muito embora tenha falado com um, optimista, que valeu, só por si, a deslocação ao Porto

Nem terá sido a ausência de um grande número de contratados que me surpreendeu, mas sim algumas presenças. E este sinal de conformismo que se tem instalado precisa de ser analisado com muito detalhe sob pena de tudo isto se estar a tornar em algo ineficaz e inconsequente.

 

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Dados Em Bruto de Horários Zero

Recolhidos neste formulário e com especial incidência sobre os grupos 240, 530 e 600.

É a evidência que (quase) todos os docentes em horários zero do grupo 240 irão permanecer na escola onde prestaram funções este ano letivo e em muitos casos em par-pedagógico coadjuvação na disciplina de EV(T).

E tudo isto valia a pena?

 

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