… de uma grande amiga, encarregada de Educação.
Enquanto Ex Dirigente Associativa e Sócia Honorária de FRAPP – Federação de Pais do Porto, o que penso sobre “A revisão curricular”.
“Há dois pilares” no País: a saúde e a educação.
Como se pode educar os futuros homens e mulheres que irão governar este país que neste momento está tão desgovernado.
A revisão curricular é absurda, só tem em conta a questão financeira.
A revisão curricular deve ser feita de acordo com as necessidades do país, numa perspetiva de “modernidade revisão curricular, que deve ser no sentido da formação integral do indivíduo.
As turmas com 30 alunos e professores sem turmas na mesma escola, não fazem sentido.
Defendo as equipas multidisciplinares nas escolas.
Sou contra os “Mega Agrupamentos” é uma medida que em nada favorece os alunos, é mais economicista do que valorização do aluno, dos profissionais e do aumento da desertificação do interior.
É um retrocesso na concepção de ensino. Defendo que a escola NÃO seja uma fábrica, mas sim um local de formação e educação.
Surpreende-me que as disciplinas de educação moral e religiosa se mantenham em todos os níveis de ensino, enquanto que o ensino artístico e tecnológico é completamente desvalorizado.
A reforma no meu entender visa apenas “cumprir o Orçamento do Estado e despedir professores“. Trata-se de mais um instrumento de contenção orçamental, pela necessidade de reduzir despesas com pessoal.
É mais uma matriz que não garante nem a qualidade, nem a equidade do ensino e um passo gigantesco para o retrocesso do ensino em Portugal.
Apelo a todos os Pais, Encarregados de Educação, Dirigentes Associativos e demais Portugueses que não deixam que tal aconteça.
Rosa Novo
20 Julho 2012

5 comentários
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Estou de acordo com o seu documento. Muito bem. Mas logo na primeira linha devemos alterar “iram”. Um abraço e obrigado!
muito bom
Eu não queria um filho meu numa sala com 28/30 alunos! Se isso acontecer, reclamo!
tudo bem e quando socrates levava o país para a bancarrota e falidos, que é como estamos ,nessa altura , também alertaste que viria aí o fim do ensino e da saúde gratuitos ou tendencialmente gratuitos? espero que não seja daquelas que endeusava o menino de oiro.
Pedro, vamos deixar de folclores e de dar credito às desculpas do passado, hoje vamos morrer da cura e não da doença. Porque falidos e na bancarrota estão os gregos e nós europeus, onde nós Portugal, também contribuimos, perdoamos 107 mil milhões de euros, mais juros, ou seja isso de estarmos falidos ou na bancarrota, é subjetivo e foi um bom “slogan” para mudar de porcos porque o gamelo é o mesmo. Só que antes tinhamos menos desemprego, mais trabalho e a economia funcionava, agora vamos para a estagnação total, porquê? Com os famigerados cortes, que cortam em tudo incluindo em nós, que trabalhamos. Uma roda toca a outra e quando começam a travar as rodas…..