Junho 2024 archive

Reserva de recrutamento 2023/2024 n.º 37

 

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 17 de junho até às 23:59 horas de terça-feira dia 18 de junho de 2024 (hora de Portugal continental).Consulte a nota informativa.

SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa – Reserva de recrutamento n.º 37

Listas – Reserva de recrutamento n.º 37

 

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Marco Bento – “Os exames são uma clara condicionante à inovação pedagógica dos professores”

“Os exames são uma clara condicionante à inovação pedagógica dos professores”

 

Marco Bento, investigador em Educação, defende que a escola deve ensinar os alunos a usar a Inteligência Artificial. Porque eles já a usam. Só que estão, muitas vezes, a usar mal.

Para o investigador em Tecnologia Educativa e professor na Escola Superior de Educação de Coimbra Marco Bento, as ferramentas de inteligência artificial (IA), como o ChatGPT, ainda não entraram — formalmente — nas salas de aula. E isso preocupa-o sobremaneira. Defende que a escola deve começar desde cedo a educar os seus alunos para a ética de utilização destas ferramentas, para a identificação de fontes, para a honestidade intelectual. Desta forma, acredita que podem ser úteis no processo educativo e ajudar no estudo mais autónomo dos alunos.

 

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Perguntas e respostas possíveis – atualizado após a reunião de negociação suplementar

Perguntas e respostas possíveis – atualizado após a reunião de negociação suplementar

 

 

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𝐌𝐨𝐛𝐢𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐞 𝐝𝐨𝐜𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐞𝐧𝐭𝐫𝐞 𝐞𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚𝐬 – Madeira

Informa-se que se encontram a decorrer, 𝐚𝐭𝐞́ 𝐚𝐨 𝐝𝐢𝐚 𝟐𝟏 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐧𝐡𝐨, os procedimentos com vista à mobilidade de docentes entre escolas, para o ano escolar 2024/2025, pelos seguintes motivos:
Mobilidade por deficiência ou doença incapacitante
– Mobilidade por filhos menores ou gravidez
– Mobilidade mediante proposta do órgão de gestão

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Amanhã…

…último dia de aulas para a maioria dos alunos, menos para os mais pequenos que ainda precisam de estar na escola todo o mês de junho, é provável que seja anunciado o plano da educação para 2024/2025.

O que podemos esperar deste plano?

Uma resposta urgente à falta de professores que tem acontecido mais na zona de Lisboa e no Sul do país , mas que se tem alastrado a todo o país;

Uma decisão sobre o funcionamento das escolas para o próximo ano letivo, sabendo se vão existir provas de aferição nos moldes atuais ou se vai haver mudanças;

Saber se os planos de desenvolvimento vão ser para continuar, acabar, ou se eventualmente podem surgir novidades na vinculação destes técnicos as escolas:

Conhecer os créditos de horas que as escolas vão ter disponíveis para o próximo ano;

Conhecer o plano de recuperação das aprendizagens deste governo;

 

etc, etc…

 

aguardemos.

 

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(sem título)

Pais e alunos não valorizam as provas de aferição e a prova está nos números. Dados do Júri Nacional de Exames divulgados hoje revelam que dos 94.460 alunos inscritos nas provas de ontem, apenas 65.908 as realizaram.

Mais de 30% dos alunos faltaram às provas de aferição de Português e Estudo do Meio do 2.º ano

 

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Escolas continuam sem receber verbas entregues em dezembro ao Estado

O dinheiro entregue ao IGeFE em dezembro pelas escolas “ainda não foi devolvido”, acusou o ANDAEP, sublinhando que “há muitas escolas a precisar desse dinheiro”.

Escolas continuam sem receber verbas entregues em dezembro ao Estado

“As escolas entregaram em dezembro o dinheiro ao IGeFE (Instituto de Gestão Financeira da Educação) que ainda não foi devolvido e, neste momento, há muitas escolas a precisar desse dinheiro“, alertou o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, durante a audição na omissão parlamentar de Educação.

A audição tinha como objetivo debater o dever de reporte das escolas face a suspeitas de violência sobre crianças, mas o representante dos diretores aproveitou o momento para pedir ajuda aos deputados na resolução de um problema que afeta os estabelecimentos de ensino.

Todos os anos, em dezembro, as escolas entregam ao Tesouro as receitas próprias conseguidas através de vendas feitas nos bares, nas papelarias ou de iniciativas desenvolvidas pela escola, como o aluguer de espaços.

Os diretores ficam sempre a aguardar a devolução das verbas no início do ano seguinte, mas tem sido recorrente, ano após anos, queixarem-se de atrasos na devolução, acusando o Governo de ficar com milhares de euros retidos nos cofres.

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Prova de Matemática do 9.º ano e os critérios de correção

 

 

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A Prova Final de Matemática do 9.º Ano

A prova Final de Matemática do 9.º Ano

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A Prova Final Adaptada do 9.º Ano

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“Grave e incompreensível”: Governo acusa Executivo anterior de não acautelar vagas suficientes no pré-escolar

 

Faltam ainda cerca de 20 mil lugares para garantir a universalização do acesso à educação pré-escolar às crianças com três anos, sublinhou o Ministério da Educação em comunicado esta terça-feira. Executivo deixa sérios reparos ao Governo anterior.

“Grave e incompreensível”: Governo acusa Executivo anterior de não acautelar vagas suficientes no pré-escolar

O Ministério da Educação acusou esta terça-feira o anterior Executivo de não acautelar a criação de vagas suficientes no pré-escolar, pelo que faltam 20 mil lugares para garantir essa universalização e comprometeu-se em apresentar um plano de ação que abrange vários ministérios até ao final deste mês.

Assim, no que diz respeito ao acesso à educação pré-escolar por crianças de três anos, o Governo concluiu, após consulta aos serviços do  Ministério da Educação, Ciência e Inovação e do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, bem como os parceiros dos setores social e privado, que a rede existente “é insuficiente para o aumento da procura na educação pré-escolar para crianças com 3 anos, havendo o risco de milhares de crianças e famílias ficarem sem resposta”.

“Segundo as estimativas iniciais, em setembro de 2024, cerca de 29.000 crianças concluirão o ciclo de frequência em creches, por terem atingido os 3 anos. Destas, 12.070 frequentam o programa ‘Creche Feliz’, devendo transitar para a rede de educação pré-escolar”, realça o Ministério da Educação em comunicado.

Assim, e no sentido de assegurar a universalização da educação pré-escolar aos 3 anos, “estarão em falta mais de 19.600 lugares. É grave e incompreensível a ausência de planeamento por parte do Governo anterior, que não previu a necessidade de criação de milhares de vagas na educação pré-escolar, de modo a acomodar o aumento de procura por parte de crianças às quais já foi garantido o acesso gratuito à creche.

Perante esta situação, o Governo, através do Ministério da Educação, Ciência e Inovação e do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, determinou a criação de um grupo de trabalho interministerial, para apresentar um plano de ação até ao final deste mês, e propor, até ao final de novembro de 2024, “uma estratégia que assegure a continuidade na transição da creche para a educação pré-escolar e a qualidade pedagógica para as crianças até aos seis anos”.

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O Var na escola – José Afonso Baptista

O futebol é um desporto maravilhoso, contagiante. Quem não gosta de futebol não tem sensibilidade. Tem um nome esquisito porque nasceu na Inglaterra, há mais de 100 anos, e, quando aqui chegou, o nome Football não se entranhou. Os puristas quiseram logo dar-lhe um nome português, ao mesmo tempo fino e sugestivo, e chamaram-lhe Pedibola, uns, e Pebola outros. Isto sim tem poesia. O problema é que para português culto, com estudos e tudo, nem Pebola nem Pedibola representavam a magia de um ballet em que 22 bárbaros agressivos dão pontapés até à exaustão numa bola de caoutchouc, cabedal em português, que agora até já é sintético. No meio de todas as contingências, o futebol resistiu e cresceu, transformou-se numa espécie de religião com mil seitas que cultivam o ódio entre si. Assim é mais excitante.
Sim, o futebol veio para ficar e, em tempos de tecnologias avançadas, foi preciso dotá-lo de um instrumento que permitisse ver claro, que não deixasse dúvidas se é ou não é mão, se é ou não é penalti, outra inglesice que assentou arraiais na nossa língua. Tristeza, não temos língua à altura de tão glorioso desporto. E aí está, a tecnologia que deu verdade ao futebol chama-se VAR, Video Assistant Referee, fruto das tecnologias avançadas que fazem o nosso conforto e felicidade. Está aqui a força, a magia para traduzir tão elevado conceito. Há apenas um problema: é que o VAR tem leituras diferentes conforme a cor das camisolas. Admiro em especial a tecnologia da linha de golo, nome lindo, que demonstra se a bola entrou por inteiro dentro da baliza. Para os vermelhos ultrapassou mais de meio metro, para os verdes nem sequer chegou à área da baliza. Problema de investigação curioso: como é que as cores influenciam os movimentos e posicionamentos da bola? O VAR é tão personalizado que cada um vê como lhe apetece. Em educação isto é individualização, no futebol é doença.
O VAR, como tecnologia do nosso tempo, invade todos os espaços e movimentos da vida, das profissões, de todas as empresas e indústrias. A escola, sempre à frente nos avanços para uma modernidade próspera e bem sucedida, claro, também tem de ter o seu VAR, com outro nome, diferente, em educação não há plágios. Nas escolas temos o VAT – Vídeo Assistant Teacher – em Inglês, para percebermos melhor a profundidade do conceito. Que pode estender-se a um Video Assistant Teaching, com áreas de aplicação especializadas para aprendentes de todas as idades e com necessidades ou problemas específicos, sem especialistas nas escolas, mas com respostas online impensáveis até agora e ao alcance de todos. O VAT promete que vamos poder observar as nossas crias desde o berçário até ao doutoramento e podemos reclamar porque não comeram a sobremesa até ao fim nem lavaram as mãos e a boca depois da refeição. Isto sim, é progresso. A escola vai atingir o brilho e a importância dos estádios.
Imagina só esta hipótese, que imaginar faz bem e alivia: Na sala nobre dos atos de uma universidade decorrem provas de doutoramento com toda a pompa e circunstância. Neste momento as novas tecnologias de longo alcance permitem-nos ver e ouvir em casa, com o rabinho acomodado no sofá, até os segredinhos que os membros do júri trocam entre si. O VAT analisa e transmite em direto todos os momentos e atores das provas, desde os cerimoniais de entrada e saída, até às minúcias no decorrer da prova, inclusive os erros do júri. Só falta mesmo uma porta aberta para reclamar em direto, mas a democracia já está à espreita.
Este cenário pode replicar-se, com as diferenças de imagem e de estatuto, em todas as escolas onde decorrem exames, dando aos pais, colegas e bisbilhoteiros do costume a possibilidade de assistir a espetáculos tantas vezes marcados pelo imprevisível.
Nós, artistas da profissão docente, sabemos por experiência que cinco professores a classificar a mesma prova podem atribuir cinco notas diferentes. Eu próprio vivi a situação, com diferenças entre 7 e 14. Professores qualificados e especializados ao mais alto nível. O que significa que os docentes como balança, como metro ou pedómetro são uma nulidade. Não acreditam? Então vejam as diferenças entre as notas dos exames do secundário e as notas atribuídas em instância de recurso para o Júri Nacional de Exames. Professores incompetentes? Não, normalíssimos, mas aqui a norma é que cada pessoa é única e diferente de todas as outras. Nisto os professores têm os mesmos “defeitos” dos alunos. Cada cabeça, sua sentença. E não há, para já, nem VAR nem VAT que lhes valha.

Diário as Beiras 2024.06.11

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Calendário do Concurso 2024/2025 – As Minhas Previsões Completas

Deixo este calendário com todas as minhas previsões para o concurso 2024/2025 nas fases que ainda faltam.

A minha previsão para a publicação das listas definitivas de colocações são as mesmas desde que faço este calendário, 28 de junho.

Soubemos recentemente que o Ministério da Educação vai reunir dia 26 de junho por causa da Mobilidade por Doença. Sempre considerei que só após a publicação das listas do concurso interno é que fazia sentido a MPD. Por isso aponto que a MPD, assim como as Mobilidades Estatutárias e as Dispensas Sindicais apenas sejam iniciadas após o dia 28 de junho.

Tendo em conta que as escolas poderão encerrar uma semana entre os dias 12 e 23 de agosto não coloco nenhuma data que impliquem também a intervenção dos professores nesta fase.

Por isso aponto que a data das colocações da Mobilidade Interna e da Contratação Inicial seja dia 23 de agosto.

 

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Reunião – AJDF – Medicina no Trabalho – 11 Junho, às 18:30

Reunião – AJDF – Medicina no Trabalho – Divulgação, esclarecimentos e orientações para a Monodocência – 11 junho às 18h30

Inscrições aqui

A AJDF reitera que está comprometida em continuar a garantir que o direito à saúde dos professores seja reconhecido e respeitado, e que as condições de trabalho atendam aos padrões de saúde e segurança.

Assim, informa que no âmbito da Medicina do Trabalho se realizará uma sessão online de “Divulgação, esclarecimentos e orientações para a Monodocência” no dia 11 junho, às 18h30m.

Na plena consciência de que os Tribunais são demorados, estamos a encetar ações que permitem aos professores ver a sua situação de doença (com limitações/lesões físicas e/ou psíquicas, de desgaste, de acidentes de trabalho, Burnout, …) acautelada com o acesso imediato às consultas de Medicina do Trabalho e a consequente atribuição dos serviços moderados antes que se inicie um novo ano letivo.

Divulgue e assista.

 

 

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UMA DAS REALIDADES QUE NOS ENVERGONHA – António Galopim de Carvalho

50 anos de liberdade e de democracia mantiveram as duas classes de escolas de que eu me lembre (remonto aos anos de 1930, há quase um século): a privada, rica, ao serviço de uma minoria com capacidade financeira, e a pública, pobre, para os outros, a maioria, onde cabem uma classe média, mal remunerada, e uma outra, a raiar a pobreza ou a sobreviver dentro dela.

A luta dos professores que, a todas as horas, nos entrou em casa, através dos vários canais de televisão nacionais, com mais evidência, no passado ano de 2023, numa determinação e intensidade nunca vistas, trouxe, ao de cima, a degradação a que chegou este grande sustentáculo de qualquer sociedade democrática que, entre nós, dá pelo nome de Escola Pública.
Receio que, uma vez alcançado o acordo com o ministério da tutela, sobre a recuperação do tempo de serviço, volto a dizer, receio, que, por um lado, uma parte muito considerável da enorme massa humana, que se manifestou nas ruas do Portugal inteiro, se sinta confortavelmente satisfeita e deixe, para a outra parte, a continuação da luta por uma Escola Pública a sério e que, por outro, o ministério se sinta desobrigado de atender às restantes reivindicações, as mais sérias e profundas, as que visam uma completa remodelação deste importante pilar da sociedade que se deseja melhorar.

Não vou repetir o que já aqui escrevi em 14-02-2024. Apenas direi que urge demolir o edifício obsoleto da Educação que temos tido e, em seu lugar, fazer surgir um outro, concebido e levado a cabo, numa profícua colaboração entre governo e oposições, para durar três ou mais legislaturas e que envolva gente verdadeiramente capaz de o concretizar. Desta vez, será necessário ouvir os professores e dar início a uma campanha poderosa, com base na verdade e no dever patriótico, que entre na poderosa “máquina ministerial”, melhore o que tiver de ser melhorado e varra o que tiver de ser varrido.

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Posição do MPM em relação à proposta de calendário escolar

Tornamos publica, a posição do MPM em relação à proposta de calendário escolar para os próximos 4 anos letivos.

Da mesma destacamos 5 conclusões:

-A primeira e óbvia constatação e conclusão a retirar desta Proposta, é a de que não coloca em primeiro lugar o superior interesse das crianças;

-Segunda conclusão: Em Portugal, as crianças mais novas (que frequentam as creches, educação pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico), são as que mais tempo passam na escola!;

-Terceira conclusão: espera-se e exige-se que a escola cumpra e assuma igualmente duas funções: educativa e assistencial! As crianças necessitam de uma educação de qualidade mas os pais necessitam de um espaço onde possam deixar os seus filhos enquanto trabalham. Portanto, a escola, deve corresponder de igual modo a ambas as exigências!;

-Quarta conclusão: Portugal tem das semanas de trabalho mais longas contudo, o índice de produtividade do país continua a cair. Portanto, mais horas de trabalho não significam maior produtividade;

-Quinta conclusão: são necessárias melhores e diferentes políticas de apoio à família, centradas na flexibilização e regulação dos horários de trabalho de pais com filhos pequenos, melhores condições de vida e de habitação.

A resposta não é, não pode, não deve ser, o alargamento do horário de funcionamento das escolas, a manutenção da já excessiva permanência das crianças mais novas na escola.

E não é, como ficou demonstrado, nem do ponto de vista do superior interesse da criança, nem do ponto de vista das suas aprendizagens ( e portanto pedagógico), nem do ponto de vista dos pais que querem assumir a sua função de pais, nem sequer do interesse nacional!

É apenas e unicamente a resposta mais fácil de quem, com responsabilidades, é incapaz de atender a estas exigências!

E isso nada tem de inovador!

 

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Um resumo dos avanços alcançados na negociação suplementar

Obviamente que o documento final não poderia ter falhas legais e a FENPROF apenas foi conhecê-las na reunião suplementar.

  • Os docentes que mudariam entre 1/01/24 e 31/08/24 terão o mesmo tratamento que quem mude a 1/9/24.
  • Os das listas de 2023 terão o tratamento do acelerador, pelo que quem terá vaga adicional muda com efeitos a 1/1/24.
  • A última avaliação vai poder ser mobilizada;
  • A formação não usada poderá mobilizada;
  • A formação necessária será de 12,5 horas por cada ano de permanência no escalão.
  • Os docentes que mudem em 1/1/27 que por força da RTS  mudem ao 5.º e/ou 7.º são considerados no âmbito do acordo, ou seja mudam ao 5.º e/ou 7.º sem necessidade de vaga.

Um resumo dos avanços alcançados na negociação suplementar

 

No final da reunião, o Secretário-geral da FENPROF fez um resumo dos avanços conseguidos no âmbito da negociação suplementar da recuperação do tempo de serviço congelado dos professores e educadores e que levam a FENPROF a considerar que esta reunião, apesar de tudo, foi bastante positiva.

 

 

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A censura não pode ser indultada…

 

Ainda não passaram dois meses desde as comemorações oficiais dos 50 anos do 25 de Abril de 1974…

Entretanto, parece ter-se retomado a “normalidade”, os cravos vermelhos murcharam e muitos dos discursos laudatórios e louvaminhas, enaltecendo o Dia da Liberdade, foram certamente guardados nas gavetas mais fundas de alguns armários…

Ainda não passaram dois meses desde as comemorações oficiais dos 50 anos do 25 de Abril de 1974 e ficou a conhecer-se a sentença do Ministério da Educação face à acusada Glória Sousa, Directora do Agrupamento de Escolas Júlio Dinis:

– “A diretora do Agrupamento de Escolas Júlio Dinis, em Gondomar, foi suspensa por 20 dias pelo Ministério da Educação, devido a uma tarja de apoio à luta dos professores.” (Jornal Correio da Manhã, em 7 de Junho de 2024)…

 “Estamos a dar a aula mais importante das nossas vidas”, referia a faixa, colocada por docentes à entrada da Escola Júlio Dinis, que levou a diretora a ser acusada de violação dos deveres de imparcialidade e lealdade.” (Jornal Correio da Manhã, em 7 de Junho de 2024)…

Perante o anterior, o que dizer desta pretensa Democracia, implantada há 50 anos?

Passado meio século, a “Democracia” encontra-se inquinada, decadente, decrépita, rançosa…

As consequências da acção governativa do anterior Ministério da Educação, pelo que se conhece, ainda se fazem sentir…

A sentença que agora atinge Glória Sousa é bem ilustrativa da degradação de uma “Democracia” que não teve qualquer reserva em exercer uma prepotente acção de censura, absolutamente incompreensível e inaceitável, encapotada de legalidade, engendrada contra um profissional de Educação, neste caso Directora de um Agrupamento de Escolas…

Mas o Estado de Direito Democrático, consagrado no Artigo 2º da Constituição da República Portuguesa, não parece admitir a possibilidade de alguma forma de censura ou de intimidação à Liberdade de Expressão e ao Direito de Opinião…

Ainda que a frase ostentada na Escola Júlio Dinis, e posteriormente também noutras escolas, possa ser entendida como uma crítica implícita ao anterior Ministério da Educação, será isso proibido num Estado de Direito Democrático?

Em que momento Portugal terá deixado de ser um Estado de Direito Democrático?

Se isto não é censura da mais óbvia e ostensiva, então o que será censura?

O acto de criar e adoptar uma divisa, por sinal, muito apropriada a qualquer Escola Pública, de que é exemplo a frase “Estamos a dar a aula mais importante das nossas vidas”, não pode ser censurado apenas porque um qualquer Ministério da Educação o interpretou como atentatório à sua “doutrina”, ao seu paradigma ou à sua propaganda…

Numa verdadeira Democracia não é admissível que um Director possa ser acusado de violação dos deveres de imparcialidade e lealdade, por discordar das políticas ministeriais de um qualquer Governo…

Cabe a cada um de nós não permitir que a censura possa ser indultada, desculpada, perdoada, amnistiada, relevada, nem absolvida…

Este gravíssimo atropelo à Liberdade de Expressão e ao Direito de Opinião não pode deixar de ser denunciado por todos, de todas as formas que cada um tiver ao seu alcance e dispor…

Porque esta sentença não atinge apenas Glória Sousa…

Esta sentença atinge-nos a todos, enquanto cidadãos e enquanto profissionais de Educação…

A censura não pode ser indultada, desculpada, perdoada, amnistiada, relevada, nem absolvida…

Se a indultarmos, desculparmos, perdoarmos, amnistiarmos, relevarmos ou absolvermos, voltaremos, com certeza, ao dia 24 de Abril de 1974…

E muito mais depressa do que seria suposto…

 

Paula Dias

 

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Provas de aferição. Falta de condições dos professores podem comprometer resultados

Movimento “Missão Escola Pública” alerta que esta é a primeira vez que exames e provas de final de ciclo acontecem enquanto as aulas estão ainda a decorrer.

Provas de aferição. Falta de condições dos professores podem comprometer resultados

Os resultados das provas de aferição podem ficar comprometidos devido à falta de condições dos professores. O Movimento “Missão Escola Pública” denuncia à Renascença um excesso de trabalho para os docentes que terão aulas, reuniões de final de ano letivo e a vigilância aos exames ao mesmo tempo.

Cristina Mota alerta que esta é a primeira vez que exames e provas de final de ciclo acontecem enquanto as aulas estão ainda a decorrer.

“Acontece que muitos professores têm, em simultâneo, as aulas, as reuniões de avaliação, as provas de aferição e a vigilância aos exames”, afirma, indicando que um professor de uma disciplina com prova de aferição chega a ter mais de 200 provas para corrigir.

“Não nos choca nada que, tendo em conta não termos as melhores condições para efetuar o trabalho, este fique comprometido”, aponta.

Esta terça-feira, o movimento irá organizar um debate sobre o estado da Escola Pública, com o objetivo de denunciar que o Governo está a falhar a meta dos 60 dias, período durante o qual disse que iria anunciar medidas para colmatar a falta de professores.

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Pais e alunos não valorizam as provas de aferição

Pais e alunos não valorizam as provas de aferição

 

Mais de 10% dos alunos faltaram às provas de aferição de Português e Inglês do 8.º ano e de Matemática e Ciências Naturais, do 5.º ano.

Dos 95 408 alunos inscritos, 11 897 faltaram à prova de Português do 8.º ano, no dia 3 de junho, tendo a taxa de presenças sido de 87,5%, segundo dados oficiais do Júri Nacional de Exames (JNE). O cenário voltou a repetir-se no dia seguinte, na prova de Matemática e Ciências Naturais (5.º ano). Dos 89 029 alunos inscritos, 11 107 não compareceram. Em ambas as provas, do 8.º e 5.º ano, faltaram 12,5% dos estudantes. Na prova de Inglês, de 8.º ano, no dia 6, 12 748 alunos não a realizaram, o que corresponde a 12,8% do total de inscritos.

 

Arlindo Ferreira, diretor do agrupamento de Escolas Cego do Maio e autor do blogue ArLindo (um dos mais lidos no setor da Educação), antevê uma abstenção maior na próxima semana, com o 2.º ano (provas de Português, Matemática e Estudo do Meio), pois “os pais têm mais peso na decisão de levar ou não os filhos à escola”. “Deveriam ter um peso na avaliação do estudante para que os alunos, os professores e os pais possam dar-lhes mais importância. Neste momento, os professores sentem que estão a trabalhar para nada e a sobrecarregar-se para nada”, sublinha.

 

Resultados devem ser conhecidos mais cedo

 

O resultado das provas de aferição de 2023 foram conhecidos apenas em janeiro de 2024. Um atraso que não permitiu às escolas fazer ajustes no programa e na recuperação das aprendizagens. Professores e diretores escolares pedem para que o erro não se repita, de forma a poder auxiliar os alunos nas dificuldades manifestadas. Recorde-se que os resultados das provas de 2023 foram considerados desastrosos. “Os resultados do ano passado foram desastrosos e chegaram tarde, não tendo sido possível auxiliar os alunos. Devem ser conhecidos em setembro, para que os professores possam fazer os ajustes ao nível das turmas. Se fosse em julho, ainda melhor”, pede Filinto Lima.

 

Arlindo Ferreira também quer os resultados antes do arranque do ano letivo para poder prepará-lo da melhor forma possível para ajudar a recuperar aprendizagens.

Paulo Guinote faz o mesmo pedido e acrescenta que, este ano, deveria haver uma nota quantitativa e não qualitativa”. “Era importante para os alunos e para as famílias para terem a perceção do desempenho”, defende.

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272 Docentes Aposentados em Julho 2024

No aviso n.º 11944/2024/2 da lista de aposentados de Julho de 2024 encontram-se 272 docentes da rede pública do MECI.

Chegamos a perto de 2000 aposentados ainda antes do fim do ano letivo.

Sei que muitos docentes nesta fase colocam o seu pedido de aposentação para poderem levar as suas turmas até ao fim do ano letivo, por isso o número deve aumentar a partir de agosto.

Mas também cada vez mais existem docentes a aposentarem-se pela Segurança Social que não constam nestes números.

 

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Um conto de ADD – Luís Sottomaior Braga

Vamos imaginar um concurso para jardineiro numa Câmara. O Município é Aldeia dos Doudos (ADD)
3 vagas.
Aparecem 25 candidatos.
O Júri nomeado inclui o Diretor de Departamento de Jardins, Eufrósino Pires, o Diretor de Serviços de Parques e Canteiros, Manuel Feio do Rosário e a Diretora de Serviços de Horto e Floreiras, Hidranja Rosa Lima.
Entre os 25 candidatos está o Jardineiro, altamente competente, por sinal, Manuel Bosque de Carvalhos. Que sabe que tem currículo para ficar numa das vagas. É o melhor Jardineiro. Até inventou uma nova forma de jardinar que se chama Jardinagem Quântica.
O Bosque de Carvalhos é conhecido por ser um chato. E neste caso teve azar e teve de se chatear até ao tribunal, adianta-se já.
A Hidranja Lima, que mora, como ele, num concelho ao lado, teve em tempos um conflito de vizinhança com ele e chamou-lhe pessoa sem ética e “abusador dos direitos das plantas” (para, julgava ela, o degradar na sua dignidade profissional porque, limitada não entendia o Bosques), “guerrilheiro sem princípios “e exemplo indigno da nossa terra e redondezas”.
Toda a gente ficou solidária com ela porque era porreira e o outro era chato (embora realmente a Hidranja não tivesse razão).
Tinha realmente roubado um bocado de terreno de um caminho e o Bosque de Carvalhos queixou-se dela e, além de pagar uma multa, a Hidranja teve de devolver o terreno, onde já tinha posto uns anões de louça e uns pneus com flores de que gostava muito.
Ficava linda a sua entrada de casa e disfarçava a falta de beleza do quiosque que vendia gomas no lote ao lado.
Para pressionar o Bosque de Carvalhos a calar-se fez queixa dele na GNR por uma coisa qualquer.
Quando a Hidranja viu o nome dele no concurso pensou dentro de si que estava ali uma bela oportunidade de se vingar. E fez de tudo para continuar nesse júri.
Como os outros membros do júri não sabiam do caso, ninguém reparou, até que o Bosque de Carvalhos veio com um requerimento a deduzir suspeição.
Informava o júri e o Presidente da Câmara de que a HRL era sua inimiga e era certo que, se ela estivesse no júri, embora o mais qualificado, nunca seria jardineiro no Serviço de Parques, Jardins e Floreiras de Aldeia dos Doudos.
A HRL disse que não na resposta. Podia participar no procedimento e analisar documentos de outros candidatos e bastava sair da sala quando se tratasse dos assuntos do Bosques.
O Feio do Rosário escreveu a resposta, em redondilhas e com muitas palavras bonitas. E o Júri votou por unanimidade.
O Eufrósino ainda disse que, não sendo jurista, talvez se pudesse abster porque lhe parecia até que o Bosques, sendo indubitavelmente um chato sem remédio, até podia ter razão.
Os outros dois lá o convenceram a apoiar a sua decisão e ele, mesmo não sabendo bem porquê, porque nem tinha lido os papeis do Bosques (que eram, como se previa uma chatice)lá alinhou. Tinha um primo para meter numa das vagas e os outros faziam vista grossa. O primo não era jardineiro mas fazia umas flores e tinha jeito para a pirotecnia e cachoeiras luminosas até parecem cravos.
Mas o Bosque de Carvalhos não se convenceu e continuou a contestar. Era um chato da pior espécie. E até falou do primo do Eufrósino. O que o Eufrósino achou forte ofensa (agora vale tudo? atacar a família?)
Era mesmo um “guerrilheiro sem princípios” este Bosque…
Mas o Bosque de Carvalhos insistia que não aceitava a Hidranja a avaliá-lo no júri (mesmo que saísse da sala, etc e tal): como o concurso ía terminar com uma lista ordenada de todos os candidatos, em que uns entravam nas vagas e outros não, mexer no caso de uns, era mexer no caso de todos. Se uns subiam, os outros desciam.
E isso incluia tudo: formulários, datas de provas, calendário de atos porque tudo concorria para a decisão final “Quem ficava com as 3 vagas?”
Até havia o caso de uma prova prática em que era preciso preencher uma ficha que tinha lá uns passos talhados para o prejudicar na Jardinagem Quântica e, mais ainda, o calendário estava feito contra ele (era de uma religião em que não se trabalhava à quinta-feira e a prova, adivinharam, estava marcada à 5ª feira).
Que vos parece: pode a Hidranja, considerando as garantias de imparcialidade da lei, participar na seleção de trabalhadores deste concurso, em que o Bosque de Carvalhos é candidato?
Pode participar só em alguns atos, sobre os seus oponentes e afastar-se quando se tratar do Bosques de Carvalho e sair da sala e este não tem nada que reclamar e deve ir chatear outros porque não tem nada com isso?
(quem já participou em júris sabe a resposta indubitável, quem não participou pensa um bocadinho, imagina-se em ADD e fica cristalino no seu espírito do que fala este conto)
Tenham um bom fim de semana e feriado 😉
E não se esqueçam de votar.
(Quem tiver a melhor resposta às perguntas pode ganhar uma viagem de burro ou trotinete a Aldeia dos Doudos, se a terra existisse….)

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Terminaram as Reservas, Menos para os Grupos 100 e 110

De acordo com a nota informativa de hoje da DGAE para a reserva de recrutamento 37 só serão aceites horários para os grupos 100 e 110.

O grupo 120, que funciona também até 30 de junho no 1.º ciclo não está contemplado nesta exceção, nem o grupo 910 que funciona em muitos casos também para a Educação Pré-Escolar e para o 1.º Ciclo.

Já era tempo do grupo 120 estar incluído nesta exceção.

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Dia de Dispensa para Membros das Mesas Eleitorais

Fica cumprido com o dia 10 de junho, feriado Nacional.

 

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Reserva de recrutamento 2023/2024 n.º 36

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 36.ª Reserva de Recrutamento 2023/2024.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de terça-feira dia 11 até às 23:59 horas de terça-feira dia 12 de junho de 2024 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa – Reserva de recrutamento n.º 36

Listas – Reserva de recrutamento n.º 36

 

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O Meu Parecer ao Calendário Escolar

Vai no sentido de congratular que o calendário escolar seja feito para 4 anos, duplicando o que já tinha sido feito por João Costa.

Congratular que desapareça o despacho do Ministro de finais de abril dando indicações prévias do encerramento das escolas por 5 dias úteis na segunda ou terceira semana de agosto.

Discordar por completo que a Educação Pré-Escolar e o 1.º Ciclo tenham atividades letivas até finais de junho, sendo que em 2024/2025 deviam terminar a 20 de junho, em 25/26 a 19 de junho, em 26/27 a 18 de junho e em 27/28 a 16 de junho.

 

 

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Para resolver cria-se o décimo primeiro escalão

Para Fernando Alexandre, se o método agora adotado já tivesse sido aplicado “há oito anos” muitos mais professores teriam sido beneficiados.

Ministro reconhece: recuperação do tempo de serviço exclui “milhares de docentes”

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Tomou Posse

O Diretor que vai para a escola de bicicleta, tomou posse hoje.

 

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Calendário escolar relativo aos anos letivos de 2024/2025 a 2027/2028. em Consulta Pública

1. Nos termos e para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 98.º do Código do Procedimento Administrativo, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro, na sua redação atual, torna-se público que, por decisão do Ministro da Educação, Ciência e Inovação, é dado início ao procedimento conducente à emissão do despacho que estabelece o calendário escolar relativo aos anos letivos de 2024/2025 a 2027/2028 destinado aos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, bem como aos estabelecimentos particulares de ensino especial.

2. A emissão do referido despacho insere-se no âmbito da regulamentação prevista no n.º 3 do artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho, na sua redação atual, bem como do disposto na alínea c) do artigo 5.º da Lei n.º 5/97, de 10 de fevereiro.

3. O presente procedimento tem por objetivo proceder à aprovação do calendário escolar relativo aos anos letivos de 2024/2025 a 2027/2028 destinado aos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, bem como aos estabelecimentos particulares de ensino especial.

ANEXOS DA CONSULTA

 

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Concluídas negociações sobre reposição do tempo de serviço dos docentes

Concluídas negociações sobre reposição do tempo de serviço dos docentes

  • Negociações decorreram num curto espaço de tempo, para que os docentes beneficiem da reposição com a maior brevidade e para devolver tranquilidade às Escolas.
  • 90% dos atuais docentes no quadro vão chegar aos últimos escalões da carreira, em julho de 2027, com vencimentos significativamente mais elevados.
  • Governo vai convocar hoje sindicatos para auscultação prévia, a realizar no dia 26 de junho, sobre revisão do regime de mobilidade por doença e sobre o enquadramento do pessoal não docente.
O Governo finalizou hoje as negociações sobre a recuperação do tempo de serviço congelado aos professores para efeitos de progressão, após a ronda suplementar com 5 estruturas sindicais, realizada a pedido destas.
O Executivo procurou concluir estas negociações num curto espaço de tempo, para que os docentes beneficiem da reposição com a maior brevidade e para que fosse possível devolver a tranquilidade às Escolas, fundamental para o sucesso dos Alunos.
Começará agora a transposição do acordo assinado com as 7 estruturas sindicais no dia 21 de maio para Decreto-Lei, tendo em vista a sua apreciação em Conselho de Ministros.
A recuperação do tempo de serviço vai ocorrer à razão de 25% ao ano, produzindo efeitos a 01 de setembro de 2024 e a 01 de julho de 2025, 2026 e 2027. Ao fim de 2 anos e 10 meses estará concluída a reposição total.
Será ainda assegurado o acesso ao 5.º e 7.º escalões a todos os Professores que, por via da recuperação do tempo de serviço, reúnam as condições de progressão.
O acordo assinado no dia 21 de maio com 7 estruturas sindicais irá permitir que, em julho de 2027, 90% dos atuais docentes progridam aos últimos escalões da carreira, com vencimentos significativamente mais elevados. Esta percentagem situa-se atualmente nos 41%.
A recuperação do tempo de serviço dos professores representa um esforço orçamental muito significativo, refletindo a importância que o Ministério da Educação, Ciência e Inovação atribui à carreira docente.
O Ministério da Educação, Ciência e Inovação irá convocar hoje os representantes dos Professores para uma reunião de auscultação, a realizar no dia 26 de junho, prévia à negociação sobre a revisão do regime de mobilidade por doença e sobre o enquadramento do pessoal não docente, em articulação com as autarquias.

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Reunião sindicatos/MECI sobre MPD marcada

O Ministro Fernando Alexandre vai convocar os sindicatos para uma reunião sobre a MPD a realizar no dia 26 de junho.

 

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“Procura-se pessoa séria para tocar às campainhas e fugir”…

No passado dia 5 de Junho, o Parlamento votou a proposta da AD para uma nova tabela de Escalões do IRS…

 

Essa proposta acabou por ser rejeitada, com o contributo determinante do PS e do Chega que, afinal, terão muito mais em comum do que aquilo que inicialmente se poderia supor ou prever:

 

– “Os votos contra do PS, PCP, BE e Livre e a abstenção do Chega ditaram esta quarta-feira o chumbo da nova tabela de taxas dos escalões do IRS propostas pelo PSD e CDS-PP.” (SIC Notícias, em 5 de Junho de 2024)…

 

– “Depois de chumbadas as novas taxas de IRS propostas pelo PSD e pelo CDS, os deputados da Comissão de Orçamento e Finanças aprovaram a proposta do PS sobre redução das taxas do IRS até ao 6.º escalão, mas mantendo as taxas dos escalões seguintes.” (SIC Notícias, em 5 de Junho de 2024)…

 

– “A nova tabela de taxas foi aprovada com os votos contra do PSD e do CDS-PP, a abstenção do Chega e o voto favorável dos restantes partidos.” (SIC Notícias, em 5 de Junho de 2024)…

 

Nesta votação em concreto, e sem eufemismos linguísticos, a aliança entre o PS e o Chega talvez se possa resumir a esta pretensão, ao que tudo indica, comum a esses dois Partidos Políticos:

 

– Que se lixe a Classe Média!

 

E se o anterior não levanta qualquer admiração ou estupefacção, em particular no que respeita à acção do PS, habitualmente muito prolixa em lixar a Classe Média, já o mesmo não se poderá afirmar do Chega que, até há pouco tempo atrás, defendia que os Socialistas eram o principal “alvo a abater”

 

O mesmo Chega que, nos últimos meses, elegeu como “inimigo visceral” o PS aparece agora completamente disponível para estabelecer alianças com esse Partido Político, desdizendo-se e contradizendo-se de forma clamorosa…

 

O Chega saltou definitivamente para o colo do PS, o que não deixa de ser caricato, face às afirmações de André Ventura na mais recente campanha pré-eleitoral, visando o PSD…

 

Parece que a “máscara caiu” ao Chega, deixando à vista de todos que esse Partido Político não reúne quaisquer condições para ser levado a sério…

No fundo, o Chega é uma “Maria vai com as outras” e age de forma interesseira, sem convicções credíveis, conforme as circunstâncias

 

A aliança entre o PS e o Chega, bem visível pela cumplicidade existente nesta votação, também evidencia que o PS não tem qualquer reserva em fazer de conta que o Chega não representa o radicalismo de Direita, supostamente, alegadamente, teoricamente rejeitado pela “Esquerda Democrática”, encabeçada pelos Socialistas…

 

Confuso, não é?

 

Pois é… Tão confuso e tão incoerente que, de forma sarcástica, talvez se possa afirmar que o PS e o Chega olham um para o outro e, reciprocamente, atiram com este anúncio:

 

 “Procura-se pessoa séria para tocar às campainhas e fugir”…

 

Dependendo das circunstâncias, PS e Chega parecem estar disponíveis para uma relação assente na “brincadeira de se unirem para tocar às campainhas”, restando saber qual deles conseguirá correr e fugir mais depressa…

 

Claro está que, pelo caminho, serão enganados e defraudados muitos residentes, crentes num toque de campainha que, afinal, não passa de um logro, intencionalmente arquitectado, com consequências imprevisíveis…

 

“Procura-se pessoa séria para tocar às campainhas e fugir” é uma expressão roubada da internet, de autor desconhecido, que me pareceu muito ilustrativa do que se passa actualmente na Assembleia da República…

 

Paula Dias

 

 

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Diretora de escola em Gondomar suspensa 20 dias por tarja polémica

O Ministério da Educação aplicou uma suspensão por 20 dias à diretora do Agrupamento de Escolas Júlio Dinis, em Gondomar, pela exibição de uma tarja polémica, sanção, todavia, suspensa por um ano,

Diretora de escola em Gondomar suspensa 20 dias por tarja polémica

 

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Fenprof vai pedir reapreciação do acordo na Assembleia da República

Será uma tremenda borrada levar o diploma para uma apreciação suplementar, pois já vimos como o parlamento está organizado. E por este andar o governo cai antes do diploma estar aprovado.

Sobre os aspetos que a Fenprof agora identifica, era lógico que na versão final do diploma eles estivessem salvaguardados, não era preciso uma reunião suplementar para isso, a não ser para cumprir orientações do PCP.

 

Fenprof vai pedir reapreciação do acordo na Assembleia da República

 

Cinco dos 12 sindicatos dos professores, aqueles que não assinaram o acordo proposto pelo Governo, voltaram a reunir-se extraordinariamente esta quinta-feira.

 

A 21 de maio, o Ministério da Educação chegou finalmente a acordo com os sindicatos dos professores no que toca à reposição do tempo de serviço. Mas das 12 organizações sindicais, cinco não assinaram o documento. Após pedirem uma reunião suplementar, o Governo sentou-se novamente na mesa das negociações, mas sem a presença do ministro da Educação. A primeira reunião, com a Fenprof (o sindicato mais representativo) terminou com Mário Nogueira a garantir que o sindicato irá à Assembleia da República pedir reapreciação parlamentar do diploma, que vai continuar sem dar resposta aos professores no topo da carreira: “Estamos perante um ato de ingratidão”. Decorre agora a segunda (e última) reunião do dia.

“Iremos lutar. Vamos esperar que o decreto-lei saia (…) e o que considerarmos que não é contemplado quando o decreto-lei sair” levará a Fenprof “à Assembleia da República” para pedir uma reapreciação do diploma e “alterar” o que tiver de ser alterado, assegurou Mário Nogueira. E acrescentou que “nada disto suspende a aplicação do diploma”, mas antes defende aqueles que não conseguem beneficiar do acordo assinado entre o Governo e sete sindicatos.

Para a Fenprof “há questões de fundo” que continuam sem ser respondidas, nomeadamente a criação de “medidas para professores que não recuperam nada ou apenas recuperam parte”, mesmo tendo ficado com tempo de serviço congelado. “Estamos perante um ato de ingratidão”, rematou, referindo-se aos docentes que estão no 8.º, 9.º e 10.º escalão. Porém, em entrevista ao Observador o responsável pela Educação, Fernando Alexandre, garantiu: “Os que estão no 8.º e 9.º todos eles podem beneficiar.”

E há ainda outro aspeto negativo que levará a organização sindical à Casa da Democracia: “Para os mais jovens, que queremos atrair e manter no sistema, não há rigorosamente nada”, sendo que vão “fazer o percurso na carreira com todos os obstáculos”, alertou, referindo-se à continuação da existência de número de vagas de acesso para os 5.º e 7.º escalões.

 

A manhã no Ministério da Educação começou cedo esta quinta-feira, com a Fenprof a entrar para a sala de negociações por volta das 8h45. Pronto para negociar com o sindicato liderado por Mário Nogueira estava o secretário de Estado Adjunto e da Educação, Alexandre Homem Cristo, o secretário de Estado da Administração e Inovação Educativa, Pedro Dantas da Cunha, e a secretária de Estado da Administração Pública, Marisa Garrido. O ministro Fernando Alexandre não marcou presença, o que provocou grande indignação junto desta organização sindical. “A lei não obriga o ministro a estar na negociação normal, mas diz que, obrigatoriamente, é quem deve estar na negociação suplementar”, criticou Mário Nogueira.

 

“Reunião teve utilidade”, reconhece Fenprof

 

Apesar disto, “a reunião teve utilidade e permitiu esclarecer aspetos”, reconheceu. Um destes diz respeito aos docentes que em 2023 progrediram até escalões com vagas de acesso, nomeadamente o 5.º ou 7.º escalão. O “Ministério garante” que, mesmo com a revogação do decreto-lei n.º74, que previa a criação de vagas supranumerárias de acesso, estes professores “terão direito a vagas [para aceder a estes dois escalões] em 2024”.

Mais: o diploma irá ser corrigido de forma a assegurar que os professores que, a 31 de agosto [antes da data estipulada pelo Governo] atingem escalões com vagas de acesso, não serão ultrapassados por aqueles que os atingem a 1 de setembro. “Os professores, que em 2024, até 31 de de agosto, chegam a um escalão com vagas [de acesso] só podem mudar no ano que vem”, contrariamente a quem chega a 1 de setembro.

“Não vai haver ultrapassagens”, garantiu o Governo, segundo Mário Nogueira. Mas caso o Ministério não cumpra a sua palavra, “se se mantiverem [as ultrapassagens] ou aumentarem com este decreto-lei, iremos junto quer da Assembleia da República, quer da Provedoria da Justiça e vamos pedir uma fiscalização da constitucionalidade.”

O dirigente da Fenprof destaca ainda que o Ministério da Educação vai garantir a quem progrediu na carreira graças à reposição do tempo de serviço, que não vai perder as avaliações feitas até então, podendo “recuperar a avaliação anteriormente feita e usar as horas de formação ainda não usadas” para continuarem a sua progressão na carreira.

 

Assinatura de acordo por parte dos outros sindicatos “foi nefasto”

 

“Para os professores foi nefasto, negativo, a assinatura [do acordo] sem recorrer a todas as instâncias que a lei prevê. E uma delas era a negociação suplementar”, elaborou Mário Nogueira.

E apontou depois o dedo à FNE (Federação Nacional da Educação), liderada por Pedro Barreiros, que foi a primeira organização a assinar o acordo apresentado pelo Ministério da Educação há cerca de duas semanas. “Se é possível, numa reunião suplementar, ir mais longe, imaginem se a FNE não se tivesse atravessado como atravessou”.

Mário Nogueira deixou depois um recado a Fernando Alexandre, que criticou a agenda da Fenprof: “A agenda da Fenprof são os professores a estabilidade pública, a educação.”

O acordo proposto pelo Governo assegurava a recuperação dos 6 anos, 6 meses e 23 dias congelados aos professores até 2027 em tranches de 25% a iniciar a 1 de setembro deste ano. Contudo, a Fenprof não assinou este documento porque não concorda com a reposição do tempo de serviço até 2027 (mas sim até 2026, em três tranches de cerca de 33%), nem com a existência de vagas para aceder ao 5.º e 7.º escalão. E critica o facto de os professores que estão no topo da carreira e perto da reforma ficarem fora da reposição do tempo de serviço congelado.

Reúnem-se agora com os governantes outros quatro sindicatos: a ASPL (Associação Sindical de Professores Licenciados), SEPLEU (Sindicato dos Educadores e Professores Licenciados), Pró-Ordem e S.TO.P (Sindicato de Todos os Profissionais da Educação).

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Diplomas aprovados pelo Conselho de Ministros

 

3. Aprovou a Resolução do Conselho de Ministros que autoriza a realização da despesa relativa aos contratos de cooperação a celebrar no âmbito da educação especial para o ano letivo de 2024/2025.
4. Aprovou a Resolução do Conselho de Ministros que autoriza a realização da despesa relativa à aquisição de licenças digitais de manuais para o ano letivo de 2023/2024.

 

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Quem não berra não mama – Rui Gualdino Cardoso

Os professores conseguiram justiça. Outros vêm no mesmo caminho: forças de segurança, oficiais de justiça, enfermeiros, médicos, forças armadas…

Quem não berra não mama

Durante 8 anos os professores “berraram” e os “berros” não chegaram aos céus.

De tanto berrarem, não se cansaram e viram as suas preces atendidas. Outros berram, agora, pela mesma razão inspirados pela luta dos professores e com razões idênticas.

Oito anos de uma política injustiça laboral, a juntar a quatro anos de Troika, causada pelo mesmo tipo de politicas têm, um términos iniciado este ano.

Os professores conseguiram justiça. Depois de uma campanha eleitoral em que todos se lembraram de piscar o olho aos professores, o actual Ministro da Educação conseguiu surpreender os sindicatos. Ninguém estava à espera de uma proposta de acordo que acudisse a quase todas as reivindicações de recuperação de tempo de serviço congelado como a que foi negociada e assinada por sete sindicatos.

Os sindicatos que não assinaram o acordo, ou nunca assinaram nenhum, ou os que assinaram, foram em “modo” de plataforma em que todos os sindicatos de professores se uniram por uma causa. E vêem, agora, pedir e reivindicar o que nunca esteve em cima da mesa durante todos estes anos. Não é que seja de inteira justiça, mas quando não se quer concordar, até com a cor das folhas de outono discordam.

A verdade é que os professores estão satisfeitos com o acordo negociado pelos sindicatos da FNE e assinado por mais alguns sindicatos.

A recuperação do tempo de serviço congelado vai permitir, que a maioria dos professores, tenha a possibilidade de conseguir chegar ao topo de carreira. Até agora, toda uma geração estava impedida de conseguir chegar ao topo e consequentemente de se aposentar com uma reforma digna. O socialismo aplicado aos professores durante todo este ano não era originário do centro partidário.

Outros vêem no mesmo caminho. Forças de segurança, oficiais de justiça, enfermeiros, médicos (são poucos como me disse um uma vez) e as Forças Armadas estão a preparar caminho.

A Função Pública é a bússola do sector particular, se uns não vêem as suas condições de vida melhorada os outros lhe seguirão os passos.

Um país de baixos salários, nunca evolui na sua plena potencialidade, tanto a nível económico como a nível social fazendo com que a Democracia nunca seja alcançada na sua plenitude.

 

Rui Gualdino Cardoso, Professor, Colaborador do Blog DeAR Lindo

 

 

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Simulador RTS (06-06-2024)

Esta versão do Simulador da RTS apresentada hoje corrige um erro no tempo de serviço remanescente da mudança de escalão quando no simulador um docente disse estar no 5.º escalão e ter obtido uma avaliação superior a BOM.

Este simulador está a ser construído também com os vossos reparos e sugestões de melhoria, mas temos consciência que será difícil não falhar numa ou noutra situação.

Tendo em conta que eu e o João Carlos Fonseca também estamos absorvidos com o final de ano letivo será difícil agora voltar a melhorar o simulador para corrigir alguma falha.

No essencial toda a informação está cá e quando surgir a regulamentação desta recuperação do tempo de serviço tentaremos acertar uma ou outra falha ou novidade do que vier a ser legislado.

 

SIMULADOR RTS (06-06-2024)

 

 

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Há uma solução moderna para o tempo de serviço dos professores, Paulo Prudêncio

Há uma solução moderna para o tempo de serviço dos professores

 

O “acelerador” de carreira do último Governo do Partido Socialista não foi aplicado em inúmeros serviços administrativos escolares. Não foram capazes de o decifrar e aplicar.

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Está a Terminar o Prazo Para o Plano de Emergência para a Educação

No dia 22 de Maio de 2024, o Ministro da Educação, Fernando Alexandre, disse que o Plano de Emergência para a Educação seria apresentado em 15 dias.

Esses 15 dias terminam hoje.

Acredito que entre o dia de amanhã e sexta-feira seja apresentado esse plano onde já deve constar:

  • Calendário Escolar para 2024/2025 (e se for seguida a boa prática do Ministro anterior será apresentado ao mesmo tempo o calendário escolar para 2025/2026);
  • Despacho de organização do ano letivo que irá substituir o anterior;
  •  Anúncio do fim das provas de aferição do 2.º, 5.º e 8.º ano, sendo substituídas por provas finas de 4.º e 6.º ano.
  • Um novo plano de recuperação de aprendizagens: “Aprender Mais: Recuperar a aprendizagem e não deixar alunos para trás”.
  • Eventualmente o abandono do Projeto Maia;

 

 

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Minuto de Lucidez

IRS: Galamba acusa Esquerda de “mesquinhez ideológica” após chumbo de proposta da AD

 

O antigo ministro considera ser de uma “mesquinhez ideológica” a Esquerda chumbar uma redução de 20 a 30 euros mensais nos escalões mais elevados, para depois dizer que aprova uma “política mais progressista” que reduz apenas “um ou dois euros” nos escalões mais baixos.

 

Sem nunca falar diretamente no PS, João Galamba acusou esta quarta-feira a “Esquerda” de “mesquinhez ideológica” no chumbo das novas taxas de IRS propostas pelo PSD e CDS.

Numa publicação na rede social X, o antigo ministro das Infraestruturas considerou um “absurdo” fingir “que se tem alternativa progressiva, acenando com migalhas que ninguém valoriza”.

Em causa o que está a ser apelidado como “conluio” entre PS e Chega para não deixar passar a proposta da AD – que previa descidas nos escalões para quem ganha até 6.500 euros brutos por mês -, para aprovar, de seguida, a proposta do PS.

A Esquerda está a chumbar 20 ou 30 euros mensais de redução de IRS nos escalões mais elevados em troca de um ou dois euros nos menos elevados. (…) Se não queremos descidas do IRS que beneficiem mais os escalões mais elevados, então chumbe-se a proposta e proponha-se usar o mesmo dinheiro para outra política mais progressiva. Dizer que se defende uma descida mais ‘progressiva’ para beneficiar mais gente em um ou dois euros é que já me parece absurdo”, escreveu Galamba.

A diferença entre as propostas da AD e do PS

Os sociais-democratas queriam descidas nos escalões para quem ganha até 6.500 euros brutos por mês, isto é, até ao oitavo escalão. Mas os socialistas traçam a linha vermelha a partir do sexto patamar. Rejeitam um alívio fiscal a rendimentos tão elevados e queriam baixar as taxas apenas até ao sexto escalão.

A taxa marginal atualmente em vigor sobre os 6.º, 7.º e 8.º escalões do IRS é de, respetivamente, 37%, 43,5% e 45%. A proposta de alteração do PSD apontava para taxas de, pela mesma ordem, 35%, 43% e 44,75%.

Depois do chumbo da proposta da AD, PS e Chega voltaram a ‘juntar-se’ para aprovar então a proposta do PS, que propõe um alívio para quem ganha até 3.100 euros, com um recuo mais acentuado na taxa no segundo escalão.

Os socialistas apresentam uma taxa mais baixa no segundo escalão face à AD – 16,50% vs. 17,50% respetivamente – e mais alta no sexto escalão – 35,50% vs. 35%.

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Simulador RTS (05-06-2024)

A versão de hoje foi atualizada com correção da distribuição do tempo de serviço para quem não tem o tempo completo numa ou nas duas tranches de tempo de serviço a recuperar e com uma melhor identificação das datas de mudança de escalão e respetivo escalão que ficam agora assinalados a bold.

 

SIMULADOR RTS v05/06/2024

 

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