Fevereiro 2017 archive

Grupos de Recrutamento Onde Mais Professores Qualificados Existem Para uma Reforma Curricular

Pensar numa reforma curricular e em mudanças estruturais no currículo deve ser também acompanhada de dados que permitam verificar se existem docentes qualificados em número suficiente para dar resposta a qualquer alteração que mude a carga horária das disciplinas.

Após a publicação da Reserva de Recrutamento 21 existem 10.465 candidaturas por colocar que são de 7.510 docentes. Bem sei que muitos docentes já colocados em oferta de escola e que terminaram o contrato não podem regressar à Reserva de Recrutamento e poderiam crescer estes números. Para o ano isso vai acontecer com a possibilidade do regresso à Reserva dos docentes também colocados em contratação de escola.

Mas analisemos os dados que existem actualmente, colocando de parte o grupo 100 – Educação Pré-escolar porque não é uma reforma cuticular neste nível de ensino que mudará o excesso de Educadores por colocar neste grupo.

Existem 4 grupos de recrutamento que tem ainda por colocar em contratação mais de 30% dos candidatos iniciais.

  • 260 e 620 – Educação Física
  • 410 – Filosofia
  • 510 – Física e Química

Qualquer alteração que implique um acréscimo de horas nestas disciplinas não será preocupante em termos de docentes qualificados.E aqui só temos uma disciplina ligada às Ciências Sociais.

As disciplinas de História e Geografia, no caso de terem acréscimo de horas começa a não ter docentes qualificados em número suficiente para qualquer acréscimo e a formação inicial nestas disciplinas terá de ser relançada.

 

 

 

 

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Ciências Sociais Vão Ganhar Horas

Governo vai reformular currículos das escolas. Ciências Sociais vão ganhar horas

 

 

Cidadania e área de projecto vão regressar aos currículos escolares.

 

 

O Governo vai reintroduzir as áreas de cidadania e de projecto nos currículos escolares. Há disciplinas que vão perder carga horária porque a ideia não é aumentar o número de horas que os alunos passam na escola. O secretário de Estado da Educação diz ainda ao Expresso que haverá ainda um reforço das ciências sociais.

“Tenho de emagrecer o currículo actual e fazer um reequilíbrio entre áreas”, disse o secretário de Estado da Educação ao semanário Expresso.

Ao mesmo jornal, o governante diz que há disciplinas como a Geografia e a História que têm poucas horas, tal como a Educação Física. Questionado sobre se as áreas sacrificadas são a Matemática e o Português, João Costa respondeu que “algumas terão de perder”.

Em declarações à Renascença, a presidente da associação de professores de Matemática, Lurdes Figueiral, está ao lado da vontade do Governo. “O que é mais importante é nos proporcionarmos aos alunos um currículo equilibrado nos primeiros anos de aprendizagem. O privilegiar do português e da matemática que tem havido nos últimos anos prejudicou o equilíbrio, e no caso da matemática foi claríssimo prejudicou a relação dos alunos com a disciplina. Não se trata de uma contagem de horas como quem conta espingardas.”

O Governo quer ainda reforçar as horas curriculares de projectos interdisciplinares que impliquem um trabalho entre professores e conteúdos de disciplinas diferentes. Trata-se de dar novo fôlego à área Projecto que segundo o secretário de Estado trouxe muitos bons trabalhos mas não foi plenamente assumida como curricular, e como não contava para a nota final foi desvalorizada.

O que se pretende é que estas actividades sejam agora valorizadas e sejam tão importantes como as aulas tradicionais, sendo sujeitas a uma avaliação tão válida quanto a de um teste escrito.

“Os testes são instrumentos de avaliação muito importantes, mas não podem ser os únicos”, argumenta o secretário de Estado.

Outra área a que o Executivo quer dar força é a da Formação Cívica que foi introduzida em 2001 mas desapareceu em 2012 com o ex-ministro da Educação, Nuno Crato. A forma como esta temática será abordada nas escolas ainda está a ser trabalhada como a secretária de Estado da Igualdade.

“Neste momento é algo que se faz nas escolas de forma voluntária. Mas para nós é evidente que o horário dos alunos tem de complementar. Se não, não vai acontecer”, resume João Costa ao Expresso.

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Supervisão pedagógica entre pares? Que é isso?

Muitos têm sido os docentes que têm demonstrado uma certa apreensão em relação à supervisão pedagógica entre pares. Se o CP aprovou, que remédio têm…

Mas convém dizer que, ao falar-se disto, tem que se falar de processos de regulação do ensino e da aprendizagem, da reflexão e investigação sobre a ação educativa e de melhoria de práticas pedagógicas, não só dentro da sala de aula. Ou seja, criar espaços e oportunidades para a construção do conhecimento não só a nível profissional, mas também, de limites pessoais, desenvolver o profissionalismo dentro e fora de sala e aula, refletir sobre a profissão e sobre a sala de aula enquanto espaço de pedagogia, partilhar experiências (isto será o mais importante, a meu ver…), formas de olhar o ensino, as aprendizagens e a sua avaliação. Nada mais do que isto… apenas uma reunião de trabalho colaborativo.

Tretas de quem não tem mais nada para fazer e quer chatear quem trabalha. ( já fazemos isto informalmente há anos) Mais uma daquelas “coisas” bonitas para mostrar à IGE.( temos que ter evidências) Mas nem me oponho, desde que não venha sobrecarregar ainda mais os docentes, nem ocupar o seu tempo de preparação de aulas e atrasar a entrega de testes e outros trabalhos aos alunos.

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Para Ler Amanhã no Expresso

Só não muda a vontade que cada ministro tem em fazer mudanças.

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O regresso deste ano… Roger Waters.

 

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Verifica-se a Norte do País Uma Grande Pressa na Eleição dos Diretores

Este ano será de eleição de novos diretores em muitas escolas do País.

O primeiro mandato dos diretores começou em 2009, um ano após a publicação do novo regime de autonomia e administração escolar. (Decreto-Lei 75/2008)

Em 2013 houve possibilidade de renovação do mandato e em 2017 todos os que se encontram em mandato renovado e queiram voltar a exercer o cargo, são obrigados a concorrer novamente.

O Decreto-Lei 137/2012 veio alargar o período em que um diretor pode estar em funções, ficando limitado a 16 anos consecutivos.

Como não é possível a recondução para um terceiro mandato, os diretores que desde 2009 ainda se encontram no cargo tem necessariamente que ir a eleições este ano.

Muitas foram as escolas que já mudaram estes prazos quadrienais, fruto de mandatos que não chegaram ao fim. Mas a grande maioria não.

Os primeiros mandatos dos diretores foram também na sua maioria sujeitos a eleições dos conselhos gerais transitórios. Poucos terão sido os conselhos gerais definitivos que procederam a essa eleição. Em 2009 o processo de eleição tinha de estar concluído até Maio, mas também existiram algumas excepções que prolongou-se essa eleição pelos meses seguintes.

 

artigo 62º 

Prazos

4 — O procedimento de recrutamento do director deve ser desencadeado até 31 de Março de 2009 e o director deve ser eleito até 31 de Maio de 2009

 

E o que começa a ver-se, conforme lista da DGAE do mês de Fevereiro, é que já existem inúmeros agrupamentos a iniciar a abertura do procedimento concursal para Diretor, quando o prazo normal para o fim deste segundo mandato é final de Maio de 2017.

Não sei se em alguma destas escolas foram eleitos os Conselhos Gerais, visto que também se encontram em fim de mandato, ou se a opção por antecipar estas eleições foi assegurar que o Conselho Geral ainda em funções possa servir de abrigo para mais um mandato de 4 anos que poderá ser renovado por mais 4.

Não me parece normal esta antecipação do ato eleitoral e menos normal parece-me que estes concursos abertos sejam quase todos na zona norte do país e em concelhos com distâncias muito próximas entre si.

Já me ocorreu que todos eles andem com medo desta campanha por “Mais Democracia para as escolas” que vai dar um daquele estudo habitual em que 99% dos professores defende uma mudança no diploma de gestão e na eleição dos diretores, mas depois ficam todos coniventes com a antecipação destes prazos.


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384 Contratados Colocados na Reserva de Recrutamento 21

Na Reserva de Recrutamento 21 foram colocados 384 docentes contratados de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.

 

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Reserva de Recrutamento 21

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 21ª Reserva de Recrutamento 2016/2017

 

Docentes de Carreira – ano escolar de 2016/2017

Candidatos à Contratação – ano escolar de 2016/2017

Lista definitiva de retirados – Consulte

 

Documentação

 

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O Calendário dos Outros

PelO Meu Quintal.

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Professor “Em estado Precário”…

 

 

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Aprovada aquela “espécie” de Municipalização

Para quem tinha esperanças de ver este processo revertido, hoje, o banho é de água gelada. A Municipalização vai para a frente. Quem se segue?

 

COMUNICADO DO CONSELHO DE MINISTROS DE 16 DE FEVEREIRO DE 2017

1. O Conselho de Ministros aprovou a proposta de lei que estabelece o quadro de transferência de competências para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais, concretizando os princípios da subsidiariedade, da descentralização administrativa e da autonomia do poder local.

O diploma prevê a definição de um mecanismo para a redistribuição de competências, de meios financeiros e de recursos humanos e contempla o alargamento da respetiva participação nos domínios da educação (ensino básico e secundário, respeitando a autonomia pedagógica das escolas), da saúde (cuidados de saúde primários e continuados), da ação social (em coordenação com a rede social), dos transportes, da cultura, da habitação, da proteção civil, do policiamento de proximidade, das áreas portuárias e marítimas, do cadastro rústico e da gestão florestal.

A transferência das novas competências tem caráter universal, não pode pôr em causa a natureza pública das políticas e deve garantir a universalidade do serviço público e a igualdade de oportunidades no acesso ao mesmo. Inicia-se no ano de 2018, admitindo-se o faseamento da sua concretização até ao fim do ano de 2021, e será concretizada através de decretos-lei setoriais que prevêem os recursos humanos, patrimoniais e financeiros necessários.

Em cumprimento do Programa de Governo, é assim dado um importante passo no sentido de avançar com o processo de descentralização, dando pleno sentido aos princípios constitucionais da autonomia local através da transferência de competências do Estado para órgãos mais próximos dos cidadãos, aumentando a eficiência e eficácia dos serviços públicos prestados aos cidadãos e assegurando o aumento da participação das Autarquias Locais na receita pública, dos atuais 14% para os 19% previstos no Programa Nacional de Reformas.

 

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Os compromissos da “Ata” que tarda…

… tarda, mas não falha…

Ontem, a Fenprof, reuniu com a Sr.ª Secretária de Estado da Educação para exigir a ata negocial sobre os concursos. Não sei qual é a pressa, estão com medo que este governo não cumpra os compromissos assumidos aquando das negociações?

Entre esses compromissos estão, a regulamentação de um regime de permutas para professores, o estabelecimento de critérios para a abertura de vagas no concurso interno, a redução da dimensão dos quadros de zona pedagógica e a criação de uma comissão para criar o grupo de recrutamento de professores de língua gestual portuguesa.

Mas nunca mais ouvi falar ou li em lado nenhum sobre o compromisso da contagem do tempo de serviço  ao abrigo do artº 103º do ECD, conjugado com a Informação da DGAE nº B14015519V, datada de 4/7/2014.

Será que caiu no esquecimento? Ou não interessa a alguém falar disto? É que aqueles que estão prejudicados, também são docentes. Ou só são para o que interessa?

 

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Números do Emprego Público

Quem acompanha o blogue não estranha as notícias que saíram hoje no Público e no Jornal de Notícias.

O número de aposentações de professores em 2016, que eu tenha memória e dados, foi o mais baixo de sempre e o número de contratações o mais elevado nesta década.

Para inverter a tendência no aumento do emprego público no combate à precaridade só mesmo com incentivos à aposentação antecipada e uma redução na idade de aposentação, em função da carreira contributiva de cada um.

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Igualdade nos concursos entre docentes “Públicos e Privados”

 

Ainda quero saber como é que o ME vai verificar se os docentes lecionaram ou não turmas abrangidas pelos contratos de associação. Isto é um convite à prevaricação. E ainda há quem não se lembre disso… Há dias em que mais vale não tentar perceber o que vai na cabeça de algumas pessoas.

Tutela clarifica igualdade nos concursos entre docentes do público e privado

Apenas os professores que lecionem turmas abrangidas pelos contratos de associação, e não todos os professores desses colégios, vão poder concorrer a vagas nas escolas públicas em condições de igualdade com os colegas que trabalham para o Estado.

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Nota Informativa Nº 1/2017 (DGEstE)

Sobre faltas por doença decorrente de incapacidade certificada por atestado multiusos.

 

 

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Audição do Presidente do Conselho Nacional de Educação – Número de Alunos por Turma

 

Para quem quiser, e tiver paciência, ouvir o Sr.º Davide Justino na Comissão de Educação. Desde já fica uma conclusão, não há dinheiro.

 

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Nem 8 Nem 80 (Sobre as Penalizações)

A ANDAEP hoje veio a público dizer que os professores deviam ser penalizados por mais um ano no caso de não aceitarem uma colocação.

Não discordo e até acho que aumentar a penalização por uma não aceitação seria encarado como uma moralização para estas denuncias.

Actualmente o sistema de penalizações apenas impede o docente de ser candidato nesse ano a mais alguma colocação pelo ME, A ANDAEP propõe que a penalização seja pelo ano da não aceitação e pelo seguinte.

 

No meu ponto de vista importa separar duas situações.

A primeira que é uma não aceitação de um horário anual e completo logo no início do ano lectivo.

A segunda uma não aceitação que ocorra ao longo do ano em qualquer tipo de horário.

 

Geralmente quem não aceita uma colocação anual e completa logo no início do ano é porque não precisa de trabalho no ensino público e muitas vezes são docentes das escolas com contrato de associação que tentam obter uma colocação no ensino público, antes de saberem se o seu vínculo se irá manter nessas escolas.

Aqui acho que a penalização faria todo o sentido ser por dois anos.

No caso das colocações que ocorram ao longo do ano, muitas vezes em horários temporários, já não faz tanto sentido a penalização por dois anos. Quem não consegue uma colocação logo no início do ano não pode ficar apenas à espera de trabalhar no ensino e muitas vezes os docentes conseguem um outro trabalho que o impede de aceitar essa colocação.

 

Para resolver esta situação devia o MEC ponderar a alteração das preferências (ou mesmo a anulação de algumas) em diversos momentos do ano. Evitava-se assim muitas das não aceitações.

Também considero que quem não aceitasse um vínculo ao estado devia ser penalizado por tempo maior. Principalmente nos casos em que não haja recuperação de vaga dessa não aceitação para outro docente.

Direções Querem Sancionar Quem Nega Colocações

 

 

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Incentivos à fixação de professores?

Que até me atiro ao chão a rir… É que é já a seguir que vão conceder tal beneficio…

Isto é nos Açores, para que não pensem que tal “coisa” acontece no nosso país… é num país distante e muito diferente do nosso. Mas lá, tal como cá, não é o governo que propõe uma medida destas, é a oposição…

Agora a sério. Não é uma medida de que discorde, aliás, tal incentivo já existiu nos arquipélagos, mas tal como qualquer beneficio foi-nos sonegado. Hoje, com a fuga para os grandes centros, à procura de melhores condições de vida, o despovoamento é bastante visível. Nas ilhas dos Açores, o problema é exacerbado pela insularidade, o que dá a esta medida todo o sentido. Mas o ter sentido não é sinonimo de vir a acontecer. Nem lá e muito menos cá, pelo menos na próxima década.

 

PSD/Açores quer incentivos à fixação de professores

O PSD/Açores defendeu incentivos à fixação de professores, considerando que “o contínuo processo de despovoamento das ilhas mais pequenas” só será estancado se houver “uma resposta diferenciada para problemas diferenciados”.

 

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Turmas Mistas são uma aberração

 

Um problema “milenar”, as turmas mistas, ainda não foram extintas. Este problema não é de fácil resolução. Não é só ter vontade de acabar com elas, é criar condições para que se consiga acabar com estas turmas. Mas, ao que se tem assistido é à falta de vontade, pelo menos, nos centros escolares e grandes centros populacionais. Se num agrupamento pequeno e rural, com escolas pequenas e dispersas, torna-se difícil acabar com este flagelo, num agrupamento grande já se torna muito mais fácil, mas nem sempre há vontade ou disponibilidade, quer de recursos humanos, quer financeira para o fazer. O que me assusta, é que quem em tempos teve a “faca e o queijo na mão” para acabar com “isto”, vem agora chamar à atenção a outros para o problema…

 

Turmas com alunos de vários anos de escolaridades são uma “chaga social”

O presidente do Conselho Nacional de Educação disse hoje que as turmas mistas, com vários anos de escolaridade no 1º ciclo do ensino básico, são actualmente um dos maiores problemas para o sucesso escolar, “uma chaga social”.

Segundo David Justino, que hoje falava numa audição parlamentar sobre a redução do número de alunos por turma, existem actualmente 226 turmas mistas (com os quatro anos de escolaridade do 1.º ciclo do ensino básico na mesma sala) e ao todo 3 mil alunos a ter aulas nestas condições.

“Como é que um professor consegue gerir quatro anos de escolaridade na mesma sala? Há 50 anos até percebia”, disse.

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O 4.º Poder

Por aqui nO Meu Quintal.
E pelos USA não se calam e fazem bem:

What Does He Mean When He Says Words?

Porque os broncos acabam sempre por cair da cadeira.

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Quanto custa a redução de alunos por turma?

Estes números causam-me uma certa estranheza. Acredito que sejam um pouco diferentes do anunciado, além de, não divulgarem todos os dados para que se possa fazer uma analise mais precisa. Pelo que se pode ler, não são tidas em conta despesas inerentes a materiais e espaços, assim como, a despesas correntes. Mas sempre fica uma ideia…

 

Menos alunos por turma defendidos por PCP, BE e Verdes custam entre 500 e 700 M€ 

Segundo dados do presidente do Conselho Nacional de Educação, o projeto de lei do partido Os Verdes representa um aumento de 29 por cento do número de turmas, mais 26.700 docentes, um acréscimo de 570 assistentes sociais e um custo global de 727 milhões de euros.

O projeto-lei do Partido Comunista Português, adiantou, representa um aumento de 26,3 por cento de turmas, mais 24.600 docentes e 3.836 assistentes sociais.

Em termos financeiros o aumento será de 703 milhões de euros.

Sobre o Bloco de Esquerda (BE), o Conselho Nacional de Educação estima que o custo do projeto de lei proposto seja de 513 milhões de euros, com um aumento de 18,4 por cento do número de turmas e, de mais 17.500 docentes e 3.900 assistentes operacionais.

 

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Formação de classificadores do ensino secundário (2016/2017)

 

O IAVE, I.P., vai realizar ações de formação para classificadores dos exames finais nacionais do ensino secundário.

Consulte o perfil funcional do classificador

Inscreva-se até 01 de março de 2017, de acordo com o seu grupo de recrutamento, em:

Classificadores de Filosofia

Classificadores de História A e História B

Classificadores de História da Cultura e das Artes

Classificadores de Geografia A

Classificadores de Economia A

Classificadores de Matemática A e Matemática B

Classificadores de Matemática Aplicada às Ciências Sociais

Classificadores de Biologia e Geologia

Classificadores de Física e Química A

Classificadores de Inglês

Classificadores de Francês

Classificadores de Alemão

Classificadores de Espanhol

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Há quem se “safe” da Gestão Democrática…

 

Estes já não se vão “sujeitar” ao novo regime de escolha do órgão de gestão… Há “coisas” que têm que começar a ser melhor equacionadas no que diz respeito ao tempo de “intervenção”…

 

Aviso n.º 1592/2017 – Diário da República n.º 30/2017, Série II de 2017-02-10 106430109

Educação – Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares – Agrupamento de Escolas de Rates, Póvoa de Varzim

Concurso para Diretor do Agrupamento de Escolas de Rates, Póvoa de Varzim

Aviso n.º 1685/2017 – Diário da República n.º 32/2017, Série II de 2017-02-14 106449617

Educação – Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares – Agrupamento de Escolas de Pedome, Vila Nova de Famalicão

Abertura do procedimento concursal prévio à eleição do diretor

Aviso n.º 1687/2017 – Diário da República n.º 32/2017, Série II de 2017-02-14 106449619

Educação – Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares – Agrupamento de Escolas de Pegões, Canha e Santo Isidro – Montijo

Aviso de abertura do procedimento concursal para eleição do Diretor

Aviso n.º 1688/2017 – Diário da República n.º 32/2017, Série II de 2017-02-14 106449621

Educação – Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares – Agrupamento de Escolas de São Martinho, Santo Tirso

Aviso de abertura do procedimento concursal para a eleição de diretor

 

 

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Reação de Hitler ao Novo Diploma dos Concursos de Professores

 

 

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Consulta Pública – Perfil dos alunos à saída da Escolaridade Obrigatória

 

O documento: “Perfil dos alunos à saída da Escolaridade Obrigatória” encontra-se em consulta pública até ao dia 13 de março de 2017.

No âmbito do debate alargado lançado pelo Ministério da Educação sobre o Currículo do século XXI, foi constituído um Grupo de Trabalho tendo em vista a definição do perfil de saída dos jovens de 18 anos de idade, no final de 12 anos de escolaridade obrigatória (Cf. Despacho n.º 9311/2016, de 21 de julho).

Concluídos os trabalhos do referido Grupo, o Ministério da Educação coloca agora em discussão pública, até ao dia 13 de março de 2017, o documento Perfil dos alunos à saída da Escolaridade Obrigatória, disponível em: http://dge.mec.pt/perfil

Pretendendo-se que este momento de consulta pública se paute por uma participação plural agradecemos, desde já, o V/ contributo através do preenchimento do formulário eletrónico:  http://area.dge.mec.pt/perfil

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Entrevista | “Caminhamos para o facilitismo Sr. Secretário de Estado?

No ComRegras.

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Alteração da Portaria Conjunta nº 172-A/2015, de 5 de junho

 

Nota Justificativa

Projeto (final) de Revisão da Portaria Conjunta nº 172-A/2015, de 5 de junho

 

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Qualquer Semelhança É Pura Coincidência

Seja a nível de grafismo, estrutura ou conteúdo.

Curiosidade colocada aqui pela Isabel Magalhães.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2017/02/PRIMARY_national_curriculum.pdf”]

Link original aqui.

Aqui uma outra originalidade do novo perfil do aluno.

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Desde que Não Seja Uma Bela Treta Teórica

As competências são determinantes no perfil dos alunos, numa perspetiva de construção coletiva que lhes permitirá apropriarem‐se da vida, nas dimensões do belo, da verdade, do bem, do justo e do sustentável, no final de 12 anos de escolaridade obrigatória.

 

Consideram‐se as seguintes áreas de desenvolvimento e aquisição das competências chave:

 

– Linguagens e textos.
– Informação e comunicação.
– Raciocínio e resolução de problemas.
– Pensamento crítico e pensamento criativo.
– Relacionamento interpessoal.
– Autonomia e desenvolvimento pessoal.
– Bem‐estar e saúde.
– Sensibilidade estética e artística.
– Saber técnico e tecnologias.
– Consciência e domínio do corpo.

 

 

Estas competências são complementares e a sua enumeração não pressupõe qualquer hierarquia interna entre as mesmas. Nenhuma delas, por outro lado, corresponde a uma área curricular específica. Sendo que em cada área curricular estão necessariamente envolvidas múltiplas competências, teóricas e práticas. Pressupõem o desenvolvimento de literacias múltiplas, tais como a leitura e a escrita, a numeracia e a utilização das tecnologias de informação e comunicação, que são alicerces para aprender e continuar a aprender ao longo da vida.

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O Perfil dos alunos à saída da Escolaridade Obrigatória

Para analisar aqui no blogue nos próximos dias.

Versão apresentada ontem.

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2017/02/Perfil_VerFinal.pdf”]

 

 

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Flexibilização de currículos ainda em 2017 (Secretário de Estado da Educação – João Costa à Antena 1/11 Fev, 2017)

(…) Em setembro, com a abertura do ano letivo 2017/ 2018, os alunos dos 1º, 5º, 7º e 10º anos já vão contar com currículos flexíveis, em que 25 por cento do conteúdo é definido pelas próprias escolas, resultado de uma maior autonomia. Segundo o secretário de Estado da Educação, João Costa, a gestão flexível é “uma peça de um puzzle maior do destino que é dado a cada aluno”. Na construção desse puzzle foi ontem conhecida a primeira peça: o ministério da Educação divulgou no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, o ‘Perfil dos Alunos para o Século XXI’. O trabalho estabelece um conjunto de dez competências a serem adquiridas pelo aluno que conclui os 12 anos de escolaridade obrigatória. Um dos princípios apontados é ‘educar ensinando com coerência e flexibilidade’. É também defendida a necessidade de criação de um “perfil comum a todas as vias de ensino (científico-humanística, profissional e artístico especializado)”. Concluído o ‘Perfil do Aluno’, João Costa defendeu que agora é necessário criar três outras peças do puzzle. “Muito brevemente estaremos a apresentar a estratégia da educação para a cidadania, a proposta de decreto de lei sobre a educação inclusiva, destinada a alunos com necessidades educativas especiais, e temos também em curso o trabalho sobre a gestão flexível”, sublinhou. Para o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Filinto Lima, a introdução de currículos flexíveis “é uma necessidade há muito sentida pelas escolas”. O dirigente sublinha, contudo, que “representa um desafio que deve ser pensado e interiorizado e não pode ser realizado do pé para a mão””

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O Novo Perfil de Competências dos Alunos

Ministério quer dar mais espaço aos alunos na sala de aula e fora dela

 

 

São 10 as áreas de competências que passarão a nortear aquilo que um aluno deve conhecer quando chega ao fim da escolaridade obrigatória.

 

 

 

Não aos monólogos, sim à interacção! Esta será, em resumo, uma das consequências práticas em sala de aula que o Ministério da Educação (ME) espera alcançar com o novo perfil de competências de alunos, que se prepara para adoptar, segundo apontou o jurista Guilherme d’Oliveira Martins.

O também ex-ministro da Educação do PS, entre 1999 e 2000, presidiu ao grupo de trabalho a quem o ME encarregou de definir quais as competências que os alunos devem ter no final de escolaridade obrigatória até aos 18 anos. O documento foi apresentado neste sábado.

“A assumpção de princípios, valores e competências-chave para o perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória implica alterações de práticas pedagógicas e didácticas”, afirma-se no documento, que irá agora para consulta pública. E estas alterações, defende-se, passam em muito por recentrar o lugar do aluno na aprendizagem.

Por exemplo, criando na escola “espaços e tempos para que os alunos intervenham livre e responsavelmente” e também promovendo, “de forma sistemática, na sala de aula e fora dela, actividades que permitam ao aluno fazer escolhas, confrontar pontos de vista, resolver problemas e tomar decisões com base em valores”. Os professores, acrescenta-se, também deverão “abordar os conteúdos de cada área de saber associando-os a situações e problemas presentes no quotidiano da vida do aluno ou presentes no meio sociocultural em que insere”.

Avaliação também muda

“Trata-se de um momento-chave porque o alargamento da escolaridade obrigatória até aos 18 anos [aprovado em 2009 e concretizado a partir de 2012/2013] foi apenas um acto administrativo. A partir de agora passa a ser também um acto educativo que dá resposta à seguinte pergunta: porquê estar na escola até aos 18 anos?”, frisou o secretário de Estado da Educação, João Costa.

A capacidade de comunicação é uma delas, adiantou Oliveira Martins, sendo transversal a duas das dez áreas de competências elencadas como prioritárias (linguagens e textos e informação e comunicação). E também o relacionamento interpessoal, sem o qual a aprendizagem estará condenada mesmo que se passe em salas com tecnologia de ponta, alertou o historiador.

No novo perfil de competências afirma-se que neste domínios os alunos deverão ser capazes, entre outras vertentes, “de ouvir, interagir, argumentar, negociar e aceitar diferentes pontos de vista, ganhando novas formas de estar, olhar e participar na sociedade”.

Objectivo: flexibilidade

Para além destas três áreas de competências, foram seleccionadas as seguintes: raciocínio e resolução de problemas; pensamento crítico e pensamento criativo; desenvolvimento pessoal e autonomia; bem-estar e saúde; sensibilidade estética e artística; saber técnico e tecnologias; consciência e domínio do corpo”.

“Foi um desafio exigente porque para definir um perfil de competências é preciso compreender a grande diversidade” que coexiste nas escolas, afirmou Oliveira Martins, em declarações aos jornalistas, acrescentando que o grande objectivo é o de “incluir todos, sem correr o risco de facilitar”. O que, segundo ele, se poderá conseguir garantido “flexibilidade” nas aprendizagens, na gestão do currículo e nas práticas em sala de aula.

A flexibilidade está, aliás, na base de um dos oito princípios que subjazem à definição das áreas de competências consideradas essenciais num perfil que Oliveira Martins descreve como sendo “humanista”, porque nele “as pessoas estão em primeiro lugar”. Para tal, defende-se, terá de se assumir que “a flexibilidade é instrumental para se dar a oportunidade a cada um de atingir o perfil proposto, de forma coerente, garantindo a todos os acesso às aprendizagens”.

O documento apresentado neste sábado é o pontapé de saída para “um puzzle maior”, indicou o secretário de Estado João Costa. E deste puzzle farão parte, entre outras peças, a definição de quais serão as aprendizagens essenciais a integrar no currículo e também que partes deste serão de decisão das escolas. “Se tudo correr bem, no próximo ano lectivo, nos anos iniciais de ciclo, já se estará a trabalhar nesta base”, acrescentou.

“Não há mais – e há muito que não as há – ciências dita “duras” e ciências dita “moles”, saberes essenciais e saberes dispensáveis; conhecimento material útil e cultura acessória e inútil”, disse o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, no final da sessão de apresentação do perfil de competência. O actual ministro demarcava-se assim, uma vez mais, das opções adoptadas pelo anterior titular da pasta, Nuno Crato, que elegeu um número reduzido de disciplinas como sendo “estruturantes”, entre e4las o Português e Matemática.

O perfil de competências, que será assumido pelo ME como um referencial, estará agora 30 dias em consulta pública, que o ministério pretende transformar num “processo proactivo”, desafiando por exemplo os Conselhos Gerais das escolas a pronunciarem-se sobre o documento, revelou João Costa. Os Conselhos Gerais são os órgãos máximos das escolas, onde têm assento representantes dosa professores, dos pais, dos alunos e das comunidades locais.

Notícia integral do Público on-line, por Clara Viana.

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Vagas da Norma Travão e Aditamento das Vagas Para a Vinculação Extraordinária

Depois de ter contabilizado 481 vagas para a norma travão e 3241 vagas para o concurso de vinculação extraordinária de 2017 elaborei a seguinte tabela com as regras para o apuramento das vagas que serão aditadas à vinculação extraordinária.

 

Artigo 3.º Apuramento de vagas

1 — A dotação de vagas do presente concurso de integração extraordinário é determinada por portaria com aditamento ao número de vagas dos quadros de zona pedagógica, discriminadas por grupo de recrutamento, fixadas para o concurso externo do ano escolar 2017/2018, nos termos do Decreto-Lei n.º 27/2006, de 10 de fevereiro, com a alteração introduzida pelo Decreto-Lei n.º 176/2014, de 12 de dezembro, regulados pelo Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na sua atual redação.

2 — Sempre que os docentes reúnam cumulativamente os requisitos do artigo 42.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na sua atual redação, e do artigo 2.º da presente portaria, prevalece a vaga que resulta da verificação das condições para a primeira prioridade do concurso externo.  

Mantive todas as vagas resultantes do apuramento da norma travão e retirei as vagas da vinculação extraordinária que resultaram da abertura de vagas dos mesmos docentes que cumpriram os dois requisitos. E o resultado final é o seguinte.

Obviamente que tudo isto é por aproximação, mas não deve andar muito longe do que poderá sair no aviso de abertura do concurso.

 

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481 Candidatos e Vagas por Grupo e QZP da Norma-Travão (FINAL)

Finalizo hoje o estudo dos eventuais candidatos e vagas ao concurso externo anual ao abrigo do novo limite do artigo 42 do novo Decreto-Lei dos concursos que ainda está para publicação em Diário da República.

Aplica-se já este ano esta nova regra com o limite de 4 contratos anuais no mesmo grupo de recrutamento em horário anual e completo ou 3 renovações.

Os dados deste estudo tiveram como base as seguintes listas de colocações que são públicas.
2013/2014 – Renovações de contratoReserva de Recrutamento 1 (ambas publicadas a 12 de Setembro)

2014/2015 – Renovações de Contrato, Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento 2 (publicada a 26 de Setembro e com a maioria dos horários a retroagir ao dia 1 de Setembro)

2015/2016 – Renovações de Contrato e Contratação Inicial. Reserva de Recrutamento 1 e Reserva de Recrutamento 2.

2016/2017 – Renovações de Contrato e Contratação Inicial. Reserva de Recrutamento 1 e Reserva de Recrutamento 2.
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Como em 2013/2014 não eram públicas as listas de colocações do grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica apenas considerei neste ano as renovações de contratos das listas do ano lectivo 2014/2015.

Por não ter acesso às colocações em CE e BCE não foram considerados docentes que tendo as condições para concorrer em 1ª prioridade foram colocados pelos menos um ano nesses concursos.

Também não são considerados os recursos que muitos professores ganharam e que lhes permite serem também candidatos em 1ª prioridade (relatos destes já me chegaram alguns).

A lista dos 481 docentes encontra-se aqui com a escola de colocação em 2016/2017 e respectivo QZP onde é aberta a vaga..

Eu inicialmente apontava que poderiam abrir 500 vagas neste concurso e os meus números já se começam a aproximar

Chamo a atenção do seguinte: Neste quadro já se considera as colocações da RR2 de 2014/15. Algumas dessas colocações retroagiram ao dia 1 de Setembro de 2015 e outras não porque os horários tinham sido pedidos após o dia 15 de Setembro. No caso de estarem nesta lista e o vosso contrato não tiver retroagido ao dia 1 de Setembro de 2015 não se considerem candidatos na primeira prioridade, apesar de aqui constarem.

 

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Despacho Normativo 1-A/2017

Despacho Normativo n.º 1-A/2017 – Diário da República n.º 30/2017, 1º Suplemento, Série II de 2017-02-10

 

Educação – Gabinete do Secretário de Estado da Educação

 
Aprova o Regulamento das provas de avaliação externa e das provas de equivalência à frequência dos ensinos básico e secundário

 

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Sai Uma Peritagem

Quase metade das novas vagas são para professores de 1º. Ciclo, Educação Especial e Matemática

 

 

 

É nos concelhos de Lisboa e Vale do Tejo, Porto e Alto Minho que mais professores vão passar aos quadros em setembro

 

 

Se é professor do 1.º ciclo, de Educação Especial ou de Matemática, saiba que terá mais hipóteses de conseguir um lugar nos quadros da função pública no concurso extraordinário que deverá arrancar no verão.

O governo anunciou que este ano haverá 3 mil vagas a ocupar no próximo ano letivo. Os peritos já fizeram as contas e quase metade das vagas são para professores destes três grupos disciplinares.

As regras da “vinculação extraordinária” determinam que podem concorrer professores com mais de 12 anos de serviço e cinco contratos anuais e sucessivos nos últimos seis anos.

Tendo em conta as listas de colocação de professores publicadas pela Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) – trabalhadas pelo blogue especialista em estatísticas de educação “De ArLindo” –, das 3142 vagas disponíveis há 719 lugares que vão ser ocupados por professores do 1º. ciclo. Seguem-se outros 501 de Educação Especial e outros 224 de Matemática do ensino secundário. Só estas três disciplinas reúnem, assim, 1444 vagas (46% do total).

Em contrapartida, há quatro disciplinas (Música, Educação Tecnológica, Alemão e Latim e Grego) que não vão vincular qualquer professor.

Lisboa e Vale do Tejo e Porto e Alto Minho são as regiões onde vão abrir mais vagas.

Além destes 3142 professores que vão passar aos quadros, há outros 377 docentes que também vão passar a efetivos através da chamada “norma-travão”.

Trata-se da regra criada pelo ex-ministro Nuno Crato que impede que todos os docentes com mais de quatro anos e três renovações de contratos anuais, completos e sucessivos no mesmo grupo de recrutamento, mantenham vínculos precários.

Entre estes professores há 195 docentes de Educação Especial. Somam-se 53 professores do 1º ciclo e outros 29 de Espanhol. Lisboa e Vale do Tejo é a zona com mais caso.

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380 Milhões, é muito “graveto” para se gastar assim.

 

O que eu gosto de ler, são as “ideias” dos ex-ministros da educação. É tão fácil dizer aos outros o que fazer, depois de não o ter feito por não querer ou não saber como… ler os atuais normativos também tinha sido bom…

 

Custa 380 milhões de euros por ano e não traz melhores resultados. E se chumbar um aluno passasse a ser a exceção?

A ex-ministra da Educação Isabel Alçada defendeu hoje que a retenção de alunos deveria ser transformada “numa exceção”, com os 380 milhões de euros que custa por ano ao Estado a serem investidos num modelo preventivo.

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Não Há Tempo Para Mais Nada…

A não ser que o trabalho de cooperação fique para o período nocturno, para o fim de semana, ou para o intervalo que vá dos dois mil aos três mil minutos do trabalho semanal.

Um dos maiores problemas que existe para a falta da cooperação é a excessiva carga de trabalho e a falta de tempos comuns no horário de trabalho dos docentes.

Experimentem libertar a quarta-feira de tarde para todos os professores e alunos e vão descobrir que será possível efectuar-se trabalho colaborativo e passar nas avaliações do Pisa do Bom para o Excelente num instante. Mas não é para andar a observar aulas, não. É para partilhar experiências.

Que mania destes teóricos pensarem que a observação de aulas é a melhor forma de melhorar os resultados dos alunos.

 

 

Professores portugueses trabalham isolados

 

 

OCDE sugere mais cooperação entre docentes. Seis antigos ministros de Educação analisaram melhoria de Portugal no PISA.

 

 

Os professores portugueses trabalham isolados, não cooperam nem observam aulas uns dos outros, e mudar esta realidade seria simples e traria melhorias significativas ao sistema de ensino. A ideia foi defendida esta sexta-feira por Andreas Schleicher, diretor de Educação da OCDE, numa intervenção sobre os progressos de Portugal no estudo PISA, a anteceder o debate com seis antigos ministros da Educação, no auditório do Liceu Camões, em Lisboa.

Os estudos que fizemos indicam que os professores portugueses mal falam uns com os outros, trabalham muito isolados e não cooperam. Esta é uma das mudanças simples de fazer para Portugal passar de Bom a Excelente nos resultados do PISA”, disse o responsável, frisando que em Portugal os professores “praticamente não observam aulas” uns dos outros para tentar colher ensinamentos.

O responsável elogiou a melhoria contínua verificada em Portugal entre 2000 e 2015 no PISA, estudo que avalia as aprendizagens de alunos de 15 anos: “Portugal mostrou que é possível combinar qualidade e equidade”.

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Foi Ela Própria Que a Matou!

E ainda não percebeu a aversão que todos os professores ganharam em falar-se de Avaliação de Desempenho Docente com o modelo imposto por si.

Há períodos de nojo que podem ser curtos, mas sobre o tema da Avaliação de Desempenho o período de nojo de Maria de Lurdes Rodrigues bem podia demorar 50 anos que nunca seria esquecido.

 

Maria de Lurdes Rodrigues diz que avaliação docente acabou em Portugal

 

 

Ex-ministra da Educação defende que é necessário encontrar “outros instrumentos” que não suscitem a contestação que o seu modelo de avaliação provocou.

 

 

O tema da avaliação dos professores acabou em Portugal. Quem o diz é a ex-ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues que, precisamente, fez da avaliação de professores o seu cavalo de batalha.

Respondendo a uma questão sobre o fim da prova de admissão à carreira, Maria de Lurdes Rodrigues assumiu na presença dos outros ex-ministros que o final do seu mandato mostrou que “não existem condições objectivas” para introduzir a avaliação docente. O modelo de avaliação introduzido por Maria de Lurdes Rodrigues foi sendo sucessivamente simplificado, incluindo no seu mandato, tendo sido expurgadas as componentes que geraram mais polémica, como a influência dos resultados dos alunos ou a obrigatoriedade da observação de aulas, que foi limitada a dois escalões de uma carreira que tem dez.

Actualmente, os professores estão também obrigados à apresentação de relatórios anuais, que são avaliados por responsáveis da escola ou por professores exteriores, caso se tenha realizado a observação de aulas.

Maria de Lurdes Rodrigues falava durante uma mesa redonda com os ex-ministros David Justino (PSD/CDS), Maria do Carmo Seabra (PSD/CDS), Isabel Alçada (PS) e Nuno Crato (PSD/CDS), com moderação de outro antigo titular da pasta, Marçal Grilo (PS). Sendo a avaliação um “tabu é nosso dever arranjar outros instrumentos que permitam alcançar os mesmos objectivos – melhorar o recrutamento e as competências – sem os confrontos e as crispações a que assistimos”, disse Maria de Lurdes Rodrigues.

A última vaga de contestação teve no centro a chamada Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades (PAAC), obrigatória para acesso à carreira. Esta prova foi legislada por Maria de Lurdes Rodrigues, posta em prática por Nuno Crato e extinta pelo actual ministro.

O encontro dos ex-ministros foi promovido pela Fundação Francisco Manuel dos Santos para analisarem os resultados da última edição dos testes PISA, realizada em 2015. Os testes PISA são promovidos pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) para avaliar a literacia dos alunos de 15 anos em matemática, ciências e leitura. Em 2015, os resultados dos alunos portugueses ficaram pela primeira vez à frente da média da OCDE.

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406 Contratados na Reserva de Recrutamento 20

Foram colocados 406 docentes contratados na Reserva de Recrutamento 20 de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.

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