15 de Fevereiro de 2017 archive

Nota Informativa Nº 1/2017 (DGEstE)

Sobre faltas por doença decorrente de incapacidade certificada por atestado multiusos.

 

 

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Audição do Presidente do Conselho Nacional de Educação – Número de Alunos por Turma

 

Para quem quiser, e tiver paciência, ouvir o Sr.º Davide Justino na Comissão de Educação. Desde já fica uma conclusão, não há dinheiro.

 

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Nem 8 Nem 80 (Sobre as Penalizações)

A ANDAEP hoje veio a público dizer que os professores deviam ser penalizados por mais um ano no caso de não aceitarem uma colocação.

Não discordo e até acho que aumentar a penalização por uma não aceitação seria encarado como uma moralização para estas denuncias.

Actualmente o sistema de penalizações apenas impede o docente de ser candidato nesse ano a mais alguma colocação pelo ME, A ANDAEP propõe que a penalização seja pelo ano da não aceitação e pelo seguinte.

 

No meu ponto de vista importa separar duas situações.

A primeira que é uma não aceitação de um horário anual e completo logo no início do ano lectivo.

A segunda uma não aceitação que ocorra ao longo do ano em qualquer tipo de horário.

 

Geralmente quem não aceita uma colocação anual e completa logo no início do ano é porque não precisa de trabalho no ensino público e muitas vezes são docentes das escolas com contrato de associação que tentam obter uma colocação no ensino público, antes de saberem se o seu vínculo se irá manter nessas escolas.

Aqui acho que a penalização faria todo o sentido ser por dois anos.

No caso das colocações que ocorram ao longo do ano, muitas vezes em horários temporários, já não faz tanto sentido a penalização por dois anos. Quem não consegue uma colocação logo no início do ano não pode ficar apenas à espera de trabalhar no ensino e muitas vezes os docentes conseguem um outro trabalho que o impede de aceitar essa colocação.

 

Para resolver esta situação devia o MEC ponderar a alteração das preferências (ou mesmo a anulação de algumas) em diversos momentos do ano. Evitava-se assim muitas das não aceitações.

Também considero que quem não aceitasse um vínculo ao estado devia ser penalizado por tempo maior. Principalmente nos casos em que não haja recuperação de vaga dessa não aceitação para outro docente.

Direções Querem Sancionar Quem Nega Colocações

 

 

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Incentivos à fixação de professores?

Que até me atiro ao chão a rir… É que é já a seguir que vão conceder tal beneficio…

Isto é nos Açores, para que não pensem que tal “coisa” acontece no nosso país… é num país distante e muito diferente do nosso. Mas lá, tal como cá, não é o governo que propõe uma medida destas, é a oposição…

Agora a sério. Não é uma medida de que discorde, aliás, tal incentivo já existiu nos arquipélagos, mas tal como qualquer beneficio foi-nos sonegado. Hoje, com a fuga para os grandes centros, à procura de melhores condições de vida, o despovoamento é bastante visível. Nas ilhas dos Açores, o problema é exacerbado pela insularidade, o que dá a esta medida todo o sentido. Mas o ter sentido não é sinonimo de vir a acontecer. Nem lá e muito menos cá, pelo menos na próxima década.

 

PSD/Açores quer incentivos à fixação de professores

O PSD/Açores defendeu incentivos à fixação de professores, considerando que “o contínuo processo de despovoamento das ilhas mais pequenas” só será estancado se houver “uma resposta diferenciada para problemas diferenciados”.

 

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Turmas Mistas são uma aberração

 

Um problema “milenar”, as turmas mistas, ainda não foram extintas. Este problema não é de fácil resolução. Não é só ter vontade de acabar com elas, é criar condições para que se consiga acabar com estas turmas. Mas, ao que se tem assistido é à falta de vontade, pelo menos, nos centros escolares e grandes centros populacionais. Se num agrupamento pequeno e rural, com escolas pequenas e dispersas, torna-se difícil acabar com este flagelo, num agrupamento grande já se torna muito mais fácil, mas nem sempre há vontade ou disponibilidade, quer de recursos humanos, quer financeira para o fazer. O que me assusta, é que quem em tempos teve a “faca e o queijo na mão” para acabar com “isto”, vem agora chamar à atenção a outros para o problema…

 

Turmas com alunos de vários anos de escolaridades são uma “chaga social”

O presidente do Conselho Nacional de Educação disse hoje que as turmas mistas, com vários anos de escolaridade no 1º ciclo do ensino básico, são actualmente um dos maiores problemas para o sucesso escolar, “uma chaga social”.

Segundo David Justino, que hoje falava numa audição parlamentar sobre a redução do número de alunos por turma, existem actualmente 226 turmas mistas (com os quatro anos de escolaridade do 1.º ciclo do ensino básico na mesma sala) e ao todo 3 mil alunos a ter aulas nestas condições.

“Como é que um professor consegue gerir quatro anos de escolaridade na mesma sala? Há 50 anos até percebia”, disse.

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