Setembro 2016 archive

Procedimentos concursais EPE

 

O Camões, I.P. tem por missão propor e executar a política de ensino e divulgação da língua e cultura portuguesas no estrangeiro, assegurar a presença de leitores de português nas universidades estrangeiras e organismos internacionais e gerir a rede do ensino português no estrangeiro a nível da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário. Para a docência do ensino português no estrangeiro, podem os interessados candidatar-se através de procedimento concursal que se destina à constituição de reserva de recrutamento de pessoal docente da Rede de Ensino Português no Estrangeiro.

Aceda aqui.

 

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184 Retirados na RR3

Foram retirados 184 docentes das listas da reserva de recrutamento, após publicação da RR3 de acordo com os seguintes motivos e tipo de candidato.

 

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1712 Contratados Colocados na RR3

Na Reserva de Recrutamento 3 foram colocados 1712 professores contratados de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.

Apesar do elevado número de colocações na RR2 esta RR3 tem o maior número de colocações desde 2012.

 

 

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Reserva de Recrutamento 3

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 3ª Reserva de Recrutamento 2016/2017

 

Docentes de Carreira – ano escolar de 2016/2017

Candidatos à Contratação – ano escolar de 2016/2017

Lista definitiva de retirados – Consulte

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A Escola, o Futuro e o 9ºH

Uma equipa de reportagem da SIC acompanhou uma turma ao longo do último ano letivo. Agora, convidamo-lo a entrar na escola e a refletir com os alunos e professores sobre duas questões fundamentais: “que escola temos?” e “que escola queremos?”. A Escola, o Futuro e o 9ºH é Grande Reportagem desta quinta-feira do Jornal da Noite.

clicar na imagem para aceder à reportagem da SIC

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Histórico da RR3

Fica aqui o histórico de colocações de contratados na RR3 desde o ano 2012.
Boa sorte para a RR3 que será publicada hoje.

 

2012

 

Números da RR3

 

No total foram colocados 1362 docentes na RR3, sendo que 322 foram para horários anuais e 1040 para horários temporários, no total 622 docentes foram colocados em horários completos, mas apenas 148 docentes ficaram colocados em horário completo para o ano todo.

 

2013

 

719 Contratados Colocados na RR3

 

2014

 

1056 Contratados na Reserva de Recrutamento 3

 

2015

 

1318 Docentes Contratados na Reserva de Recrutamento 3

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Professores exaustos e desiludidos com a profissão » Educare – O Portal de Educação

Retrato das escolas portuguesas: investimento ainda é necessário na integração da tecnologia – SAPO Tek

António Costa elogia ciência nas escolas

Ano novo, pecados velhos? – PÚBLICO

Criança deficiente não pode ir à escola

Flávio está impedido de frequentar pré-escolar porque Ministério não coloca auxiliar.

 

Alunos sem aulas porque professor de baixa não foi substituído

Pais protestam por falta de professor em Beja

Professor de apoio para escola que foi fechada a cadeado pelos pais

Escola de Tavira com poucos funcionários encerra serviços
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Aplicação do princípio da igualdade aos docentes do 1.º ciclo.

Foi admitida a petição “Aplicação do princípio da igualdade aos docentes do 1.º ciclo.”

Fica aqui a nota de admissibilidade.

 

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O tema da Aposentação docente…

… não pode cair em saco roto.

A Aposentação docente é um assunto urgente. Um tema que não pode ser deixado para amanhã. Urge renovar a sala de professores…

 

Alteração das Regras de Aposentação deve

incluir

Educadores e Professores

É inquestionável, e sem pôr em causa as razões que fundamentam a pretensão dos demais interessados num particular regime de reforma, que não se podem olvidar os docentes duma particular consideração da sua aposentação.

A qualidade da educação depende de profissionais motivados e empenhados. Ora, a exaustão com que os docentes se confrontam com 60 e mais anos de idade – a aposentação está hoje fixada em mais de 66 anos -, não é compaginável com esse excesso de anos em serviço e idade.

Não reconhecer a esses profissionais a especial penosidade da sua atividade e uma particular consideração do seu tempo de serviço e idade para usufruírem de um regime especial de aposentação é desumano e tem graves implicações no seu exercício profissional e, concomitantemente, na Educação.

Urge libertar esses profissionais de uma amarra que os sufoca e os agrilhoa a um dever que não resulta da vontade, mas sim da imposição.

Nenhum sistema funciona sob qualquer espada de Dâmocles e a Educação e os Docentes não são exceção.

O SPZC exige a consideração especial da função docente e um regime especial de aposentação que reconheça a sua particular penosidade e o desgaste físico e psicológico.

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Informação prestada às escolas sobre as colocações na RR2

As escolas também receberam a informação sobre a retroação do tempo de serviço para os docentes colocados na RR2. Mas não vem mencionada nenhuma circular nem qualquer revogação…

 

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Evolução da Mobilidade Interna

Por manifesta falta de tempo não tive possibilidade de colocar os dados da Mobilidade Interna referentes às listas da Reserva de Recrutamento 2.
Ficam hoje aqui disponíveis os dados relativos à evolução das colocações e não colocações em Mobilidade Interna até à RR2.

 

Dos Colocados

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Dos Não Colocados (em 1ª Prioridade)

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O que está resolvido e ainda falta resolver no arranque do ano…

Nem só com professores vivem as escolas…

Finalmente, a FNE voltou a chamar a atenção para a carência de assistentes operacionais (funcionários das escolas), tendo registado positivamente que o Ministério da Educação tenha optado por excluir o recurso a “Contratos Emprego Inserção” para responder a necessidades permanentes das escolas.

Em alternativa, contou Dias da Silva, o ME deu às escolas verbas para contratar pessoas para fazer as limpezas, libertando os assistentes operacionais dessas tarefas, utilizando as “horas de limpeza”.

O problema é que “o valor das “horas de limpeza” é baixíssimo, cerca de quatro euros, além de ser uma situação precária e por isso também não corresponde a uma adequada solução”.

 

FNE quer que 2.700 docentes agora colocados possam contar tempo para os quadros

(clicar Na imagem)

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Ministério recua na contagem de tempo de serviço de seis mil professores

Enquanto os “uns” se regem por, “trancas à porta depois da casa roubada”, aqui está como há quem tente pôr “trancas à porta antes da casa roubada”…

 

Em causa, como noticiou o DN na terça-feira, na sequência de uma denúncia do blogue “Arlindovsky” estava o facto de as listas da segunda reserva de recrutamento (RR2) terem saído na passada sexta-feira, dia 16, quando as regras definidas pela tutela definiam o dia 15 como limite para que os contratos beneficiassem desta “retroatividade” ao início do mês para contagem de tempo de serviço.

A situação punha em causa as perspetivas de entrada nos quadros destes professores – em particular dos contratados para o ano inteiro -, já que as regras do acesso à vinculação têm uma “norma-travão” que exige a celebração de cinco contratos completos, sucessivos e anuais (válidos entre o dia 1 de setembro e 31 de agosto do ano seguinte) para que o acesso à carreira esteja garantido.

Agora, o Ministério – que inicialmente tinha desvalorizado o impacto deste dia de diferença – , decidiu emendar a mão. Numa nota informativa enviada aos professores, através da Internet, a Diretora-Geral da Administração Escolar (DGAE), Maria Luísa Oliveira, confirma que em todos estes contratos “o tempo de serviço retroage a 1 de setembro”.

Os efeitos retroativos não se estendem aos vencimentos, como de resto nunca esteve previsto que acontecesse.

(clicar na imagem) in DN by Pedro Sousa Tavares

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Quem valoriza os(as) Educadores(as) e Professores do 1º Ciclo?

 

Longe vai o tempo das “Regentes” e das “Babás”. Hoje os docentes que lecionam no Pré-escolar e no 1º Ciclo são docentes que estão devidamente “Licenciados” para exercerem as suas funções. Mas as diferenças ainda são mais do que evidentes. Depois de um breve período de progresso na sua valorização, os ataques sucederam-se. Ficam algumas das razões a rever e pelas quais, os profissionais destes dois grupos, se encontram desmotivados e se sentem desvalorizados. Não querendo desvalorizar os problemas que docentes de outros grupos têm.

A necessidade de rever a idade/tempo de serviço para a aposentação dos docentes do 1º ciclo é uma prioridade imediata. A injustiça praticada ao pôr todos os grupos de docentes no mesmo patamar da aposentação foi uma traição. Parece que poucos se lembram que a aposentação diferenciada deste grupo de docentes e dos educadores de infância foi uma “troca” para que os mesmos aceitassem o horário de 25 horas semanais. Todos sabemos de que “lado” não se respeitam acordos. Sobre isto já se fizeram petições e debates parlamentares. As petições, quase todas com um elevado número de subscritores. Os debates parlamentares, cheios de boas intenções e demagogia.

Nesta linha, é claro que, o horário de trabalho do Educadores de Infância e dos docentes do 1º ciclo é injusto, mas não só por isso. A alteração que o horário sofreu aquando da passagem da meia hora diária de intervalo de componente letiva para componente não letiva é uma farsa. E é uma farsa porque nos foi introduzida no horário uma tal de componente de estabelecimento, que nada mais é que a vigilância de intervalos. Tapa-se os olhos aos cegos. O trabalho que os outros docentes desenvolvem nessas horas, estes docentes, realizam no seu próprio tempo. E também há que referir que com a introdução das AEC, agora, existem dois intervalos de 30 minutos cada, um de manhã, outro à tarde, ambos supervisionados por docentes.

Como consequência da inflexibilidade do horário letivo destes dois grupos de docentes, os mesmos, veem-se obrigados a reunir, em horários em que mais nenhum grupo o faz, pelo menos com a mesma frequência.

O trabalho burocrático é outra das questões que é preocupante na sobrecarga de tarefas a que estes docentes estão submetidos. As coordenações de escola/estabelecimento ocupam muito do tempo disponível dos docentes que ocupam esses “cargos” a maior parte das vezes sem qualquer remuneração extra ou redução de horário letivo. Já para não falar da responsabilidade que é gerir um estabelecimento de ensino em todas as suas componentes. A supervisão das AEC é um tema de que pouco se fala, mas está inserido na componente não letiva destes docentes. Mais umas quantas horas perdidas a “observar” o trabalho realizado por outros docentes, não sei bem porquê, mas tem de se cumprir e elaborar relatórios. Há localidades onde são os titulares de turma que “avaliam” estes docentes, uma obscenidade… os contatos com entidades extra escola também estão ao cargo destes docentes, pois todos eles são “diretores de turma”, mas sem direito a horas retiradas da sua componente letiva, todo esse trabalho é realizado na componente não letiva. As deslocações à escola sede para reuniões, são feitas nos veículos dos docentes e muitas vezes com intervalos de 15 minutos para a deslocação (não é sair de uma sala e entrar noutra ao lado). A falta de equipamentos nas escolas de 1ºciclo e Ed. Pré-escolar é outro dos problemas. Terem que se deslocar, mais uma vez nas suas viaturas, à escola sede para tirar umas fotocópias ou imprimir uns quantos documentos, é usual…

Parecendo que não, todos estes pormenores contam para o desgaste, adicional, destes docentes.

Estas são algumas das razões porque os Educadores de Infância e os professores do 1º Ciclo devem ser valorizados e respeitados pelo trabalho que realizam em prol dos seus alunos e da escola. O seu trabalho vai muito mais além do que se limitarem a lecionar…

É claro, têm, também, todas as outras contrariedades que os docentes de outros ciclos. E essas, já não são poucas…

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A Valorização Profissional que aí vem…

Na segunda feira, teve lugar a ultima ronda negocial sobre o novo diploma da valorização profissional. As boas notícias sempre chegaram. Em comparação com o diploma anterior, este traz bastantes melhorias e não prevê o despedimento. Mas atenção, é necessário ter em conta os prazos estipulados para não se cair em situações que podem ser lesivas na vida dos que vierem a ser contemplados.

Assim, trabalhadores que estavam na requalificação e que entretanto foram colocados noutro organismo ou serviço, verão consolidados os seus postos de trabalho, ao passo que aqueles que, estando nesse regime e que, até ao final de 2016, não obtiverem colocação em nenhum organismo ou serviço, terão 60 dias, contados a partir da entrada em vigor do regime de valorização, para escolherem, de entre várias alternativas, o que pretendem fazer em seguida.

De entre essas alternativas, o trabalhador poderá escolher o reinício de funções no serviço de origem, mantendo a carreira e o nível remuneratório que detinha à data da sua colocação na requalificação.

Na versão inicial do diploma negociado, estava previsto que estes trabalhadores mantivessem o corte de 60% do seu salário, sem hipótese de voltar ao ativo.

Na nova versão, quem preferir não reiniciar funções, poderá optar por várias outras hipóteses, nomeadamente:

‐ cessar o vínculo por mútuo acordo (desde que esteja a pelo menos cinco anos de atingir a idade legal de aposentação), havendo lugar a uma indemnização calculando sobre um limite máximo correspondente a 30 anos completos de antiguidade;

‐ manter uma subvenção não inferior ao valor da remuneração auferida em situação de requalificação (este regime excecional estará aberto apenas a quem tenha 55 anos ou mais);

‐ passar para licença sem vencimento;

Os trabalhadores que não tomarem uma decisão no decurso dos 60 dias previstos passarão automaticamente para o regime de licença não remunerada.

Fica a Nota de Imprensa da Fesap com as explicações necessárias. (clicar na imagem)

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Retroacção a 1 de Setembro para as Colocações na RR2

É oficial e os candidatos que aceitaram a colocação da RR2 já receberam e-mail com essa informação.

 

 

Exmo.(a) Sr.(a) Professor(a),

Cumpridos os requisitos de aceitação previstos na lei, informamos que, para os docentes que obtiveram uma colocação em sede de reserva de recrutamento 02, de acordo com o disposto no nº11 do art.º9 do Decreto-Lei nº 132/2012, de 27 de junho, na sua redação em vigor, o tempo de serviço retroage a 1 de setembro de 2016, não produzindo esta contagem de tempo de serviço efeitos para fins remuneratórios.

Com os melhores cumprimentos,

A Diretora-Geral da Administração Escolar

Maria Luísa Oliveira

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Os Perdões de um Professor (Contratado)!!!

Desabafo que me chegou de uma professora contratada para publicação no blogue. Muitos destes perdões não se ficam apenas pelos professores contratados e são cada vez mais os professores dos quadros que se perdoam todos os dias pelos mesmos motivos deste desabafo.

 

 

Perdoem-me meus filhos!!

Perdoem-me por ter escolhido esta profissão que mói e mata. Mói tanto que o stress é quase declarado doença profissional da classe. O stress físico e psicológico.

Perdoem-me os gritos dados ao chegar a casa porque não querem tomar banho ( Meus Deus, tomar banho para quê?)

Perdoem-me ter-me afeiçoado tanto ao facebook que já é da nossa família para saber como estão as novidades dos grupos de docência…..

Perdoem-me as horas em que recusei brincar convosco porque tinha muitos testes para corrigir e entregar com urgência (cerca de 200)

Perdoem-me porque me esqueci de ir à reunião para os ensaios de Natal que vocês tanto gostam, tinha de ir comprar pão que já não havia….

Sr Ministro perdoe-me:

Perdoe-me por um dia me ter lembrado há cerca de 20 anos de escolher a área do ensino para trabalhar.

Perdoe-me ter acreditado que os alunos iriam respeitar sempre a posição do professor na sala de aula e achar importante aprender algo.

Perdoe-me ter escolhido sempre a família em prol da profissão e ter entrado na precariedade que o sistema permitiu .

Perdoe-me ainda insistir nesta profissão mesmo que me digam que não vale a pena ( senhora chata!)

Perdoem-me os que estiveram a ler este texto porque estou farta de ser usada para quando dá jeito pelo sistema de ensino quando os meus filhos nunca esquecerão os momentos que perdi com eles ( e isso não voltará mais)…..

Perdoem-me a tristeza que rodeia o meu discurso, uma tristeza deprimida e deprimente que já me levou à depressão, tão usual acontecer com os que se sentem maltratados.

Perdoem-me os colegas que por vezes tão bem no seu cantinho de quadro de escola nem reparam que outros há que nem canto têm para estar e nos fazem sentir outra espécie rara de gente (Ah, és contratado!).

Perdoem-me os meus pais por terem gasto uma pipa de massa a investir na minha educação e no fim vêem-me com 40 e tal anos a viajar de terra em terra em busca da esmeralda perdida.

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Opinião – Santana Castilho – “Erros e falta de rigor”

Não será difícil admitir que a Educação é um instrumento ímpar, que não único, para promover o progresso social, sobretudo quando se calcula que 228 milhões de crianças continuam, em todo o mundo, sem escola e que 400 milhões a abandonarão sem qualificação primária, seja porque tiveram o azar de nascer num sítio e não noutro, seja porque nasceram mulheres em vez de homens, seja ainda porque a guerra lhes caiu em cima. Os conhecimentos, as competências que por eles se adquirem e, mais que tudo, o carácter que a escolarização formal ajuda a moldar em cada ser humano contribuem, definitivamente, para o sucesso dos indivíduos e das nações. Neste quadro, os instrumentos de avaliação educacional e de estudo comparado dos resultados da Educação, independentemente das críticas que podemos aduzir à forma como demasiadas vezes são usados para impor políticas e à tendência para tudo medir e expressar em números, constituem referências importantes para compreender o passado e programar o futuro, desde que os interpretemos com rigor. Ora interpretar com rigor começa, elementarmente, por conhecer, antes de usar parangonas que enchem os olhos, as metodologias dos processos e as unidades em que os conceitos se exprimem.
No passado dia 15, em Bruxelas, Ángel Gurría, secretário-geral da OCDE, apresentou o Education at a Glance 2016, um relatório detalhado sobre os sistemas educativos de 46 países (35 membros mais 11). São 505 páginas na versão inglesa ou 543 na francesa, complexas de analisar, pela extensão, pela profusão de quadros estatísticos e pela necessidade de os relacionar e cruzar, para relativizar e contextualizar conclusões. Não obstante, no mesmo dia, na hora seguinte, a imprensa escrita e falada veio a terreiro com afirmações de peso, mas infelizmente erradas ou pouco rigorosas. O maior erro, cometido em jogral pelo Jornal de Notícias, Negócios, Sábado, Observador e SIC Notícias, pelo menos, foi dizer que o investimento público em Educação, excluído o ensino superior, aumentou 33% em Portugal entre 2008 e 2013, de acordo com o relatório em análise. Tal afirmação constitui um erro grosseiro, que o Education at a Glance 2016 não comete. Em 2008, o PIB português cifrou-se em 178.872,6 milhões de euros e o investimento público em Educação representou 4,1% desse PIB. Em 2013, o investimento público cresceu uma magra décima (4,2) em termos percentuais. Mas, nesse ano, o PIB caiu para 170.269,3 milhões de euros. Logo, o investimento público desceu entre 2008 e 2013, em vez de ter aumentado os 33% propalados. Na pressa de falar sem analisar, a imprensa não se deu conta de que os números citados pelo Education at a Glance 2016 somam investimento público e investimento privado. Uma coisa é o que o que se consagra à Educação em sede de OE, outra coisa é a soma disso com outras fontes de financiamento. Por exemplo, do universo total dos alunos que frequentam os 2.633 colégios privados, 75% são integralmente financiados pelas famílias. Por exemplo, há financiamento da Educação com origem na União Europeia. Ou seja, em termos globais, a provisão do ensino tem custos relevantes para além daqueles que o Estado suporta, como é o caso, ainda, entre outros, dos materiais e manuais escolares, transportes, alimentação, “explicações” e actividades de investigação e desenvolvimento.
Por outro lado, não vi, em nenhum dos órgãos de imprensa que citei, notas complementares que ajudassem os leitores a interpretar os dados. É o caso da frequente utilização do PIB (Produto Interno Bruto) como indicador de referência e da correcção de dados nominais pela aplicação da PPC (Paridade do Poder de Compra). O PIB, assumido como o valor pelo qual foi transacionada no mercado a totalidade dos bens e serviços produzidos por um país num ano, carece sempre de explicações acessórias para percebermos o significado das taxas percentuais que o referem como indicador. Comparar, como o Observador comparou, os 5,1% do PIB consignados a gastos públicos com a Educação de Portugal com os 6,2% da Noruega ou os 5,6% da Dinamarca, para além de estar errado, como já referi, induz quem lê a uma conclusão grosseiramente incorrecta, que só se resolve se, do mesmo passo, se disser (agora uso dados de 2015) que o PIB português foi 179.369 milhões de euros, enquanto os da Noruega e Dinamarca foram, respectivamente, 348.332 milhões (quase o dobro do nosso) e 266.178 milhões (superior ao nosso em mais de 86 mil milhões). E, sobretudo, se se disser, ainda, que a população daqueles países é … cerca de metade da nossa.
Quanto à PPC, que permite relacionar os rendimentos com os custos de vida entre diferentes países, constato que se fazem comparações utilizando os valores nominais de uns e os valores ponderados de outros, o que, naturalmente, distorce qualquer conclusão.
Tudo visto, será que a passividade generalizada ante tanto martelar de dados é simples consequência de um paradigma de falsa esperança, que transforma o anormal em normalidade institucional?
In “Público” de 21.9.16

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Revolta-me a Pequenez (de espírito)

Já percebi que nos últimos tempos tenho sido alvo de críticas na caixa de comentários sobre alguns dos artigos que faço a criticar este Ministério da Educação e alguns erros que têm sido feitos até agora.

Possivelmente até são os mesmos que batiam palmas às críticas que fazia no tempo do Crato.

Se na altura fazia bem em criticar, agora faço mal, dizem. Temos pena! Não vou mudar a minha análise e continuarei a fazer o que sempre fiz. Ao mesmo tempo que encontro os erros e percebo os diversos pontos de vista procurei sempre fazer algo construtivo para mostrar as soluções e os caminhos para eliminar esses erros.

Quantas vezes provei que as contratações de escola para escolas TEIP e com Autonomia para nada serviam e quantas provas mostrei para dizer que a BCE era um erro. Quantos “tesourinhos” foram eliminados porque foram alvo de denúncias aqui? E muitas mais coisas que nem consigo assim de repente me lembrar, nem me apetece vasculhar agora no passado.

Mas revolta-me a pequenez daqueles que não podem ver a crítica quando ela deve ser feita.

A não retroacção dos efeitos do tempo de serviço ao dia 1 de Setembro das colocações na RR2 é o exemplo perfeito dessa pequenez de espírito. Cada um olha para si com desdém do outro, é uma selva autêntica o que se vai assistindo entre colegas de profissão.

Eu compreendo perfeitamente quem fica numa CI/RR1 num horário incompleto ou completo mas muito longe de casa, quando na RR2 poderia ter ficado em horário completo ou próximo de casa. Mas não basta querer mal a quem ficou na RR2 para ficar com o seu problema resolvido. O que é preciso é alterar a forma de colocação dos professores e já demonstrei em anos anteriores como isso poderia ser resolvido.

E como poderia ser resolvido?

Bastava que todos os professores colocados na MI/CI pudessem continuar em concurso para horários que surgissem até ao início das actividades lectivas, libertando o seu lugar para a RR1 ou RR2 se essa reserva acontecesse sempre antes do início das aulas.

Possivelmente já ouviram falar aqui no blog em concursos dinâmicos, certo?

Poderei em breve voltar a este assunto se assim o entenderem.

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Coincidências Diabólicas, Dizem!

E por isso está tudo bem.

Já falei sobre a premeditação da Reserva de Recrutamento 2 ter sido anunciada para o dia 16 de Setembro.

E não me importo de ficar isolado a falar sobre isto.

Se existiu acordo para a saída das listas às sextas-feira, então quem acordou isso talvez o tenha feito de forma deliberada também pois sabia que o dia 16 de Setembro seria o primeiro dia de colocações onde os contratos não poderiam retroagir ao dia 1.

E agora a Fenprof anuncia (depois de ter acordado a data de publicação da RR2) que irá tentar contabilizar junto do Ministério da Educação esse tempo de serviço?
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Números da OCDE… e os vencimentos…

 

No relatório do Education at a Glance, um estudo realizado pela OCDE, anualmente, vem explicito o estado da educação nos diversos países que integram essa instituição.

Ao realizar uma leitura na diagonal do extenso documento sobressaem alguns problemas do nosso sistema de ensino.

O número de alunos por turma, embora abaixo da média da OCDE, encontra-se acima da média europeia.

O investimento médio por aluno em Portugal, não só se situa abaixo da média da OCDE como também, abaixo da média europeia.

Mas o que me chamou a atenção foram os dados sobre os salários dos professores em Portugal. Segundo os dados facultados no estudo, um professor em inicio de carreira ganha sensivelmente 30.000 USD (taxa de câmbio de ontem 1USD=0,8957€) aplica-se a formula e o valor que um docente ganha no 1º escalão da carreira docente (21.000€ brutos) é qualquer coisa de diferente… não sei onde estes senhores vão buscar estes números… Mas uma coisa é certa, andam-me a pagar menos do que  esses 30.000USD. Já nem falo dos vencimentos dos docentes em final de carreira… (para que este número estivesse correto a média anual da taxa de câmbio devia ter-se situado nos 0,735€, o que não aconteceu) Mesmo assim, encontramo-nos acima da média da OCDE e da média europeia, pelo menos no final de carreira…

 

Fica o gráfico…

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Como Passam os Horários Para Contratação de Escola?

O artigo 38º do Decreto-Lei 83-A/2014 determina como passam os horários para a Contratação de Escola. Lembro que o Decreto-Lei 9/2016 revoga a alínea a) do número 2 e altera a redacção da alínea c) do mesmo número.

Para os horários superiores a 8 horas passarem para a Contratação de Escola, basicamente existem duas regras:

  • Não haver qualquer candidato a concorrer a um determinado tipo de horários, ou;
  • Haver duas recusas para o mesmo horário.

 

Após a RR1 já era possível haver horários superiores a 8 horas em Contratação de Escola por não haver candidatos a concorrer para algum dos intervalos em concurso (algo difícil na maioria dos grupos), mas após a RR2 já o mesmo pode acontecer para qualquer grupo de recrutamento e intervalo de horário, visto que a não aceitação pode depender de factores que não se conseguem prever com alguma facilidade.

Por isso comecem a ficar mais atentos a partir de quarta-feira aos horários em contratação de escola.

 

 

SECÇÃO V

Contratação de escola

Artigo 38.º

Objeto

1 — As necessidades temporárias de serviço docente e de formação em áreas técnicas específicas podem ser asseguradas pelos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas, mediante contratos de trabalho a termo resolutivo a celebrar com pessoal docente ou pessoal técnico especializado.

2 — Para efeitos do número anterior, consideram -se necessidades temporárias:

a) As que subsistam ao procedimento da reserva de recrutamento, após 31 de dezembro[Revogado]

b) Os horários inferiores a oito horas letivas, desde que não sejam utilizados para completamento;

c) As que resultem de horários não ocupados na reserva de recrutamento e na bolsa da contratação de escola;  As que resultem de horários não ocupados na reserva de recrutamento;

d) As resultantes de duas não aceitações, referentes ao mesmo horário, nas colocações da reserva de recrutamento.

3 — Consideram -se ainda necessidades temporárias as necessidades de serviço a prestar por formadores ou técnicos especializados, nas áreas de natureza profissional, tecnológica, vocacional ou artística dos ensinos básico e secundário que não se enquadrem nos grupos de recrutamento a que se refere o Decreto -Lei n.º 27/2006, de 10 de fevereiro.

4 — Aos docentes colocados ao abrigo da contratação de escola é aplicado o disposto no artigo 42.º

5 — [Revogado].

6 — O presente procedimento é aplicável às escolas portuguesas no estrangeiro.

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É Uma Tremenda Falta de Categoria

Prever que o mundo apenas gira à volta do lifestyle, da moda, da beleza e de outros temas fúteis.

 

blogsdoano

 

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E Lá se Foi a Prenda da DGAE – Efeitos da RR2 a 20 de Setembro

E os efeitos da colocação agora são apenas ao dia 20 de Setembro.

E dizem que tudo corre às mil maravilhas?

 

20-setembro

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Prendinha da DGAE – Efeitos do Contrato a 1/9/2016 na RR2

A DGAE retroagiu os contratos ao dia 1 de Setembro para as colocações na Reserva de Recrutamento 2.

Já tinha dado conta que se não o fizesse estaria a agir de má fé.

 

Fez bem.

 

Mas sei que muitos colocados na CI e na RR1 discordam disso.

Para efeitos de vencimento não se esqueçam que só conta a partir do dia seguinte à aceitação, ou seja amanhã para quem aceitar hoje ou quarta-feira para quem aceitar amanhã.

 

antes-aceitar depois-aceitar

 

ACTUALIZAÇÃO: Passado uma hora da publicação deste artigo a DGAE alterou a data de efeitos dos contratos dos docentes colocados na RR2, conforme consta neste artigo.

E Lá se Foi a Prenda da DGAE – Efeitos da RR2 a 20 de Setembro

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Education at a Glance 2016

 

Uma coisa vem bem explicita, o investimento em educação já não é o mesmo que noutros tempos…

 

(clicar na imagem)

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Divulgação – Ferramentas Escolares

Enquanto docente do grupo 550-Informática e autor de vários programas específicos para o contexto escolar, venho por este meio dar conhecimento do meu mais recente projeto que está disponível gratuitamente no website: ferramentasescolares.pt.

Este contacto tem por objetivo pedir o seu apoio, no sentido de divulgar, no seu blog, o simulador que se encontra disponível no website ferramentasescolares.pt, o qual considero poder contribuir para agilizar uma das tarefas trabalhosas e morosas quando realizadas pelos processos tradicionais.

A disponibilidade gratuita, pertinência, utilidade e facilidade de utilização integram algumas das palavras que considero poderem descrever o simulador que partilho. A elaboração das planificações, bem como a organização, controlo e registo das atividades escolares podem ser mais rápidas, pois de um modo intuitivo e apenas com a informação essencial acerca da turma e disciplina, o professor poderá rapidamente ter a perceção do número de aulas a lecionar por dia da semana, mês e período. Para o ensino profissional, através da introdução do volume de formação (em número de aulas) o professor ficará a saber de imediato qual a data prevista para o término das disciplinas que leciona.

Perante o referido, caso considere oportuno, peço-lhe que divulgue o endereço ferramentasescolares.pt junto da comunidade docente que segue atentamente o seu blog.

 

Com os melhores cumprimentos,
Rui Costa

 

 

clicar na imagem para aceder ao site.

 

ferramentas-escolares

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Pormenores sem importância da RR2

 

A RR2 saiu ontem à rua. Tantos docentes colocados (5987). Nunca se viu uma RR2 assim! Os horários 0 foram reduzidos de 667 para 190. Foi assim, subitamente, aconteceu…

O engraçado de tudo isto é que ninguém pergunta como foi isto acontecer. Todos o sabem, mas estão tão contentes com as colocações que mais nada interessa.

Pois… afinal de contas a colocação de docentes não foi assim tão “pacifica” como até agora se tem ouvido e lido. Se tivesse sido, estes números nunca teriam surgido.

Esperemos que no próximo verão os pedidos de MPD sejam deferidos ou indeferidos um pouco mais cedo, antes das colocações em MI, para que essas vagas possam ser recuperadas a tempo.

E já agora, ninguém se sentir injustiçado por ter sido colocado a 100 KM de casa, para agora ver dezenas de colegas, menos graduados, colocados numa das vagas que poderia ter ocupado, bem mais perto de casa…

Mas isto são pormenores sem importância…

 

PS: (Eu vou mais longe que o Arlindo) Se isto tivesse acontecido durante um dos quatro anteriores governos, tinha caído o Carmo e a Trindade… mas agora está tudo bem!!!

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Ferramenta: “A minha situação na lista – RR2”

 

Mais uma vez (agora com a atualização da RR2), disponibilizo esta ferramenta que permite perceber como está a vossa posição na lista e como estão distribuídos os horários que foram saindo (por QZP e tipo de horário).

Atualização: reposta a ligação ao ficheiro.

ferramenta

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Se Fosse o Crato …

… a impedir a retroacção das colocações ao dia 1 de Setembro, por as listas terem sido publicadas no dia seguinte ao último dia do arranque das actividades lectivas, havia quem fizesse muito baruho.

Mas não. 

Corre tudo muito bem. 

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Nota Informativa da RR2

Não me voltem a perguntar prazos de aceitação e apresentação sem terem lido a Nota Informativa da RR2.

Porque depois de a lerem ficam esclarecidos.

Esta nota informativa também aborda os aditamentos de contratos.

 

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240 Docentes Retirados na RR2

Foram retirados 240 docentes das listas da Reserva de Recrutamento  de acordo com os motivos seguintes e tipo de candidato.
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5987 Contratados Colocados na RR2

Foram colocados 5987 docentes contratados na Reserva de Recrutamento 2.

 

2731 docentes foram colocados em horário anual e 3256 em horário temporário.

 

Fica o quadro com a distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.

 

 

rr2cnquadro

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Reserva de Recrutamento 2

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa de Docentes de Carreira e Candidatos à Contratação – 2ª Reserva de Recrutamento 2016/2017

 

Docentes de Carreira – ano escolar de 2016/2017

Candidatos à Contratação – ano escolar de 2016/2017

Lista definitiva de retirados – Consulte

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Apreciação das condições de abertura do ano letivo

A FNE, em reunião no dia 14, elaborou uma apreciação sobre a abertura do ano letivo. Parece que nem tudo correu bem, como andam por aí a gritar aos sete ventos…

 

Apreciação das condições de abertura do ano letivo
2. A abertura deste novo ano letivo, na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário, fica assinalada negativamente:
a) pelos resultados do concursos de docentes, os quais foram caracterizados por:
– manutenção de uma data tardia para o conhecimento dos respetivos resultados – apenas 30 de agosto;
– a emergência de múltiplas situações de injustiça, quer pelo calendário de execução das mobilidades por doença, quer pelo inusitado aparecimento de centenas de horários completos e de ano inteiro na primeira reserva de recrutamento e que deveriam ter feito parte da contratação inicial;
– continuação de um elevado nível de precariedade entre os docentes, expressa nos 7000 docentes que foram contratados, e muito particularmente pelos quase 30 000 docentes que ficaram sem colocação, e ainda pelos mais de 1 500 docentes dos quadros identificados sem componente letiva atribuída, o que mais não significa do que desperdício na gestão de recursos altamente qualificados e imprescindíveis para um efetivo crescimento do nível de escolarização/qualificação da nossa população;
– pela forma e pelo tempo em que decorreram as colocações em regime de mobilidade por doença, da qual resultaram prejuízos significativos, quer por desrespeito pela posição relativa entre candidatos, quer pelos seus efeitos na organização das escolas;
b) pela insuficiência de assistentes operacionais para garantirem um adequado acompanhamento e enquadramento dos alunos nas nossas escolas;
c) pelo desemprego ou redução de horários que se registam entre milhares de docentes e não docentes do ensino particular e cooperativo, particularmente no caso dos colégios com contrato de associação.

 

(clicar na imagem para ler todo o documento)

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Listas do concurso de contratação inicial – Madeira (15/09/2016)

CONTRATAÇÃO INICIAL

 

 

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Opinião – Santana Castilho – Dois dedos de conversa sobre a abertura do ano lectivo (no “Inferno”)

Uma boa explicação sobre o “estado da educação”…

 

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Concursos Para a Escola Portuguesa de S. Tomé e Príncipe

Ver aqui alguns concursos a decorrer para a Escola Portuguesa de S. Tomé e Príncipe.

 

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Em concurso ainda estão:

AVISO de dia 12 de Setembro

Escola Portuguesa de São Tomé e Príncipe

Aviso de abertura – Contratação

Torna-se pública a abertura de um procedimento concursal destinado à seleção de docentes com qualificação para os segunites Grupos de Recrutamento: GR- 230; GR- 300; GR- 330; GR- 510; GR- 520 e GR 620.

A Diretora

Manuela Costeira

AVISO de dia 13 de Setembro

Escola Portuguesa de São Tomé e Príncipe

Aviso de abertura – Contratação

Torna-se pública a abertura de um procedimento concursal destinado à seleção de docentes com qualificação para o 1º Ciclo.

A Diretora

Manuela Costeira

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1500 Juntas Médicas para Professores

1500 juntas médicas para professores

 

 

Ministro garante que destacamentos por doença foram alvo de fiscalização clínica.

 

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O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, revelou esta terça-feira que foram realizadas juntas médicas aos professores suspeitos de fraude nas colocações em mobilidade por doença em 2015. ”

Mil e quinhentas juntas médicas foram contratualizadas para responder a questões desta natureza”, afirmou o ministro, em reação à notícia de ontem do CM sobre suspeitas de novas irregularidades, este ano, no destacamento de 4160 professores devido a doença. O ministro não revelou se foram detetadas infrações nessas juntas médicas.

Já o bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, afirmou ao CM que “se foram feitas 1500 Juntas médicas e não houve notícia é porque não foram detetadas irregularidades e 99% dos casos eram justificados”.

Sobre as dúvidas levantadas por Filinto Lima, da Associação de Diretores de Escolas Públicas (Andaep), o bastonário convidou-o a “apresentar provas em vez de fazer afirmações difamatórias”.

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Cultura e Educação trabalham em projeto para articular bibliotecas – RTP Notícias

Escola Secundária de Ermesinde espera obras há mais de 30 anos

“Obras a mais, obras a menos”, “erros e omissões” a evitar na Parque Escolar

“Novo-riquismo” prejudicou alunos e escolas, diz Oliveira Fernandes

Faro: Obras no pavilhão da Escola Afonso III só estarão prontas «no final de Outubro» | Sul Informação

 

Ministro da Educação defende “normalidade” na inclusão de novos alunos na escola pública » Educare – O Portal de Educação

FENPROF admite que 313 despedimentos no privado são negativos mas aponta 20 mil desempregados em todo o país » Educare – O Portal de Educação
FNE lamenta despedimentos por cortes no financiamento aos colégios

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