Setembro 2016 archive

Tudo está bem…

… mas ainda falta limar muitas arestas.

 

O número de psicólogos por alunos nas escolas portuguesas é atualmente de 1/1700 alunos, quando o rácio recomendado é de 1/1000, o que significa que “faltam mais de 500 psicólogos devidamente distribuídos”, disse hoje o bastonário da Ordem.

 

Bastonário da Ordem dos Psicólogos afirma que faltam mais de 500 psicólogos nas escolas portuguesas

in Educare.pt

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Conclusão da Mobilidade Estatutária

O processo de Mobilidade Estatutária, na plataforma SIGRHE,  foi dado como concluído.

 

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São as Prioridades nos Concursos Que Mais Dividem os Professores

As prioridades existentes no concurso são as que mais dividem os professores.

Se analisarmos as respostas pelo tipo de candidato sobre as diferentes prioridades nos concursos: Interno, Externo/contratação inicial e de Mobilidade Interna verificamos que as respostas dadas variam conforme o tipo de professor.

Sobre o concurso interno a maioria dos docentes concorda com as prioridades existentes, independentemente de serem Quadro de agrupamento, QZP ou contratados.

Já no que respeita ao concurso Externo/Contratação Inicial o grupo de professores que concorrem à contratação discorda dessas prioridade. Aqui podemos consideram que há uma discordância relativamente à norma-travão ou ao facto de docentes das escolas com contrato de associação concorrerem igualmente na 2ª prioridade (mais para a frente será analisado em pormenor esta discordância).

É curiosa a diferença de opiniões entre os docentes Quadro de Agrupamento e QZP no que respeita à Mobilidade Interna.

60% dos docentes dos quadros de escola/agrupamento discorda das prioridades existentes na Mobilidade Interna e facilmente se compreende a razão. Estes docentes concorrem em 2ª prioridade para aproximação à “residência”.

Com opinião diferente estão os docentes QZP que concordam com a prioridade que existe na Mobilidade Interna que os colocam à frente de quem pretende apenas por sua iniciativa mudar de escola. Aqui existem 75% de docentes a concordar com as prioridades nesta fase de concurso.

Sem sombra de dúvida que a questão das prioridades é a que mais dividem os professores e que será  difícil de agradar todos na mesa de negociações. Já apresentei a minha solução para haver um equilíbrio entre docentes QA e QZP de forma a minorizar o problema das ultrapassagens quando existem horários em concurso até ao último dia do prazo para o início das actividades lectivas.

 

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“tasse bem!”

Após a apresentação de um protesto veemente à secretaria de Estado da Educação por estar com a carreira suspensa há 11 anos, derivado de estar a ser castigado pela criminalidade bancária, financeira e politica, recebo a resposta compreensiva de que o congelamento irá continuar em 2017, entrando no 12º ano consecutivo de criogenia forçada, e quiçá, em 2018, talvez se pense no aumento da temperatura para ocorrer o degelo…

Outra pachorra que se esgota, é a exigência curricular no ensino básico e secundário em promover a aprendizagem significativa, de cariz cognitivista, estimulando a mobilização de aprendizagens na resolução de problemas; ou seja, estimular a interpretação, compreensão e raciocínio lógico-dedutivo. Contudo, quando os alunos chegam à universidade, em muitos cursos de ciências são bombardeados com pedagogias de aprendizagem behaviouristas, estimulando a memorização pura e dura de vastos conteúdos curriculares, promovendo o conhecimento enciclopédico (o curso de medicina é um exemplo paradigmático…). Qualquer aluno sente-se esquizofrénico no meio deste sistema educativo, acompanhado pelos respetivos professores que diligentemente seguem as orientações oficiais…

Mas como diz a juventude, ‘tasse bem!’…

 

Mário Silva

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O Inquérito do Blog na Comunicação Social

Pela seguinte ordem:
Expresso, Correio da Manhã, Público e Observador.

 

Maioria dos professores não quer que sejam as escolas a escolhê-los

 

Professores querem concurso gerido pelo Ministério

95% defende continuação do sistema orientado pelo Ministério da Educação.

 

Professores não querem que avaliação conte para efeitos de selecção

 

95% dos professores quer concurso gerido pelo Ministério da Educação

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Histórico da RR4

Fica aqui o resumo das colocações de contratados na Reserva de Recrutamento 4, desde 2013.

Para verem as colocações por intervalo de horário, duração do contrato e grupo de recrutamento clicar em cada um dos links.

 

Em 2015
 

619 Docentes Contratados Colocados na RR4

 
Em 2014
 

418 Contratados Colocados na RR4

 
Em 2013
 

555 Contratados Colocados na RR4

 

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95% dos Professores Consideram que o Concurso de Professores Deve ser Centralizado e com Critérios Definidos a Nível Nacional

Se há resposta clara no inquérito elaborado aqui no blogue é a forma como devem decorrer os concursos de professores.

Das 5135 respostas válidas recebidas no espaço de 13 dias verifica-se que 95% dos professores consideram que os concursos devem ser centralizados pelo Ministério da Educação com critérios definidos a nível nacional.

Não há grande variação entre os três tipos de professores que foram inquiridos. Quer professores do quadro de escola/agrupamento, quer professores dos Quadros de Zona Pedagógica, quer professores contratados são da mesma opinião e as percentagens variam dos 94,5% aos 95,8% de respostas a afirmar que o concurso de professores deve ser gerido a nível nacional pelo Ministério da Educação e dos 94,9% aos 97% de respostas a dizerem que estes concursos devem ter como base critérios definidos a nível nacional.

Ao longo dos próximos artigos serão mostrados outros resultados do inquérito realizado entre os dias 11 e 23 de Setembro de 2016.
gestao-do-concurso

 

devem-ser-seleccionados

 

Ficha Técnica

Universo – Professores do Ensino Público e Privado.

Amostra – Aleatória e representativa do universo. A amostra contém 5135 inquéritos preenchidos.

Técnica – O inquérito foi realizado através da plataforma de formulários Google, tendo o trabalho de recolha ocorrido entre os dias 11 e 23 de setembro de 2016.

Responsabilidade do estudo: Professores Alexandre Henriques e Arlindo Ferreira

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Resultados | Concurso de Professores – A Nossa Opinião Também Conta!

Os blogues ComRegras e DeAr Lindo uniram esforços no sentido de conhecer a opinião dos professores portugueses sobre um tema que brevemente estará em negociação – o concurso de professores. Os resultados deste inquérito permitem dar voz a milhares de professores e é nossa esperança que seja tido em consideração no momento devido. Brevemente será lançado outro inquérito dirigido a algumas questões mais específicas do concurso de professores.

Ficha Técnica

Universo – Professores do Ensino Público e Privado.

Amostra – Aleatória e representativa do universo. A amostra contém 5135 inquéritos preenchidos.

Técnica – O inquérito foi realizado através da plataforma de formulários Google, tendo o trabalho de recolha ocorrido entre os dias 11 e 23 de setembro de 2016.

Responsabilidade do estudo: Professores Alexandre Henriques e Arlindo Ferreira

 

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Conclusões:

os professores devem ser selecionados com critérios a nível nacional;

o concurso de professores deve ser gerido apenas pelo Ministério de Educação;

os professores querem o fim da norma-travão;

os professores rejeitam as reconduções dos professores contratados;

os professores consideram que a avaliação de desempenho não deve influenciar a graduação profissional;

os professores querem um concurso onde possam mudar as suas preferências em momentos específicos;

os professores divergem quanto às preferências existentes no concurso;

os professores preferem concursos com cadência anual, exceção feita aos professores de quadro de zona de pedagógica que preferem um concurso de 2 em 2 anos.

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