Setembro 2016 archive

Problemas no Envio dos Artigos Para o e-Mail dos Subscritores

Ao longo do dia de hoje surgiram alguns problemas nas notificações dos novos artigos para os subscritores do blogue devido à actualização de um plugin.

Lembro que a subscrição de novos artigos pode ser feita na barra lateral do blogue com a indicação do vosso e-mail. Depois quando receberem um e-mail de confirmação da subscrição devem aceitar receber todos os artigos do blogue.

Para quem segue o blogue apenas lendo as notificações deixo aqui os artigos publicados hoje.

 

 

Lista colorida RR1

Já Existem Horários Completos em Contratação de Escola

653 Docentes dos Quadros sem Componente Lectiva na RR1

161 Docentes dos Quadros Colocados na RR1

896 Retirados na RR1

1120 Contratados Colocados na Reserva de Recrutamento 1

Diminuição de alunos por Turma… outra vez!

Pela Blogosfera – A autonomia escolar “é uma conversa da treta”… – ComRegras

Nota Informativa – Reserva de Recrutamento 1

Reserva de Recrutamento 1

Notícias Soltas do Dia de Hoje

O velho problema: induzir mais inclusão sem recursos

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Já Existem Horários Completos em Contratação de Escola

E isto decorre da Nota Informativa de hoje que diz o seguinte:

 

 

ce

 

Mas o que me parece estranho é não ter havido candidatos à contratação para Valongo para os grupos 110 e 500.

 

valongo

 

Por isso algo está mal com estas duas ofertas em concurso hoje na aplicação SIGRHE.

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653 Docentes dos Quadros sem Componente Lectiva na RR1

Após a Reserva de Recrutamento 1 estão por colocar 653 docentes dos quadros.

14 docentes sem componente lectiva concorrem a dois grupos de recrutamento pelo que o número de candidaturas neste quadro apresenta um total de 667 por haver essas candidaturas duplicadas.

Para quem tanto apregoa que há mais alunos inscritos na Educação Pré-escolar pergunto como há então mais educadores sem componente lectiva do que em anos anteriores?

 

ncmi1

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161 Docentes dos Quadros Colocados na RR1

Foram colocados 161 docentes dos quadros na Reserva de Recrutamento 1 de acordo com a seguinte distribuição por Grupo de Recrutamento e número de horas de colocação.

Todas estas colocações foram em horário anual.

Foram ainda colocados 20 docentes de forma administrativa.

micolocados

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896 Retirados na RR1

Foram retirados 896 docentes na lista da Reserva de Recrutamento 1 de acordo com os seguintes motivos e tipo de candidato.

 

retirados

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1120 Contratados Colocados na Reserva de Recrutamento 1

Tinha dito a semana passada na comunicação social que seria provável que existissem aproximadamente 1.000 colocações de contratados na RR1.

Não falhei por muito.

Todas estas colocações são em horário anual.

cn

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Diminuição de alunos por Turma… outra vez!

 

Não sei porquê, mas tenho uma ligeira recordação de já ter ouvido e lido isto antes…

Julgo que será uma daquelas lembranças de início de ano letivo, daquelas que, depois, passam a não assunto.

Espero que desta vez não fiquemos pelas intenções ou conversa para “inglês ouvir”…

 

O governante admitiu que “é importante diminuir o número de alunos por turma”, mas disse que existem “constrangimentos”

 

(clicar na imagem) in DN by Mário Cruz/Lusa

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Pela Blogosfera – A autonomia escolar “é uma conversa da treta”… – ComRegras

A autonomia escolar “é uma conversa da treta”…

 

MODELO DE GESTÃO

É irrelevante ser colegial ou unipessoal. De facto, o Presidente do Conselho Diretivo tem (tinha) exactamente os mesmos poderes que hoje tem o Diretor. Nem mais, nem menos. Já desempenhei as duas funções e nunca me percebi de qualquer diferença. A equipa que o director constitui funciona, tal e qual, como um conselho directivo. Em condições normais, as decisões do director ancoram-se na auscultação do sub director e adjuntos.

comRegras

 

 

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Nota Informativa – Reserva de Recrutamento 1

A próxima Reserva de Recrutamento verá a luz do dia a 16 de setembro…

Fica aqui a Nota Informativa da Reserva de Recrutamento 1

nota

 

 

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Reserva de Recrutamento 1

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa de Docentes de Carreira – 1ª Reserva de Recrutamento 2016/2017

 

Docentes de Carreira – ano escolar de 2016/2017

Candidatos à Contratação – ano escolar de 2016/2017

Lista definitiva de retirados – Consulte

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Lousada recebe as 3ª Jornadas da Educação
Rádio Condestável – MAÇÃO – Quinzena Internacional de Aprendizagem

Escolas recebem alunos para preencher 55.000 turmas – Correio da Manhã

Falta de funcionários põe em risco início das aulas – Cidades – Correio da Manhã
Regresso Às Aulas – Ex-ministros da Educação querem guerra ao insucesso
Antigos governantes recordam os seus primeiros dias de aulas

Radio Portalegre – Portalegre:Secretário de Estado da Educação admite que os mais pobres “são excluídos” pelo sistema educativo
Associação denuncia «graves irregularidades» na contratação de professores | Diário Digital

“Os miúdos continuam com muita vontade de aprender, são é menos focados” – PÚBLICO

Diretores defendem calendário escolar de dois semestres > TVI24
Alargamento do pré-escolar aos quatro anos obriga a abrir mais 175 salas este ano – Observador

Crianças de quatro anos sem lugar no pré-escolar são número “residual”
Professores em idade de reforma tentam um lugar nas escolas
Expresso | Os novos analfabetos

O triste cenário a que chegámos – PÚBLICO

Educação – Maioria dos professores queixa-se da indisciplina
Joaquim Azevedo critica «evidente desinteresse» pelos professores | Diário Digital

“Confiamos-lhes os nossos filhos durante 18 anos”, mas não os valorizamos – PÚBLICO
Maioria dos professores não se sente valorizado – Renascença
Exaustos, desiludidos ou baralhados. Um terço dos professores sente-se assim – PÚBLICO

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O velho problema: induzir mais inclusão sem recursos

Por aqui no Incluso.

Quantos casos por aí – é a política do Tio Patinhas:

Agrupamento André Soares: A educação é especial mas faltam professores para as necessidades

NO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANDRÉ SOARES, o ano lectivo arranca com um aumento do número de alunos e está tudo a postos, menos em matéria de educação especial, com falta de professores.

 

Depois tenho de aturar este com as tretas do costume – o mais com menos?

 

Entrevista – João Costa: “Construir um currículo que potencia a inclusão”

.

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4ª Notificação da MPD

Ao fim de três tentativas com informações erradas da DGAE na notificação aos candidatos sobre a sua escola de colocação em MPD eis que a DGAE resolveu enviar uma 4ª notificação retirando toda a informação sobre a escola de colocação.

Daria para rir se o assunto não fosse tão sério.

 

Exmo.(a) Sr.(a) Professor(a)

Fica V. Exa notificada, nos termos do artigo 114.º do Código do Procedimento Administrativo que, por despacho da Senhora Diretora-Geral da Administração Escolar, datado de 8 de setembro de 2016, que foi deferido o seu pedido de Mobilidade por Doença para o ano escolar de 2016/2017, para o exercício de funções no(a), ao abrigo do Despacho n.º 9004-A/2016, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 133, de 13 de julho de 2016 para o Agrupamento de Escolas/Escola não Agrupada pretendido e por si indicado no formulário do “Pedido de Mobilidade por Doença”.
Deverá entrar em contacto com o referido Agrupamento de Escolas/Escola não Agrupada uma vez que cabe ao diretor proceder à respetiva aceitação eletrónica.

Com os melhores cumprimentos,

Maria Luísa Oliveira
Diretora-Geral da Administração Escolar

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Equívocos na MPD…

Não sei quem é que anda a notificar os docentes que fizerem pedido de MPD. Mas quem quer que seja necessita de informação correta ou de uma das grelhas do Arlindo, pois não param de nos chegar informações de erros sobre erros nas notificações…

Colegas em que o código do Agrupamento não corresponde à `sua designação, outros em que nem uma coisa nem outra. Segundas notificações com mais informação errada do que a primeira… temos de tudo!!!

Fica um exemplo.

 

Boa tarde!
Hoje fui para a minha escola de provimento para um Conselho de Turma.
Às 10h 30m fui colocada por MPD em Cantanhede onde me dirigi para aceitar o horário. Ficou tudo validado pela escola e no site aparece como VÁLIDO.
Às 17h 15m fui informada pela DGAE que fui colocada em Sintra mas o código era da escola de Cantanhede.
Às 19h 45m recebi novo email a informar-me que havia um erro e fui colocado num Agrupamento de Escolas de Vila Real.

ATUALIZAÇÃO –  À terceira parece que é de vez. Os docentes estão a receber um terceira notificação e desta vez com os dados corretos.

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Resultado insólito de Indeferimento MPD

Com pedido de divulgação para mostrar o ridículo de alguns procedimentos da Mobilidade por Doença.

Neste caso o indeferimento da MPD desta docente deveu-se ao facto de não ter apresentado documento da junta de freguesia que ateste ser a mãe do seu filho.

 

 

Ao longo do dia na respetiva plataforma do SIGRHE, enquanto a maioria dos colegas recebiam o seu resultado , e confirmavam o mesmo no campo denominado “contratos/colocações”, eu não possuía este mesmo campo, não havendo qualquer informação inclusive quer no Agrupamento de provimento quer no Agrupamento pretendido no referido pedido de MPD.
Refira-se que já há dois anos que tenho conseguido este destacamento não por mim, mas sim, pelo caso clínico do meu filho, ou seja do meu descendente!!Acrescente-se que o meu Agrupamento de Provimento é em XXXXXX e onde moro é em XXXXX , perfazendo 100km ida+ 100km volta, num total de 200km diários, sendo eu docente de Quadro de Escola do grupo 110.
Perto das 18 horas recebo, então, um mail com o seguinte conteúdo que passo a apresentar com as devidas omissões:

 Exmo.(a) Sr.(a) Professor(a)

.(…………….)

Fica V. Exa. notificada, nos termos do artigo 114.º do Código do Procedimento Administrativo que, por despacho da Senhora Diretora-Geral da Administração Escolar, datado de 8 de setembro de 2016, foi indeferido o seu pedido de Mobilidade por Doença para o ano escolar de 2016/2017, ao abrigo do Despacho n.º 9004-A/2016, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 133, de 13 de julho de 2016, porquanto o pedido em causa não cumpre os requisitos do referido despacho.

Mais se informa que, o(s) motivo(s) que conduziu/conduziram ao referido indeferimento é/são o(s) seguinte(s):

A08 – Por não ter apresentado o documento comprovativo emitido pela junta de freguesia que atesta a relação familiar ou união de facto, bem como a relação de dependência exclusiva do parente ou afim no 1.º grau da linha reta ascendente que coabite com o docente e o local da residência familiar, nos termos da alínea b), do n.º 9, do capítulo II, do Despacho n.º 9004-A/2016, de 13 de julho

 

Com os melhores cumprimentos,

Maria Luísa Oliveira

Diretora-Geral da Administração Escolar

 

Digamos que fiquei perplexa e, ao mesmo tempo, triste, pois não faço ideia do tempo e do trabalho que terei pela frente até chegar ao desenrolar de uma situação e de um erro grave criado pela  própria DGAE , e do qual o meu filho e eu não temos qualquer culpa!!
Caso seja possível gostava de saber se têm conhecimento de situações similares que tenham ocorrido e, desta forma, podermos juntos apelar a uma solução rápida!!
Obrigado colega, mais uma vez, e espero , sinceramente, que resultados deste tipo ecoem pelos media por forma a prevenir-se situações futuras!!!

Uma colega à beira de um ataque de nervos…

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Será Que a DGAE não Precisa de Gente Competente?

Recebo informação que as notificações por e-mail já estão a chegar aos docentes e que as escolas indicadas como colocação na Mobilidade por Doença não são as pedidas pelos professores, nem as que foram indicadas na aplicação hoje de manhã na área reservada de cada docente.

É dado a conhecer ao docente que fica colocado numa escola de código XXXXX, mas depois o nome da escola e o Concelho não são os mesmos desse código.

Fico a aguardar alguns exemplos desses para os colocar aqui neste artigo.

Obviamente que está tudo errado e não liguem muito a esse e-mail enviado pela DGAE.

 

 

Exemplo 1

 

Fica V. Exa notificada, nos termos do artigo 114.º do Código do Procedimento Administrativo que, por despacho da Senhora Diretora-Geral da Administração Escolar, datado de 8 de setembro de 2016, foi deferido o seu pedido de Mobilidade por Doença para o ano escolar de 2016/2017, para o exercício de funções no(a) Agrupamento de Escolas de Alfena, Valongo (400828), ao abrigo do Despacho n.º 9004-A/2016, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 133, de 13 de julho de 2016.

Mais se informa que, com o presente deferimento, cessam todas as mobilidades autorizadas anteriormente ou a colocação obtida em sede de Necessidades Temporárias para o ano escolar de 2016/2017.

No entanto, salvaguardando-se o interesse dos alunos, deve V. Exa. aguardar pela sua substituição, tendo em vista evitar constrangimentos no processo ensino aprendizagem e contribuir para um ambiente educativo estável e de qualidade.

O código da escola do pedido de Mobilidade por Doença está correcto, mas o nome da escola e o concelho não.

 

Exemplo 2

 

Exmo.(a) Sr.(a) Professor(a)

Fica
V. Exa notificada, nos termos do artigo 114.º do Código do Procedimento
Administrativo que, por despacho da Senhora Diretora-Geral da
Administração Escolar, datado de 8 de setembro de 2016, foi deferido
o seu pedido de Mobilidade por Doença para o ano escolar de 2016/2017,
para o exercício de funções no(a) Agrupamento de Escolas Coelho e
Castro, Santa Maria da Feira (151350), ao abrigo do Despacho n.º
9004-A/2016, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 133, de 13
de julho de 2016.

Mais
se informa que, uma vez que o Agrupamento de Escolas/Escola não
Agrupada para o qual solicitou mobilidade no âmbito da Mobilidade por
Doença, coincide com o Agrupamento de Escolas/Escola não Agrupada onde
obteve colocação no âmbito do concurso de Mobilidade Interna para o ano
escolar 2016/2017, se mantém essa colocação, não havendo lugar a
qualquer alteração à sua situação concursal.

Com os melhores cumprimentos,

Maria Luísa OliveiraDiretora-Geral da Administração Escolar

 
Esta docente foi colocada em MI no Porto e a escola de destacamento pedida foi em Fiães

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Já Conheço um Agrupamento com 72 MPD

Há agrupamentos com mais colocações em Mobilidade por Doença?

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É o Agrupamento que faz a Aceitação da MPD?

Segundo informação deixada nos comentários do artigo anterior é o próprio agrupamento que faz a aceitação da colocação em Mobilidade por Doença.

Não tenho qualquer informação oficial que confirme esta situação, mas deixo a informação deixada nos comentários.

 

 

O serviço CAT da DGAE, informou-me que a aceitação é feita pelo Agrupamento depois de entramos em contato com o mesmo e manifestarmos essa vontade. Também me informaram que posteriormente somos notificados por escrito. Os Agrupamentos têm acesso à aplicação de aceitação.

 

 

Procede mal a DGAE não dando qualquer informação dos procedimentos a seguir.
Uma nota informativa com esta informação seria útil e evitava a existência desta dúvida que ainda persiste.

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Mobilidade por Doença Já na Aplicação SIGRHE

Se quiserem dizer como se encontra o vosso pedido digam-no nos comentários deste artigo.

No campo Gestão de Colocações/Contratos vão encontram um novo item que diz colocações MPD.

Também vai ser necessário aceitar a colocação em MPD. Neste momento ainda não encontrei activa qualquer funcionalidade para a aceitação dessa colocação. Mas não se esqueçam que devem fazer isso também.

 

mpd-exemplo

 

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Estados de Alma

Um em cada três professores gostava de deixar de dar aulas

 

 

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Inquérito a quase três mil docentes de todo o país revela elevado grau de desmotivação, com um terço dos profissionais a dizer-se “exausto” e “desiludido”. Quase todos consideram que o prestígio da sua profissão diminuiu, mas é no ensino público que o desencanto se faz sentir mais

 

 

A ideia era conhecer o estado de espírito dos professores, o que os satisfaz, do que não gostam e qual a perceção que têm da forma como a sociedade olha para o seu desempenho. Quase três mil de 130 escolas e agrupamentos responderam ao inquérito lançado pela Fundação Manuel Leão. E o retrato está longe de ser positivo. Quando questionados sobre o que gostariam de fazer nos próximos cinco anos, mais de 30% indicaram que deixariam de dar aulas se tal estivesse ao seu alcance.

Desagregando as respostas, verifica-se que13,5% responderam querer aposentar-se antecipadamente se possível; 8,9% preferiam trabalhar noutra atividade não docente e 8,1% disseram que só continuam a dar aulas por “não ter outra alternativa”. Tudo somado, conclui-se que em cada três preferia deixar de ensinar.

Sem surpresas, é entre os que acumulam mais de 35 anos serviço que mais se anseia a reforma antecipada: o valor atinge os 43%. Mas entre os que dão aulas há 31-35 anos o valor não deixa de ser alto: 33%.

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958 Horários em Concurso na Contratação de Escola

Às 23:30 de hoje existem em concurso 958 horários em contratação de escola.

Lembro que para verem os horários em concurso em cada um dos grupos de recrutamento precisam de adicionar as habilitações para esse grupo de recrutamento.

Se não conseguem visualizar este número de horários é porque não adicionaram a vossa habilitação.

Lembro também que estes horários em concurso, com excepção dos Técnicos Especializados e dos grupos de Música e Dança são todos inferiores a 8 horas lectivas.

Caso fiquem colocados numa destas ofertas são retirados da Reserva de Recrutamento e impossibilitados de serem colocados pela RR até final do ano lectivo, só podendo completar horários concorrendo novamente às ofertas de escola.

Por isso, se estão bem posicionados nas listas de não colocados aconselho alguma cautela neste concurso.
7 setembro 2016

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O que reivindicam os(as) docentes do Pré-Escolar…

 

O 1º ciclo assistiu nos últimos anos a um movimento reivindicativo como nunca houve!

Isso deveu-se ao facto de muitos professores poderem lecionar dois grupos de recrutamento e muitos acabaram por aceder ao 1º ciclo. Ou seja, conheciam a realidade doutros ciclos e comparando com o 1º ciclo perceberam como é difícil viver por cá. Sempre que podem, saem do 1º ciclo pois é extenuante!

Começaram a entender que quanto mais pequenas as crianças, mais cansam!

Agora imagine-se o pré-escolar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Os docentes em monodocência têm a maior carga horária diária e semanal em relação aos outros ciclos. Não têm redução da componente letiva pela idade e nem na idade da reforma. Estamos pior que há 30 anos atrás!

 

 Vamos analisar os pontos de reivindicação:

  • Horário diário- para o pré-escolar e 1.º ciclo uma hora são 60 min, para os restantes docentes são 50 min: o primeiro contrassenso: estas crianças são muito dependentes, cansam muito…10 minutos por hora, seria retirado ao nosso horário 50 minutos por dia!
  • Não temos o problema dos intervalos, embora alguns agrupamentos queiram impor o que fazem no 1º ciclo. Mas o DOAL nada refere em relação ao pré-escolar portanto não se faz. É o 1º ciclo que deve fazer como nós e não o contrario. Além disso todos os profissionais têm 1omn ao meio da manha e isso cria uma .injustiça gritante.
  • O calendário escolar do pré-escolar continua a ser o mais injusto dentro da escola. Trabalhamos mais um mês que os colegas do lado. E se os colegas dos outros ciclos não nos ajudarem nesta luta, em breve isso irá abrangê-los.
  • O atº79 e o regime de aposentação: os professores do pré-escolar e do 1º ciclo não têm redução da componente letiva pela idade. Nos outros ciclo, aos 50 começa essa redução mas em monodocência temos profissionais que aos 60 ainda têm a componente letiva de 25 horas semanais. Se queremos ver a injustiça, basta comparar a componente letiva de dois docentes com a mesma idade no pré- escolar ( e 1ºceb )e nos outros ciclos.

Mas isso sempre foi compensado na idade da reforma. Em monodocência reformávamo-nos mais cedo, 4 anos!

Neste momento nem redução nem benesses na reforma!!!!estamos pior que há 30 anos!

  • Nos outros ciclos o diretor de turma tem um credito de horas, subtraídas à componente letiva ( e muito bem) para articulação com os outros professores da turma e atendimento aos pais. Na monodocência, já sobrecarregada, esse trabalho é desenvolvido fora das horas da componente letiva. Reunimo-nos para articular com os colegas do lado, e TE, coordenamos e supervisionamos a AAF e ainda o trabalho da auxiliar. E atendemos os encarregados de educação (quase todos os dias).
  • Grupos heterogéneos e numero de crianças por turma. Embora a legislação seja clara, há muitos agrupamentos a ultrapassar os números legislados. Apelo a todos os colegas que não deixem iniciar esse precedente. Voltaremos ao séc. XIX num ápice! Temos crianças de 4 níveis etários dentro da sala. Temos de planear e preparar trabalho e atender as diferentes abordagens pedagógicas para 4 idades…
  • Temos 25 crianças de 4 níveis diferentes e 10 “disciplinas”! Gerir isso já requer um esforço sobre-humano. Não podemos deixar que as condições se compliquem! Quando oiço colegas a dizer: pois mas vocês tem só uma turma e nos temos 7. Pois. Nós temos uma turma com 4 níveis e 10 disciplinas, vocês tem varias turmas mas uma só disciplina!
  • As horas da componente não letiva no pré-escolar não chega! Nós temos 5 horas de componente letiva mas demoramos outras 5 diárias a preparar as aulas do dia seguinte. Lembrem-se que são 4 idades e 10 disciplinas! Lembrem-se que estas crianças precisam de atividades diversificadas e estimulantes e o seu período de atenção é muito curto. Temos de ter muito “jogo na manga”. E não temos manuais de apoio nem de trabalho… temos de inventar tudo! se por um lado nos dá imensa liberdade, também nos dá muito trabalho de preparação. É o preço da liberdade! Imaginem que chegavam a vossa sala, com 25 crianças em movimento (pois que estes não podem ficar parados muito tempo) e não tinham nem livro de apoio nem de trabalho…
  • Os espaços do pré-escolar- deve ser revisto os m2 por criança, pois até um morto que não mexe, tem mais espaço no cemitério! As crianças amontoam-se em espaços exíguos e ate o espaço exterior tem sido roubado para fazer mais uma sala.
  • Prolongamentos de horário- a legislação de base nunca foi respeitada nem revogada. Mas foram saindo novas diretrizes que em muitos casos contrariam a legislação que existe: a formação e funções dos animadores, o espaço onde se desenvolvem as atividades de apoio à família. Este trabalho tem de ser coordenado pelos educadores e torna-se muito difícil porque falha na base. Seria importante um estudo sério sobre esta componente pois a continuar assim prejudica gravemente a sanidade mental de crianças e docentes. E os pais têm de se envolver neste trabalho, não se podem demitir e apenas criticar.
  • A representação deste ciclo nos órgãos de gestão- pela especificidade do pré-escolar e pelo desconhecimento do seu funcionamento por parte deste órgão, seria de extrema importância sermos representados por quem percebe deste ciclo. Não há um investimento sério.
  • Substituição nas faltas do docente- há agrupamentos que procedem à divisão dos alunos pelas outras salas. Se já estava um inferno, piorou! E nada na lei diz que obrigue a isso! Mais uma vez apelo aos colegas que não abram esse precedente.
  • Deslocações ao agrupamento- diz a lei que se formos convocados, há lugar a ajudas de custo. Não vacilem!
  • Visitas de estudo são componente letiva. Ou são pagas como horas extraordinárias ou compensadas…na componente letiva. Não vacilem!
  • E vamos acabar com tanta burocracia. Já nos basta o trabalho pedagógico e seus registos. Os educadores de infância não avaliam. Mas fazem registos de desenvolvimento que dá muito mais trabalho. Se até agora ninguém deu por isso, vão começar a entender! É que a tendência vai generalizar-se nos outros ciclos

Que fique bem claro que, ao fazer comparação com os outros ciclos…Nós não queremos que eles fiquem como nós…queremos é ficar como eles!

Mas se não nos unirmos, vai ser precisamente ao contrário!

Por Agripina Maltinha

 

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Contratados Colocados com Menos de 30 Anos

Nas listas de contratação Inicial foram apenas colocados 19 docentes com menos de 30 anos de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento e QZP da escola de colocação.

Desses 19 docentes colocados apenas 8 foram colocados em horários completos e 6 deles no QZP 7.

Os quadros com as faixas etárias 30-35 e 35-40 serão colocados nos próximos dias.

todos menos 30
completo menos de 30

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Opinião – Santana Castilho

Miragens no deserto


O termo está gasto, mas era mesmo preciso um pacto para a Educação.

 

 

A análise dos contributos que o sistema de ensino projecta na sociedade portuguesa é complexa e varia com as perspectivas, técnicas ou políticas, dos observadores. Mas há dados que são incontornáveis. Tendo a OCDE por fonte (Education at a Glance), Portugal tinha, em 2014, 57% da sua população com o 3º ciclo do ensino básico ou menos, enquanto a média da OCDE se cifrava apenas em 21%. Apesar disso, foi no sistema de ensino que a política de austeridade do anterior Governo provocou maior destruição, sem que o actual tenha revertido a situação (no OE para 2016 estão inscritos, para o ensinos básico e secundário, ainda menos 149,9 milhões de euros, relativamente ao que foi gasto em 2015).

Por outro lado, as Estatísticas do Emprego (INE) mostram que, entre 2007 e 2015, foram extintos 1 milhão e 378 mil postos de trabalho para os detentores de habilitação igual ou inferior ao 3º ciclo do ensino básico, face à redução global de 621.000 empregos. Significa isto que os mesmos postos de trabalho, que antes eram ocupados pelos menos qualificados, foram preenchidos por trabalhadores com maior habilitação. Ganhando estes mais? Não, ganhando menos, já que a remuneração média em Portugal diminuiu 24,5 euros de 2011 para 2014 (Boletim Estatístico do GEP do Ministério da Economia). Conclusão: os patrões aproveitaram a crise para substituir menos qualificados por mais qualificados, pagando menos.

Vêm estas considerações a propósito das reflexões que os começos dos anos lectivos sempre suscitam. Este, que agora arranca, primeiro da total responsabilidade do actual Governo, inicia-se sob duas bandeiras ideológicas: a das novas Novas Oportunidades, que alimentará ilusões de incautos, à semelhança da anterior iniciativa, e terminará queimando, com a mesma duvidosa utilidade, quase 900 milhões de euros (não é erro meu, é previsão do Governo, ínsita no Programa Nacional de Reformas) e a que dá pelo nome de Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar, cujos mentores podem conhecer todos os livros do baú das teorias pedagógicas, mas nada sabem das razões determinantes do insucesso escolar.

Quanto ao mais, quê? Negadas liminarmente, há bem pouco, medidas de renovação de um corpo docente envelhecido.

Sem perspectiva de fim o congelamento da carreira docente, que foi decretado em 2005, como transitório e para durar apenas até 31/12/2006, já lá vão 11 anos (relaxada Lei 43/2005).

30.000 professores no desemprego. 508 docentes do pré-escolar sem turma e crianças dessa faixa etária sem educadores suficientes, nos grandes centros urbanos. 7.306 professores, com 10, 15 ou 20 anos de serviço, contratados a prazo a meio da antevéspera do início do ano lectivo, depois de férias na ansiedade do desemprego, com cinco dias para fazerem malas, arranjarem albergue, transferirem filhos ou dizerem-lhes adeus e aos maridos e às mulheres, tudo com aviltante desprezo pelo que a Constituição fixa sobre a família (art.º 67.º), sem que, sequer, lhes paguem a partir do primeiro dia de Setembro. Foi melhor que antes? Foi. Mas continuou indigno e podia ter sido diferente.

Municipalização da Educação, a que a maioria se opõe, a avançar de mansinho; diminuição do número de alunos por turma guardada na caixa das promessas; silêncio sobre o modelo de gestão das escolas, sobre a sobrecarga dos curricula, sobre a burocracia asfixiante, sobre as diferenças de tratamento entre os professores do 1.º ciclo e os outros e sobre a reorganização do desporto escolar; esponja passada sobre o atropelo às necessidades educativas especiais.

Vivemos ignorando a vida para lá das questões da gestão corrente e do foguetório propagandístico e esquecendo as experiências anteriores, por mais recentes que sejam. Os governos, férteis em demagogia e ignorância para definir o que julgam premente, concentram todas as energias na demolição do que encontram e partem sem o mínimo esforço para discutir e encontrar soluções para os problemas de fundo da Educação. Vivemos assim há duas décadas, sem pensar o futuro, de máquina de calcular em riste, mas máquina que só faz contas para aplicar a uma parte da sociedade e a um determinado tipo de problemas. O sistema de ensino, anémico, cansado e descrente, é uma equação reduzida a estas premissas.

O termo está gasto, mas era mesmo preciso um pacto para a Educação. Não direi um pacto que a convertesse na primeira prioridade (passe a redundância) porque a Saúde e a Justiça, carentes de modelo idêntico, têm precedência em sede de urgência política. Mas a Educação vem à frente se quisermos, seriamente, preparar o futuro a 20 anos de prazo e abrir caminho à mudança cultural partidária que esse desiderato nacional exige. Só um pacto dessa natureza, duradouro, sólido e verdadeiramente nacional nos poderia afastar das constantes capitulações ante populismos fáceis e apetecíveis resultados imediatos, efémeros como miragens no deserto.

Professor do ensino superior ([email protected])

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Colocações e Trocas nos Açores

Saiu hoje nova lista de colocações nos Açores e a possibilidade de realização de trocas entre docentes colocados.

clicar nas respectivas imagens para aceder as duas páginas.

 

açores 2 trocas

 

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Fonte da Juventude

… é chegar a uma escola, já ultrapassada a metade da esperança média de vida, e ser o mais novo do departamento.

Por muito que todos queiram dar o seu melhor é difícil encontrar nesta fonte a esperança de querer mudar tudo e melhorar a aprendizagem dos alunos.

E falta esperança para isso.

 

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Estudo – Candidatos com 60 ou Mais Anos de Idade

É notícia do Diário de Notícias de hoje o levantamento feito com os candidatos à contratação com 60 ou mais anos de idade e que tem o seguinte título:

 

Professores em idade de reforma tentam um lugar nas escolas

 

A notícia tem como base um levantamento feito por mim e pelo Davide Martins com o número de candidatos e colocados na Contratação Inicial que se apresenta de seguida.

Existem nas listas de ordenação à contratação inicial 159 docentes com 60 ou mais anos de idade distribuídos por prioridade e idade conforme o quadro em baixo.

Dos 159 candidatos, 43 obtiveram colocação e apenas um docente em análise foi colocado concorrendo em 3ª prioridade, todos os restantes obtiveram colocação em 2ª prioridade. Este docente colocado em 3ª prioridade conseguiu colocação no grupo 290 – EMRC.

 

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A dúvida que existia sobre estes candidatos com mais de 60 anos é saber se tinham uma grande “carreira” como docentes contratados e nunca entraram no quadro ou se vinham de escolas particulares com essa mesma carreira feita no ensino particular.

Como sabem, não é possível analisar pelas listas de ordenação se os candidatos em 2ª prioridade fizeram todo o tempo de serviço no ensino público ou se vieram de escolas com contrato de associação com essa carreira feita nesse sector.

Para tentar perceber esta dúvida calculamos a média de tempo de serviço desses candidatos dividindo esse tempo de serviço em duas variáveis, tempo de serviço antes da profissionalização e após a profissionalização.

A conclusão que se chega é que estes docentes na sua maioria não têm uma carreira completa nem no sector público, nem no sector privado e cooperativo.

A média de tempo de serviço dos 159 docentes com mais de 60 anos em concurso situa-se nos 4.827 dias de serviço total que representa pouco mais de 13 anos de serviço.
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A notícia do DN pode ser lida aqui.

Para melhor análise destes resultados por grupo de recrutamento abrir este documento.

 

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3.405 Docentes Retirados da Mobilidade Interna

Foram retirados da lista da Mobilidade Interna 3.405 docentes de acordo com a seguinte distribuição por motivo e tipo de candidato.

 

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Tesourinhos Contratuais

O milagre do pão, ou o milagre para a receita da redução do número do desemprego.

4 horários em concurso para o mesmo grupo de recrutamento no Agrupamento de Escolas de Alcaides Faria, em Barcelos. Os 4 horários em concurso totalizam 25 horas e presumo que sejam para a oferta disciplinar de EMRC no 1º ciclo.

 

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Opinião – Agripina Maltinha – A Educação Pré- Escolar

A educação pré-escolar destina-se a crianças com idades compreendidas entre os três anos e a entrada na escolaridade obrigatória. Constitui assim a primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida.

Resumindo…há três formas de atendimento ao pré- escolar:

A rede privada– tem total autonomia pedagógica e financeira- as famílias suportam toda a mensalidade e o controlo pedagógico é nulo. A vontade dos pais impera!

A rede solidária IPSSs– não tem autonomia financeira mas tem pedagógica. São subsidiados pela segurança social e os pais pagam conforme os rendimentos. A tutela é da segurança social e como tal só é controlada a parte assistencial. Pedagogicamente ficam à mercê do diretor que muitas vezes não tem conhecimentos pedagógicos nenhuns. A diretora pedagógica é uma figura pouco relevante e só lá esta porque sem ela, não havia subsídio da SS. A rede solidária foi a base dos Contratos de associação numa tentativa de generalizar. E quase resultou! Mantenhamo-nos atentos!

A rede pública do ME– não tem autonomia pedagógica nem financeira. A sua função não é assistencial, é educativa e é tutelada pelo ME. A função assistencial é complementada pelas Câmaras em protocolo de apoio ao desenvolvimento das AAFs.

A educação pré-escolar integra-se na administração do agrupamento como todos os outros ciclos, tem os mesmos órgãos intermédios (departamento curricular) e está representada nos órgãos superiores do agrupamento: Conselho pedagógico e Conselho geral.

As funções dos educadores são as mesmas definidas por lei para todos os docentes e o trabalho pedagógico também está definido em vários diplomas legais. Citam-se os mais importantes: Metas de aprendizagem para o pré- escolar e as Orientações Curriculares revistas este ano e atualizadas.

 

 O Despacho n.º 9180/2016, de 19 de Julho [Diário da República, 2.ª Série — N.º 137 — 19 de Julho de 2016] – Homologa as orientações curriculares para a educação pré-escolar. (porque ainda há quem não saiba que este é o documento de referencia para os educadores de infância) é um documento sintetizado, de fácil consulta e acessível a todos – pais, colegas professores e comunidade em geral.

Para quem não saiba (e há muitos professores que não sabem), educação de infância é uma licenciatura como de qualquer professor, o estatuto é o mesmo assim como a tabela de vencimentos.

Durante anos foi injustamente considerado o parente pobre na educação fruto de ignorância que grassou mesmo dentro da classe.

Assistimos a um momento crucial nas condições laborais dos professores da educação pré-escolar (e 1º ciclo) com um grave retrocesso civilizacional. Este sistema dificulta o trabalho destes professores e baixa a qualidade do serviço que presta aos alunos.

Urge que a sociedade civil se consciencialize que estão a abrir-se precedentes graves numa escola que deve preparar para a vida e é paga com o dinheiro dos cidadãos.

É portanto um trabalho de todos, não só dos professores!

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Esclarecimento da DGAE do Ponto 8 da Nota Informativa da MI

Ainda não percebi como se gerou tanta confusão com este ponto 8 da Nota Informativa da Mobilidade Interna.

Parece-me de leitura simples, mas já percebi que existem escolas que fazem deste ponto um enorme quebra-cabeças.

 

 

 

De: [email protected] <dgrhe.mecdgrhe.min-edu.pt@dgae.mec.pt>
Data: 5 de setembro de 2016 às 17:21
Assunto: Interpretação ponto 8 da Nota Informativa sobre a Mobilidade Interna e Contratação Inicial
Para:

 

Exmo.(a) Sr.(a) Diretor(a)/Presidente da CAP,

Por considerarmos ter-se verificado uma interpretação errada do ponto 8 da Nota Informativa sobre a Mobilidade Interna e Contratação Inicial – Publicitação das listas definitivas de ordenação, exclusão, colocação, de não colocação, de desistências e de retirados das necessidades temporárias, de 30 de agosto, reitera-se a informação que os docentes deverão aguardar a publicação dos resultados do procedimento de Mobilidade por Doença na escola onde se encontraram em funções no ano escolar 2015/2016 (independentemente desta ser a sua escola de provimento ou a sua última escola de colocação).

 

Com os melhores cumprimentos,
A Diretora-Geral da Administração Escolar
Maria Luísa Oliveira

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O que pensam os Diretores e os Presidentes de Conselhos Gerais… Estudo ComRegras

comRegras

O que pensam os Diretores e os Presidentes de Conselhos Gerais sobre questões pertinentes da escola portuguesa?

Os professores devem ser contratados

 

O modelo de gestão, a municipalização escolar, a autonomia escolar e o calendário escolar, são questões muito importantes e que este estudo mostra que os principais membros da comunidade escolar – Diretores de Agrupamentos e Presidentes de Conselhos Gerais – não estão de acordo com o rumo que está a ser seguido. Outras questões como a limitação de mandatos, a contratação de professores e a retenção com caráter excecional, têm a concordância dos inquiridos.

Os resultados escolares e as questões disciplinares continuam a ser o principal motivo de preocupação dos Diretores de Agrupamentos e Presidentes de Conselhos Gerais. De realçar que mais uma vez, as questões disciplinares surgem no topo das preocupações. Apesar da sua relevância para quem está no terreno, este é assunto que só é referido quando a desgraça bate à porta da Escola Pública. No estudo realizado no ano passado pelo ComRegras sobre Indisciplina Escolar, foram apresentadas uma série de propostas que acredito que de forma célere e eficaz, iriam reduzir não só os níveis de indisciplina como seguramente potenciar o sucesso escolar.

Todos estamos cientes das restrições orçamentais, mas estas não podem justificar por si só a política de escola pública “low cost” que tem vigorado há já demasiado tempo. Existem questões que não são só financeiras, são políticas! É preciso ouvir a comunidade educativa e neste caso em particular os Diretores e Presidentes de Conselhos Gerais. Não faz sentido ter uma escola pública liderada por pessoas que discordam em matérias determinantes para o seu futuro.

Não é por isso de estranhar que apenas 8,3% de Diretores e Presidentes de Conselhos Gerais sintam o seu trabalho reconhecido/valorizado pela tutela. São valores que deviam envergonhar e fazer refletir profundamente os visados. Quem não se sente reconhecido/valorizado, não se sente ouvido… e os dados deste inquérito se mostram alguma coisa, mostram que é preciso ouvir quem está no terreno e dá a cara todos os dias.

E o que pensam os professores, os pais e os assistentes operacionais sobre estes assuntos? A são tempo saberemos 😉

eleição diretor

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Contratados sem retroativos a 1 de setembro

 

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In JN by Alexandra Figueira

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MPD, em princípio, dia 8… RR dia 9

Segundo declarações de Mário Nogueira, dia 8, quinta feira serão comunicados os deferimentos e indeferimentos dos pedidos de Mobilidade por Doença. A primeira RR deverá ver a luz do dia no dia 9, sexta feira.

 

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Procedimento Concursal EPE para o cargo de professor – Lista provisória de colocação corrigida

 

Informam-se todos os interessados que, no âmbito da 3. ª Manifestação de preferências se divulga a lista provisória de colocação corrigida. Os candidatos colocados devem comunicar ao Camões, I.P., no prazo de setenta e duas horas, correspondentes aos três primeiros dias úteis a contar do dia de publicitação da lista de colocação, entre as 00h00 de 6 de setembro e as 24h00 de 8 de setembro, a aceitação da colocação para o endereço eletrónico [email protected]

Lista Provisória de Colocação e Lista Provisória de candidatos não colocados, para o cargo de professor – 3.ª Manifestação de preferências

 

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Escolas vão insistir com ministro para voltarem a poder contratar

Até assusta cada vez que se fala em rever o diploma de concursos.

 

Escolas vão insistir com ministro para voltarem a poder contratar

 

 

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Diretores querem mais autonomia, poder escolher alguns docentes para as suas escolas e professores mais novos. Sindicatos também vão defender reformas e novas entradas

 

 

Agora que todos os professores contratados estão colocados, vão começar as negociações para os concursos dos próximos anos, que tanto sindicatos como diretores de escolas querem ver alterados. As escolas vão tentar convencer o ministro Tiago Brandão Rodrigues a dar-lhes poder de contratação de professores, que perderam neste ano. Já a principal luta dos sindicatos será pela aposentação dos professores com 36 anos de serviço de forma a abrir vagas nos quadros para os mais novos.

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Nota Informativa Período Probatório 2016-2017

Finalmente foi publicada a nota informativa para a dispensa do período probatório dos docentes que este ano ingressaram na carreira.

As regras são semelhantes ao ano lectivo anterior e são as seguintes:

 

Ficam  dispensados  da  realização do  período  probatório  2016/2017  os  docentes  que  reúnam cumulativamente os seguintes requisitos:

a. Contabilizem,  pelo  menos,  730  dias  de  serviço  efetivo,  nos  últimos  cinco  anos  imediatamente anteriores ao ano letivo 2015‐2016, prestados em funções docentes no  mesmo  nível  de  ensino  e  grupo  de  recrutamento  em  que  o  docente  ingressou  na  carreira;

b. Tenham,  pelo menos,  cinco anos  de  serviço  docente efetivo  com avaliação mínima  de  Bom, nos termos do ECD.

 

Tendo em conta que 99 dos 100 docentes que ingressaram na carreira fizeram-no ao abrigo da primeira prioridade: estiveram 5 anos seguidos no mesmo grupo de recrutamento e foram avaliados com o mínimo de bom em cada um dos anos)  todos eles ficarão dispensados do período probatório.

Resta saber apenas se a única docente que entrou no quadro concorrendo na segunda prioridade reúne também estas condições.

 

 

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Ferramenta: “A minha situação na lista”

A próxima ferramenta permite que cada um analise rapidamente a sua situação na lista graduada para determinado grupo de recrutamento.

Com o vosso número de ordem poderão saber rapidamente o número de candidatos colocados, quantos dos que estão à vossa frente faltam colocar, o QZP, o tipo de horário,..

Em cada reserva de recrutamento tentarei publicar a ferramenta atualizada.

Não prevê nada, mas facilita bastante a contagem!

ferramenta

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Divulgação – Recrutamento de Professores – Reino Unido

 

Para quem quiser seguir os conselhos de uns e outros…

 

ESTAMOS A RECRUTAR PROFESSORES, PASSEM A PALAVRA!
REINO UNIDO – INICIAR EM SETEMBRO 2016

Se é um professor à procura de um desafio no estrangeiro e domina o inglês, esta oportunidade pode ser para si.

Estamos a recrutar Professores em parceria com uma das mais prestigiadas Agências do Reino Unido – recrutamento para o ano Lectivo a iniciar em Setembro de 2016.

Procuramos:
• Professores para escolas primárias e secundárias de todas as disciplinas de ensino para lecionarem no Reino Unido;
• Professores com vasta experiencia, no início de carreira ou a terminar o Curso este ano;
• Professores com um BOM nível de inglês e disponibilidade para iniciar funções no Reino Unido já em Setembro.

Os professores terão que tratar de obter atempadamente o QTS (Qualified Teacher Status);
Apoiamos na obtenção do mesmo e fornecemos formação antes de iniciarem funções nas escolas;
Mais informações e detalhes do recrutamento serão facultadas após análise do CV e aquando da entrevista inicial via Skype (neste momento estão a ser efectuadas diversas vezes por semana).

Está interessado em concorrer ou conhece alguém que o possa estar?
Mande-nos o seu CV em inglês para: [email protected]

No assunto escreva Professor e a sua área de ensino.

Se for selecionado, vai ser convidado para uma entrevista com a agência nossa parceira onde lhe serão facultadas todas as informações das posições disponíveis de momento e as condições de recrutamento.

 

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A Música em Estreia do Blog

Nick Cave & The Bad Seeds – ‘Jesus Alone’ (Official Video)

 

 

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