1500 Juntas Médicas para Professores

1500 juntas médicas para professores

 

 

Ministro garante que destacamentos por doença foram alvo de fiscalização clínica.

 

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O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, revelou esta terça-feira que foram realizadas juntas médicas aos professores suspeitos de fraude nas colocações em mobilidade por doença em 2015. ”

Mil e quinhentas juntas médicas foram contratualizadas para responder a questões desta natureza”, afirmou o ministro, em reação à notícia de ontem do CM sobre suspeitas de novas irregularidades, este ano, no destacamento de 4160 professores devido a doença. O ministro não revelou se foram detetadas infrações nessas juntas médicas.

Já o bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, afirmou ao CM que “se foram feitas 1500 Juntas médicas e não houve notícia é porque não foram detetadas irregularidades e 99% dos casos eram justificados”.

Sobre as dúvidas levantadas por Filinto Lima, da Associação de Diretores de Escolas Públicas (Andaep), o bastonário convidou-o a “apresentar provas em vez de fazer afirmações difamatórias”.

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19 comentários

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    • Carlos Jorge on 15 de Setembro de 2016 at 14:10
    • Responder

    Os limas deste país estão preocupados é com a possibilidade do regresso da gestão democrática às escolas…

    • António on 15 de Setembro de 2016 at 16:58
    • Responder

    O Filinto Lima é mais um dos Diretorzecos que nem uma MERCEARIA consegui gerir se fosse com dinheiro próprio.

    São umas nódoas os Diretores de Escolas.

      • Professora e mãe on 15 de Setembro de 2016 at 17:30
      • Responder

      o mais incrível é que não há quem o destrone… enfim….

        • Carlos Jorge on 15 de Setembro de 2016 at 21:14
        • Responder

        Não eleições, o regime das escolas mais parece a Coreia do Norte.

    • Professora e mãe on 15 de Setembro de 2016 at 17:29
    • Responder

    O sr. Filinto sempre a tentar aparecer….

      • anónimo on 15 de Setembro de 2016 at 17:31
      • Responder

      Exatamente! A Ordem dos Médicos deveria processar este senhor.

        • Luis on 16 de Setembro de 2016 at 16:19
        • Responder

        Processar com base em quê? O bastonário não disse que eram 99%? Então há 1% que é forjada, 1500X1%=15, Então Filinto Lima falou verdade há fraude! Nem que fosse apenas 1 professor. Portanto as juntas médicas devem continuar com rigor.

    • ai on 15 de Setembro de 2016 at 18:14
    • Responder

    Todos sabemos que existe fraude. Para bem da escola pública é saudável que o Ministro se preocupe e sejam realizadas juntas médicas aos professores suspeitos de fraude nas colocações em mobilidade por doença em 2015. As inspeções são necessárias e muito bem vindas ao sistema. Não entendo a posição desses diretores !!! Ao senhor Senhor Filinto votos que procure assunto sério para aparecer …

    • ai on 15 de Setembro de 2016 at 18:16
    • Responder

    Parabéns ao bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, pela sua resposta a esse senhor.

    • Carlos Manuel on 15 de Setembro de 2016 at 19:19
    • Responder

    O bastonário como é óbvio está a proteger os seus, uma ordem é como um sindicato. Se não há fraude não percebo porque é que o qzp2 é diferente do resto do país? Há aqui alguma especificidade para que estejam aos milhares doentes neste qzp? Os professores sabem o que se passa e nada dizem porque este ano não vieram roubar os lugares como no ano passado. Mas ainda assim é uma vergonha para a classe.

      • Delice on 15 de Setembro de 2016 at 20:13
      • Responder

      Mas por que razão deverão estar muito bem distribuídos os docentes com MPD pelos QZP? Acaso não são áreas geográficas diferentes? Não têm um número de habitantes diferente? Não falar destes dados (e de outros existentes relevantes) nesta suposta acusação, mostra bem a ignorância de quem a faz.

        • Luqui on 15 de Setembro de 2016 at 20:25
        • Responder

        Concordo com a MPD para quem realmente necessita mas porque razão só o Ministério da Educação tem de se preocupar? Imagine um docente a usufruir desta mobilidade por descendente quando o respetivo cônjuge também é funcionário publico a trabalhar em Bragança por exemplo ou tem uma profissão liberal nessa mesma cidade. Então o cônjuge não pode cuidar do descendente? Porque razão tem de se deslocar o docente?

          • Delice on 15 de Setembro de 2016 at 21:41

          A sua questão não merecia resposta, mas já pensou na situação de só um elemento do casal ter que ser o cuidador? E porque razão? Não são ambos progenitores? Sabe a dificuldade, por ventura, de cuidar, trabalhando simultaneamente, de uma criança ou idoso doente? Já custa cuidar de uma sem problemas, quanto mais numa em situação de doença…. o seu comentário não parece vir de uma pessoa sã. Creio que alguém tambėm deveria cuidar de si e pedir MPD.

        • SCosta on 15 de Setembro de 2016 at 22:05
        • Responder

        Quase 400 professores com MPD só nos 3 grupamentos de Bragança é no mínimo um número “anormal”! Não tapemos o sol com a peneira!

        • Carlos Manuel on 18 de Setembro de 2016 at 19:44
        • Responder

        Pois e o o qzp 2 é dos mais pequenos, logo como pode ter tantos mpd? Algo se passa. Ou é uma epidemia ou são mentirosos e aproveitadores.

    • Milo on 15 de Setembro de 2016 at 20:32
    • Responder

    É justo um docente ter MPD pelo descendente quando a esposa é funcionária pública na área de residência? A esposa não pode cuidar do descendente?
    É justo um docente ter MPD pelo descendente quando a esposa/marido desempenha uma profissão liberal na área de residência? A esposa/marido não pode cuidar do descendente?
    É justo um docente ter MPD pelo descendente quando a esposa/marido é professor(a) na área de residência? A esposa/marido não pode cuidar do descendente?

      • Delice on 15 de Setembro de 2016 at 21:45
      • Responder

      A sua questão não merecia resposta, mas já pensou na situação de só um elemento do casal ter que ser o cuidador? E porque razão? Não são ambos progenitores? Sabe a dificuldade, por ventura, de cuidar, trabalhando simultaneamente, de uma criança ou idoso doente? Já custa cuidar de uma sem problemas, quanto mais numa em situação de doença…. o seu comentário não parece vir de uma pessoa sã. Creio que alguém tambėm deveria cuidar de si e pedir a MPD.

        • A tentar perceber. on 15 de Setembro de 2016 at 23:01
        • Responder

        Muito bem respondido.
        Existem pessoas neste pais sem um pingo de capacidade de ver para além do seu umbigo.

      • csousa on 15 de Setembro de 2016 at 23:39
      • Responder

      É justo ..porque uma criança com problemas graves de saude deve ter uma mae e um pai por perto,porque precisa dos dois ,com saude e nao de um pai ou mae cansados e esgotados. Pelo menos para fazerem dele um futuro cidadão feliz e solidário,coisa que consigo falhou…

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