E por isso está tudo bem.
E não me importo de ficar isolado a falar sobre isto.
Se existiu acordo para a saída das listas às sextas-feira, então quem acordou isso talvez o tenha feito de forma deliberada também pois sabia que o dia 16 de Setembro seria o primeiro dia de colocações onde os contratos não poderiam retroagir ao dia 1.
E agora a Fenprof anuncia (depois de ter acordado a data de publicação da RR2) que irá tentar contabilizar junto do Ministério da Educação esse tempo de serviço?





31 comentários
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É continua a campanha do Arlindo. Nunca te vi tão ativo anteriormente. Já agora os horários da próxima rr também em devia retroagir porque senão é injusto os do rr2 retroagir e da rr3 não. Enfim já não há pachorra
Colega, na lei está clara esta questão! Os contratos retroagem desde que a colocação tenha lugar até ao último dia possível para iniciar o ano letivo. Porque insiste nesse argumento?
Campanha não! Informação atualizada.
Parabéns Arlindo.
São vagas da mobilidade por doença, não necessidades do sistema. Como podem contar para a norma-travão? Os horários 0 só não constam já das listas porque na sua maioria foram colocados em horário na Mobilidade por doença. Este governo vai criar milhares de horário 0, só nos vamos aperceber deles quando eles sairem.
Essa lei dos cinco anos devia terminar. Não é justo ver colegas com meia duzia de anos a passar à frente de outros com mais do dobro do tempo de serviço. Desta forma terminam o curso, fazem cinco anos seguidos e efetivam. São jovens, não têm filhos, podem ir para qualquer zona do país. Os mais velhos vão ficando cada vez mais para trás.
O problema é que a injustiça já começou nessa ultima fornada de novos quadros…
Se os horários da RR2 retroagirem a 1 de setembro vão chover processos em tribunal de quem se sentir prejudicado, por não ser cumprida a lei. Serei uma dessas pessoas.
Também eu!
Eu também reclamo. Sou colocada a 500 km para ficar com o ano completo e depois estes ficam ao lado de casa em vagas que não existem de facto (só porque os seus donos mudaram de escola porque têm familiares doentes). No decreto lei está até ao inicio das aulas, não está depois.
Eu não entrei em QZP há 2 anos, por não ter retroagido a 1 de setembro por 3 dias nos anos anteriores! E não tinha 5 anos consecutivos em horário anual completo, tinha 10!
Será justo para outros colegas como eu terem começado a contagem do 0 e agora ver outros com essa vantagem?!
Lei é lei!
É injusto, é! Mas, para isso tinham de rever as injustiças anteriores!
O Decreto-lei dos concursos vai ser revisto este ano! Pelo que dizem!
Que façam uma revisão séria ao decreto, e que não se ande a mudar as regras constantemente!
Não percebo os últimos posts deste blog 🙁 sempre gostei muito de cá vir, mas este blog está-se a tornar muito “partidário”… Arlindo desculpe-me a franqueza (não sou nada de “politiquices”) mas o blog começa a perder a sua essência.
Está ofendida? Não se podem publicar verdades? Tem uma boa opção…. vá e não volte!
Direito de opinião! Excelente blog! Quem não gosta que se exprima também, são direitos consignados na constituição em vigor.
Já alguém pensou na INJUSTIÇA BRUTAL, que seria retroagir a 1 de setembro os horários anuais e completos da RR2, quando colegas MAIS graduados ficaram em horários incompletos na RR1??? Apenas, porque os horários não foram disponibilizados a tempo?
Qual a injustiça maior?
Chateia-me profundamente a idiotice e a imbecilidade para não falar de ignorância.
Não conheço o Arlindo de lado nenhum, mas este é um blog importantíssimo para a classe dos professores, de todos os professores e ultimamente têm aparecido uns palermas a pôr em causa a honestidade intelectual do Arlindo, confundindo opiniões baseadas em factos concretos com ideologias, fazendo comparações completamente estapafúrdias. Típico de muitos portugueses, morder em quem trabalha de borla para ajudar.
Enfim haja paciência.
Terem acordado a saída dos horários à sexta foi um belo tiro no pé! Com esse acordo quem fica colocado à sexta só vê o seu contrato contar a partir da terça-feira seguinte!!! São “migalhas” … mas “migalhas” fazem pão!
Arlindo, Bem hajas, tens feito um trabalho fantástico.
Eu tenho sido colocada na CI nos últimos 5 ano em horário completo e anual, em vários pontos do país. Sou casada, tenho filhos e resolvi fazer este sacrifício para ver se entrava para os quadros, com o apoio da minha família. Este ano entraria na norma travão. Espero que não acabem com uma norma que nem 5 anos durou. As pessoas fizeram sacrificios pq havia um objetivo, um limite de contratos. Coisa que nunca tinha acontecido antes, era desmotivante trabalhar sem saber se iam abrir vagas ou não. Espero que este limite não seja retirado na totalidade, pode ser reformulado ou diminuido em anos sucessivos. NÃO ACABEM COM A NORMA TRAVAO POR FAVOR. Voltamos ao antigamente de pedinchar vagas, que irão todas para os do privado, neste momento.
Boa tarde… Na nossa profissão tudo é relativo. Mas devo lembrar a colega, e sem querer desvalorizar os seus sacrifícios, que muita gente não concorreu para mais longe simplesmente porque não podia, como por exemplo, ter familiares dependentes de si, que não podem acompanhar o professor… É só um exemplo. Não tem que existir uma norma travão. Tem que se seguir apenas a graduação. Quem não concorre para longe já tem a penalização de perder tempo de serviço com colocações tardias ou horários incompletos…penso que isso chega.
Se não quer ir para longe para que quer vincular. Para depois ficar em horário 0 se não abrir vaga ao lado da sua casa? Se não quer fazer esse esforço trabalha com os horários de contratação que aparecerem na sua área.
Bem, pensei que me tinha explicado… Lamento que não perceba a diferença entre querer e poder. Boa sorte!
eheheh, era só o que faltava retroagir a 1 de setembro!!!!!! E os mais graduados que ficaram colocados com horários incompletos na CI e RR1 apenas e somente porque houve atrasos na mobilidade? Iam ficar a ver esses da RR2 a lambuzarem-se com tudo, horário completo perto de casa e norma travão!!!!????? O Arlindo tem cada uma!
Acho muito giro ler comentários de muita gente que se sente injustiçada com estas medidas, mas não se sente injustiçada com o facto de ROUBAREM 4 dias de serviço aos docentes que foram colocados a 16/09/2016. SIm, porque essa é a data que, efetivamente aparece na aplicação da DGAE. Mas a data que “conta”, a “oficial” é 20/09/2016! E acham bem!
Muitos dos que agora reclamam, mamaram nos anos anteriores, e só agora é que vislumbram injustiças nas colocações. Como lhes tocou no pelo, agora já acham que está mal!
Esta profissão está assim, porque muitos são HIPÓCRITAS!
METE NOJO!
A retroação é sempre injusta, mais importante seria acabar com a norma travão. Se ela não existisse esta discussão já não faria sentido…
Se vai ser revisto o diploma dos concursos, acabe-se então de vez com a norma-travão e as renovações de contrato… Que são o foco de toda a injustiça e controvérsia! São elas que exponenciam as desigualdades… Antigamente todos os contratos anuais celebrados até 31 de dezembro retroagiam até 1 de setembro e ninguém ficava melindrado. Porquê? Porque NÃO havia norma-travão! Como já disse aqui: Norma-travão e renovações = injustiça ao quadrado!
Voltem os mini concursos… está toda gente louca?
Qual a relação entre renovações/norma-travão e mini-concursos? A Norma-travão não é compatível com as renovações e vice-versa! Ou se revoga um ou outro… Caso contrário mantém-se a injustiça de vinculações com meia-dúzia de anos de docência com a sorte das renovações sucessivas de contrato!
Se existisse justiça nas colocações da CI e RR, isto é, os horários serem disponibilizados a tempo da CI e RR1, a norma travão não incorria em qualquer injustiça, excepto as colocações dúbias feitas pela BCE. Se um docente é colocado em horário anual completo durante 5 anos, é óbvio que o sistema tem necessidade permanente desse docente!
Novo artigo.
Deixo uma ressalva, que acho que o ARLINDO faz um execelente trabalho no seu blogue, se não fosse ele, muitos docentes andavam à deriva no meio de tanta legislação e burocracia legislativa.
Mesmo, não concordando com algumas das opiniões dele, tem TODA a liberdade de a expressar num espaço que é seu e que partilha com todos NÓS!
Uma coisa é verdade, se estivéssemos no governo anterior, estes “pequenos” casos teriam “GRANDES” alaridos junto de certos sindicatos!
Concordo Pedro.