No “Esquerda-Direita” Mariana Mortágua, do BE, e Miguel Morgado, do PSD, debateram a polémica em torno dos colégios privados. O governo socialista cortou o financiamento e pais e professores protestam contra os cortes.
Maio 2016 archive
Mai 14 2016
Contratos de associação em debate (SIC Notícias/14.05.2016)
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Mai 14 2016
Comparação dos Docentes Que Indiquei Estarem em 1º Prioridade com a Lista de Ordenação Provisória
Já no dia 4 de Janeiro deste ano elaborei estudo dando conta que existiam pelo menos 55 docentes contratados que cumpriam as regras da norma travão para ingressarem no quadro no concurso externo anual de 2016/2017.
Por curiosidade fui comparar esses dados com os da lista provisória de ordenação.
Dos 55 docentes que indiquei 48 encontram-se de facto nas listas de ordenação em 1ª prioridade.
Existem também 7 docentes que considerei reunirem as condições para concorrerem em 1ª prioridade e não se encontram na lista de admitidos ao concurso nessa prioridade.
Encontra-se a amarelo os docentes que indiquei reunirem as condições para se candidatarem em 1ª prioridade, Os restantes docentes encontram-se também na 1ª prioridade mas pelo menos uma das colocações nos últimos 5 anos terá sido por contratação de escola em escola TEIP/Autonomia ou foram colocados no grupo 290, grupo este onde não se conhecia publicamente as colocações.
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Mai 14 2016
Pareceres do CE sobre a Mobilidade por doença e OAL
O Conselho das Escolas reuniu extraordinariamente, em 12/05/2016, no Centro de Caparide em S. Domingos de Rana. Nessa reunião, por solicitação do Senhor Ministro da Educação, foram apreciados:
- o projeto de Despacho que fixa as regras de mobilidade por doença do pessoal docente e
- o projeto de Despacho Normativo que fixa as regras de organização do ano letivo (OAL).
Dando resposta ao solicitado, o Conselho aprovou o PARECER n.º 03/2016, relativo à mobilidade por doença e o PARECER n.º 04/2016, relativo à OAL, os quais foram já remetidos ao Senhor Ministro da Educação.
José Eduardo Lemos, PCE, 13/05/2016
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Mai 13 2016
“Animação, hoje é sexta!” (The Moment)
Esta animação é uma história sobre uma artista e o que ela aprende sobre a importância das coisas invisíveis e como isso passa a ser importante quando começa a desenhar o retrato de um estranho.
Fica a sinopse do filme The Moment, realizado por Karis Oh em 2016. Uma animação muito recente, a sugestão desta semana da rubrica “Animação, hoje é sexta!”.
Até para a próxima semana!
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Mai 13 2016
Opinião – Nuno Correia da Silva – “As crianças não são do Estado”
Este artigo foca aquilo que muitos não querem ouvir, que eu tomei a liberdade de colocar a Negrito, especialmente os que querem a continuidade dos contratos de associação…
As crianças não são do Estado
As Crianças não são coisas.
A escola não é um lugar qualquer.
A escola é mais que umas cadeiras, umas secretárias, uns quantos alunos e alguns professores.
A escola é o espaço onde se aprende. Aprende a ler, a contar, a pensar, mas, sobretudo, onde se aprende a viver.
É a escola que nos mostra que somos parte, parte de uma turma, parte de uma nação, parte de um mundo. Ensina-nos o valor da pertença, a virtude da equipe e as vantagens da partilha.
É tudo isto que, com uma ligeireza e imaturidade sem qualificação, o governo e a maioria parlamentar decidiu ameaçar.
Em obediência a dogmas, sempre redutores e atrofiantes, querem destruir instituições apenas porque são privadas, muitas delas afirmaram-se pelo mérito e distinguiram-se pela excelência. Mas, muito mais importante que as instituições são as pessoas e quando as pessoas são crianças a importância duplica e não podemos ficar indiferentes.
Será que, em algum momento, os autores, governo e maioria de esquerda, pensaram na violência que esta alteração, provoca nas crianças e por consequência nos seus pais?
Com o fim dos contractos de associação, as escolas privadas terão de cobrar a propina total para poder pagar a professores e funcionários. Uns poderão pagar, outros não!
Será que conseguem imaginar o drama que vive uma criança que, por razões financeiras, vai ter de mudar de escola, abandonar os amigos de sempre, começar um novo ciclo numa escola onda já há grupos formados e aos quais ela não pertence?
Será que conseguem imaginar a violência que isto constitui para os pais, que não podem pagar a propina total?
A violência de assistirem ao desgosto do filho com a impotência de nada poder fazer porque o orçamento não o permite e uns senhores em Lisboa decidiram que agora a escola que sempre frequentaram é só para quem tem bons rendimentos.
Que estranho conceito de igualdade de oportunidades, que raro conceito de democracia, que egoísmo sem limites é este que apenas por obediência a uma agenda ideológica sacrifica o bem-estar e a tranquilidade de crianças e famílias?
O argumento com que tentam convencer não colhe. Se há irregularidades nos contratos estabelecidos que se denunciem e se corrijam. Se há ilegalidade que seja reposta a legalidade e apurados os responsáveis, se há subjectividade sejam instituídos mecanismos de objectividade.
Os contratos de associação não são o modelo que melhor serve a soberania das famílias sobre a educação dos seus filhos. Abrem portas a cumplicidades e a zonas demasiado cinzentas. Mas a alternativa não é a estatização, é seguramente, a atribuição à escola escolhida de um valor equivalente ao que o Estado gastaria com cada aluno no ensino público.
O princípio base que está agora a ser ameaçado, e não enquadra nos preconceitos da actual maioria, é a liberdade de escolha. Liberdade de escolha para quem tem menos recursos, porque quem tem bons rendimentos e pode pagar as propinas tem sempre essa liberdade garantida.
O que afronta a actual maioria é reconhecer aos pais o direito de serem eles próprios a avaliarem o desempenho das escolas
O que incomoda o Governo é retirar à Fenprof e a outros movimentos de interesses egoísticos o poderzinho de reivindicar direitos sem se comprometerem com os respectivos deveres.
É um retrocesso, um recuo no tempo, é um regresso á estatização do PREC.
O Governo confunde a garantia pública do Direito à educação com o monopólio público das instituições. O Direito pertence aos alunos, não é aos professores, é cada criança que é portadora do direito a aprender, é cada família que tem direito a receber do Estado o apoio que é dado com os impostos que pagou, é cada escola que tem direito a receber em função dos alunos que tem e que livremente a escolheram.
Porque têm medo que sejam as famílias a escolher a escola dos seus filhos a dessa forma avaliarem professores?
O argumento financeiro não colhe. Calculem o custo de cada aluno no ensino público e atribuam esse mesmo valor à escola que o aluno e pais escolherem.
Não ameacem as crianças com a incerteza, não quebrem a estabilidade familiar, não atraiçoem expectativas, não coloquem a escola a quebrar laços de socialização já instituídos e consolidados.
Nota: este artigo foi cedido pelo autor.
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Mai 13 2016
Más noticias dos lados da ADSE…
Não, não vamos descontar menos para a ADSE. Vamos “usufruir” de copagamentos mais generosos. E é já a partir de 1 de junho… é sempre a somar no final do mês.
Quem tiver alguma consulta, exame ou cirurgia a “fazer”, que faça-o este mês…
A Direção-Geral de Proteção Social aos Trabalhadores em Funções Públicas (ADSE) apresenta o novo documento a entrar em vigor no dia 1 de junho, que integra as regras, procedimentos e tabelas de preços aplicáveis aos Prestadores com atividade no âmbito das convenções em vigor e que constituem a REDE da ADSE.
Os Prestadores convencionados estão obrigados ao cumprimento destas regras, procedimentos e tabelas de preços nos termos das convenções em vigor.
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Mai 13 2016
Notícias Soltas do Dia de Hoje
Professores vão para tribunal para anular acordo ortográfico
Professores do privado “não ocuparão lugares no público”
Secretário de Estado da Educação visita CIEC | entroncamentoonline.pt
Colégios privados. “São lóbis fortíssimos”, diz Ana Benavente
As 5 polémicas da guerra entre público e privado. Fomos ouvir pais e professores – Observador
Muitos colégios com contratos de associação ficam junto a escolas públicas – RTP Notícias
Escolas públicas vazias ao lado de colégios privados – RTP Notícias
“Este ministro da Educação é uma pessoa fantástica”, diz Costa
Costa acusa Passos de encarar sindicatos como “organizações criminosas”
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Mai 13 2016
Quando Marcelo defendia que o Estado não deve olhar só para a escola pública
Quanto à visita do PR Marcelo Rebelo de Sousa, em 2011, ao Colégio de São Miguel mencionado no artigo e à boa gestão que por lá se praticou:
Os Amigos São Para As Ocasiões, Não é Caro PR Marcelo? » Blog DeAr Lindo
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Mai 12 2016
Nada corre bem para o lado dos privados…
Ministério admite corte no valor pago por turma
O Ministério da Educação (ME) está, para já, concentrado em fazer uma “avaliação fina” da rede escolar para decidir quais os colégios com contrato de associação que perderão financiamento, por haver escola pública na mesma área. Mas o Governo pretende avançar para uma redução nos 80 500 euros pagos aos colégios por cada turma.(clicar na imagem) in CM by Bernardo Esteves
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Mai 12 2016
Relatório do Tribunal de Contas Sobre o Custo Médio por Aluno
Retomo artigo feito aqui no blogue em 26 de Outubro de 2012, com o relatório elaborado pelo Tribunal de Contas sobre o custo médio por aluno.
Já nessa altura o Tribunal de Contas considerava que ficava mais barato ao estado uma turma com contrato de associação, mas ainda assim este relatório serviu como ponto de partida para a redução do financiamento por turma às escolas com contrato de associação dos 85.000€ para os 80.500€.
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Mai 12 2016
Contas de Gerência de Uma Escola Pública com Dados Comparáveis aos Colégios com Contrato de Associação
Os próximos dois quadros apresentam as contas de gerência do Agrupamento de Escolas de Mangualde, que hoje em dia todos os agrupamentos são obrigados a produzir, mas que se desconhecem publicamente essas contas.
Já aqui tinha colocado o segundo quadro deste artigo, no entanto para haver uma base comparável com o financiamento às escolas com contrato de associação foi revisto o primeiro quadro e retirou-se todas as despesas com a educação pré-escolar e 1º ciclo.
Quanto mais elevado for o ciclo de ensino, mais caro fica o custo médio por aluno/turma.
Em 2015 o Agrupamento de Escolas de Mangualde teve como despesa média por turma, para todos os nível de ensino, um valor de 85.540,29€ mas se forem retiradas as despesas com os níveis de ensino que não são financiados às escolas com contrato de associação esse valor já sobe para os 108.174,42€.
Seria interessante para a discussão que estamos envolvidos nos últimos tempos, que fossem conhecidos estes valores por Concelho e Distrito, para que o assunto se desviasse da ideologia e se centrasse em exclusivo na contabilidade.
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Mai 12 2016
Reserva de Recrutamento 31
Publicitação das definitivas de Colocação, Não Colocação e Retirados e Lista de Colocação Administrativa de Docentes de Carreira – 31ª Reserva de Recrutamento 2015/2016
Mobilidade Interna – ano escolar de 2015/2016
Lista definitiva de retirados – Consulte
Documentação
Serviços
- Recurso Hierárquico – 31ª Reserva de Recrutamento 2015/2016
Aplicação disponível das 10:00 horas de sexta-feira, do dia 13 de maio, até às 23:59 horas de quinta-feira, dia 19 de maio de 2016 (hora de Portugal Continental) - Aceitação de Colocação pelo Candidato – 31ª Reserva de Recrutamento 2015/2016
Aplicação disponível das 10:00 horas de sexta-feira, do dia 13 de maio, até às 23:59 horas de segunda-feira, dia 16 de maio de 2016 (hora de Portugal Continental)
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Mai 12 2016
Professores dos colégios sem hipóteses nos quadros do Estado
Concorrência. Regras dão prioridade a docentes da rede pública no acesso ao quadro. E mesmo os contratos anuais já estão entregues
A possibilidade de professores oriundos dos colégios privados virem a ocupar lugares do quadro nas escolas públicas é praticamente nula. E mesmo para disputarem a maioria das vagas de contratação a termo com os colegas que têm estado ao serviço das escolas públicas, terão de esperar pelos próximos concursos nacionais, que só decorrem no próximo ano.
Esta é a convicção de Arlindo Ferreira, autor de um blogue especializado em questões de contratação, e da própria Associação Nacional de Professores Contratados (ANPVC), a qual, ainda assim, promete estar “em cima da situação” nos próximos tempos.
(clicar na imagem)in DN by Pedro Sousa Tavares
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Mai 12 2016
Transferir alunos do privado para o público
As contas que ninguém faz… o que ouvimos até hoje não bate a bota com a perdigota, mas ficam alguns números para que se tenha uma ideia do que vai por lá…
Nesta terça-feira, os jornalistas foram convidados para um pequeno-almoço no Ministério da Educação (ME) com o objectivo de “recentrar” a informação sobre os contratos de associação com os colégios, que têm estado no centro de uma acesa polémica entre Governo e oposição. Entre os vários números que o ME tinha para apresentar, avançou pela primeira vez com este valor: de acordo com um novo estudo do Instituto de Gestão Financeira Escolar (IGFE), cada nova turma no ensino público que venha a ser criada com estudantes que tenham de sair do ensino particular, devido à redução do financiamento do Estado, terá um custo de 54 mil euros por ano. Para este cálculo foi apenas tido em conta o custo da contratação de novos docentes (em média, dois por turma). No privado, o custo por turma financiada é de 80,5 mil euros por ano.
Os factos
Em Portugal continua a não existir um estudo fidedigno sobre o custo médio por aluno e, por conseguinte, por turma, o que tem resultado em valores para todos os gostos. Todos os estudos realizados até agora apontam para o mesmo cenário: o ensino público sai mais barato ao Estado do que o financiamento ao privado. Mas todos eles acabam por pecar por excesso ou defeito.
O cálculo agora avançado pelo ME é o mais baixo dos que foram apresentados nos últimos anos e tal deve-se ao facto de o ministério apenas ter contado para este exercício com a contratação de novos docentes, esquecendo os custos associados à necessária contratação de mais pessoal não docente, à manutenção e gestão das escolas e à Acção Social Escolar, entre outras rubricas.
O valor a que assim chegou está muito abaixo dos 85.540 euros por turma (um valor superior ao dos contratos de associação) que consta, por exemplo, nas contas de 2015 apresentadas pelo Agrupamento de Escolas de Mangualde e que foram divulgadas no blogue de educação DeAr Lindo.
(clicar na imagem) in Público by Enric Vives-Rubio
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Mai 11 2016
Divulgação – Recrutamento de Professores de Português e Matemática
Para a zona de Viseu.
Muitas crianças e jovens não atingem os resultados escolares que merecem porque têm dificuldade em se ajustar aos métodos de ensino tradicionais. Na Fazedores de Líderes ajudamos as crianças a desenvolver estratégias de compreensão das matérias que melhor se ajustem ao seu tipo de inteligência. Para além disso, trabalhamos competências comunicativas, que são fundamentais para a afirmação da criança entre os seus pares e desenvolvemos a sua musculatura intelectual através da criatividade e do pensamento crítico. Para enformar todo o processo, introduzimos na rotina da criança ferramentas de liderança que lhe permitem melhor organizar o seu tempo, as suas prioridades e gerir o seu desempenho.
Trata-se de uma metodologia que acrescenta valor ao indivíduo e o leva progressivamente a patamares de desempenho, de confiança e de felicidade mais elevados.
Estamos momento a criar uma bolsa de professores de português e matemática. Procuramos profissionais com experiência que possam trabalhar com os nossos alunos os fundamentos de raciocínio e compreensão destas duas áreas do saber. Não pretendemos professores para apoio ao estudo ou para explicações. Procuramos profissionais que tenham um excelente desempenho e domínio da língua portuguesa, na sua utilização oral e escrita; capacidades de interpretação; domínio proficiente do vocabulário.Na matemática procuramos a flexibilidade de raciocínio e a capacidade de desenvolver nos alunos o raciocínio lógico-matemático e processos de compreensão e de resolução de problemas. Vamos necessitar dos professores no início de setembro. Até lá faremos o recrutamento. Este recrutamento inclui uma prova escrita e uma entrevista.
Estamos sediados na cidade de Viseu e procuramos, nesta primeira fase, de docentes para esta nossa unidade.
Os interessados devem enviar o seu CV e contactos para:
[email protected]
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Mai 11 2016
Se os Tempos Fossem Outros
As reuniões adiadas entre o Ministério da Educação e os Sindicatos sobre o Despacho de Organização do Ano Lectivo e o Despacho da Mobilidade por Doença para discussão de outros assuntos entre o ME, os directores de escolas e a AEEP teria dado uma manifestação à porta da 5 de Outubro.
Mas não.
Corre tudo a preceito.
E o resto que se lixe.
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Mai 11 2016
Educação para a cidadania… grupo de trabalho constituído.
Pelo que vejo vamos ter a Educação para a Cidadania com um novo currículo. Este grupo de trabalho deve ser para isso…
Este grupo de trabalho de Educação para a Cidadania, que terá a missão de conceber uma Estratégia de Educação para a Cidadania, a implementar nas escolas do ensino público, com o objetivo de incluir nas saídas curriculares, em todos os graus de ensino, um conjunto de competências e conhecimentos em matéria de cidadania.
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Mai 11 2016
Nota Informativa – Validação da Reclamação- 3.ª Validação
Publicação da Nota Informativa – Validação da Reclamação- 3.ª Validação para o Concurso de Educadores de Infância e de Professores dos Ensinos Básico e Secundário: ano escolar de 2016-2017.
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Mai 11 2016
Daniel Oliveira: Opinião – O negócio da chantagem, o liberalismo do subsídio
(…) À medida que esta indústria da caça ao contrato foi crescendo aconteceu o que tende a acontecer em Portugal: através de influências indevidas nas Direções Reginais de Educação, nos principais partidos de poder e nas autarquias, empresas (e não só) foram construindo autênticos impérios, conseguindo abrir turmas subsidiadas mesmo onde havia oferta pública. Não há, na realidade, nada de novo neste processo. É a história do capitalismo português, baseado na pequena e média aldrabice, feita à sombra da subsidiação da iniciativa privada, quase sempre às custas da degradação do que deveria ser um serviço público. No último sábado, o ex-liberal Pedro Passos Coelho deu como exemplos do que ele acha excelentes outras práticas semelhantes na área da saúde. Nisto, há alguma semelhança com o que aconteceu com os bancos: conquistaram uma tal posição que deixaram de se preocupar com a sua própria viabilidade, sabendo que, no fim, a chantagem sobre o poder político lhes garantiria o acesso aos recursos públicos. Mas ao contrário do que aconteceu com a banca, ainda vamos a tempo para não ficar reféns desta chantagem
Como já aqui escrevi, o Estado recorreu a colégios privados para garantir que todos os cidadãos tinham acesso a um bem constitucional: a educação. Onde a rede pública não chegava, e apenas aí, como se pode ler na Lei de Bases do Sistema Educativo, foram celebrados contratos de associação. O que seria normal é que colégios privados, que vivessem da escolha do mercado, vissem nestes contratos apenas uma pequena parte do seu negócio. Até porque se tratava de uma necessidade que provavelmente não seria eterna.
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