As reuniões adiadas entre o Ministério da Educação e os Sindicatos sobre o Despacho de Organização do Ano Lectivo e o Despacho da Mobilidade por Doença para discussão de outros assuntos entre o ME, os directores de escolas e a AEEP teria dado uma manifestação à porta da 5 de Outubro.
Mas não.
Corre tudo a preceito.
E o resto que se lixe.




10 comentários
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Ainda mais interessante é as “runiões” adiadas não referirem atestado médico de longa duração, muito menos a prometida avaliação.
O que parece é que todos se divertem mais do que eu…
Arlindo,
Um professor de QZP ….que está no corrente ano letivo em MPD, mas para o próximo ano letivo não pretende concorre à MPD, em que prioridade concorre na Mobilidade Interna? 1ª, 2ª ??
E se a Escola disser que tem 6 horas, mas eu não quero ficar naquela escola nem por nada!
É interessante essa, trata-se de uma pública?
Quer dizer que no próximo ano não pretende estar doente?
https://www.youtube.com/watch?v=bTsxR68u6mM m
Os tempos não são outros, nem os mesmos, fui ali ver, vou ter de ensinar futebol, todos a esforçarem-se para o mimetismo flácido!
Parece-me que para discutir o DOAL será importante saber com quantos alunos, escolas e recursos humanos, materiais e financeiros vai o ME contar para o próximo ano letivo, não acha? Se os sindicatos falassem a uma só voz é que era bom ao invés de desdenharem uns dos outros!
Faço votos que este governo tenha a coragem e a força necessária para levar ao fim os financiamentos do privado que funcionam junto das escolas publicas onde existem vagas para novas turmas.
Se existem vagas para novas turmas, questione-se o seguinte:
Neste ano lectivo os professores de quadro não estavam com horário completo?
Neste ano lectivo não houve docentes obrigados a concorrer para a Mobilidade?
Como se sabe que há vagas para novas turmas se as matrículas ainda nem começaram?
Que eu saiba, quando não há turmas suficientes numa escola, os professores têm de concorrer para a mobilidade. Só em caso de não conseguirem vaga é que permanecem na escola de origem a fazer biscates;
Talvez hajam vagas de salas de aula, sim. Mas os recursos humanos não são peças de mobiliário e as Direcções têm de garantir a boa gestão dos recursos humanos. Isto para dizer que, se não há alunos, não há professores, pois estes têm de se deslocalizar para onde haja uma vaga onde tenham turmas para leccionar.
Se houver deslocalização de alunos das escolas privadas para as escolas públicas terá de haver, necessariamente, contratação excepcional de docentes. E quer-me parecer que não vão ser os docentes do privado, pois esses, no imediato, vão para o desemprego.
No imediato, para colmatar a necessidade de docentes para 2016/17 quem vai ser chamado serão predominantemente professores contratados.
O sincronismo dos concursos deste ano não vai permitir a deslocalização de professores de quadro, a não ser por destacamento, em Junho. Ou seja, é sempre uma medida provisória com termo certo. Pois os concursos nacionais só acontecem em pleno ano lectivo de 2016/2017.
Agradeço que me corrijam, se estou a ver mal o cenário.
E, por favor, evitem apagar os comentários, pois isso é pouco honesto.
Há sempre muitos professores do particular e cooperativo que concorrem à contratação, mesmo tendo vinculo nas escolas particulares, apenas para ver como param as coisas no dia 1 de Setembro.
Eu não apago comentários.