Abril 2016 archive

Notícias Soltas do Dia de Hoje

Autoridades alemãs mostram abertura para o ensino da Língua Portuguesa, diz Governo | Diário Digital

Ministério quer mais horas de apoio em escolas com mais turmas e monodocência no 1.º ciclo » Educare – O Portal de Educação
Escolas vão poder definir 25% do currículo – PÚBLICO
Governo quer dar mais autonomia às escolas na escolha dos currículos

Viagens entre escolas vão entrar no horário – Sociedade – Correio da Manhã
Educação. Portugal tem mais licenciados e menos abandono escolar

Provas de aferição serão realizadas em 57% das escolas – PÚBLICO

Só 8% das escolas vão manter provas do 4.º e 6.º ano | Económico
Expresso | Um terço das escolas não vão ter avaliação externa este ano
Acidente escolar deixa família em dificuldades financeiras – RTP Notícias

Visão | O que faz uma boa escola?
Só 25% das escolas com mais alunos estão em meios carenciados – PÚBLICO
“Já não há tempo para pôr as mãos na massa, explorar e questionar” » Educare – O Portal de Educação

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Hooliganismo

(…)

A secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, foi recebida, este sábado, com insultos e protestos na Mealhada.

Cerca de 300 pessoas furaram o cordão policial e rodearam o carro da governante, no qual desferiram vários murros. Durante a confusão, uma militar da GNR sofreu ferimentos ligeiros naquele que foi o primeiro momento de tensão entre populares e membros do atual Governo.

Alexandra Leitão estava no Cineteatro Messias no 7.º Encontro com a Educação enquanto algumas centenas de pais, professores e alunos de estabelecimentos de ensino privados protestavam, no exterior, contra a intenção do Governo de alterar a política dos contratos de associação.

A secretária de Estado saiu por uma porta lateral do Cineteatro e dirigiu-se para o automóvel quando os incidentes se precipitaram. Os protestantes furaram o cordão de segurança montado pelas autoridades e rodearam o carro de Alexandra Leitão, que não ganhou para o susto.

Segundo apurou o JN, o automóvel ainda foi alvo de vários murros antes de arrancar.

A pressão dos protestantes para chegar ao carro fez cair uma militar da GNR, que ficou com ferimentos numa mão, num ombro e numa perna. Recebeu tratamento hospitalar, mas teve alta pouco depois, segundo disse à agência Lusa fonte do Comando Territorial de Aveiro da GNR. (…)

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(fonte:Jornal da Mealhada)

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Não Há Paz no Ensino!!!

curriculos

 

 

E cada ministro que passa quer deixar a sua marca.

Mas, infelizmente a marca que fica para a história de todos eles é que mudam tudo o que o seu antecessor fez.

 

Recorte da opinião da APEVT no Jornal Expresso de hoje.

APEVT

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Convocatória para a Extinção da ANAPET

Depois da Educação Tecnológica ter sido extinta do currículo nacional também a sua associação mais representativa convoca uma Assembleia Geral para a sua própria extinção.

Infelizmente.

 

 

 

Na sequência da última Assembleia-geral de 12 de março em que, pelo reduzido número de participantes, não foi possível eleger novos órgãos sociais para a Associação Nacional de Professores de Educação Técnica e Tecnológica e porque a ANAPET não pode funcionar sem os respetivos órgãos sociais, convoca-se uma Assembleia Geral para o próximo dia 7 de maio, pelas 15h00, no Auditório da Escola Secundária da Ramada, Bons Dias, Odivelas, com um único ponto da ordem de trabalhos:

 

Ponto único: Extinção da Associação Nacional de Professores de Educação Técnica e tecnológica – ANAPET

 
De acordo com o ponto 5 do Artigo 13º, dos Estatutos da ANAPET, a Assembleia-geral funcionará à hora marcada com a presença de metade e mais um dos sócios e trinta minutos mais tarde com qualquer número de sócios.

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Efemérides

42º aniversário do SPZN

 

 

Foi no dia 30 de Abril de 1974, fruto do trabalho, do querer e do acreditar de alguns milhares de Professores da Zona Norte, que nasceu o primeiro Sindicato após a conquista da Democracia e o primeiro Sindicato do país de trabalhadores da então Função Pública.

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“Animação, hoje é sexta!” (Pauvre Pierrot)

E que tal voltar a 1892. Sim, não há engano: 1892. Esta é a data do filme de animação Pauvre Pierrot (também conhecido por Poor Pete) realizado por Émile Reynaud que é conhecido pelo “pai” do praxinoscópio e praxinoscópio de projeção, sendo aliás esse o método e técnica para realizar esta animação.

É considerado um dos primeiros filmes de animação de todos os tempos, e juntamente com Le Clown et ses chiens e Un bon bock foram exibidos em Outubro de 1892 quando Émile Reynaud abriu seu Théâtre Optique no Musée Grévin. Foi o primeiro filme a demonstrar o sistema de teatro ótico desenvolvido por Reynaud, em 1888 e é também famoso por ser o primeiro filme a usar perfurações no filme. É precisamente à exibição destes 3 filmes que este espectáculo (exibição) ficou famosamente conhecida como As Pantominas Luminosas. Estas foram as primeiras imagens animadas difundidas publicamente por meio de bandas de imagem.

Deliciem-se, isto é uma animação; esta animação faz parte da história do cinema, do cinema de animação.

Bom fim de semana e até sexta!

 

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E Sobre As Provas de Aferição/Provas Finais de Ciclo?

O Ministro da Educação gostava que as escolas as provas de aferição dos 2º, 5º e 8º anos se realizassem este ano lectivo, Manuel Pereira da ANDAEP diz que metade das escolas as vão realizar, o meu agrupamento justificou a não realização desta provas este ano lectivo, e estou bastante orgulhoso por esta decisão.

E os vossos agrupamentos que decisão tomaram?

Podem indicar na caixa de comentários a decisão do vosso agrupamento que foi dada ao Júri Nacional de Exames sobre a realização das provas de aferição ou sobre as provas finais de ciclo.

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1º de maio – Programa

 

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Termina Hoje Concurso Para as Chefias na DGAE

E por acaso tinha curiosidade em ver as actas referentes a estes concursos.

 

 

Mas não me apetece pedi-las.

 

Porque já imagino que o fato e a gravata estejam feitos à medida de cada candidato.

 

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Segundo Tiago Brandão, Ninguém com 60 Anos de Idade Pode ter Turma em Regime de Monodocência

O ECD determina que, independentemente do tempo de serviço, quem tiver 60 anos de idade  tem direito a 5 horas de redução semanais e como toda a componente do currículo (com excepção do Inglês) tem de ser dado pelo professor titular de turma, não existe outra alternativa senão os docentes do 1º ciclo com mais de 60 anos de idade não terem turma atribuída.

E como cada vez mais existem docentes com mais de 60 anos de idade em funções lectivas isso não é uma má medida de todo.

Resta saber se não foi por engano que o regime de monodocência foi valorizado nesta proposta de despacho.

 

 

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Continua Discriminada a Definição de Hora na Proposta do DOAL

Quem achava que a geringonça seria a solução para eliminar a discriminação entre os docentes em regime de monodocência dos restantes níveis de ensino enganou-se.

Mantém-se a discriminação existente para a noção de hora na proposta do despacho de organização do ano lectivo 2016/2017.

 

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Aposta Para Hoje

… para 47 milhões.

 

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Redução do número de alunos por turma, mas só em alguns casos…

No ano letivo 2016/2017, as escolas vão ter possibilidades de desdobrar turmas. Esta hipótese já se encontra prevista para as disciplinas das áreas das ciências físicas e naturais, para a realização de trabalho experimental. O Ministério da Educação pretende estender a medida às disciplinas de Português e Línguas Estrangeiras, mas só a estas.

Esta novidade consta do Projeto de despacho de organização do ano letivo 2016/17, que vai ser negociado, na próxima semana, com os sindicatos. No Projeto apresentado aos sindicatos o ME expõe que este desdobramento servirá para trabalhar as “componentes de oralidade e de escrita”. Mas, este desdobramento não poderá implicar mais gastos e terá de ser realizado “em função dos recursos disponíveis nas escolas”, ou seja, não requerendo mais docentes.

Também é referido no documento a questão dos créditos horários. Isto é, a sua atribuição, estava ligada à evolução dos resultados escolares, defende agora, o ME que: “As escolas com mais turmas terão mais horas disponíveis para apoio aos seus alunos”.

O papel do diretor de turma, também, será reforçado. O ME não detalha é como o irá operacionalizar, pelo menos o documento não o refere de uma forma conclusiva.

Vamos aguardar mais uns dias pela dita negociação para que se esclareçam estes pontos de uma forma mais explicita…

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Educação chiclete? Não, obrigado! – PÚBLICO
Bom dia. É mesmo boa ideia ministro da Educação ser avaliado por sindicatos?
Diário de Coimbra – Contas em dia dão tranquilidade ao ensino artístico

Combate ao abandono escolar e boas notas já não vão contar para atribuição de horas extra – Observador
Ministério quer mais horas de apoio em escolas e com mais turmas – RTP Notícias
Governo quer “crédito horário” atribuído às escolas – Renascença
Turmas da primária com mais que um professor? Há, mas o Governo quer acabar com elas – Observador
Ministério quer mais apoio em escolas com mais turmas – JN
Expresso | Ministério vai permitir turmas mais pequenas a Português e Línguas Estrangeiras
Colégios incentivados por associação do setor a contestar em tribunal novas regras – Observador
Colégios acusam tutela de limitar liberdade de escolha dos pais – Jornal de Leiria

Mais de metade dos colégios com contratos de associação em risco de fechar > TVI24
Visão | Pais também querem reunir mais com ministro da Educação

Docentes em requalificação podem regressar aos lugares que ocupavam – Observador
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Opinião – José Paulo Santos

Espelho meu, há melhor Diretor de Escola do que eu?

 

 

 

 

 

Que pergunta fará a si próprio, no final do dia, o Diretor Executivo (ou Diretora”) de cada um dos 307 Mega-Agrupamentos de Escolas públicas existentes no país, criados desde 2010? “— Terei assinado todos os documentos administrativos? Foram todos os assuntos corretamente tratados nas 8 reuniões que tive, hoje? Terei lido e respondido às 85 mensagens de correio eletrónico?”

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A Proposta do ME para a Mobilidade por Doença

… limita a cinco autorizações de Mobilidade por Doença por cada agrupamento de escolas, independentemente do grupo de recrutamento e cria 3 prioridades dentro desses pedidos, sendo que a doença incapacitante do próprio se sobrepõe à do cônjuge e do filho menor de 12 anos que por sua vez se sobrepõe à dos filhos maiores de 12 anos ou ascendentes.

 

Dentro de cada uma das prioridades são ordenados os docentes pela sua graduação profissional.

 

Os candidatos podem escolher no mínimo 3 agrupamentos de escolas e no máximo 10.

 

Contudo, o despacho proposto pelo ME na sua introdução diz “reconhecer a necessidade de proteção e apoio aos docentes em situações de doença, quer do próprio quer do cônjuge, ou da pessoa que com ele viva em união de facto, descendente ou ascendente que estejam a seu cargo”.

 

Esperavam-se regras mais apertadas em relação a anos anteriores, mas tanto assim também não. Veremos como fica finalizado o despacho após as reuniões com os sindicatos.

 

 

 

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Divulgação – Estudo ComRegras – A (In)Disciplina na Família

Meritório o trabalho que o Alexandre Henriques tem produzido nesta área da indisciplina. Para preencherem o inquérito do 2º estudo seguir o link em baixo.
 
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Início do 2ª Estudo ComRegras – A (In)Disciplina na Família

 

 

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Lanço hoje as bases de um estudo que julgo de todo pertinente. Muito se fala da família, dos pais e da educação dos seus filhos, mas ninguém sabe a forma como esta se processa dentro de casa. Trata-se de um estudo pioneiro e que tem como objetivo conhecer a tipologia de indisciplina, formas de solução utilizadas, correlação com o sucesso escolar e formação parental, bem como a relação que os pais têm com a escola, entre outros.

Não precisará de mais do que 2 minutos para preencher o inquérito

Nota:

É um estudo direcionado a todos os encarregados de educação com educandos em idade escolar. Se já não têm podem na mesma responder ao inquérito desde que o façam situando-se nesse espaço temporal.

Por fim, mas não menos importante, informar que este inquérito tem o apoio de duas entidades relevantes no espaço educativo e que permitirá uma maior divulgação pelas diferentes associações de pais e escolas deste país.

 
O inquérito encontra-se neste link.

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O regresso dos “requalificados” à escola…

Com a publicação do diploma que revoga a requalificação docente, os professores que se encontravam em situação de requalificação podem regressar na sexta-feira aos cargos que ocupavam, com a garantia de não perder quaisquer direitos.

A lei que formaliza a revogação das normas que contemplavam a colocação de professores em processo de requalificação pelo que, os docentes “devem regressar às funções que desempenhavam à altura da colocação em situação de requalificação”. Estes docentes não podem ser prejudicados no ordenado, na progressão na carreira nem na contabilização de contribuições referentes ao regime contributivo.

 

Bom regresso…

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Despacho de organização do ano letivo 2016/2017 – Proposta do ME

O ME fez chegar aos sindicatos a sua proposta para o Despacho de Organização do próximo ano letivo. Fica aqui para consulta.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/04/Projeto-Despacho-Organização-do-Ano-Letivo-Abril-2016.pdf”]

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Proposta do ME para a regulamentação da Mobilidade por doença

O ME fez chegar a sua proposta aos sindicatos com os quais a discutirá na próxima semana. Fica aqui para consulta de todos.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/04/Mobilidade-por-Doença.pdf”]

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Fim das Juntas Médicas da ADSE a Partir de 1 de Maio

… por falta de pessoal.

Com excepção da área de Lisboa.

 

Suspensão do funcionamento das Juntas médicas da ADSE nas secções do Porto, Coimbra, Évora e Faro (MAIL RECEPCIONADO – 28/04/2016)

 

 

Exmos. Senhores,

Rececionou esta Direção-Geral a notificação final do Despacho n.º 852/2016, emitido pela Sra. Secretária de Estado da Administração e Emprego Público, de 18 de abril de 2016, de indeferimento  ao parecer prévio do processo P/78/2016 – relativo à aquisição de serviços para apoio técnico e administrativo para as seções das juntas médicas do Norte (Porto), Centro (Coimbra) e Sul (Évora e Faro) da ADSE.

Deste modo e atendendo ao teor do respetivo Despacho, o Diretor Geral da ADSE deu instruções aos serviços para suspender a realização de juntas médicas aos trabalhadores em funções públicas, asseguradas pela ADSE,  a partir do próximo dia 1 de maio, nas secções acima referidas, uma vez que a ADSE não dispõe no seu mapa de pessoal de trabalhadores que possam ser afetos ao desempenho de funções nas referidas secções (do Porto, Coimbra, Évora e Faro), até agora executado por trabalhadores de uma empresa contratada, visto que o horário de funcionamento das referidas Juntas Médicas era apenas de um dia ou dois/semanalmente, sendo o apoio administrativo contratado apenas para esse período de tempo.

Assim, e até nova comunicação, informa-se V. Exa que o funcionamento das juntas médicas da ADSE se encontra suspenso a partir de 1 de maio próximo, por não ser possível  assegurar o necessário apoio técnico/administrativo ao funcionamento das secções do Porto, Coimbra, Évora e Faro.

Pelo exposto, solicita-se a melhor colaboração, no sentido se serem informados os vossos trabalhadores com junta médica agendada e que já foram notificados da mesma, para não se deslocarem às referidas secções até nova informação.

Apresentamos desde já as nossas desculpas, por esta situação anómala, mas a que somos alheios e que estamos a tentar resolver no mais curto espaço de tempo.

A junta médica da secção de Lisboa continua, no entanto, a sua normal atividade.

Com os melhores cumprimentos

Lurdes Gameiro

Presidente das Juntas Médicas da ADSE

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Sobre o Pagamento do Período que Medeia os Contratos Anuais

A ação do SPZN produz efeitos!

 

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Direito a receber a remuneração relativa ao período que medeia entre a data de início do contrato e a data de aceitação da colocação.

Na sequência das queixas apresentadas à Provedoria de Justiça pelos nossos sócios que nos anos escolares de 2014/2015 e 2015/2016, ficaram colocados em horários anuais, e que pretendem receber os montantes remuneratórios a que têm direito relativos ao período que medeia entre a data de início do contrato 1/09/2014 ou 1/09/2015, e a data de aceitação das colocações, o Senhor Provedor de justiça pronunciou-se Junto da Secretária de Estado Adjunta e da Educação, no sentido de serem reconsideradas as pretensões dos docentes visados.

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Reserva de Rescrutamento 29

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação e Retirados e Lista de Colocação Administrativa de Docentes de Carreira – 29ª Reserva de Recrutamento 2015/2016

 

Mobilidade Interna – ano escolar de 2015/2016

Lista definitiva de retirados – Consulte

 

Documentação

 

Serviços

 

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Opinião – Uma Boa escola – Rafael Barbosa (muito bom)

Responder à pergunta “O que faz uma boa escola” é um exercício arriscado. Exceto, pelos vistos, quando se recorre às estatística. Que foi o que fizeram os autores do projeto aQeduto, cujo estudo foi apresentado esta semana. Uma das conclusões que mais me entusiasmaram foi a que diz respeito à influência do tamanho das turmas nos resultados escolares. Pelos vistos não é nenhuma. E entusiasmou-me por duas razões.

Em primeiro lugar, fiquei a saber que, em média, em Portugal, há 22 alunos por turma. O limite legal chega aos 30, mas pelos vistos as turmas sobrelotadas são uma originalidade apenas das escolas por onde já passaram os meus filhos. Na verdade, e perguntando bem, também das escolas por onde passaram os filhos dos meus amigos e conhecidos. Bem como dos filhos dos amigos e conhecidos dos meus amigos e conhecidos. Foi nesta altura da minha investigação que me lembrei daquela velha história, segundo a qual, se um indivíduo comer dois frangos por dia e o vizinho estiver a morrer à fome, de acordo com a estatística aqueles dois indivíduos comem, em média, um frango por dia. Se eu não consigo encontrar um aluno que coma dois frangos, a culpa não é da estatística.

Em segundo lugar, fiquei a saber que, independentemente do número de alunos, os resultados escolares não serão nem melhores nem piores. Ou seja, os professores não são humanos, são autómatos. Tanto dá que estejam 10 como 30 alunos, porventura até 40. Escrevem umas notas no quadro, projetam uns slides de “Power Point”, está cumprida a função e adquirido o conhecimento. Ou talvez não. Fiz umas perguntas aos meu filhos, bem como aos meus amigos e conhecidos, e concluí que não é bem assim. Parece que há professores (talvez até a maioria) que fazem mais do que o trabalho de um autómato. Alguns respondem às dúvidas dos alunos. E percorrem as carteiras, observando o trabalho de cada um e corrigindo os erros. E as contas são fáceis de fazer: se forem 30 alunos e o professor gastar um minuto com cada um, dá qualquer coisa como 30 minutos por aula. Se forem 10 alunos, gasta-se 10 minutos.

Esperem lá, querem lá ver que não tenho afinal razões para me entusiasmar com as conclusões do estudo? Que o número de alunos por turma é capaz de ter influência no rendimento escolar? Não, não pode ser, não bate certo com a leitura das estatísticas do PISA e da OCDE, nem com as conclusões já anunciadas por veneráveis conselheiros nacionais de educação. Esqueçam lá isso de tentar reduzir o número máximo de alunos por turma. Proponha-se até o contrário, que se mandem mais uns autómatos para o sucateiro, sempre se poupam uns milhões, e se aumente o número de alunos por turma, que as notas não baixam. É isto seguramente “o que faz uma boa escola”.

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Publicada a lei que elimina a Requalificação de Docentes. Finalmente, o fim…

LEI N.º 12/2016 – DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 82/2016, SÉRIE I DE 2016-04-28

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E a Nota é Dada no Fim do Ano Lectivo?

Educação. Sindicatos vão avaliar ministro a cada três meses

 

 

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Estruturas que representam os professores lançaram o desafio de encontros mais regulares com a tutela e Tiago Brandão Rodrigues acedeu.

Os sindicatos pediram e Tiago Brandão Rodrigues aceitou. A partir de agora, Ministério da Educação (ME) e sindicatos dos professores vão reunir trimestralmente para “avaliação das políticas em curso e debate sobre medidas a tomar”, conforme anunciou a Fenprof. Ou seja, a cada três meses as organizações que representam os professores vão ter a oportunidade de avaliar o trabalho do ministério. Para a tutela trata-se do valorizar o diálogo próximo e regular com os seus parceiros.

Primeiro foi a Federação Nacional da Educação (FNE), na sexta-feira passada, a propor encontros regulares com a tutela para fazer um acompanhamento das políticas. “O ministro concordou com a nossa proposta de reunirmos uma vez em cada período letivo”, explica o secretário-geral da FNE, João Dias da Silva. Depois, na terça-feira, assim que começou o encontro com a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) foi o próprio ministro que lançou a proposta de encontros regulares, à margem das reuniões de negociação laboral, para debater a educação. Algo que o sindicato também já tinha pedido no primeiro encontro em dezembro “para discutir problemas e ir avaliando os processos em aplicação”, explica Luís Lobo, do secretariado nacional da Fenprof.

“Em cada período encontraremos um momento para balanço das medidas educativas, além dos processos negociais”, aponta João Dias da Silva. Para Luís Lobo, o importante é que “as reuniões sirvam para desenvolver a escola pública, promover uma maior integração dos alunos com necessidade educativas especiais e a recuperação dos escalões da carreira dos professores depois dos anos de congelamento”.

Já do lado do ministério, a justificação é que desta forma mostra que “reconhece e valoriza a manutenção de um relacionamento e diálogo próximos e regulares com os seus parceiros. É por esse motivo que foi decidido, no caso concreto dos sindicatos, ter uma agenda periódica e concertada”. Sem excluir que “todos os parceiros”, onde se incluem os órgãos consultivos sejam ouvidos e consultados “sempre que “haja necessidade deste Ministério e interesse manifestado pelos próprios”.

Os sindicatos merecem de certo uma atenção especial por parte dos ministério, uma vez que se tratar dos representantes da maior classe profissional em Portugal e é conhecida a sua força de contestação a governantes. Em 2008, mais de 100 mil professores estiveram na rua contra a então ministra Maria de Lurdes Rodrigues (ver entrevista). Esses anos de luta contra a avaliação fizeram com que a ministra não integrasse o segundo governo de José Sócrates e terá contribuído para a perda de maioria absoluta desse governo.

Diálogo é bom, mas sem desvios

Luís Lobo lembra que a única vez que os sindicatos conseguiram manter diálogo mais esporádico de análise e avaliação das medidas foi no início do mandado de Roberto Carneiro, entre 1987 e 1991. O ex-ministro refere ao DN que “é importante manter o diálogo com as forças sociais, sejam professores ou pais. Mas claro que os sindicatos são muito importantes porque representam a maior classe profissional e é importante que o ministro os ouça frequentemente. Mas não quer dizer que faça o que eles dizem”.

Já João Casanova de Almeida lembra que durante o tempo em que foi secretário de estado, no governo de coligação PSD/CDS-PP, reuniu “perto de 200 vezes na legislatura”. No entanto, recorda que as reuniões eram marcadas “apenas quando havia matérias concretas para discutir. Nunca tivemos uma agenda assente no abstrato, mas em matérias concretas”.

Paulo Guinote, historiador da Educação e professor, acredita que estes encontros são uma espécie de réplica do que se passa entre o governo e o PCP e BE. “Não acredito que vão além disso e que se façam mudanças nas políticas educativas na sequência dessas reuniões, apenas pequenos ajustes.”

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Abertura de procedimento concursal simplificado destinado ao recrutamento local de docentes – França

Abertura de procedimento concursal simplificado destinado ao recrutamento local de docentes do ensino português no estrangeiro para os níveis 2.°, 3.° CEB e Secundário – História e Geografia, língua francesa, horário a prover RPA 02H, contratação local – 2016 – França

 

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Impala // Ticker // Lusa // UNESCO pede sete vezes mais ajuda mundial à educação depois de quebra de 8%
Elvira Fortunato finalista do Prémio Europeu do Inventor – Observador
Número de licenciados sobe em Portugal em 2015 mas continua longe de meta para 2020 – Observador
Portugal é o país europeu que mais reduziu o abandono escolar – Jornal de Negócios

Comissões de menores paradas por falta de meios

Riscos psicossociais nas profissões de serviços – PÚBLICO
Opinião – Uma boa escola

Debate. Menos alunos por turma não gera consenso
Matemática. Mais horas de aulas não é solução, dizem professores

Portugal é o país da Europa que tem mais horas de aulas de Matemática – PÚBLICO

Educação – Matemática: notas acima da média num terço das escolas carenciadas
Provas de aferição deverão ser realizadas em pelo menos metade das escolas – PÚBLICO
Governo quer assegurar ao ensino artístico uma vida “mais tranquila” > TVI24
Ministro da Educação chamado ao Parlamento dia 4 para explicar demissão > TVI24
ME garante autorização de contratos de associação para novas turmas onde houver carência da rede pública » Educare – O Portal de Educação
Pais defendem direito de escolher um colégio em vez de uma escola pública – PÚBLICO

Diário As Beiras – Escolas particulares acertam estratégias
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Ainda há 13% de abandono escolar…

A Eurostat elaborou um relatório onde demonstra que em Portugal o abandono escolar, na faixa etária 18/24 anos, se mantém bastante elevado, 13%. Embora os outros indicadores, nível de escolarização terciário, sejam positivos, ainda estão longe do objetivo final.

 

Portugal está entre os sete países da União Europeia com menor número de adultos (30-34 anos) que obtiveram habilitação de ensino superior, e o quinto com maior taxa de abandono dos estudos entre a população com idades compreendidas entre os 18 e os 24 anos, indicam dados do Eurostat relativos a 2015.

No caso português, a taxa de abandono entre os jovens dos 18 aos 24 anos rondou os 13% em 2015.

 

(clicar na imagem) in Dinheiro Digital

Eurostat-dados-ensino-superior

 

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Eu Não Vejo Divisão Nenhuma

Adiamento de provas divide professores

(…)

Os contactos que tem feito com outros colegas levam Manuel Pereira a admitir que a maioria dos professores está contra a realização das provas este ano. O presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares não tem dúvidas na hora de assumir uma posição que acredita ser geral: «Não se mudam as regras a meio de um jogo». O diretor do agrupamento Serpa Pinto de Cinfães ainda não tomou a decisão final quanto ao que vai ser feito na escola que dirige e, até aí, continua a ouvir os pais e os professores. «O ano letivo foi pensado de outra forma que não esta», admite, lembrando que tem assistido a casos de «alunos angustiados» com as mudanças, «principalmente os do 5.º ano, que ainda no ano passado fizeram exame».

Ministério gostaria que as provas fossem feitas

Para estes casos em específico, Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), vai mais longe e garante estar à vontade para dizer que a maioria das escolas vai optar por não fazer os exames do 4.º e 6.º anos. «Se para o ano não se vão realizar, para quê estar a fazê-los agora?». Como tal, no agrupamento que dirige – Dr. Costa Maia, em Vila Nova de Gaia – o conselho pedagógico já decidiu que vão fazer as provas de aferição dos 2.º, 5.º e 8.º anos, mas deixam de lado os exames do 4.º e 6.º. Em termos gerais, o professor acredita que os resultados serão bastante divididos, «mas talvez sejam mais as escolas que optam por não fazer». No entanto, alerta que, seja qual for a decisão das escolas, não se dê início a uma chuva de críticas: «Ninguém tem que apontar o dedo a ninguém».

A secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, tinha já admitido no Parlamento que, apesar de a decisão ser individual, o Ministério da Educação «tem uma preferência para que as provas se realizem». Ao SOL, o ministério confirma esta preferência e encara a realização das provas de aferição como «um direito dos alunos» e que o resultado dessas provas «permite melhorar o trabalho que as escolas fazem».

(…)”

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Novo modelo de concursos… sempre aí vem!

Aquando do fim da BCE, já tinha deixado a pista, aqui no blog, que viria a caminho um novo modelo de concurso. Da parte do ME, também, surgiram rumores, nessa mesma altura. Agora temos a confirmação. No próximo ano vai começar a ser desenhado um novo modelo de concursos docentes. O que virá aí desta vez?

Vamos ter, também, reuniões trimestrais entre os sindicatos e ME. Resta saber se, realmente servirão para, finalmente, termos negociações sérias ou se serão para, o que hoje chega de Inglaterra ver…

 

Fenprof e Governo vão rever modelo de colocação de professores

A revisão terá início em setembro, anunciou a Federação Nacional de Professores após um encontro com o ministro da Educação. Na reunião ficou ainda definido que serão marcados encontros trimestrais “para avaliação das políticas em curso e debate sobre medidas a tomar”

in Expresso

 

Comunicado Fenprof

A FENPROF reuniu (26/04/2016) com o Ministério da Educação, reunião que, para além da abordagem de diversos assuntos que são do interesse dos professores e das escolas, se destinava também a estabelecer as normas de relacionamento institucional entre as duas partes. Do conjunto de questões discutidas, a FENPROF destaca:

– Sem prejuízo da realização dos processos negociais a que se sujeitarão todas as matérias que a lei obriga, bem como da participação da FENPROF nos processos de consulta pública que forem desencadeados, trimestralmente haverá uma reunião entre o Ministério da Educação e a FENPROF para avaliação das políticas em curso e debate sobre medidas a tomar;

– Sempre que se realizarem reuniões de carácter negocial, os documentos em negociação serão enviados com antecedência à FENPROF, sendo isso válido para a reunião do próximo dia 3 de Maio que tem na agenda de trabalho dois aspetos: organização do ano letivo 2016/17 e regras de mobilidade por doença;

– No âmbito das normas de organização do próximo ano lectivo e na sequência do projecto a apresentar pelo ME, serão também analisadas propostas da FENPROF, designadamente destinadas a clarificar conteúdos da componente lectiva e da componente não lectiva de estabelecimento, bem como relativas à indispensável diversificação de tarefas nos últimos anos de carreira que tenham em conta o elevado desgaste  causado pelo exercício continuado da profissão. Esta proposta complementa a que a FENPROF continua a defender de aprovação de um regime excecional de aposentação para os professores;

– A revisão global do actual modelo de concursos para colocação de professores iniciar-se-á em setembro próximo, logo que esteja estabilizado o processo de arranque do ano lectivo;

– Sobre a atribuição de competências aos municípios, o ME garantiu que não haverá qualquer transferência de responsabilidades em aspectos relacionados com pessoal docente, questões pedagógicas e rede escolar, entre outros;

– Face às dúvidas colocadas pela FENPROF sobre Educação Especial, o ME garantiu que investirá na criação de condições nas escolas para que a generalidade dos alunos com NEE que frequentam unidades especializadas ou têm CEI, permaneçam nas suas turmas, pelo menos 60%. Aos que, excecionalmente, não permanecerem esse tempo nas turmas serão proporcionados apoios reforçados nos períodos em que nelas se encontrem.  Sobre esta matéria, a FENPROF será extremamente exigente, não admitindo que medidas anunciadas como promotoras de inclusão, venham a tornar-se fator de ainda maior segregação;

– O compromisso de serem respeitados os contratos de associação celebrados entre o Estado e os estabelecimentos privados com contrato de associação, sendo desenvolvida a indispensável fiscalização com vista ao respeito pleno pelos termos desses mesmos contratos. Em relação ao futuro, serão tomadas medidas com vista à não duplicação da resposta, no respeito pelos preceitos constitucionais em vigor.

Carreiras

Na reunião, a FENPROF reiterou propostas já apresentadas, propôs novos processos de discussão com vista a alterações legais de fundo e colocou, de novo, a necessidade de serem resolvidas questões que se arrastam há diversos anos, algumas de ordem legal e relacionadas com as carreiras docentes. Desse conjunto de propostas e questões, destacam-se:

– A não renovação de contratos a termo para o próximo ano lectivo, sendo, assim, reposta a moralidade na colocação dos docentes, tendo o ME alegado aspectos de ordem legal para contrariar essa proposta, comprometendo-se, contudo, a rever essa matéria, a par de outras, como a chamada “norma-travão” no âmbito da revisão global do regime de concursos;

– A aplicação à Educação Pré-Escolar do mesmo calendário escolar que se aplica à restante educação básica, ficando a aguardar-se o despacho que sairá sobre a matéria. Foi também entregue ao ME um documento sobre os procedimentos avaliativos a desenvolver pelos educadores de infância junto das crianças com quem exercem actividade;

– A necessidade de serem clarificados procedimentos a desenvolver pelas escolas, no âmbito da designada supervisão pedagógica, designadamente a chamada observação de aulas que, em algumas escolas, se tem transformado em foco de conflitos;

– A urgência na resolução de problemas de carreira, já antes colocados ao ME, dado que se prevê que, em 2017, tenha lugar o descongelamento das progressões. As questões que atingem mais professores são: não progressão por não terem sido fixadas vagas; colocação no primeiro escalão da carreira de todos os docentes que ingressaram nos quadros a partir de 2013; benefício apenas parcial das bonificações previstas pela aquisição de novos graus académicos;

– A importância de ser revisto o actual regime de direcção e gestão nas escolas, na certeza de que sem gestão democrática não haverá exercício efectivo de autonomia, havendo abertura para, pelo menos, ser analisada a questão.

A FENPROF voltará a reunir no ME no próximo dia 3 de Maio, pelas 15.30 horas, no âmbito do processo negocial já antes referido.

O Secretariado Nacional da FENPROF
26/04/2016 

 

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Listas do Concurso Grupo 240 – EPM – CELP

Na sequência da divulgação do Aviso n.º 2/2016 de Abertura do Concurso de Contratação de Escola de docente para horário do grupo de recrutamento 240 (Educação Visual e Tecnológica), a EPM-CELP publicita as listas das candidaturas

validadas 

não validadas

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5 milhões?… davam jeito…

A FENPROF vai entregar no Ministério da Educação um levantamento com a duplicação da oferta educativa no país. Segundo o mesmo, esta duplicação pode representar um sobrecusto para os contribuintes de 5 milhões de euros apenas na zona centro do país.

 

O caso da região centro: só aí, os contribuintes arcarão com uma despesa acrescida de 5 milhões de euros

Divulga o aviso de abertura do concurso para financiamento lançado a poucos meses do fim da anterior legislatura que, na região centro, 228 turmas serão para o ensino básico (106 do 5.º ano e 118 do 7.º) e 45 para o ensino secundário. Tendo como referência, por um lado, o valor do financiamento a atribuir por cada turma que será contratualizada (80 500 euros) e, por outro, o custo médio por turma no ensino público (a valores de 2009/2010, que baixaram significativamente nos últimos 3 anos com a redução de milhares de professores), conclui-se que os contribuintes, só nesta região, pagarão mais 1,8 milhões de euros com a entrega destas 274 turmas de 5.º, 7.º e 10.º anos ao sector privado. Se tivermos em conta as turmas de todos os anos de escolaridade dos ensinos básico e secundário – e não, apenas as dos anos iniciais de ciclo –, o acréscimo da despesa do Estado, só em 2016, quase atingirá os 5 milhões de euros.

 

 

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Mais um estudo… Matemática a mais?

Estes estudos parece que são feitos por encomenda… num momento em que se discute a redução de alunos por turma, surge alguém a dizer que tal facto nada tem a ver com o insucesso…

 

O estudo que será apresentado nesta terça-feira constata que “não se verifica qualquer relação entre o número médio de alunos por turma e os resultados obtidos no PISA”.

 

(clicar na imagem) in Público

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Aposta Para Hoje

… para 36 milhões.

 

euromilhoes 26 abril

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Sempre clamarei por ti, liberdade…

 

http://expresso.sapo.pt/multimedia/2016-04-25-Helena-dos-calaboucos-da-PIDE-para-as-redes-sociais

 

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Música do Blog para hoje…

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A Música do Blog

A ouvir algures por aqui.

 

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LIVRO EM LIBERDADE

LIVRO LIVRE: este é, talvez um dos livros mais bonitos que já vi.

E é bonito porque é um livro cheio de livros lá dentro.

Cada leitor transforma-se no próprio autor, investigando, descobrindo e registando percursos que podem ir desde a própria casa até ao vizinho do lado, ou a alguém desconhecido, mas suficientemente generoso para partilhar memórias.

Uma oportunidade inigualável de homenagear quem lutou pela liberdade, quem, 42 anos depois, ainda vive dentro do sonho.

Era imprescindível que chegasse às nossas escolas para que a História saísse dos manuais escolares e fosse partilhada por cada aluno, sobretudo, uma vez que os autores se disponibilizam, gratuitamente, para apoiar o projeto do Livro Livre na sala de aula…

Os meus sinceros parabéns aos autores do projeto, Danuta Wojciechowska, et alii, que gentilmente partilharam com o nosso blogue alguns dos livros de autores jovens que reconstruíram o passado dentro do LIVRO LIVRE.

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Adquirir aqui: http://lupadesign.pt/

 

 

 

 

 

 

 

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PNR 2016/2020

Foi entregue na AR o Programa Nacional de Reformas 2016/2020.

Fica aqui transcrito o que diz respeito à Redução do insucesso e abandono escolar e Inovação do sistema educativo. No link abaixo poderão consultar o documento.

 

Redução do insucesso e abandono escolares

No que se refere aos jovens importa promover o sucesso escolar em todos os níveis de ensino e combater
o abandono escolar, ao mesmo tempo que se generaliza o secundário como patamar mínimo, assumindo
as qualificações como cruciais para o aumento da empregabilidade e da competitividade de Portugal,
assentes na ciência, na cultura e no conhecimento.
Neste sentido, a universalização do secundário vai ser prosseguida através da diversificação da oferta
formativa, com o desenvolvimento do ensino profissional o qual terá um peso maior no total do ensino
secundário. Contudo, deve rejeitar-se a dualização em fases precoces da aprendizagem e garantir a
permeabilidade entre vias de ensino. Esta aposta nas vias profissionais será concretizada no sentido de:
(i) promover a dualização em regra a partir do secundário; (ii) ajustar a oferta de ensino às necessidades
do mercado de trabalho, quer regional, quer sectorialmente; (iii) diversificar os percursos formativos de
dupla certificação, envolvendo as escolas secundárias, as escolas profissionais e os centros de formação
profissional, bem como empresas e associações; e (iv) assegurar a gestão flexível do currículo, adaptado
à escolaridade obrigatória de 12 anos.
No que se refere ao combate ao abandono escolar, para cumprir a meta de 10% de abandono escolar em
2020, e apesar de uma evolução extremamente positiva, é necessário combater o nível elevado de
retenções que ainda se verifica (34,5 % dos jovens com 15 anos foram retidos pelo menos uma vez) e que
coloca Portugal muito afastado da média da OCDE (13%). Em termos absolutos, 150 mil alunos ficam
retidos anualmente no mesmo ano de escolaridade, tendo o nível de retenção na transição entre ciclos
duplicado nos últimos dois anos.
A resposta ao desafio do insucesso escolar, enquanto fator relevante para o abandono escolar precoce,
será desenvolvida através da promoção da equidade no sistema de ensino básico, secundário e superior,
visto que as condições socioeconómicas desfavoráveis constituem um preditor do insucesso e do
abandono escolares. A promoção da equidade será realizada através da universalização do pré-escolar a
partir dos três anos9 em 2019; da progressiva gratuitidade dos manuais escolares, a partir do ano letivo
2016/17; da limitação gradual do número de alunos por turma e a sua adaptação a práticas pedagógicas
indutoras de sucesso; da generalização da Escola a tempo inteiro; da promoção de programas de literacia
familiar que promovam e valorizem os conhecimentos dos encarregados de educação; do reforço dos
mecanismos de ação social escolar em todos os níveis de ensino (e.g. 70 mil bolsas por ano para alunos
carenciados do ensino superior).

Paralelamente, importa organizar as escolas e comunidades educativas para responder de forma
atempada e eficaz às dificuldades dos alunos. Nesse sentido será implementado um Programa Nacional
para a Promoção do Sucesso Escolar que desenvolverá estratégias centradas no conhecimento mais
detalhado de cada aluno, em termos de capacidades e de dificuldades; na gestão flexível do currículo de
modo a combater problemas específicos; na adequação do modelo organizacional e pedagógico e na
melhoria do trabalho em sala de aula; e na especificidade de cada projeto de iniciativa local. De modo a
operacionalizar estas estratégias serão promovidas ações específicas de capacitação das escolas e das
comunidades educativas10.
Também no âmbito do ensino superior serão promovidas ações de acompanhamento e modernização
pedagógica orientadas para a redução do abandono e insucesso escolar. Nesse sentido, será estimulada
a contratação de jovens doutorados pelas instituições de ensino superior para garantir a adoção de novas
práticas de ensino/aprendizagem com ênfase em metodologias orientadas para a solução de problemas
e baseadas na prática sistemática de projeto e experimentação. Está previsto o apoio á contratação de
cerca de 100 novos jovens docentes doutorados por ano, no período de 5 anos.

 

Inovação do sistema educativo
No que se refere à inovação no sistema educativo e nas qualificações, entre os maiores desafios coloca-se
a necessidade e urgência de garantir o reforço das competências digitais dos portugueses, que
promovam o fomento da economia digital, a inclusão digital e a utilização da internet. Assim, será desenvolvida a Iniciativa Competências Digitais que permitirá capacitar, até 2020, mais 20 mil pessoas em
TIC face aos atuais níveis de formação e que, em colaboração com o setor privado, permitirá fazer face à
carência de técnicos especializados nesta matéria. Esta iniciativa possibilitará também apoiar a
reconversão profissional, criando novas oportunidades de inserção profissional através da obtenção de
novas competências.
Por outro lado, a necessidade identificada pelo Conselho Europeu nas suas recomendações específicas
para Portugal em 2015 relativa “ao nível de digitalização dos serviços responsáveis pela adaptação das
competências ao mercado de trabalho” implica, ao nível dos sistemas de educação e formação e no ensino
superior, a integração de instrumentos digitais e das tecnologias de informação quer para melhorar e
adaptar os métodos e os recursos pedagógicos, seja na vertente de ensino presencial, seja na vertente de
ensino a distância, quer para incrementar os sistemas de gestão e partilha de informação, indispensáveis
à melhoria da definição, condução e execução destas políticas públicas.
Neste âmbito, é crucial adotar uma estratégia de modernização pedagógica assente na produção e
disseminação de recursos educativos digitais, bem como um programa nacional para a inovação nas
aprendizagens, através de iniciativas que mobilizem as escolas, os centros de formação e as instituições
de ensino superior. Transversalmente, importa desenvolver um conjunto complementar e integrado de
sistemas e plataformas informáticas de gestão da informação, monitorização e avaliação das políticas de
educação, formação profissional e ensino superior (e.g. portal do aluno, sistemas de informação dos
estabelecimentos escolares ou sistemas integrados de gestão do docente).

 

(clicar na imagem)

PNR

 

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